Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)
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terça-feira, 21 de abril de 2026

França - Fabricante de cimento Lafarge é condenada por financiar terrorismo na Síria

A Justiça francesa condenou a Lafarge por pagar a grupos jihadistas, incluindo o Estado Islâmico, para manter uma fábrica a operar durante a guerra na Síria

A fabricante francesa de cimento Lafarge e oito ex-executivos foram considerados culpados nesta segunda-feira por financiar o terrorismo em 2013 e 2014, ao pagarem a grupos jihadistas para manter uma fábrica em funcionamento em meio à guerra na Síria.

A empresa, que desde então se fundiu com o grupo suíço Holcim, realizou pagamentos a três organizações jihadistas, incluindo o Estado Islâmico, que somaram quase €5,6 milhões, segundo a decisão do Tribunal Criminal de Paris. A corte destacou que os pagamentos permitiram aos jihadistas “preparar atentados terroristas”, em especial os de janeiro de 2015 na França.

“Esse método de financiamento de organizações terroristas, e principalmente do Estado Islâmico, foi essencial para o controlo da organização sobre os recursos naturais da Síria, permitindo financiar atos terroristas na região e planeados no exterior, particularmente na Europa”, afirmou a presidente do tribunal, Isabelle Prévost-Desprez. In “Swissinfo” - Suíça


segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Moçambique – Inaugurada nova fábrica de cimento em Cabo Delgado

Conforme o “Baía da Lusofonia” anunciou no ano passado, foi inaugurada na passada sexta-feira, na província de Cabo Delgado, distrito de Metuge, a primeira fábrica de cimento nesta província, com a presença do Presidente da República, Filipe Nyusi.

A capacidade de produção anual está estimada em duzentas e cinquenta mil toneladas de cimento.

Poderá aceder ao desenvolvimento da notícia que trouxemos no ano passado, aqui. Baía da Lusofonia

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Moçambique – Nova fábrica de cimento em Cabo Delgado

Uma fábrica de produção de cimento vai entrar em funcionamento, no próximo ano, na província de Cabo Delgado.

O projecto, pertencente a um grupo de empresários chineses, está avaliado em cerca de dezanove milhões de dólares norte-americanos.

A fábrica, que estará localizada no distrito de Metuge, vai ter uma capacidade de produção anual estimada em duzentas e cinquenta mil toneladas de cimento.

A governadora de Cabo Delgado, Selmira da Silva, disse que o empreendimento vai contribuir para sustentar o mercado local, ávido daquele produto importante para a construção civil.

Selmira da Silva falava esta quarta-feira, 01 de Julho de 2015, durante o lançamento da primeira pedra para a construção da nova fábrica de cimento. In “Rádio Moçambique” - Moçambique

sexta-feira, 26 de junho de 2015

Moçambique - Cimpor investe em nova fábrica de cimentos

Cimentos. A nova unidade industrial deverá entrar em funcionamento em 2018

A nova unidade, que se vai juntar a outras cinco que a empresa já possui em Moçambique, entrará em funcionamento até 2018, com a capacidade de produção de 1,5 milhões de toneladas por ano, e vai criar 500 postos de trabalho, avançou Jorge Reis, diretor-geral da Cimentos de Moçambique, à Lusa.

Segundo a empresa, a fábrica de Nampula prevê uma produção integral de cimento, incluindo da sua principal matéria-prima, clínquer, o que permitirá reduzir as importações deste componente, num valor até cem milhões de dólares (89,5 milhões de euros) por ano, e baixar o preço final junto do consumidor.

A Cimentos de Moçambique é detida maioritariamente pela Cimpor e pela sua subsidiária na África do Sul, Natal Portland, e integra o universo do grupo Intercement, contando também com uma participação de 18% do Estado moçambicano, por via do Instituto de Gestão Empresarial de Participações do Estado, dos Caminhos de Ferro de Moçambique e da Empresa Moçambicana de Seguros (Emose).

A Intercement é o oitavo maior produtor de cimento do mundo, com presença em oito países e líder de mercado em Moçambique, Portugal, Argentina e Cabo Verde.

Em Moçambique, a empresa produz, atualmente, 3,1 milhões de toneladas de cimento por ano, numa fábrica integral na Matola, nos arredores de Maputo, além de quatro unidades de moagem, uma das quais também na Matola, outras duas em Nacala e uma no Dondo, província de Sofala, centro do país, mantendo um total de 1.200 colaboradores.

O investimento hoje anunciado soma-se a outros 100 milhões de dólares aplicados nos últimos três anos em Moçambique, um país onde, segundo Jorge Reis, "está tudo por fazer" em estradas, pontes e habitações, "e o potencial é muito grande, à semelhança de outros países emergentes".

Apoiando-se em dados do Fundo Monetário Internacional (FMI), a empresa aposta numa economia a crescer acima dos 7% por ano e que, em 2020, poderá duplicar por conta do início da exploração do gás natural em Cabo Delgado, além do aumento da população, atualmente estimada em mais de 25 milhões de pessoas, mas que deverá subir nos próximos cinco anos para 30 milhões.

"Moçambique será um dos países mais promissores na próxima década", prevê Jorge Reis, encontrando-se no início de uma fase de consumo crescente de cimento 'per capita', um percurso já realizado por vários países, incluindo Portugal, onde as principais infraestruturas estão feitas.

Este investimento é revelado um dia depois de o grupo turco Limak Holding ter anunciado que vai investir 132 milhões de euros na construção de duas fábricas de cimento em Moçambique, com capacidade de processamento de dois milhões de toneladas por ano. In “Dinheiro Digital” - Portugal