Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)
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segunda-feira, 8 de abril de 2019

Lusofonia - LAAD 2019: idD e ABIMDE assinam protocolo de intenções entre os dois países



A idD – Plataforma das Indústrias de Defesa Nacionais de Portugal e a ABIMDE – Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança do Brasil, promoveram um encontro entre as entidades que possuem os mesmos objetivos – contribuir para o desenvolvimento das empresas que atuam no setor de Defesa dos seus respetivos países.


O evento “Workshop – as oportunidades no âmbito das indústrias de defesa entre Brasil e Portugal” decorreu durante a LAAD 2019 e contou com a participação do Diretor-Geral de Recursos da Defesa Nacional, Dr. Alberto Coelho e do secretário de Produtos de Defesa, Marcus Degaut, a representar o Ministério da Defesa do Brasil.


Durante o encontro os empresários brasileiros e portugueses puderem trocar experiências e debater as oportunidades do setor em cada um dos países.


Um dos momentos mais importantes do evento foi a assinatura de um acordo de intenções entre os países, pelo presidente do Conselho de Administração da idD, Major-General Henrique Castanheira Macedo e pelo presidente da ABIMDE, Roberto Gallo.


Na opinião do Diretor-Geral de Recursos da Defesa Nacional, Dr. Alberto Coelho “colaborar, compartilhar, difundir boas práticas e promover medidas que sejam de interesse mútuo, são fatores determinantes para um efetivo relacionamento bilateral. É meu entendimento que a assinatura do protocolo é uma oportunidade para atingirmos todos esses propósitos e reforçarmos as relações no âmbito da Defesa.”


Para o Major-General Henrique Castanheira Macedo, o primeiro passo nessa aproximação foi dado em 2017, com a realização do DID – Diálogo da Indústria de Defesa Brasil – Portugal, e que esse protocolo de intenção é, sim, muito importante, do ponto de vista institucional. “Mas, mais importante que isso, é o apoio para os desafios do dia a dia. Por isso, uma das estratégias é criar uma relação próxima e intensa com os Ministérios da Defesa e as indústrias”.


Por seu lado, na opinião do secretário de Produtos de Defesa do Brasil Marcus Degaut, Portugal é a porta de entrada para América Latina e para a Europa e que, por isso, é preciso, trabalhar com afinco para identificar oportunidades.


Oportunidades não apenas de negócios e transações comerciais, mas de transformarmos essas operações comerciais e financeiras em estratégias muito mais amplas para os dois países. Estratégias de desenvolvimento que podem começar pelo setor de Defesa, um setor que tem potencial de geração de emprego, renda e tecnologia. Contem com o Ministério da Defesa e o Seprod”.


Para Roberto Gallo, presidente da ABIMDE, o documento simbólico representa o início de uma nova fase de relacionamento e de ações conjuntas entre as nações e as indústrias de Defesa do Brasil e de Portugal. In idD Plataforma das Indústrias de Defesa Nacionais” - Portugal

sábado, 3 de março de 2018

Costa do Marfim – Acordo de cooperação com Portugal no combate à pirataria no Golfo da Guiné

O acordo foi alcançado numa reunião entre os ministros da Defesa de ambos os países, em Abidjan, capital da Costa do Marfim



Portugal e a Costa do Marfim estabeleceram um acordo que prevê a cooperação entre os dois países no combate à pirataria no Golfo da Guiné, ao terrorismo e à criminalidade transnacional. O acordo foi alcançado num encontro recente em Abidjan, na Costa do Marfim, que reuniu o ministro da Defesa, Azeredo Lopes, e Hamed Bakayoko, o ministro da Defesa costa-marfinense.

De acordo com o Ministério da Defesa, os dois governantes debateram ainda “as oportunidades de cooperação, incluindo a negociação de um Acordo de Defesa, a partilha de experiências, a formação e a realização de exercícios conjuntos”, bem como “a possibilidade de aquisição de capacidades militares por parte da Costa do Marfim”.

A fragata portuguesa Álvares Cabral esteve na Costa do Marfim “para desenvolver acções de treino e de cooperação com a Marinha deste país, promovendo a cooperação e interoperabilidade com forças congéneres”, segundo informa a Marinha.

A visita da fragata portuguesa inseriu-se no âmbito “da missão Iniciativa Mar Aberto, que tem como principal objectivo contribuir para o esforço internacional de capacitação dos países do Golfo da Guiné em matéria de segurança marítima e combate às actividades ilícitas no mar”, esclarece a Marinha. In “Jornal da Economia do Mar” - Portugal

terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

São Tomé e Príncipe - Programa quadro de cooperação na defesa para o triénio 2018-2020 assinado com Portugal

São Tomé – São Tomé e Príncipe e Portugal assinaram um programa quadro de cooperação para o triénio 2018-2020 e de um memorando de entendimento sobre a permanência, de um navio patrulha português nas águas do arquipélago, tendo os documentos sido rubricados na passada quinta-feira, 08 de Fevereiro de 2018, pelos ministros da Defesa de Portugal e da Defesa e Administração Interna são-tomense, José Azeredo Lopes e Arlindo Ramos, respectivamente.

Na presença do primeiro-ministro de São Tomé, Patrice Trovoada, os dois documentos foram rubricados a bordo do navio patrulha Zaire que já se encontra nas águas são-tomense em resposta a um pedido dos locais no âmbito do reforço das capacidades de fiscalização numa missão de capacitação operacional marítima da guarda costeira são-tomense.

O ministro da Defesa de Portugal, José Azeredo Lopes disse que os acordos vão contribuir, sobretudo, “para a coerência das políticas externas e de cooperação dos dois Estados com benefícios que se querem mútuos e partilhados”.

Acrescentou que o navio de guerra de Portugal procederá ainda a patrulha numa zona do globo com maior papel no comércio internacional, onde se concentra uma percentagem considerável da produção de petróleo e de hidrocarbonetos, revelando a necessidade de um maior rigor de proteção.

O ministro são-tomense da Defesa e da Administração Interna considerou a assinatura dos dois documentos como “um ato histórico na viragem da cooperação com Portugal no âmbito daquilo que é a componente defesa a nível da segurança marítima e das forças armadas”.

Além de 36 efetivos da marinha portuguesa, a tripulação do Zaire conta ainda com elementos das Forças Armadas de São Tomé que poderão participar em missões de paz e humanitárias a serem equacionadas por ambos os Países. Ricardo Neto – São Tomé e Príncipe in “STP-Press”

sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

Portugal – Patrulha da marinha partiu para o Golfo da Guiné

A cerimónia da largada do navio patrulha “Zaire” e do reabastecedor “Bérrio”, para uma missão de capacitação marítima da Guarda Costeira de São Tomé e Príncipe decorreu no passado dia 3 de Janeiro, na Base Naval de Lisboa, no Alfeite.



Guarda-Costeira de São Tomé e Príncipe

Os dois navios navegarão para o Golfo da Guiné com a missão de promover o projecto de capacitação da Guarda-Costeira de São Tomé e Príncipe e de cooperação técnico-militar com os países amigos da região, potenciando, em especial, iniciativas percursoras para o desenvolvimento de capacidades de defesa e segurança marítima no Golfo da Guiné.

Em comunicado, a Marinha explica que a duração da missão está prevista ser de 1 ano para o patrulha “Zaire” e de três meses para o navio reabastecedor “Bérrio”. João Borges – Portugal in “Agricultura e Mar Actual”

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Brasil - Olimpíada uma vitrina para a indústria de defesa nacional

Esquema de segurança conta com tecnologias que vão de bloqueadores de drones a sistemas de gestão e de tráfego aéreo; fabricantes nacionais aproveitam evento para ampliar exportação de produtos

A Olimpíada do Rio de Janeiro deu um novo fôlego à indústria de defesa nacional. Muito além do batalhão previsto de 85 mil homens, entre soldados e policiais, a aposta para o esquema de segurança dos jogos está na tecnologia: de bloqueadores de drones a sistemas de gestão e de tráfego aéreo. Em meio à crise fiscal do governo, que levou a sucessivos cortes de investimentos em defesa, o evento se transforma numa vitrina para as empresas brasileiras do ramo, que veem uma oportunidade de ampliar os mercados de exportação dessas tecnologias.

Para a Associação Brasileira das Indústrias de Defesa e Segurança, o Brasil ainda tem um amplo potencial na área de segurança, tanto para atender às necessidades do mercado interno como para exportar essas tecnologias.

“O mercado de segurança e defesa no mundo é de US$ 1,5 trilhão, e o Brasil responde por apenas 2%. Há muito para crescer”, diz Frederico Aguiar, presidente da instituição. Ele, no entanto, se mostra otimista com a visibilidade da Olimpíada. “Todo evento desse porte traz não só o efeito direto da aquisição de equipamentos, mas é também uma vitrine, pois vai mostrar para o mundo que o Brasil não só está preparado com treinamento, mas com equipamento e serviços adequados.”

O monitoramento começa pelos céus. Um aparelho adquirido pelo Exército Brasileiro irá bloquear drones não autorizados próximos às instalações dos jogos. O sistema, chamado de Jammer, pode bloquear o sinal dos vants (veículos aéreos não tripulados) para além de um quilômetro de onde for instalado. O objetivo é desativar aparelhos suspeitos, uma vez que, conforme revelado pelo Estado, a utilização de drones com pequenos explosivos foi um dos métodos sugeridos pelo Estado Islâmico para a realização de ataques terroristas durante os jogos.

“É uma tecnologia inédita em eventos desse porte e 100% nacional”, afirma Luiz Teixeira, presidente da Iacit, empresa localizada no interior de São Paulo que desenvolveu o equipamento. “O operador, quando detecta ameaça em algum drone, aciona o sistema de forma a bloquear a comunicação entre o controlador e o veículo. Ele toma o controle do vant, que pode pousar ou retornar ao local de origem”, explica.

O investimento necessário foi de R$ 1,5 milhão e envolveu dez engenheiros. “A Olimpíada ampliou a capacidade de projeção da empresa, que já está há 30 anos no mercado”, diz Teixeira. A ideia é expandir o uso do aparelho para outras áreas, como em presídios, onde há entregas ilegais via drones, bem como exportá-la para o mercado externo. “Já fizemos demonstrações em vários países, como Espanha e Chile”, afirma.

Equipamento. Além de bloquear drones não autorizados, as Forças Armadas terão seus próprios vants para reforçar o sistema de segurança da Olimpíada. Criado pela FT Sistemas, o vant FT100 será utilizado em missões de vigilância, monitoramento, detecção de alvos e levantamento de informações.

“Ele é um sistema militar, com uma tecnologia de ponta específica para uso de segurança e defesa em ambientes hostis”, afirma Nei Brasil, diretor-presidente da FT Sistemas. “A parceria com as Forças Armadas demonstra que o investimento em inovação é uma alternativa viável para o Brasil.” Ele afirma que os drones já são exportados para países africanos desde o ano passado, e a Olimpíada pode ajudar a abocanhar novos mercados.

O monitoramento dos céus abrange também os aviões. Serão utilizados nos aeroportos dois sistemas desenvolvidos pela Atech, empresa do Grupo Embraer, a fim de não só garantir a segurança, mas melhorar o fluxo para evitar atrasos. As tecnologias Sagitário e Sigma já eram utilizadas, mas foram adaptadas e atualizadas para os jogos.

“O foco do Sagitário é a segurança operacional, pois monitora os voos em tempo real”, explica Edson Mallaco, presidente da Atech. “Já o Sigma faz uma otimização do fluxo de aeronaves. O sistema recebe todos os planos de voo, os analisa e otimiza para evitar engarrafamentos no aeroporto em determinado momento. Pode antever o tráfego aéreo com até uma semana de antecedência”, explica.

Ele afirma que a parceria com a Força Aérea permitiu que a empresa pudesse desenvolver não só com foco em defesa, mas também para o mercado corporativo. “Isso nos permite a comercialização desse sistema para outros mercados. Ele já está sendo implementado na Índia, por exemplo, e deve entrar em operação até o final deste ano.”

Dados. Além da gestão de veículos aéreos, a preparação para os jogos demanda um amplo monitoramento de dados. Essa gestão foi feita pela Fundação Ezute, empresa de direito privado sem fins lucrativos, que vem atuando em parceria com o Ministério do Esporte desde 2012.

A fundação, que esteve à frente de projetos como o Sistema de Vigilância da Amazônia e o Bilhete Único, desenvolveu um sistema que monitora processos em 35 instalações e faz a gestão de orçamentos, prazos, requisitos olímpicos e parâmetros legais. “A plataforma tem como foco cada instalação olímpica e todo o seu ciclo de desenvolvimento”, afirma Flavio Firmino, diretor de projetos especiais da Fundação Ezute. “Ela possui mecanismos para gestão de pontos críticos, cronogramas requisitos e também painéis estratégicos.”

Ele explica que o projeto nasceu mediante o diagnóstico de que o governo federal havia enfrentado dificuldades para gerir os recursos da Copa do Mundo. “Constava que o monitoramento da transferência de recursos para a Olimpíada seria conduzido pelo Ministério do Esporte, num modelo apoiado na contratação de consultorias.

Apresentamos nossa experiência na área de gestão de projetos complexos e fomos contratados no final de 2012.” A parceria com o Ministério do Esporte se encerra em abril do ano que vem. Anna Papp – Brasil in “Defesanet”

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Brasil – Cooperação na área de defesa com Timor-Leste

Fortalecer a cooperação na área de Defesa entre o Brasil e o Timor-Leste. Este foi o objetivo da reunião entre os ministros da Defesa do Brasil, Aldo Rebelo, e do Timor-Leste, Cirilo Cristovão, realizada na passada quarta-feira, 28 de Outubro de 2015, em Brasília (DF). O ministro timorense foi recebido na sede do Ministério da Defesa com honras militares e passou a tropa em revista.

Cirilo ressaltou a intenção de incrementar as atividades de cooperação bilateral entre as Forças Armadas dos países sob o Acordo na área de Defesa assinado em 2010, de contar com o apoio da Escola Superior de Guerra (ESG) para o quadro docente e para a elaboração de currículos de cursos do Instituto de Defesa Nacional (IDN), e, sobretudo, de obter a cooperação específica para a implementação de programa de ensino da língua portuguesa.

“É uma grande honra poder receber no Brasil o ministro da Defesa do Timor-Leste, com quem já temos uma grande cooperação em várias áreas, e aprofundar a cooperação nos domínios e nos assuntos de defesa. Nós vamos atuar no assessoramento de alto nível, na formação de recursos humanos na área de defesa, na cooperação entre o Instituto de Defesa Nacional do Timor-Leste e a nossa Escola Superior de Guerra, na melhoria do ensino da língua portuguesa, e onde mais for necessário a nossa cooperação será intensificada e ampliada”, destacou o ministro brasileiro Aldo Rebelo.

O ministro do Timor-Leste disse que o encontro com o ministro Aldo foi muito positivo e que a visita também serviu para fortalecer os laços de amizade entre dois países irmãos, que estão na Comunidade de Países da Língua Portuguesa (CPLP).

“Essa visita é muito importante em termos bilaterais. O governo do Brasil e o povo brasileiro estão sempre nos apoiando, em tempos difíceis, durante a nossa luta pela independência e até agora, e também em termos de cooperação técnico-militar, o Brasil está sempre nos apoiando”, declarou Cirilo.

Brasil e Timor-Leste integram a CPLP, que conta com mais sete integrantes: Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe.

“Já temos muitos acordos com o Brasil em termos de cooperação militar e agora vamos fortalecer nas áreas de formação da polícia militar e também nas áreas do ensino do Instituto de Defesa Nacional e da Escola Superior de Guerra, e também a possibilidade de assessoria do Ministério da Defesa”, lembrou o ministro Cirilo.

Também participaram da reunião, o comandante da Força Área Brasileira, brigadeiro Nivaldo Luiz Rossato; o chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, general José Carlos De Nardi; o chefe do Estado Maior da Armada, almirante Wilson Barbosa Guerra; o secretário-geral do Ministério da Defesa (MD), general Joaquim Silva e Luna; e o chefe de Assuntos Internacionais do MD, general Décio Luís Schons. In “Defesanet” - Brasil

sábado, 28 de março de 2015

Brasil – Parceria com Cabo Verde na área da defesa

Brasil e Cabo Verde vão ampliar a parceria na área de defesa. Os entendimentos neste sentido foram tratados na passada segunda-feira, 23 de Março de 2015, durante reunião entre os ministros da Defesa Jaques Wagner e Rui Semedo.

 A proposta é aprofundar os acordos de cooperação entre os dois países, principalmente, nas áreas de formação militar, realização de exercícios conjuntos das Forças Armadas e intercâmbio nas áreas de inteligência de informações para controlo dos espaços aéreo e marítimo no Atlântico Sul.

Durante visita oficial do titular da Defesa do país africano, o ministro Jaques Wagner destacou que a parceria com Cabo Verde é altamente estratégica, especialmente pelo esforço na vigilância e no combate a ilícitos na área marítima localizada entre a América do Sul e África. 
 
“Trata-se de um país prioritário para o Brasil, com o qual as iniciativas de cooperação são tradicionais e estão em bom andamento”, disse Jaques Wagner.
 
O ministro da Defesa de Cabo Verde elogiou o seguimento dos projetos executados em parceria pelos dois países.

"No Brasil, é comum se dizer que ‘em time que está ganhando não se mexe’, e, nesse sentido, queremos prosseguir com nossos acordos de cooperação", afirmou Rui Semedo, após saudação feita em almoço no salão nobre do Ministério da Defesa.
 
Ao invés de militares de Cabo Verde virem para o Brasil para participar de cursos de capacitação nas diversas escolas militares – como ocorre atualmente - o ministro Jaques Wagner admitiu a possibilidade de o Brasil enviar instrutores militares para o treinamento de tropas cabo-verdianas no próprio país. Tal medida, segundo o ministro, permitiria que um número maior de militares pudesse participar dos cursos, trazendo melhores resultados custo-benefício.
 
Wagner afirmou que a orientação da presidenta da República, Dilma Rousseff, seguindo o que é preconizado pela Estratégia Nacional de Defesa (END), é dar prosseguimento aos projetos de cooperação com os países africanos. A cooperação com países do Atlântico Sul, com o fortalecimento da capacitação militar desses países, é considerada fundamental porque pode contribuir com o combate aos ilícitos transnacionais.

O ministro da Defesa cabo-verdiano Rui Semedo e a sua comitiva, na sequência da visita ao Brasil foram recebidos pelo comandante do exército, General do Exército Eduardo Dias da Costa Villas Bôas, nas instalações do Quartel-General do Exército.

O encontro teve como objetivo precípuo estabelecer relações bilaterais acerca dos temas “segurança e defesa”. Após serem recepcionados pelo General Villas Boâs, os visitantes assistiram a uma palestra institucional sobre a proteção de Infraestruturas Críticas, a cargo do Comando de Operações Terrestres. In “Defesanet” - Brasil