Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)

segunda-feira, 16 de setembro de 2019

Bolsas Criar Lusofonia 2019

Decorre entre 16 de setembro e 31 de outubro o prazo para candidatura ao programa Bolsas Criar Lusofonia, gerido pelo Centro Nacional de Cultura, com o apoio do Ministro da Cultura



O concurso Bolsas Criar Lusofonia é dirigido a escritores oriundos dos países da Comunidade de Países de Língua Oficial portuguesa, com obra divulgada nacional e internacionalmente. Patrocinado pelo Ministério da Cultura e gerido pelo Centro Nacional de Cultura, tem por objetivo a atribuição de bolsas no domínio da escrita para estadas em países da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).

Pretende-se criar oportunidade de contacto aprofundado com outros países lusófonos aos escritores/investigadores de língua portuguesa, a fim de produzirem uma obra destinada à divulgação no espaço lusófono.

São instituídas duas bolsas de criação / investigação literárias, sendo uma das quais obrigatoriamente atribuída a um português. Centro Nacional de Cultura - Portugal

Consulte aqui o regulamento.

Mais informações e esclarecimentos:
Correio eletrónico: alexandra.prista@cnc.pt * Tel: 213 466 722
Morada: R. António Maria Cardoso, n.º 68, 1249-101 Lisboa - Portugal

São Tomé e Príncipe - Estado português outorgou Ordem de Mérito a Victor “Frutuoso” como Comendador



Cidadão português nascido na Anadia - Pedralva, Victor Almeida Cruz, tinha 13 anos quando chegou a São Tomé acompanhado pelos seus pais e uma irmã, no ano 1951.

A sua família viveu nas roças Porto Alegre, e Colónia Açoriana. São Tomé e Príncipe, passou a ser a sua segunda pátria. Gerou a sua família nas ilhas verdes do golfo da Guiné, terra em que o português, Victor, tornou-se patriota, muito popular, e empreendedor tendo gerado postos de emprego para muitos são-tomenses. Tanto que foi baptizado pelo povo de São Tomé, como Victor “Frutuoso”.

A veia empreendedora de Victor Cruz manifestou-se cedo, e conduziu o jovem para a exploração de outras actividades económicas, que não fosse à agricultura (cacau e café) dominante no período colonial.

«Cresceu em São Tomé ajudando o seu pai a construir uma serração de madeiras que em poucos anos viria afirmar-se uma indústria de sucesso», explicou o embaixador de Portugal Luís Gaspar da Silva.

A serração, gerou uma carpintaria que produzia mobiliário e que formou muitos são-tomenses como marceneiros.

A independência de São Tomé e Príncipe em 12 de julho de 1975, trouxe peripécias ao empresário português. Confirmou que foi detido nos primeiros dias da independência nacional. Aceitou perder a nacionalidade portuguesa durante os primeiros anos da independência, e ostentar apenas a nacionalidade são-tomense, para assim conservar os seus empreendimentos, nomeadamente a serração.

Determinado em fazer de São Tomé a sua terra de trabalho e de vida, resistiu nas ilhas verdes de esperança. Foi das poucas pessoas que tinham uma propriedade industrial privada, nos primeiros anos da independência. Pois o sistema de governo de pendor marxista, defendia a propriedade colectiva sobre os meios de produção.

Nos finais dos anos 80, a liberalização do mercado, projectou o empreendedor Victor, para outra empreitada. «Adquiriu a empresa estatal Atelier Nacional, que é hoje a conhecida empresa CIEM-Centro Industrial Electro-mecânico», precisou o embaixador.

O retrato lido pelo embaixador de Portugal, acrescentou que Victor Cruz, desempenhou importantes funções na vida social são-tomense, destacando-se ter sido membro do Rotary Club e Cônsul Honorário do Reino da Espanha.

Pela história de uma vida feita em São Tomé, mas sempre com ligação a Portugal, Victor Cruz, foi homenageado na tarde da última quarta feira pelo Estado português.

O Embaixador Luís Gaspar da Silva, anunciou que em nome do Presidente da República Portuguesa e por incumbência do mesmo Chefe de Estado português, «é-lhe outorgada a Ordem de Mérito Empresarial no grau de Comendador». Abel Veiga – São Tomé e Príncipe in “Téla Nón”

Portugal - Universidade de Lisboa vai abrir cursos de engenharia em Xangai

A Universidade de Lisboa está a ultimar a parceria com a Universidade de Xangai, para a abertura, já no próximo ano, de três cursos de engenharia naquela universidade chinesa. O currículo dos cursos, o nome dos professores, a forma como vai ser ensinado e o modelo financeiro “já estão fechados"

O estabelecimento de ensino português prevê a abertura dos cursos já em 2020, e o objetivo é abrir as três licenciaturas, num total de 60 vagas.

Em entrevista ao Jornal de Negócios e à Antena 1, António Cruz Serra, adiantou que “nesta nova escola vão ser lecionados três cursos de engenharia, civil, eletrotécnica e de computadores e engenharia do ambiente.

“Haverá também mestrados nestas áreas, mas que só devem avançar no ano seguinte ao lançamento da escola”, referiu o reitor da Universidade de Lisboa.

Os cursos vão funcionar em Xangai durante a licenciatura, exceto num semestre, que será em Lisboa.

"Portanto os alunos chineses virão para Lisboa um semestre, quer na licenciatura, quer no mestrado, nós daremos 30% de todas as aulas, quer em Xangai, quer em Lisboa, e, de licenciatura, e seremos responsáveis por 50% de todas as aulas nos mestrados, É uma grande operação, que envolve recursos grandes, isto tem que se fazer com dimensão", explicou.

Serão deslocados também professores da Universidade de Lisboa para Xangai.

O ensino destes cursos na faculdade da Universidade de Lisboa em Xangai será realizado em inglês, mas terá uma segunda língua, nomeadamente portuguesa, “que permitirá que os estudantes tenham obrigatoriamente, disciplinas de português”. In “Revista Port. Com” - Portugal

Galiza – Crianças galegas vão à escola do outro lado do rio Minho



A proximidade e a aprendizagem da língua portuguesa estão entre as razões apontadas pelas famílias da Galiza ouvidas pela Lusa para justificar a frequência das suas crianças de creches em Vila de Cerveira, no Alto Minho.

“Escolhemos a creche em Vila Nova de Cerveira pela proximidade e porque consideramos muito importante que a nossa filha, desde cedo, aprendesse outra língua”, disse à Lusa, Andreia Rodriguez.

Residente no concelho vizinho de Tomiño, a família Rodriguez atravessa todos os dias o rio Minho, através dos cerca de 500 metros da ponte internacional que liga a localidade galega até à vila situada no distrito de Viana do Castelo para que a filha, de um ano, frequente a creche da Santa Casa da Misericórdia.

A Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS) dispõe ainda de jardim de infância. Nas duas respostas estão 81 crianças dos três meses aos seis anos, sendo que 11 são galegas.

Em Vila Nova de Cerveira não há rede pública de creches e jardins de infância, mas Câmara local apoia as duas IPSS concelho. Além das respostas da Santa Casa, que recentemente foi cofinanciada pelo município nas obras de beneficiação das estruturas, a autarquia apoia ainda a creche do centro social e paroquial de Campos, que funciona num dos polos da zona industrial, em instalações municipais.

A filha de Andreia Rodriguez está na sala dos mais pequenos da creche da Santa Casa da Misericórdia, também pelo “horário alargado” que lhe dá “mais liberdade” do que o praticado pela rede galega, onde “pagaria menos”, por ter convenção com o Estado.

“Em Vila Nova de Cerveira fica-nos mais caro, mas preferimos a qualidade”, destacou.

Quando chegou à creche da Santa Casa já levava “boas referências” de outras famílias galegas.

“Conhecíamos outros casais amigos que tinham colocaram os seus bebés em Cerveira e tinham ficado muito satisfeitos. Gostei muito das condições da creche e a forma como os funcionários cuidam a infância”, referiu.

Em 2008/2009, Adele, filha de Francisco Pereira, foi das primeiras crianças galegas a frequentar aquela instituição. Agora tem 11 anos e frequenta o sexto ano de escolaridade, também num agrupamento de Vila Nova de Cerveira, apesar de a família continuar a residir do outro lado do rio internacional.

A falta de vagas na aldeia de Goián, concelho de Tomiño, onde a família reside levou-o à creche da Santa Casa, “a cerca de cinco minutos de distância”, explicou Paco, como é conhecido, de 69 anos.

Técnico de máquinas, aposentado, Paco apontou o contacto com o português como outro dos fatores que pesou na decisão.

“Há estudos psicológicos que demonstram que uma criança que cresce a aprender outro idioma desenvolve-se melhor”, observou.

A diretora, Cristina Malheiro, destacou que, “de ano para ano, a procura por parte de famílias galegas tem vindo a aumentar” porque “nem a distância nem a língua” são “barreiras” num relacionamento “antigo e muito forte” entre as duas localidades.

“As famílias acabam por se relacionar entre elas. Criam-se laços entre os próprios adultos e frequentam a casas uns dos outros. Até porque os galegos não procuram só a creche como a piscina e outras ofertas que temos na vila”, reforçou.

A creche e o jardim de infância funcionam todo o ano, “sem paragens em agosto”, das 07:30 às 18:30 (hora portuguesa).

Criada há 13 anos, a creche de apoio às empresas instaladas na zona industrial de Campos, foi construída pela Câmara de Vila Nova de Cerveira, mas é gerida pelo centro social e paroquial da freguesia.

Tem capacidade para 75 crianças até aos três anos, sendo que este ano têm três bebés galegos. Uma delas é a filha de 18 meses de Sílvia Fontan.

Silvia vive em Tomiño e trabalha em Vila Nova de Cerveira, “pertinho” do equipamento onde a filha mais velha também frequentou o pré-escolar.

Além da proximidade, a “confiança” nos serviços da creche determinam a escolha.

A diretora, Severina Ribeiro, explicou que a creche foi para responder às necessidades dos trabalhadores das empresas instaladas nos dois polos industriais criados pela autarquia na freguesia de Campos.

“Todos os anos temos procura de famílias galegas, mas essa procura está muito dependente da dinâmica da zona empresarial porque os nossos meninos são filhos dos trabalhadores das empresas da zona industrial”, explicou.

Segundo Severina Ribeiro, “o horário de funcionamento da creche, entre as 05:30 às 19:00, para acompanhar os turnos das fábricas e a localização, no Centro de Apoio às Empresas, no polo II da zona industrial” são os fatores apontados pelos encarregados de educação.

Para o presidente da Câmara de Vila Nova de Cerveira, Fernando Nogueira, este relacionamento reflete a “grande de confiança” que existe entre as populações das duas localidades.

“É uma confiança que se traduz na qualidade dos serviços prestados nesta área educativa no município de Vila Nova de Cerveira e, no excelente relacionamento entre os municípios de fronteira, como é o caso tão peculiar da eurocidade Cerveira-Tomiño”, reforçou o autarca. In “Bom dia Europa” - Luxemburgo com “Lusa”

domingo, 15 de setembro de 2019

Brasil - Mosquitos transgênicos estão se reproduzindo

Pesquisadores esperavam que descendentes de "Aedes aegypti" geneticamente modificados morressem antes de chegar à fase adulta.

Teste na Bahia acabou, porém, criando nova geração de mosquito, que pode ser mais resistente. Uma tentativa de conter as populações do mosquito Aedes aegypti, que transmite dengue, febre amarela, zika e chikungunya, pode ter fracassado no Brasil.

Aparentemente, as alterações genéticas de mosquitos transgênicos foram transferidas para a população local de insetos. Durante 27 semanas, a empresa britânica Oxitec liberou com aprovação oficial cerca de 450 mil mosquitos transgênicos machos por semana na cidade de Jacobina, na Bahia. A operação visava combater epidemias de dengue, zika e febre amarela. A mudança genética chamada OX513A foi projetada para que a primeira geração de mosquitos, F1, não alcançasse a fase adulta e, portanto, não pudesse se reproduzir.

A esperança do Ministério da Saúde era reduzir a população de mosquitos em 90%. Isso funcionou durante o teste de campo. Depois de 18 meses após o final do experimento, a população de mosquitos, porém, voltou a crescer alcançado o volume anterior ao teste.

A mudança genética dos mosquitos liberados também produziu uma proteína fluorescente que permitia distinguir a primeira geração F1 dos outros mosquitos. Pesquisadores da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, estudaram as alterações genéticas dos mosquitos presentes na região, respectivamente, 12 e entre 27 a 30 meses após a sua liberação.

O resultado destas análises não era o esperado. Os pesquisadores concluíram que partes da mudança genética produzida em laboratório migraram inesperadamente para a população-alvo dos mosquitos locais. Modificação genética foi passada adiante nas várias amostras, entre 10% e 60% dos mosquitos apresentaram alterações correspondentes às dos transgênicos no genoma, indicou um estudo foi publicado na terça-feira (10/09) na revista especializada Nature: Scientific Reports.

Se o teste de campo tivesse ocorrido como inicialmente previsto pelos cientistas, a modificação genética não teria passado adiante para as populações locais porque os descendentes dos transgênicos liberados originalmente não seriam capazes de se reproduzir. No entanto, já se sabia anteriormente a partir de experimentos de laboratório que uma pequena proporção, de cerca de três a quatro por cento dos descendentes de mosquitos OX513A poderia atingir a idade adulta. Os cientistas presumiam, porém, que eles seriam fracos demais para se reproduzir.

Os autores do estudo relatam ainda que os mosquitos, tanto antes quanto após o experimento, continuaram igualmente potenciais transmissores das doenças em questão. A equipe de pesquisa em torno de Jeffrey Powell, em Yale, alertou também que a nova população de mosquitos, criada a partir da liberação dos insetos transgênicos, pode ser mais resistente do que a anterior.

Segundo os pesquisadores, é importante acompanhar esses testes de campo "com um programa de observação para poder detectar mudanças inesperadas". Cientistas críticos da engenharia genética questionam os testes realizados no Brasil.

"A liberação foi realizada precipitadamente, sem que alguns pontos fossem esclarecidos", afirmou o biólogo José Maria Gusman Ferraz ao jornal Folha de S. Paulo. O laboratório de pesquisas de Munique Testbiotech também critica a Oxitec por ter iniciado os testes de campo sem estudos adequados.

"Os experimentos da empresa Oxitec levaram a uma situação em grande parte incontrolável", disse o diretor do laboratório Christoph Then. "Este incidente deverá ter consequências para o uso futuro da engenharia genética", acrescenta. O teste de campo no Brasil não utilizou o controverso método Gene Drive, que fornece aos mosquitos um gene muito assertivo, sempre dominante na reprodução. Pesquisadores que trabalham com Gene Drive em laboratórios estritamente blindados esperam que esse método erradique permanentemente as populações de mosquitos. Essa extinção, porém, seria irreversível. O método nunca foi testado em campo. Fabian Schmidt – Alemanha in “Deutsche Welle”

Só hoje

















Vamos aprender português, cantando


Hoje eu preciso te encontrar de qualquer jeito
nem que seja só pra te levar pra casa
depois de um dia normal
olhar teus olhos de promessas fáceis
e te beijar a boca de um jeito que te faça rir
e te faça rir

Hoje eu preciso te abraçar
sentir teu cheiro de roupa limpa
pra esquecer os meus anseios e dormir em paz, em paz
hoje eu preciso ouvir qualquer palavra tua
qualquer frase exagerada que me faça sentir alegria, em estar vivo
hoje eu preciso tomar um café, ouvindo você suspirar

Me dizendo que eu sou causador da tua insônia
que eu faço tudo errado sempre, sempre yeah
hoje preciso de você
com qualquer humor
com qualquer sorriso
hoje só tua presença
vai me deixar feliz, feliz
só hoje

E hoje eu preciso ouvir qualquer palavra tua
qualquer frase exagerada que me faça sentir alegria
em estar vivo amor, vivo sim

Hoje eu preciso tomar um café
ouvindo você suspirar
me dizendo que eu sou o causador da tua insônia
que eu faço tudo errado sempre, sempre sempre

Hoje preciso de você
com qualquer humor
com qualquer sorriso
hoje tua presença
vai me deixar feliz
só hoje

Hoje preciso de você
com qualquer humor
com qualquer sorriso
hoje tua presença
vai me deixar feliz, feliz assim
só hoje

Só hoje

Só hoje

Jota Quest - Brasil



sábado, 14 de setembro de 2019

CPLP – Portugal e Brasil discutem indústrias de Defesa e missões de paz internacionais


O ministro da Defesa brasileiro, general Fernando Azevedo, e o ministro da Defesa nacional, João Gomes Cravinho, estiveram juntos num encontro no Forte de São Julião da Barra, em Oeiras, para debater temas como o reforço da cooperação bilateral, indústrias de Defesa, assuntos de Defesa no âmbito da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) e as participações em missões internacionais

A reunião entre os dois ministros, que decorreu na passada quarta-feira, 11 de setembro, é a terceira desde que os governantes assumiram funções e, segundo João Gomes Cravinho, “demonstram as boas relações entre os dois países”.

“Além de Portugal ser o nosso berço, o nosso parceiro histórico, o país será a porta de entrada do KC390 na Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), na Europa, no Médio Oriente”, afirmou o general Azevedo, durante o encontro.

A reunião aconteceu depois da assinatura, a 22 de agosto, de um “acordo histórico” entre Portugal e o Brasil para a aquisição, pelo Ministério da Defesa de Portugal à brasileira Embraer, de cinco aviões militares KC-390, por 827 milhões de euros.

Outro tema abordado neste encontro foi a possibilidade dos dois países participarem em missões internacionais.

João Gomes Cravinho recordou que os dois Estados já têm experiência nesta área, nomeadamente “a integração de militares brasileiros na missão de formação do Exército da República Centro Africana”.

“Essa primeira experiência creio que nos dará lições interessantes como repetir, desenvolver e alargar para outros planos”, adiantou.

Confrontado sobre a questão da Amazónia, o ministro da Defesa brasileiro sublinhou que, em dez anos, o contingente das Forças Armadas passou de 20 mil para 45 mil.

Esta presença, disse, garante a soberania nessa região que “foi um legado dos portugueses”. Também o ministro Augusto Heleno defendeu, em entrevista à Lusa, que a “história da Amazônia deve muito aos militares portugueses”. In “Revista Port. Com” - Portugal

Nações Unidas – Assembleia Geral aprova resolução sobre cooperação com a CPLP

A Assembleia Geral das Nações Unidas aprovou no dia 12 deste mês, por aclamação, uma resolução sobre cooperação com a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP)



O documento foi apresentado por 17 países. Além dos Estados-membros da CPLP, nações como Espanha, França ou Venezuela foram consignatárias da proposta.

A resolução foi apresentada pelo representante permanente de Cabo Verde junto da ONU, José Luís Rocha.

O embaixador sublinhou a importância desta iniciativa e explicou que esta “é um reafirmar da importância da cooperação regional, ao abrigo do capítulo 8º da Carta das Nações Unidas, através da qual as Nações Unidas estabelecem relações com organizações regionais com os mesmos objetivos, neste caso estamos a falar dos direitos humanos, do desenvolvimento sustentável, da erradicação da pobreza, da paz.”

No seu discurso na ONU, o José Luís Rocha lembrou que a CPLP oficializou sua relação com a ONU há 20 anos, quando a Assembleia Geral aprovou seu estatuto de observador em 18 de novembro de 1999.

Objetivos

O representante de Cabo Verde, país que detém atualmente a presidência da CPLP, afirmou que “o português contribui bastante para o reforço do multilinguismo à escala mundial, um tema acolhido pelas Nações Unidas.”

Na resolução, os Estados-membros reconhecem a relevância da língua portuguesa nas relações internacionais, dizendo que “unifica mais de 278 milhões de pessoas em nove países e quatro continentes.”

O documento destaca o compromisso da CPLP em resolver questões universais como segurança alimentar, promoção e proteção dos direitos humanos e igualdade de género.

A resolução lembra igualmente a 12ª Conferência de Chefes de Estado e de Governo da Comunidade Portuguesa, que aconteceu em Santa Maria, Cabo Verde, em julho do ano passado. O tema do evento foi “O povo, a cultura e os oceanos”.

Durante o encontro, a CPLP deu o estatuto de observador a oito novos países e instituições, como Andorra, Argentina, Chile, França, Itália, Luxemburgo, Sérvia, Reino Unido e Organização dos Estados Ibero-americanos de Educação, Ciência e Cultura.

Alterações climáticas

A resolução reconhece “o impacto de eventos climáticos extremos e a importância da assistência humanitária prestada recentemente a países da comunidade”. O texto dá o exemplo de Moçambique, que foi afetado por dois ciclones no início do ano, e Cabo Verde, que está a ser fustigado por secas extremas.

Quanto a esta temática, o documento “enfatiza a necessidade de uma abordagem articulada e multidisciplinar em resposta a esses fenómenos, a fim de fortalecer as capacidades nacionais e abordar as suas consequências de maneira rápida e eficaz.”

Paz e segurança

Em relação à cooperação na área da construção e manutenção da paz, a resolução destaca que é importante “aumentar sinergias e garantir a coerência e complementaridade desses esforços.”

Sobre a Guiné-Bissau, defende que é necessário “continuar a tomar medidas concretas em direção à paz, segurança e estabilidade política”, segundo o Acordo de Conacri, assinado em 14 de outubro de 2016.

O documento enfatiza igualmente o “apoio contínuo da comunidade internacional” àquele país.

Segundo a resolução, o Escritório Integrado de Construção da Paz das Nações Unidas na Guiné-Bissau, Uniogbis, tem tido um papel importante na promoção do diálogo, na consolidação da ordem constitucional, na implementação de reformas e no combate ao narcotráfico e à impunidade. In “Revista Port. Com” - Portugal

CPLP - Antigo responsável diz que mobilidade é crucial para valorizar organização

Óbidos - O antigo secretário-executivo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) Murade Murargy defendeu que a mobilidade dos cidadãos no espaço lusófono, atualmente em debate, será "um elemento crucial" para valorizar a organização.

"Hoje está em discussão, a nível de governos, a questão da mobilidade no espaço comunitário. Se conseguirmos ultrapassar alguns constrangimentos internos, a mobilidade vai permitir, numa primeira fase, a circulação de vários grupos profissionais. Estarão criadas as condições para se incrementar o intercâmbio cultural, desportivo, intelectual, empresarial, mobilidade do conhecimento e da inovação", defendeu o diplomata moçambicano, numa intervenção, divulgada por vídeo, no encerramento da conferência "Perspetivas de Valorização da CPLP", organizada pela Global CPLP Iuris - Associação Jurídica de Advogados dos Países da CPLP e pelo município de Óbidos.

Para Murargy, que liderou o secretariado-executivo da comunidade lusófona entre 2012 e 2016, considerou que a facilitação da circulação dos cidadãos no espaço da CPLP será "um grande e importante passo para o reencontro" dos povos dos países de língua portuguesa.

"A mobilidade é um elemento crucial para a valorização da CPLP", sublinhou.

O antigo secretário-executivo considerou que "durante muito tempo, a CPLP foi apropriada pelos seus respetivos governos", com cada um a utilizar a comunidade "como seu instrumento privilegiado da sua política externa na defesa dos seus próprios interesses junto de organizações internacionais, na promoção e difusão da língua portuguesa e na realização de algumas ações pontuais e mitigadas de cooperação em áreas sociais, sem um impacto significativo na vida real dos nossos povos".

Mas, avisou, a CPLP não se resume aos governos dos nove países que a constituem: "É também os parlamentos, os órgãos judiciais e a sociedade civil organizada dos nossos países que também clamam por um espaço", referiu.

Murade Murargy disse esperar que a Nova Visão Estratégica, adotada na cimeira de Brasília em 2016, "abra espaços para uma maior aproximação da comunidade aos seus cidadãos".

A valorização da CPLP passa por definir "ações que permitem aos povos da nossa comunidade se conhecerem melhor, explorar conjuntamente, através das suas empresas, associações comerciais, as várias oportunidades que se lhes oferecem para melhorar as suas vidas".

A língua portuguesa é outro fator de valorização da CPLP.

Além de ser "um valor económico", deve promover uma maior aproximação entre os povos lusófonos, "através de uma cooperação solidária, fraternal, mutuamente vantajosa, em preconceitos ou ideias preconcebidas".

Murargy sustentou ainda que a CPLP é "uma organização que faz a diferença" e que "é cobiçada por tantos outros países que se associam".

"Seria oportuno nos interrogarmos sobre a razão de ser dessa avalanche tão assinalável dos membros associados", comentou.

A CPLP tem nove países-membros (Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste) e tem 18 países e uma organização (Organização dos Estados Ibero-Americanos) como observadores associados.

A promoção da mobilidade na CPLP é uma proposta conjunta de Cabo Verde, que detém atualmente a presidência rotativa da organização, e de Portugal, a quem compete o secretariado-executivo. In “Sapo Timor-Leste” com “Lusa”

Lusofonia - Polícias dos PALOP e Timor-Leste assinam memorando para combater crime organizado

As Polícias de Investigação Criminal dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) e Timor-Leste assinaram ontem um memorando para combate ao crime organizado, em especial de estupefacientes



A assinatura do documento é o culminar dos trabalhos do 3.º fórum de reflexão, partilha e criação de redes colaborativas entre polícias de investigação criminal, que durante três dias reuniu representantes dos PALOP e Timor-Leste.

Na última sessão juntaram-se a estes profissionais representantes do Centro de Análises e Operações Marítimas-Narcóticos (MAOC-N) de França, Irlanda, Itália, Holanda, Reino Unido, Espanha e Estados Unidos da América.

No Memorando de Entendimento as policias de investigação criminal comprometem-se a cooperar na luta contra todo o tipo de criminalidade organizada e outras formas de crimes graves, em especial contra o tráfico de estupefacientes e a criar pontos de contacto assim como acordam ser importante o intercambio rápido e eficaz de informações para fins de investigação e auxílio judiciário mutuo, bem como no âmbito do apoio às operações e às investigações.

O documento é composto por 11 princípios e realça a necessidade de encarar a investigação criminal “de uma forma frontal, séria e adequada aos movimentos de transformação a que se tem assistido no fenómeno do tráfico de estupefacientes e às áreas onde o mesmo é mais problemático, nomeadamente a atividade marítima”.

Por outro lado, defendem que é oportuno que seja averiguada a possibilidade de serem criadas equipas pluridisciplinares integradas a nível nacional e sublinham a eficácia de técnicas como a vigilância eletrónica e as operações encobertas e as entregas controladas.

“É nossa intenção facilitar a cooperação internacional nestes domínios, tendo plenamente em conta as exigências impostas pelo direito, liberdades e garantias fundamentais e pelo Direito Internacional dos Direitos Humanos”, referem.

Para permitir rapidez e eficácia na execução de cartas rogatórias e outros pedidos judiciais, as polícias referem estar empenhadas em desenvolver boas práticas no que respeita ao auxílio judiciário mútuo em matéria penal.

Alguns países dos PALOP enfrentam atualmente um aumento do trafico de substâncias ilícitas.

Na quarta-feira, o Gabinete das Nações Unidas contra a Droga e o Crime (UNODC) alertou que Moçambique se tornou num corredor de grandes volumes de substâncias ilícitas, principalmente, heroína, defendendo uma maior cooperação internacional para a prevenção desse mal.

"Após melhoria das capacidades de aplicação da lei marítima pela vizinha Tanzânia e no Quénia, apreensões recentes sugerem que um grande volume de produtos ilícitos está a ser agora traficado por Moçambique", declarou César Guedes, representante do UNODC em Moçambique.

Segundo César Guedes, representante do UNODC em Moçambique, a costa moçambicana é cada vez mais usada como um corredor importante para a heroína proveniente do Afeganistão e em trânsito para outras regiões do mundo defendendo a necessidade de apostar na intensificação da cooperação regional e internacional para estancar a utilização do território como corredor de produtos ilícitos.

Na Guiné-Bissau foi feita recentemente a maior apreensão de cocaína da história do país, quando a Polícia Judiciária (PJ) guineense apreendeu quase duas toneladas desta droga no norte do país – Canchungo e Caio.

Em março, a mesma força de segurança apreendera 800 quilos de droga.

Ontem o ministro da Defesa Nacional português, João Gomes Cravinho, afirmou que aguarda a estabilização da Guiné-Bissau para apoiar as Forças Armadas do país nas funções de soberania e impedir que o território seja utilizado para o narcotráfico.

O 3.º Fórum de reflexão, partilha e criação de redes colaborativas entre polícias de investigação criminal, que hoje terminou , realizou-se no âmbito do Projeto de Apoio à Consolidação do Estado de Direito nos PALOP e Timor-Leste (PACED), em parceria com o Instituto de Ciências Jurídico-Políticas (ICPJ) da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa e o MAOC-N, e tem por temática central o enquadramento jurídico-internacional do combate ao tráfico ilícito de estupefacientes por mar e a operacionalização do artigo 17º da Convenção das Nações Unidas sobre o Tráfico Ilícito de Drogas Narcóticas e Substâncias Psicotrópicas.

O PACED nasce da parceria da União Europeia com os PALOP e Timor-Leste e tem como objetivos a afirmação e consolidação do Estado de Direito nestes países, assim como a prevenção e a luta contra a corrupção, o branqueamento de capitais e a criminalidade organizada, em particular, o tráfico de estupefacientes. In “Sapo Timor-Leste” com “Lusa”

sexta-feira, 13 de setembro de 2019

Guiné-Bissau e Cabo Verde não conseguiram ir ao encontro do espírito e combate de Amílcar Cabral segundo investigador

Cidade da Praia – O consultor jurídico e investigador em políticas nacionais e comunitárias António Tavares afirmou que a Guiné-Bissau e Cabo Verde não conseguiram ir ao encontro daquilo que foi espírito e combate de Amílcar Cabral.

Em declarações à Inforpress, precisamente no dia do 95º aniversário do nascimento do “pai da nacionalidade dos dois países”, aquele investigador da Organização não Governamental Madinter Internacional realçou que Amílcar Cabral lutou pela união de Guiné-Bissau e Cabo Verde.

“Cabral sempre sonhou, de facto, que Guiné-Bissau e as ilhas de Cabo Verde seriam a realidade futura de dois Estados livres e independentes, que, em jeito de federação, tentariam coabitar a irmandade e fazerem a afirmação de um estado onde todos têm o direito ao solo e ao sol”, lembrou.

Conforme avançou, com Cabral não havia a diferença entre homens e mulheres. Aliás, recordou ele, Amílcar Cabral foi o “primeiro homem a lutar pela igualdade do género”.

Analisando tudo isso, aquele investigador admitiu que os dois Estados, que no passado estiveram unidos na luta pela libertação, não conseguiram pôr em marcha o sonho “daquele que idealizou Nação coesa para seus compatriotas”.

“Para recuperar o legado de Amílcar Cabral, é necessário um projecto de transformação profunda da estrutura do Estado, mas com a participação do povo nesta mudança”, defendeu.

Em jeito de análise, António Tavares afirmou que a Guiné-Bissau, desde a sua criação, “nunca conseguiu afirmar-se como uma Nação” independente e soberana.

“Seu grande problema está, precisamente, na cultura política inexistente, na forma como a árvore foi plantada e, sobretudo, na sua irreflectida adesão à Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO)”, admitiu.

Segundo o mesmo, a eleição de 24 de Novembro, na Guiné-Bissau, não foi “muito bem reflectida”, isto tendo em conta que grande numero dos cidadãos “não constam no caderno eleitoral”.

Isso, conforme observou, contribui para mais instabilidade política naquele país.

“É preciso pensar nas causas concretas que estão a levar a Guiné-Bissau ao precipício”, avançou, reforçando que Cabo Verde, um país que, de acordo com ele, foi irmão daquela Nação, deveria ajudá-la a sair desta situação.

Amílcar Cabral nasceu em Bafatá, Guiné-Bissau, a 12 de Setembro de 1924.

Filho de Juvenal Cabral e Iva Pinhel Évora, Cabral foi poeta, agrónomo, fundador do PAIGC e “pai” da independência conjunta de Cabo Verde (5 Julho de 1975) e Guiné-Bissau (oficialmente a 10 Setembro de 1974).

Assassinado a 20 de Janeiro de 1973, na presença da sua mulher Ana Maria, em Conacry, Amílcar Cabral assume uma figura de destaque no continente Africano, como um dos líderes mais influentes. In “Inforpress” – Cabo Verde

Moçambique - Projecto Mozambique LNG apresenta oportunidades de negócios em Cabo Delgado

O projecto Mozambique LNG, liderado pela Anadarko, realizou na cidade de Pemba, um seminário para apresentação a fornecedores locais das oportunidades de contratação no projecto. Esta é mais uma iniciativa que visa maximizar a participação do conteúdo local no projecto e que vai ser replicada, ainda no corrente mês, na cidade de Maputo.

Na ocasião, a CCS JV, o consórcio contratado para Engenharia, Procurement e Construção no âmbito do projecto Mozambique LNG, apresentou detalhadamente diversas oportunidades de contratação, incluindo os valores estimados de contrato e o horizonte temporal, nas áreas de agricultura e pecuária, serviços administrativos, equipamentos capitais, obras e instalações temporárias, comunicações, consumíveis para construção, gestão de acampamento, materiais de construção brutos e manufacturados, equipamento de protecção individual, serviços especializados e transporte.

Por sua vez, o IPEME apresentou, entre outros, o seu papel como promotor de oportunidades do projecto Mozambique LNG e o INNOQ o seu papel na certificação.

Dayne Kells, Gestor da Anadarko para a Industrialização do Norte, afirmou: “este seminário é parte do trabalho conjunto contínuo que temos vindo a realizar com o Governo de Moçambique e parceiros relevantes para maximizar a participação do conteúdo local no projecto Mozambique LNG. Hoje, o nosso foco é apresentar uma actualização das oportunidades disponíveis no Plano Prospectivo de Aquisições”.

Dayne Kells acrescentou: “acreditamos firmemente que o desenvolvimento de fornecedores locais é estratégico para o Projecto Mozambique LNG, pois isso permite-nos contribuir para o desenvolvimento sustentável de Moçambique e, ao mesmo tempo, trazer benefícios aos nossos accionistas. De facto, a aquisição local de bens e serviços é estratégica para o projecto, pois a substituição de importações de alto custo pode representar uma poupança significativa. É igualmente um importante catalisador para facilitar a criação de empregos para os moçambicanos e para o crescimento económico do país”.

O projecto Mozambique LNG espera gastar cerca de 2,5 mil milhões de dólares americanos com empresas de propriedade moçambicana ou registadas em Moçambique ao longo dos cerca de 5 anos do período de construção das instalações de GNL.

O projecto Mozambique LNG será o primeiro projecto de GNL onshore em Moçambique, inicialmente composto por dois módulos de produção de GNL com capacidade total de 12,88 milhões de toneladas por ano (MTPA) para apoiar o desenvolvimento dos campos de Golfinho/Atum localizados exclusivamente na Área 1 Offshore. Este projecto inicial abre o caminho para uma importante futura expansão até 50 MTPA. O Projecto Golfinho/Atum também fornecerá volumes iniciais de aproximadamente 100 milhões de pés cúbicos de gás natural por dia (MMCFD) para uso doméstico em Moçambique.

A Anadarko Moçambique Área 1 Lda. é a operadora da Área 1 Offshore com uma participação de 26,5 por cento. O co-emprendimento inclui a ENH Rovuma Área Um, S.A. (15 por cento), Mitsui E&P Mozambique Area1 Ltd. (20 por cento), ONGC Videsh Ltd. (10 por cento), Beas Rovuma Energy Mozambique Limited (10 por cento), BPRL Ventures Mozambique B.V. (10 por cento) e PTTEP Mozambique Area 1 Limited (8,5 por cento). In “Olá Moçambique” - Moçambique

UCCLA e a Casa da América Latina - Concerto do projeto Viva o Samba



A UCCLA e a Casa da América Latina vão receber no dia 20 de setembro, pelas 18h30, o concerto do projeto Viva o Samba.

Este projeto, que assume protagonismo aos domingos no espaço Titanic Sur Mer, no Cais do Sodré, vem agora dar mais cor, alegria e vida ao jardim das duas instituições.

Sobressaem as cores do samba que se evidenciam e harmonizam com a cultura portuguesa. Dois universos separados por um oceano, que se ‘unem’ numa roda de samba onde toda a gente dança.

Além da música, haverá stands com comida típica.

A abertura de portas será às 16 horas.

Os bilhetes têm o valor de 8€ e poderão ser adquiridos na Ticketline 


Biografia:

O projeto Viva o Samba surge em 2015, no encontro de músicos brasileiros em Lisboa que se reuniam para evocar o repertório clássicos do Samba. Capitaneado pelos irmãos Cícero e Betinho, a roda promove uma experiência única para o espectador, com um ambiente acolhedor, familiar, e o mais importante, com música feita por virtuoses, que entregam ao público excelência e um verdadeiro teletransporte para a cultura brasileira. O seu compromisso é contar a história do samba nas suas múltiplas vertentes, desconstruindo estereótipos e espalhando a sua música pelos sete cantos do globo. Fazendo isso com a responsabilidade de levar o que de mais belo representa o Brasil, sua pluralidade, alegria, criatividade tão bem traduzidas pelo Samba.


Morada:
Avenida da Índia, n.º 110 (entre a Cordoaria Nacional e o Museu Nacional dos Coches), em Lisboa
Autocarros: 714, 727 e 751 - Altinho, e 728 e 729 - Belém
Comboio: Estação de Belém
Elétrico: 15E - Altinho
Coordenadas GPS: 38°41’46.9″N 9°11’52.4″W