Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)

terça-feira, 19 de junho de 2018

Portugal – Museu Nacional de Arqueologia celebra 125 anos

O Museu Nacional de Arqueologia, em Lisboa, que possui o maior número de tesouros nacionais no seu acervo, num total de 940, celebra este ano 125 anos de existência com grande aumento de visitantes



Em entrevista à agência Lusa, o diretor do museu, António Carvalho, sublinhou a importância de celebrar 125 anos com um aumento "sustentado de público" nos últimos seis anos, que se vem traduzindo recentemente em mais 20 por cento de visitantes, por ano, como atestam os números da Direção-Geral do Património Cultural.

"O país está todo aqui", declarou António Carvalho, sobre as coleções que foram recolhidas desde a fundação do museu, em 1893, por todo o país, por José Leite de Vasconcelos, "grande prospetor, que procurou pelo país os vestígios do passado e do presente" português.

O Museu Nacional de Arqueologia reúne um espólio de mais de 3.100 sítios arqueológicos nacionais nas suas reservas, grande parte em resultado do interesse de Leite de Vasconcelos em "recolher os vestígios de um quotidiano" da História de Portugal, recordou o atual diretor.

O projeto do fundador do museu era "compreender a identidade nacional: de onde vínhamos, para onde íamos e o que éramos" e, por isso, teve inicialmente um caráter não só arqueológico, mas também etnográfico, que viria a perder em meados do século XX, passando a arqueologia a ser o seu foco.

"Há sítios arqueológicos que foram quase integralmente escavados e colocados aqui, como a Vila Romana de Torre de Palma, o Cabeço de Vaiamonte ou a Gruta do Escoural, no Alentejo".

A cronologia dos sítios arqueológicos diz respeito a meio milhão de anos de ocupação do homem do território português, e, na perspetiva dos especialistas, "não se podem comparar peças do período paleolítico, ou romano ou medieval" do ponto de vista da sua importância.

"A avaliação do valor das peças é dinâmica, porque vamos incorporando outros bens com o passar do tempo", ressalvou.

No entanto, do ponto de vista da lei, "é o museu que tem quase mil tesouros nacionais, registados pelos legisladores e especialistas, que selecionaram e consideraram que são bens de interesse nacional".



António Carvalho tem dificuldade em nomear os tesouros, porque são muitos, dentro das centenas de milhares de peças que o museu alberga, mas realça alguns: "O núcleo do Endovélico, cujo templo se localizava no atual concelho do Alandroal, assume um papel de grande relevo no museu".

"Também a coleção de mosaicos - sobretudo os da Vila Romana de Torre de Palma - cerâmicas do Neolítico, uma imensa coleção de placas de xisto, de báculos, as peças do santuário votivo de Garvão e a fundamental e única coleção de estelas da Escrita do Sudoeste, uma forma de escrita que existiu nos meados do primeiro milénio antes de Cristo, e que se extinguiu".

Para o diretor do museu, quer as exposições temáticas quer as coleções expostas e os tesouros nacionais são bons motivos para uma visita ao Museu Nacional de Arqueologia, que está localizado em Belém, instalado no Mosteiro dos Jerónimos, e que aproveita a grande circulação de turistas na zona.

"Mas a nossa programação também está muito virada para captar os públicos nacionais, mostrando peças de todo o país", sublinhou à Lusa.

Desde 2011, segundo os dados fornecidos por António Carvalho, o número de visitantes tem vindo a aumentar "de forma sustentada".

Em 2011, o museu recebeu quase 69 mil visitantes, número que passou para cerca de 80 mil em 2013, e 103 mil no ano seguinte.

Um grande aumento verificou-se em 2016, para cerca de 147 mil entradas, seguindo-se 167634 no ano passado, enquanto este ano, até maio, já contabiliza 77576.

A missão de um diretor de museu "é de grande responsabilidade, e passa, em primeiro lugar, pela salvaguarda e conservação das peças", salientou António Carvalho, sublinhando que se trata de valioso património nacional.

"E, ao contrário do que muitas pessoas pensam, os materiais aqui não são apenas pedras, mas de muitos suportes”, que vão, entre outros, desde madeira, vidro, metal, cerâmica e mosaicos, a papel, cestaria e ossos. In “Sapo24” - Portugal



Brasil - Como evitar o caos no cais

SÃO PAULO – Estudo preliminar do Plano Mestre do Porto de Santos, preparado por técnicos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) em parceria com o Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil (MTPAC), explica em números aquilo que já se sabia há muito tempo: se o complexo marítimo mantiver a média de crescimento anual de 2,1% – em 2017 foram movimentadas 129,6 milhões de toneladas –, em 2021 chegará a 152 milhões. E, a se levar em conta o ritmo atual das obras de remodelação, haverá um colapso nos acessos rodoviários ao porto, pelo menos em sua margem direita.

Já na margem esquerda, no lado do Guarujá, o esgotamento do acesso nas rodovias deverá ocorrer por volta de 2025. O estudo prevê que, nos próximos anos, a tendência é que as cargas conteinerizadas ampliem sua participação na movimentação de 35% para 40%. As operações com contêineres deverão crescer 4,27% entre 2017 e 2021, ou seja, de 3,8 milhões de TEUs (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés) movimentadas em 2017, passarão para 4,2 milhões de TEUs em 2021 e 4,8 milhões em 2025. Segundo o estudo, a atual capacidade do porto para atender à demanda ser&aacu te; suficiente até 2045.

Já os granéis sólidos vegetais deverão cair dos atuais 42% para 36% do total movimentado, a se levar em consideração que a malha ferroviária será expandida na região Centro-Oeste, facilitando o escoamento da produção agrícola para os portos do Arco Norte (Itacoatiara AM, Santarém-PA, Vila do Conde-PA, Itaqui-MA, Salvador-BA e Ilhéus-BA).

Seja como for, o que está evidente é que há necessidade urgente de investimentos maciços no sistema viário que leva ao cais santista, especialmente na rodovia Manoel Hipólito Rego (Piaçaguera-Guarujá), na via Anchieta e na Domênico Rangoni, que deverão estar saturadas a partir de 2025. Já para a rodovia dos Imigrantes e o Trecho Sul do Rodoanel, o estudo prevê problemas maiores a partir de 2045, mas não se deve esquecer que, por erro dos técnicos que projetaram a Imigrantes, não é permitida a descida de caminhões nem de ônibus, em razão do seu declive muito acentuado.

A saída para esse cenário de caos passa, obviamente, pela ampliação da malha ferroviária, já que as cargas que utilizam esse modal deverão ter o seu montante duplicado até 2040 e quadruplicado até 2060. Alternativa concomitante é a utilização maior do modal hidroviário, que começou a ser explorado só recentemente.

Tudo isso será possível se a ampliação da utilização desses modais vier acompanhada por ações que estimulem a execução de obras de infraestrutura e a adequação do canal de navegação para que o porto tenha condições de receber navios de maiores dimensões, seguindo a tendência mundial. Afinal, a construção de uma plataforma off shore (no mar) para receber supercargueiros não passou de um sonho de verão. Milton Lourenço – Brasil


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Milton Lourenço é presidente da Fiorde Logística Internacional e diretor do Sindicato dos Comissários de Despachos, Agentes de Cargas e Logística do Estado de São Paulo (Sindicomis) e da Associação Nacional dos Comissários de Despachos, Agentes de Cargas e Logística (ACTC). E-mail: fiorde@fiorde.com.br. Site: www.fiorde.com.br

segunda-feira, 18 de junho de 2018

Cabo Verde – Estudos técnicos do novo aeroporto de Santo Antão estão a avançar

Porto Novo – O vice-primeiro-ministro, Olavo Correio, afirmou no passado sábado, no Porto Novo, que o Governo está “a trabalhar com entusiasmo” no projecto do futuro aeroporto de Santo Antão, infra-estrutura “que vai, certamente, marcar esta ilha”.

“Vamos trabalhar para ligar Santo Antão ao mundo através do aeroporto. Os estudos técnicos estão sendo ultimados, depois vamos ter de montar o estudo económico e financeiro e encontrar o modelo de financiamento do projecto que seja compatível com o contexto macro-económico do país”, avançou Olavo Correia.

O Governo poderá envolver o sector privado na construção do aeroporto para evitar que esse investimento, que deverá rondar entre 18 milhões a 20 milhões de euros, possa endividar ainda mais o país, explicou o governante.

O vice-primeiro-ministro, que está de visita a Santo Antão, disse que esta ilha apresenta “várias oportunidades”, tem “um porto que pode ser melhorado, mas que está a servir e bem” esta região, mas que “há que ter em atenção a conectividade desta ilha, ou seja, a ligação marítima e área, mas também da necessidade de uma aposta numa “educação de excelência” e na formação profissional.

Olavo Correia antevê, nos próximos dois anos, a ilha de Santo Antão requalificada, dotada de infraestruturas de saneamento e de abastecimento de água, intervenções que visam, a seu ver, potenciar o turismo e o próprio desenvolvimento económico da ilha.

O vice-primeiro-ministro terminou uma visita de dois dias a Santo Antão, onde encontrou-se com operadores, além de ter participado na abertura, na sexta-feira, da feira agropecuária desta ilha e lançado obras de requalificação urbana. In “Inforpress” – Cabo Verde

Malta - Energia renovável marinha armazenada com ar-comprimido



Energia armazenada como ar-comprimido

Engenheiros da Universidade de Malta lançaram ao mar o protótipo de um novo sistema projetado para armazenar a energia gerada por fontes renováveis.

Seu nome é Flasc, sigla para "acumulador líquido a pistão usando água do mar sob compressão".

O sistema armazena energia na forma de ar-comprimido usando dois recipientes. Um vaso de pressão montado em uma âncora de gravidade de concreto é colocado no fundo do mar, enquanto um segundo vaso flutuante maior é preso à âncora de gravidade por meio de correntes sob tensão - é o que os engenheiros chamam de Plataforma de Perna sob Tensão, uma novidade em termos de armazenamento de energia.

Um dos principais desafios para o armazenamento eficiente de ar-comprimido é manter uma pressão estável. Outros projetos do mesmo tipo dependem da pressão hidrostática do mar para resolver esse problema, o que significa que o desempenho de cada unidade dependerá da profundidade da água.

O sistema de câmara dupla deste novo conceito permite que a resposta de pressão seja controlada independentemente da profundidade de implantação.

Buffer para energias variáveis

O objetivo do sistema é servir como reservatório para fontes geradoras baseadas no mar, como turbinas eólicas e painéis solares flutuantes e sistemas geradores baseados no aproveitamento das ondas e marés - o protótipo usa painéis solares.

A vantagem é que o sistema pode ser integrado ao dispositivo principal de geração de energia - seja ele dos ventos, solar, marés ou ondas - e serve como um "equalizador", liberando sempre uma quantidade constante de energia, minimizando as oscilações típicas das fontes renováveis.

A equipe prevê que o sistema de ar-comprimido armazenará tanta energia quanto um volume equivalente de baterias de íons de lítio, mas a uma fração do custo. A operação do protótipo servirá para confirmar esses cálculos e validar o desempenho termodinâmico previsto nos modelos. In “Inovação Tecnológica” - Brasil

domingo, 17 de junho de 2018

Praia da independência













Vamos aprender português, cantando


Há casinhas arrumadas
todas muito perfiladas
na colina do dragão
bebe-se água de coco
servida por um louco
de bandeja na mão

Eh oh eh ah
Na praia da independência
eh oh eh ah
na praia da independência
eh oh eh ah
na praia da independência
eh oh eh ah
na praia da independência

Há mastros com bandeiras
casados com palmeiras
de tamanho XXL
quando nasce uma floresta
que de noite vira festa
em excessivo decibel

Eh oh eh ah
Na praia da independência
eh oh eh ah
na praia da independência
eh oh eh ah
na praia da independência
eh oh eh ah
na praia da independência

Há dias de Sol, ensolarado
há muito mais que um bronzeado
pela baía e meia lua
ondas na contra corrente
de um mar tão transparente
essa cor que é só tua

Eh oh eh ah
Na praia da independência
eh oh eh ah
na praia da independência
eh oh eh ah
na praia da independência
eh oh eh ah
na praia da independência

Senza – Portugal
Catarina Duarte – Portugal
Nuno Caldeira - Portugal


sábado, 16 de junho de 2018

Macau – Lançamento do livro “História de Timor-Leste” de Ivo Carneiro de Sousa

Ivo Carneiro de Sousa lança na próxima segunda-feira, 18 de Junho de 2018, “History of East-Timor”, esperando contribuir para que a história e a antropologia de Timor-Leste não caiam no esquecimento e despertar o interesse de jovens investigadores.

Seis de mais de 30 artigos que escreveu sobre Timor-Leste desde 1983 foram o ponto de partida para o livro que o investigador Ivo Carneiro de Sousa espera que ajude a compreender, de uma perspectiva antropológica, a história do pequeno país asiático. O lançamento tem lugar na próxima segunda-feira, pelas 18h30, no Clube Militar.

Embora, ao longo dos anos, tenha recebido pedidos, incluindo de um ministro da Educação timorense, para compilar alguns dos artigos que foi escrevendo sobre a terra à qual tem relações familiares, a “oportunidade” para finalmente o fazer – como descreve – só surgiu em Fevereiro do ano passado, quando foi submetido a uma operação e, ainda no hospital, começou a dar forma a “History of East-Timor” (“História de Timor-Leste”).

“A ideia foi compilar, reorganizar, reescrever os textos que permitissem compreender, de uma perspectiva antropológica a história de Timor-Leste”, explica o autor que tentou “perceber as estruturas sociais, culturais, a dispersão etnográfica e como tudo isso é tão importante hoje em dia na construção de um país independente”.

A obra não ficou, porém, reduzida a uma colectânea, dado que Ivo Carneiro de Sousa acabou por introduzir conteúdos novos, sobre os quais nunca havia escrito, e mergulhar em nova pesquisa, adicionando fontes novas. O autor destaca nomeadamente as leituras sobre as campanhas arqueológicas feitas pelos australianos em Timor: “Eu não fazia ideia que tinham recuado a presença humana de Timor de 30 mil para 42 mil anos, o que é uma descoberta científica muito importante, porque significa que são essas populações que depois vão ser os aborígenes da Austrália”.

Na feitura do livro, uma das “grandes preocupações” foi sobretudo “perceber aquilo que se designa como a história pré-colonial anterior à extensão da administração portuguesa em Timor. Isto é, as estruturas sociais e políticas”, salienta Ivo Carneiro de Sousa, apontando que o objectivo foi “trabalhar a memória e perceber como é que ela se actualiza hoje em dia”. Assim, o livro, com o subtítulo “entre mitos, reinos da memória, Macau e os desafios da antropologia cultural”, tem um corte não tanto cronológico, mas antes mais temático.

As relações com Macau

Macau também “entra” na História de Timor-Leste. “Quis mostrar a ligação muito estreita que existia, que não era apenas a económica, mas também os aspectos relacionados com o próprio conhecimento cultural e etnográfico que se faz a partir de Macau”, sublinha.

É que “além do comércio de sândalo desconhece-se significativamente que parte importante da escravatura que vinha para Macau era timorense, sobretudo feminina”, observa. “Macau era um mercado importante de venda regional de escravatura”, realça Ivo Carneiro de Sousa, contextualizando: “Filipe II proibiu a escravatura nas Filipinas e não era possível escravizar as populações locais, pelo que o que acabou por acontecer é que Macau se torna numa plataforma de venda de escravos para as Filipinas e para outros locais”.

Depois, no século XVIII, embora “seja proibida a escravatura nas colónias portuguesas de África, “continua a fazer-se em Timor e através de Macau”, salienta o investigador, dando conta da presença no território de descendentes de chineses casados com antigas escravas timorenses. Em paralelo, há “uma comunidade chinesa-timorense, fruto da emigração de chineses de Macau para Timor que também continua a existir”.

Ivo Carneiro de Sousa também procurou perceber quem em Macau estudou e se interessou por Timor-Leste, recuperando designadamente Wenceslau de Moraes (1854-1929), Bento da França (1859-1906) ou Jaime do Inso (1880-1967) que passaram por Macau e por Timor. Este último reveste-se de particular importância na perspectiva do investigador. “Ele esteve na chamada guerra de Manufahi, que é a guerra colonial de Timor e escreveu ‘Timor-1912’ que é um livro importante, mas muito menos conhecido que as célebres ‘Visões da China’ que escreveu em Macau”.

Com “History of East-Timor”, Ivo Carneiro de Sousa espera contribuir para que a história e a antropologia de Timor-Leste não caia no esquecimento e despertar ao mesmo tempo o interesse de jovens investigadores. “É para que possam existir alunos de mestrado e doutoramento que se interessem por investigar Timor que não é propriamente fácil”, afirmou, referindo-se ao facto de “existir muito pouca informação documental, porque parte dos arquivos desapareceram durante a ocupação indonésia e a invasão japonesa”.

O livro tem a chancela da Este-Oeste Instituto de Estudos Avançados, criada em 2012. A apresentação da obra, na próxima segunda-feira, vai ser feita em português, inglês e chinês. Diana do Mar – Macau in “Hoje Macau”

Alemanha - Portugal em destaque na Semana do Livro Infantil e Juvenil

Catarina Sobral, Afonso Cruz, Fatinha Ramos e Carla Maia de Almeida são alguns dos autores convidados da Semana Internacional do Livro Infantil e Juvenil que tem início hoje, em Colónia, na Alemanha, dedicada a Portugal.

A Semana Internacional do Livro Infantil e Juvenil decorrerá até 22 de junho, no Kulturbunker de Colónia, com uma exposição de ilustração e a presença de vários autores para encontros com o público, sessões de leitura e visitas a escolas.

Para a iniciativa foram ainda convidadas as autoras Alice Vieira, Isabel Minhós Martins e Margarida Pogarell, de acordo com a programação anunciada.

Estão ainda em destaque a ilustradora Madalena Matoso e as autoras Inês Teixeira do Rosário e Maria Ana Peixe Dias, que assinam o livro “Lá Fora – Guia para descobrir a natureza”.

Hoje é inaugurada uma exposição que mostrará a “diversidade estilística e a modernidade” da ilustração contemporânea portuguesa, com obras de André Letria, António Jorge Gonçalves, de Fatinha Ramos – radicada na Bélgica – ou Bernardo P. Carvalho.

Está prevista ainda uma leitura dramatizada do livro “Daqui ninguém passa!”, de Isabel Minhós Martins e Bernardo P. Carvalho, traduzido para alemão e distinguido com o prémio para a Paz Gustav Heinemann 2017 para livros infantis.

Segundo o embaixador de Portugal em Berlim, João Mira Gomes, a escolha de Portugal como país convidado daquela iniciativa é “uma oportunidade perfeita para dar ao público alemão uma visão sobre a diversidade da literatura infantil portuguesa”.

Na página oficial do evento, o diplomata recorda que a embaixada portuguesa tem desenvolvido, desde 2016, um programa cultural na área do livro e da literatura, que inclui convite para editoras alemãs estarem na Feira do Livro de Lisboa, a atribuição de uma bolsa de residência artística e a promoção de Portugal nas feiras do livro na Alemanha.

Em 2021, Portugal será convidado da feira do livro de Leipzig. In “Mundo Português” - Portugal