Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)
Mostrar mensagens com a etiqueta Candidaturas. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Candidaturas. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 19 de maio de 2026

Portugal - ESA BIC Centro: 60 mil euros para impulsionar startups portuguesas com ADN espacial

O Instituto Pedro Nunes (IPN), através do ESA BIC Centro, está à procura de startups portuguesas com soluções espaciais inovadoras ou que utilizem tecnologias ou dados do Espaço. As candidaturas para esta open call decorrem até ao próximo dia 24 de maio de 2026


A iniciativa, integrada na rede oficial da Agência Espacial Europeia (ESA), visa transformar projetos de elevado potencial em negócios escaláveis e competitivos à escala global.

As startups selecionadas beneficiam de um incentivo financeiro direto de 60 mil euros, sem cedência de capital (equity-free), destinado ao desenvolvimento de protótipos, produtos e estratégias de entrada no mercado.

Para além do apoio financeiro, o programa oferece um ecossistema de incubação completo durante até dois anos:

  • Acesso Técnico: Ligação direta a especialistas e infraestruturas da ESA.
  • Mentoria de Negócio: Apoio em modelos de negócio, estratégias de go-to-market e proteção de Propriedade Intelectual (PI).
  • Networking Global: Integração numa rede internacional de investidores e líderes da indústria aeroespacial.
  • Consultoria Especializada: Orientação jurídica e apoio em processos de licenciamento.

O concurso está aberto a Startups portuguesas constituídas há menos de cinco anos, Empreendedores/Projetos ainda em fase de constituição de empresa, Soluções que demonstrem ambição comercial e que utilizem tecnologia espacial (ex: comunicações, satélites, GNSS, novos materiais) ou dados de observação da Terra para aplicações terrestres.

O ESA BIC Centro é uma rampa de lançamento para o talento nacional, provando que o Espaço não é apenas o destino, mas uma ferramenta poderosa para inovar em setores como a agricultura, energia, mobilidade e ambiente.

O prazo para o próximo ciclo de avaliação termina a 24 de maio de 2026. Os interessados devem submeter a sua candidatura através do portal oficial: space.ipn.pt/apply.

O ESA BIC Centro é uma iniciativa da ESA implementada pelo IPN em colaboração com o Pampilhosa da Serra Business Center e a Incuba+ Santa Maria. É financiado pela subscrição portuguesa à ESA, pela Câmara Municipal de Coimbra e pela CIM Região de Coimbra.

Entre 2014 e 2024, a coordenação do programa ESA BIC em Portugal foi assegurada pelo IPN. Em 2026, a iniciativa entrou numa nova fase, prevista até 2028, em que passa a contar com dois programas: o ESA BIC Centro, liderado pelo IPN e o ESA BIC Tagus, coordenado pelo Instituto Superior Técnico.

Para mais informações aceda aqui. Instituto Pedro Nunes - Portugal


terça-feira, 28 de abril de 2026

Cabo Verde - Número de eleitores cresce 5,95% com maior expressividade na diáspora

Os dados provisórios da Direcção-Geral de Apoio ao Processo Eleitoral (DGAPE) indicam que, em comparação com as últimas eleições, o número de eleitores registados aumentou em 23.384, o que representa uma variação de 5,95%. O crescimento é mais expressivo na diáspora, onde se registou uma subida de 36,5%, passando de 52.752 eleitores em 2021 para os actuais 72.051, distribuídos por 22 países


Conforme explicou a presidente da CNE, Maria do Rosário Pereira Gonçalves, o aumento do número de eleitores na diáspora deve-se, sobretudo, à implementação de um novo sistema de recenseamento, que permite aos cidadãos cabo-verdianos residentes no exterior inscreverem-se no recenseamento eleitoral quando recorrem aos serviços consulares para emissão ou renovação do passaporte.

No total, encontram-se inscritos para estas eleições 416.335 eleitores, dos quais 344.284 no território nacional e 72.051 na diáspora.

Ainda no que se refere à diáspora, verificou-se um crescimento significativo no número de mesas de voto, que passaram de 236, em 2021, para 284 nas presentes eleições. A nível do território nacional, foram constituídas 1058 mesas de votação.

No que se refere às candidaturas, a CNE recebeu dos tribunais um total de 48 listas apresentadas por cinco partidos políticos. O Movimento para a Democracia (MpD) e o Partido Africano da Independência de Cabo Verde (PAICV) lideram, com 13 candidaturas cada, sendo os únicos a concorrer em todos os círculos eleitorais.

O Partido Popular (PP) e o Pessoas, Trabalho e Solidariedade (PTS) apresentaram seis candidaturas cada. O PP concorre nos círculos de Santiago Sul, Santiago Norte, Boa Vista e na diáspora (África, América e Resto do Mundo), enquanto o PTS apresenta listas em Santiago Sul, Santiago Norte, São Vicente e também nos círculos da diáspora.

Já a União Cabo-verdiana Independente e Democrática (UCID) submeteu 10 candidaturas, ficando de fora dos círculos da Brava, Maio e Boa Vista.

Das 48 listas admitidas, que representam um total de 556 candidatos, 300 são efectivos e 256 suplentes.

Em termos de distribuição por sexo, 294 candidatos (52,88%) são do sexo masculino e 262 (47,12%) do sexo feminino. A CNE destacou que todas as listas cumprem a Lei da Paridade, não se registando qualquer candidatura com representação inferior a 40% de um dos sexos.

Questionada sobre a avaliação do período pré-eleitoral, a presidente da CNE considerou que se tratou de uma fase “bastante competitiva”, marcada por elevada atenção por parte das candidaturas e dos partidos proponentes às eleições legislativas.

A presidente da CNE revelou ainda que foram registadas várias queixas durante a pré-campanha, sobretudo relacionadas com alegadas violações do dever de neutralidade e imparcialidade da administração pública.

“O que nós podemos dizer é que, sim, houve bastante discussão em torno desta questão, que já é recorrente. O respeito pelo princípio da neutralidade e da imparcialidade continua a merecer centralidade na fase da pré-campanha eleitoral em Cabo Verde”, concluiu a presidente da CNE.

A conferência de imprensa culminou com a entrega dos fac-símiles às candidaturas às eleições, na presença dos membros da CNE. Anilza Rocha – Cabo Verde in “Expresso das Ilhas”


quinta-feira, 19 de março de 2026

Macau - Advogados vêem com bons olhos vagas para juízes portugueses

A RAEM abriu um concurso para recrutar em Portugal dois juízes para os tribunais de primeira instância, na área cível. Advogados ouvidos pelo Jornal Tribuna de Macau aplaudem a decisão, sublinhando a importância da presença destes profissionais, devido à matriz portuguesa do Direito em Macau. Apontando para a “falta de juízes” existente no território, os causídicos referem também que os magistrados vindos de Portugal acabam por passar a sua experiência para os jovens que se estão a formar

Macau deverá receber dois juízes portugueses nos próximos tempos, uma vez que o Conselho Superior da Magistratura de Portugal anunciou o recrutamento de dois magistrados para funções nos tribunais de primeira instância no território, na área cível. Advogados na RAEM vêem com bons olhos a vinda de dois juízes portugueses, sublinhando a importância da sua presença para a manutenção do Direito de matriz lusa.

A advogada Icília Berenguel começou por afirmar ao Jornal Tribuna de Macau que “juízes são sempre bem-vindos”. “A Justiça quer-se mais rápida e quantos mais juízes estiverem a trabalhar, obviamente mais rápida se faz a justiça. Virem dois magistrados portugueses é muito bom, até para manter aquilo que tem sido Macau. Macau sempre teve a presença da magistratura de língua portuguesa e é sempre bom”, comentou.

Questionada sobre se há necessidade de trazer juízes para outras instâncias, Icília Berenguel apontou que a cultura de Macau, as regras processuais e decisões podem ser praticadas numa das línguas oficiais, acrescentando que “pese embora tenhamos imensos juízes de língua materna chinesa que trabalham muito também com o português, é mais prático ter um juiz de língua materna portuguesa, porque seguramente irá trabalhar mais com a língua portuguesa”.

“Mas estamos num país em que o enquadramento ‘um país, dois sistemas’ tem de ser visto da melhor forma, por isso acho que esta cooperação é sempre muito bem-vinda em todas as áreas do Direito”, prosseguiu Icília Berenguel.

Na mesma linha, Pedro Leal, advogado a exercer em Macau há quase 40 anos, mostra-se “extremamente contente” com a possibilidade de a área da justiça no território vir a ter mais dois juízes vindos de Portugal. “Há cerca de 15 anos que eu venho dizendo que é preciso recrutar mais juízes, e a forma de os recrutar é em Portugal”, disse a este jornal, ressalvando que “isto não significa que estou a menosprezar os juízes locais, que não são melhores ou piores dos que vêm de Portugal”.

“A questão é que há falta de juízes e é impossível formar juízes em tempo recorde”, afirmou, referindo que existem cursos que vão sendo lançados, “penso que de três em três, ou quatro em quatro anos, e um juiz acaba o curso de Direito, vai fazer o curso de magistratura e depois é colocado a estagiar”. Assim sendo, “precisa de um tempo para se adaptar às circunstâncias, para se adaptar à magistratura, seja Judicial ou do Ministério Público, e, para começar a despachar processos, são 10 anos”, sustenta.

Na opinião do causídico, “os juízes portugueses que têm vindo para Macau têm grande qualidade e, portanto, quando chegam, não só despacham rápido, como ensinam os outros”.

Pedro Leal recorda que o Direito que existe no território tem matriz portuguesa, “daí que há todo o interesse que venham para aqui juízes portugueses”, reiterando que “não tem nada a ver com portugueses e chineses”, mas sim “pura e simplesmente com o facto de os juízes portugueses terem qualidade e toda a gente beneficia disso, nomeadamente no cível”.

O advogado reconhece que no crime “as coisas andam bem, sem grandes atrasos”, enquanto no cível “há na verdade atrasos muito grandes e, portanto, é preciso adaptar a essas circunstâncias”.

Também Rui Cunha, um dos mais antigos advogados a exercer em Macau, diz-se “favorável” à vinda de juízes de Portugal. “Penso que a presença de magistrados portugueses traz uma grande história, uma grande experiência e pode ajudar bastante na solidificação do edifício do sistema judicial aqui em Macau”, afirmou.

Em Macau desde 1981, trazido pelo magnata do jogo Stanley Ho, Rui Cunha considera que os juízes lusos “vão passando a sua experiência para estes jovens que em Macau já são juízes qualificados, mas a experiência de pessoas com um passado já mais solidificado, é sempre favorável”.

O advogado afirma ser “útil” que os juízes de Portugal se mantenham no território, “uma vez que todo o Direito de Macau ainda tem uma raiz bastante próxima do Direito português e, por isso, é sempre útil que se mantenha esta ligação”.

Sendo o concurso destinado a dois juízes do cível, este sector é, para o causídico, “a parte mais crítica, aquela que exige maior elaboração, mais tempo de ponderação, uma área que requer maior exercício de inteligência, de seguimento dos princípios e das coisas, por isso é bom que venham para o cível”.

Juízes em falta na Segunda Instância

Por outro lado, o advogado Pedro Leal considera que tem havido também falta de juízes na Segunda Instância. “Isto é, houve várias mudanças na magistratura, uns saíram e outros foram para outras funções e o que acontece é que os processos estão atrasados”, diz, adiantando que isso acontece porque “há falta de juízes”.

O advogado afirma nunca ter percebido esta “resistência” a recrutar juízes. “Sempre foi assim em Macau”.

Portugal e Macau mantêm um acordo de cooperação judiciária que assegura a continuidade de magistrados portugueses (juízes e procuradores) no território, apoiando o sistema jurídico de matriz portuguesa. Esta colaboração, foca-se no recrutamento, na formação e na troca de experiências judiciais.

O único juiz vindo de Portugal a trabalhar na RAEM actualmente é Jerónimo Alberto Gonçalves Santos, no Tribunal de Segunda Instância, depois de o juiz Rui Ribeiro ter antecipado para o final de Outubro de 2025 o fim da comissão especial, que terminava em Maio de 2026.

Em 2024, o Conselho Superior da Magistratura rejeitou a permanência de Carlos Carvalho no Tribunal de Primeira Instância. Estava em Macau há 16 anos e tinha sido convidado pela Comissão Independente para a Indigitação dos Juízes do território a continuar por mais dois.

Questionado sobre se continua ou não a ser atractivo os juízes portugueses virem exercer no território, Pedro Leal respondeu afirmativamente. “Penso que sim, continua a ser bastante atractivo, uma vez que um juiz em Portugal ganha relativamente menos do que ganha em Macau”.

Por outro lado, observou, “há juízes, de meia-idade, da Primeira Instância, que vêm para cá e gostam de vir trabalhar para Macau, sentindo-se atraídos pelo Oriente”, estando convencido de que, “se abrirem concursos, haverá várias candidaturas”.

Icília Berenguel vincou que o interesse dependerá, entre outros aspectos, das condições que têm em Portugal actualmente, mas considera que “será atractivo por se tratar de uma experiência desafiante”.

Antiguidade deve ser entre sete e 15 anos

De acordo com o aviso publicado, podem candidatar-se magistrados judiciais com uma antiguidade superior a sete anos e inferior a 15, sendo a nomeação válida por dois anos, eventualmente renovável, mediante nova indigitação da Comissão Independente Responsável pela Indigitação de Juízes da RAEM e aprovação do Chefe do Executivo.

As candidaturas podem ser apresentadas até 31 de Março, e segundo o documento elaborado pela Comissão Independente Responsável pela Indigitação de Juízes da RAEM, os magistrados seleccionados terão vencimento e regalias equiparadas às dos juízes locais da mesma categoria e antiguidade.

O salário corresponde a uma percentagem do vencimento mensal do Chefe do Executivo, actualmente fixado em 268.297 patacas. A percentagem varia consoante o tempo de serviço do magistrado, sendo contabilizado também o tempo de exercício em Portugal. A título de exemplo, juízes com sete anos de serviço auferem 50% do vencimento do Chefe do Executivo; com 11 anos, 54%; e com 15 anos, 57%.

Entre as regalias previstas incluem-se subsídios de férias e de Natal, direito a alojamento (casa de função ou subsídio para arrendamento e equipamento), assistência médica para si e para o agregado familiar e 22 dias úteis de férias, a gozar durante os períodos de férias judiciais.

A selecção dos juízes cabe à Comissão Independente da RAEM, com base na análise curricular e em entrevista aos candidatos considerados mais adequados. A Comissão garante sigilo relativamente aos dados entregues pelos candidatos. Vítor Rebelo – Macau com Catarina Pereira in “Jornal Tribuna de Macau”


sábado, 7 de março de 2026

Centro de Estudos Internacionais Iscte – Bolsas de Doutoramento Fundação para a Ciência e a Tecnologia 2026

A Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) disponibilizou o Aviso de Abertura e o Guião de Avaliação das bolsas de doutoramento em todos os Domínios Científicos 2026, nomeadamente na Linha Geral e em Linha de Candidatura Específica Em Ambiente Não Académico.


As candidaturas encontram-se abertas até ao dia 31 de março de 2026 às 17h00. Para se candidatar, é obrigatório indicar uma instituição contratante e deverá contactar o/a (potencial) orientador/a previamente. Para que a candidatura seja válida, a instituição deve validar formalmente o/a candidato/a que a seleciona como sua instituição contratante.

Caso pretenda ter o CEI-Iscte como instituição de acolhimento, deverá submeter a demonstração de interesse, via formulário, até ao dia 9 de março (1.ª fase). Após aceitação por parte do CEI-Iscte, os/as interessados/as deverão submeter uma versão com plano de trabalhos desenvolvido, até ao dia 16 de março.

Até dia 9 de março, deverá submeter a demonstração de interesse via formulário, com os elementos abaixo descritos:

  • Indicação da linha a concurso (Geral ou Específica em Ambiente Não Académico).
  • Painel / Área científica principal à qual se candidata (e.g. Ciência Política, Sociologia, etc).
  • Programa Doutoral em que está inscrito/a (ou irá inscrever-se);
  • Breve motivação justificando a escolha do CEI como instituição de acolhimento;
  • Orientador/a ou equipa de orientação - um dos orientadores deverá ser membro integrado da equipa do CEI-Iscte;
  • Título do Projeto (mesmo que provisório);
  • Resumo do Projeto (mesmo que provisório);
  • 4 Palavras-Chave;

Após aceitação por parte do CEI, deverá submeter, até dia 16 de março, um plano de trabalhos mais desenvolvido, e próximo à estrutura do formulário MyFCT, o qual deve ser enviado para o email doutoramentos.cei@iscte-iul.pt em ficheiro Word ou pdf. O envio do plano desenvolvido, para análise por parte da Comissão Científica do CEI, é obrigatório.

As Bolsas de Investigação para Doutoramento destinam-se a candidatos/as inscritos/as, ou que satisfaçam as condições necessárias para se inscreverem, num ciclo de estudos conducente à obtenção do grau académico de doutor e que pretendam desenvolver atividades de investigação conducentes à obtenção desse grau. Podem candidatar-se pessoas que não tenham beneficiado de uma bolsa de investigação para doutoramento ou de doutoramento em empresas diretamente financiada pela FCT, qualquer que tenha sido a respetiva duração, e que nunca tenham obtido o grau académico de doutor. As condições de elegibilidade encontram-se descritas no aviso de abertura.

Em caso de alguma sugestão, dúvida ou necessidade de apoio, não hesite em contactar-nos via e-mail: 

doutoramentos.cei@iscte-iul.pt.

Adicionalmente, poderá consultar o sítio da FCT para mais informações aqui. Centro de Estudos Internacionais Iscte - Portugal


quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

África - Fundação Tony Elumelu abre candidaturas para Programa de Empreendedorismo 2026

A Fundação Tony Elumelu (TEF) anunciou a abertura oficial das candidaturas para o Programa de Empreendedorismo 2026, uma das mais abrangentes iniciativas privadas de apoio ao empreendedorismo em África, destinada a jovens empreendedores dos 54 países do continente.


O programa volta a apostar no financiamento directo, formação empresarial e mentoria especializada como instrumentos para impulsionar o crescimento económico inclusivo e sustentável.

As candidaturas decorrem de 1 de Janeiro a 1 de Março de 2026 e estão abertas a empreendedores com ideias de negócio inovadoras ou empresas em fase inicial. O processo de submissão é feito através da plataforma digital TEFConnect. Os candidatos seleccionados terão acesso a cinco mil dólares norte-americanos em capital semente não reembolsável, formação empresarial intensiva, mentoria personalizada e integração na maior rede pan-africana de empreendedores.

Desde a sua criação, em 2015, o Programa de Empreendedorismo da Fundação Tony Elumelu tem registado um impacto expressivo no desenvolvimento económico e social do continente. Ao longo de mais de uma década, a Fundação já financiou mais de 24 mil empreendedores africanos, capacitou cerca de 2,5 milhões de cidadãos, contribuiu para a criação de mais de 1,5 milhões de postos de trabalho e impulsionou a geração de aproximadamente 4,2 mil milhões de dólares em receitas.

Intervindo no lançamento da edição de 2026, o fundador da Fundação Tony Elumelu e presidente do Grupo Heirs Holdings, Tony O. Elumelu, reiterou a sua convicção de que o futuro de África depende do investimento estruturado no seu capital humano. “Os empreendedores são o futuro de África”, afirmou, defendendo uma mudança de paradigma na abordagem ao desenvolvimento do continente.

Segundo Tony Elumelu, África não carece de ajuda externa, mas de investimento estratégico nos seus próprios talentos, sobretudo na juventude. “Quando capacitamos os empreendedores, criamos emprego, estimulamos o crescimento económico e transformamos positivamente as comunidades onde estes negócios operam”, sublinhou.

Para além do impacto económico, o programa distingue-se pelo seu forte compromisso com a inclusão e a igualdade de género. Actualmente, 46 por cento dos empreendedores apoiados pela Fundação são mulheres, representando uma das mais elevadas taxas de participação feminina em programas de empreendedorismo à escala continental.

A Fundação Tony Elumelu tem ainda consolidado a sua presença através de parcerias estratégicas com instituições internacionais de relevo, como a União Europeia, o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, o Banco Africano de Desenvolvimento, a Google e o UNICEF Generation Unlimited, entre outras, permitindo alargar o alcance do programa a diferentes sectores e geografias.

Com o lançamento do Programa de Empreendedorismo 2026, a Fundação reafirma o seu compromisso com a erradicação da pobreza, a criação de emprego e a promoção de um crescimento económico inclusivo em África, apostando no talento, na inovação e no espírito empreendedor da juventude africana. In “O País” - Moçambique


quarta-feira, 2 de abril de 2025

Moçambique - Prémio Literário Mia Couto abre candidaturas da terceira edição

Entre 11 de Abril e 12 de Maio, estarão abertas as inscrições para a terceira edição do Prémio Literário Mia Couto, uma iniciativa da Cornelder de Moçambique (CdM), em parceria com a Associação Kulemba, que visa premiar as melhores obras literárias de autores moçambicanos.



Segundo um comunicado de imprensa sobre o concurso, para esta terceira edição, serão elegíveis obras literárias publicadas entre 01 de Janeiro e 31 de Dezembro de 2024, na categoria de romance. 

As obras submetidas serão avaliadas por um júri especializado e idóneo, com base em critérios como originalidade, qualidade literária e relevância cultural.

Desde a sua primeira edição, o Prémio Literário Mia Couto já laureou importantes obras da literatura moçambicana, como “No verso da cicatriz”, de Bento Baloi; “Pétalas negras ou a sombra do inanimado”, de Belmiro Mouzinho; e “Estórias trazidas pela ventania”, de Adelino Albano Luís. 

Nas duas edições anteriores, cada um dos vencedores recebeu um valor monetário na ordem de 400.000 MZN (quatrocentos mil meticais).

Diferentemente das edições anteriores, entretanto, nesta terceira, as inscrições serão realizadas de forma online, directamente no sítio da Associação Kulemba

O concurso é aberto a todos os autores moçambicanos, com obras publicadas no período elegível. O regulamento do prémio pode ser consultado no sítio da Associação Kulemba. In “O País” - Moçambique


quarta-feira, 12 de março de 2025

Moçambique – Estão abertas as candidaturas ao Prémio Literário Carlos Morgado - Edição 2025

Prémio Literário Carlos Morgado – Edição 2025, concurso para novas vozes literárias



Instituído pela Fundação Carlos Morgado (FCM), uma organização moçambicana sem fins lucrativos que visa potencializar e promover o desenvolvimento sustentável de Moçambique e organizado pela Catalogus, plataforma de promoção de autores moçambicanos, têm como com a finalidade de contribuir para a construção e projecção de novas vozes literárias em Moçambique e celebrar a contribuição de Carlos Morgado enquanto cidadão moçambicano e defensor de causas nobres. A Edição 2025 é energizada pela MGC - Matola Gas Company.

As candidaturas para o Prémio Literário Carlos Morgado estarão abertas entre os dias 13 de Março e 13 de Maio! Boa sorte a todos os participantes. Para mais informações e esclarecimento de dúvidas, não hesite em contactar-nos através de info@catalogus.co.mz e [WhatsApp] +258 87 000 9194. Fundação Carlos Morgado – Moçambique

Regulamento


quarta-feira, 22 de janeiro de 2025

Moçambique - Candidaturas abertas para residência literária em Lisboa

O Camões – Centro Cultural Português em Maputo abre, de 1 a 28 de Fevereiro, as candidaturas para uma residência literária, a realizar-se na capital portuguesa, Lisboa, de 1 a 31 de Maio deste ano.



O programa é dirigido a autores(as) de nacionalidade moçambicana, ou que tenham residência oficial em Moçambique, com obra publicada.

De acordo com a nota de imprensa do Camões – Centro Cultural Português em Maputo, trata-se de um de Programa de Intercâmbio Literário promovido ao abrigo do Protocolo de Cooperação entre a Câmara Municipal de Lisboa e o Camões, Instituto da Cooperação e da Língua, IP, através do seu Centro Cultural Português em Maputo, que seleciona um(a) autor(a) com obra publicada, como incentivo à criação literária e aposta na internacionalização da cultura.

As candidaturas deverão ser formalizadas mediante preenchimento de formulário, enviado preferencialmente para o endereço electrónico do Camões, com os restantes elementos da candidatura referidos nas Normas de Participação, não podendo exceder no seu total, a dimensão de 10MB, ou através de envelope opaco e fechado, devidamente identificado, enviado para Av. Julius Nyerere, 720, Maputo.

As respetivas Normas de Participação, bem como outros documentos necessários às candidaturas, poderão ser consultados no website do Camões – Centro Cultural Português.

Segundo a mesma nota de imprensa, o(a) escritor(a) selecionado(a) terá a oportunidade de desenvolver um projecto de criação literária, beneficiando de Bolsa, no valor de setecentos e cinquenta euros (750€), viagem internacional paga e alojamento gratuito na cidade de Lisboa.

Durante o mesmo período, entre 1 e 28 de fevereiro, e com as mesmas condições, a Direção Municipal de Cultura do Município de Lisboa abre candidaturas para uma residência literária, a realizar na cidade de Maputo, Moçambique, de 1 a 31 de Outubro 2025. O programa é dirigido a autores(as) de nacionalidade portuguesa com obra publicada ou que tenham morada fiscal ou que se encontrem, comprovadamente, a viver, estudar e/ou trabalhar no concelho de Lisboa. Neste caso, as candidaturas são submetidas online, através da plataforma de residências artísticas – LAAR, em laar.cm-lisboa.pt, onde poderão ser consultadas também as respetivas Normas de Participação. In “O País” - Moçambique


quarta-feira, 8 de janeiro de 2025

Centro de Estudos Internacionais Iscte - Candidaturas aos programas doutorais

Encontra-se aberta a 1ª fase de candidaturas aos programas de doutoramento do Iscte - Instituto Universitário de Lisboa. Esta fase decorre até dia 15 de janeiro.



O CEI-Iscte, enquanto unidade de investigação, faz a gestão dos programas doutorais em Estudos Africanos, Estudos Internacionais, História, Estudos de Segurança e Defesa (em parceria com a Academia Militar), e mais recentemente do doutoramento em Transições para a Sustentabilidade, promovendo a ligação entre ensino e investigação nas suas áreas temáticas.

O Doutoramento em Estudos Africanos forma investigadores, docentes e profissionais de várias áreas na análise de realidades sociais, económicas e políticas de África e da sua relação com o mundo global.

Ao longo do programa, os doutorandos adquirem conhecimentos das principais problemáticas sociais, políticas e económicas em África, tendo a possibilidade de aprofundar a sua investigação numa diversidade de áreas que incluem: Ambiente e Recursos Naturais; Desenvolvimento e Cooperação; Economia e Empresas; Educação e Desenvolvimento; Estruturas e Dinâmicas Sociais; Política e Relações Internacionais.

O curso tem uma forte componente metodológica que reforça as capacidades para a conceção e gestão de programas de investigação. Permitindo, também, reforçar as competências de liderança na análise, gestão, e a avaliação de políticas públicas e no exercício de atividades profissionais nomeadamente na investigação e docência, administração pública, em organização da sociedade civil e em empresas.

Mais informações aqui. CEI – ISCTE - Portugal


segunda-feira, 6 de janeiro de 2025

Portugal – Universidade do Porto "reserva" mais de 700 vagas para estudantes internacionais

As candidaturas para o ano letivo 2025/2026 abriram a 2 de janeiro e abrangem um número recorde de 54 licenciaturas e mestrados integrados



Arrancou no dia 2 de janeiro de 2025 a primeira fase de candidaturas ao Concurso Especial de Acesso e Ingresso para Estudantes Internacionais 2025/2026, a principal “porta de entrada” na Universidade do Porto para estudantes que não possuem nacionalidade portuguesa.

No total, são 713 os lugares exclusivos que a U.Porto tem reservados para estudantes internacionais (que não possuam nacionalidade portuguesa ou de outro Estado-membro da União Europeia, sendo por isso detentores do Estatuto do Estudante Internacional) no próximo ano letivo.

A lista abrange 54 dos 59 cursos de 1.º Ciclo (Licenciatura) e Mestrado Integrado da Universidade (atualmente em funcionamento), o número mais alto de sempre deste a primeira edição do concurso, em 2014.

A grande novidade deste ano prende-se com estreia da licenciatura em Engenharia Aeroespacial, que terá, pela primeira vez, vagas (3) reservadas para estudantes internacionais.

O Mestrado Integrado em Arquitetura da Faculdade de Arquitetura (FAUP) e a licenciatura em Engenharia Eletrotécnica e de Computadores da Faculdade de Engenharia (FEUP) são os curso com mais vagas disponibilizadas – 37 – ao abrigo do Concurso Especial para Estudantes Internacionais 2023/2024. Seguem-se as licenciaturas em Psicologia (32), Biologia (29), Economia (26) e Engenharia Civil (25)

No que toca às faculdades com mais vagas, o primeiro lugar é ocupado pela Faculdade de Letras, com 175. Seguem-se as faculdades de Ciências (166), Engenharia (141), Economia (45), Psicologia e Ciências da Educação (43), Arquitetura (37), Farmácia (20), Desporto (19), Ciências da Nutrição e Alimentação (18), Medicina Dentária (16), Belas Artes (14), Direito (12) e o Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar (6).

De resto, todos os cursos de 1.º Ciclo (Licenciatura) e Mestrado Integrado da U.Porto abrem vagas para este concurso especial, à exceção das licenciatura em Desenho (FBAUP) e em Saúde Digital e Inovação Biomédica (FMUP) e dos dois cursos de Medicina da Faculdade de Medicina (FMUP) e do ICBAS.

Quando e como candidatar-se?

A primeira fase de candidaturas ao Concurso Especial para Estudantes Internacionais 2025/2026 vai prolongar.se até 7 de fevereiro de 2025 e abrange um total de 399 vagas. As restantes serão distribuídas por mais duas fases, a decorrer de 10 de fevereiro a 4 de abril de 2025 (2.ª fase) e de 11 de junho a 25 de julho de 2025 (3.ª fase).

Esta calendário aplica-se a todas as faculdades, com exceção das de  Desporto, de Economia e de Engenharia, que aplicam um calendário próprio de candidaturas (para mais informações, consultar os respetivos portais).

A candidatura deve ser apresentada através da página do curso / faculdade onde o estudante pretende ingressar, mediante entrega ou submissão eletrónica de requerimento, acompanhada dos documentos necessários. Os candidatos devem satisfazer as condições de ingresso estabelecidas no Regulamento de aplicação do Estatuto de Estudante Internacional da Universidade do Porto.

As candidaturas realizadas na 1.ª fase do concurso serão analisadas de 12 a 23 de fevereiro, a que se seguirá a publicação dos resultados provisórios. A afixação dos resultados definitivos está prevista para o dia 18 de março de 2024.

Propinas com “desconto” para estudantes CPLP

Relativamente às propinas, o valor anual aplicado aos estudantes internacionais é definido por cada faculdade da U.Porto e volta a fixar-se, este ano, entre os 3500 euros e os 8000 euros.

À semelhança do que aconteceu em anos anteriores, e atendendo aos laços que unem Portugal aos estados que integram a CPLP – Comunidade de Países de Língua Portuguesa (Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste), pode ser aplicada uma redução de até 45% na propina paga pelos estudantes nacionais desses países.

Para mais informações sobre o Concurso Especial para Estudantes Internacionais 2025/2026 (condições de acesso, vagas, prazos de candidatura, etc.), consultar o Portal da Universidade do Porto.

Aposta na internacionalização

O Concurso Especial para Estudantes Internacionais foi lançado pela primeira vez em 2014, no seguimento do esforço realizado pela U.Porto no sentido de facilitar o acesso aos seus cursos a todos os estudantes, independentemente da sua nacionalidade. Entre as ações desenvolvidas inclui-se a aceitação dos resultados do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) do Brasil como critério de seleção para os estudantes brasileiros que pretendam ingressar na Universidade.

Com esta iniciativa, a U.Porto reforça também a aposta na internacionalização do seu ensino. A mesma que, de ano para ano, se traduz no crescente número de estudantes internacionais que procuram as faculdades da Universidade para realizar um curso completo.

Só entre 2018 e 2024, foram mais de 2500 – 2620 – os estudantes de mais de 30 nacionalidades que ingressaram na U.Porto através desta via de acesso. O ano letivo 2019/2020 foi aquele em que a U.Porto recebeu mais estudantes internacionais (546), a que se seguiu uma quebra motivada pela pandemia de Covid-19 (397 estudantes em 2020/2021 e 360 em 2021/2022).

Em 2022/2023 e 2023/2024, a Universidade voltou a superar a barreira dos 400 estudantes (412 e 447, respetivamente). Uma tendência que deverá acentuar-se no próximo ano letivo.

No que toca às nacionalidades mais representadas, o Brasil lidera de forma destacada. Seguem-se Angola, Cabo Verde, África do Sul, Guiné-Bissau, China, Colômbia, Equador e Venezuela. Universidade do Porto - Portugal


quinta-feira, 2 de janeiro de 2025

Fundação Calouste Gulbenkian - Prémio Gulbenkian Património – Maria Tereza e Vasco Vilalva

Candidaturas de 01 jan a 31 mar 2025



O Prémio Gulbenkian Património – Maria Tereza e Vasco Vilalva, no valor de 50 mil euros, distingue projetos de excelência na área da conservação, recuperação, valorização ou divulgação do património português, imóvel ou móvel.

Correspondendo à vontade manifestada por Maria Tereza Burnay de Almeida Belo Eugénio de Almeida de homenagear a memória do seu marido Vasco Vilalva, mecenas a quem o país, e em particular o Alentejo, muito deve na área da recuperação e da valorização do património, a Fundação Calouste Gulbenkian criou um prémio anual com o seu nome, destinado a assinalar intervenções exemplares em bens imóveis ou móveis de valor cultural que estimulem a preservação e a recuperação do património. Atribuído pela primeira vez em 2007, após a morte da Condessa de Vilalva, em 2017, o Prémio recebeu o nome de Maria Tereza e Vasco Vilalva. Fundação Calouste Gulbenkian – Portugal


Regulamento

Mais informações aqui


sábado, 14 de setembro de 2024

França - Cap Magellan procura os melhores da comunidade portuguesa

Estão abertas as candidaturas aos prémios anuais da Cap Magellan, nas temáticas melhor estudante de liceu, melhor estudante do ensino superior, melhor projecto associativo, melhor iniciativa cidadã, melhor jovem empresário e melhor revelação artística


Cinco destes seis prémios dão direito a um prémio financeiro de 1500 euros cada.

A Cap Magellan entregará os prémios na edição 2024 na sua tradicional Noite de Gala, um evento anual de celebração da lusofonia, que este ano terá lugar, em data a definir, no coração do Quartier Latin de Paris. A noite terá lugar no prestigiado anfiteatro Richelieu da Universidade de La Sorbonne e reunirá personalidades de todas as esferas da vida. Estudantes, professores, artistas, associações, empresários e responsáveis ​​​​de língua portuguesa, todos estarão reunidos em torno das tradicionais cerimónias de entrega de prémios e de diversas atividades.

Grandes novidades para 2024, e de acordo com o local desta nova edição, um questionário interativo e ao vivo irá testar os conhecimentos das 600 pessoas do público. As perguntas incidirão sobre a revolução de 25 de Abril de 1974, cujo 50º aniversário se celebra, e sobre Luís de Camões, por ocasião dos 500 anos do seu nascimento. Será ainda atribuído um prémio ao grande vencedor deste Quiz, durante a Gala.

Conheça em pormenor os prémios 2024

Prémio Cap Magellan – Fundação Calouste Gulbenkian para Melhor Aluno do Ensino Secundário: no valor de 1500 euros, premeia um jovem estudante do ensino secundário ou finalista do ensino secundário que, no âmbito dos estudos do ensino secundário, se tenha destacado ao longo do seu percurso académico. A ligação à Lusofonia pode surgir da origem do aluno ou da sua formação educativa.

Cap Magellan – Prémio NovaDelta para o Melhor Aluno: no valor de 1500 euros, destina-se a estudantes que demonstrem um conhecimento aprofundado de uma temática ligada à lusofonia. A ligação à lusofonia pode surgir da origem do aluno ou da sua formação educativa.

Prémio Cap Magellan – Império Assurances para Melhor Projeto Associativo: no valor de 1500 euros, destina-se a associações que se destaquem com um projeto associativo original ou inovador de língua portuguesa.

Cap Magellan – Prémio Fidelidade Melhor Jovem Empreendedor: no valor de 1500€, este prémio é atribuído a qualquer pessoa que, através das suas funções numa empresa, se destaque pela implementação de um projeto empreendedor original, útil e benéfico para o público em geral. A ligação à lusofonia pode surgir da origem do empresário ou do público visado e afectado pela acção empresarial.

Prémio Cabo Magalhães para a Melhor Iniciativa Cidadã: no valor de 1500€, este prémio destina-se a um cidadão ativo que se destaque com uma iniciativa de cidadania lusófona.

Cap Magellan – Prémio Vilamoura de Melhor Revelação Artística Musical: este prémio não financeiro destina-se a jovens lusófonos apaixonados pela música que desejam ser recompensados ​​pelo seu talento no domínio da música. In “Bom dia Europa” – Luxemburgo

Mais informações e candidaturas aqui.


domingo, 25 de agosto de 2024

Portugal - 402 lusodescendentes foram colocados na 1ª fase do concurso de acesso ao Ensino superior

Dos 58.301 jovens que se candidataram ao ensino superior em Portugal, 49.963 asseguraram já um lugar no ensino superior, mais 1,1% em relação à mesma fase do concurso realizado no ano passado, apesar da ligeira diminuição do número de candidaturas, revelam dados disponibilizados pelo Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI). Ficaram de fora apenas 14,3% dos candidatos.


402 candidatos foram colocados através do contingente para emigrantes portugueses, familiares que com eles residam e lusodescendentes (mais 10,4% do que no ano passado, mas longe da cota de 7% prevista na Lei).

28 mil alunos foram colocados na sua primeira opção (56,1%). Nove em cada 10 (87,8%) conseguiram entrar numa das suas três primeiras escolhas, “os valores mais elevados dos últimos anos e um dos fatores mais relevantes para o sucesso académico”, sublinha a tutela.

Entre os 1119 cursos em instituições públicas que estavam disponíveis nesta fase do concurso, 815 tiveram todas as vagas ocupadas, sobrando apenas 4966 lugares, a maioria (76,8%) em institutos politécnicos.

As vagas que não foram agora ocupadas, o número mais baixo desde 1999, vão ser colocadas a concurso na 2ª fase, que arranca já na segunda-feira.

Só quatro instituições de ensino superior esgotaram todas as vagas: as escolas superiores de enfermagem de Coimbra, Lisboa e Porto e o ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa.

A instituição menos procurada foi novamente o Instituto Politécnico de Bragança, que ficou com 975 lugares disponíveis, seguido dos politécnicos de Viseu (416), Guarda (338) e Castelo Branco (318).

Como nos anos anteriores, as três universidades com maior número de vagas disponíveis foram também as mais procuradas, incluindo para primeira opção: 9167 candidatos escolheram a Universidade de Lisboa, que tinha 7442 vagas, 8069 escolheram a Universidade do Porto, com 4781 vagas, e 4104 preferiram a Universidade Nova de Lisboa, que tinha apenas 2823 vagas.

Mais uma vez, os cursos de Engenharia Aeroespacial registam as médias de entrada mais elevadas, todos acima dos 18 valores, num grupo de 23 cursos onde se encontram também cinco dos oito mestrados integrados em Medicina.

Por outro lado, houve 31 cursos para os quais nenhum aluno concorreu, sendo a esmagadora maioria nas áreas de engenharias e em institutos politécnicos.

Os estudantes colocados têm agora até quinta-feira para realizar a matrícula. Aqueles que pretendam podem candidatar-se à 2ª fase a partir de segunda-feira e até 04 de setembro, seguindo-se depois a 3ª fase entre 21 e 24 de setembro.

“Deste modo, garante-se o início de atividade letiva praticamente em simultâneo para todos os novos estudantes, evitando a perda de cerca de três semanas de aulas para estudantes colocados na 2ª fase e cerca de seis semanas de aulas para estudantes colocados na 3ª fase”, sublinha o MECI. In “LusoJornal” - França


sexta-feira, 14 de junho de 2024

Internacional - Universidade de Coimbra dinamiza concurso na área da bioeconomia circular

A Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC) está a dinamizar um concurso internacional de ideias na área da bioeconomia circular. As candidaturas decorrem até ao dia 28 de julho.


Este desafio, organizado no âmbito do projeto BioRural, visa recolher ideias originais que permitam acrescentar valor a subprodutos/resíduos da atividade económica-produtiva associada à bioeconomia e que, atualmente, não são utilizados de forma eficiente.

O concurso de âmbito regional, restrito aos países do sudoeste europeu, designadamente Andorra, Espanha, Itália, Malta, Mónaco e Portugal, terá também edições similares nas outras três regiões europeias (sudeste, nordeste e noroeste).

As três melhores candidaturas de cada região serão selecionadas para a fase final, que se realiza, em 2025, na cidade de Bruxelas. Os três selecionados do Desafio do Sudoeste, além de passarem à final europeia, terão a oportunidade de usufruir de um extra coaching com apoio de mediadores de inovação e especialistas, que pretende melhorar as ideias distinguidas.

Os formulários e as propostas devem ser entregues online, até ao próximo dia 28 de julho, para que sejam analisadas pela comissão de avaliação, que, posteriormente, organizará uma reunião com os representantes de cada proposta. No final desta fase, serão selecionadas 10 a 15 ideias para a final do Sudoeste, que terá lugar em novembro, na cidade de Valladolid, Espanha.

Para inscrições e mais informações sobre o concurso consultar aqui. Universidade de Coimbra - Portugal


 

quinta-feira, 18 de abril de 2024

Fundação Calouste Gulbenkian - Residências Bauhaus of the Seas Sails

Estão abertas as candidaturas às residências que querem promover a ligação entre a sustentabilidade, a inclusividade e a criatividade: residência de Arte & Ciência, de Arte & Gastronomia, e de Arte & Design

O CAM é o parceiro cultural para a implementação de três projetos inovadores do «Bauhaus of the Seas Sails» em Portugal. Até 14 de maio, estão abertas candidaturas para três residências artísticas, a serem desenvolvidas em 2024


Bauhaus of the Seas foi apresentado pela primeira vez em 2020 como um manifesto que respondia ao desafio do Novo Bauhaus Europeu, um movimento criativo que pretende conectar o Pacto Ecológico Europeu com as experiências e os espaços vividos pelas pessoas e tem como valores fundamentais a sustentabilidade, a inclusividade e a criatividade.

Neste manifesto, foi proposta uma mobilização europeia em torno dos mais decisivos espaços naturais globais: os mares. Através de um entendimento coletivo da crise climática como uma situação que emerge de uma cultura centrada na dicotomia entre humanos e natureza, deu-se origem a um processo de reimaginação da relação das cidades e comunidades costeiras e ribeirinhas com os oceanos, mares e outras massas de água, de forma a torná-los mais saudáveis.

Em 2021, esta mobilização começou a reunir investigadores, artistas, designers, arquitetos e outros pensadores que partilharam ideias e discutiram possibilidades de soluções de design mais sustentáveis para as regiões costeiras. Nesse momento, surgiu o Bauhaus of the Seas Sails que, em 2022, recebeu financiamento do programa Horizonte Europa da UE, no âmbito do concurso para o desenvolvimento dos primeiros "demonstradores-farol" do Novo Bauhaus Europeu, para soluções de neutralidade climática nestas regiões.

O projeto Bauhaus of the Seas Sails (2023-2025) foi oficialmente lançado em Lisboa em 2023 sob a coordenação do Instituto de Tecnologias Interativas do Instituto Superior Técnico da Universidade de Lisboa. Este é formado por um consórcio que engloba dezoito parceiros académicos, culturais e territoriais localizados em sete cidades europeias (Malmö, Veneza, Génova, Lisboa, Oeiras, Hamburgo, Roterdão). O seu alcance é interdisciplinar, intergeracional e interespécies e ambiciona, através de um processo de co-design, responder a desafios socias e ambientais.

Com este objetivo, foram criadas propostas para implementar projetos-piloto demonstradores em cada região deste consórcio. Pretende-se que estes possam, no futuro, ser aplicados em outras cidades, países e continentes, adaptando-os à escala de cada território. Em Portugal, numa parceria entre o CAM, as Câmaras Municipais de Oeiras e Lisboa e o Instituto Superior Técnico, estão a ser desenvolvidos os projetos Literacia dos OceanosBlue Makerspace e Menu Regenerativo, através dos quais se deseja chegar a um entendimento interdisciplinar sobre como podemos contribuir para um futuro sustentável mais consciente. Estes projetos darão origem a um programa público de atividades, residências artísticas e científicas, e exposições em espaços culturais.

Saiba mais aqui. Fundação Calouste Gulbenkian - Portugal


quinta-feira, 11 de abril de 2024

Fundação Calouste Gulbenkian - Bolsas Formação em Artes no Estrangeiro


Termina, no próximo dia 30 de abril, o período de candidaturas às bolsas que têm apoiado a formação académica e técnica em artes no estrangeiro, nas vertentes das artes visuais, da dança, do teatro, do cinema e da música. Podem candidatar-se cidadãos de qualquer nacionalidade residentes em Portugal.

Para saber mais aceda aqui. Fundação Calouste Gulbenkian - Portugal