Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)

sexta-feira, 11 de setembro de 2026

Moçambique - Terminou esta sexta-feira a submissão de candidaturas ao 1.º Concurso Nacional de Literatura

Terminou esta sexta-feira o prazo para a submissão de candidaturas à primeira edição do Concurso Nacional de Literatura, uma iniciativa lançada a 6 de Dezembro de 2025 pelo Presidente da República, Daniel Chapo. Cerca de 500 trabalhos já foram submetidos de várias regiões do País. Depois do encerramento, o júri inicia a análise e verificação das obras, incluindo a identificação do eventual recurso à Inteligência Artificial.


Até ao momento, foram submetidos cerca de 500 trabalhos, provenientes de diferentes pontos do País. A iniciativa pretende estimular a produção literária nacional e valorizar escritores e estudiosos moçambicanos.

Com o encerramento da fase de candidaturas, terá início o trabalho do júri, que será responsável pela triagem e verificação das obras submetidas. Nesta etapa, serão analisados, entre outros aspectos, o cumprimento dos requisitos estabelecidos para cada género literário, o número de páginas, a temática das obras e o cumprimento dos prazos e demais normas previstas no regulamento.

Concluída esta primeira fase de verificação, os manuscritos serão submetidos a uma análise numa plataforma destinada a identificar a eventual utilização de Inteligência Artificial (IA) na elaboração dos textos.

Segundo o Ministério da Educação e Cultura (MEC), foi adquirido um software considerado credível para a detecção de conteúdos produzidos com recurso a ferramentas de Inteligência Artificial. O Ministério garante que os trabalhos cuja elaboração seja comprovadamente feita com recurso a estas plataformas serão excluídos do concurso.

Para assegurar o adequado funcionamento e a fiabilidade do sistema de verificação, o MEC está a trabalhar em articulação com o Instituto Nacional de Tecnologias de Informação e Comunicação (INTIC).

A primeira edição do Concurso Nacional de Literatura tem como objectivos promover a celebração e o reconhecimento de autores e estudiosos moçambicanos, incentivar a produção literária de qualidade, criatividade e profundidade intelectual, bem como estimular o gosto pela leitura e pela cultura da escrita entre diferentes gerações.

A iniciativa visa igualmente promover a crítica e a investigação sistemática sobre a literatura moçambicana, tanto contemporânea como histórica.

A submissão de candidaturas teve início a 26 de Junho de 2026 e é dirigida a escritores, professores, investigadores, estudantes e outros amantes das letras.

O concurso contempla quatro categorias: Poesia; Literatura Infanto-Juvenil; Ficção Narrativa, que inclui conto, novela e romance; e Ensaio sobre Literatura.

No total, estão previstos 4 milhões de meticais em prémios, correspondendo a 1 milhão de meticais para cada categoria. Para além da componente monetária, as obras vencedoras serão editadas e publicadas, permitindo a sua divulgação junto do público leitor.

O encerramento das candidaturas marca, assim, o início de uma nova etapa do concurso, centrada na avaliação e selecção das obras que irão disputar os prémios da primeira edição da iniciativa. In “O País” - Moçambique


Angola - Recital de poesia eleva os poemas “Adeus à hora da largada”, “Renúncia impossível” e “Caminho do Mato” de Agostinho Neto

O recital de poesia “Declamar e Cantar Neto” vai elevar, no dia 25 deste mês, os poemas “Adeus à hora da largada”, “Renúncia Impossível”, “Caminho do Mato”, entre outros, na União dos Escritores Angolanos, às 17h30

O mentor do evento, Tatório Kaholo, disse ao jornal O País que a expectativa para a realização do evento é enorme, pois o objectivo é proporcionar performances artísticas correspondentes à dimensão do Poeta Maior.

“No evento, vão declamar as poetisas Nsiety, Antónia Raul, Oba dias Correia Bizalo, Coral Celestial. Teremos também outros convidados que não colocamos no cartaz propositadamente para surpreender o público.

São artistas que cantam e declamam poemas de Agostinho Neto com muita mestria”, frisou. Tatório Kaholo convidou o público a afluir à sala, uma vez que o acesso será gratuito.

Na presente edição, o responsável assegurou que vai fazer um dueto com os convidados e que os trovadores também irão cantar. In “O País” - Angola


Afogamento infantil: é possível evitar

Obra do pai de uma vítima fatal ajuda a prevenir acidentes com crianças em piscinas

 

                                                                                I

Se o afogamento infantil fosse apontado como a causa da morte de milhares de crianças em todo o mundo, os números de óbitos seriam alarmantes e medidas de emergência mais severas já teriam sido adotadas na área de saúde pública. O problema é que, muitas vezes, a criança sobrevive alguns dias e a causa mortis apontada acaba sendo outra. Por isso, os números do afogamento infantil ficam reduzidos.

É o que aponta o agente de viagens Alex Ferrarini Delgado, 51 anos, na obra Afogamento infantil: você pode evitar!, e-book que escreveu depois que perdeu sua filha Susan, em 2017, vítima de afogamento, e decidiu transformar sua dor em luta. Fundador do projeto Susan Forever, desde então, ele vem fazendo palestras e concedendo entrevistas a veículos de comunicação, não somente em todo o Brasil, mas também em países como Portugal, Israel e Estados Unidos.

“Meu objetivo é disseminar o conhecimento a respeito da prevenção ao afogamento infantil, atingindo o maior número possível de pessoas em todo o mundo, rompendo qualquer barreira física, política ou linguística, em prol da preservação da vida”, diz, lembrando que, depois de muita luta e articulação no Congresso Nacional, foi promulgada a lei nº 14.936, de 26 de julho de 2024, que instituiu o Dia 14 de Abril como o Dia Nacional de Prevenção ao Afogamento Infantil – Lei Susan Delgado em homenagem a sua filha.

Alex, que tinha residência fixa na cidade de Orlando, na Flórida, estado norte-americano com maior índice de afogamentos infantis, conta, em seu livro, que, naquele dia fatídico, mesmo com todos os cuidados, Susan, de apenas dois anos, afogou-se na piscina de sua casa. “A piscina era cercada, mas em fração de segundos, a tragédia aconteceu, depois que uma de duas amigas de minha mulher que estavam em visita a minha casa, sem perceber, deixou aberto um pequeno portão de acesso à piscina”, rememora. 

 

                                                                    II

Naquele dia, a mãe chegou a procurar Susan dentro de casa, em lugares onde ela costumava se esconder, mas, infelizmente, encontrou-a já a debater-se dentro da piscina. Alex não estava em casa no momento e quando chegou viu bombeiros à beira da piscina tentando reanimar sua filha. Foram mais de 14 horas de sofrimento no hospital até ela vir a falecer. A vida dele, então, mudou radicalmente. E, não suportando a dor, a família mudou-se para a Inglaterra.

Antes disso, porém, o pai teve de enfrentar muitos dias de tribulação porque a mãe da criança queria sepultá-la em Goiânia, sua cidade natal. Segundo ele, foram 43 dias lutando com as autoridades norte-americanas para liberar o corpo. Até que o corpo pôde ser encaminhado ao Brasil. Houve, então, outro drama a ser enfrentado porque a polícia federal brasileira não queria deixar o corpo entrar no País, já que a criança não dispunha de passaporte.

Foi mais de um mês de tribulação, enquanto o corpo permanecia numa câmara frigorífica. Quando, por fim, foi liberado, os pais ainda tiveram de enfrentar outros problemas: perderam o voo para Goiânia e o corpo da criança teve de ser transportado de carro numa viagem de mais de mil quilômetros.

Depois de tanto sofrimento, Alex, ao compartilhar o sofrimento com outras famílias também vítimas de tragédia semelhante, decidiu, em 2019, criar o projeto Susan Forever, por meio do qual começou a difundir informações sobre afogamento infantil e a orientar as famílias sobre os meios de se evitar “esses episódios que mudam a vida de todos em segundos”.

Na obra, Alex lembra que a Organização das Nações Unidas (ONU) proclamou, em 2021, o dia 25 de julho como o Dia Mundial da Prevenção do Afogamento. “Essa iniciativa procura despertar a necessidade de se introduzir medidas que previnam este tipo de acidente, mas, infelizmente, não vemos repercussão desse dia, que nem é destacado pela mídia”, lamenta.

Por insistência de Alex junto a congressistas em Brasília, em 2022, foi feito o projeto de lei nº 1944, ainda em tramitação, que estabelece ações incisivas e proativas voltadas para prevenir o afogamento infantil. E, em 2024, foi sancionada a lei nº 14.936, que estabelece o Dia 14 de Abril como o Dia Nacional de Prevenção ao Afogamento Infantil, em homenagem à sua filha Susan Delgado.

Na obra, Alex reproduz dados do Boletim Epidemiológico de Afogamentos no Brasil, de 2020, que mostram que afogamento é a primeira causa de óbito de crianças com idades entre 1 e 4 anos e a segunda causa de óbito entre crianças de 5 a 9 anos. Segundo o levantamento, a cada três dias uma criança morre afogada no País.  Ainda de acordo com a Agência Brasil, são registradas, em média, três mortes de crianças e adolescentes por afogamento por dia, de acordo com dados da Sociedade Brasileira de Pediatria, que analisou os registros de óbitos entre os anos de 2021 e 2022.



                                                    III

Diante desse quadro trágico, o autor observa que, embora existam mecanismos que auxiliam a manter a criança em segurança, nada substitui o olhar atento do adulto responsável. Como é sempre possível uma distração com tarefas domésticas, o autor enumera vários mecanismos que auxiliam na prevenção de afogamento infantil, como a instalação de cerca em torno da piscina, portão automático que dificulta a entrada de uma criança, alarme com sensores, ralos anti-sucção que evitam que cabelos fiquem presos no equipamento, piso antiderrapante na borda da piscina e evitar o uso de boias, entre outros.

“É importante também levar a criança a aulas de natação”, ressalta o autor, sem deixar de fazer uma advertência: “Mesmo com a criança tendo aulas de natação, não podemos desviar o olhar, pois tudo acontece muito rápido, em frações de segundos. E se a criança não estiver próxima à borda ou se demorar a reagir, pode ser tarde demais”, diz, lembrando que “uma criança pequena leva menos de dez segundos para ter o seu pulmão cheio de água”.

Como se vê, trata-se de uma obra extremamente importante que deve ser lida especialmente por pais e mães que têm filhos pequenos e que deveria ser discutida e analisada no âmbito universitário em faculdades de medicina e outros cursos ligados à saúde pública. Adelto Gonçalves - Brasil 

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Afogamento infantil: você pode evitar!, de Alex Ferrarini Delgado (e-book em português).  Orlando, Flórida, Estados Unidos, 55 páginas, R$ 4,99 (Amazon),  2025 (Susan, Susan, do Papai https://a.co/d/0fgUaIgr)

E-mail: alex@revival-tours.com

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Adelto Gonçalves, jornalista, mestre em Língua Espanhola e Literaturas Espanhola e Hispano-americana e doutor em Letras na área de Literatura Portuguesa pela Universidade de São Paulo (USP), é autor de Gonzaga, um poeta do Iluminismo (Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1999), Barcelona brasileira (Lisboa, Nova Arrancada, 1999; Publisher Brasil, 2002), Bocage – o perfil perdido (Lisboa, Editorial Caminho, 2003; Imprensa Oficial do Estado de São Paulo – Imesp, 2021), Tomás Antônio Gonzaga (Imesp/Ac5demia Brasileira de Letras, 2012),  Direito e Justiça em terras d´el-rei na São Paulo Colonial (Imesp, 2015), Os vira-latas da madrugada (José Olympio Editora, 1981; Letra Selvagem, 2015) e O reino, a colônia e o poder: o governo Lorena na capitania de São Paulo 1788-1797 (Imesp, 2019), entre outros. Escreveu prefácio para o livro Kenneth Maxwell on Global Trends (Londres, Robbin Laird, editor, 2024), lançado na Inglaterra e nos Estados Unidos. E-mail: marilizadelto@uol.com.br


Lusofonia - Crise climática prejudicou 1 milhão de estudantes em países de língua portuguesa

No Brasil, mais de 700 mil alunos tiveram a vida escolar interrompida pelo calor extremo em 2025, em Moçambique, Cabo Verde e Guiné-Bissau, quase 300 mil jovens sofreram com chuvas intensas e cheias


Uma em cada dez crianças no mundo teve a sua educação interrompida por desastres climáticos no ano passado.

Um levantamento do Fundo das Nações Unidas para a Infância, Unicef, mostra que tempestades, cheias, ondas de calor e secas provocaram suspensão de aulas e o aumento da evasão escolar em 106 países.

Calor extremo e chuvas intensas em países de língua portuguesa

O documento, lançado nesta quinta-feira, revela que algumas nações de língua portuguesa integram esta lista.

No Brasil, mais de 745 mil estudantes foram prejudicados por ondas de calor.

Em Moçambique, Cabo Verde e Guiné-Bissau, quase 300 mil jovens sofreram com chuvas intensas e cheias, enquanto em Portugal cerca de 28 mil alunos tiveram o calendário escolar alterado.

Somados, estes países registaram aproximadamente 1 milhão de estudantes impactados por eventos climáticos extremos em 2025.

Riscos mais altos para raparigas

No total, 171 milhões de crianças e adolescentes tiveram a sua trajetória escolar comprometida, sendo 75% em países de baixo e médio rendimento.

No Egipto e Paquistão, milhões ficaram sem aulas devido a tempestades, e na Espanha mais de 500 mil estudantes foram afetados por chuvas fortes e calor extremo.

Para a diretora executiva da Unicef, Catherine Russell, os eventos climáticos ampliam desigualdades e atingem de forma mais severa raparigas, que enfrentam riscos adicionais como casamento infantil e sobrecarga doméstica.

Tempestades causaram maior impacto

Segundo o relatório, tempestades foram responsáveis por 109 milhões de jovens com interrupções escolares, seguidas por cheias, que afetaram 70 milhões, e ondas de calor, que atingiram 50 milhões.

Além das perdas imediatas, a Unicef estima que os impactos de 2025 podem gerar até US$ 200 mil milhões em rendimentos futuros perdidos.

Entre os obstáculos adicionais estão danos às instalações sanitárias, deslocamentos forçados e queda no rendimento familiar, fatores que ampliam barreiras para as raparigas.

Para enfrentar os desafios, a Unicef defende o fortalecimento dos sistemas educacionais, investimentos em infraestrutura, ampliação de financiamentos voltados à adaptação e capacitação de crianças e jovens em educação ambiental, aliados ao aprimoramento dos sistemas de dados para antecipar crises e acelerar a recuperação escolar. ONU News – Nações Unidas



quinta-feira, 10 de setembro de 2026

Centro de Estudos Internacionais Iscte - Policy Hack Ecoprise: think tank de regeneração urbana e activação de políticas de desenvolvimento local com o modelo Ecoprise e design regenerativo

No dia 18 de setembro realiza-se o primeiro Policy Hack, uma iniciativa que integra a fase final do projeto europeu ECOPRISE (Fevereiro 2023 – Janeiro 2027) que criou o modelo inovador regenerativo e empreendedor Ecoprise através de um consórcio de especialistas, bem como um MOOC Ecoprise que formou cerca de 40 Ecoprise Designers em Portugal e 250 na Europa.


A atividade parte do conceito de “Zona Regenerativa Temporária”, inspirado em iniciativas de regeneração urbana atualmente em debate em Lisboa. Em formato de hacking político, a sessão propõe uma reflexão colaborativa sobre regeneração territorial, ativação de espaços degradados e governança local, cruzando perspetivas de desenvolvimento local, sustentabilidade, urbanismo e inovação cívica.

O Policy Hack é um processo interativo de co-design que procura aplicar o modelo Ecoprise a desafios políticos, ambientais, sociais, culturais e económicos concretos, a partir de um território ou espaço em desuso. A sessão reunirá especialistas, empreendedores/as, Ecoprise Designers, agentes de desenvolvimento local e profissionais ligados à participação comunitária, com o objetivo de cocriar soluções para a regeneração do território e repensar as suas dimensões física, ecológica, social, cultural e política. Será testada uma metodologia sistémica que integra o modelo Ecoprise, o Site Design da Permacultura e os princípios do design de ecoaldeias, entre outras abordagens.

A sessão dará também a conhecer as sete dimensões do modelo Ecoprise — cultura, propósito, regeneração, propriedade e governação, redes, impacto e replicabilidade — e a sua abordagem integrada à sustentabilidade e regeneração, nas dimensões ecológica, económica, social e cultural. Nesta sessão estarão presentes:

  • Especialista em design regenerativo/permacultura 

  • 2 tutores e coordenadores Ecoprise especialistas no modelo Ecoprise 

  • 2 Representantes de agências desenvolvimento local

  • Representante de autoridade local

  • Investigadores e especialistas de planeamento do território, urbanistas e arquitectos/as 

  • Incubadores locais - Ecoprise Designers - alunos/as formados/as do curso Ecoprise

Como participar?

A sessão decorre entre as 14h30 e as 18h30, na sala A104 (Edifício 4). A sessão é dirigida a estudantes, docentes e investigadores do Iscte, bem como a membros de organizações ou institutos que trabalhem estas temáticas, mediante disponibilidade de lugares. É necessário a pré-inscrição através do seguinte formulário.   


Brasil - Lúcia Helena Galvão e Rossandro Klinjey levam temporada de palestras do Alma Talks a Portugal


Portugal recebe, entre outubro e novembro de 2026, uma temporada inédita de palestras promovida pelo Alma Talks, reunindo dois dos maiores nomes brasileiros da reflexão contemporânea: Lúcia Helena Galvão e Rossandro Klinjey. A programação passa por Lisboa e Porto com quatro encontros presenciais voltados ao autoconhecimento, às relações humanas, à filosofia prática e ao desenvolvimento humano.


Ao longo de sua trajetória, o grupo já reuniu mais de 400 mil participantes em palestras realizadas em mais de 50 cidades, no Brasil e no exterior. No ambiente digital, o Podcast Alma Talks amplia esse alcance e soma mais de 250 mil seguidores entre Instagram e YouTube, consolidando uma comunidade dedicada a reflexões sobre filosofia, comportamento, saúde mental e desenvolvimento humano.

A abertura da temporada acontece com Lúcia Helena Galvão, principal nome da Nova Acrópole no Brasil e professora da Instituição há mais de 30 anos. É uma das principais referências em filosofia no Brasil e reconhecida internacionalmente por traduzir ensinamentos clássicos para os desafios da vida contemporânea. Em 10 de outubro, Lisboa recebe a palestra "As Leis Universais do Caibalion", dedicada aos sete princípios do Hermetismo e às possibilidades de transformação por meio do autoconhecimento. No dia seguinte, 11 de outubro, a filósofa estreia no Porto com "Sabedoria Estoica para uma Vida Plena", encontro que apresenta reflexões inspiradas em Sêneca, Epicteto e Marco Aurélio sobre serenidade, equilíbrio e resiliência diante das adversidades.

“Estar novamente em Portugal é uma alegria especial. Em outra oportunidade, tive a felicidade de encontrar um público muito receptivo, interessado e aberto ao diálogo sobre o tema "Como Superar Seus Limites Internos". Há algo muito bonito nessa troca: apesar das particularidades de cada cultura, quando falamos sobre sentido da vida, valores, propósito e aquilo que nos torna verdadeiramente humanos, percebemos o quanto temos em comum. Retornar agora é uma oportunidade de renovar esse encontro e aprofundar uma conversa que, de alguma forma, já começou há algum tempo.”, relembra Lúcia Helena.

A programação segue em novembro com Rossandro Klinjey, psicólogo, escritor e um dos maiores nomes do desenvolvimento humano no Brasil. No Porto, em 21 de novembro, ele apresenta "As 5 Faces do Perdão", explorando as diferentes dimensões do perdão e o impacto desse processo na saúde emocional e nas relações interpessoais. Já Lisboa recebe, em 22 de novembro, a palestra "Do Luto à Luta", uma reflexão sensível sobre perdas, recomeços e a construção de uma vida guiada por propósito e esperança.

“Será uma alegria estar em Portugal pela primeira vez fazendo palestras pela Alma Talks. Quero reunir essa comunidade linda que existe no país, tanto os portugueses quanto os muitos brasileiros que vivem em Portugal e acompanham meu trabalho, seja pelo Cuidando da Alma, pelas imersões do Instituto PNC ou pelos meus livros. É uma oportunidade de nos vermos pessoalmente, como acontece muitas vezes nos Estados Unidos, para conversar, trocar ideias e crescermos juntos”, destaca Klinjey.

Rossandro tornou-se referência ao abordar temas como luto, educação, comportamento humano e relações afetivas, sempre com uma linguagem acolhedora e acessível, apresentando suas reflexões em livros best-sellers, programas de televisão, podcasts e palestras.

“Chegar a Portugal é um passo muito especial para o Alma Talks. Percebemos um interesse crescente pelo projeto e queremos construir uma relação duradoura com o público português. A ideia é que esse seja o começo de muitos encontros por aqui, com novos temas, novos nomes e uma programação que possa crescer junto com esse público”, afirma Eduardo Matos, idealizador do Alma Talks.

Sobre o Grupo Alma Talks

O Grupo Alma Talks é um ecossistema cultural brasileiro criado para conectar conhecimento, arte, experiências e desenvolvimento humano em diferentes formatos. Com uma atuação multiplataforma, o grupo reúne iniciativas presenciais e digitais que têm como propósito ampliar o acesso a conteúdos relevantes e promover encontros transformadores. A proposta é criar ambientes onde reflexão, convivência e cultura caminhem juntas, aproximando o público de temas essenciais da vida contemporânea, como comportamento, saúde mental, filosofia, relações humanas e bem-estar.

Entre as frentes que compõem o ecossistema estão o Alma Talks, projeto de palestras e encontros ao vivo com alguns dos principais nomes do pensamento brasileiro; o Podcast Alma Talks, que expande essas conversas para o ambiente digital; a Livraria da Alma, com curadoria voltada a obras de filosofia, psicologia e desenvolvimento humano; além dos espaços culturais, Alma Campinas e Alma Grey Bowl, dedicados a experiências que unem música, gastronomia, arte, esporte e convivência. Com produção criativa liderada pela EFA Produções, o grupo consolida sua presença no cenário cultural ao transformar ideias em experiências relevantes e ao fortalecer a cultura como ferramenta de conexão e impacto social. Tudo em Pauta – Brasil

Serviço

Outubro/2026 - Lúcia Helena Galvão

Lisboa

Palestra: As Leis Universais do Caibalion

Local: Auditório OCC – Aud. A. Domingues de Azevedo

Avenida Defensores de Chaves, 85B – Lisboa, Portugal

Data: 10 de outubro de 2026 (sábado)

Horário: 20h (abertura dos portões às 19h)

Ingressos: https://www.almatickets.com.br/events/lucia-helena-galvo-em-lisboa-palestra-as-leis-do-caibalion-10102026-lisboa

Porto

Palestra: Sabedoria Estoica para uma Vida Plena

Local: Auditório OCC

Largo Primeiro de Dezembro, 62 – Porto, Portugal

Data: 11 de outubro de 2026 (domingo)

Horário: 17h (abertura dos portões às 16h)

Ingressos: https://www.almatickets.com.br/events/lucia-helena-galvo-no-porto-palestra-sabedoria-estoica-para-uma-vida-plena-11102026-porto

Novembro/2026 - Rossandro Klinjey
Porto

Palestra: As 5 Faces do Perdão

Local: Auditório OCC

Largo Primeiro de Dezembro, 62 – Porto, Portugal

Data: 21 de novembro de 2026 (sábado)

Horário: 17h (abertura dos portões às 16h)

Ingressos: https://www.almatickets.com.br/events/rossandro-klinjey-no-portugal-palestra-as-5-faces-do-perdo-21112026-porto

Lisboa

Palestra: Do Luto à Luta

Local: Auditório OCC – Aud. A. Domingues de Azevedo

Avenida Defensores de Chaves, 85B – Lisboa, Portugal

Data: 22 de novembro de 2026 (domingo)

Horário: 20h (abertura dos portões às 19h)

Ingressos: https://www.almatickets.com.br/events/rossandro-klinjey-em-lisboa-palestra-do-luto-luta-22112026-lisboa

Informações para Imprensa - Tudo em Pauta

Alex Olobardi | (11) 99254-4604 – alex@tudoempauta.com.br

Erika Digon | (11) 99953-1048 – erika@tudoempauta.com.br


Moçambique - Lorna Zita integra colectânea internacional “Résister et Espérer” ao lado de jovens autores de 30 países

A escritora, poeta e produtora cultural moçambicana Lorna Zita integra a colectânea internacional Résister et espérer (Resistir e Esperar), uma obra que reúne textos de 30 jovens autores e autoras, com menos de 30 anos, provenientes de 30 países.

Co-editada pela Alliance internationale de l’édition indépendante e pelas Éditions Double Ponctuation, a publicação será lançada internacionalmente no dia 10 de Setembro de 2026, com edição impressa e digital disponível em França, Suíça e Bélgica.

Lorna Zita representa Moçambique numa iniciativa que pretende dar visibilidade às vozes de uma nova geração de escritores de diferentes contextos sociais e culturais. Entre os países representados estão Afeganistão, Brasil, Palestina, Ucrânia, Nigéria, Chile, Guatemala e Indonésia.

Sob o tema “Resistir e Esperar”, a colectânea reúne textos que reflectem sobre diferentes formas de resistência e esperança vividas pelos jovens autores nos seus respectivos contextos. A obra conta ainda com um prefácio do escritor franco-palestiniano Karim Kattan.

A participação de Lorna terá continuidade na Babelica 2026, feira internacional de livros dedicada à edição independente, que decorrerá online nos dias 21 e 22 de Setembro. A programação inclui mesas-redondas internacionais com vários dos autores seleccionados.

Entre os encontros está a mesa-redonda “Standing Together in the Face of Repression”, marcada para 21 de Setembro, na qual Lorna Zita participará ao lado de autores da Índia e da Malásia para discutir temas como repressão, resistência, juventude e o papel da literatura. In “Moz Entretenimento” - Moçambique