Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)
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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

Portugal – Empresa Tekever desenvolve nova geração de drones para as Forças Armadas britânicas

Portugal reforça o seu posicionamento no setor tecnológico da defesa com a escolha de uma tecnológica nacional para colaborar com o Reino Unido. O projeto da Tekever, designado por NYX, visa o desenvolvimento de Sistemas Aéreos Não Tripulados (UAV) que irão operar em articulação direta com os helicópteros de ataque Apache das Forças Armadas britânicas


De acordo com a Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP), o objetivo central desta parceria é “a criação de soluções capazes de atuar em cenários de elevada complexidade”, pelo que as novas aeronaves não tripuladas serão projetadas para missões de reconhecimento avançado, identificação e sinalização de alvos em tempo real, e neutralização de sinais.

Os sistemas serão dotados de Inteligência Artificial (IA), permitindo que os drones tomem decisões autónomas dentro de parâmetros pré-definidos.

Esta tecnologia visa conferir uma maior adaptabilidade a contextos dinâmicos no terreno, garantindo que as máquinas possam ajustar a sua conduta perante alterações imprevistas na missão.

Esta colaboração estratégica foca-se na otimização de recursos logísticos e na redução do risco humano, procurando aumentar a eficiência operacional das forças envolvidas.

Fundada em 2001 por antigos alunos do Instituto Superior Técnico, em Lisboa, a tecnológica Tekever tem a sua sede principal em Portugal (com forte presença nas Caldas da Rainha e Lisboa), e consolidou-se recentemente como um dos “unicórnios” portugueses — empresas com uma avaliação de mercado superior a mil milhões de euros.

Embora tenha uma ADN e origem 100% nacional, a Tekever é hoje um grupo global com uma operação relevante no Reino Unido, onde possui centros de investigação e desenvolvimento em locais como Southampton e West Wales (País de Gales). In “Bom dia Europa” - Luxemburgo


domingo, 12 de janeiro de 2025

França - Meia centena de empresas portuguesas na feira Maison&Objet em Paris

Realiza-se de 16 a 20 de janeiro a primeira edição de 2025 da feira bianual de mobiliário e decoração Maison&Objet, no Parque de Exposições de Villepinte, em Paris. Esta é uma das feiras internacionais mais importantes da fileira casa, na qual vão estar meia centena de empresas portuguesas



Abrangendo vários ramos (mobiliário, têxtil, bem-estar, mesa, iluminação, artigos decorativos, projetos e espaços de trabalho dedicados a temas específicos), realiza-se desde 1995, e na sua última edição de inverno contou com a presença de mais de 2500 marcas de 62 países, e recebeu cerca de 70.600 visitantes (42% dos quais estrangeiros).

Nesta edição, 55 empresas/marcas portuguesas estarão representadas, numa mostra diversificada do que melhor se faz no nosso país, contando com o apoio da AICEP em Paris. 

A quarta edição da Maison&Objet In The City, experiência complementar à edição de janeiro da feira, decorrerá de 15 a 20 de janeiro, onde mais de 100 marcas e criadores estarão em movimento pela cidade de Paris para apresentar o melhor do ecossistema da decoração. In “Bom dia Europa” - Luxemburgo


segunda-feira, 13 de maio de 2024

Macau - Serviços de Correios e Telecomunicações sem regulamentação legal para supervisionar a Inteligência Artificial

A Inteligência Artificial, os seus desafios e oportunidades foram a tónica da Assembleia-Geral e do Fórum da Associação Internacional das Comunicações de Expressão Portuguesa. As reuniões tiveram lugar em Macau durante dois dias e nelas participou a Direcção dos Serviços de Correios e Telecomunicações da RAEM. A sua directora, Derby Lau, disse que “os CTT estão empenhados em promover a reforma do sector” e que a implementação da Inteligência Artificial em Macau está ainda na “fase inicial”. Já o Secretário para os Transportes e Obras Públicas afirmou que o Governo está a estudar a matéria e espera que em breve haja informação para divulgar


Os Serviços de Correios e Telecomunicações de Macau (CTT) foram uma das entidades presentes nos trabalhos do Fórum e da Assembleia-Geral da Associação Internacional das Comunicações de Expressão Portuguesa (AICEP), que se realizaram em Macau durante dois dias, sob o tema “Criar Valor com Inteligência Artificial”. Derby Lau, directora dos CTT, disse, no discurso proferido no jantar de encerramento, que a empresa está “empenhada em promover a reforma das telecomunicações e em optimizar continuamente as leis e regulamentos no domínio das telecomunicações”.

Fazendo questão de falar em português, como vincou, a responsável sublinhou que com a construção da Grande Baía, “a ligação entre Macau e Hengqin tem vindo a ser reforçada consideravelmente, destacando ainda mais o papel da RAEM como ponte entre a China e os países de língua portuguesa (PLP)”. Assim, reforçou, muitas indústrias nos PLP e na Grande Baía “têm um espaço de cooperação com grande potencial”.

Sobre a utilização da Inteligência Artificial (IA), a directora dos CTT referiu na sua intervenção durante o Fórum que “ainda não existe regulamentação legal para supervisionar a utilização daquela tecnologia, uma vez que a sua implementação na cidade está numa fase inicial”.

O Governo “vai esperar para ver o que acontece e olhar para regulamentos como o quadro da UE”, expressou a responsável, para quem “a extensão das utilizações da IA à vida pessoal tem de ser estudada de perto e as directivas da União Europeia podem servir de orientação”, segundo indicou a “Macau News Agency”.

Também Raimundo do Rosário, Secretário para os Transportes e Obras Públicas, que detém a pasta das telecomunicações e que esteve no jantar de fecho dos trabalhos, admitiu à imprensa de língua chinesa que a reforma do sector das telecomunicações “é difícil e complexa”, afirmando que o Executivo está a estudar a matéria, podendo em breve “haver informação para divulgar”.

Em relação à situação da expiração das licenças da rede fixa da CTM e da MTEL, que acontecerá em Setembro deste ano, Raimundo do Rosário indicou que está a estudar se vai adoptar a renovação por curto prazo e espera que o público dê um pouco de tempo às autoridades, que em breve irão revelar a decisão.

As sessões promovidas pela AICEP contaram com representantes dos nove países e regiões de língua portuguesa, nomeadamente Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Macau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste. O objectivo foi debater os desafios e as oportunidades trazidos pela transformação digital.

O Fórum integrou três grandes painéis temáticos: “Inovar e Desenvolver o Negócio com a IA”, “A Regulação no Desenvolvimento da IA” e “Os Impactos da IA no Mercado de Trabalho”, nos quais se abordaram tópicos como as alterações provocadas pela IA nos sectores de correios e logística, de telecomunicações e de conteúdos, e no mercado de trabalho.

No decorrer do jantar de encerramento, foram, entretanto, entregues os “Prémios AICEP 2024”, em três categorias. Na Inovação, as distinções couberam à “Plataforma Cloud2africa”, da Angola Cables, e à “Plataforma Transregional 5G”, da CTM. Em Liderança foi o presidente do Conselho de Administração da Cabo Verde Telecom, João Domingos Correia, que recebeu o galardão, enquanto o prémio Carreira distinguiu Derby Lau.

Uma vez que a assembleia-geral e o Fórum da AICEP se realizam em locais alternados anualmente, será o Brasil a organizar as sessões de 2025.

Nova tecnologia vai gerar oportunidades de emprego

O presidente dos CTT de Portugal também marcou presença nos trabalhos e admitiu à Agência Lusa que a IA vai “causar perturbações no curto prazo”, mas defendeu que “irá certamente gerar oportunidades de emprego”.

João Bento declara que os CTT em Portugal já estão a usar ferramentas de IA. “Lançámos um chatbot [de conversação] de IA, Helena, no final do ano passado, que já reduz em 30% o número de contactos que precisam de intervenção humana”, o que quer dizer que “tenho menos gente no ‘call center’ para o mesmo nível de resposta”, sublinhou.

Especialistas têm apontado 2024 como o ano em que começará a extinção de empregos devido à utilização de IA, mas João Bento refere que tanto os CTT como os sindicatos dos trabalhadores da empresa “não sentem esse receio”. “Certamente que vamos ter, no curto prazo, tarefas que deixam de ser feitas por pessoas, o que significa que teremos menos necessidades de mão-de-obra, mas isto vai gerar novas oportunidades”, defendeu João Bento.

“Historicamente todos os momentos de fractura tecnológica causaram perturbações no curto prazo, mas geraram sempre ganhos de riqueza e de bem-estar”, reforçou o presidente da empresa lusa de telecomunicações. Vítor Rebelo – Macau in “Jornal Tribuna de Macau” com “Lusa”


quarta-feira, 1 de maio de 2024

Macau - Acolhe Assembleia anual e Fórum AICEP das Comunicações Lusófonas 2024

Sob o lema “Criar Valor com Inteligência Artificial (IA)”, acontece nos dias 9 e 10 de maio, na Região Administrativa Especial (RAE) de Macau, a Assembleia-Geral Anual e o XXXI Fórum AICEP das Comunicações Lusófonas 2024, numa organização da Associação Internacional das Comunicações de Expressão Portuguesa (AICEP).


No dia 9 de maio, pelas 15H00, realiza-se a Assembleia-Geral Anual, a qual vai reunir presidentes, administradores e altos responsáveis das empresas operadoras de comunicações (correios; telecomunicações e comunicações eletrónicas e conteúdos de televisão e media) e dos órgãos reguladores do sector, membros desta associação internacional e oriundos dos nove Países e Território de Língua Oficial Portuguesa (Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Macau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste).

Depois um Jantar de Gala, integra a Cerimónia de Entrega do “Prémio AICEP 2024”, nas categorias de Inovação; de Liderança e de Carreira.

Já o XXXI Fórum AICEP das Comunicações Lusófonas 2024 realiza-se a partir das 09H15 do dia 10 de maio, num contexto de muitos e importantes desafios decorrentes da transformação digital atual e por muitos já considerada como a 4ª Revolução Industrial, na qual o novo e explosivo impulso da Inteligência Artificial (IA), com impacto em quase praticamente todos os aspetos da vida.

“Os extraordinários progressos realizados no domínio da IA estão a ter um impacto cada vez mais profundo na atividade humana, na vida pessoal e social, na política e na economia. A sua utilização pelas empresas e organizações, em geral – que permite que máquinas consigam reproduzir competências semelhantes às humanas, como o raciocínio, a aprendizagem e a criatividade, com o propósito de resolver problemas e criar soluções para diversos aspetos do quotidiano – pode ser uma mais-valia e fonte de novas oportunidades de criação de valor. De facto, a IA aprende por experiência (“machine learning”) e, ao utilizar algoritmos e analisar dados, traz claros benefícios para as organizações que procuram inovar e destacar-se no mercado, designadamente permitindo a automatização de processos, aumentando a eficiência e a redução de custos; proporcionando melhorias na tomada de decisões (através da análise preditiva); diminuindo o erro humano, em particular em processos complexos e repetitivos; permitindo a identificação de oportunidades de mercado e ajudando no processo de criação de novos produtos e serviços personalizados que vão de encontro às necessidades dos clientes e, ainda, detetando fraudes e aumentando a segurança” destaca a organização.

O evento pretende debater o desenvolvimento acelerado de novas ferramentas e aplicações de IA, que tende a constituir-se como o maior motor de inovação e de criação de valor que organizações vão ter ao seu dispor, em diferentes áreas.

O tema deste fórum internacional que Macau acolhe vai permitir debater os desafios e as oportunidades para os setores de correios e logística; de telecomunicações e de conteúdos e audiovisual, bem como as tendências; os casos de uso; as implicações legais e regulatórias e as competências necessárias para a transformação digital baseada em IA.

Constituído por 3 grandes painéis temáticos – “Inovar e Desenvolver o Negócio com a IA”; “A Regulação no Desenvolvimento da IA” e “Os Impactos da IA no Mercado de Trabalho” – como a IA está a revolucionar os negócios dos referidos setores de atividade; quais são as principais questões regulatórias e éticas que envolvem a aplicação da IA nesses setores (v.g. privacidade, segurança, responsabilidade e transparência); como a IA está a impactar o mercado de trabalho e quais são as novas competências exigidas para os profissionais desses setores (competências técnicas, comportamentais e de gestão).

AICEP:

Constituída em 1990, é uma organização não-governamental, sem fins lucrativos e de carácter científico e técnico, que tem o objetivo de promover o estreitamento das relações entre os membros, para a harmonização, desenvolvimento e modernização das comunicações, incluindo o apoio direto e efetivo a programas e projetos nos Países e Território de Língua Portuguesa (CPLP), através de ações de formação e de cooperação para o desenvolvimento.

A AICEP é um espaço de convergência dos parceiros do sector, cuja estratégia se alicerça em sete pilares complementares e interativos, designadamente, Operação, Regulação, Correios, Telecomunicações, Conteúdos (Televisão), Institucional e Responsabilidade Social e tem a missão de promover e apoiar o desenvolvimento sustentável das comunicações na Lusofonia, através da partilha de informação e reflexão; ações de formação; projetos de desenvolvimento; promoção e participação em projetos de interesse comum; divulgação de iniciativas e de melhores práticas.

Enquanto Associação das Comunicações da Lusofonia, agrupa os operadores postais, de telecomunicações e de comunicações eletrónicas, de conteúdos (televisão) e os órgãos reguladores das Comunicações dos Países e Território (Macau/RAEM) da Língua Oficial Portuguesa e é o espaço de encontro, de reflexão, de partilha e de diálogo de todo o universo das comunicações no mundo: da Europa (Portugal) à África (5 PALOP), da América (Brasil) à Ásia (Macau e Timor-Leste). Informações www.aicep.com. In “Mundo Lusíada” - Brasil

quinta-feira, 15 de junho de 2023

Brasil - Portugal mostra-se ao país com empresas competitivas e “altamente tecnológicas”

As autoridades portuguesas e brasileiras organizaram neste dia 13 um seminário empresarial, numa oportunidade para Portugal mostrar o que tem de melhor, num evento que concluiu as celebrações do Dia de Portugal no Brasil, disse o diretor da AICEP Brasil.


“Mostrar o que melhor as empresas portuguesas fazem, numa perspectiva de Portugal moderno, competitivo, aliando com setores mais tradicionais, mas que hoje são altamente tecnológicos”, afirmou à Lusa o diretor da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP) no Brasil, Francisco Saião Costa, à margem do Seminário Empresarial Brasil-Portugal, em Brasília.

Marcaram presença dezenas de empresários e o secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços do Brasil, embaixador Laudemar Aguiar, o secretário de Estado Adjunto do primeiro-ministro português, António Mendonça Mendes, e o embaixador de Portugal no Brasil, Luís Faro Ramos.

Neste evento, frisou Francisco Saião Costa, foi possível trazer” muitos empresários e muitas empresas de diferentes pontos do Brasil”, num espaço de partilha para novas oportunidades de negócio, num “último momento de celebração do Dia de Portugal” em Brasília, com uma “componente económica”, referindo-se às comemorações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, organizado na segunda-feira na Embaixada de Portugal no Brasil.

Em relação ao memorando de entendimento assinado, aquando da visita do Presidente brasileiro, em abril, a Portugal, entre a AICEP e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex), Saião Costa, reforçou que incidirá em ‘startups’ e pequenas e médias empresas, mas também na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).

“Para nós sem uma Apex forte, sem uma integração brasileira na CPLP no âmbito económico não faria sentido”, disse, reforçando ainda que as duas agências têm como objetivo o reforço na capacitação de lideranças no feminino, em projetos de sustentabilidade e transição energética.

Por outro lado, no seu discurso, o responsável pela agência que promove produtos e serviços brasileiros no exterior, Jorge Viana, considerou que Portugal é para o Brasil o “espaço na Europa”, naquela que era uma parceria “adormecida que agora retoma com muita força”.

“Vivemos [segunda-feira] um momento muito especial nessa retomada de relacionamento Brasil-Portugal”, considerou, referindo-se às celebrações do Dia de Portugal na Embaixada de Portugal no Brasil.

Centenas de pessoas estiveram na sessão de abertura, que contou com a presença de outros membros dos Governos de Portugal e do Brasil, e seguiram vários painéis de empresários dos dois países que falaram sobre transição energética e responsabilidade corporativa, segundo a embaixada.

O presidente da Apex liderou uma missão empresarial ao país lusitano em abril. “A ApexBrasil desempenhará um papel fundamental no restabelecimento de uma relação económica, social, política e afetiva sólida entre os dois países, trazendo benefícios para ambas as nações e seus povos. Portugal é o Brasil na Europa!”, afirmou na altura. In “Mundo Lusíada” – Brasil com “Lusa”


sábado, 6 de agosto de 2022

Venezuela - Portugueses querem representante da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal no país

Os empresários luso-venezuelanos querem que Portugal nomeie rapidamente um representante da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP), na Venezuela, para assessorar nos negócios, aproveitando os sinais de reativação da economia local

“O Governo de Portugal tem que voltar a nomear um representante do AICEP na Venezuela”, disse a presidente da Câmara Venezuelana Portuguesa de Comércio e Turismo (Cavenport).

Fátima de Ponte falava à Agência Lusa sobre a “reativação” da atividade comercial, no âmbito da flexibilização da pandemia da covid-19 no país e de alguns sinais de melhoria da situação económica venezuelana que vários empresários dizem estar a acontecer.

“É muito importante essa nomeação, porque será o representante do AICEP quem intermediará nas alianças e assessorará os empresários que queiram vir (investir no país) ou que queira ir (investir em Portugal)”, disse a presidente da Cavenport.

Segundo Fátima Ponte, o AICEP teve, até há poucos anos, “um funcionário” que se deslocava frequentemente até à cidade de Valência (Estado de Carabobo, 170 quilómetros a oeste de Caracas, onde nasceu a Cavenport) para falar com os empresários e realizava conferências, o que não acontece atualmente pela falta de representante.

“Ter alguém do AICEP servirá de motivação, ainda mais neste momento (de reativação económica) para que continuemos a trabalhar juntos, pela Venezuela e por Portugal, e para que os empresários tenham a confiança de que há uma câmara de comércio na qual se apoiarem”, disse a empresária.

Fátima Ponte explicou que “está muito contente” porque na noite de quinta-feira houve um jantar, na cidade de Valência, em que participaram quase uma centena de empresários, alguns deles de Caracas, Maracay, Puerto La Cruz e Barquisimeto, entre outras.

“Somos, de momento, a única câmara binacional (portuguesa e venezuelana) ativa e acreditada também perante o Governo de Portugal. Projetamos realizar grandes fóruns nacionais (na Venezuela) para transcender, que os nossos empresários conheçam o suporte legal-jurídico, contábil e em importações que podemos dar”, frisou.

Aos empresários de outras regiões venezuelanas, explicou que “este é o momento para investir” aproveitando “que a Venezuela está um pouco mais relevante”.

“Isso nos incentiva a buscar, compartilhar, e este é o momento”, frisou.

A Câmara Venezuelana Portuguesa de Comércio e Turismo (Cavenport) surgiu em março de 2007, resultante da fusão da Câmara Luso-venezuelana de Comércio e Turismo (CLV) de Caracas, e das Câmaras Portuguesas Venezuelanas de Comércio, Indústria e Afins (Caporven) dos Estados de Arágua e Carabobo.

Com sede em Caracas a CLV tinha sido fundada em 1973, reunido mais de 400 empresas.

A Caporven foi criada em 1996 e contava 425 empresas. Tinha sede na cidade de Valência (170 quilómetros a oeste de Caracas) e tinha duas filiais, Carabobo e Arágua. In “Bom dia Europa” - Luxemburgo com “Lusa”


quinta-feira, 21 de julho de 2022

Macau - Presidente do Conselho Regional da Ásia-Pacífico do Conselho das Comunidades Portuguesas promove oportunidades da Grande Baía em Portugal

Rita Santos, presidente do Conselho Regional da Ásia-Pacífico do Conselho das Comunidades Portuguesas, reuniu-se recentemente com Madalena Oliveira e Silva, vogal executiva da AICEP Portugal Global, e Manuel Gaeiras, director da Rede Externa e Institucionais, tendo sido realizada uma reunião de trabalho, refere um comunicado enviado às redacções.

Na ocasião, Rita Santos apresentou as políticas económicas e comerciais de Macau na Grande Baía Guangdong-Hong Kong-Macau, mostrando esperanças que Portugal aproveite as oportunidades de promover os produtos portugueses no mercado da China, acrescentando que os empresários de Macau são potenciais parceiros dos empresários portugueses.

Quer seja no interior da China, quer seja em Macau ou Hong Kong, por causa das restrições de viagem provocadas pela epidemia, os bens e serviços são vendidos principalmente através de plataformas de comércio electrónico, explicou Rita Santos, afirmando que os empresários portugueses devem procurar parceiros locais adequados para os apoiar no registo de marca e serviço alfandegário nas diferentes zonas de comércio livre da China.

Madalena Oliveira e Silva mostrou-se optimista com a perspectiva de cooperação com empresários em Macau, especialmente jovens empresários, e pediu a Rita Santos para obter mais informações sobre potenciais empresários e dos tipos de produtos que pretendem vender, prometendo fornecer uma lista de empresas exportadoras e respectivos produtos pela AICEP.

Rita Santos também visitou Alexis Tam, antigo secretário para os Assuntos Sociais e Cultura de Macau e actual chefe da Delegação Económica e Comercial de Macau, em Lisboa. Foi ainda convidada a visitar a Investe Madeira e a encontrar-se com o Embaixador da China, Zhao Bentang, para discutir oportunidades de investimento e cooperação entre a Madeira e a zona da Grande Baía. In “Ponto Final” - Macau

 

quarta-feira, 11 de maio de 2022

Alemanha – Cidade de Hannover recebe indústria portuguesa

Portugal participará naquela que é considerada a maior feira mundial da indústria. Hannover Messe é o nome do evento que decorre entre 30 de maio de 2 de junho na cidade alemã de Hannover, no Hannover Fairground

Portugal Makes Sense” é a marca detida pela Agência de Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP), e ainda, o ponto de partida para a participação de Portugal na feira.

Portugal apresentar-se-á na Alemanha em quatro pavilhões, um pavilhão central, com 1300 metros quadrados, e três temáticos, com 200 metros quadrados cada.

“Peças e soluções de engenharia”, “soluções energéticas” e “ecossistemas digitais” serão o foco da exposição portuguesa, que se traduzem em ofertas nos setores dos equipamentos, da metalomecânica, da mobilidade, do automóvel, do aeronáutico, têxteis e plásticos técnicos, dos moldes, das tecnologias de produção e das energias renováveis. Estas são as “áreas onde Portugal e Alemanha têm revelado grande afinidade e um caminho promissor a percorrer com um crescente número de projetos em parceria visando o lançamento de novos produtos”, segundo a AICEP.

Segundo a mesma fonte, a Hannover Messe é a maior feira mundial da indústria. Anteriormente mobilizou 6500 expositores e 215 mil visitantes dos quais 140 mil são decisores. De entre os visitantes, 66% estão envolvidos em decisões de investimento e 1/3 tem em mãos projetos de investimento estimados em 52 mil milhões de euros.

A participação de Portugal permitirá não só encontrar novos clientes, parceiros de negócio, descobrir novos mercados para os produtos e serviços nacionais, bem como identificar as tendências na indústria e novas ideias de negócios. In “Bom dia Europa” - Luxemburgo


terça-feira, 23 de novembro de 2021

Cabo Verde - XXVIII fórum da Associação Internacional das Comunicações de Expressão Portuguesa

Cidade da Praia – “As pessoas e o trabalho na economia digital” é o tema do XXVIII fórum da Associação Internacional das Comunicações de Expressão Portuguesa (AICEP), a realizar-se esta terça-feira, na cidade da Praia.

O evento deverá reunir presidentes, CEO, administradores e outros dirigentes das empresas operadoras de comunicações entre as quais os correios e encomendas, telecomunicações e comunicações electrónicas e conteúdos de televisão e media e das autoridades reguladoras do sector e membros da AICEP dos nove países e território de língua oficial portuguesa.

A organização adianta que o sector das comunicações desenvolve-se a um ritmo sem precedentes e nunca visto, estando-se a viver um dos mais extraordinários e transformadores tempos na história da humanidade.

“A transformação interna se tornou imperiosa para que as organizações se possam reinventar e se apresentar sob uma nova dinâmica, atraindo novos clientes e competências e conquistando espaços de oportunidade que o digital traz consigo”, refere numa nota de imprensa.

Perante este cenário, a questão que se coloca é qual o papel e onde colocar as pessoas.

Por isso, o objectivo é ouvir vários especialistas e proceder-se a um intenso trabalho de reflexão e debate sobre o tema considerado oportuno para o sector das comunicações e analisar o rumo que deve ser seguido para acompanhar a evolução digital que o mundo está a assistir e a viver.

“A economia digital e o emprego”, “As novas tecnologias do trabalho”, “As pessoas e futuro do trabalho” e “A mudança nas organizações” são os temas que vão ser apresentados e debatidos.

Para já, a AICEP considera que o sucesso da economia digital depende das pessoas, salientando que tudo aquilo que não pode ser digitalizado ou automatizado será extremamente valioso.

“Criatividade, imaginação, intuição, emoção, ética são características humanas, entre outras, que não podem ser digitalizadas e automatizadas e serão ainda mais importantes e valiosas no futuro. As máquinas são muito boas em simular, mas não em ser. A tecnologia representa o ‘como’ desta mudança e desta transformação para o digital; mas o Homem representa o seu ‘porquê’, considera a organização.

A abertura do evento está marcada para as 09:00 desta terça-feira, devendo a cerimónia contar com a presença de um membro do Governo cabo-verdiano.

A anteceder o fórum realizou-se ontem um jantar de gala para entrega dos prémios AICEP 2021. In “Inforpress” – Cabo Verde

 

segunda-feira, 26 de julho de 2021

Brasil - Novo acordo de cooperação intensifica negócios entre Minas Gerais e Portugal

“Nosso estado é o mais português do Brasil”, diz vice-governador de Minas Gerais, Paulo Brant


A tradicional cultura de negócios existente entre Minas Gerais e Portugal será intensificada. O Governo de Minas, por meio do Indi, assinou um acordo bilateral de cooperação com a Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (Aicep) que prevê estreitar ainda mais os laços comerciais entre investidores dos dois territórios, fomentando novas possibilidades de parcerias e desenvolvimento econômico.

A cerimônia, realizada no último dia 21 na sede do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), contou com a participação do vice-governador de Minas Gerais, Paulo Brant, do diretor- presidente do Indi, João Paulo Braga, do diretor do Centro de Negócios do Brasil da Aicep, Francisco Saião Costa, do Embaixador de Portugal, Luís Faro Ramos e da subsecretária de Promoção de Investimentos e Cadeias Produtivas, Kathleen Garcia Nascimento, entre outros.

O acordo prevê que as agências identifiquem áreas específicas com potencial de cooperação e ampliem a troca de informações, com o objetivo de expandir negócios bilaterais.

O documento define, por exemplo, a coordenação de esforços com a finalidade de estabelecer uma rede de contatos empresariais que facilitem a circulação de informação sobre a oportunidade de negócios.

Segundo o governo mineiro, a meta é fomentar o fluxo recíproco de informações econômicas e estatísticas voltadas para as duas comunidades empresariais, prestando assistência aos empreendedores parceiros e interessados na geração de oportunidades.

Repercussão

O vice-governador de Minas Gerais, Paulo Brant, destaca que o Brasil tinha a tradição de uma economia muito fechada, realidade que vem se transformando. “Portugal é um país muito querido pelos mineiros e digo, sem medo de errar, que nosso estado é o mais português do Brasil. Esse memorando abre possibilidades enormes e muito positivas de estreitar esses laços comerciais indispensáveis para o desenvolvimento econômico”, enfatiza.

O vice-governador ressalta ainda o papel da Agência mineira em mais essa iniciativa. “O Indi é uma instituição exemplar. Quando o empresário chega aqui ele é acolhido por uma equipe muito competente e que encara o empreendedor como um amigo. Isso já permitiu a Minas Gerais receber projetos inéditos, ultrapassando a marca de R$ 129 bilhões em atração de investimentos privados, apenas nessa gestão”, afirma.

Para o diretor do Centro de Negócios do Brasil da Aicep, Francisco Saião Costa, a efetivação do acordo com o Indi foi um passo importante. “Garante o estabelecimento de um canal direto com os gestores estaduais, que muito nos apoiam na identificação de parceiros de negócio locais para as empresas portuguesas e mineiras”, observa.

Ainda segundo Costa, “a expectativa é que essa parceria se traduza em incremento significativo das relações econômicas bilaterais, no aumento da promoção de Portugal em Minas e de Minas em Portugal, além da geração de mais negócios”.

Para o diretor executivo da Câmara Portuguesa de Minas Gerais, Vittorio Lanari Junior, há muitas oportunidades a serem exploradas e a intenção é ampliar as transações comerciais entre os dois territórios, trazendo para o estado know-how e investimentos em áreas nas quais Portugal já não tem mais espaço (vinho e queijo, por exemplo). Já no caminho inverso, exportar inovação.

“As perspectivas são muito boas no intercâmbio de negócios em setores como: novas energias, smart cities, gestão de resíduos, vitivinicultura, azeites, entre outros. Existem muitas empresas mineiras e portuguesas dispostas a inovar e em busca de apoio para projetos de internacionalização”, conclui Lanari Junior.

Visita oficial

O Embaixador de Portugal cumpre uma visita oficial ao estado de Minas, onde conheceu o Centro da Comunidade Luso-Brasileira e teve oportunidade de conversar com o seu corpo diretivo.

Na manhã do segundo dia em Minas Gerais, o embaixador Luís Ramos, acompanhado pelo cônsul em Belo Horizonte e pelo diretor da AICEP no Brasil, visitou as instalações do Consulado e reuniu com o presidente e diretoria da Câmara Portuguesa de Comércio, que comemora este ano o seu 25.º aniversário.

No terceiro dia da sua visita de trabalho, Ramos esteve na Cimentos Liz, de Luís Champalimaud, além de ter reunião com a coordenadora da Cátedra do Camões IP na CESPUC, Raquel Guimarães, e visita à Academia Mineira de Letras.

Também o embaixador de Portugal e o cônsul em Belo Horizonte visitaram, no dia 24, a cidade de Ouro Preto, quando foram recebidos pelo Prefeito Ângelo Oswaldo Araújo. In “Mundo Lusíada” - Brasil


sábado, 21 de novembro de 2020

Lusofonia - AICEP e Apex-Brasil assinam acordo para aproximar mais Brasil e Portugal

 


A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e a Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP) celebraram, no último dia 16, um Memorando de Entendimento para aumentar a cooperação entre as duas instituições.

As frentes prioritárias de cooperação serão a promoção do desenvolvimento e da internacionalização de startups; o aumento da cooperação econômica e comercial, por meio da coordenação institucional, nos mercados dos países da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP); e a promoção e o desenvolvimento de negócios entre Pequenas e Médias Empresas de ambos os países.

O Memorando permitirá que a Apex-Brasil e a AICEP trabalhem “ainda mais em sintonia, de modo a ampliar uma parceria considerada natural por ambos os lados” divulga as instituições.

Além de contribuir para a internacionalização de empresas brasileiras e portuguesas e dinamizar os fluxos bilaterais de comércio e investimentos, a celebração do Memorando promoverá a cooperação em iniciativas conjuntas em mercados terceiros, especialmente em regiões com as quais já exista um relacionamento econômico importante.

Assinado pelo Presidente da Apex-Brasil, Sergio Segovia, e pelo Presidente do Conselho de Administração da AICEP, Luís Castro Henriques, o documento visa criar oportunidades para as empresas apoiadas pelas duas agências e desenvolver iniciativas de promoção de Portugal no Brasil e do Brasil em Portugal.

Durante a cerimônia, Henriques ressaltou a importância do compartilhamento de informações e de conhecimento, enquanto Segovia destacou a expressividade das relações econômicas entre Brasil e Portugal.

O comércio bilateral soma quase US$ 2 bilhões e, em 2019, as empresas apoiadas pela Apex-Brasil responderam por 33% das exportações totais brasileiras feitas ao mercado português, com vendas de US$ 367 milhões, realizadas por 490 companhias.

Dessas exportadoras, 20% são micro e pequenas empresas. Além disso, mais de 600 empresas portuguesas já se instalaram no Brasil, o que faz de Portugal um investidor com elevado potencial de aproveitamento das crescentes oportunidades de investimentos no país. In “Mundo Lusíada” - Brasil


segunda-feira, 10 de fevereiro de 2020

Portugal - Cancelados estágios do INOV Contacto em Macau, Xangai e Pequim

Os 14 estágios em Macau, Xangai e Pequim previstos para esta edição do programa de estágios internacionais dirigido a jovens portugueses licenciados – INOV Contacto foram realocados devido ao surto de coronavírus na China



O INOV Contacto é um programa de Estágios Internacionais dirigido a Jovens com Formação Superior e Entidades que queiram reforçar as suas equipas com talento português.

Os estágios profissionais decorrem em qualquer parte do mundo, durante 6 a 9 meses, em que os jovens desenvolvem as suas competências no mercado internacional e as entidades usufruem de capital humano altamente qualificado para impulsionar o seu negócio.

Promovido pela Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP), o INOV Contacto iniciou a 24ª edição em Janeiro e, apesar de inicialmente estarem atribuídos 14 estágios à China, entre Macau, Xangai e Pequim, os responsáveis decidiram “não alocar qualquer estágio a este país” devido à epidemia.

Estes estagiários foram realocados em empresas de outros países, “sem perda de qualidade no que toca ao estágio”, conforme assegurou à Lusa a responsável pela comunicação da AICEP. “Houve casos em que foi possível realocar o estagiário noutro ponto da mesma entidade. Em relação aos restantes em que tal não foi possível, foi explicada a situação e os jovens foram realocados a outros estágios doutras entidades, com igual potencial para o seu perfil”, acrescentou a mesma fonte.

Segundo a AICEP, no ano passado foram realizados 33 estágios na China. Estes estágios profissionais decorrem em qualquer parte do mundo, durante seis a nove meses, durante os quais os jovens desenvolvem as suas competências no mercado internacional e as entidades usufruem de um capital humano altamente qualificado para impulsionar o seu negócio. Este programa já promoveu 5624 estágios em 82 países, envolvendo 1235 entidades. In “Jornal Tribuna de Macau” - Macau

sábado, 19 de outubro de 2019

Holanda – Empresas de Design português participam na Dutch Design Week

São doze as marcas portuguesas que vão participar na Dutch Design Week (DDW), em Eidhoven, Holanda, de 19 a 27 de outubro. A Aicep Portugal Global organiza pelo segundo ano a participação coletiva de Portugal naquele que é a o maior evento de design da Europa do Norte.

A Dutch Design Week apresenta trabalhos de mais de 2600 designers e recebe cerca de 330 000 visitantes nacionais e estrangeiros. A DDW inclui exposições, palestras, atribuições de prémios, eventos de networking e debates, dispersos por mais de cem locais em toda a cidade de Eindhoven, conhecida como a capital holandesa do design. Este evento distingue-se de outros eventos de design, pelo seu enfâse em projetos de trabalhos de jovens talentos.

Em comunicado a Aicep explica que a participação portuguesa tem como objetivo promover internacionalmente a excelência do design nacional e dos designers portugueses, aumentando desta forma a notoriedade da oferta portuguesa, não só junto de compradores e prescritores internacionais, como também junto da imprensa internacional.

A AID - Associação para a Inovação pelo Design, é responsável pela organização de uma exposição para o evento sendo o tema escolhido “in / PERFECTION”. O conceito para esta exposição emerge da vontade de reformular a interpretação que, de uma forma geral, todos temos sobre o termo “imperfeição”. Pretende-se detetar, assumir e, se caso for, realçar o erro, a imperfeição de um determinado objeto, natural da influência total ou parcial da produção manual, e interpretá-lo como elemento diferenciador e valorizador do objeto, lê-se na nota à imprensa. In “Bom dia Europa” - Luxemburgo

quarta-feira, 10 de maio de 2017

Lusofonia - 25º Fórum da Associação Internacional de Comunicações de Expressão Portuguesa

A Assembleia-Geral Anual 2017 da AICEP realizar-se-á no próximo dia 11 de maio, pelas 09:30 horas, no Hotel Windsor Plaza Brasília, em Brasília (Brasil).


Igualmente, nos próximos dias 11 e 12 de maio, conforme respetivo programa que pode consultar abaixo, realizar-se-á também, no Hotel Windsor Plaza Brasília, em Brasília (Brasil), o XXV Fórum AICEP das Comunicações Lusófonas 2017, este ano sob o tema "O digital: dimensões, benefícios, oportunidades e riscos".

Este evento vai reunir Presidentes, CEO’s, Administradores, Altos Diretores e outros Dirigentes das empresas operadoras de Comunicações (Correios e Encomendas, Telecomunicações e Conteúdos de Televisão) e dos Órgãos Reguladores do Sector Membros da AICEP, dos 9 Países e Territórios de Língua Oficial Portuguesa (Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Macau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste) que constituem o universo desta importante Associação Internacional.

O mundo está a mudar a um ritmo acelerado. Todos os dias surgem novas tecnologias que mudam a forma como comunicamos, como fazemos negócios ou interagimos com o que nos rodeia. Vivemos num mundo muito mais interligado e, atualmente, computadores, smartphones, tablets, redes sociais, ligações wireless, mobilidade, navegação na nuvem e mensagens instantâneas são parte intrínseca das nossas rotinas diárias e, nos próximos anos, o número de “coisas” ligadas à internet e entre si vai crescer exponencialmente. Já está, de resto, a crescer.

As gerações mais jovens cresceram sob a influência do digital e estão intimamente familiarizadas com a tecnologia, o que vai conduzir o mundo para uma nova era digital que abre possibilidades sem precedentes para as pessoas e para as organizações. Existem vários benefícios significativos na adoção do digital, o que representa atualmente um maior leque de oportunidades para todos os que procuram a transformação digital. Por outro lado, para os que não adotarem o digital, o futuro será incerto e estarão expostos a grandes riscos de negócio.

Neste contexto, é muito importante compreender porque é que as empresas se devem manter na era digital (aquelas que já estão) e devem entrar na era digital (aquelas que ainda não o fizeram) e quais são as suas dimensões, os seus benefícios, as suas oportunidades, mas também os seus riscos, em suma, os pontos fortes e fracos relevantes que têm que ser abordados rapidamente de modo a evitar colocar em perigo o seu futuro no mundo digital e, pelo contrário, que permitam prosperar num futuro digital.

A transformação digital é um processo complexo que cria algumas incertezas que é indispensável combater; é preciso haver disponibilidade para correr riscos; aprender-se com os erros e tomar medidas reiteradas de forma a implementar-se uma nova cultura, novos processos e novas e melhores tecnologias que permitam às empresas competir nos mercados modernos em que atuam. A falta de ação hoje terá um impacto significativo no futuro. Assim, é imperioso agir e coordenar esforços entre as organizações para garantir que aderem ao digital e que estão preparadas para os muito competitivos e exigentes anos futuros, em que, numa nova realidade, a forma como interagimos socialmente e como nos comportamos é diferente, pois, o digital, de certo modo, não é uma continuação ou desenvolvimento “do como se tem feito”, mas uma nova forma de fazer.

E tudo isto afeta também naturalmente as atividades dos operadores de correios e encomendas, de telecomunicações, de comunicações eletrónicas e de conteúdos e dos respetivos Reguladores sectoriais em todo o mundo e, portanto, também no Mundo Lusófono.

Quais são, por isso, as tendências que se desenham para o futuro; como vai o digital continuar a modificar as vidas das organizações e das pessoas; quais as principais recomendações para as organizações e qual a melhor forma de enfrentar os desafios, as oportunidades e os riscos, são temas de grande importância e atualidade para reflexão e análise no âmbito dos 3 painéis temáticos – (i) “Os correios e encomendas na era digital: desafios e oportunidades de transformação. Novos serviços e otimização da rede postal”; (ii) Desafios e oportunidades da transformação digital nos setores de telecomunicações, conteúdos e media; (iii) “Estado e Tendências das Comunicações Lusófonas” – que, para além de uma prévia intervenção enquadradora, sobre “O digital: dimensões, benefícios, oportunidades e riscos” – integram este XXV Fórum AICEP das Comunicações Lusófonas.

Com a presença dos líderes dos Operadores e Reguladores membros da Associação Internacional das Comunicações de Expressão Portuguesa (AICEP), de inúmeros outros participantes e convidados, e de entre estes, de membros do Governo da República Federativa do Brasil e de representantes diplomáticos dos diversos Países de Expressão Portuguesa representados nesta Associação, vão ouvir-se vários especialistas e proceder-se a um intenso trabalho de reflexão e debate sobre o mencionado tema que não poderia ser mais oportuno para o setor das comunicações, constituindo o debate que se irá fazer um contributo essencial para analisar o rumo que deve ser seguido para acompanhar a revolução digital que estamos a assistir e a viver.

Este contributo para a Sociedade das Comunicações e do Digital é uma missão em que a Associação Internacional das Comunicações de Expressão Portuguesa se revê e em que se empenha permanentemente, fazendo da mesma, cada vez mais, agora e no futuro, a parceira natural das Comunicações do Mundo da Lusofonia. In “Associação Internacional de Comunicações de Expressão Portuguesa”

sábado, 22 de abril de 2017

Macau - Exposição de Produtos e Serviços dos Países de Língua Portuguesa agendado para Outubro

A Exposição de Produtos e Serviços dos Países de Língua Portuguesa (PLPEX) estreou-se em 2015 durante a 20ª edição da Feira Internacional de Macau (MIF na sigla inglesa) e prosseguiu em 2016 com “bons resultados”, referiu o Instituto de Promoção do Comércio e do Investimento de Macau (IPIM), ao anunciar que, por esse facto, a mostra irá tornar-se independente este ano, estando já agendada para o período entre 19 e 21 de Outubro no Centro de Convenções e Exposições do Venetian.

Com o intuito de reforçar a divulgação da PLPEX de 2017 junto dos países de língua portuguesa, o IPIM organizou duas digressões para a promoção do evento em São Paulo e Lisboa, em colaboração com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimento (ApexBrasil) e a Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP). Nestas duas sessões, que decorreram em Março, marcaram presença cerca de 100 empresários e interessados.

A iniciativa contou, na capital portuguesa, com a colaboração da Delegação Económica e Comercial de Macau. Na ocasião, Glória Batalha Ung, vogal executiva do IPIM, aproveitou para salientar o papel de Macau “como a plataforma de serviços para a cooperação comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa”, bem como os trabalhos que o território tem vindo a desenvolver no âmbito da estratégia dos “Três Centros”: de Serviços Comerciais para as Pequenas e Médias Empresas da China e dos Países de Língua Portuguesa, de Distribuição dos Produtos Alimentares dos Países de Língua Portuguesa e de Convenções e Exposições para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa. In “Jornal Tribuna de Macau” - Macau

quinta-feira, 16 de março de 2017

Portugal – AICEP publica documento sobre o estabelecimento de empresas na Guiné Equatorial

A Aicep – Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal tem um novo documento disponível, trata-se do “Guiné Equatorial – Estabelecimento de Empresas” (Março 2017), que disponibiliza informação sobre o quadro legal de diversas áreas relevantes para o investimento estrangeiro, procurando facilitar a tomada de decisão por parte dos potenciais investidores portugueses.

Todo o enquadramento legal da Guiné Equatorial é adaptado às directivas da Comunidade Económica e Monetária da África Central (CEMAC), da qual é Estado-membro.

Em termos de condições legais de acesso ao mercado, a Guiné Equatorial possui um regime de investimento estrangeiro que sujeita os projectos a certas formalidades (autorização ministerial), existindo alguns sectores de actividade vedados ao capital externo.

Medidas de simplificação

Relativamente ao ambiente de negócios e de acordo com o Relatório Doing Business in Equatorial Guinea 2017, a abertura de uma empresa de responsabilidade limitada implica a realização de vários procedimentos, contudo, o Governo da Guiné Equatorial tem vindo a adoptar medidas que visam melhorar/simplificar o processo de constituição/registo de sociedades como, por exemplo, a Lei n.º 2/2015, de 28 de maio, que cria uma one-stop-shop (cuja implementação está para breve) e um decreto em 17 de Agosto de 2016, que elimina as autorizações governamentais exigidas para a constituição de sociedades.

No que concerne à presença portuguesa esta é ainda residual, sendo que incide, predominantemente, no sector de construção e obras públicas.

Pode consultar o documento aqui. Carlos Caldeira – Portugal in “Agricultura e Mar Actual”