Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)
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quarta-feira, 5 de novembro de 2025

Moçambique - Associação Moçambicana de Editores e Livreiros participa na 44.ª Feira Internacional do Livro nos Emirados Árabes Unidos

A Associação Moçambicana de Editores e Livreiros (AMEL) marca presença na 44.ª Feira Internacional do Livro de Sharjah (SIBF), que decorre desde o dia 1 de Novembro na Capital Cultural dos Emirados Árabes Unidos. Moçambique é ainda representado por Paulina Chiziane, Jeffrey Mason, Huwaida Saleh e Pedro Perreira Lopes.


Reconhecida como a melhor feira do livro do mundo pelo quinto ano consecutivo, a SIBF reúne 2200 expositores provenientes de 112 países e atrai mais de 2,17 milhões de visitantes, consolidando a sua posição como um dos maiores e mais influentes encontros do sector editorial a nível global.

O evento, que este ano decorre sob o lema “Entre ti e um livro”, iniciou com a Conferência de Editores, que incluiu formações especializadas, mesas redondas e sessões B2B dedicadas à aquisição e negociação de direitos de tradução e publicação.

A AMEL foi representada pela sua Presidente, Sandra Tamele, da Editora Trinta Zero Nove, que apresentou um catálogo de literatura moçambicana contemporânea publicada pelos membros da associação, com o propósito de ampliar a visibilidade internacional dos autores moçambicanos e fortalecer parcerias editoriais com o mundo árabe.

Sob instância de Sandra Tamele, o programa da feira que vai até 16 de Novembro regista pela  primeira vez a presença dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP), com  destaque para a participação de Paulina Chiziane, a primeira mulher Africana a vencer o  Prémio Camões, num painel sobre “Estórias de Pertença”, ao lado de Jeffrey Mason e da  Dra. Huwaida Saleh. 

A delegação de língua portuguesa inclui ainda Ondjaki (Angola) e Pedro Pereira Lopes (Moçambique), numa participação que Tamele descreve como “o reencontro entre os Países do  Golfo e a língua portuguesa”, esperando que seja “a primeira de muitas”.

Durante o evento, a AMEL garantiu manifestações de interesse internacionais para a publicação  de: Niketche, de Paulina Chiziane, pela Sidra Publishing, uma jovem editora independente  emiradense especializada em tradução literária; uma antologia de poesia moçambicana pela  Nobilis Maison d’Édition SARL, sediada em Beirute; Teatro de Marionetes de Jofredino Faife  pela Al Arabi Publishing and Distributing, a maior editora do Egipto; e Uma Onça na Cidade de Deusa D’África pela Vakxicon Publications da Grécia, o país convidado de honra em  Sharjah em 2025. In “O País” - Moçambique



domingo, 23 de março de 2025

Internacional - A história do “chocolate do Dubai”

O famoso “chocolate do Dubai” está a levar a uma corrida aos supermercados europeus, com o produto a esgotar num instante. Em Portugal, por exemplo, já se vendem tabletes por dezenas de euros na OLX e na Vinted. No Reino Unido, há quem tenha apanhado o avião para Dubai para comprar



O “chocolate do Dubai” é a última grande tendência no mercado de consumo mundial. À boleia de ‘influencers’, o produto tornou-se viral nas redes sociais, e despoletou uma verdadeira loucura em quase todo o mundo.

Na verdade, o verdadeiro chocolate do Dubai, produzido pela Fix, só se pode comprar nos Emirados Árabes Unidos, mas as recriações do produto já andam por aí, lançadas por várias marcas.

A Lindt colocou à venda a sua versão daquela iguaria que prontamente esgotou. A versão do chocolate do Dubai do Lidl, produzida através da marca J. D. Gross que pertence à rede de supermercados, está a vender-se por 4,99 euros a tablete em Portugal.

O Aldi foi proibido na Alemanha de comercializar a sua versão do chocolate porque os tribunais consideram que a cadeia de supermercados não lhe pode chamar “chocolate do Dubai” porque é produzido na Turquia.

Na plataforma Vinted, onde se podem vender produtos em segunda mão, há anúncios a venderem a mesma versão por quase 100 euros. Nesta plataforma, há ainda quem esteja a pedir 120 euros por uma tablete de 200 gramas identificada como “real Dubai chocolate”, sublinhando que é feito mesmo nos Emirados Árabes Unidos, produzida pela Fix.

A empreendedora anglo-egípcia Sarah Hamouda é a autora da receita original desta guloseima, apelidada “Can’t get Knafeh of it”. Confecionado pela fabricante de chocolate Fix, sediada no Dubai, empresa fundada em 2021, o doce parece, à primeira vista, uma simples barra de chocolate de leite, embelezada com um design artístico inspirado em Jackson Pollock, um pioneiro do expressionismo abstrato.

Mas a sua originalidade está no que contém: um recheio de creme de pistachio, tahini (creme de sésamo) e cabelos de anjos torrado (knafeh ou kataifi), o que lhe confere a sensação crocante que, segundo os seus fãs, é incomparável. Os ingredientes que fazem a diferença desta especialidade incluem pistachio, pasta de tahini e Knafeh (conhecido também como kataifi) – uma sobremesa popular do Médio Oriente e dos Balcãs. O seu nome deriva da palavra árabe “kataif”, que se refere a uma espécie de massa fina e delicada.

O kataifi é feito com uma massa que se apresenta como fios de cabelo, que é obtida a partir de uma mistura de farinha de trigo, água e um pouco de óleo ou manteiga. Esta massa é especial porque, ao ser preparada, forma longos fios que se entrelaçam, criando uma textura leve e crocante. Esse é o recheio do “chocolate do Dubai”.

A popularidade mundial da barra ‘Can’t Get Knafeh of It’ disparou quando a influenciadora gastronómica Maria Vehera publicou um vídeo a experimentar o chocolate no seu carro. O vídeo do TikTok tornou-se viral e já conquistou muitos milhões de visualizações e de gostos, levando outros a criar os seus próprios vídeos de reação ao famoso bar.

Atualmente, a barra de chocolate original só está disponível para compra no Dubai, mas, segundo os relatos, isso não impediu alguns europeus – e não só – de apanhar um avião e viajar milhares de quilómetros para a experimentar. In “Bom dia Europa” - Luxemburgo


terça-feira, 15 de outubro de 2024

Emirados Árabes Unidos – Universidade de Coimbra organiza fórum em Abu Dhabi sobre o papel da robótica no futuro da qualidade de vida das pessoas

O Instituto de Sistemas e Robótica (ISR) da Universidade de Coimbra integra a organização do fórum “Robots for a Better Tomorrow: Wellbeing Through Advanced Technology”, inserido na “International Conference on Intelligent Robots and Systems (IROS 2024)”, a decorrer em Abu Dhabi, Emirados Árabes Unidos, até sexta-feira, dia 18 de outubro.


Paulo Menezes, professor do Departamento de Engenharia Eletrotécnica e de Computadores (DEEC) da Faculdade de Ciências e Tecnologia da UC (FCTUC) e investigador no ISR, além de membro da organização, vai também moderar este fórum sobre o papel da robótica na qualidade de vida.

A IROS é uma das maiores e mais importantes conferências de investigação em robótica do mundo, atraindo investigadores, académicos e profissionais da indústria de todo o mundo. Fundada em 1988, a IROS fornece uma plataforma para a comunidade internacional de robótica trocar conhecimentos e ideias sobre os últimos avanços nesta área.

“Robótica para o Desenvolvimento Sustentável” é o tema da edição deste ano, que se foca em destacar o papel da robótica na consecução de metas de sustentabilidade. A IROS 2024 conta com mais de 4 mil inscritos e um conjunto distinto de oradores em áreas que vão desde a robótica humanoide, à ética, passando pela utilização da robótica na medicina.

Esta conferência tem como objetivo destacar investigadores emergentes e profissionais, que apresentam as suas contribuições para o desenvolvimento sustentável através de palestras plenárias, workshops, sessões técnicas, competições e fóruns interativos.

Para mais informações consultar o sítio da IROS 2024. Universidade de Coimbra - Portugal


sábado, 4 de novembro de 2023

Emirados Árabes Unidos - Universidade de Coimbra mostra livros portugueses

Até 12 de novembro, a Universidade de Coimbra (UC) está em destaque na Feira Internacional do Livro de Sharjah, nos Emirados Árabes Unidos – um dos maiores eventos mundiais do mercado editorial –, apresentando uma exposição sobre a presença portuguesa no Golfo


“Os Portugueses no Golfo 1507–1650: Uma História Interligada” é o título da mostra documental, inaugurada na quarta-feira, dia 1, num evento com a presença do chefe do governo de Sharjah [um dos sete emirados que compõem a confederação dos Emirados Árabes Unidos], xeque Sultan bin Muhammad Al-Qasimi, e do Vice-Reitor da UC para a Cultura, Comunicação e Ciência Aberta, Delfim Leão.

Instalada ao centro do grande átrio da nave principal da Feira, a exposição apresenta-se numa ‘carruagem’ de 18 metros de comprimento, toda em vidro, pintada de preto, mas com transparências [stand da autoria do Atelier do Corvo]. Lá dentro estão expostas cerca de 60 peças, entre livros raros, mapas, manuscritos e objetos de uso variado, provenientes de fundos diversos da UC e de coleções particulares. O objetivo é fazer os visitantes embarcarem numa viagem no tempo, evocando a presença portuguesa no Golfo e as relações aí estabelecidas durante os séculos XVI e XVII (com sentidos muitos variados, de aproximação, troca, intercâmbio, mas também diferentes formas de resistência).

A mostra – organizada pela Universidade de Coimbra, com apoio do Centro de História da Sociedade e da Cultura da Faculdade de Letras, através da curadoria e acompanhamento científico dos investigadores José Pedro Paiva e Roger Lee de Jesus –, é mais um passo no estreitar de relações entre a UC e o Emirado de Sharjah. Recorde-se que o xeque Sultan bin Muhammad Al-Qasimi é Doutor Honoris Causa pela UC desde 2018 e que as duas entidades têm colaborado em diversos projetos académicos e científicos nos últimos anos.

“Esta exposição constitui um ponto de chegada, fruto de mais de um ano de trabalho e de preparação, até à sua inauguração na Sharjah International Book Fair, que tem vindo a afirmar-se crescentemente como uma das maiores feiras do livro do mundo. Mas esta exposição marca igualmente um ponto de partida para novos projetos de colaboração entre a UC e o Emirado de Sharjah, que começará em breve a dar frutos ao nível da compreensão histórica mútua, e ainda do estudo da Língua e Cultura árabes em Portugal”, declara o Vice-Reitor, Delfim Leão.

Após o período de exibição na Feira Internacional do Livro de Sharjah, evento com a presença de centenas de escritores e 2200 editores de 112 países, com mais de dois milhões de visitantes esperados, a exposição “Os Portugueses no Golfo 1507–1650: Uma História Interligada” deverá ficar exposta nas semanas seguintes em diferentes polos culturais do emirado, devido ao interesse com que tem sido recebida. In “Bom dia Europa” - Luxemburgo


quarta-feira, 9 de março de 2022

Namíbia - Exporta 22 elefantes para os Emirados

A Namíbia vai exportar 22 elefantes capturados em estado selvagem para os Emirados Árabes Unidos, o que viola as normas internacionais sobre conservação de espécies ameaçadas, acusou a Fundação Franz Weber (FFW)

A transação foi confirmada no dia 06 de março pelo Ministério do Ambiente, Silvicultura e Turismo da Namíbia (MEFT), segundo a televisão pública namibiana NBC.

Os elefantes, provenientes da área do Kunene (noroeste do país), foram leiloados para evitar os crescentes “conflitos” provocados pela interação entre humanos e animais selvagens na zona, explicou o ministério.

Foram vendidos ao maior apostador, um criador de gado namibiano, G.H. Odendaal, que posteriormente os vendeu aos Emirados Árabes Unidos.

O mais provável destino dos elefantes será o zoológico de Al Ain, denunciou hoje a fundação dedicada a preservar o legado do ecologista suíço Franz Weber, o que contraria as normas da Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas de Fauna e Flora Silvestres (CITES).

“A declaração do MEFT confirma mais de um ano de especulação de que a Namíbia tinha tido sempre a intenção de exportar os seus elefantes para fora de África, como fez recentemente para Cuba e para o México”, disse a organização, em comunicado.

No entanto, explica, “a Namíbia só pode exportar elefantes vivos para programas de conservação ‘in situ’ (ou seja, dentro da área de distribuição natural da espécie em África), segundo os termos da inclusão da sua população de elefantes na CITES”.

A FFW considera falsa a justificação da venda dos elefantes como forma de travar os “casos de conflito entre o homem e a fauna”, uma vez que os animais foram “capturados na zona agrícola comercial de Kamanjab, que não está muito povoada por comunidades rurais”.

“É uma zona, segundo um relatório de 2021, que faz parte da região árida de Kunene, no noroeste da Namíbia, onde o número de elefantes é perigosamente baixo. Isto deve-se principalmente aos anos de seca e a circunstâncias induzidas pelo homem, como a caça de troféus, a perseguição e a invasão do habitat natural para atividades agrícolas”, disse a fundação.

O anúncio da Namíbia ocorre em vésperas do arranque da 74.ª reunião do Comité Permanente da CITES em Lyon (sudeste de França), que examinará, em 9 de março, a legalidade da interpretação da Namíbia no que respeita às exportações de elefantes vivos, disse a FFW. In “Sapo 24” - Portugal


sábado, 1 de janeiro de 2022

Emirados Árabes Unidos - Batem cinco recordes do Guinness com fogo de artifício

Os Emirados Árabes Unidos bateram este sábado cinco recordes do Guinness com fogo de artifício durante as celebrações do Ano Novo nas quais usou drones para iluminar o céu, na tentativa de ganhar posições na lista mundial


Segundo informou a agência oficial de notícias dos Emirados Árabes Unidos WAM, o emirado de Ras Al Khaimah estabeleceu o primeiro recorde mundial para "a maior altura de um espetáculo de fogo de artifício com drones" ao formar uma torre de fogos de artifício com uma altura de 1055,8 metros, excedendo o comprimento de qualquer arranha-céu do mundo.

O segundo registo foi alcançado na categoria “a maior quantidade de drones utilizados para lançar fogos de artifício ao mesmo tempo”, onde 452 drones lançaram fogo de artifício ao mesmo tempo para criar uma formação visual com a frase “Feliz Ano Novo” no céu do emirado.

Na véspera de Ano Novo de 2019, este emirado já tinha alcançado dois recordes do Guinness nas categorias de "a mais longa cadeia de fogos de artifício do mundo" e "os mais longos fogos de artifício em linha reta".

Por outro lado, no Sheikh Zayed Festival, em Abu Dhabi, três novos recordes do Guinness Book foram também estabelecidos com as boas-vindas aos primeiros minutos do Ano Novo com uma queima de fogos de artifício que iluminou o céu sobre a área de Al Wathba por 40 minutos com várias formações e cores.

Neste festival o recorde de maior número de fogos de artifício foi quebrado em quantidade, tempo e forma. In “Contacto” - Luxemburgo


quarta-feira, 8 de dezembro de 2021

Emirados Árabes Unidos - Muda fim-de-semana para sábado e domingo e institui semana de trabalho de quatro dias e meio

Os Emirados Árabes Unidos decidiram mudar o seu fim-de-semana de sexta-feira e sábado para sábado e domingo e instituir uma semana de trabalho de quatro dias e meio, informou esta terça-feira a agência de notícias oficial WAM

Assim, além do sábado e do domingo, os habitantes dos Emirados terão, mais meio-dia de descanso na tarde da sexta-feira, dia da grande oração semanal nos países muçulmanos.

Os Emirados Árabes Unidos "são a primeira nação do mundo a introduzir uma semana de trabalho nacional mais curta do que a semana global de cinco dias", anuncia a WAM.

A federação que reúne os sete emirados vai tornar-se o único país do Golfo com um fim-de-semana de sábado e domingo, decisão que lhe permite alinhar com a maioria dos países fora do mundo árabe, ao contrário da maioria dos países árabes, onde o fim-de-semana decorre entre sexta-feira e sábado.

Os funcionários também poderão optar por trabalhar a partir de casa na sexta-feira, de acordo com a agência de notícia dos Emirados.

"Este fim-de-semana prolongado faz parte dos esforços do Governo dos Emirados Árabes Unidos para melhorar o equilíbrio entre vida pessoal e profissional(...) e também para aumentar o desempenho da competitividade económica do país", diz a WAM.

A "semana nacional de trabalho" passa a ser obrigatória para o sector público a partir de Janeiro. In “Novo Jornal” – Angola com “WAM”

quinta-feira, 18 de junho de 2020

Angola – Começou a produção de três mil tractores por ano

A Zona Económica Especial (ZEE), em Luanda, já arrancou com o processo de montagem de 3000 tractores por ano, no quadro de um projecto de instalação de uma linha de montagem financiada pelos Emirados Árabes Unidos

Os tractores, produzidos com 80 por cento da mão-de-obra nacional, são tecnologicamente desenvolvidos e equipados com alfaias agrícolas próprias para o mercado angolano. A unidade industrial aguarda apenas pela inauguração oficial, tendo já produzido os primeiros tractores. Devido à crise da pandemia do COVID-19, a inauguração foi adiada, mas deve acontecer assim que se restabelecer a normalidade.

O investimento, estimado em cerca de 100 milhões de dólares, resultou de um memorando assinando entre o Governo angolano, representado pelo Ministério da Agricultura, e os Emirados Árabes Unidos, representado pelo escritório privado do xeque Ahmed Dalmook Al Maktoum, membro da Família Real daquele país, durante a sua visita a Angola, em Dezembro do ano passado, depois de ser recebido pelo Presidente da República, João Lourenço, no Palácio da Cidade Alta.

O Ministério da Agricultura pretende, com o projecto, apoiar o desenvolvimento agrícola e promover a mecanização agrícola em Angola. A linha de montagem está a ser implementada na ZEE com o apoio da Agência de Investimento Privado e Promoção das Exportações (AIPEX) e dos ministérios da Indústria e da Economia.

A perspectiva dos investidores é expandir a produção além dos 3000 tractores por ano. A instalação da linha de montagem de tractores “Made in Angola” conta com a colaboração entre o escritório privado da realeza daquele país e a multinacional italiana Massey Ferguson.

O plano de inclusão da maior força de trabalho local inclui a substituição de quadros expatriados por nacionais, incluídos em cargos executivos e de direcção, através da formação de técnicos. Este é o primeiro investimento do escritório xeque Ahmed Dalmook Al Maktoum em Angola, cujo propósito é apostar na diversificação da economia, reforçar a capacidade industrial e agrícola e promover o emprego.

A intenção daquela entidade dos Emirados Árabes Unidos é reforçar a sua aposta no investimento privado em Angola. O escritório do xeque daquele país anunciou que já se encontra numa fase avançada de estudo um investimento em indústrias de apoio à agricultura, nomeadamente para a produção de fertilizantes e pesticidas em território angolano.

Além da linha de montagem foi criado um centro de formação que, no espaço da fábrica, terá as componentes de formação para técnicos de fábrica; formação de agricultores para operação e manutenção dos tractores e alfaias; e um programa de formação de formadores especialistas para que estes possam dar formação em todo o território, evitando a deslocação dos agricultores a Luanda para receber formação.

Foi estabelecido igualmente um programa de serviços pós-venda, manutenção e substituição de peças gastáveis. Os contractos de serviço de manutenção de longo prazo e a disponibilidade peças de suplentes no apoio pós-venda são uma parte fundamental do projecto.

Foi também estabelecido um programa de substituição de peças importadas. Para tal, encontra-se em marcha um plano de desenvolvimento de fornecedores locais, fomentando o emprego e diversificação da economia, trazendo desenvolvimento da pequena indústria local de longo prazo e diminuindo a dependência das importações. In “Angola 24 Horas” - Angola