Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)

sábado, 11 de julho de 2026

Cabo Verde - Dynamo lança "Kumpanhero" que celebra a química de um novo amor

O novo single "Kumpanhero" do cantor cabo-verdiano Dynamo chegou esta sexta-feira, 10. Produzido com uma base de afro pop que se cruza com ritmos cabo-verdianos, o single já está disponível nas plataformas de streaming, incluindo o Spotify, e chega poucos meses depois de Dynamo ter fechado um ciclo importante da carreira com o álbum "Blindado"


Segundo uma nota enviada, "Kumpanhero" junta-se a uma discografia que já leva mais de uma década a construir pontes entre a kizomba, o afro pop e a diáspora cabo-verdiana espalhada pelo mundo.

“O tema tem uma carga sensual assumida. Em vez de se render às fórmulas mais comuns do género, feitas de promessas e declarações de amor eterno, ´Kumpanhero´ prefere ficar no momento presente”, relata.

A letra retrata a química intensa entre um casal nos primeiros instantes de uma relação, aquela fase em que tudo é ainda descoberta, atração mútua e cumplicidade espontânea.

A mesma fonte sublinha que não há juras nem compromissos formais. “Há, isso sim, o prazer de estar junto de alguém e viver essa ligação de forma autêntica, onde o lado emocional e o lado físico falam mais alto do que qualquer discurso”.

Conforme a mesma fonte, com "Kumpanhero", Dynamo volta a mostrar por que continua a ser um dos artistas mais seguidos da lusofonia: a capacidade de transformar sensações do quotidiano, como a atração inicial entre duas pessoas, em canções que se ouvem tanto na pista de dança como em qualquer momento de intimidade.

Natural da ilha do Sal, Dynamo é hoje um dos nomes mais reconhecidos da nova geração de músicos do país. Radicado em Lisboa, começou a tocar guitarra e a compor ainda em criança, nas festas de escola e na vizinhança, antes de decidir, em 2008, adotar o nome artístico que o tornaria conhecido.

A carreira a solo arrancou oficialmente em 2014, com o álbum "One", que lhe valeu duas das distinções mais importantes da sua trajectória: o prémio de Melhor Intérprete Masculino e o de Melhor Kizomba, este último pelo tema "Poderosa", nos Cabo Verde Music Awards de 2015.

Dois anos depois, em 2016, editou o segundo álbum, "Mirror", de onde saíram sucessos como "Aperta", "Tequila" e "Fica".

Em 2017, Dynamo decidiu assumir de forma independente a gestão da própria carreira, lançando aí a marca DNM.

Foi também nesse ano que editou "Only One", single que se tornou um dos maiores êxitos da sua discografia, com milhões de visualizações no YouTube e prémios em galas como os Mais Kizomba Awards.

Seguiram-se anos de lançamentos regulares, entre eles "Kimica", "Primeiro Lugar", "Mad Love" e "Sabi", este último em parceria com a angolana Irina Barros.

Em 2022, o cantor celebrou dez anos de carreira com um concerto esgotado no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, um dos marcos mais altos da sua trajetória em Portugal.

Já em 2024 apresentou "Blindado", o quarto álbum de originais, um projeto ambicioso com 24 faixas distribuídas por dois volumes e que contou com participações de nomes como Irina Barros, Dénis Graça, Tony Fika, Mito Kaskas, Boy Game e Pcc.

O disco fala de persistência e de continuar a caminhada mesmo quando o terreno oscila, um conceito que Dynamo tem levado a diferentes palcos, de Lisboa à Praia.

Hoje, o artista conta com mais de 400 mil seguidores nas redes sociais e mais de 30 milhões de visualizações acumuladas no YouTube, números que confirmam o seu lugar como uma das referências do afro pop e da kizomba contemporânea, tanto em Cabo Verde como junto das comunidades PALOP espalhadas pelo mundo. Dulcina Mendes – Cabo Verde in “Expresso das Ilhas”


sexta-feira, 10 de julho de 2026

Moçambique – A Fundação Fernando Leite Couto apresenta “A Arte do Pensamento Crítico”, programa para 90 jovens dos PALOP

A Fundação Fernando Leite Couto, com o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian e em parceria com os colectivos CACAU (São Tomé e Príncipe), Kino Yetu (Angola), Ur-GENTE (Guiné-Bissau) e o Instituto Pedro Pires (Cabo Verde) promove em 2026 A Arte do Pensamento Crítico, um programa dirigido a 90 jovens de Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe.


O crescimento do espaço digital ampliou a circulação de informação e a coexistência de múltiplas narrativas, tornando mais complexos os processos de interpretação de conteúdos e do mundo. Neste contexto, o pensamento crítico afirma-se como uma competência essencial para interpretar, questionar e enquadrar narrativas. A Arte do Pensamento Crítico parte desta realidade contemporânea e propõe um espaço de formação e criação centrado na relação entre o pensamento crítico e as linguagens artísticas contemporâneas.

O programa estrutura-se em masterclasses, oficinas práticas, sessões de mentoria e uma mostra pública de trabalhos desenvolvidos, dirigindo-se a jovens entre os 18 e os 30 anos, nacionais e residentes nos PALOP.

As masterclasses reúnem escritores, académicos, jornalistas e criadores como Francisco Noa, Eduardo Quive, Raquel Lima, Nástio Mosquito e Mehak Vieira, e abordam temas como pensamento crítico, desinformação, identidade, linguagem e circulação de narrativas no contexto contemporâneo. A sessão de abertura do ciclo de masterclasses estará a cargo de Mia Couto e Elísio Macamo.

Nas oficinas, os participantes desenvolvem trabalhos autorais em escrita, fotografia e vídeo, acompanhados por facilitadores como José dos Remédios, Luísa Nhamtunbo e João Graça, que intervêm directamente no processo de construção das ideias e na tomada de decisões estruturantes relativos ao que se pretende como resultado.

O percurso inclui ainda sessões de mentoria individual e acompanhamento do desenvolvimento dos trabalhos, promovendo o aprofundamento dos processos de criação e reflexão. O programa culmina numa mostra pública de trabalhos desenvolvidos, apresentando obras em diferentes linguagens (texto, fotografia, vídeo e storytelling) produzidas ao longo do percurso.

A Arte do Pensamento Crítico parte da ideia de que o pensamento crítico não é apenas uma competência individual, mas um processo activo de construção de sentido, em diálogo com as práticas artísticas contemporâneas. As candidaturas ao programa abrem em data a anunciar brevemente. In “Moz Entretenimento” - Moçambique



Portugal - Mata do Bussaco conquista distinção internacional

A Mata Nacional do Bussaco, na Mealhada, vai ser certificada a 17 de julho, como a primeira Floresta Terapêutica da Península Ibérica, uma distinção que a coloca num grupo restrito de apenas quatro florestas terapêuticas reconhecidas em todo o mundo.


Segundo a informação divulgada, esta certificação resulta de um trabalho conjunto entre a Fundação Mata do Bussaco e a Destinature, reforçando a aposta na valorização do turismo de natureza através da conjugação da biodiversidade, da saúde e do bem-estar.

Para Gonçalo Breda Marques, presidente da Fundação Mata do Bussaco, esta distinção representa “um estatuto mundial” e implica também “uma grande responsabilidade”.

A Mata do Bussaco ocupa atualmente cerca de 105 hectares e tem uma das melhores coleções dendrológicas da Europa, contabilizando cerca de 250 espécies de árvores e arbustos. A certificação vem reforçar o posicionamento desta mata como um destino de referência para quem procura experiências ligadas à natureza e ao bem-estar, valorizando um dos mais emblemáticos espaços naturais da região Centro.

As outras três florestas com o mesmo título são a Floresta de Akasawa, a Floresta de Kurashiki (Japão) e a Floresta de Bad Wörishofen (Alemanha). In “Bom dia Europa” - Luxemburgo


Internacional - Exposição na cidade de Lisboa celebra diálogo artístico entre Japão e Portugal

A exposição internacional “Viagem ao Japão” regressa este mês para a sua quarta edição, reforçando o diálogo artístico entre Portugal e o Japão. A mostra inaugura esta sexta-feira, às 17h00, no Atelier Natália Gromicho, em Lisboa, onde permanecerá patente até 17 de julho


Depois do sucesso das edições anteriores, a iniciativa volta a reunir diferentes linguagens artísticas numa reflexão sobre cultura, identidade, tradição e expressão contemporânea, promovendo um encontro entre artistas portugueses e o universo estético japonês.

Pela primeira vez, a exposição coloca em destaque um grupo de artistas portugueses, cujas obras serão apresentadas em diálogo com perspetivas inspiradas no Japão, num intercâmbio intercultural que pretende aproximar as duas culturas através da arte.

A mostra reúne trabalhos de pintura, desenho, escultura, fotografia e técnicas mistas, convidando o público a descobrir diferentes interpretações da estética japonesa e da criatividade contemporânea portuguesa.

Os artistas portugueses selecionados para esta quarta edição são Ana Malta, Inês Prats, Joaquim Gromicho, Leonor Ribeiro, Mafalda Gonçalves, Mariana Santos, Natália Gromicho, Patrícia Mariano, Pedro Charters, Rita Félix e Tamara Alves. In “Bom dia Europa” - Luxemburgo


Guiné-Bissau – PAIGC denuncia a perseguição ao seu presidente e Presidente da Assembleia Nacional Popular Domingos Simões Pereira pela Junta Militar saída do golpe de estado de 2025

A Comissão Permanente do PAIGC reuniu-se online no dia 9 de julho de 2026, sob a presidência do camarada Califa Seidi, Vice-Presidente do Partido, a fim de se debruçar exclusivamente sobre os últimos desenvolvimentos relacionados com a perseguição política ao Presidente do Partido e também Presidente da Assembleia Nacional Popular, camarada Domingos Simões Pereira.

Desde o golpe de Estado de 26 de novembro de 2025 que o Presidente Domingos Simões Pereira se encontra privado da sua liberdade. Encarcerado na II Esquadra durante 64 dias, e depois transferido para sua casa, num regime denominado de “residência vigiada”, mas que de facto não passa de um sequestro, o Presidente Domingos Simões Pereira tem sido vítima de todo o tipo de arbitrariedades, com implicações profundas na sua vida e na de toda a sua família.

As autoridades de facto passaram os últimos oito meses a tentar fabricar um processo judicial desprovido de qualquer credibilidade para justificar a restrição da liberdade imposta ao Presidente Domingos Simões Pereira. A acusação finalmente encontrada foi a da sua alegada participação numa pretensa tentativa de golpe de Estado, em Outubro de 2025. Não deixa de ser caricato que aqueles que consumaram um golpe de Estado estejam tão determinados a perseguir e a tentar condenar um cidadão por alegada tentativa de golpe de Estado.

Sob a capa de um pretenso processo judicial, assistimos de forma sistemática a violações grosseiras das leis, como por exemplo, o julgamento do Presidente da Assembleia Nacional Popular num Tribunal Militar; a substituição coerciva de juízes do Tribunal Militar Superior que se recusaram a cumprir ordens superiores; a criação, de facto, de um tribunal ad hoc, violando o princípio de juiz natural; o indeferimento pelo Supremo Tribunal de Justiça de um incidente de inconstitucionalidade, invocando a Constituição da República adoptada pelo Conselho Nacional de Transição, que o Comando Militar diz querer levar a referendum para a sua entrada em vigor; pressões fortes sobre os magistrados; afastamento coercivo do Juiz de Instrução Criminal e a sua substituição por um dos principais autores dessa coerção, etc. Hoje, está mais do que claro que toda esta manipulação da justiça visa apenas legitimar à posteriori a privação de liberdade do Presidente Domingos Simões Pereira, mesmo que para o efeito seja necessário violar princípios, leis e regras.

O objetivo deste regime, que continua a ser dirigido à distância por Umaro Sissoko Embalo, é claro: afastar o Presidente Domingos Simões Pereira da vida política e, eventualmente, eliminá-lo fisicamente. Por um lado, Umaro Sissoko Embalo não perdoa o facto do Presidente do PAIGC, impedido de concorrer às eleições presidenciais de 23 de novembro de 2025, ter tido, com o seu inequívoco apoio, um papel fundamental na vitória logo à primeira volta do candidato Fernando Dias da Costa nessas eleições. Por outro lado, no seu mísero calculismo político, Umaro Sissoko Embalo acredita que o afastamento da vida política de Domingos Simões Pereira, pela via judicial, ou através da sua eliminação física, aumentaria a probabilidade de finalmente vencer as próximas eleições presidenciais, em que ainda sonha poder concorrer.   

Perante todos estes factos, a Comissão Permanente delibera o seguinte:

  1. Reiterar a exigência de libertação imediata e incondicional do Presidente do PAIGC e da Assembleia Nacional Popular, Camarada Domingos Simões Pereira, a fim de retomar plenamente a sua vida pessoal, social e política;
  2. Repudiar a terrível perseguição política e judicial de que o Presidente Domingos Simões Pereira tem sido alvo e responsabilizar o regime por tudo quanto possa vir a acontecer à sua vida ou à sua integridade física;
  3. Manifestar, em nome dos militantes e simpatizantes do Partido, a nossa solidariedade com o Presidente Domingos Simões Pereira e a sua família nestes momentos difíceis da sua vida;
  4. Renovar a confiança política no camarada Domingos Simões Pereira, enquanto Presidente do PAIGC, para continuar a dirigir o Partido, como tem sabiamente feito até aqui;
  5. Apelar a todas as organizações internacionais e regionais, particularmente a União Africana e a CEDEAO, a continuarem a acompanhar a situação política do país, fazendo respeitar as decisões tomadas na Cimeira de Abuja;
  6. Convidar, mais uma vez, o Comando Militar a um diálogo sério e construtivo com as forças políticas representativas da sociedade guineense, tendo em vista encontrar soluções para a saída da crise política e o retorno à normalidade constitucional;
  7. Apelar à população a manter-se mobilizada na luta pela defesa da democracia e pelo respeito dos direitos humanos e dos princípios basilares do Estado de Direito Democrático. A Comissão Permanente do PAIGC – Guiné-Bissau 


quinta-feira, 9 de julho de 2026

Macau - Patuá esteve em foco no Fórum das Línguas Chinesa e Portuguesa

A Universidade de Macau (UM) realizou recentemente o segundo Fórum Internacional das Línguas Chinesa e Portuguesa, onde se reuniram especialistas e académicos provenientes de países de língua portuguesa, do Interior da China e de Macau para “um intenso intercâmbio académico nas áreas da literatura, linguística, intercâmbio cultural, estudos de tradução e ensino de língua”. Ao longo dos dois dias, o programa incluiu cinco sessões livres e três conferências.


A cerimónia inaugural contou com a presença do académico português Raul Gaião, que aproveitou para apresentar os três volumes da sua mais recente obra, “Papiá Nôsso Lingu, Dicionário de Patuá di Macau”. Para a UM, a publicação “constitui não só um contributo académico de relevo, mas também um importante esforço de sistematização e de preservação do patuá macaense, património linguístico singular que reflecte a herança multicultural de Macau”.

As sessões de partilha foram conduzidas por académicos e estudantes distinguidos do Departamento de Português, incluindo o vencedor do “Prémio Fernão Mendes Pinto” do ano passado, Lu Chunhui, a vencedora do “Prémio Académico Henrique de Senna Fernandes” de 2023, Carla Lopes, e as estudantes premiadas no Concurso Internacional de Contos do Dia Mundial da Língua Portuguesa deste ano, Li Renlan e Wang Siyi.

Já nas conferências, participaram o professor Rui Pereira, da Universidade de Coimbra, a professora Xu Yixing, da Universidade de Estudos Internacionais de Xangai, e a professora Min Xuefei, da Universidade de Pequim. Os temas abordados abrangeram a linguística e o ensino do português, a inteligência artificial aplicada ao ensino de línguas e os estudos de literatura em língua portuguesa, tendo oferecido “reflexões de grande actualidade e profundidade”, de acordo com a UM.

Segundo a instituição universitária, o fórum assume-se como “uma plataforma privilegiada de diálogo académico, contribuindo para reforçar a compreensão mútua entre as línguas e culturas chinesa e portuguesa, bem como para promover a partilha de conhecimento e a construção de novas perspectivas”. In “Jornal Tribuna de Macau” - Macau


Cabo Verde - Lançamento de “Minha Terra em Poesias” marca estreia literária de Celso Lobo na ilha do Fogo

São Filipe - O jornalista, poeta e escritor Celso Lobo apresentou, no Salão Nobre dos Paços do Concelho de São Filipe, a sua primeira obra literária, intitulada Minha Terra em Poesias.


O livro, segundo o autor, retrata, em linguagem simples e acessível, algumas das principais vivências e desafios da história de Cabo Verde.

A apresentação da obra esteve a cargo dos professores reformados Fausto Rosário e João José Pires, convidados pelo autor para partilhar com o público uma análise da publicação, que representa a concretização de um projecto alimentado ao longo de vários anos.

Segundo Celso Lobo, Minha Terra em Poesias aborda temas marcantes da realidade cabo-verdiana, como as secas cíclicas, a fome, a miséria, a pobreza, o desemprego e a emigração forçada, sem deixar de reflectir sobre os conflitos armados que continuam a afectar diferentes países e regiões do mundo.

Embora seja uma obra poética, o autor explica que optou por uma linguagem simples, acessível tanto a crianças como a adultos, permitindo que qualquer leitor possa compreender e interpretar as mensagens transmitidas.

O livro está estruturado em nove secções, cada uma dedicada a um tema específico, mas interligadas entre si, de forma a proporcionar uma leitura fluida e despertar a curiosidade do leitor para a secção seguinte.

Celso Lobo revelou que a inspiração para escrever nasceu ainda na infância, quando convivia frequentemente com pessoas mais velhas, entre elas os pais, avós e outros familiares e amigos, ouvindo relatos sobre períodos de fome, emigração e dificuldades vividas em Cabo Verde.

Essas histórias, explicou, marcaram profundamente a sua formação e levaram-no a registar pequenos relatos, alimentando o desejo de, um dia, transformá-los numa obra que pudesse preservar essa memória para as gerações futuras.

"Prometi escrever um livro para os meus filhos e netos e também para que as novas gerações conheçam melhor a história de Cabo Verde. Hoje muitos jovens preocupam-se mais com a história de outros países do que com a do seu próprio país", afirmou.

Natural de São Filipe, ilha do Fogo, Celso Lobo descreve-se como um “simples homem do campo" que, ao longo da vida, exerceu diversas profissões, entre elas marinheiro, capitão de barco, motorista, mecânico de automóveis, bombeiro e professor.

Actualmente, além da actividade jornalística, dedica-se à escrita e à poesia e encontra-se a um ano de concluir a licenciatura em Direito.

O autor adiantou ainda que já tem outras três obras concluídas e prontas para publicação, sendo duas de poesia e uma de carácter literário dedicada à relação entre o professor e a sociedade cabo-verdiana.

Contudo, pretende aguardar até ao próximo ano para lançar os novos trabalhos, permitindo que os leitores desfrutem plenamente da sua obra de estreia, Minha Terra em Poesias.

O lançamento da obra está enquadrado na Semana da Cidade que decorre de 05 a 12 de Julho e que visa celebrar a Independência Nacional (05) e da elevação de São Filipe a categoria de cidade (12). In “Inforpress” – Cabo Verde