Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)
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domingo, 15 de fevereiro de 2026

Dinamarca – Comunidade portuguesa lança plataforma de produtos nacionais no país

A comunidade portuguesa na Dinamarca acaba de dar um novo passo no reforço da ligação às raízes portuguesas com o lançamento da plataforma online “Produtos Portugueses na Dinamarca”, um projeto comunitário que pretende facilitar o acesso a bens portugueses naquele país nórdico


A iniciativa surgiu na sequência de um questionário previamente partilhado junto da comunidade, com o objetivo de avaliar o interesse na importação periódica de produtos portugueses. Segundo os promotores, em nota publicada esta quinta-feira nas redes sociais, a resposta foi “muito positiva”, o que motivou o avanço para a criação da primeira versão do site/app, já disponível online e com vários dos produtos mais solicitados incluídos.

O conceito é simples: reunir encomendas da comunidade, importar os produtos diretamente de Portugal e, dessa forma, conseguir preços mais justos e custos de transporte mais reduzidos face às opções atualmente disponíveis. Os responsáveis sublinham que não se trata de uma loja tradicional, mas sim de um projeto colaborativo, construído com base no feedback dos portugueses residentes na Dinamarca.

Numa fase inicial, a plataforma encontra-se ainda em desenvolvimento, podendo apresentar erros ou aspetos a melhorar. A equipa apela, por isso, à participação ativa da comunidade, solicitando sugestões de novos produtos, comentários sobre os artigos já disponíveis e as primeiras encomendas, essenciais para dar escala e viabilidade ao projeto.

“O projeto é da comunidade e só funciona com a comunidade”, destaca Inês Marques em nota publicada nas redes sociais, incentivando os portugueses na Dinamarca a explorarem a plataforma e a contribuírem desde o início para a sua consolidação.

Os interessados podem enviar sugestões e comentários através do endereço eletrónico disponibilizado pelos promotores. “Quanto mais rápido tivermos volume, mais rápido conseguimos ter o projeto em funcionamento e garantir envios regulares”, lê-se na referida publicação. In “Bom dia Europa” - Luxemburgo


terça-feira, 16 de setembro de 2025

China - Semana de Macau em Wuhan fortalece laços económicos e culturais

O evento de quatro dias reuniu 28 empresas de Macau, atraiu milhares de visitantes em Wuhan e resultou em novas oportunidades de cooperação empresarial e cultural

A “Semana de Macau em Wuhan • Hubei” terminou no passado dia 8 de setembro com resultados considerados muito positivos pelos organizadores e participantes. O evento, que decorreu durante quatro dias, reuniu 28 empresas de Macau e destacou-se pela forte adesão do público local e pelas novas oportunidades de cooperação empresarial.

De acordo com o Instituto de Promoção do Comércio e do Investimento de Macau (IPIM), os expositores relataram uma receção entusiástica dos produtos por parte de residentes e turistas, com vendas que superaram as expectativas. Marcas certificadas, incluindo 14 com selo halal e 17 com a certificação de qualidade “M-Mark”, apresentaram mais de 550 produtos selecionados.

O espaço da feira combinou gastronomia, compras e entretenimento, através de áreas temáticas dedicadas às marcas de Macau e aos produtos dos Países de Língua Portuguesa. O formato híbrido, com transmissões online, experiências interativas e promoções no local, foi elogiado pelos visitantes, que destacaram a diversidade e o carácter inovador do evento.

Uma pequena e média empresa de Macau, a participar pela primeira vez, afirmou que o elevado fluxo de visitantes ajudou a aumentar a visibilidade no Interior da China e revelou ainda ter alcançado um acordo preliminar com um supermercado local de Wuhan após os contactos estabelecidos durante a feira.

A “Bolsa de Contactos entre Hubei e Macau” gerou intenções de cooperação em setores como comércio, restauração e grande distribuição, enquanto empresas locais manifestaram interesse em reforçar as ligações com Macau, vendo neste evento uma plataforma estratégica para expansão internacional.

O IPIM organizou também a sessão de promoção da marca “MICE² Macao x Hengqin” 2025 (Paragem de Wuhan), que reuniu mais de 350 representantes de governos, empresas e entidades ligadas às convenções e exposições de Hubei, Macau e Hengqin. A iniciativa promoveu o alinhamento de recursos e abriu espaço para o desenvolvimento colaborativo entre as indústrias das duas regiões.

Segundo o IPIM, a “Semana de Macau” consolidou-se como uma vitrine do charme da cidade no Interior da China, reforçando simultaneamente os laços culturais e económicos e contribuindo para projetar as marcas de Macau no cenário internacional. In “Plataforma” - Macau


segunda-feira, 19 de junho de 2023

Brasil - Logística reversa: novos rumos

Logística reversa é um termo que define um conjunto de atividades cujo objetivo é recolher, transportar e dar destino adequado aos produtos e materiais descartados pela sociedade, de forma que possam ser reutilizados, reciclados ou descartados de maneira segura, contribuindo para a preservação ambiental. Pensando nisso, o governo de Goiás editou o decreto nº 10.255, de 17/4/2023, que regulamenta a política de logística reversa e cria o Certificado de Crédito de Reciclagem (ReciclaGoiás).

O decreto determina a implementação, a estruturação e a operacionalização do sistema de logística reversa de embalagens em geral. Estão sujeitos ao que prevê este decreto os fabricantes, os importadores, os distribuidores e os comerciantes de produtos que gerem, depois do uso pelo consumidor, embalagens em geral como resíduos no Estado de Goiás. Com isso, Goiás passa a fazer parte do grupo de Estados que regulamentaram a logística reversa, ao lado de São Paulo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Rio de Janeiro, Pernambuco, Paraíba e Piauí.

Para auxiliar na implementação do seu sistema, a Associação Pró-Desenvolvimento Industrial do Estado de Goiás (Adial) já assinou parceria com a EuReciclo, certificadora de créditos de reciclagem, para atender às empresas associadas, que terão desconto na compra dos certificados, além de assessoria jurídica.

De acordo com a nova legislação, as indústrias passam a ser obrigadas a custear o reaproveitamento de pelo menos 22% das embalagens recicláveis que colocam no mercado. As indústrias e as cooperativas de reciclagem serão informadas sobre o volume que precisa ser recolhido para alcançar aqueles 22% estabelecidos pelo decreto. Esse percentual, porém, é apenas um ponto de partida, pois, a partir do decreto federal nº 11.043, de 13/4/2022, que criou o Plano Nacional de Resíduos Sólidos (Planares), o objetivo é alcançar, em duas décadas, a recuperação de 50% dos resíduos.

Para tanto, as indústrias podem contratar uma empresa gestora independente, para orientação e auxílio na implementação do seu sistema e, dessa maneira, comprovar que um material equivalente ao que colocaram no mercado (separado por tipo – papel, plástico, vidro ou metal) foi efetivamente reciclado na mesma região impactada e retornou à cadeia produtiva.

Os catadores vão receber créditos financeiros de acordo com a quantidade de recicláveis comercializados, além de serem remunerados ao vender o material para a indústria de reciclagem. Já a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad) vai assumir um papel de fiscalização e receberá relatórios das empresas gestoras. 

Em 2021, o Brasil reciclou aproximadamente 33 bilhões de latinhas de alumínio, o que representou 98,7% de reaproveitamento do material produzido, segundo dados divulgados pela Agência Brasil. Como se vê, a logística reversa contribui decisivamente para a redução dos resíduos sólidos que vão para o descarte, minimizando o impacto que causam ao meio ambiente. Ivone Silva - Brasil

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Ivone Maria Silva, economista, empresária, conselheira no Corecon-GO e conselheira no Conselho Administrativo Tributário de Goiás (CAT-GO). E-mail: diretoria@imase.com.br

 

sexta-feira, 16 de junho de 2023

China - Produtos lusófonos e de Macau “muito bem recebidos” em Qingdao

Durante os cinco dias de promoção em Qingdao, os produtos de Macau e lusófonos foram “muito bem recebidos” pelos consumidores. Segundo o IPIM, metade das empresas venderam todos os produtos até ao quarto dia do evento


Na Semana de Macau em Qingdao, as 28 empresas do território que estiveram presentes “desfrutaram de um número elevado de vendas”. Segundo o Instituto de Promoção do Comércio e do Investimento de Macau (IPIM), as etiquetas “Fabricado em Macau”, “Marca de Macau” e os produtos dos países de língua portuguesa foram “muito bem recebidos” pelos consumidores de Qingdao. Tanto que, mais de metade das empresas “venderam todos os seus produtos disponíveis até ao quarto dia da exposição, sobrando apenas algumas prateleiras para exposição e apresentação”, enquanto “outras reabasteceram os seus produtos novamente”.

Durante cinco dias, companhias do território estiveram a promover os produtos naquela cidade da província de Shandong. “Alguns empresários de Qingdao consideraram os produtos de Macau e dos países de língua portuguesa como sendo de boa e elevada qualidade, e planeiam futuramente viajar a esses destinos para experimentar a sua gastronomia pessoalmente”, destaca.

O IPIM acrescenta que alguns expositores de negócios de padaria afirmaram que tinham abastecido os seus inventários antes da exposição, mas, ainda assim, os produtos “foram todos consumidos até ao segundo dia da exposição”. Segundo o organismo, estes negócios estabelecerão colaborações com potenciais agentes que conheceram durante os eventos, por forma a levarem os seus produtos para Shandong.

Além das exposições e vendas presenciais, foi adoptada pela primeira vez a transmissão ao vivo para comércio electrónico. Através deste meio, alguns clientes do Interior da China fizeram encomendas para produtos especiais de Macau e dos países lusófonos, como produtos de artesanato, bolos, molhos, vinhos e roupas.

Ao longo da Semana de Macau em Qingdao, o IPIM coorganizou, em conjunto com instituições da cidade chinesa, uma sessão de promoção de convenções, exposições, comércio e investimento. Nesta sessão, participaram 150 representantes de empresas de ambos os lados, abrangendo sectores como a venda a retalho e grossista, comércio de vinhos, restauração, comércio electrónico, turismo cultural e exposições. No total, foram organizados mais de 100 encontros.

“Os empresários de Qingdao e Macau mostraram-se satisfeitos com a organização e eficiência do evento, acreditando que não só serviu para aprofundar os seus conhecimentos sobre as vantagens de levar a cabo negócios e organizar exposições e conferências em Macau, mas também para permitir que se encontrassem com empresas nos seus respectivos sectores, estabelecendo interacções e contactos eficientes e promovendo a cooperação económica entre ambos os locais”, refere o IPIM. In “Jornal Tribuna de Macau” - Macau


sábado, 26 de novembro de 2022

Luxemburgo – Com vencimentos muito superiores, uma Casa da Barbie custa menos 300 euros do que em Portugal

Tornou-se viral nas redes sociais uma imagem da “Casa de sonho da Barbie” que está à venda num supermercado em Portugal por 599,99 euros


As críticas relativamente ao preço subiram de tom quando surgiu uma imagem do mesmo brinquedo à venda no Luxemburgo por um preço muito inferior: 283 euros.

O Polígrafo, página de fact checking, verificou que nos supermercados Continente, em Portugal, o produto denominado como “Playset Barbie – Mansão Dreamhouse” estava à venda por 599,99 euros, mas desde sexta-feira o preço foi reduzido para 449,99 euros.

Em contraponto, na rede de supermercados Auchan, no Luxemburgo, exatamente o mesmo produto encontra-se à venda por 282,99 euros. Uma diferença superior a 300 euros no preço de base do brinquedo. In “Bom dia Europa” - Luxemburgo


quinta-feira, 12 de novembro de 2020

Timor-Leste – Prepara produtos com potencial económico e cariz histórico para a Expo Dubai 2021

 

Díli – O Ministro do Turismo, Comércio e Indústria (MTCI), José Lucas do Carmo, disse hoje que a equipa do seu ministério ainda está a proceder à seleção dos produtos com potencial económico e cariz histórico a serem apresentados na exposição internacional que terá lugar entre 2021 e 2022, no Dubai.

“O Ministério do Turismo, Comércio e Indústria identificou já todos os produtos económicos e históricos. Por isso, o ministério efetuará a seguir o processo de seleção por meio de uma competição no sentido de procurar e identificar produtos de origem e únicos, antes da mostra na Expo Dubai de 2021”, disse o governante à Agência TATOLI, após o término do encontro com os deputados da Comissão F, que trata dos Assuntos de Saúde, Educação e Assuntos Socias, no Parlamento Nacional.

O Presidente da Autoridade da Expo Dubai afirmou ainda que a decisão na escolha dos melhores produtos partiu do próprio Ministro do Turismo, Comércio e Indústria.

O governante destacou ainda que, antes da exposição de todos os produtos selecionados no certame que irá decorrer na Expo Dubai, Timor-Leste está a ultimar os últimos pormenores para a seleção dos produtos, nomeadamente da baunilha, coco, mel, alimentos em bambu (tukir), tais e café.

Segundo José Lucas do Carmo, o ministério considerou de importância vital a venda de produtos orgânicos não contaminados por químicos.

O governante adiantou ainda que uma equipa afeta ao MTCI selecionará, na próxima semana, todos os produtos já identificados de cada município, incluindo da Região Administrativa Especial Oé-Cusse Ambeno (RAEOA).

O dirigente frisou, por outro lado, que o Governo alocará um milhão de dólares americanos para 2021 a fim de apoiar toda a fase de preparação a cargo do ministério com vista à participação de Timor-Leste na Expo Dubai.

O governante acrescentou que a Comissão Organizadora da Expo Dubai de 2021 disponibilizará o alojamento em unidades hoteleiras e pavilhões para armazenar todo o material bem como bilhetes para os VIP.

A Exposição do Dubai terá lugar entre os dias 01 de outubro de 2021 e 30 de abril de 2022.

Recorde-se que o MTCI procedeu, na semana passada, ao lançamento da Pré-Expo Timor-Leste a caminho do Dubai, que decorreu no Centro de Convenções de Díli, sob o lema “Oportunidade de Timor-Leste na Expo Dubai”, iniciativa a cargo do Comissário Geral da ANED-TL, Manuel Vong. Domingos Freitas – Timor-Leste in “Tatoli”


segunda-feira, 15 de junho de 2020

Estados Unidos da América – Grupo de comediantes luso-americanos mudam de vida e fazem furor a vender produtos portugueses

Com os espetáculos cancelados devido à pandemia de covid-19, o trio de comediantes luso-americanos ‘The Portuguese Kids‘ apostaram na sua loja "online" de produtos portugueses, cujas vendas aumentaram 300% desde o início do confinamento




“Passei de comediante a vendedor de linguiça”, disse à Lusa Derrick DeMelo, um dos elementos do grupo, que viu todos os espetáculos de 2020 cancelados devido à pandemia.

“Quando notámos que as vendas estavam a subir, em março, decidimos focar-nos nisto e promover o negócio”, afirmou o artista.

As receitas provenientes da loja permitiram ao grupo compensar o cancelamento das atividades humorísticas.

Segundo o luso-americano, que compõe o trio de comediantes com Brian Martins e Al Sardinha, “sem a ‘Shop Portuguese’ neste momento, os ‘The Portuguese Kids’ não continuariam a existir”.

“Estou muito grato, porque provavelmente sem isto teríamos de fechar portas e abrir falência”, disse.

Os produtos mais vendidos neste momento são bolos lêvedos, chouriço e linguiça e pastéis de nata congelados, sendo que o catálogo da ‘Shop Portuguese’ inclui várias outras categorias, desde ‘t-shirts’ e aventais a canecas, livros e galos de Barcelos.

Derrick DeMelo considerou que o confinamento levou as pessoas a comprarem mais produtos online e a encontrarem a loja. “Tornou-se uma tendência e não me parece que vá abrandar muito”, afirmou, sublinhando a importância de oferecerem portes gratuitos, algo que as outras lojas do mesmo segmento não fazem.

Abril e maio foram os meses com maiores subidas. A título de exemplo, DeMelo revelou que a loja está a vender cerca de 250 a 350 quilos de chouriço por mês e 100 a 200 pacotes de seis bolos lêvedos por semana.

“Não somos a Amazon e temos orgulho nisso, tudo o que vendemos é autêntico” afirmou.

“Não é comédia, mas também está no léxico do ser português. É tudo para promover Portugal como marca e o orgulho português”, garantiu.

A Califórnia e a Flórida são dois dos estados de onde a loja recebe mais encomendas, mas DeMelo explicou que há pedidos vindos de todo o lado, mesmo de locais distantes no centro-oeste do país. “É incrível ver os sítios onde os portugueses vão parar”, comentou.

No entanto, não são apenas lusodescendentes que procuram a comida e produtos típicos oferecidos pela loja: “O engraçado é que estamos a receber muitas encomendas de pessoas que não são portuguesas. Compram porque foram a Portugal, que se tornou num destino turístico tremendo”, disse o artista.

“A popularidade de Portugal está a ajudar-nos deste lado”, referiu.

O trio, originário de Massachussetts, está também a manter a ligação com a comunidade através de vídeos que são lançados todas as quintas-feiras e transmissões ao vivo às quartas e sextas. “É o melhor que podemos fazer agora pelos nossos fãs”, afirmou o comediante.

Apesar de o processo de desconfinamento estar em curso nos Estados Unidos, o regresso dos espetáculos ao vivo com público ainda é uma incógnita. “Prefiro esperar até que seja totalmente seguro fazê-lo. Talvez não seja possível durante muito tempo”, admitiu Derrick DeMelo.

Com o aumento do número de infeções em vários estados do país e a perspetiva de novas vagas no outono, a visão é cautelosa. “Não sabemos o que vai acontecer em 2021, pode demorar muito até voltarmos à estrada”.

Até isso acontecer, o foco dos comediantes estará nos vídeos e na loja online, que lançaram como um negócio à parte para promover a identidade portuguesa.

“O que começou como uma brincadeira cresceu para algo que penso que se vai manter mesmo depois de os ‘The Portuguese Kids’ desaparecerem”, considerou DeMelo. In “Bom dia Europa” - Luxemburgo

sexta-feira, 21 de setembro de 2018

Macau – Produtos e serviços chineses e lusófonos ganham espaço na 2018 PLPEX

A “Exposição de Produtos e Serviços dos Países de Língua Portuguesa (Macau)” – 2018 PLPEX realiza-se entre 18 e 20 de Outubro, em simultâneo com a 23ª edição da Feira Internacional de Macau, no Venetian. A exposição vai crescer em área, para seis mil metros quadrados, e em conteúdo, informa o IPIM, que promove o evento.

A “Exposição de Produtos e Serviços dos Países de Língua Portuguesa (Macau)” – 2018 PLPEX deste ano vai aumentar para seis mil metros quadrados e contará, pela primeira vez, com a “Zona de Experiência Auto-ajuda de Produtos Brasileiros (Produtos Afamados Brasileiros)”, que vai mostrar produtos centrados “numa ideia de saúde e de protecção ambiental”.  Ao mesmo tempo, serão realizadas, pela primeira vez, a “Sessão de Bolsa de Contactos alusiva a Vinhos e Produtos Alimentares dos Países de Língua Portuguesa” e as “Actividades de Experiência de Produtos Alimentares dos Países de Língua Portuguesa”. A PLPEX realiza-se entre 18 e 20 de Outubro, em simultâneo com a 23ª edição da Feira Internacional de Macau, no Venetian.

A decisão de aumentar a exposição tem por base a experiência do ano passado em que a PLPEX foi realizada de forma independente de modo a promover o papel de Macau enquanto Plataforma de Serviços para a Cooperação Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa. O objectivo é, ao mesmo tempo, expandir o “novo modelo de venda a retalho” como forma de cooperação, informa o Instituto de Promoção do Comércio e do Investimento de Macau (IPIM), que promove os eventos.

“Tendo obtido uma experiência de crescimento ao longo de dois anos e também uma vantagem reforçada e continuada, com Macau enquanto Plataforma de Serviços para a Cooperação Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa, a PLPEX passou a ser realizada independentemente, pela primeira vez, no ano passado”, lê-se no comunicado.

Na edição anterior, a exposição ocupou uma área de mais de três mil metros quadrados e atraiu a participação de mais de 210 instituições e empresas dos países lusófonos registados no “Portal para a Cooperação na Área Económica, Comercial e de Recursos Humanos entre a China e os Países de Língua Portuguesa”, bem como fornecedores de serviços profissionais. A mostra foi dividida em quatro zonas principais de exposição, para instituições governamentais de promoção do comércio, associações e câmaras comerciais, produtos alimentares, produtos não-alimentares e de exposição de serviços.

Este ano a área de exposição vai incluir mais de 300 ‘stands’. As culturas e produtos alimentares dos Países de Língua Portuguesa serão promovidas através do "Portal para a Cooperacao na Área Económica, Comercial e de Recursos Humanos entre a China e os Países de Língua Portuguesa" e de outras formas de promoção online e off-line. A organização prevê atrair empresas dos oito Países de Língua Portuguesa e agentes de produtos lusófonos do Interior da China, de Hong Kong e de Macau para participar neste evento, incluindo áreas de produtos alimentares, materiais de construção, vestuário, restauração, comércio electrónico, entre outros.

Vai ser promovido o “Workshop de Comércio Electrónico Transfronteiriço dos produtos dos Países de Língua Portuguesa”, por forma a ajudar os Países de Língua Portuguesa a entrar no mercado do interior da China através de uma plataforma online. Paralelamente, será estabelecida a “Zona Especial do Centro de Serviços Comerciais para as PMEs da China e dos Países de Língua Portuguesa”, visando impulsionar as empresas da China e dos Países de Língua Portuguesa a “atrair investimento do exterior” e “expandir-se para o exterior”, promover a cooperação comercial e fomentar mais oportunidades de negócio. A par destes eventos, vão organizar-se fóruns e seminários, desfiles de moda, actuações musicais e exposição de artesanatos. In “Ponto Final” - Macau

terça-feira, 20 de março de 2018

Macau – “Vamos Desfrutar”



“Vamos Desfrutar – Mercado com Destaque para os Produtos do Mundo Lusófono e Macau”

(2018/3/27-2018/4/1)

Para consagrar o papel de Macau como plataforma entre a China e os Países de Língua Portuguesa, no âmbito da cooperação económica e comercial, promovendo o desenvolvimento do “centro de distribuição dos produtos alimentares dos países de língua portuguesa”, o IPIM e “Macao Association for Promoting Community Economic Development” irão realizar pela 1ª vez, de 27 de Março a 1 de Abril de 2018, “Vamos Desfrutar – Mercado com Destaque para os Produtos do Mundo Lusófono e Macau”.

O objectivo desta actividade é promover os produtos característicos dos países de língua portuguesa na comunidade, de modo a permitir os cidadãos e turistas conhecerem os produtos e a cultura dos países de língua portuguesa. Além de venda dos produtos de língua portuguesa em stands típicos, irão realizar actividades maravilhosas no local em simultâneo, incluindo: degustação, preparar gastronomia dos países de língua portuguesa, workshop de artesanato, actividades para família e espectáculos, etc. Instituto de Promoção do Comércio e do Investimento de Macau



sexta-feira, 28 de julho de 2017

Macau - Exposição de Franquia de Macau atrai cada vez mais entidades

A Feira de Produtos de Marca da Província de Guangdong e Macau e a Exposição de Franquia de Macau arrancam hoje. Até domingo, nas instalações do Venetian, mais de meio milhar de expositores de Macau e do estrangeiro vão dar a conhecer os seus produtos, à procura de oportunidades de negócio

Arrancam hoje e prolongam-se até domingo, a Feira de Produtos de Marca da Província de Guangdong e Macau (GMBPF, na sigla inglesa) e a Exposição de Franquia de Macau (MFE, na sigla inglesa). A nona edição de ambos os certames realiza-se este ano em conjunto, no que constitui uma tentativa do Instituto de Promoção do Comércio e do Investimento de Macau (IPIM) de “alargar o número de visitantes profissionais”, a partilha de recursos, a criação de sinergias e o aumento da eficácia das bolsas de contacto. As duas feiras têm como palco o Centro de Convenções e Exposições do Venetian e reúnem no total mais de meio milhar de expositores de Macau e do estrangeiro.

“A Expansão Contínua de Marcas – Novas Oportunidades de Negócio à Vista” é o tema da edição de 2017 da Exposição de Franquia de Macau. O evento conta com mais de 155 expositores em representação de países como a República Popular da China, o Brasil, o Japão, a Malásia, Portugal, Moçambique, o Reino Unido e a Finlândia, que se estreia no evento. Irene Lau, vogal executiva do IPIM, revelou que serão expostas “roupas de moda e temas relacionados com a restauração, vendas a retalho, serviços educativos, lazer e entretenimento, serviços financeiros, agenciamento de marca e serviços de consultoria”.

A responsável do Instituto de Promoção do Comércio e do Investimento destacou o interesse dos países lusófonos, que tem crescido ao longo dos anos. Enquanto que em que 2015 participou uma única empresa do universo da lusofonia, no ano de 2016 estiveram presentes marcas do Brasil, Timor-Leste e Moçambique. Este ano, a Exposição de Franquia de Macau conta com a participação de três empresas brasileiras e seis portuguesas, sendo que Moçambique também se faz representar.

O primeiro dia da Exposição de Franquia de Macau será marcado pelo “Fórum sobre Oportunidades de Negócio em Franquia de Marcas Internacionais”, que terá como enfoque o tema “Big Data: factor crucial de sucesso dos franqueados”. Para além de especialistas na área, foi também convidado a participar Li Ning, um dos ginastas mais populares da República Popular da China e que é actualmente presidente do conselho de administração do grupo Li Ning, especializado em equipamento desportivo. No ano passado, a marca de produtos que comercializa foi considerada uma das 100 melhores no que à venda a retalho online na China diz respeito.

Myanmar e Indonésia estreiam-se na Feira

Na nona edição da Feira de Produtos de Marca da Província de Guangdong e Macau, encontram-se instalados 345 ‘stands’, sendo 107 pertencentes a expositores de Macau, 194 aos da Província de Guangdong, 30 aos do Myanmar e 14 a empresas e entidades provenientes da Indonésia. As exposições de produtos típicos do Myanmar – artigos de jade, vestuário, peças de artesanato e produtos alimentares – e da Indonésia – produtos alimentares, artigos de consumo diário, artigos de artesanato e jóias – constituem uma estreia na Feira.

O representante do departamento do comércio da província de Guangdong, Huang Yongguang, apontou que, no ano passado, “as trocas comerciais entre Guangdong e Macau ascenderam a 2,06 mil milhões de dólares americanos”. Huang Yongguang avançou ainda que “são 12 o número de novas empresas de Guangdong autorizadas a estabelecer-se no território”. Joana Figueira – Macau in “Ponto Final”