Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)

sábado, 20 de abril de 2019

Lusofonia – Países de língua portuguesa vão ter Casa da Lusofonia nos Jogos Paralímpicos de 2020

Nos próximos Jogos Paralímpicos a realizar em Tóquio no próximo ano vai haver uma Casa da Lusofonia que será um local privilegiado de encontro e celebração das culturas da lusofonia




Os Jogos Paralímpicos de Tóquio 2020 são ocasião para a criação de um espaço inovador promovido pelos Comités Paralímpicos Nacionais de Língua Portuguesa. A Casa da Lusofonia estará em funcionamento em plena capital japonesa durante a maior competição mundial de desporto paralímpico e será um local privilegiado de encontro e celebração das culturas da lusofonia, com o desenvolvimento de diversos eventos ligados ao desporto, gastronomia, turismo, conferências, exposições permanentes, conferências de imprensa e transmissão de provas em direto.

Projeto inovador no panorama desportivo internacional tornado público na data em que se assinalam os 500 dias para o início dos Jogos Paralímpicos de Tóquio 2020, a Casa da Lusofonia está pensada para incluir todos os Comités Paralímpicos Nacionais de Língua Portuguesa. A materialização do projeto terá lugar na Shibaura House, um edifício de design arrojado e caracterizado pelas amplas paredes de vidro, que estará aberto durante o período da competição às diversas Missões Paralímpicas, a parceiros institucionais, aos media e a todo o grande público que tenha interesse em conhecer um pouco mais das várias culturas da lusofonia.


Declarações de José Manuel Lourenço, Presidente do Comité Paralímpico de Portugal:


 “A Casa da Lusofonia virá fortalecer os laços históricos entre os países de língua portuguesa através do desporto paralímpico. Queremos que cada um Comités Paralímpicos Nacionais de Língua Portuguesa leve a este espaço um pouco da cultura do seu país, convictos que será seguramente um momento de afirmação da lusofonia no movimento paralímpico internacional.”


Declarações de Mizael Conrado, Presidente do Comité Paralímpico do Brasil:


A Casa da Lusofonia será um marco emblemático do espírito colaborativo que compartilhamos com os Comités Paralímpicos Nacionais da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa. Será um espaço interessante, com as mais diversas atividades para seus visitantes. A iniciativa mostra o espírito de unidade que há entre as nossas nações, em especial quando se trata do desporto paralímpico. É uma oportunidade única de inspirar uma geração e difundir nossos valores na sede dos próximos Jogos". “Comité Paralímpico de Portugal”





Portugal - Portos secos já têm enquadramento legal

Foi hoje publicado em Diário da República o decreto-lei que estabelece o conceito e fixa as condições para a implementação de portos secos




A nova legislação sobre os portos secos entra em vigor a 1 de Julho. Os titulares dos depósitos existentes nos terminais marítimos e dos depósitos que funcionem como portos secos e os operadores de transporte no hinterland têm até 31 de Dezembro para se adaptaram, em especial no que toca à circulação electrónica da informação.


O porto seco é “uma infra-estrutura logística de concentração de carga situada no corredor de serviço de uma região comercial ou industrial conectada com um ou vários portos marítimos através de serviços de transporte ferroviário, rodoviário ou fluvial, oferecendo serviços especializados entre este e os destinos finais das mercadorias”, define o decreto-lei.


Mas tão ou mais importante que o espaço físico do porto seco (e os serviços nele disponibilizados) é o fluxo das mercadorias – e da informação associada. E aí entra a JUL (Janela Única Logística).


Para a implementação do porto seco é utilizada a JUL, que, em integração com os TOS [Terminal Operating System] dos operadores económicos aderentes e no cumprimento dos requisitos aduaneiros, disponibiliza uma solução central de tratamento da informação, com total controlo logístico da circulação das mercadorias ao nível dos nós da rede e dos meios de transporte utilizados”, dispõe a legislação agora publicada.


As regras agora definidas aplicam-se “ao transporte contentorizado ou outro de mercadorias entre os depósitos existentes nos portos marítimos e os depósitos que funcionem como porto seco e entre estes, desde que estejam constituídos como armazéns de depósito temporário autorizados nos termos da legislação aduaneira”.


Com elas, pretende-se facilitar e aumentar as transferências de mercadorias, destinadas à importação e exportação entre armazéns de depósito temporário e tratar toda a informação, por via electrónica, gerindo a circulação de mercadorias, contentores e meios de transporte utilizados.


O Governo acredita que a implementação do conceito de porto seco contribuirá para para a rápida movimentação das mercadorias que circulam entre armazéns de depósito temporário, e para o descongestionamento dos portos, aumentando a sua capacidade para movimentar mais mercadorias, além de aumentar a competitividade dos actores envolvidos no transporte e dos sectores exportador e importador nacionais. In “Transportes & Negócios” - Portugal

sexta-feira, 19 de abril de 2019

Guiné-Bissau - REAJE/GB defende educação de qualidade para o país

Bissau – O Presidente da Rede das Associações de Jovens Estudantes da Guiné-Bissau (REAJE/GB) defendeu quarta-feira a necessidade de se ter uma educação de qualidade para que o país tenha recursos humanos capazes de projectar e assegurar o seu desenvolvimento.

Fodé Dabó falava no acto de tomada de posse dos membros da direcção da associação.

“A defesa de educação de qualidade vai ser a linha de actuação de REAJE/GB nos próximos três anos, mas para que isso aconteça na prática vamos precisar do dinamismo de diferentes associações estudantis assim como a colaboração dos governantes”, disse o Presidente.

Fodé Dabó informou que REAJE/GB tem como objectivo, defender os interesses dos estudantes, promover espaços de intercâmbio entre os mesmos, posicionar-se sobre as matérias relacionadas com o sistema de ensino público, entre outros.

“Hoje celebramos os compromissos assumidos com os alunos e estudantes guineenses em geral, por isso, é necessário trabalhar para construir um ensino mais plural, mais abrangente, mais justo, mais envolvido e mais perto da construção de um futuro melhor”, defendeu Dabó.

Sublinhou que a união faz a força e que assim sendo, acredita que quando mais forte forem o empenho das associações, mais forte será igualmente o REAJE/GB na implementação das suas prioridades para melhorar o sector educativo.

Aquele responsável referiu que a taxa de analfabetismo baixou de 60 para 48,9 por cento em 2017, no entanto, o ano lectivo 2018/2019 foi registado com recuos significativos, marcado pelas constantes greves.

Acrescentou que nessa óptica, o REAJE/GB desenvolveu acções de sensibilizações para o não abandono escolar com o objectivo de salvar o ano lectivo.

“É verdade que os alunos perderam bastante com as constantes greves, mas também não se pode negar que é possível apreender ainda os conteúdos que possam salvar o ano lectivo”, referiu o Presidente do REAJE/GB.

Por sua vez, o convidado de honra do evento, Banor da Fonseca felicitou REAJE/GB pela iniciativa de contribuir para o desenvolvimento e progresso da comunidade guineense, e prometeu dar o seu apoio sempre que possível.

Banor da Fonseca disse ainda que o sector educativo é a chave para desenvolvimento de qualquer que seja nação e que por isso, o Estado da Guiné-Bissau deve dar mais atenção a essa área, de modo a evitar situações de constantes problemas que prejudicam o mesmo.

REAJE/GB é uma nova rede de defesa dos interesses dos estudantes guineenses, tem como parceiros diferentes associações das escolas públicas do país, das universidades e diferentes centros de formação a nível da capital Bissau. Pretende estender a sua colaboração com as associações estudantis das regiões e a nível internacional. In “Agência de Notícias da Guiné” – Guiné-Bissau

Macau - Empresas da Região e do Brasil assinam acordo para facilitar acesso ao mercado chinês

A MGM, a Vang Kei Hong Trading (Macau) e o Centro Industrial do Ceará (Brasil) assinaram um acordo para facilitar o acesso das pequenas e médias empresas brasileiras ao mercado chinês, anunciou a operadora de jogo. As partes vêem o acordo como uma mais-valia para as empresas locais e jovens empreendedores



A assinatura deste acordo “é um grande exemplo do compromisso da MGM em facilitar o desenvolvimento de empresas locais e trazer produtos de países de língua portuguesa para Macau”, destacou o presidente e director executivo da MGM China Holdings, Grant Bowie, citado em comunicado.

O acordo, promovido pela MGM China Holdings, incide sobre a compra de alimentos e produtos agrícolas certificados no mercado de Macau e da Grande Baía. A assinatura teve lugar durante o evento “Trabalhe de mãos dadas para explorar as oportunidades da região da Grande Baía de 2019”, organizado pela Associação de Indústria e Comércio de Macau.

Grant Bowie acrescentou ainda que a MGM – para além de apostar em arte e entretenimento – promove “activamente o intercâmbio entre os países de língua portuguesa, Macau e a Grande Baía”, permitindo explorar “as oportunidades” desta região, algo que considera “fundamental” para as pequenas e médias empresas locais.

Por seu turno, o presidente do Centro Industrial do Ceará, André de Freitas Siqueira, afirmou que a MGM proporcionou uma grande oportunidade para o Brasil explorar os mercados de Macau e da área da Grande da Baía.

Por fim, o director de “marketing” da Vang Kei Hong Trading, Vincent Ip, destacou que esta é uma oportunidade para expandir a cooperação com os países de língua portuguesa, reforçando que as pequenas e médias empresas, bem como os jovens empreendedores, beneficiarão do acordo celebrado. In “Jornal Tribuna de Macau” – Macau com “Lusa”

quinta-feira, 18 de abril de 2019

Nações Unidas - Lusófonos podem concorrer ao Programa de Jovens Profissionais



As Nações Unidas divulgaram a lista de países que farão parte da edição deste ano do Programa de Jovens Profissionais da ONU, YPP na sigla em inglês. Quase todos os países lusófonos foram contemplados, sendo Portugal a única exceção.

Cidadãos de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné-Equatorial, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste podem concorrer ao exame de 2019 que culmina com o recrutamento e seleção desde que tenham menos de 32 anos.

Todas as novas vagas de emprego para cargos profissionais de nível de entrada no Secretariado das Nações Unidas, P-1 e P-2, são preenchidas apenas com os candidatos selecionados por este programa.

Os requisitos de participação incluem ser fluente em inglês ou em francês e ter concluído um curso universitário.

O YPP é, atualmente, o maior programa de contratação do Sistema das Nações Unidas e a única oportunidade para jovens profissionais com pouca experiência conseguirem uma posição na organização como funcionário permanente.

Dependendo das necessidades das Nações Unidas, os jovens são convidados a candidatarem-se a diferentes “famílias de empregos”, com diferentes responsabilidades, locais e requisitos.

Processo

O processo de recrutamento de seleção para o YPP da ONU consiste em três etapas: fase de candidatura, exame escrito e entrevista.

Os candidatos que passarem por essas etapas são reconhecidos como “bem-sucedidos” e passam a integrar a “Lista de Jovens Profissionais das Nações Unidas.”

Todas as novas vagas de emprego para cargos profissionais de nível de entrada no Secretariado das Nações Unidas, P-1 e P-2, são preenchidas apenas com os candidatos selecionados por este programa.

A Organização oferece um contrato a prazo, com a duração de dois anos, no início de sua carreira profissional e, no caso do seu desempenho ser satisfatório, recebe um contrato contínuo, para desenvolver a sua carreira nas Nações Unidas.

Saiba mais aqui. In “Mundo Lusíada” - Brasil

São Tomé e Príncipe - Casos de malária têm aumentado nos últimos anos

O aumento dos casos de malária em São Tomé e Príncipe acentuou-se depois do fim da cooperação com Taiwan com o país africano, que decidiu reconhecer a República Popular da China, disse fonte do Ministério da Saúde

Em dezembro de 2016, São Tomé e Príncipe decidiu reconhecer a República Popular da China, uma decisão que implicou, de imediato, o fim das relações com Taiwan, uma imposição de Pequim aos seus parceiros diplomáticos.

Durante dez anos, Taiwan deu apoio a São Tomé na área da formação, infraestruturas e da saúde, com particular destaque para o combate à malária.

No sábado, o ministro da saúde de São Tomé e Príncipe admitiu que os casos de malária no país têm aumentado nos últimos anos, registando-se três centenas de casos por ano.

A malária, “desde 2014, tem aumentado até 2018. Nós temos o trabalho feito, conhecemos os números e em média foi aumentando 290 a 300 casos por ano”, disse Edgar Neves no final de um encontro no sábado com responsáveis de vários setores.

Há cerca de dez anos, o país estava a caminho da erradicação da doença, recordou Edgar Neves, admitindo que o sistema de saúde começou a apresentar falhas nesta matéria.

“Houve um determinado momento em que as fraquezas aumentaram por razões de vária ordem política”, disse o ministro.

Fonte do ministério da saúde explicou hoje à Lusa que o número de casos começou a aumentar “poucos dias depois de a missão médica de Taiwan ter deixado o país”.

“Houve grande intervalo entre a saída dos taiwaneses e entrada dos chineses nas campanhas que se vinha fazendo de controlo da doença”, explicou.

Então, “algumas atividades foram suspensas e o quadro complicou-se, porque, por coincidência, foi um período de grandes chuvas que aumentaram os focos das águas paradas que deixaram de ter tratamento”, disse a mesma fonte.

Edgar Neves prometeu “divulgar mais elementos” sobre a malária nos “próximos dias” já com números e locais mais afetados, adiantando que “nas primeiras semanas de janeiro houve um aumento” de casos, mas “tudo está sendo feito no sentido de controlar a doença”.

300 novos casos por ano

Os casos de malária em São Tomé e Príncipe aumentaram nos últimos quatro anos, registando-se três centenas de casos por ano, disse também Edgar Neves.

"Desde 2014, [a malária] tem aumentado. Nós temos o trabalho feito, conhecemos os números e em média foi aumentando 290 a 300 casos por ano”, disse Edgar Neves, no final de um encontro no sábado com responsáveis de vários setores.

“É importante que as populações estejam informadas, porque só assim poderão também exercer o seu papel. É importante não ocultar informação nenhuma sobre qualquer patologia, mas também é muito importante não criar falsos alarmismos que não conduzem a lado nenhum”, defendeu.

O ministro da Saúde considera a situação “preocupante”, prometendo investimento do governo no combate e prevenção da doença.

“Nós somos um país eleito entre os dez destinos turísticos do mundo e é extremamente importante que nos acautelemos”, disse, defendendo mudança de comportamento por parte das pessoas e instituições no país.

Nesse sentido, o executivo iniciou há uma semana, um ciclo de reuniões com autarquias e órgãos públicos de comunicação social para “preparar uma estratégia” de combate à doença.

“Nos elegemos os programas nacionais de luta contra a malária e do HIV Sida e tuberculose como eixos centrais de política do governo. O combate a essas doenças, particularmente a malária é um processo que envolve todas as forças ativas do país, a sociedade civil o governo e os órgãos de soberania”, disse Edgar Neves.

Edgar Neves prometeu “divulgar mais elementos” sobre a malária nos “próximos dias” já com números e locais mais afetados, adiantando que “nas primeiras semanas de janeiro houve um aumento” de casos, mas “tudo está sendo feito no sentido de controlar a doença”. Agência Lusa

Moçambique - Aeroportos vão poder contar com “conhecimento tecnológico” português e francês

A empresa Aeroportos de Moçambique (ADM, EP) vai cooperar com a ANA – Aeroportos de Portugal e a francesa VINCI Airports, com vista a optimizar a gestão dos aeroportos, sustentar o seu crescimento, bem como reposicionar-se para projectar os aeroportos moçambicanos com serviços de primeira classe em África, alinhados com padrões internacionais.

Para a materialização deste objectivo, através da concepção de soluções para a exploração e desenvolvimento dos aeroportos nacionais, as três entidades celebraram na segunda-feira, 15 de Abril, em Maputo, um memorando de entendimento, num acto testemunhado pelo ministro dos Transportes e Comunicações, Carlos Mesquita.

Na ocasião, o governante referiu que a identificação de parceiros com vasta experiência internacional como a ANA – Aeroportos de Portugal e a VINCI Airports, tem por objectivo a optimização da capacidade instalada nos aeroportos moçambicanos, através de um trabalho de planificação sobre os caminhos a trilhar para a exploração eficiente do potencial existente.

“Encoraja-nos a experiência comprovada dos nossos parceiros como o caso da VINCI Airports, um dos líderes do sector aeroportuário internacional que gere 45 aeroportos nos mercados mais exigentes como Estados Unidos da América, França, Reino Unido, Portugal, incluindo em países em via de desenvolvimento como Camboja, Chile, Sérvia e outros”, indicou Carlos Mesquita, destacando que os aeroportos geridos pela VINCI Airports são servidos por mais de 200 companhias aéreas que movimentam mais de 195 milhões de passageiros.

Do conjunto dos grandes desafios que a empresa ADM, EP deverá ultrapassar nos próximos tempos, o ministro enfatizou a manutenção em condições aceitáveis de operacionalidade e rentabilidade a imensa rede aeroportuária espalhada pelo País, cumprindo com o seu papel de dinamizador da economia, impulsionando o desenvolvimento do turismo nacional e internacional.

“Com este memorando, é nossa expectativa que os parceiros apresentem igualmente uma melhor abordagem para óptimas soluções de investimento e de concessão para desenvolver os aeroportos, a médio e longo prazos”, frisou o governante.

Por sua vez, o presidente do Conselho de Administração da ANA - Aeroportos de Portugal, José Luís Arnaut, disse que a sua empresa foi em 2012 objecto de um contrato de privatização e concessão, por um período de 50 anos, pela empresa VINCI Airports, e foi um projecto que logrou grande sucesso até ao momento, tendo duplicado de 16 milhões de passageiros, em Lisboa, para 30 milhões, apenas em 4 anos.

“A ANA - Aeroportos de Portugal está satisfeita em poder colaborar, activamente, na concretização deste memorando de entendimento, ora celebrado, que tem dois aspectos a realçar, nomeadamente a possibilidade de, no âmbito da nossa experiência, podermos contribuir com um estudo mais aprofundado das potencialidades de Moçambique, pois nós acreditamos seriamente nas potencialidades do desenvolvimento turístico, económico e da plataforma que Moçambique poderá representar, e a experiência com a VINCI Airports, que foi muito positiva”, concluiu.

Importa realçar que a empresa ADM, EP tem neste memorando uma oportunidade para se apropriar do know-how destes conceituados parceiros, na sua missão de garantir a gestão, manutenção, planificação, desenvolvimento de infra-estruturas aeroportuárias, navegação aérea e prestar serviços de controlo de tráfego aéreo. In “Fim de Semana” - Moçambique