Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)
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quinta-feira, 27 de dezembro de 2018

Japão – Pretende fomentar relacionamento económico com a CPLP


Lisboa – A conselheira da embaixada do Japão em Portugal com o pelouro do relacionamento com a CPLP salienta que o país, como observador associado, quer fomentar o relacionamento económico com os Estados lusófonos e promover o português no Japão.

“Compartilhamos valores como os direitos humanos e a democracia, e ao mesmo tempo o Japão tem relações extensas com cada membro da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, e através desta associação internacional queremos fomentar essa relação muito intensa com cada país lusófono”, disse a chefe adjunta da missão da embaixada do Japão em Portugal.

Em declarações à Lusa, Chiho Komura vincou que o Japão “pediu para ser observador associado” da CPLP também para “fomentar o relacionamento económico e trabalhar para a cooperação e o desenvolvimento” e lembrou que é também com estes objectivos que o gigante asiático realiza de três em três anos uma Conferência Internacional sobre o Desenvolvimento Africano (TICAD – Tokyo International Conference of African Development).

O Japão, concluiu a responsável, “também tem muito interesse em promover a língua portuguesa no Japão” e destacou que ela própria estudou numa universidade “onde a língua portuguesa é ensinada há mais de 100 anos”.

No ano passado, o Japão investiu em África cerca de mil milhões de euros, tendo em Moçambique o segundo maior destino de investimento e ajuda oficial ao desenvolvimento, no valor de 128 milhões de euros, principalmente concentrado no Corredor de Nacala, um fluxo financeiro que só fica atrás dos valores investidos no Quénia. In “Inforpress” – Cabo Verde com “Lusa”

sábado, 1 de dezembro de 2018

Portugal - “Uma História de Assombro”: Exposição que evoca a relação entre Portugal e Japão



A mostra, inaugurada na Galeria do Rei D. Luís do Palácio Nacional da Ajuda, narra a história do encontro e reencontro entre Portugal e o Japão, ao longo de cinco séculos. A iniciativa prevê o lançamento de um catálogo de 173 páginas, com textos científicos, cronologia e imagens a cores.

Através de biombos, lacas, cartografia e armaduras, entre outros objetos raros, alguns expostos pela primeira vez ao público, a exposição narra uma história marcada pelo espanto e maravilhamento, mas também pela desconfiança, com momentos de aproximação, de contendas, corte de relações e diplomacia.

“Uma história que se conta tanto pela documentação escrita, como pela cultura material, a língua, a troca do conhecimento científico, a arte e a religião”, sublinha a organização, em comunicado.

“Uma História de Assombro. Portugal-Japão Séculos XVI-XX” é composta por peças de colecionadores particulares, de instituições públicas e privadas, portuguesas e japonesas.

Comissariada por Alexandra Curvelo e Ana Fernandes Pinto (Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa), e organizada pelo Palácio Nacional da Ajuda/Direção-Geral do Património Cultural e pelo Instituto Diplomático/Ministério dos Negócios Estrangeiros, a exposição contou com o apoio mecenático da Fujitsu e da Japan Foundation e o alto patrocínio do Presidente da República. In “Mundo Português” - Portugal

sexta-feira, 10 de agosto de 2018

Japão - Sonda espacial Hayabusa-2 capturou imagens de asteroide

A sonda espacial Hayabusa-2 capturou imagens do asteroide Ryugu a 930 metros de distância de sua superfície e analisou seu campo gravitacional.



As fotos e os dados foram publicados no website JAXA (Agência Japonesa de Exploração Aeroespacial).

A estação automática Hayabusa-2 foi lançada no espaço no início de dezembro de 2014 para estudar e coletar amostras do asteroide Ryugu. Cientistas esperam que ela traga para a Terra as primeiras amostras "puras" de matéria primária do Sistema Solar.

O dispositivo japonês atingiu seu objetivo no início de junho e começou um longo procedimento de aproximação do asteroide, cujo formato "mudava" repetidamente à medida que a sonda se aproximava dele para melhorar a qualidade das fotografias.

A princípio, os cientistas pensaram que o asteroide tivesse o formato de uma bola perfeita. Posteriormente, as fotos revelaram que o corpo celeste tem formato angulado semelhante a um cubinho de açúcar.

A Hayabusa-2 oficialmente chegou ao Ryugu no início de julho, parando a 20 quilômetros da superfície do asteroide. Durante algumas semanas, a sonda passou a acionar e diagnosticar os instrumentos científicos e também estudar as formas e as propriedades físicas do asteroide.



Na semana passada, a sonda conduziu uma série de manobras para medir a força de campo gravitacional do asteroide.

Segundo a JAXA, na quarta-feira (8), a Hayabusa-2 se aproximou do asteroide a uma distância de 851 metros. Em virtude disso, as câmeras conseguiram capturar imagens com alta resolução — cerca de 50 centímetros por pixel.

Os dados coletados ajudarão os cientistas a estudar o campo de gravidade do Ryugu e o quanto ele atrai a Hayabusa e outros objetos. O estudo, como observado pelos planetólogos japoneses, ajudará a entender a estrutura interior do asteroide e se ele possui grandes espaços vazios. In “Sputnik Brasil” - Brasil

terça-feira, 7 de agosto de 2018

Mercosul - UE: agora vai?

SÃO PAULO – Depois de quase cinco anos de negociações, União Europeia (UE) e Japão acabam de assinar um amplo acordo comercial, que elimina quase todas as tarifas sobre os produtos que comercializam. Esse acordo é também uma resposta às ações do governo norte-americano, que elevou as tarifas sobre os bens importados de vários parceiros comerciais. Espera-se agora que esse mesmo motivo leve a UE a concluir pela necessidade de uma ação política que favoreça a assinatura de acordo semelhante com o Mercosul, que vem sendo negociado há quase 20 anos.

Para favorecer esse entendimento, há também a guerra comercial entre EUA e China, que pode beneficiar o acordo entre Mercosul e UE, pois essa parceria seria estratégica para o bloco europeu. Além disso, o Mercosul fez uma nova proposta à UE, ao sugerir uma cota de importação de 60 mil veículos anuais, sendo que nos primeiros sete a oito anos o imposto de importação teria uma margem de preferência de 50%, caindo assim dos 35% atuais para 17,5%. Cumprido aquele prazo, o imposto de importação seria reduzido gradativamente até zero, quando se completassem os 15 anos para o início do livre comércio entre as regiões.

A proposta do Mercosul também prevê o livre comércio de carros elétricos e híbridos, que não são produzidos na América do Sul. Em contrapartida, o Mercosul espera que o setor agrícola europeu não continue a levantar os obstáculos que têm dificultado sobremaneira o acordo entre os dois blocos. Essa abertura do Mercosul em busca de um acordo dá-se porque houve mudança na agenda de comércio exterior brasileira, que passou a incluir a negociação de acordos essenciais para a inserção do País no comércio internacional. Ao mesmo tempo, o governo argentino, o outro grande parceiro do Mercosul, também mudou sua política de comércio exterior e tem pressa em fechar esse acordo com a UE.

Esse movimento de abertura, obviamente, será benéfico para os dois países, na medida em que permitirá às empresas sul-americanas o acesso a novos mercados, além de fomentar a competição interna e contribuir para integrar as duas economias nas cadeias internacionais. Talvez seja o caso de o Mercosul seguir os passos da UE e tentar também um acordo com o Japão, que tem um mercado superior a 120 milhões de consumidores.

É de se lembrar que o acordo da UE com o Japão remove as tarifas de 10% do bloco europeu sobre carros japoneses e de 3% na maioria das autopeças. E ainda elimina os impostos japoneses de cerca de 30% ou mais sobre o queijo da UE e de 15% sobre os vinhos, além de garantir acesso a grandes licitações públicas no Japão.

Por fim, o acerto elimina quase 99% das tarifas sobre os bens japoneses comercializados para a UE e cerca de 94% das tarifas sobre as exportações da Europa para o Japão. O setor de alimentos da Europa foi amplamente beneficiado pelo tratado, que deve permitir o crescimento da demanda japonesa por queijos, chocolates, carnes e massas de alta qualidade. Em compensação, os fabricantes japoneses de carros e autopeças esperam aumentar suas vendas na Europa.

Em outras palavras: é preciso encontrar compensações que levem o setor de alimentos europeu a deixar de constituir o maior obstáculo para o acordo Mercosul-UE, como tem sido até agora. Milton Lourenço - Brasil

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Milton Lourenço é presidente da Fiorde Logística Internacional e diretor do Sindicato dos Comissários de Despachos, Agentes de Cargas e Logística do Estado de São Paulo (Sindicomis) e da Associação Nacional dos Comissários de Despachos, Agentes de Cargas e Logística (ACTC). E-mail: fiorde@fiorde.com.br. Site: www.fiorde.com.br

terça-feira, 22 de maio de 2018

São Tomé e Príncipe – Assina novo acordo de ajuda alimentar com o Japão

São Tomé –  O Japão concedeu a São Tomé e Príncipe uma ajuda alimentar de três mil toneladas de arroz, avaliada em dois milhões de Euros ao abrigo de um novo acordo fiscal assinado na passada sexta-feira, 18 de maio, pelo ministro dos Negócios Estrangeiros e Comunidade, Urbino Botelho e o embaixador nipónico, Massaki Sato, testemunhado pelo ministro das Finanças, Américo Ramos.

O acto da assinatura aconteceu nas instalações do ministério dos Negócios Estrangeiros e Comunidades, MNEC, na presença dos responsáveis seniores do ministério anfitrião bem como outros titulares superiores afectos ao ministério das Finanças, Comercio e Economia Azul.

Na sua intervenção, o embaixador do Japão sublinhou que esta nova ajuda alimentar nipónica se inscreve ao ano fiscal de 2017 denominado de “KR-2017” no âmbito do programa quadro de cooperação visando o desenvolvimento económico e social de São Tomé e Príncipe.

No seu discurso, o ministro dos Negócios Estrangeiros e Comunidades, Urbino Botelho disse que o fundo resultante desta ajuda alimentar será aplicado em projectos e acções no quadro do orçamento do Estado, visando a melhoria dos serviços de saúde, educação, cultura e apoio a organização das eleições legislativas e autárquicas prevista para o ano em curso.

Tendo sublinhado que “esta ajuda permitirá a regular a provisão de arroz no mercado nacional” o ministro são-tomense acrescentou ela “reveste-se de uma outra importância capital por quanto gera o fundo de contrapartida” contribuindo para o desenvolvimento económico e social do País. Ricardo Neto – São Tomé e Príncipe in “STP Press”

terça-feira, 8 de agosto de 2017

Mercosul - UE: boas perspectivas

SÃO PAULO – A carta de intenções que a União Europeia (UE) acaba de assinar com o Japão que prevê a formalização de um acordo de livre-comércio dá uma ideia do que poderá ser o tratado que o bloco europeu pretende assinar com o Mercosul, ainda que desde já se possa intuir que este não deverá ser tão amplo quanto prevêem as discussões dos europeus com a segunda maior economia da Ásia para a formalização do Japan-EU Free-Trade Agreement (Jefta).

Iniciadas em 1999, quatro anos depois da abertura de negociações com o Japão, as conversações da UE com o Mercosul foram interrompidas em 2004, em função da mudança de política conduzida pelo lulopetismo, que também serviu para levar ao fracasso as tratativas com os Estados Unidos para a formação da Área de Livre-Comércio das Américas  (Alca).

Como se sabe, o resultado disso foi a perda de espaço para os produtos manufaturados brasileiros no maior mercado consumidor do mundo, o que redundou em dificuldades para o parque fabril nacional e no fechamento de muitas vagas no mercado de trabalho. Em contrapartida, deu-se ênfase à aproximação com os Brics (Rússia, Índia, China e África do Sul) e países subdesenvolvidos da África governados, na maioria, por ditadores.

As consequências dessa política desastrosa ainda podem ser conferidas em números atuais, que prevêem que a Argentina voltará em 2017 a ser o principal mercado para os bens industrializados brasileiros, superando os Estados Unidos, segundo previsão da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), com vendas ao redor de US$ 15 bilhões. Nada contra que a Argentina seja o maior importador de manufaturados brasileiros, mas a verdade é que os Estados Unidos poderiam estar importando pelo menos o dobro dos US$ 14 bilhões previstos para 2017, se a Alca tivesse sido criada ou pelo menos não tivesse ocorrido um distanciamento entre os dois países.

As negociações entre Mercosul e UE foram relançadas em 2010, quando as partes assumiram o compromisso de concluir um acordo com cobertura próxima a 90% do comércio birregional. Depois de muita conversa, em junho de 2017, em Montevidéu, os dois blocos confirmaram o interesse em avançar nas negociações, com vistas à conclusão de um acordo abrangente e equilibrado, que pode sair, quem sabe, na próxima reunião que está marcada para outubro, em Bruxelas.

Depois que o governo norte-americano retirou-se do Tratado de Livre-Comércio Transpacífico (TPP), assinado por 11 países da Ásia e do Pacífico, incluindo o Japão, o governo japonês buscou acelerar as negociações com os europeus. E o resultado é que o novo acordo deverá cobrir 99% dos temas da agenda de comércio bilateral, mas com o estabelecimento de um período de transição para proteger setores “sensíveis”, como o setor automotivo japonês, muito taxado na Europa, e o agronegócio europeu, que sobrevive graças a muitos subsídios.

Portanto, é possível que esse entendimento com o Japão em favor de um comércio aberto, sem demasiado protecionismo, encoraje, finalmente, os europeus a buscar um amplo acordo com o Mercosul. Já não é sem tempo. Milton Lourenço - Brasil


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Milton Lourenço é presidente da Fiorde Logística Internacional e diretor do Sindicato dos Comissários de Despachos, Agentes de Cargas e Logística do Estado de São Paulo (Sindicomis) e da Associação Nacional dos Comissários de Despachos, Agentes de Cargas e Logística (ACTC). E-mail: fiorde@fiorde.com.br. Site: www.fiorde.com.br

domingo, 2 de abril de 2017

Moçambique – Brasileira Vale vende activos à japonesa Mitsui

Vale deverá encaixar 733 milhões de dólares no pagamento inicial da venda de participações em activos à Mitsui

O grupo brasileiro Vale concluiu a venda de participações em activos em Moçambique ao grupo japonês Mitsui, devendo receber um pagamento inicial de 733 milhões de dólares, anunciou o grupo mineiro em comunicado divulgado esta semana na sua página de internet.

O comunicado acrescenta que o grupo Vale receberá um adicional de 37 milhões de dólares, quando o financiamento para o projecto carbonífero de Moatize, na província de Tete, ficar concluído, dispondo o grupo japonês da opção de devolver a participação caso tal não aconteça até Dezembro próximo.

Após cerca de três anos de negociações, o grupo Mitsui concordou em comprar 15% da participação de 95% detida pelo grupo brasileiro na mina de carvão de Moatize (os 5% restantes são propriedade do Estado moçambicano) e metade da participação de 50% do grupo Vale no Corredor Logístico de Nacala, que compreende uma linha de caminho-de-ferro entre Moatize e Nacala e instalações portuárias.

Em comunicado divulgado em Setembro de 2016, o grupo Vale havia anunciado esperar vir a receber 768 milhões de dólares com a venda, à japonesa Mitsui, de participações na mina de carvão de Moatize e no Corredor Logístico de Nacala, em Moçambique, ao abrigo do novos termos do acordo originalmente assinado em 2014. Entretanto, o grupo Vale nomeou um novo presidente executivo, Fabio Schvartsman, que sucede na condução dos negócios a Murilo Ferreira.

A 15 de Março corrente, A Vale disse ter concluído a transacção de equity antes da assinatura do project finance, sendo um grande marco para o Corredor Logístico de Nacala, já que demonstra confiança no avanço do project finance, cuja conclusão é esperada para acontecer ao longo de 2017. Se a assinatura do project finance não for concluída até o final de Dezembro de 2017, a Mitsui tem a opção de transferir, de volta para a Vale, a sua participação na mina de carvão de Moatize e no Corredor Logístico de Nacala.

Mais-valias à vista

Sem dúvidas que estarão longe dos impostos de Mais-Valias conseguidos na operação de venda de acções da ENI à Exxon Mobil, mas tratar-se-ião de somas significativas para a tesouraria do Estado, tendo em conta que a escassez de recursos que se regista com o facto dos parceiros de apoio ao orçamento terem cancelado as doações a Moçambique. Em 2016, a empresa Vale extraiu da sua mina de Moatize, na província de Tete, cerca de 5.5 milhões de toneladas métricas de carvão mineral, depois de no ano anterior, 2015, ter produzido cinco milhões de toneladas métricas, o equivalente a cinco biliões de quilogramas. A empresa mineira explica que o aumento de produção resulta de uma melhoria do projecto Moatize I e arranque de um novo, denominado Moatize II. Nos últimos três meses de 2016, a produção de carvão da mineira atingiu 1.6 milhões de toneladas, ficando 9.7% abaixo do recorde atingido no terceiro trimestre do mesmo ano. In “O País” - Moçambique

terça-feira, 21 de março de 2017

Moçambique - Japão financia construção de bibliotecas em Quelimane

O Governo do Japão vai doar 82 mil de dólares para a construção de “bibliotecas de bairro” em dois postos administrativos na cidade de Quelimane, capital da província central de Zambézia, em Moçambique. Para o efeito será assinado um contrato de doação pelo embaixador do Japão, Akira Mizutani, e o presidente do município de Quelimane, Manuel de Araújo.

“O projecto será implementando pelo Progetto Mozambico Onlus e o valor doado é de 82200 dólares americanos”, refere o comunicado de imprensa da embaixada nipónica. Segundo a nota, as bibliotecas serão construídas em dois postos administrativos, daquela província.

“O Japão acredita que, com a construção destas infra-estruturas, irá oferecer oportunidades aos estudantes das áreas periféricas, sobretudo jovens, leitores de aprofundar e melhorar os seus conhecimentos académicos através da leitura, principalmente pela quase inexistência ou pelo elevado custo dos livros”, lê-se na nota.

Em Moçambique, para ter acesso aos livros, muitos cidadãos são obrigados a deslocarem-se aos centros das cidades onde geralmente é possível encontrar uma biblioteca. Por isso, a construção destas bibliotecas poderá ajudar os cidadãos dos postos administrativos a evitar percorrer longas distâncias para ter acesso a uma.

Este será o centésimo projecto comunitário do Governo Japonês realizado desde o ano 2000 em Moçambique. Recentemente, o governo Japonês comprometeu-se a disponibilizar cerca de 83 mil dólares norte-americanos para melhorar a provisão de água potável e saneamento do meio à vila sede do distrito de Mavago, na província do Niassa, norte de Moçambique. In “Txopela” - Moçambique

sábado, 4 de fevereiro de 2017

Egipto – Equipa da Universidade japonesa de Waseda descobre túmulo

Uma equipa liderada pelo professor da Universidade de Waseda, Jiro Kondo, descobriu um túmulo até então desconhecido na necrópole de Theban, no Egipto. Pensa-se que o túmulo lindamente decorado pertence ao período de Ramesside (cerca de 1200 a.c.) baseado nas características estilísticas. O túmulo foi construído para um homem chamado Khonsu com o título Escriba Real.


Em quase 200 anos de história da egiptologia, inúmeras tumbas foram encontradas e identificadas pelo nome do proprietário e título, por isso pensava-se que seria raro encontrar mais. No entanto, esta descoberta levanta esperanças de que mais túmulos ainda desconhecidos possam ser encontrados na área de Luxor.

Um buraco foi descoberto durante a limpeza do pátio do túmulo de Userhat (TT 47), um alto funcionário do faraó Amenófis III ou em egípcio antigo Amenhotep III. O buraco levou ao corredor transversal do túmulo de Khonsu.

O túmulo tem um plano em forma de T com um eixo principal leste-oeste e a entrada voltada para o leste, atualmente coberta de detritos. O túmulo mede aproximadamente 4,6 m de leste a oeste da entrada para a parede traseira da câmara interna, e aproximadamente 5,5 m de norte a sul através do corredor transversal.


Na parede norte da área da entrada está uma imagem esculpida mostrando o barco solar do deus Ra-Atum sendo adorado por quatro babuínos em poses de adoração. Adjacente a estas imagens, em hieróglifos gravados verticalmente, Khonsu é chamado de "verdadeiro escriba de renome". Na parte sul da parede oriental no corredor transversal, Khonsu e sua esposa são mostrados adorando os deuses Osíris e Ísis. Atrás de Khonsu e sua esposa há uma representação de duas divindades de cabeça de carneiro, provavelmente Khnum ou Khnum-Re.

Na parte norte da parede oriental no corredor transversal, as figuras sentadas dos deuses Osíris e Isis são representadas no registro superior, mas a parte superior dos seus corpos estão quebrados. No registo inferior da mesma parede, uma pintura mostra os companheiros dos proprietários da tumba. A maioria das pinturas na parede ocidental do corredor transversal não são visíveis.


Na parede do sul pelo buraco do túmulo de Userhat, há inscrição vertical perto do tecto, carregando o nome Khonsu e o título de Escriba Real. O teste padrão do friso perto do tecto está num estilo khekher típico do período de Ramesside. As decorações do tecto estão geralmente em melhores condições do que as pinturas de parede.

A entrada na câmara interna é atualmente obstruída por pilhas de blocos de pedra, mas os pesquisadores esperam encontrar dentro mais pinturas de parede. In “Universidade Waseda” - Japão

O Instituto Universidade Waseda de Egiptologia começou os estudos no Egipto em 1966, obtendo a permissão para fazer escavações em 1971. O Instituto continua a realizar escavações todos os anos, tendo como base a casa de Waseda em Luxor. Mais informações aqui.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Japão - Pretende que os locais do passado cristão sejam incluídos na lista do Património Mundial

O Governo japonês vai solicitar à Unesco a inclusão na lista do Património da Humanidade de um conjunto de 12 lugares do passado cristão do país, ligado aos portugueses.

Seleccionados pela sua importância cultural, os 12 sítios que o Japão pretende classificar localizam-se em Nagasaki e Kumamoto (sudoeste), berço do cristianismo no país. Entre os monumentos destacam-se a igreja de Oura - a mais antiga do país e considerada um tesouro nacional - e a povoação de Sakitsu, que acolheu inúmeros “kakure kirishitan” ou “cristãos ocultos/escondidos” durante a perseguição anticristã no Japão no século XVII.

A história dos “kakure kirishitan” tem uma importância cultural “única”, destacou o Governo que, além desses dois lugares, também vai propor a classificação de algumas ilhas das prefeituras de Kagoshima e Okinawa (sul) pela sua rica biodiversidade. O pedido será enviado ainda este mês, informou o Ministério dos Negócios Estrangeiros do Japão, país que conta com 20 bens – 16 culturais e quatro naturais – reconhecidos pela Unesco até à data. Após uma avaliação no terreno, a Unesco irá decidir se os lugares propostos merecem ou não ser distinguidos como Património da Humanidade em 2018.

Aquele período da história é recuperado em “Silence”, o mais recente filme de Martin Scorsese, que, na semana passada, manifestou em Tóquio a sua admiração pelos “kakure kirishitan”. In “Jornal Tribuna de Macau” - Macau

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Japão - Encontradas moedas do Império Romano em ruínas de castelo

Quatro moedas de cobre do Império Romano foram descobertas nas ruínas de um castelo na Ilha de Okinawa, o que representa o primeiro achado deste tipo no Japão.

As moedas, que medem entre 1,6 e 2 centímetros de diâmetro, poderão datar dos séculos III ou IV depois de Cristo, segundo indicou o Conselho de Educação da cidade de Uruma, citado pela agência EFE.

A descoberta foi feita no Castelo de Katsuren, que existiu entre os séculos XII e XV, e que desde 2000 é considerado Património da Humanidade devido à sua ligação ao Reino de Ryukyu. Embora o desenho cunhado nas moedas não esteja visível devido ao desgaste, análises feitas com raios X mostram uma imagem que poderá ser a do imperador Constantino e de um soldado atingido por uma lança.

Além destas moedas da Roma Antiga, foi encontrada outra do século XVII originária do Império Otomano. “Este valioso material histórico sugere um vínculo entre Okinawa e o mundo ocidental”, explicou a direcção do Conselho de Educação de Uruma, que irá expor as moedas no Museu de História da cidade até 25 de Novembro. In “Jornal Tribuna de Macau” - Macau

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Internacional – Olimpíadas Internacionais de Informática 2016












Realizou-se em Kazan na Rússia a 28ª edição das Olimpíadas Internacionais de Informática. O evento que desenrolou-se entre 12 e 19 de Agosto teve a presença de 80 países e 308 concorrentes.


Entre os países participantes, dois países membros da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), Brasil e Portugal, a presença da Região Administrativa Especial de Macau e dois países Observadores Associados da CPLP, Geórgia e Japão.

A equipa do Brasil composta por quarto jovens conquistou duas medalhas de prata por intermédio de Rogério Aristida Guimarães Júnior (77,92%) e Lucca Morais de Arruda Siaudzionis (76,30%). Presentes também Pedro Henrique Sacramento de Oliveira (27,60%) e Carlos Vinícios Ferreira Santos (21,10%). Até agora o Brasil ganhou em todas as Olimpíadas que participou 2 medalhas de ouro, 11 de prata e 27 de bronze.


A equipa de Portugal alcançou uma medalha de bronze por Gonçalo Paredes (51,95%), sendo os restantes membros, Henrique Navas, (38,64%), Duarte Nascimento, (17,53%) e Guilherme Penedo (14,94%). Portugal ganhou até ao presente 6 medalhas de bronze.


A equipa da Região Administrativa de Macau ganhou duas medalhas de bronze por Man Hou Hong, (75,00%) e Hou Tin Chan (70,13%). A equipa completou-se com Cho Hou Tang (36,04%) e Hou Tam (31,82%). A equipa de Macau ganhou nas Olimpíadas que concorreu 4 medalhas de prata e 12 de bronze.

A equipa do Japão conquistou duas medalhas de ouro e duas de prata, enquanto a Geórgia ganhou uma de prata e duas de bronze. A próxima Olimpíada a realizar em 2017 será no Irão. Para mais informações aceda aqui. Baía da Lusofonia

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

São Tomé e Príncipe – Governo japonês apoia conservação do pescado

Palaiês da cidade de Angolares vão ter centro de tratamento e conservação do pescado

O Governo do Japão financia o projecto. Vai reabilitar um edifício na cidade de Angolares, e apetrechá-lo com todos os equipamentos necessários para a conservação e tratamento do pescado.

O projecto está avaliado em mais de 50 mil euros. Na sexta-feira, 22 de Janeiro de 2016, representantes da embaixada do Japão em São Tomé e Príncipe assinaram com a Associação das Palaiês (vendedoras de peixe), o acordo de financiamento.

O projecto pretende melhorar as condições de trabalho das vendedoras de peixe da cidade de Angolares, capital do distrito de Caué. Uma forma de aumentar o rendimento das famílias pobres da região sul da ilha de São Tomé. Os equipamentos a serem instalados no centro de conservação e tratamento de pescado «adaptam-se à sua realidade económica».

A Direcção das Pescas aproveitou para realçar a importância económica do sector. Segundo o Director, o sector das pescas assegura rendimento para 15% da população do país.

Há mais de 10 anos que a cooperação entre São Tomé e Príncipe e o Japão no domínio das pescas tem permitido apoio financeiro, técnico, material, e formação dos quadros são-tomenses. Abel Veiga – São Tomé e Príncipe – in “Téla Non”

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Moçambique - Porto de Nacala prepara segunda fase de expansão

A segunda fase das obras de modernização e ampliação do porto de Nacala, em Moçambique, poderão ter início ainda este ano, afirmou o governador provincial de Nampula.

Actualmente decorrem os trabalhos de preparação do lançamento dos respectivos concursos públicos, acrescentou Victor Borges.

As obras, com um custo estimado de 270 milhões de dólares, incluirão a reconstrução e expansão do cais, aquisição de equipamentos de manuseamento de carga geral, construção do terminal ferroviário de contentores e melhoria das vias de acesso.

Em Maio do ano passado, o embaixador do Japão em Moçambique, Akira Mizutani, assinou um acordo com o governo de Maputo para a concessão de um empréstimo de 280 milhões de dólares para financiar esta fase de expansão do porto de Nacala. A primeira fase do projecto também foi financiada pelo Japão, num total de 84 milhões de dólares.

As obras da primeira fase, que incluíam a reparação do pontão norte, a pavimentação do terminal de contentores, a instalação de equipamento para modernizar as operações com combustíveis e a construção de um novo terminal ferroviário foram adjudicadas à empresa japonesa Penta – Ocean Construction Co Ltd.

Note-se que ainda este mês deverão começar as expedições de carvão das minas de Moatize, Tete, através do denominado Corredor de Nacala, até ao porto do mesmo nome para posterior exportação. In “Transportes & Negócios” - Portugal

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Japão - Estudantes cuidam da escola para aprender a valorizar património público

Além das tradicionais disciplinas escolares, no Japão atividades como varrer o chão, lavar o banheiro e servir a merenda nas instituições de ensino também fazem parte do currículo dos estudantes de ensino fundamental e médio. "O aluno não estuda apenas as matérias, mas aprende também a cuidar do que é público e a ser um cidadão mais consciente", explica o professor Toshinori Saito.


Separados em grupos e sob a coordenação dos professores, os alunos são responsáveis pela limpeza da sala de aula, dos corredores, das escadas e dos banheiros. Os estudantes ainda fazem suas refeições no local de estudo e são responsáveis pela organização do lanche e por lavar os utensílios utilizados.

Michie Afuso, presidente da ABC Japan, organização sem fins lucrativos que ajuda na integração de estrangeiros na cultura japonesa, diz que esse tipo de educação faz com que as crianças entendam a importância de limpar o que sujou. "Isso mostra o nível de organização do povo japonês, que aprende desde pequeno a cuidar de um patrimônio público que será útil para as próximas gerações", diz.

A brasileira Emilia Mie Tamada, que há 20 anos trabalha como voluntária bilíngue em uma escola japonesa na província de Nara, aprova a metodologia adotada pelo país asiático e garante que os pais das crianças não acham ruim que seus filhos colaborem com a organização da escola. "Neste período, não me lembro de nenhum pai que tenha questionado a participação do filho na limpeza da escola", conta ela. In “Correio 24 horas” - Brasil

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Angola – Reabilitação do Porto do Namibe

O embaixador do Japão em Angola, Kuniaki Ito, reiterou na passada terça-feira, 25 de Agosto de 2015, o desejo de o seu governo em continuar a financiar as fases subsequentes da reabilitação do Porto do Namibe, com vista a aumentar a sua capacidade produtiva e torná-lo mais expedito.

O diplomata, que falava à imprensa no quadro da sua visita de dois à província do Namibe, assegurou que a este propósito vai procurar junto da direcção portuária o plano da segunda fase de reabilitação, para determinar o valor real de financiamento.

A primeira fase de reabilitação e de modernização do Porto do Namibe, financiada pelo governo japonês, esteve estimada em 24 milhões de dólares e consistiu no alargamento de 240 para 875 metros de cais.

Com base a reabilitação, o porto ganhou um parque de estacionamento com 25 mil e 748 metros quadrados, modernização de vias de acesso do recinto portuário e sistema de abastecimento de água aos navios, entre outras obras.

A segunda fase de reabilitação do porto consistira na sua expansão em águas profundas, de forma a afirmar-se como a maior infra-estrutura portuária da região sul de Angola. In “Angop” - Angola

domingo, 19 de julho de 2015

Internacional – Olimpíada Internacional da Matemática 2015

Realizou-se em Chiang Mai na Tailândia, entre 04 e 16 de Julho de 2015, a 56ª Olimpíada Internacional de Matemática com a participação de 104 países e territórios, 577 jovens concorrentes, dos quais 52 eram do sexo feminino. De registar as equipas da Ucrânia e da Bosnia Herzegovina constituídas com três estudantes do sexo masculino e três do sexo feminino.

A Olimpíada Internacional de Matemática (IMO) é a mais importante, maior e mais prestigiosa de todas as olimpíadas internacionais científicas do mundo. Realizada desde 1959 durante o mês de julho, em países diferentes, a competição envolve a participação de jovens estudantes até aos 19 anos e que ainda não tenham ingressado na universidade.

Novamente dois países lusófonos, membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), compareceram nesta 56ª edição da Olimpíada Internacional de Matemática, Brasil e Portugal acompanhados mais uma vez da Região Administrativa Especial de Macau.

O Brasil foi este ano o melhor país lusófono ficando na 22ª posição, melhorando 12 lugares face ao ano anterior, conquistando três medalhas de prata e três de bronze totalizando no final 109 pontos.



Segundo Carlos Shine, vice-líder da equipa brasileira “A prova deste ano foi considerada pelos países participantes como a mais difícil até hoje aplicada numa IMO, contudo, o time brasileiro teve um bom resultado, conseguindo vencer equipes tradicionais como a da Bulgária e a da Alemanha, que foi deixada para trás por 7 pontos, o que fez a alegria dos estudantes brasileiros”, afirmou.

Pedro Oliveira
As medalhas de prata foram conquistadas pelos estudantes Pedro Henrique Sacramento de Oliveira, 16 anos, de Vinhedo (SP), estreante na prova, Murilo Corato Zanarella, 17 anos, de São Paulo (SP) e Daniel Lima Braga, 17 anos, de Eusébio (CE), ambos a ganharem as suas segundas medalhas de prata em duas presenças consecutivas. João César Campos Vargas, 17 anos, de Passa Tempo (MG), Gabriel Toneatti Vercelli, 17 anos, de Osasco (SP) e Rafael Filipe dos Santos, 17 anos, do Rio de Janeiro (RJ), conquistaram as medalhas de bronze, todos estreantes na competição. Pedro Oliveira foi o melhor, ficando no 76º lugar da classificação individual com um resultado de 86,98% em 100.

Portugal ficou no 52º posto, com 70 pontos, piorando 19 lugares em relação ao ano transacto, regressando a um nível alcançado em 2010. Os jovens portugueses conquistaram três medalhas de bronze e uma menção honrosa.




Nuno Santos
As medalhas de bronze foram conquistadas por Nuno Miguel Arala Santos, 18 anos, Colégio Nossa Senhora do Rosário, Porto, quarta presença na competição, recebeu a sua segunda medalha de bronze para além de uma menção honrosa recebida no ano de 2013. Foi o melhor classificado da equipa no 183º lugar com 68,40% em 100. Henrique Rui Neves Aguiar, 17 anos, Escola Secundária José Estevão, Aveiro, obteve a sua segunda medalha de bronze em duas presenças, Francisco Tuna de Andrade, 18 anos, Escola Secundária do Padrão da Légua, Matosinhos, recebeu a sua terceira medalha de bronze em quatro comparências, tendo recebido em 2012 uma menção honrosa na que foi a sua primeira presença.

Completaram a equipa, Henrique Cravo Esteves dos Santos, 18 anos, Escola Secundária José Falcão, Coimbra, recebeu a sua segunda menção honrosa em duas presenças e Bruno Dias da Costa Carvalho, 17 anos, Escola Secundária do Padrão da Légua, Matosinhos e Henrique Miguel de Andrade Campos Navas, 15 anos, Escola Básica e Secundária D. Filipa de Lencastre, Lisboa, estreantes na competição.

A Região Administrativa Especial de Macau foi a agradável surpresa nesta Olimpíada de Matemática ao realizar a sua melhor classificação em 24 presenças. Os jovens estudantes de Macau conquistaram 1 medalha de prata, duas de bronze e três menções honrosas, totalizaram 88 pontos e ficaram na 35ª posição, melhorando 27 lugares face ao ano de 2014.

Hou Tin Chau
O jovem Hou Tin Chau, 16 anos, recebeu a medalha de prata, juntou à medalha de bronze que tinha conquistado no ano passado e esta é a sua terceira presença na competição, ficou no 76º lugar com 86,98% em 100. Cho Hou Tang, 16 anos, e Hou Leong Sio, 17 anos, segunda presença levaram para casa uma medalha de bronze, juntando, ambos, à menção honrosa de 2014. Pui Chung Ng, 17 anos, também uma segunda presença, recebeu este ano uma menção honrosa, quando em 2014 tinha conquistado uma medalha de bronze. Os jovens estreantes Leong Kit Wong, 18 anos, e Jia De Liu, 17 anos, receberam menções honrosas.

Ahmet Ileri
Jovens estudantes de três países observadores associados da CPLP estiveram presentes em Chiang Mai na Tailândia, a Turquia no 20º posto com 113 pontos e quatro medalhas de prata, com o jovem Ahmet Ileri, 17 anos, no 40º lugar com 93,23% em 100. O Japão no 22º lugar com 109 pontos teve a melhor classificação individual nos jovens Ko Aoki, 16 anos, e Yuta Takaya, 16 anos, medalhas de prata, no 88º lugar com 84,90% em 100. A Geórgia ficou na 42ª posição, 80 pontos e teve no jovem Zauri Meshveliani, 18 anos, medalha de prata, a sua melhor classificação individual, no 118º lugar e 79,69% em 100.

Por países a victória este ano coube aos Estados Unidos da América, seguida da China, Coreia do Sul, Coreia do Norte, Vietnam, Austrália, Irão, Rússia, Canadá e Singapura. Individualmente a victória foi para o jovem do Canadá Zhuo Qun Song o único que obteve 100% nos seis problemas a resolver. A IMO de 2016 será realizada em Hong Kong.

Para se informar sobre o que se passou no ano passado aceda aqui. Baía da Lusofonia

quarta-feira, 4 de março de 2015

Japão – Mitsui encomenda seis porta-contentores de 20150 TEU

A empresa marítima japonesa Mitsui OSK Lines (MOL) anunciou a assinatura de um acordo para a construção de quatro navios porta-contentores de 20150 TEU com os estaleiros sul coreanos Samsung Heavy Industries.

A MOL também concluiu também um memorando de entendimento para o frete a longo prazo de dois navios porta-contentores de 20150 TEU com a empresa japonesa Shoei Kisen Kaisha, que serão construídos pela Imabari Shipbuilding.

Os seis porta-contentores, que estão estimados em US$ 155 milhões cada, entrarão ao serviço durante o ano de 2017 e ligarão os portos asiáticos aos europeus, têm uma capacidade superior ao MSC Oscar que começou a operar no princípio deste ano e que transporta até 19224 TEU (do inglês twenty-foot equivalent unit, unidade equivalente a 20 pés, que representa a capacidade de carga de um contentor marítimo normal, de 20 pés de comprimento, 8 de largura e 8 de altura).

Os novos navios têm um comprimento de 400 metros, uma largura de 58,8 metros e um calado máximo de 16 metros e vão estar adaptados com tecnologias para a economia de energia, reduzindo o consumo de combustível, sendo muito mais económicos que os actuais porta-contentores ao serviço da Mol de 14000TEU. Esta empresa japonesa é a 9ª maior linha de transporte de contentores, representando 3,1% da frota regular de transporte do mundo, com um total de 591 mil TEU.

No momento em que estão, a nível internacional, encomendados 66 novos porta-contentores com uma capacidade superior a 18000TEU, as autoridades portuguesas continuam a inclinar-se para a construção de um porto de águas profundas no Barreiro, onde estes novos gigantes do mar não chegarão, transformando um porto que se pretende de nível internacional, num pequeno porto secundário. Baía da Lusofonia


sexta-feira, 31 de outubro de 2014

CE-CPLP - Encontro de Negócios CE-CPLP & JETRO - Japan External Trade Organization

A Diretora Geral da CPLP, Georgina Benrós de Mello, sublinhou a importância de criar "uma Comunidade de pessoas em vez de uma Comunidade de Estados e Governos".

Realizou-se no passado dia 29 de Outubro de 2014 um Encontro de Negócios entre uma delegação de empresários japoneses e Associados da CE-CPLP, num evento organizado em conjunto com a JETRO - Japan External Trade Organization. Estiveram presentes o Presidente da CE-CPLP, a Diretora-Geral da CPLP, o Embaixador do Japão em Portugal e o Diretor Geral do Escritório da JETRO em Paris.

No encontro, o Presidente da CE-CPLP, Salimo Abdula, proferiu um breve discurso de abertura sublinhando a importância de alargar e aprofundar as relações económicas entre os países membros da CPLP e os países observadores, focando o Japão como um pólo de desenvolvimento económico e tecnológico com capacidades para ajudar o desenvolvimento da economia da CPLP.


A Diretora Geral da CPLP, Georgina Benrós de Mello, sublinhou a importância de criar "uma Comunidade de pessoas em vez de uma Comunidade de Estados e Governos". No breve discurso que proferiu no início do Encontro, Georgina Benrós de Mello destacou também a entrada da Guiné Equatorial enquanto país membro da CPLP e o alargamento dos países destacados com a posição de Países Observadores, dos quais fazem parte o Japão. "Acreditamos que o Japão tem muito a trazer ao Mundo da Língua Portuguesa, com a perspicácia, experiência, tecnologia, o know-how e os recursos que mostraram ao mundo e fizeram do Japão referência em todo o planeta", concluiu a Diretora-Geral da CPLP.

Salimo Abdula apresentou ainda à delegação japonesa as oportunidades de negócio e investimento em Cabo Verde, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste, explorando os mercados destes quatro países da CPLP. A Guiné Equatorial, membro mais recente da Comunidade, mereceu também a atenção do Presidente da CE-CPLP, sobretudo pelos recursos naturais de que dispõe e pelas "excelentes oportunidades de negócios" que podem ser encontradas no país.

No final, houve ainda tempo para alguns encontros B2B entre Associados da CE-CPLP e membros da delegação japonesa liderada pela JETRO, durante os quais surgiram trocas de contactos e de informações sobre empresas e possíveis investimentos que reforcem as relações entre os vários países. CE-CPLP