Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)
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domingo, 24 de março de 2019

UCCLA - Lançamento do livro “Angola - A Hora da Mudança”

A análise sociopolítica, histórica e cultural sobre África e Angola está na génese do livro da autoria de Adolfo Maria “Angola - A Hora da Mudança” que será lançado na UCCLA no dia 27 de março, pelas 18h30.



 
O livro tem a chancela das Edições Colibri.
 
 
Sinopse do livro “Angola - A Hora da Mudança”:
- textos de carácter sociopolítico, histórico e cultural sobre África e Angola;
- as análises sociopolíticas incidem particularmente sobre os últimos anos de exercício do poder de José Eduardo dos Santos e o novo ciclo inaugurado pelo presidente João Lourenço;
- entre muitos temas versados destacam-se as reflexões sobre: sociedade civil e seu empoderamento; intervenção cívica; democratização; construção do Estado e transparência da vida pública; poder local; elites dirigentes.  UCCLA
 
Biografia de Adolfo Maria:  
Adolfo Maria, nascido em Luanda, entregou-se desde a sua juventude à luta nacionalista para a independência do seu país. Participou no combate cultural (Sociedade Cultural de Angola, jornal Cultura e Cine Clube de Luanda), nos anos 1950; no combate político (no PCA e no MLNA), o que lhe valeu a prisão pela polícia política portuguesa, a PIDE, em 1959; e no combate armado (nas fileiras do MPLA) nos anos 60 e 70 do passado século.  
Dentro da luta nacionalista, participou no combate pela democracia no seio do MPLA, em 1974, como membro da tendência Revolta Activa, o que originou um mandado de captura contra vários elementos dessa tendência, em Abril de 1976, cinco meses após a independência de Angola. Adolfo Maria escapou à rusga da polícia do regime, a DISA, e manteve-se escondido durante quase três anos, cessando a sua clandestinidade após o anúncio de amnistia pelo presidente da república; esteve ainda preso pela polícia política e, depois, foi expulso do país em 1979. Esse período que o autor viveu é descrito no seu livro ANGOLA, SONHO E PESADELO e a dramática vivência dessa clandestinidade é-nos transmitida na sua obra ANGOLA NO TEMPO DA DITADURA DEMOCRÁTICA REVOLUCIONÁRIA - POÉTICA DO AUTO-CÁRCERE.
No exílio, Adolfo Maria tem participado em colóquios, conferências, entrevistas e colaborado em publicações angolanas; é membro do painel do programa "Debate Africano" da RDP África. Além dos livros acima citados, publicou ANGOLA - CONTRIBUTOS À REFLEXÃO e os romances NAQUELE DIA NAQUELE CAZENGA e NA TERRA DOS TTR. Todas estas obras foram editadas por "Edições Colibri", em Lisboa.

Morada:
Avenida da Índia, n.º 110 (entre a Cordoaria Nacional e o Museu Nacional dos Coches), em Lisboa
Autocarros: 714, 727 e 751 - Altinho, e 728 e 729 - Belém
Comboio: Estação de Belém
Elétrico: 15E - Altinho 
Coordenadas GPS: 38°41’46.9″N 9°11’52.4″W


terça-feira, 19 de março de 2019

UCCLA - Exposição “Do Que Permanece - Arte Contemporânea Brasil Portugal”



A diversidade cultural do Brasil e de Portugal, a memória e a história do que se constrói e não desaparece, numa multiplicidade de suportes visuais, podem ser visitadas na exposição “Do Que Permanece - Arte Contemporânea Brasil Portugal” que será inaugurada no dia 20 de março, às 18h30, na UCCLA.

Sob a coordenação de Adelaide Ginga (Curadora do Museu de Arte Contemporânea do Chiado) a curadora Carolina Quintela apresenta-nos uma exposição “com especial foco em obras e discursos artísticos de relevância produzidos ou apresentados a partir do ano 2000, e que muito têm contribuído para o bom entendimento e desenvolvimento do valor artístico no panorama da contemporaneidade, esta exposição reúne uma seleção de obras de artistas de nacionalidade brasileira com representação em galerias e em coleções institucionais e privadas em Portugal, assim como de artistas portugueses que no seu percurso tiveram contacto com o Brasil, nomeadamente em residências artísticas”.

A mostra reúne obras dos seguintes artistas brasileiros e portugueses:

Adriano Amaral
Adriano Costa
Alex Flemming
André Cepeda
Bruno Cidra
Ding Musa
Diogo Bolota
Dora Longo Bahia
Efrain Almeida
Gabriela Albergaria
Inês Norton
João Pedro Vale + Nuno Alexandre Ferreira
Luiz Zerbini
Marcelo Cidade
Márcio Vilela
Nelson Leirner
Pedro Neves Marques
Pedro Vaz
Reis Valdrez
Rodrigo Oliveira
Rosana Ricalde
Vik Muniz

A exposição estará patente ao público até ao dia 14 de junho, de 2.ª a 6.ª feira, das 10 às 19 horas (sendo a última entrada às 18h30). A entrada é livre.

Diptico da exposição disponível: aqui

Morada:
Avenida da Índia, n.º 110 (entre a Cordoaria Nacional e o Museu Nacional dos Coches), em Lisboa
Autocarros: 714, 727 e 751 - Altinho, e 728 e 729 - Belém
Comboio: Estação de Belém
Elétrico: 15E - Altinho
Coordenadas GPS: 38°41’46.9″N 9°11’52.4″W

sexta-feira, 1 de março de 2019

Casa de Moçambique em Lisboa - Encontro de Promoção e de Desenvolvimento Económico de Moçambique na UCCLA





A UCCLA vai acolher, de 6 a 8 de março, o Encontro de Promoção e de Desenvolvimento Económico de Moçambique, um evento organizado pela Casa de Moçambique em Lisboa.

O evento - que contará com a presença de diversas personalidades - permitirá dar a conhecer os vários projetos e iniciativas existentes, oportunidades ao nível da participação e influência nos processos de negociação, definição e implementação de medidas de impacto de desenvolvimento económico, envolvendo municípios, governos distritais e provinciais.

Confirme a sua presença através do email casa.mocambique@gmail.com

Morada:

Avenida da Índia, n.º 110 (entre a Cordoaria Nacional e o Museu Nacional dos Coches), em Lisboa
Autocarros: 714, 727 e 751 - Altinho, e 728 e 729 - Belém
Comboio: Estação de Belém
Elétrico: 15E - Altinho
Coordenadas GPS: 38°41’46.9″N 9°11’52.4″W

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

UCCLA - “De Olivença vê-se o mar”



Por ocasião da apresentação da proposta do município de Olivença para se tornar associado da UCCLA, vai ter lugar amanhã, dia 19 de fevereiro, a partir das 10 horas, na sede da organização, um importante evento de intercâmbio empresarial “De Olivença vê-se o mar”.

É um evento carregado de simbolismo e significado tendo em atenção as relações históricas existentes entre Portugal e a cidade de Olivença, que sempre aproximaram os oliventinos e os portugueses, com mais de um milhar de oliventinos a terem hoje uma dupla nacionalidade, a portuguesa e a espanhola, porque a legislação espanhola o permite aos que a requeiram.

À semelhança do que sucede com outras cidades ou regiões de outros países, como Macau ou Santiago de Compostela, há muito associadas da UCCLA e que os estatutos desta permitem, é com muita honra e reconhecimento que vemos agora Olivença propor a sua adesão.

A proximidade das relações existentes, a todos os níveis, e as referências históricas de Portugal, que a cidade de Olivença ostenta em muitos dos seus monumentos, ruas e instituições públicas e privadas, são elementos que, com a adesão do município à UCCLA, reforçarão ainda mais a proximidade, incentivando os fluxos turísticos e criando condições para o intercâmbio de Olivença com os países de língua oficial portuguesa. UCCLA







quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

Lusofonia - Palestra do Centro de Comunicação dos Oceanos




No âmbito do ciclo de Palestras do Centro de Comunicação dos Oceanos, vai decorrer no dia 14 de fevereiro, às 18 horas, a palestra subordinada ao tema "Tecnologia, investigação e a ameaça CO2 nos Oceanos", nas instalações da UCCLA e Casa da América Latina. Esta iniciativa contará com as intervenções de personalidades ligadas à ciência e à biodiversidade.

Oradores:
- Vanda Brotas - Professora Catedrática da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa;
Rita Patrício – Investigadora e colaborada da equipa MARE;
- Ana Faria - Licenciada em Biologia Marinha e Pescas pela Universidade do Algarve e Doutorada em Ecologia Marinha pela Universidade do Algarve.



No dia 28 de fevereiro, às 18 horas, haverá uma 2.ª palestra, nas mesmas instalações, cujo tema em análise será “Tecnologia a serviço do conhecimento dos Oceanos”

Oradores:
- Jorge Freire e José Bettencourt, investigador do CHAM - Centro de Humanidades e membro do projeto ProCASC da Câmara Municipal de Cascais.
Tema: A descoberta da Nau da Índia - Bugio
- Marco Alves - PhD, Coordenador da Área de Modelação Numérica e um dos investigadores da equipa multidisciplinar da WavEC, empresa especializada em soluções na área das energias renováveis marinhas, aquacultura offshore e engenharia dos oceanos.
Tema: A energia das ondas do mar


O Centro de Comunicação dos Oceanos (CCOceanos) - idealizado e organizado pela jornalista náutica Brasileira/Portuguesa Nysse Arruda - é uma iniciativa que visa divulgar e partilhar informação atualizada sobre a variadíssima temática sobre os Oceanos, interligando todos os países de Língua Portuguesa, tornando Portugal num polo de informação acerca dos Oceanos.

A partir de ciclos trimestrais de palestras LiveStream e presenciais, proferidas por personalidades nacionais e internacionais, sediadas em locais emblemáticos de Lisboa e outras cidades do país.

As primeiras palestras CCOceanos 2019 terão lugar em Lisboa no auditório da UCCLA e da Casa da América Latina, nos dias 14 e 28 de fevereiro, das 18 às 19h30, e contam com o apoio da Fundação Vodafone.

Os vídeos das 10 palestras CCOceanos 2018 - que reuniram 37 oradores das mais diversas áreas do saber - estão disponíveis no canal YouTube - CCOceanos Palestras.

Nysse Arruda:

Nysse Arruda é jornalista especializada em náutica há mais de 20 anos em Portugal, tendo sido colaboradora dos jornais Público, Diário de Notícias e Expresso e de diversas outras publicações brasileiras e portuguesas. Foi agraciada com o Prémio Femina 2016 pela Divulgação da Cultura de Matriz Portuguesa.

Autora e CEO do primeiro website sobre desporto à vela em Português – www.nyssearrudasailing.com – entre 2010 e 2013. É também autora de diversos livros sobre o tema publicados no Brasil e em Portugal: Whitbread Race 1989-90; Mar à vista, A Portugal Telecom e a Vela; ISAF Sailing World Championships Cascais 2007; America's Cup World Series-Cascais 2010; Volvo Ocean Race 2011-2012; Viagem Impossível… Mirpuri Foundation; além de uma obra dedicada à capital portuguesa - A Beleza de Lisboa-Eléctrico 28, uma viagem na História, publicada pela Imprensa Nacional-Casa da Moeda em 2010.

Foi repórter especial na Expedição Antárctica Brasileira, a bordo do navio polar Barão de Teffé, da Marinha Brasileira, e na Grand Regatta Columbus 1992, a bordo do Tall Ship polaco Dar Mlodziezy.
  

Morada:
Avenida da Índia, n.º 110 (entre a Cordoaria Nacional e o Museu Nacional dos Coches), em Lisboa
Autocarros: 714, 727 e 751 - Altinho, e 728 e 729 - Belém
Comboio: Estação de Belém
Elétrico: 15E - Altinho
Coordenadas GPS: 38°41’46.9″N 9°11’52.4″W

domingo, 27 de janeiro de 2019

UCCLA - Curso Livre História de Angola começa dia 29 de janeiro



Pela segunda vez, a Mercado de Letras Editores e a UCCLA estão a organizar a 2.ª edição do Curso Livre História de Angola.

Com a coordenação do Professor Doutor Alberto Oliveira Pinto, a 2.ª edição do Curso Livre História de Angola, prolongar-se-á pelos meses de janeiro a julho de 2019, ao longo de 26 sessões, que decorrerão às terças-feiras de cada semana, às 18 horas. 

À semelhança do que aconteceu na 1.ª edição, também nesta edição, serão convidadas uma série de individualidades cujos nomes serão anunciados tão breve quanto possível.

As condições de inscrição encontram-se disponíveis aqui.

Qualquer questão poderá ser endereçada para o email:

Nota biográfica do Professor Doutor Alberto Oliveira Pinto:

Alberto [Manuel Duarte de] Oliveira Pinto nasceu em Luanda, Angola, a 8 de janeiro de 1962. Licenciou-se em Direito pela Universidade Católica Portuguesa, em 1986. É Doutorado (2010) e Mestre (2004) em História de África pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, onde colaborou como docente no Departamento de História. Lecionou igualmente noutras universidades portuguesas. Presentemente é Investigador do Centro de História da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e do CEsA - Centro de Estudos sobre África e do Desenvolvimento do Instituto Superior de Economia e Gestão.

Como ficcionista publicou diversos romances e é autor de múltiplos livros de ensaio sobre a história de Angola, com destaque para História de Angola. Da Pré História ao Início do Século XXI (2016), primeira experiência no género em 40 anos de Independência de Angola, cuja 3.ª edição se prevê para breve. 

Em 2016, foi presidente do Júri do Prémio Internacional em Investigação Histórica Agostinho Neto da Fundação António Agostinho Neto (FAAN). No mesmo ano foi, pela segunda vez, vencedor do Prémio Sagrada Esperança 2016 com o livro de ensaios Imaginários da História Cultural de Angola.

Em 2018, coordenou o Curso Livre História de Angola/UCCLA/Mercado de Letras Editores, iniciativa igualmente inédita e com enorme adesão, do qual se prepara uma nova edição mais desenvolvida.




Morada:
Avenida da Índia, n.º 110 (entre a Cordoaria Nacional e o Museu Nacional dos Coches), em Lisboa
Autocarros: 714, 727 e 751 - Altinho, e 728 e 729 - Belém
Comboio: Estação de Belém
Elétrico: 15E - Altinho
Coordenadas GPS: 38°41’46.9″N 9°11’52.4″W

sábado, 26 de janeiro de 2019

Prémio Literário UCCLA - Novos Talentos, Novas Obras em Língua Portuguesa

Candidaturas até 24 de Fevereiro de 2019



As candidaturas à 4.ª edição do Prémio Literário UCCLA - Novos Talentos, Novas Obras em Língua Portuguesa foram prolongadas até ao dia 24 de fevereiro de 2019.

O Prémio Literário UCCLA - Novos Talentos, Novas Obras em Língua Portuguesa tem como objetivo estimular a produção de obras literárias, nos domínios da prosa de ficção (romance, novela e conto) e da poesia, em língua portuguesa, por novos talentos escritores.

Trata-se de uma iniciativa conjunta da UCCLA, Editora A Bela e o Monstro e Movimento 2014, que conta com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa.

A participação na presente edição deverá ser feita até às 24h00 do dia 24/02/2019, por correio eletrónico, para o endereço:
premiouccla.quartaedicao@gmail.com.

O prémio (sem valor pecuniário) consiste:

- na apresentação do nome do escritor e título da obra vencedora a 5 de maio de 2019, o dia escolhido pela CPLP como o Dia da Língua Portuguesa;

- na edição do livro vencedor a sua apresentação e venda na próxima Feira do Livro de Lisboa (junho de 2019), com o jornal Público nos quiosques de Portugal e nas livrarias da FNAC;

- no convite com tudo pago (viagem aérea, alimentação e alojamento) para apresentar uma comunicação no próximo Encontro de Escritores de Língua Portuguesa que a UCCLA organiza anualmente fora de Portugal;

- na apresentação noutras cidades portuguesas e países (em anos anteriores foi apresentado também em Macau – Script Road/Festival Literário de Macau, e na cidade da Praia, em Cabo Verde).

Constituição do Júri:
António Carlos Secchin, Brasil
Germano de Almeida, Cabo Verde
Inocência Mata, São Tomé e Príncipe
Isabel Pires de Lima, Portugal
José Luís Mendonça, Angola
José Pires Laranjeira, Portugal
Maria de Fátima Fernandes, Biblioteca Nacional de Cabo Verde 
Rui Lourido, representante da UCCLA
João Pinto de Sousa, representante da Editora A Bela e o Monstro


quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

UCCLA - Lançamento do livro infantil “Simão Balalão” de Olinda Beja



Uma história infantil, de sonhos e de procuras, de um menino que vive numa ilha o “Simão Balalão”, da autoria da escritora Olinda Beja, será lançado na UCCLA, no dia 26 de janeiro, às 15h30.

Com a chancela da Editorial Novembro, o livro será apresentado pela poetisa Regina Correia e pelo fotógrafo e retratista José António Chambel. O acompanhamento musical estará a cargo de Filipe Santo. UCCLA



Sinopse:

Esta é a história de Simão Balalão, o menino ilhéu que tinha no peito o sonho de partir em busca de outros horizontes. Após algumas aventuras mal sucedidas Simão dá conta que só os conselhos da mãe o podem ajudar e finalmente descobre que “a nossa terra é a nossa terra” ou como se diz na língua de São Tomé - tela non sa tela non”

Biografia de Olinda Beja:

Olinda Beja é poeta e narradora de São Tomé e Príncipe. Porém, com apenas dois anos e meio, saiu de seu país e foi viver em Portugal. Sendo tão pequena, não foi responsável pela mudança de território e muito menos pela história que lhe foi sequestrada. Sua poética traz as marcas dessa vivência e as tentativas de reconstruir, ou construir ao seu modo, a identidade. Ao mesmo tempo, a escritora celebra, na tensão entre os dois mundos, África e Europa, a festa da mestiçagem e o encontro de culturas. Olinda Beja venceu em 2013 o maior prêmio literário de São Tomé e Príncipe, o Francisco José Tenreiro, pela obra "A Sombra do Ocá". É esta a inquietante e também dramática biografia de Olinda Beja.” - Texto de Estella Viana, jornalista brasileira ao serviço da RTE - Feira do Livro/Madrid/junho 2017.



Morada:
Avenida da Índia, n.º 110 (entre a Cordoaria Nacional e o Museu Nacional dos Coches), em Lisboa
Autocarros: 714, 727 e 751 - Altinho, e 728 e 729 - Belém
Comboio: Estação de Belém
Elétrico: 15E - Altinho 
Coordenadas GPS: 38°41’46.9″N 9°11’52.4″W

quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

Guiné-Bissau - União Europeia incentiva à utilização de energias domésticas sustentáveis na capital

A UCCLA, a Fundação GALP e a Câmara Municipal de Bissau vão proceder ao lançamento do “Projecto de desenvolvimento de energias domésticas sustentáveis na cidade de Bissau” - FUMUKABA, no próximo dia 10 de dezembro, às 16h30, no Centro Cultural Português, em Bissau. O Secretário-Geral da UCCLA, Vítor Ramalho, estará presente.

No dia 11 de dezembro, pelas 14 horas, no Espaço Verde, frente ao LENOX, proceder-se-á à distribuição de kits às mais de 100 famílias-piloto que serão alvo de um processo de seguimento regular ao longo do projeto.

A ação - com um montante de 1 000 000,00 € financiados em 90% pela União Europeia e em 10% pela Fundação GALP -, iniciada em abril de 2018 e com uma duração de 24 meses, visa incentivar à utilização de gás butano na confeção de alimentos em agregados familiares de bairros de Bissau.

Assim, mais de 25 mil agregados familiares (cerca de 50% das famílias residentes no sector de Bissau) serão beneficiados.

O projeto visa contribuir para:

- reduzir a devastação das florestas na Guiné-Bissau;

- estimular o uso de uma energia limpa, na preparação de alimentos, libertando tempo para  as mulheres, principais responsáveis desta atividade nas comunidades;

- introduzir uma tecnologia segura e com impacto positivo na saúde pública;

- incentivar à criação de novas oportunidades comerciais e a pequenos negócios. UCCLA

quinta-feira, 29 de novembro de 2018

Angola - É absolutamente determinante que a nova realidade seja verdade

O filósofo Fernando dos Santos Neves manifestou o desejo de que "a nova realidade de Angola com democracia, com João Lourenço na Presidência, seja "uma verdade que se torne numa certeza".

Fernando dos Santos Neves, autor do livro «Quo Vadis Angola?», apresentado na União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa (UCCLA), em Lisboa, afirmou que "é absolutamente determinante que esta nova realidade seja verdade".

"Não foi um acaso que a última palavra de João Lourenço, no discurso da tomada de posse como Presidente de Angola, foi democracia, que é uma das necessidades maiores", referiu o autor do livro, que aborda o ecumenismo em Angola no período de 1967 a 2017.

Considerado o pai teórico da Lusofonia, Fernando dos Santos Neves notou que "é preciso começar, o que não significa começar de novo a fazer Angola".

"É preciso começar simplesmente, porque há todo um país para fazer e espero que seja verdade esta nova realidade nos tempos futuros. É o meu desejo, o meu voto e gostaria que fosse uma certeza", reforçou.

"Esta nova realidade em Angola é absolutamente necessária por causa das dificuldades do país", sustentou.

Fernando dos Santos Neves aludiu ao papel de Portugal "para ajudar na construção de Angola, sem entrar em novos colonialismos e sem complexos".

O autor da Declaração de Luanda de 2002 - feita à imagem da Declaração de Bolonha -, declarou que também a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) "deve fazer alguma coisa por Angola".

"A CPLP, que tem sido mais um nado-morto do que outra coisa qualquer, tem de ter um papel mais activo", frisou, salientando que a organização deve também "preocupar-se com tudo aquilo que diz respeito ao desenvolvimento deste espaço lusófono".

O secretário-geral da UCCLA, Vítor Ramalho, que prefaciou a obra "Quo Vadis Angola?", salientou "o profundo conhecimento de Fernando dos Santos Neves da realidade de Angola".

Ramalho realçou "a inevitabilidade da mudança em Angola", referindo-se à saída de José Eduardo dos Santos, depois de mais de três décadas no poder e ao emergir de João Lourenço.

"João Lourenço transmitiu já à opinião pública mundial um conjunto de princípios aceites pela comunidade internacional, entre os quais o combate à corrupção", disse o secretário-geral da UCCLA.

Vítor Ramalho lembrou que o pensador "tomou posições em defesa da liberdade e da independência de Angola e isso conduziu-o a ter de ser exilado, em Paris e em Roma". In “Novo Jornal” – Angola com “Lusa”

domingo, 25 de novembro de 2018

UCCLA - Apresentação do livro “Quo Vadis Angola?” de Fernando dos Santos Neves


A UCCLA vai acolher a apresentação do livro “Quo Vadis Angola? - Socio-Tecnologias Teo-Sociologias 1967-2018” de Fernando dos Santos Neves, no dia 26 de novembro, às 18h30.


Na ocasião haverá intervenções do autor, do professor Esaú Dinis e do Secretário-Geral da UCCLA, Vitor Ramalho, que prefaciou o livro.



Biografia:

Fernando dos Santos Neves é natural de Foz do Sousa - Gondomar-Porto (1932), é doutor em Filosofia/Teologia e Ciências Sociais Aplicadas/Pensamento Contemporâneo pela Universidade Gregoriana de Roma, pela Universidade de Salamanca e pela Universidade Nova de Lisboa. É fundador e 1º Reitor do Instituto Superior Católico de Angola (1967), da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias de Lisboa (1991-2006) e da Universidade Lusófona do Porto (2007-2012); foi Professor de Ciências Políticas na Universidade de Paris VIII (Vincennes), vindo a criar a 1ª Licenciatura de Ciência Política em Portugal (1991) bem como a 1ª Licenciatura de Ciência das Religiões (1998) e o 1º Mestrado em Espaço Lusófono: Cultura, Economia e Política; estruturou nas Universidades Portuguesas a transversalíssima unidade curricular “Introdução ao Pensamento Contemporâneo” (IPC) e a 1ª Unidade de Estudos e Investigação “Ciência, Tecnologia e Sociedade” (UEICTS); lançou as “Semanas Portuguesas de Teologia” (1962), as “Semanas Sociológicas” (1989), a “Sociedade Africanológica de Língua Portuguesa” (SALP/1991), a “Associação dos Cientistas Sociais do Espaço Lusófono” (ACSEL/1994), a “Editorial Colóquios” (Angola, 1968), as “Edições ETC” (Paris, 1973), as “Edições Universitárias Lusófonas” (Lisboa, 1992), a “Editorial Clérigos” (Porto, 2014), a “Kairologia Editora” (Lisboa, 2015) e a K Editora (2017) bem como as “Revistas Lusófonas” de “Humanidades e Tecnologias” (ULHT, Grupo Lusófona), de “Ciência Política e Relações Internacionais” (RES-PUBLICA), de “Ciências Sociais” (CAMPUS SOCIAL), de “Estudos Africanos“ (AFRICANOLOGIA) e do “Pensamento Contemporâneo” (KAIRÓS); em homenagem à famosa 11ª Tese de Marx: “Até aqui os filósofos têm-se contentado em interpretar o mundo de diversas maneiras, mas importa também transformá-lo!”, é autor de várias “ONZE TESES… sobre o Ensino Superior, a Lusofonia, a Regionalização, o Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, etc.”; é considerado o pai teórico da “Lusofonia” (cuja palavra terá feito entrar no vocabulário da Língua Portuguesa) e é autor da “Declaração de Luanda” (Abril 2002) para a criação do “Espaço Lusófono do Ensino Superior” (ELES), á imagem e semelhança da “Declaração de Bolonha” e do “Espaço Europeu de Ensino Superior” (EEES), de que foi, em Portugal, um dos mais destacados pioneiros; proposto ao “Prémio Pessoa” em 1994, 1998 e 2017; “Medalha de Ouro para Portugal” do “American Biographical Institute” em 2008; anunciou, em 2016, a abertura do omnitotidimensional “Espaço Cultural Livros Etcetera”. Desde os anos 60 do século XX que, com os novos termos “Kairologia”, “Refontalização” e “Aggiornamento” vem chamando a atenção para as “Horas Certas” das inadiáveis modernizações das Igrejas e das Sociedades Lusófonas (Concílio Vaticano II, Ecumenismo, Maio 1968, Descolonização, 25 Abril 1974, 10 novembro 2015, “União Europeia”, “CPLP/Comunidade Lusófona”, “Alter-Globalização” etc.). E também desde há anos que desafia a CPLP a instituir o “PRÉMIO LUSOFONIA”, a atribuir anualmente a Personalidades ou Instituições que se hajam notabilizado, em qualquer dos aspetos da atividade humana, na construção efetiva da realidade socio-economico-político-cultural da Comunidade Lusófona. Um velho jornalista português em França publicitou há pouco (2017) um provocador escrito intitulado “Já leu Fernando dos Santos Neves? Se ainda não leu, então leia”!



quarta-feira, 21 de novembro de 2018

UCCLA – Apresenta o livro “Os Silêncios da Guerra Colonial”



Uma abordagem diferente no tratamento da Guerra Colonial, numa perspetiva inovadora de domínios como a “guerra no feminino”, a “morte em tempo de guerra”, o “sexo em tempo de guerra”, entre outros, para além da procura do desejo e do afeto são os ingredientes da obra “Os Silêncios da Guerra Colonial” de Sara Primo Roque, que será apresentada na UCCLA, no dia 22 de novembro, às 18h30.

A obra tem a chancela das Edições Pasárgada, numa edição de novembro de 2017.


Sara Primo Roque licenciou-se em Antropologia, em 1998, pela faculdade de Ciências Sociais e Humanas, pela Universidade Nova de Lisboa. Em 1999 discutiu a sua tese de Licenciatura na qual obteve dezoito valores. Em 2005 terminou o seu mestrado em Colonialismo e Pós-Colonialismo no Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE), obtendo "muito bom" com unanimidade na discussão da sua tese A Guerra Colonial e os seus Silêncios. Participou com alguns textos na revista brasileira Vozes. Atualmente é professora do Ensino Básico.







Morada:
Avenida da Índia, n.º 110 (entre a Cordoaria Nacional e o Museu Nacional dos Coches), em Lisboa
Autocarros: 714, 727 e 751 - Altinho, e 728 e 729 - Belém
Comboio: Estação de Belém
Elétrico: 15E - Altinho
Coordenadas GPS: 38°41’46.9″N 9°11’52.4″W

sábado, 3 de novembro de 2018

UCCLA - Apresentação do livro “A sereia Mánina e seus sapatos vermelhos” de Celina Pereira - Edição em braille e crioulo cabo-verdiano



A UCCLA será palco do lançamento do audiolivro infantojuvenil “A sereia Mánina e seus sapatos vermelhos” de Celina Pereira, no dia 8 de novembro, pelas 18h30.

Trata-se de um obra inédita por ter uma edição em braille e por estar traduzida em crioulo cabo-verdiano, e é resultado de um trabalho de cerca de dois anos.

Com a chancela da Editorial Novembro, esta obra é o reflexo da história que a mãe de Celina Pereira cantava aos filhos quando eram pequenos.

A apresentação do livro estará a cargo da Embaixatriz de Cabo Verde em Portugal, Manuela Soares de Brito.



Biografia de Celina Pereira:

Cantora, Educadora, Contadora de Estórias, Escritora.
O seu primeiro single foi editado em 1979. Em 1986 é editado o seu primeiro disco, "Força di Cretcheu" (Força do Amor), com arranjos e direção musical de Paulino Vieira, que inclui estórias e cantigas de roda, de brincadeira, de casamento e de trabalho.
Em 1990 lançou o LP "Estória, Estória… No Arquipélago das Maravilhas" que contou com a colaboração de Paulino Vieira. Iniciou um trabalho de contadora de estórias em 1991, nos Estados Unidos, nas escolas públicas de Boston.
Edita pela editora francesa Melódie, em 1993, o álbum "Nós Tradição". Participa na compilação "Pensa nisto!...".
No disco "Harpejos e Gorjeios", editado em 1998, canta em crioulo e português. Contou com a direção musical de Zé Afonso. Interpreta a morna "Bejo de Sodade", da autoria de B. Leza, com o fadista Carlos Zel.
Colabora com Martinho da Vila no tema "Nutridinha (nutridinha do sal)" do disco "Lusofonia" de 2000.
"Estória, Estória..." foi reeditado em CD e em formato audiolivro (livro/cassete) pela ONG italiana, CIES (Centro de Informação e Educação para o Desenvolvimento), tendo vários prémios nacionais e internacionais.
"Estória, Estória… do Tambor a Blimundo" é um áudio-livro que pretende recuperar o património expressivo das histórias e jogos de roda tradicionais africanos. As ilustrações são da autoria da italiana Cláudia Melotti e os textos são da autoria de Celina Pereira bem como a adaptação de dois contos africanos. A 2.ª edição desta obra multilingue apresenta-se em português, crioulo, inglês e francês.
Foi condecorada, em 2003, com a Medalha de Mérito - grau comendadora - pelo presidente português, Jorge Sampaio, pelo seu trabalho na área da educação e da cultura cabo-verdiana.
Além dos muitos prémios anteriores foi galardoada em 2014 com o PRÉMIO CARREIRA CVMA/ Cabo Verde Music Awards, em 2015 com o PRÉMIO DE MÉRITO da Multilanguage Schools Foundation, do Funchal, em 2017 com o Prémio Lusofonia em 2017, Oscar Mulher Empreendedora na categoria Música em 2018.



Morada:

Avenida da Índia, n.º 110 (entre a Cordoaria Nacional e o Museu Nacional dos Coches), em Lisboa
Autocarros: 714, 727 e 751 - Altinho, e 728 e 729 - Belém
Comboio: Estação de Belém
Elétrico: 15E - Altinho
Coordenadas GPS: 38°41’46.9″N 9°11’52.4″W