Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)

sábado, 5 de setembro de 2026

Cabo Verde - Single “Sonsente” anuncia chegada de álbum de inéditos da falecida diva Cesária Évora

Cesária Évora completaria 85 anos no dia 27 de agosto deste ano. Para assinalar a data, foi lançado um single inédito da “Diva dos Pés Descalços”


Intitulado “Sonsente”, o tema é o primeiro single de Reina Da Morna, um álbum que reúne 10 gravações inéditas de Cesária Évora e que, até agora, não tinham sido editados. Segundo a Lusafrica, as gravações foram descobertas nos arquivos do produtor de longa data da artista, José “Djô” Da Silva.

O tema, cujo videoclipe foi lançado esta quinta-feira, foi escrito pelo também falecido multi-instrumentista, compositor e professor cabo-verdiano Jotamont, nome artístico de Jorge Fernandes Monteiro, também conhecido como Jorge Cornetim.

Para a produtora, Reina Da Morna, com lançamento previsto para 2 de outubro, “destaca de forma brilhante o poder atemporal da obra de Cesária Évora”, quinze anos após a sua morte. “Cesária Évora permanece como uma das vozes fundamentais da world music”, sublinha a Lusafrica.

O álbum de inéditos inclui ainda um texto do jornalista francês Francis Dordor, que acompanhou a artista ao longo da sua carreira.

Conforme a lista disponibilizada pela plataforma Spotify, os dez temas que integram o álbum são: “Amiga d’nh’Amigo”, “Sonsente”, “E Nos Cabo Verde”, “Resposta De Ganha Pouco”, “Junior”, “Brisa D’bo Sorriso”, “Nos Contradança”, “Força Di Cretcheu”, “Projecto” e “No Po Na Ton”.

De recordar que, em 2025, a Sony Music France e a Sony Music Publishing France adquiriram as editoras Lusafrica e Africa Nostra. Fundada por “Djô” da Silva em 1998, a Lusafrica foi a editora responsável por projetar Cesária Évora internacionalmente e contribuir para o reconhecimento da morna e da música cabo-verdiana no mundo. In “Balai Cabo Verde” – Cabo Verde


sexta-feira, 4 de setembro de 2026

Singapura – Universidade de Macau reforçou parcerias no país

Uma delegação liderada por Song Yonghua, reitor da Universidade de Macau (UM) visitou algumas congéneres de Singapura, incluindo a Universidade Nacional (NUS), Universidade Tecnológica de Nanyang e Universidade de Tecnologia e Design. A delegação abordou questões ligadas ao desenvolvimento do ensino superior, investigação científica, inovação e formação de talentos, procurando alargar as oportunidades de cooperação em áreas como a medicina, a gestão e o design e a tecnologia.


Durante a visita, e na presença do Chefe do Executivo, a UM e NUS assinaram um memorando de entendimento para “reforçar os intercâmbios de estudantes e melhorar a qualidade da formação de talentos”, segundo refere um comunicado da UM.

Na ocasião, Song Yonghua sublinhou que esta visita consolida as bases da cooperação com as universidades de Singapura e responde às necessidades de desenvolvimento das Faculdades de Medicina, de Administração de Empresas e de Design da UM, “tirando partido das experiências bem-sucedidas das universidades de Singapura na educação médica, na formação de talentos empresariais e na tecnologia e design”.

A delegação visitou a Faculdade de Medicina Yong Loo Ling da NUS, o Centro de Simulação Médica e de Saúde e o Museu de Anatomia, discutindo temas como a formação de talentos médicos, o ensino clínico, a investigação em medicina translacional e os intercâmbios de docentes e estudantes. “Os representantes chegaram a um consenso para reforçar ainda mais a cooperação entre as duas universidades na área do ensino e da investigação médica, proporcionando uma importante plataforma de cooperação internacional para o futuro desenvolvimento da Faculdade de Medicina da UM”, salientou Song Yonghua.

Na Universidade Tecnológica de Nanyang (NTU), a delegação visitou a Escola de Negócios. As duas instituições mantêm laços estreitos, com programas de intercâmbio de estudantes em funcionamento há mais de uma década.

Yu Jun, director da Faculdade de Administração de Empresas da UM e Yang Jun, da NTU, assinaram um “Acordo de Cooperação Educacional Conjunta” para aprofundar a formação de talentos empresariais e proporcionar aos alunos da UM uma experiência de aprendizagem mais internacional e diversificada.

Na reunião, os dois lados discutiram em profundidade as orientações de cooperação nas áreas da administração de empresas, tecnologia financeira, intercâmbio de talentos e formação conjunta de pós-graduação, reforçando ainda mais a cooperação entre as duas universidades no domínio do ensino empresarial e do desenvolvimento de talentos.

A delegação visitou também a Universidade de Tecnologia e Design de Singapura (SUTD), com a qual desenvolve um programa de intercâmbio de estudantes desde 2023. O encontro permitiu trocar pontos de vista sobre a integração do design e da tecnologia, a formação interdisciplinar de talentos, os intercâmbios de docentes e estudantes e a investigação conjunta, tendo explorado a viabilidade de estabelecer uma relação de cooperação mais estreita com a Faculdade de Design da UM.

A delegação deslocou-se também ao campus e às instalações de investigação da SUTD, obtendo uma compreensão mais profunda da abordagem à engenharia e à inovação tecnológica impulsionada pelo pensamento de design, “lançando as bases para futuras colaborações em inovação de design e investigação interdisciplinar”, frisa a UM. Vítor Rebelo – Macau in “Jornal Tribuna de Macau”


Macau é um “tesouro” jurídico que liga China e a Lusofonia

A Universidade de Macau acolheu o Fórum sobre a Herança e o Desenvolvimento do Direito Continental, durante o qual discursaram a Comissária do Ministério dos Negócios Estrangeiros da China e o Secretário para a Administração e Justiça. Em matérias de justiça, Bian Lixin descreveu Macau como “um tesouro de encontro sino-ocidental”, enquanto Wong Sio Chak realçou a “tradição típica do direito continental” do sistema jurídico da RAEM


Para a Comissária do Ministério dos Negócios Estrangeiros da China na RAEM, Macau é “um local tesouro de encontro sino-ocidental e um palco de abraçamento da diversidade”, assim como “uma ponte de ligação” entre a China e os Países de Língua Portuguesa (PLP). Segundo um comunicado do Gabinete do Secretário para a Administração e Justiça, Bian Lixin também disse esperar que a RAEM “aproveite bem as suas condições privilegiadas para explorar os tesouros da cultura jurídica chinesa e ocidental” e promover em conjunto “o progresso da civilização do Estado de Direito humano”.

Ao abrigo do tema “Construção conjunto um impulso para o desenvolvimento sustentável: intercâmbio de experiências em direito continental”, Bian Lixin discursou durante o Fórum sobre a Herança e o Desenvolvimento do Direito Continental, co-organizado pelo Comissariado que lidera, pelo Governo da RAEM e pelas Universidades de Macau (UM) e da Ciência e Tecnologia de Macau (UCTM). Na ocasião, aproveitou também para realçar “os resultados históricos obtidos na construção do Estado de Direito socialista com características chinesas para uma nova era” e o papel da China na defesa e construção do Estado de Direito internacional.

“Desde o retorno de Macau à Pátria, o Governo Central da China tem garantido, nos termos da lei, o sucesso da implementação do princípio ‘Um País, Dois Sistemas’ em Macau”, vincou a Comissária. Asseverou também que o Governo Central “irá construir e aperfeiçoar, de forma contínua, a rede jurídica de cooperação internacional da RAEM”.

Relativamente ao Fórum, Bian Lixin pediu um “reforço da aprendizagem mútua do Estado de Direito para o desenvolvimento nacional, a injecção de uma nova vitalidade na renovação para o acompanhamento da evolução dos tempos do direito continental e o contributo da sabedoria para a construção de uma comunidade de destino comum da humanidade”, segundo o comunicado.

À semelhança da Comissária, o Secretário para a Administração e Justiça, referiu que “o sistema jurídico de Macau tem uma tradição típica do direito continental, que não só consiste numa parte importante da história e cultura local, mas também constitui o elo particular do Estado de Direito que liga a China e a Europa e os PLP”.

Wong Sio Chak também disse esperar que o Fórum que teve lugar na UM ajude a “reforçar o intercâmbio e a cooperação entre Macau e os países do direito continental no domínio do Estado de Direito”, assim como “partilhar as experiências únicas do direito continental na prática em diversos países e regiões e explorar conjuntamente as perspectivas do seu desenvolvimento”.

O Secretário apontou para o 3.º Plano Quinquenal, que “indica o reforço da colaboração eficiente entre os poderes executivo e legislativo, a promoção da modernização do sistema jurídico, o aperfeiçoamento do sistema e dos mecanismos judiciais, o aprofundamento da cooperação jurídica inter-regional e internacional” e empenho “na construção de uma Macau moderna alicerçada no Estado do Direito”.

O Fórum contou ainda com a presença de Zhang Yingjie, subdirector do Gabinete de Ligação do Governo Central na RAEM, Rui Martins, vice-reitor da Universidade de Macau, Vong Hin Fai, presidente da Associação dos Advogados de Macau, e mais de 120 representantes do Governo da RAEM, de organizações jurídicas locais e de universidades. O programa incluiu discursos temáticos dos professores Xu Xianming, vice-presidente do Comité Consultivo da Suprema Procuradoria Popular, e Eduardo Vera-Cruz Pinto, director da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. Pedro Milheirão – Macau in “Jornal Tribuna de Macau”


Macau e Malásia têm “enorme potencial” para aprofundar cooperação bilateral

O Chefe do Executivo da RAEM iniciou em Kuala Lumpur a última etapa do périplo pelo Sudeste Asiático, tendo-se reunido com representantes dos chineses ultramarinos e câmaras de comércio da Malásia. Sam Hou Fai apontou a Malásia como um dos parceiros comerciais mais importantes de Macau na ASEAN


No primeiro dia da sua visita oficial a Kuala Lumpur, Sam Hou Fai reuniu-se ontem com Low Kian Chuan, membro do Senado malaio e presidente do conselho empresarial Malásia-China e vários representantes dos chineses ultramarinos e câmaras de comércio naquele país. No encontro, foram trocadas impressões sobre o reforço contínuo da cooperação económica e comercial entre Macau e a Malásia.

Na ocasião, Sam Hou Fai salientou que a deslocação do Presidente Xi Jinping à Malásia no ano passado abriu um novo capítulo de “período dourado de 50 anos” para as relações sino-malaias e novas oportunidades de cooperação entre Macau e aquele país do Sudeste Asiático. O Chefe do Executivo referiu que a Malásia é um dos parceiros comerciais mais importantes da RAEM na região da Associação de Nações do Sudeste Asiático (ASEAN), e a cooperação entre as duas partes tem sido aprofundada nos domínios da economia, comércio, indústria de convenções e exposições e turismo ao longo dos anos.

Recordou que o território está actualmente empenhado em implementar a estratégia “1+4” para o desenvolvimento da diversificação adequada da economia, desenvolvendo as indústrias de turismo e cultura, medicina tradicional chinesa, actividades financeiras com características próprias de Macau e tecnologia de ponta, “o que se coaduna perfeitamente com a orientação de desenvolvimento da Malásia, existindo um forte potencial para aprofundar a cooperação bilateral”.

De acordo com uma nota oficial, Sam Hou Fai frisou que a inclusão na sua comitiva de um grupo empresarial, composta por representantes de empresas de Macau, Hengqin e do Interior da China, permitirá explorar oportunidades de negócio sob o lema de “Partilhar um barco para navegar em conjunto”. Estas empresas englobam vários domínios, entre os quais economia e comércio, tecnologia, medicina tradicional chinesa, cultura e turismo, bem como indústria halal.

O líder da RAEM espera que possam ser criadas, através de sessões de promoção, bolsas de contacto e assinatura de acordos de cooperação, que resultará “numa ponte de ligação”, a fim de aumentar as oportunidades de cooperação e alcançar benefícios mútuos. Em particular, expressou o desejo de que os representantes dos chineses ultramarinos e câmaras de comércio na Malásia “potenciem as próprias vantagens e aproveitem as oportunidades decorrentes da integração entre Macau e Hengqin e do aprofundamento contínuo da cooperação entre Macau e a Malásia”.

Por seu turno, o presidente do conselho empresarial Malásia-China sublinhou que as duas partes mantêm contactos frequentes e laços estreitos, indicando ainda que Macau possui uma “plataforma internacional madura” para convenções e exposições, uma rede global de empresários chineses bem como desempenha o papel de “interlocutor de precisão” entre a China e os países de língua portuguesa e é parte importante da Grande Baía. Além disso, Low Kian Chuan disse que o reforço da cooperação económica e comercial entre as empresas malaias e as de Macau e de Hengqin contribui para “expandir de forma eficaz os seus mercados para a Grande Baía e para os países de expressão portuguesa e espanhola.

Na sua perspectiva, a comunidade dos chineses ultramarinos em Macau possui uma base sólida e desempenha um “papel importante na sociedade”. Nesse sentido, pode ajudar os chineses ultramarinos a investir e estabelecer-se em Macau e em Hengqin, e ainda funcionar como “uma ponte ideal para estabelecer ligações e promover a cooperação entre as diferentes partes”. Vítor Rebelo – Macau in “Jornal Tribuna de Macau”


Moçambique - Fundação Fernando Leite Couto inaugura exposição fotográfica dedicada à natureza selvagem africana

A Fundação Fernando Leite Couto inaugurou em Maputo, a exposição fotográfica “Momentos em que a natureza se revela”, de Pedro Couto, numa colecção que reúne imagens captadas ao longo de vários anos em diferentes paisagens e áreas de vida selvagem africana.


A exposição marca a primeira apresentação pública do trabalho fotográfico de Pedro Couto, profissional do Direito e fotógrafo autodidacta, cuja relação com a fotografia nasceu de uma paixão de longa data pela natureza e pela vida selvagem africana.

Nascido na Beira, em 1971, Pedro Couto começou a fotografar ainda antes da era digital, quando as imagens eram registadas em película. Ao longo dos anos, a prática da fotografia ensinou-lhe, como explica, “a arte da paciência, da disciplina e da observação atenta”, competências que se tornaram fundamentais na sua aproximação à natureza.

Mais do que documentar animais ou paisagens, o fotógrafo procura captar encontros espontâneos e momentos irrepetíveis. Cada imagem resulta de uma experiência de observação e espera, respeitando o ritmo próprio da natureza e evitando interferir naquilo que acontece diante da objectiva.

“A maior recompensa não é regressar a casa com uma fotografia, mas ter estado presente quando a natureza decide revelar uma das suas incontáveis histórias”, afirma Pedro Couto.

“Momentos em que a natureza se revela” apresenta, assim, uma perspectiva marcada pela contemplação, pelo respeito e pela consciência de que os diferentes elementos dos ecossistemas estão profundamente interligados. Do pequeno insecto ao maior mamífero, cada ser desempenha uma função no equilíbrio da vida selvagem.

As fotografias apresentadas foram sujeitas apenas aos ajustamentos necessários para recuperar luz, detalhe ou nitidez, mantendo-se, segundo o autor, fiéis às cenas originais. A intenção é preservar não apenas aquilo que foi observado, mas também a experiência e a emoção associadas a cada encontro.

A exposição é igualmente uma homenagem à família do fotógrafo, cujo apoio foi determinante para que uma paixão mantida durante anos no espaço privado pudesse transformar-se numa apresentação pública. As viagens, o tempo dedicado à observação e a espera pelo instante certo foram acompanhados pela confiança e pelo incentivo familiar.

“Cada fotografia desta colecção transporta, por isso, não apenas uma memória da natureza selvagem africana, mas também o amor, a paciência e o incentivo da família que tornou esses momentos possíveis”, escreve o fotógrafo.

Através desta primeira exposição, Pedro Couto pretende partilhar com o público parte da admiração e humildade que experimenta perante a natureza africana, contribuindo também para uma maior valorização da biodiversidade e da responsabilidade colectiva de preservar os ecossistemas para as gerações futuras. In “O País” - Moçambique




quinta-feira, 3 de setembro de 2026

Angola - Clube de Leitura Handyman volta em acção com análise do livro “A cidade e a infância” de Luandino Vieira

A Biblioteca Contr’Ignorância, localizada no Marçal, acolhe, no dia 19 deste mês, mais uma sessão do projecto “Handyman-Clube de Leitura”, às 14horas. O coordenador, Dilson Maria, declarou que o evento vai reunir críticos literários, amantes da literatura, escritores, estudantes e o público em geral para debaterem a obra de contos “A Cidade e a infância – Uma história sobre a infância e outras experiências de vida”, do escritor Luandino Vieira, escrita entre 1953 e 1986


O responsável do projecto declarou que a escolha da obra literária representa uma oportunidade para aproximar adolescentes e adultos da escrita de Luandino Vieira, criando um diálogo entre leitores de diferentes faixas etárias, por meio de uma obra com um papel fundamental na literatura local.

A narrativa aborda questões ligadas a diferentes áreas de Luanda, desde a infância, memória e às experiências vividas na cidade. “A proposta é simples. Ler um livro e posteriormente encontrar outras pessoas que também o leram para conversar sobre aquilo que a obra despertou em cada um.

O diálogo parte do conteúdo do livro e pode seguir diferentes caminhos a partir das questões, inquietações, experiências e interpretações dos participantes”, esclareceu, enfatizando ainda que a escolha do livro teve em conta a pertinência dos temas abordados, a reconhecida qualidade literária do escritor, de forma a estimular o pensamento crítico dos jovens e o debate colectivo.

O coordenador explicou, igualmente, que o projecto “Handyman” tem como objectivo principal cultivar e manter o hábito de leitura, criando um espaço em que o público possa ler, conversar e partilhar as suas experiências com os livros. Maria Custódia – Angola in “O País”


Cabo Verde - Jorge Carlos Fonseca apresenta duas novas obras literárias este mês na cidade da Praia

Cidade da Praia – O escritor, jurista e antigo Presidente da República Jorge Carlos Fonseca apresenta, em Setembro, na cidade da Praia, duas das suas mais recentes obras, uma de cariz literário e outra jurídica, e ainda, em Outubro, um terceiro título na ilha Brava.


Segundo anunciou o próprio autor, através das redes sociais, a primeira sessão acontece no dia 17 de Setembro, às 17:00, na Biblioteca Nacional, com a apresentação de A Guerra, o Amor, os Versos, uma obra que reúne poesia, prosa poética e crónica literária, editada pela Âncora Editora.

A apresentação estará a cargo de Lígia Dias Fonseca, advogada, e de Francisco Grácio Gonçalves, conhecido também por Lefteris Kablianis, historiador, escritor e educador.

No dia 30 de Setembro, igualmente às 17:00 e na Biblioteca Nacional, Jorge Carlos Fonseca apresenta a segunda edição, revista e aumentada, da obra jurídica O erro em direito penal, em especial no direito penal cabo-verdiano, editada pela Livraria Pedro Cardoso.

A apresentação da obra será feita pela advogada Leida Santos e pelo magistrado do Ministério Público Isaías Varela Moreira.

Para Outubro, o escritor anunciou ainda a apresentação, na ilha Brava, do opúsculo A epiderme da memória – A ilha em mim, uma edição da 7 Sóis 7 Luas, estando a sessão prevista para os dias 18 ou 20, em data ainda por confirmar.

Jorge Carlos Fonseca, antigo Presidente da República de Cabo Verde, tem desenvolvido uma actividade literária paralela à sua carreira jurídica e académica, com obras em diferentes géneros, incluindo poesia, ensaio e textos de natureza jurídica. In “Inforpress” – Cabo Verde