Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)

quinta-feira, 12 de janeiro de 2023

Macau - Plataforma sino-lusófona cativa jovens macaenses


Liderada pelo seu presidente, António Monteiro, uma comitiva da Associação dos Jovens Macaenses (AJM) foi recebida pelo secretário-geral do Fórum Macau, Ji Xianzheng, a quem expressou a importância do Fórum no território, enquanto plataforma entre a China e os países de Língua Portuguesa. A associação realçou a colaboração entre as duas partes, na promoção dos valores macaenses, através de futuras actividades a serem realizadas conjuntamente pelas duas entidades.

Tal pode constituir, segundo referiu o responsável da direcção da AJM, uma janela de oportunidade para os jovens macaenses, dada a diversidade e a rede de que beneficia esta comunidade em Macau, desde a cultura, a educação, o bilinguismo, a área empresarial e dos negócios, o desporto, entre outras áreas com relevância, sem esquecer as colaborações próximas e existentes com entidades de matriz macaense, portuguesa e chinesa em Macau e também da diáspora macaense no exterior.

Durante o encontro no Fórum, Edith Jorge, presidente do conselho fiscal da AJM, afirmou a necessidade da aposta na área educativa e da formação, dada a parceria existente entre a Associação dos Macaenses e a Associação do Colégio Sino-Luso Internacional, que está a desenvolver o projecto Gerações – Escola Internacional, em Coloane. “A escola internacional, de língua veicular inglesa, e com forte aposta no português e chinês (sem prejuízo de outras línguas a serem leccionadas), irá iniciar a sua actividade em Setembro deste ano e a AJM tem a intenção de trabalhar com a Associação do Colégio Sino-Luso Internacional, e a escola, para a promoção de futuras actividades”, disse Edith Jorge.

Filipe Ferreira, vice-presidente da Assembleia Geral da AJM, relembrou a recente parceria firmada entre a associação e o Restaurante Litoral, “para que a gastronomia macaense possa ser bem promovida, através de diferentes actividades, podendo igualmente ser importante para a plataforma existente entre a China e os países de língua portuguesa.

O secretário-geral do Fórum Macau expressou, por seu lado, a relevância da cultura macaense como parte identitária de Macau, sem esquecer o bilinguismo (o chinês e o português como línguas oficiais da RAEM), “podendo os jovens macaenses ser úteis para a própria plataforma existente de Macau, entre a China e os países lusófonos. In “Jornal Tribuna de Macau” - Macau


 

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