Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)

domingo, 18 de outubro de 2026

Moçambique - Universidade Licungo acolhe lançamento do livro Educação e Desenvolvimento Humano

A Universidade Licungo acolheu, esta sexta-feira, 16 de Outubro, o lançamento do livro Educação e Desenvolvimento Humano, da investigadora e professora brasileira Andréa Maturano Longarezi. A cerimónia teve lugar no Ginásio da Delegação da Beira, com apresentação do académico Edu Manuel.

Publicado pela Editorial Fundza, o livro aborda questões centrais da teoria histórico-cultural, explorando diferentes perspectivas sobre os conteúdos e as especificidades do processo de ensino-aprendizagem e da actividade de estudo. A obra tem como referência fundamentos teóricos e práticos inicialmente desenvolvidos no sistema de ensino Elkonin-Davydov, propondo uma reflexão sobre práticas pedagógicas orientadas para o desenvolvimento humano.

A publicação destina-se a investigadores, formadores de professores, docentes do Ensino Básico e Superior, bem como estudantes de licenciatura. O professor José Carlos Libâneo destaca a contribuição da obra para o debate sobre a teoria e a prática do ensino desenvolvimental, considerando que os temas apresentados podem ajudar a construir uma didáctica centrada no desenvolvimento humano. In “Moz Entretenimento” - Moçambique


Angola - Campanha Nacional de Vacinação arranca dia 23 deste mês

Mais de 18 mil equipas de vacinação estão mobilizadas para a Campanha Nacional Integrada de Vacinação, que decorrerá de 23 a 27 deste mês, em todo o país, anunciou o Ministério da Saúde (MINSA) em comunicado

A iniciativa tem como objectivo proteger milhões de crianças contra a poliomielite, o sarampo, a rubéola e a febre amarela.

No documento que o JA Online teve acesso, o MINSA apela a todos os pais, encarregados de educação e comunidades a participarem activamente da referida na Campanha, facilitar o acesso das equipas às crianças, bem como leva-las aos postos indicados.

“A vacinação é gratuita e constitui uma das medidas mais eficazes para prevenir doenças, evitar complicações e salvar vidas”, lê-se no comunicado. In “Jornal de Angola” - Angola


Pamplona, 1978










Vamos aprender português, cantando

 

Pamplona, 1978

 

De olhos azuis transparentes

brava e firme como a terra

vinda de longe, de trás da serra

mãe das mães da minha gente

 

Fugiu em noite violenta

prisão aberta sem grades

para longe de estranhas verdades

fugiu de maior tormenta

 

Sangue do meu corpo

da minha história a raiz

e por cada cicatriz

um rumo pra outro porto

 

São olhos azuis de dor

que de mim andam cientes

esses olhos transparentes

são estrelas brilhantes d’amor

 

tem rugas que contam vidas

a sua a de outros também

mãe da minha mãe

mulher sem medo das feridas

 

Sangue do meu corpo

da minha história a raiz

e por cada cicatriz

um rumo pra outro porto

 

Sangue do meu corpo

da minha história a raiz

e por cada cicatriz

um rumo pra outro porto

 

Sangue do meu corpo

da minha história a raiz

e por cada cicatriz

um rumo pra outro porto

 

Diana Vilarinho - Portugal

Composição:

(Letra) Diana Vilarinho – Portugal

(Música) André Santos - Portugal 


sábado, 17 de outubro de 2026

Moçambique - Kelvin Silva apresenta na cidade de Maputo livro sobre o medo de mudar e tomar decisões

O autor angolano Kelvin Silva apresentou este sábado, 17 de Outubro, no Hotel Southern Sun, na Avenida Marginal, na cidade de Maputo, o livro O Medo que Te Escraviza. A obra, que conta com prefácio do autor e orador brasileiro Américo Pinto, PhD, propõe uma reflexão sobre o medo de tomar decisões e o seu impacto na vida pessoal, académica e profissional.

Ao longo de 145 páginas, o autor explora os chamados “medos silenciosos”, receios que muitas vezes se confundem com prudência, responsabilidade ou espera pelo momento certo, mas que podem impedir mudanças e limitar oportunidades. A obra convida os leitores a questionarem até que ponto a permanência na zona de conforto pode comprometer a concretização dos seus objectivos.

As reflexões apresentadas têm como ponto de partida a experiência do próprio Kelvin Silva, que, após construir uma carreira na área da gestão de projectos e dos Escritórios de Gestão de Projectos (PMO), decidiu abandonar a segurança profissional para seguir novos caminhos. Com uma linguagem directa, o livro aborda os desafios de enfrentar a incerteza, lidar com o risco e tomar decisões com maior clareza.

Kelvin Silva é empreendedor e consultor, fundador da ASSERTIVA, organização angolana dedicada à formação em Gestão de Projectos e Gestão Estratégica através de PMO. Ao longo da sua carreira, liderou projectos de transformação organizacional e iniciativas de desenvolvimento profissional em Angola e noutros países.

Com O Medo que Te Escraviza, o autor pretende incentivar os leitores a reconhecerem os receios que condicionam as suas escolhas e a reflectirem sobre as possibilidades que podem surgir quando decidem sair da zona de conforto. In “Moz Entretenimento” - Moçambique


Portugal e China preparam plano de cooperação científica até 2030

Portugal e China vão reativar na segunda-feira a Comissão Mista de Ciência e Tecnologia, suspensa desde 2019, e esperam alcançar um entendimento sobre as prioridades de cooperação bilateral, revelou o ministro da Educação


“Penso que teremos na segunda-feira um resultado muito positivo para podermos desenhar a nova forma de colaboração entre Portugal e a China, em domínios estratégicos para os dois países”, afirmou Fernando Alexandre.

Em declarações à Lusa, à margem da Conferência Mundial sobre o Desenvolvimento do Ensino Profissional e Técnico, na cidade chinesa de Tianjin, o ministro da Educação, Ciência e Inovação explicou que as equipas técnicas dos dois países têm trabalhado desde a visita que realizou à China, em junho.

Nessa ocasião, Fernando Alexandre acordou com o ministro chinês da Ciência e Tecnologia, Yin Hejun, a retoma dos trabalhos da comissão bilateral, que não se reúne desde 2019.

A X Comissão Mista de Ciência e Tecnologia terá lugar na segunda-feira, em Pequim, estando prevista a assinatura de uma declaração conjunta que deve definir as áreas prioritárias de cooperação até ao final da década.

O objetivo é negociar um Plano de Ação Conjunto Portugal — China para a Ciência e a Inovação, relativo ao período de 2027 a 2030, e estabelecer instrumentos que permitam concretizar projetos conjuntos.

O ministro destacou a resposta das universidades e instituições de investigação portuguesas ao relançamento da cooperação, incluindo entidades que identificaram novas instituições chinesas com as quais pretendem desenvolver parcerias.

“Nos próximos anos podemos ter uma colaboração ainda mais profunda e mais direcionada para aqueles que são os interesses dos dois países”, afirmou.

Fernando Alexandre adiantou que Portugal está a concluir a avaliação estratégica das prioridades nacionais de investigação e inovação para os próximos cinco anos, algumas das quais deverão coincidir com as áreas identificadas para a cooperação com a China.

“Teremos certamente instrumentos nos próximos cinco anos que usarão a colaboração entre Portugal e a China para concretizar esses objetivos que temos”, acrescentou.

Outro dos temas da visita é o reconhecimento mútuo de graus académicos, considerado fundamental para facilitar a mobilidade de estudantes, docentes e investigadores entre os dois países.

O Governo português pretende retomar as negociações de um acordo bilateral que estabeleça a equivalência entre os graus portugueses de licenciatura, mestrado e doutoramento e os graus chineses correspondentes.

Fernando Alexandre explicou que a questão foi abordada durante a visita de junho, quando manteve encontros com os ministros chineses da Educação e da Ciência e Tecnologia, tendo as equipas técnicas trabalhado em paralelo nas duas áreas.

“A colaboração nos graus pós-graduados de mestrado e doutoramento tem sido muito enfatizada pela China e também pelas instituições portuguesas, mas sem termos o reconhecimento dos graus, essa colaboração nunca alcançará todo o seu potencial”, afirmou.

Questionado sobre os resultados das negociações, o ministro reconheceu que ainda não existe um acordo, mas destacou os progressos alcançados.

“Não está ainda fechado, mas houve uma grande aproximação”, afirmou, acrescentando que persistem obstáculos que estão a ser ultrapassados.

A deslocação oficial de Fernando Alexandre à China, acompanhado pela secretária de Estado da Ciência e Inovação, Helena Canhão, decorre entre Tianjin, Pequim e Xangai e inclui visitas a universidades e centros de investigação chineses.

A comitiva integra representantes de universidades, institutos politécnicos e centros de investigação portugueses, incluindo o Instituto Gulbenkian de Medicina Molecular, o INESC TEC e o INESC-ID. In “Bom dia Europa” – Luxemburgo com “Lusa”


Tailândia - Bairro de Banguecoque preserva séculos de herança portuguesa

Localizado na margem ocidental do rio Chao Phraya, na área de Thonburi, subsiste o pequeno bairro de Kudi Chin, uma antiga comunidade luso-tailandesa fundada há mais de 250 anos que vai resistindo ao tempo e às inundações


Navinee Christina Pongthai Dandhra Nanda, de 75 anos, Pong para os amigos, viveu a vida toda neste bairro. Tem olhos muito claros e traços que apontam para outros lugares.

“Sou a quinta geração de uma família descendente de soldados portugueses”, diz à Lusa no Museu Baan Kudichin, dedicado à história e cultura portuguesas do bairro e instalado numa antiga casa da sua família.

Com o tempo, o nome da família alterou-se de Da Cruz para Dandhra Nanda. Pong conta que nunca se falou português em casa, conhecendo apenas algumas palavras como “avô” ou “Natal”. Hoje tenta aprender através da aplicação Duolingo. “Mas só tem português do Brasil, não é a mesma coisa”, afirma.

A septuagenária esteve “em Portugal apenas uma vez”, numa viagem para visitar Fátima, mas quer regressar no próximo ano “antes que fique demasiado velha”.

No ano passado, recebeu a Ordem do Infante D. Henrique pelas mãos do embaixador de Portugal em Banguecoque, pelo “notável contributo para o reforço das relações entre Portugal e a Tailândia”.

“Infelizmente não temos uma escola de língua portuguesa, só um curso de português na cidade”, na Faculdade de Artes da Universidade Chulalongkorn, explica. Existem também aulas de português no Instituto Camões do Centro Cultural Português em Banguecoque.

Sarayut Supsook, professor universitário, cofundador do Museu Baan Kudichin e cunhado de Pong, contribui regularmente para a preservação e promoção da cultura portuguesa da comunidade.

Fundado em 2015 na casa de uma tia de Pong, o museu tornou-se um espaço dedicado à divulgação da história do bairro e da comunidade lusodescendente daquela área.

“A Embaixada de Portugal em Banguecoque reconheceu-nos como centro cultural oficial português. Somos o único na cidade”, destaca Supsook, também membro fundador da Associação das Comunidades Luso-Asiáticas, criada em Díli, Timor-Leste, no ano passado.

O primeiro português conhecido a chegar ao atual território da Tailândia foi Duarte Fernandes, enviado em missão diplomática ao Reino de Ayutthaya (Sião) em 1511 por Afonso de Albuquerque, após a conquista portuguesa de Malaca.

Em 1538, tropas mercenárias portuguesas lideradas por Domingos de Seixas auxiliaram o monarca Chairajathiraj, do então Reino de Sião, durante uma guerra contra a Birmânia (hoje Myanmar).

Hábeis no uso de armas de fogo, canhões e táticas militares europeias, os portugueses serviram nas forças armadas siamesas como guardas reais, atiradores de elite e capitães de navios. Ainda de acordo com documentos do museu, médicos portugueses introduziram técnicas ocidentais no Sião e, em 1546, um médico de Portugal realizou com sucesso uma cirurgia para remover uma bala do corpo do rei Chairajathiraj.

Engenheiros portugueses ajudaram igualmente a construir algumas das primeiras infraestruturas do reino, incluindo estradas e canais. Como recompensa, o monarca concedeu aos soldados portugueses privilégios comerciais e residenciais fora das muralhas da capital do reino, Ayutthaya, dando origem à primeira comunidade portuguesa da região.

Após a queda de Ayutthaya, numa guerra com Myanmar em 1767, o rei Taksin criou uma nova capital mais a sul em Thonburi, na margem ocidental do rio Chao Phraya, concedendo terrenos a 79 portugueses que participaram nos esforços de guerra e na construção do Palácio Real.

O bairro passou a ser conhecido como `Farang Kudichin` – Comunidade Estrangeira de Kudichin – ou Aldeia de Nossa Senhora do Rosário, tendo do outro lado do rio o famoso Bairro Chinês da cidade.

“Os terrenos onde se situa o bairro pertenciam inicialmente à comunidade luso-tailandesa, mas foram oferecidos aos missionários há cerca de 150 anos e pertencem atualmente à Igreja”, explica Supsook.

“Só famílias católicas podem viver na área. Atualmente residem aqui cerca de 180 famílias, o que corresponde a aproximadamente mil pessoas. A renda é paga à Igreja e os terrenos vão sendo transmitidos de geração em geração.”

Ao longo dos séculos, portugueses casaram com mulheres locais e as tradições fundiram-se. Apesar de muitos residentes não terem ascendência portuguesa, a religião católica permaneceu como elemento de união da comunidade.

“As mulheres católicas adaptaram os véus usados nas missas no Ocidente, decorando-os com rendas e folhos de inspiração tailandesa e perfumando-os com especiarias”, diz Supsook.

O legado português manteve-se sobretudo na cultura e religião, com a maioria das casas na área – que rodeiam a Igreja de Santa Cruz – a apresentar traça tailandesa. Quanto à igreja, erguida por volta de 1770 como principal santuário católico de Banguecoque, foi depois reconstruída duas vezes.

“Foi construída entre 1913 e 1916 em estilo Rococó, inspirado na arquitetura italiana, cor de rosa com uma cúpula e vitrais coloridos”, explica.

Sarayut vive perto do museu. “Os tailandeses costumam viver perto do rio e vão de barco ao templo budista às vezes para rezar. Os católicos têm que ir à igreja todas as semanas, por isso Kudi Chin desenvolveu-se através de uma rede de becos interligados, com a igreja no centro, formando uma espécie de teia de aranha” conta.

Chuvas fortes e inundações atingiram Banguecoque e várias províncias tailandesas em setembro e outubro de 2026, provocando mais de 30 mortos e levando as autoridades a declarar situação de calamidade. Mas os residentes indicam não terem registado danos significativos em Kudi Chin.

“Há inundações nesta zona perto do rio há séculos e os moradores já estão habituados. Antigamente as casas eram construídas sobre estruturas de madeira, elevadas vários metros acima do solo para as proteger das inundações. As habitações modernas estão ao nível do chão e são mais vulneráveis”, diz Sarayut.

Outro legado duradouro da presença portuguesa na Tailândia encontra-se na gastronomia, particularmente na doçaria tradicional. Diversas lojas do bairro vendem doces à base de amêndoa e ovo, e alguns deles acabaram por dar origem a sobremesas icónicas da Tailândia moderna, como o Foi Thong, equivalente aos fios de ovos, e o Thong Yod, semelhante aos ovos moles.

Entre os produtos mais populares encontra-se o `Khanom Farang` (Bolo Estrangeiro), preparado com ovos de pato, farinha de trigo e açúcar, decorado com passas e pedaços de melão de inverno cristalizado. A receita surgiu das tentativas dos portugueses de reproduzir os bolos tradicionais sem alguns ingredientes europeus, como leite, manteiga ou fermento.

“Ovos, manteiga e leite não eram ingredientes utilizados pelos tailandeses. Só começaram a ser usados com a chegada dos portugueses”, conta à Lusa Petch, uma residente local que vende bolos `farang`, palavra tailandesa para estrangeiro.

Não tem ascendência portuguesa, mas ainda assim Petch aprendeu a fazer estes bolos com a avó. “Todas as famílias do bairro sabiam como fazer”. In “Bom dia Europa” - Luxemburgo com “Lusa”


Cabo Verde - Adi D Son lança álbum “É Mi ke Djon” marcado pela fusão de ritmos e retrato dos jovens nas periferias

Cidade da Praia – O músico cabo-verdiano Adi D Son anunciou o lançamento do seu primeiro álbum, “É Mi ke Djon”, obra marcada pela fusão de ritmos tradicionais cabo-verdianos e que chama atenção para a realidade dos jovens das periferias.


Em entrevista exclusiva à Inforpress, o artista, cujo nome é Admilton António Garcia Oliveira, explicou que o álbum, composto por oito faixas, nasceu da realidade que observou em Cabo Verde e representa milhares de jovens que cresceram sem oportunidades, recursos financeiros ou apoio, mas que mantêm o talento e a vontade de vencer.

“É um nome fictício, que fiz há muito tempo, e representa milhares de jovens que estão invisíveis nas periferias. Jovens que foram esquecidos pela sociedade, com sonhos adiados”, explicou, acrescentando que é “um grito e uma chamada de atenção” para a vivência de muitos jovens.

Segundo Adi D Son, o projecto procurou transmitir mensagens através de diferentes estilos musicais, com destaque para o batuco, acompanhado de rimas e versos.

O músico explicou que apostou na fusão de ritmos por considerar que, apesar de a música cabo-verdiana possuir uma identidade própria, existe espaço para experimentar novas sonoridades e apresentar propostas diferentes.

“Os ritmos de Cabo Verde já têm a sua identidade. Já tive muito tempo na estrada a fazer música e vejo a oportunidade de fazer algo inédito, que não vi em ninguém”, sublinhou, acrescentando que as composições resultam também de experiências, estudos e pesquisas que realizou para desenvolver uma linguagem musical própria.

O álbum integra diferentes abordagens ao batuco, incluindo o batuco lento e experiências com outros instrumentos, além de elementos de morna, samba e coladeira.

Na faixa “Txabada Da-Afro”, o artista transforma a coladeira através de uma abordagem inspirada no amapiano.

Com oito temas inéditos, o trabalho foi lançado nas plataformas digitais no dia 30 de Setembro, com as faixas  “É Mi ke Djon”, “Abo é kenha”, “Oi, Tabanka”, “Xintidu dentu bo”, “Ka dam ku stangu”, “Txabada Da-Afro”, “Corri Bu traz” e “Undi Amor”.

Natural da cidade da Praia, mas residente nos Estados Unidos da América, Adi D Son é músico, compositor, cantor e violonista.

Conforme contou, o seu percurso musical começou na igreja, onde tocava e cantava, antes de passar a acompanhar outros artistas e a actuar em diferentes espaços.

Depois de um amigo ter deixado um violão para guardar, disse que decidiu aprender a tocar sozinho e a procurar livros de acordes para aprender a fazer as primeiras notas musicais do violão.

“Por aí adiante conheci outros amigos que tocavam e comecei a aprender com eles também músicas, ganhei gosto musical e comecei a fazer as minhas primeiras composições”, completou, realçando que depois de algum tempo sentiu a necessidade de levar a carreira como artista mais a sério.

Ao longo do seu percurso, criou também um espaço de música ao vivo no Paiol, na Cidade da Praia, onde convidava outros artistas e actuava como músico.

Embora o projecto tenha ganho dimensão, disse que acabou por encerrar durante a pandemia da covid-19. In “Inforpress” – Cabo Verde