Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)
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segunda-feira, 31 de agosto de 2020

República do Congo - Caçador furtivo de elefantes condenado

Um caçador furtivo no Congo-Brazzaville foi condenado a 30 anos de trabalhos forçados por matar elefantes, disse uma ONG na passada semana

Gerard Mombaza Mombembo, 35 anos, da vizinha República Democrática do Congo, foi apelidado de “o carrasco de Nouabale Ndoki”, em homenagem ao parque nacional onde ele operava principalmente. Foi considerado culpado de matar animais protegidos e caça com armas de nível militar, bem como de associação criminosa e tentativa de homicídio, por um tribunal em Ouesso, capital da densamente arborizada região de Sangha.

“Esta detenção é a primeira grande na batalha contra a caça furtiva e o contrabando ilegal de produtos da vida selvagem. Isso cria oportunidades para criminalizar atos de caça furtiva e punir os caçadores furtivos ainda mais severamente”, disse Richard Malonga, chefe da WCS Congo, uma ONG que trabalha com o parque Nouabale Ndoki.

O parque, criado em 1993, faz parte do Sangha Trinational que se estende pelas fronteiras com a República Centro-Africana e os Camarões. Foi classificado como Património Mundial da UNESCO em 2012. In “Novafrica” - Angola

sábado, 10 de novembro de 2012

Elefantes


Os elefantes estão em risco de extinção na Reserva de Mareja, no Parque Nacional das Quirimbas, no distrito moçambicano de Cabo Delgado, devido à caça furtiva levado a cabo por caçadores sem escrúpulos, que vêem nos cornos de marfim, um lucrativo modo de vida.

O Parque Nacional das Quirimbas que ocupa uma área de 7 500 km2, abrangendo ecossistemas marinhos e terrestres, tem um diminuto corpo de guardas florestais para intervir numa tão vasta região, onde os caçadores furtivos actuam impunemente apoiados por meios aéreos.

Nos últimos meses têm-se verificado um aumento da captura de elefantes, tendo sido abatidos fêmeas e espécimes juvenis, cujo tamanho do corno de marfim, não tem valor comercial, pondo em risco a sobrevivência dos elefantes, sem que haja da parte das autoridades locais moçambicanas, qualquer intervenção para fazer cobro a este tipo de actividade.

A procura por marfim por parte dos mercados asiáticos, que pagam um bom preço por este produto, a falta de vigilância apropriada para uma região com uma área enorme e por vezes o colaboracionismo entre os agentes de fiscalização e os caçadores furtivos são uma preocupação para as autoridades nacionais, que se torna necessário alertar o mundo para este problema, o da vida animal selvagem, que não é um problema moçambicano, mas sim de toda a comunidade internacional. Baía da Lusofonia