Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)
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quinta-feira, 12 de março de 2026

Cabo Verde e Portugal assinam memorando para reforçar cooperação no mar

Cabo Verde e Portugal assinaram um memorando de entendimento no domínio do mar para reforçar a cooperação institucional, técnica e científica entre os dois países, com foco no desenvolvimento da economia azul e na gestão sustentável dos recursos marinhos


“Assinámos este memorando de entendimento para hoje e para o futuro, mas com base numa análise profunda de tudo o que tem sido a cooperação entre Portugal e Cabo Verde no domínio do mar”, afirmou o ministro do Mar cabo-verdiano, Jorge Santos, durante a cerimónia realizada no arquipélago, na ilha de São Vicente.

Segundo o governante, o acordo permite consolidar a parceria entre os dois países num setor estratégico para o arquipélago, sublinhando o potencial da economia azul para gerar crescimento económico, emprego e novas oportunidades de investimento.

A cooperação deverá incidir, entre outros aspectos, na partilha de informação e dados científicos, na formação de recursos humanos e no reforço da capacidade institucional no domínio das políticas do mar.

Jorge Santos destacou ainda que o mar constitui uma das maiores riquezas de Cabo Verde e defendeu que a cooperação com Portugal pode contribuir para melhorar a organização do setor das pescas, a qualidade e certificação do pescado e o aproveitamento sustentável dos recursos marinhos.

O memorando foi assinado com o secretário de Estado das Pescas e do Mar de Portugal, Salvador Malheiro, e renova um entendimento anterior estabelecido entre os dois países em 2014.

Salvador Malheiro afirmou que a cooperação no domínio do mar tem sido consolidadas ao longo dos anos, refletindo as décadas de relações entre Cabo Verde e Portugal e o reforço dos laços institucionais e pessoais. “Temos uma ligação fortíssima pela nossa língua, mas antes da língua já tínhamos o mar que nos unia”, afirmou, acrescentando que a renovação do memorando surge num contexto em que a economia do mar e azul assumem crescente relevância a nível global. “Somos duas nações marítimas por excelência e chegou o momento de tirar partido dessa riqueza natural para melhorar a vida das pessoas”, disse, apontando que Cabo Verde tem sido “um país exemplo” na gestão do oceano e defendeu que o aproveitamento económico do mar deve estar sempre associado à sua preservação.

Além disso, avançou que estão a ser dados os primeiros passos para integrar Cabo Verde numa plataforma internacional dedicada à gestão do oceano. “Vamos com certeza concretizar essa integração de Cabo Verde numa plataforma internacional do mais alto nível, a chamada Alliance 100%, que visa, sobretudo, reconhecer esses países que olham para o mar e querem ter uma gestão a 100% do mar. E Cabo Verde pode contar com Portugal ainda para outros voos nesta matéria”, garantiu.

O governante acrescentou que Portugal está disponível para reforçar a cooperação com Cabo Verde em áreas como a pesca, o turismo náutico, a preservação dos ecossistemas marinhos e a construção e reparação naval.

Durante a visita de dois dias à ilha de São Vicente, Salvador Malheiro visitou várias infraestruturas ligadas ao sector marítimo e das pescas, nomeadamente os estaleiros navais, o Instituto do Mar e complexos de pesca. In “Ponto Final” – Macau com “Lusa”


quinta-feira, 30 de junho de 2022

Angola - Petrolífera italiana Eni e o Ministério da Saúde assinaram um memorando de entendimento para a formação de profissionais de cardiocirurgia

A petrolífera italiana Eni e o Ministério da Saúde assinaram um memorando de entendimento para a formação de até 100 profissionais de cardiocirurgia, para beneficiar perto de 250 pacientes ao ano e reforçar serviços de hospital especializado

O memorando, rubricado pela ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta, e pelo director-geral da Eni, Adriano Mongini, prevê a formação de até 100 profissionais de cardiocirurgia para beneficiar um número estimado de 250 pacientes por ano e reforçar os serviços cardiovasculares do complexo hospitalar.

"Ao abrigo do memorando, a Eni reforçará os serviços cardiovasculares do complexo Cardeal Dom Alexandre do Nascimento, reforçando a capacidade de cirurgia cardiovascular através da criação de um programa de formação para criar um serviço de cirurgia cardíaca sustentável", lê-se no comunicado enviado às redacções.

A petrolífera apoiará também o serviço cardiovascular do hospital através da prestação de intervenções cardiocirúrgicas e prestará apoio técnico à gestão do hospital, concentrando-se na administração hospitalar, gestão de recursos humanos e engenharia médica.

A Eni, presente em Angola desde 1980, é operadora dos Blocos 15/06 Cabinda Norte, Cabinda Centro, 1/14, 28 e em breve NGC. Além disso, a Eni tem uma participação nos blocos não operados 0 (Cabinda), 3/05, 3/05A, 14, 14 K/A-IMI, 15 e em Angola LNG. In “Novo Jornal” - Angola


sexta-feira, 25 de junho de 2021

Comunidade dos Países de Língua Portuguesa e a Organização dos Estados de África, Caraíbas e Pacífico assinam memorando de cooperação

Lisboa – A Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) e a Organização dos Estados de África, Caraíbas e Pacífico (OEACP) assinaram um memorando de entendimento para a cooperação futura em vários domínios, como a língua portuguesa.

O memorando, assinado pelo secretário-geral da OEACP, o antigo ministro das Relações Exteriores de Angola Georges Chikoti, e pelo secretário-executivo da CPLP, Francisco Ribeiro Telles, na sede da CPLP, “é um ponto de partida” para as duas organizações trabalharem em conjunto para “o desenvolvimento” dos países que representam, disseram os dois responsáveis.

Após a assinatura do documento, Ribeiro Telles afirmou que este é “o pontapé de saída para uma cooperação intensa entre as duas organizações” e este memorando vai permitir “desenvolver a cooperação em múltiplas áreas”.

Já Georges Chikoti sublinhou, por seu lado, o facto de a OACP ter no seu seio membros regulares de expressão portuguesa – Angola, Moçambique, São Tomé e Príncipe, Timor-Leste e Guiné-Bissau – e adiantou que quer fazer “com que a língua portuguesa seja um dos elementos” da cooperação com a CPLP.

O responsável destacou ainda o facto de as duas organizações terem “os mesmos desafios em termos de desenvolvimento”, nomeadamente a luta “contra a pobreza”.

Questionado sobre quais seriam os sectores, além da língua portuguesa, em que as duas organizações poderiam desenvolver a sua cooperação, Georges Chikoti deu como exemplos “questões que têm a ver com o desenvolvimento”, como saúde e educação.

O responsável da OEACP destacou ainda as áreas da defesa e segurança, neste último caso tendo em conta não só o caso de Cabo Delgado, em Moçambique, mas também a “situação do terrorismo na região do Sahel”.

O memorando surge na sequência de uma recente deslocação oficial a Bruxelas do secretário-executivo da CPLP, durante a qual se reuniu com Chikoti.

Hoje, após a assinatura do memorando, o responsável da OEACP referiu a “necessidade de recrutamento de intérpretes”, mas também admitiu a possibilidade do ensino do português dentro da organização como uma possibilidade a estudar.

A Organização dos Estados da África, Caraíbas e Pacífico é um grupo de 79 países daquelas regiões criado pelo Acordo de Georgetown, em 1975. In “Inforpress” – Cabo Verde com “Lusa”

 

sábado, 21 de novembro de 2020

Lusofonia - AICEP e Apex-Brasil assinam acordo para aproximar mais Brasil e Portugal

 


A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e a Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP) celebraram, no último dia 16, um Memorando de Entendimento para aumentar a cooperação entre as duas instituições.

As frentes prioritárias de cooperação serão a promoção do desenvolvimento e da internacionalização de startups; o aumento da cooperação econômica e comercial, por meio da coordenação institucional, nos mercados dos países da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP); e a promoção e o desenvolvimento de negócios entre Pequenas e Médias Empresas de ambos os países.

O Memorando permitirá que a Apex-Brasil e a AICEP trabalhem “ainda mais em sintonia, de modo a ampliar uma parceria considerada natural por ambos os lados” divulga as instituições.

Além de contribuir para a internacionalização de empresas brasileiras e portuguesas e dinamizar os fluxos bilaterais de comércio e investimentos, a celebração do Memorando promoverá a cooperação em iniciativas conjuntas em mercados terceiros, especialmente em regiões com as quais já exista um relacionamento econômico importante.

Assinado pelo Presidente da Apex-Brasil, Sergio Segovia, e pelo Presidente do Conselho de Administração da AICEP, Luís Castro Henriques, o documento visa criar oportunidades para as empresas apoiadas pelas duas agências e desenvolver iniciativas de promoção de Portugal no Brasil e do Brasil em Portugal.

Durante a cerimônia, Henriques ressaltou a importância do compartilhamento de informações e de conhecimento, enquanto Segovia destacou a expressividade das relações econômicas entre Brasil e Portugal.

O comércio bilateral soma quase US$ 2 bilhões e, em 2019, as empresas apoiadas pela Apex-Brasil responderam por 33% das exportações totais brasileiras feitas ao mercado português, com vendas de US$ 367 milhões, realizadas por 490 companhias.

Dessas exportadoras, 20% são micro e pequenas empresas. Além disso, mais de 600 empresas portuguesas já se instalaram no Brasil, o que faz de Portugal um investidor com elevado potencial de aproveitamento das crescentes oportunidades de investimentos no país. In “Mundo Lusíada” - Brasil


segunda-feira, 26 de agosto de 2019

Lusofonia - Associação Portuguesa de Projetistas e Consultores assina memorando com empresários timorenses

A Associação Portuguesa de Projetistas e Consultores (APPC) e associações empresariais timorenses assinaram um memorando que será o primeiro passo para fortalecer os laços em empresas deste setor no espaço lusófono



O memorando de entendimento foi assinado numa curta cerimónia no Centro Cultural Português, em Díli, pelo diretor executivo da APPC, José Pinho, pela presidente da Associação de Mulheres Empresárias de Timor-Leste (AMETL), Hergui Luina Fernandes, e pelo vice-presidente da Câmara de Comércio de Timor-Leste, João Alves.

Na cerimónia, o embaixador de Portugal em Díli, José Pedro Machado Vieira, sublinhou o que tem sido “a excelência do relacionamento entre a Câmara de Comércio e Indústria de Timor-Leste (CCI-TL) e a comunidade empresarial portuguesa” em Timor-Leste.

Saudando o potencial da rede de associações de consultores de energia, arquitetura e ambiente do espaço lusófono, o diplomata disse que a iniciativa pode “contribuir para o desenvolvimento socioeconómico de Timor-Leste e a sua comunidade empresarial”.

Portugal, disse, continua empenhado em “contribuir para que Timor-Leste continue a conservar as características que o definem e tornam único na região” onde está inserido e “em contribuir para o desenvolvimento e progresso” do país.

O diplomata recordou, ao mesmo tempo, a importância de consolidar instrumentos jurídicos bilaterais que “agilizem a mobilidade e trocas comerciais entre os dois países”, nomeadamente no que se refere a evitar a dupla tributação.

O memorando hoje assinado assenta no património linguístico que une as duas nações e a rede criada pela APPC no espaço de língua portuguesa e ajuda a “unir todos os PALOP e Timor-Leste” com um novo veículo de comunicação e cooperação.

O memorando surge no âmbito dos esforços da APPC de criar uma rede de associações de consultores de engenharia, arquitetura e ambiente no espaço lusófono, criando assim um “estímulo às relações de parceria” empresariais.

José Pinho, da APPC, disse que o projeto, que começou há dois anos, pretende consolidar relações entre empresas, agentes económicos e profissionais destes setores.

Desde que arrancou a iniciativa permitiu apoiar a formação de associações em Angola e Cabo Verde, somando-se à que já existia em Moçambique e que, agora, forma os primeiros laços com Timor-Leste.

“Trata-se de criar uma rede que é boa para todos, que consolida relações e parceiras, permitindo que trabalhemos em todo este espaço em nos países vizinhos, ajudando-nos mutuamente”, afirmou.

Hergui Fernandes Alves disse que é essencial melhorar as capacidades das empresas timorenses, e que a cooperação com empresas congéneres no espaço lusófono pode ser muito útil nesse processo.

“Podemos preparar-nos melhor, podemos melhorar as capacidades, especialmente no setor de construção e infraestruturas”, disse.

João Alves disse que este é um passo importante para a CCTL e a AMETL, abrindo a porta para ajudar a fortalecer o setor da consultoria técnica, essencialmente para os projetos de desenvolvimento.

“O desenvolvimento do país está a começar e queremos melhorar o sistema técnico, as especificações técnicas, o desenho. Muitos estão a começar a participar nos projetos do Governo e esta colaboração pode ajudar-nos nisto”, afirmou. In “Sapo Timor-Leste” com “Lusa”

quinta-feira, 13 de junho de 2019

Lusofonia – Instituto Marquês de Valle Flôr e Ministério do Trabalho de São Tomé e Príncipe assinam Memorando de Entendimento na área do emprego e formação profissional



No dia 11 de junho, teve lugar na sede do IMVF, em Lisboa, a assinatura de um Memorando de Entendimento entre o Ministério do Trabalho, Solidariedade, Família e Formação Profissional (MTSFFP) de São Tomé e Príncipe e o IMVF.

O Memorando tem por objetivo o apoio à operacionalização da Política Nacional de Emprego (PNE) de São Tomé e Príncipe e a promoção do Plano de Acão Nacional para o Emprego e a Formação (PANEF), junto dos doadores bilaterais e multilaterais, assim como o apoio à sua implementação e monitorização.

O PANEF constitui uma abordagem inovadora e que deverá permitir passar de um quadro de múltiplos eixos dispersos para a promoção coordenada de um conjunto de programas operacionais, que resultem na criação e na promoção do emprego e autoemprego. Os objetivos do PANEF requerem uma intervenção complementar, nomeadamente, a realização de estudos de mercado que permitam uma previsão e antecipação de necessidades de formação associadas a novos investimentos na economia nacional e das PME.

Presentes na cerimónia estiveram o Ministro do Trabalho, Solidariedade, Família e Formação Profissional de São Tomé e Príncipe, Adlander Costa de Matos, o Encarregado de Negócios de STP em Portugal, Nilson Reis Lima, o Diretor de Gabinete do MTSFFP, Darnin Correia, o Diretor-Geral do Gabinete de Estratégia e Planeamento (GEP) do Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social de Portugal (MTSSS), José Luís Albuquerque, o Consultor Internacional, Paulo Bárcia, o Presidente do Conselho de Administração do IMVF, Paulo Freitas, e os Administradores Executivos do IMVF, Ahmed Zaky e Carolina Quina. Instituto Marquês de Valle Flôr - Portugal

sábado, 16 de fevereiro de 2019

Moçambique - Universidade Politécnica: Finalistas vão beneficiar de financiamento

Estudantes finalistas dos cursos de licenciatura e mestrado da Universidade Politécnica vão beneficiar, por um período de três anos, de um apoio financeiro para a elaboração dos seus trabalhos de fim do curso, mercê de um memorando de entendimento assinado, recentemente, entre esta instituição do ensino superior e a Fundação para a Melhoria do Ambiente de Negócios (FAN).

À luz do memorando, poderão receber este apoio, na ordem de quarenta e cinco mil meticais para o nível de licenciatura e setenta e cinco mil meticais para o de mestrado, estudantes finalistas dos cursos de Economia, Administração e Gestão de Empresas e Ciências Jurídicas que pretendam/estejam a elaborar trabalhos de final de curso relacionados com o ambiente de negócios.

Através deste memorando, as duas instituições pretendem contribuir para a elaboração de projectos de pesquisa conducentes ao desenvolvimento do sector privado no País, abordando, para o efeito, questões ligadas aos incentivos, aos constrangimentos, bem como às oportunidades existentes no mercado.

Assim, os estudantes deverão escrever os seus trabalhos de fim de curso sobre temáticas ligadas ao ambiente de negócios, tais como o Procurement do sector público e nas pequenas e médias empresas, implicação microeconómica da legislação laboral para o sector empresarial, implicações microeconómicas da tributação dos rendimentos de trabalho, da despesa e do capital para as pequenas e médias empresas, aspectos microeconómicos da governação corporativa nas pequenas e médias empresas, regimes de propriedade sobre a terra e o investimento privado, legislação sobre o comércio internacional e os custos de fazer negócios em Moçambique, credibilização industrial, interfaces da economia política e institucional das políticas do ambiente de negócios, e reformas para a melhoria do ambiente de negócios em Moçambique. In “Olá Moçambique” - Moçambique

quarta-feira, 5 de setembro de 2018

Moçambique - Empresários moçambicanos e chineses assinam memorandos

Pelo menos seis memorandos de entendimento, de um universo de 20, foram rubricados, em Beijing, capital da China, por empresas públicas e privadas moçambicanas e chinesas, num fórum de negócios envolvendo empresários dos dois países.

O banco Millennium-bim entendeu-se com a Fosun International, empresa que opera na área de finanças, seguro, turismo e saúde, a empresa pública de telefonia móvel Mcel (Moçambique-celular) entendeu-se com a Huawei, enquanto a governamental moçambicana APIEX (Agência para a Promoção de Investimento e Exportações) conseguiu um entendimento para a promoção de parques industriais em Moçambique.

O recorde em assinar memorandos de entendimento coube a Administração Nacional de Estradas (ANE), tutelada pelo Ministério das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos de Moçambique. Esta leva na bagagem três documentos rubricados.

Lourenço Sambo, director-geral da APIEX, afirma que tinham sido apresentados 20 propostas de memorandos de entendimento, mas por “razões técnicas” apenas seis foram acolhidas.

“Já foi bom”, disse Sambo, que considera o número de participantes ter excedido expectativas.

Os organizadores deste fórum de negócios contavam inicialmente com a participação de 90 empresários chineses e 39 moçambicanos, mas acabaram sendo cerca de 350 pessoas, o que, segundo Sambo, “obrigou-nos a procurar patrocínio de última hora”.

Os moçambicanos integravam a delegação do seu Presidente da República, Filipe Nyusi, que está em Beijing para participar segunda e terça-feira na III Cimeira China-África para a Cooperação.

Coube ao Chefe do Estado a abertura do fórum. Na ocasião, ele assegurou ao empresariado chinês que investir hoje em Moçambique já não é um risco e que a cooperação entre os dois países é uma realidade. “A árvore plantada com amor, ninguém derruba. Ela cria raízes. A árvore plantada com amor é a verdadeira amizade entre Moçambique e China porque ninguém vai derrubar”, precisou Nyusi.

Elucidou que no período de 2013 ao primeiro semestre deste ano, foram aprovados 149 projectos correspondentes a 751 milhões de dólares norte-americanos de investimento directo estrangeiro, susceptíveis de criar cerca de 20 mil postos de trabalho.

Segundo o enviado da AIM, Felisberto Firmino, a anteceder a abertura deste fórum, o Presidente recebeu em audiência representantes de 11 empresas chinesas, entre as quais algumas já presentes em Moçambique e outras que pretendem se estabelecer no país.

Dentre algumas empresas recebidas, destaca-se a China Road and Bridge Corporation (CRBC), que tem estado desde 2014 a construir a ponte Maputo-Ka Tembe, sobre a baia da capital moçambicana, e a estrada Maputo-Ponta de Ouro.

A sua empreitada inclui também as pontes Ka Tembe-Ponta do Ouro, e Bela Vista-Boane, perfazendo mais de 200 quilómetros. In “Jornal de Notícias” - Moçambique

segunda-feira, 16 de julho de 2018

Guiné-Bissau e Portugal assinam Memorando para consultas bilaterais

Bissau – A Guiné-Bissau e Portugal assinaram na passada quinta-feira em Bissau um Memorando para consultas bilaterais no quadro do Programa Estratégico de Cooperação entre os dois países.

No final do encontro que decorreu quinta-feira em Bissau entre os peritos do Ministério dos Negócios Estrangeiros dos dois países, o Director-Geral da Política Externa da Guiné-Bissau, afirmou que esta consulta inscreve-se no quadro de incremento da cooperação entre os dois países, acrescentando que no passado houve apenas as consultas, mas desta vez querem institucionaliza-las.

João Soares da Gama disse ainda que as referidas consultas vão permitir que os projectos constantes no Programa Estratégico de Cooperação (PEC), sejam implementados na Guiné-Bissau e que beneficia a população alvo.

Por sua vez, o Director-geral da Política Externa de Portugal, Pedro Costa Pereira explicou que a consulta bilateral vai traduzir na prática aquilo que resulta de importância que os dois países dão em relação a outra. 

“Para além de relações que temos, queremos dar também uma base institucional a esta relação. A Guiné-Bissau é para Portugal um país extraordinariamente importante, em que a nossa relação assenta na história, numa densidade e proximidade, e traduzimos esses elementos na assinatura desse instrumento e que agora haverá uma base institucional para os nossos encontros”, disse.

Adiantou ainda que Portugal quer contribuir com a sua presença encorajando a Guiné-Bissau e contribuindo através da cooperação existente para que as próximas eleições possam ter lugar em melhor condição.

“Entendemos que a Guiné-Bissau está a passar por um momento importante de afirmação da sua estabilidade política, tendo em vista as eleições que vão ter lugar no dia 18 de Novembro, entendemos que é um ponto de partida importante para um futuro próspero”, revelou.

As consultas do Programa Estratégico de Cooperação entre a Guiné-Bissau e Portugal se realizam rotativamente a cada ano entre os dois países.

Nesse encontro foram avaliados o estado da cooperação político diplomático, empresarial, questão das eleições entre os dois países onde Portugal mostrou a vontade de apoiar a Guiné-Bissau na produção de boletins de votos, cadernos eleitorais entre outros. In “Agência de Notícias da Guiné” – Guiné-Bissau

quinta-feira, 28 de junho de 2018

Angola - Sonangol e norueguesa Equinor assinam memorando para exploração de petróleo

A Sonangol e a petrolífera norueguesa Equinor (ex-Statoil) assinaram esta terça-feira, em Luanda, um memorando de entendimento no sentido de uma maior cooperação no desenvolvimento e operações em curso no sector petrolífero

O documento, assinado pelo presidente do conselho de administração da Sonangol, Carlos Saturnino, e pelo presidente e chefe da comissão executiva da Equinor, Eldar Saetre, "tem já algumas concessões petrolíferas em Angola para trabalho de exploração, como o caso do bloco 5/06, bloco 18/15, entre outros. Temos outras oportunidades, quer na bacia do Congo, Bacia do Kwanza, e a tendência é para entrar na bacia de Benguela", segundo explicações de Saturnino, na cerimónia de assinatura.

O PCA da Sonangol explicou que o memorando assinado surge no âmbito do papel da petrolífera estatal enquanto concessionária para promoção e atracção de novos investimentos para concessões de hidrocarbonetos em Angola.

Carlos Saturnino realçou que a Equinor é parceira da Sonangol há décadas, e que este memorando "tem em consideração a reconhecida experiência técnica e científica, a elevada qualificação e experiência dos recursos humanos, bem como a capacidade sólida de gestão técnica, material e financeira da Equinor" e que "este instrumento de cooperação vai permitir à Sonangol e à Equinor continuarem a discutir oportunidades de investimentos e de negócio nos blocos de exploração que Angola muito precisa, em blocos que entraram em desenvolvimento e também possivelmente algumas oportunidades de negócio em blocos que já estão em produção".

Angola tem uma produção diária que oscila entre 1,5 a 1,6 milhões de barris de petróleo e está a negociar com as principais petrolíferas que operam no País o aumento da produção de petróleo em 250 mil barris diários até 2020. In “Novo Jornal” - Angola

segunda-feira, 25 de junho de 2018

Cabo Verde – Assinatura de memorando de entendimento para criação de polo tecnológico

Cabo Verde TradeInvest e Bringbuys assinam memorando de entendimento para criação de polo tecnológico



Cidade da Praia – A Cabo Verde TradeInvest e a Macao Bringbuys Web Technology vão criar um polo tecnológico no arquipélago, com planos de penetração em outros países da África Ocidental, no âmbito de um memorando de entendimento assinado na passada quinta-feira em Lisboa.

A informação foi dada pela presidente da Cabo Verde TradeInvest, Ana Barber, de regresso de Portugal, onde participou no 12º Encontro de Empresários para a Cooperação Económica e Comercial entre China e Países de Língua Portuguesa, que decorreu quinta e sexta-feira, em Lisboa, Portugal.

Em declarações à Inforpress, a responsável explicou que o documento foi rubricado com o intuito de reforçar as relações entre as duas instituições.

“O projecto também trará às empresas um desempenho excepcional na indústria da Internet e na área de computação em nuvem para Cabo Verde, para transformar o país em um polo tecnológico avançado da África Ocidental”, informou.

Segundo a presidente da Agência de Promoção ao Investimento e Exportação de Cabo Verde, a Bringbuys pretende configurar um centro de computação em nuvem, um centro de dados “offshore”, instituições de treinamento e incubadoras.

Relativamente à participação de Cabo Verde no encontro de empresários, Ana Barber considerou o evento “bastante positivo”, tendo afirmado, que representa oportunidade do arquipélago captar mais investidores estrangeiros.

Neste sentido, defendeu uma aposta na diversificação dos sectores e valorização das potencialidades económicas das ilhas para atrair mais investidores estrangeiros de negócios.

“Atrair investimentos estrangeiros é extremamente importante porque esses investimentos vão gerar mais postos de trabalho, dinamizar a economia e fazer crescer esse fluxo, e, quando temos mais postos de trabalho temos mais projectos implementados e o país dá um salto de crescimento”, afirmou.

Ana Barber apontou, a restruturação interna da Cabo Verde Tradeinvest, como um dos principais desafios a serem ultrapassados pela instituição, sublinhado ser “altamente importante” trabalhar na reformulação e formação dos recursos humanos e valorizar as potencialidades económicas das ilhas que, no seu entender, “são únicas”.

Entretanto, advogou um maior engajamento de todos no sentido dessas sinergias serem utilizadas para que o país ganhe novas dinâmicas, novas parcerias, “fundamental para o desenvolvimento económico” do país.

A Cabo Verde TradeInvest, chefiada pela sua presidente, esteve acompanhada de uma delegação de empresários com negócios estabelecidos no arquipélago.

O encontro de Lisboa faz parte das iniciativas que integram o Protocolo de Cooperação entre os Organismos de Promoção Comercial e Câmaras de Comércio, assinado em Outubro de 2003, por ocasião da criação do Fórum para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa, designado Fórum Macau.

Este ano, está o evento foi promovido pela Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP), juntamente com o Conselho de Promoção de Comércio Internacional da China (CCPIT) e o Instituto de Promoção do Comércio e de Investimento de Macau (IPIM).

Em 2019, São Tomé e Príncipe será palco do 13º Encontro de Empresários para a Cooperação Econômica e Comercial entre China e Países de Língua Portuguesa. In “Inforpress” – Cabo Verde

quarta-feira, 2 de maio de 2018

Macau - Assinado memorando para cooperar com São Tomé e Príncipe

Macau e São Tomé e Príncipe já cooperam na área do turismo. A Direcção dos Serviços de Turismo (DST) e o Ministério das Finanças, Comércio e da Economia Azul de São Tomé e Príncipe assinaram um memorando de entendimento que entre um conjunto de objectivos prevê também a inclusão de funcionários governamentais de turismo do país da África Central no programa de formação destinado a países de língua portuguesa ministrado pela DST em conjunto com o Secretariado Permanente do Fórum de Macau.



De acordo com um comunicado do organismo local, “deste ano em diante, a DST irá continuar a organizar três sessões de estágios por ano, com a duração de duas semanas cada, envolvendo funcionários governamentais de turismo de São Tomé e Príncipe”.

Ao memorando de entendimento prendem-se oito objectivos, entre os quais – e para além do desenvolvimento de competências – o intercâmbio de informações em matéria de conceptualização, definição e implementação de políticas para o sector do turismo; a promoção da cooperação e parcerias entre pequenas e médias empresas turísticas de ambas as partes; o apoio à organização de visitas promocionais de operadores, agentes de viagens e hoteleiros; o intercâmbio de informações sobre a evolução dos mercados turísticos; ou a participação em feiras e fóruns empresariais.

Entre os oito países de língua portuguesa, a DST já assinou memorandos de entendimento para cooperação em matéria de turismo com seis, nomeadamente com Cabo Verde, Guiné-Bissau e Moçambique, em 2010, e com Timor-Leste e Angola, em 2013 e 2015, respectivamente. Em 2016, o Governo assinou o Protocolo de Cooperação no Domínio do Turismo com o Ministério da Economia de Portugal. In “Ponto Final” - Macau

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Goa - Sociedade Lusófona de Goa assinou Memorando com a FORGES



A Sociedade Lusófona de Goa (LSG), Índia, assinou um Memorando de Entendimento com a FORGES – Associação Fórum da Gestão do Ensino Superior nos Países e Regiões da Língua Portuguesa. O Memorando tem como objetivo promover e intensificar a cooperação académica, científica e cultural no âmbito das políticas educativas e administração escolar e do ensino superior. O Memorandum foi assinado no passado dia 29 de Novembro de 2016, na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Brasil, durante a realização da 6ª Conferência FORGES. Assinaram o Memorandum Aurobindo Xavier presidente da Sociedade Lusófona de Goa (LSG) e Maria Luísa Cerdeira presidente da FORGES. Sociedade Lusófona de Goa

terça-feira, 1 de novembro de 2016

CPLP - IILP e Namíbia assinam memorando para promoção da Língua Portuguesa

O Instituto Internacional da Língua Portuguesa (IILP) e a República da Namíbia assinaram um Memorando para a Cooperação e Promoção da Língua Portuguesa, no dia 31 de outubro de 2016, em Brasília. O ato foi consubstanciado pela Diretora Executiva do IILP, Marisa Mendonça, e pela Embaixadora da Namíbia em França, Frieda Nangula Ithete.

Este Memorando de Cooperação tem o objetivo de estabelecer formas de colaboração para desenvolver planos de promoção da Língua Portuguesa, formação de quadros para atuar em língua portuguesa, formação de professores para os diferentes níveis do sistema educativo, desenvolvimento de pesquisa e projetos envolvendo o idioma em contextos a definir.

A Namíbia foi admitida como Observador Associado da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) na X Conferência de Chefes de Estado e de Governo, realizada em julho de 2014, em Díli, Timor-Leste, tendo manifestado a intenção de promover a difusão, o ensino e a aprendizagem da Língua Portuguesa. CPLP

quarta-feira, 20 de maio de 2015

Brasil – Antaq e IMT assinam memorando de entendimento

Brasil – Antaq e IMT assinam memorando de entendimento

O diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Aquaviários do Brasil (ANTAQ), Mário Povia, e o presidente do Conselho Diretivo do Instituto da Mobilidade e dos Transportes de Portugal (IMT), João Carvalho, assinaram um memorando de entendimento para maior colaboração na capacitação e partilha de informações no domínio dos transportes marítimos e fluviais, além da integração em redes de logísticas e de transportes. A assinatura aconteceu nesta segunda-feira, 18 de maio de 2015, na sede da Agência, em Brasília.

De acordo com o memorando de entendimento, ANTAQ e IMT cooperarão para o intercâmbio de informação e projetos para as áreas de capacitação institucional, definição de políticas setoriais, legislações para as atividades marítimas e portuárias no Brasil e em Portugal, tecnologias e sistemas de informação, planejamento estratégico, desenvolvimento no domínio dos transportes marítimos e fluviais, autoestradas do mar, portos e a integração nas redes logísticas e de transportes multimodais, entre outros temas de interesse.

Também irão trabalhar para promover atividades de formação nas áreas portuária e dos transportes marítimos. Isso inclui a troca de informações sobre programas de formação e realização de cursos e seminários, além do estímulo ao estudo e à pesquisa. O memorando de entendimento terá uma vigência de três anos, a contar da data de assinatura. In “Antaq” - Brasil