Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)
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sexta-feira, 13 de dezembro de 2019

Câmara Agrícola Lusófona – Moçambicano Agostinho Vuma é o novo presidente



O empresário moçambicano Agostinho Vuma foi eleito, no passado dia 5 de Dezembro, em assembleia geral, presidente da CAL — Câmara Agrícola Lusófona, sucedendo a Jorge Correia Santos. A nova direcção conta com a representação de todos os países da CPLP — Comunidade dos Países de Língua Portuguesa.

Agostinho Vuma é também o presidente da CTA — Confederação das Associações Económicas de Moçambique, a principal estrutura associativa do patronato moçambicano.

No fim da assembleia geral, que se realizou nas instalações do CEC – Conselho Empresarial do Centro — CCIC – Câmara de Comércio e Indústria do Centro, em Coimbra, Agostinho Vuma disse ao “agriculturaemar.com” que “a primeira coisa a fazer é definir um plano estratégico, para os próximos três anos, com todos os associados desta organização empresarial associativa”. Um encontro que contou com a presença do Cônsul de Moçambique no Porto, Agostinho Milton.

Por outro lado, Agostinho Vuma realçou que há que “voltar a dar credibilidade à CAL, junto das instituições”, referindo-se às acusações feitas na RTP, ao presidente cessante. Jorge Correia Santos, no programa “Sexta às 9”, de Sandra Felgueiras, foi acusado de corrupção, o que nunca se provou, não tendo sequer o caso seguido para os tribunais. Na verdade, as contas da CAL mereceram o parecer favorável do Revisor Oficial de Contas Paulo José Alves Ferreira.

Reforçar ligações à UE e ao BAD

Assim, para ultrapassar os “prejuízos” causados pelas alegadas irregularidades “que não aconteceram”, Agostinho Vuma defende tornar este movimento associativo mais dinâmico, dando mais espaço aos PALOP”, Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa.

O novo presidente da Câmara Agrícola Lusófona quer desenvolver uma associação “mais exigente, mais rigorosa e promotora de políticas favoráveis à agricultura e a realização de diversas parcerias com a União Europeia (UE) e o Banco Africano de Desenvolvimento (BAD), no contexto lusófono e através da FAO [Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura]”.

Agostinho Vuma diz que “os desafios que enfrentamos na CAL são muitos sérios e reais. Temos de fazer desta Câmara um instrumento de serviço aos associados. Temos de desenvolver um serviço de apoio técnico aos associados. Vamos fortalecer o nosso movimento associativo”.

Apoiar empresários lusófonos com fundos da UE

Outro dos objectivos do novo presidente da CAL passa por os apoios comunitários poderem chegar também aos pequenos e médios empresários agrícolas dos países lusófonos. “As empresas portuguesas têm apoios da UE à internacionalização, mas a CAL pode negociar um pacote, com parcerias entre diversas empresas, para desenvolver os seus mercados nos PALOP. Parcerias essas que podem contar com empresas lusófonas”.

Agostinho Vuma pretende ainda que esses apoios aos países africanos cheguem também através do financiamento para participações das empresas lusófonas em feiras internacionais.

Por fim, Agostinho Vuma agradeceu o facto do presidente cessante, Jorge Correia Santos, ter aceitado continuar a fazer parte da direcção da CAL. Câmara Agrícola Lusófona

sábado, 28 de outubro de 2017

Câmara Agrícola Lusófona - Missão empresarial a São Tomé e Príncipe



CAL convida empresas portuguesas do agroalimentar numa missão empresarial a São Tomé e Príncipe

A Câmara Agrícola Lusófona (CAL) está a dinamizar a participação de pequenas e médias empresas (PME) portuguesas a estarem presentes em São Tomé e Príncipe. Este é mercado bastante dependente de importações e onde é evidente a preferência por produtos provenientes de Portugal. Fora da Europa, São Tomé e Príncipe é o país que possui relações sócio económicas há mais tempo, no que respeito ao agronegócio, entre 2012 e 2016, este país africano importou 42,2 milhões de euros, dos quais 35,6 milhões de euros eram de origem portuguesa, correspondendo a 84% da quota de mercado. No âmbito das diversas fileiras agroalimentares a quota de Portugal corresponde às seguintes percentagens: laticínios 81% (2,2 milhões de euros), nas carnes transformadas 84% (1,1 milhões de euros), nas gorduras animais e vegetais é 83% (2,4 milhões de euros), nas hortofrutícolas 83% (3,2 milhões de euros), nos produtos de padaria e pastelaria 94% (5,7 milhões de euros) e nas bebidas 94% (9 milhões de euros). O potencial de exportação português é elevado, considerando-se farinha de trigo, arroz, vinhos e cerveja, como os principais produtos agroalimentares de origem portuguesas.

O fortalecimento das boas relações já existentes entre Portugal e São Tomé e Príncipe é um dos principais objectivos desta missão empresarial. A localização geográfica privilegiada no Golfo da Guiné de São Tomé e Príncipe, torna-o num país com especial relevância constituindo-se como uma plataforma logística para os mercados desta região geográfica.

De 10 a 17 de Novembro, a comitiva empresarial terá a oportunidade de participar num programa com uma abordagem transversal no agronegócio, proporcionando contactos com diversas entidades de relevo – empresas locais, entidades governamentais, institucionais, bancárias, jurídicas, entre outros.

Esta é uma iniciativa que se insere no âmbito do Projeto de Internacionalização Agronegócio CPLP 2017/2018, cofinanciado pela União Europeia através do Portugal 2020 e Compete 2020.

As inscrições são limitadas, podendo ser efectuadas pela seguinte ligação aqui.

O programa da missão empresarial poderá ser acedido aqui.

Para mais informações aqui.

A CAL – Câmara Agrícola Lusófona é uma associação empresarial sem fins lucrativos que está presente em todos os países da CPLP, promovendo a divulgação do agronegócio, em território nacional e internacional, com particular ênfase nos países de língua portuguesa.


quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Câmara Agrícola Lusófona na feira SuperMinas Food Show 2017 em Belo Horizonte


A CAL convida empresas portuguesas do agroalimentar para uma das maiores feiras de distribuição alimentar do Brasil



A Câmara Agrícola Lusófona (CAL) está a dinamizar a participação de pequenas e médias empresas (PME) nacionais a estarem presentes no expositor de Portugal, naquele que é considerado como o evento mais completo do setor do retalho no Brasil, a feira SuperMinas Food Show 2017.

De 15 a 22 de outubro, em Belo Horizonte, na capital do Estado de Minas Gerais, a comitiva empresarial participante terá a oportunidade de expor os seus produtos numa feira que em 2016 teve mais de 54 mil profissionais do setor e que gerou um volume de negócios superior a 470 milhões de euros. Relativamente ao agronegócio, o Brasil importa 9.920 milhões de euros e de Portugal apena importa 287 milhões de euros, correspondendo a 3% do total. Os produtos que Portugal possui maior quota de mercado no Brasil são: carnes transformadas, vinho, pêras, bolachas e azeite.

Através desta ação pretende-se fortalecer as boas relações comerciais entre Portugal e Brasil, com especial relevância com o Estado de Minas Gerais, o qual se tem consolidado na economia brasileira como o terceiro maior PIB do país. Minas Gerais beneficia da sua posição geoestratégica, encontrando-se delimitado por seis estados: São Paulo, Mato Grosso do Sul, Distrito Federal, Goiás, Bahia, Espírito Santo e Rio de Janeiro, constituindo-se assim como uma porta de entrada para os mercados adjacentes.

O potencial de exportação português é elevado, considerando o valor total de importações agoralimentares do estado de 441 milhões tendo Portugal apenas uma quota de mercado de 1%, o que corresponde a 4,1 milhões de euros. Os principais produtos que Portugal exporta para o estado mineiro os produtos oleaginosos, bebidas, pescado e frutas, cujas quotas no estado são 9,4%, 7,9%, 5,5% e 2%, respetivamente.

Ao longo da missão, os participantes terão acesso a um programa que possui uma abordagem transversal no agronegócio, proporcionando contactos com diversas entidades de relevo, privilegiando-se a criação contactos comerciais.

Esta é uma iniciativa que se insere no âmbito Projeto de Internacionalização Agronegócio CPLP 2017/2018, cofinanciado pela União Europeia através do Portugal 2020 e Compete 2020.

As inscrições são limitadas, podendo ser efetuadas pela seguinte ligação: aqui

O programa poderá ser acedido: aqui

Para mais informações: aqui

Sobre a CAL:

A CAL – Câmara Agrícola Lusófona é uma associação empresarial sem fins lucrativos que está presente em todos os países da CPLP, promovendo a divulgação do agronegócio, em território nacional e internacional, com particular ênfase nos países de língua portuguesa.


sábado, 22 de julho de 2017

Câmara Agrícola Lusófona - Missão Empresarial a Moçambique



A Câmara Agrícola Lusófona (CAL) está a dinamizar a participação de pequenas e médias empresas (PME) nacionais na missão empresarial que decorrerá de 27 de agosto a 4 de setembro, num país que se constitui uma porta de entrada para a zona de comércio livre da Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral.

Através desta missão empresarial pretende-se fortalecer as relações comerciais entre Portugal e Moçambique com foco na sua capital, Maputo, bem como na Província de Nampula. Esta última é uma província a qual é caracterizada por possuir um elevado potencial de crescimento, tendo recebido ultimamente elevados investimentos no setor agroalimentar.

A participação nesta ação inclui: deslocação, estadia, acesso a informação privilegiada do mercado e agendamento de reuniões bilaterais e multilaterais com diversas entidades, nomeadamente privadas, como empresas de distribuição, importação e exportação agroalimentar, e ainda entidades associativas e institucionais.

Os participantes terão ainda a oportunidade de participarem em dois seminários, um em Maputo e outro em Nampula, onde serão debatidas as oportunidades locais do agronegócio.

Importa referir que a agenda contempla uma visita ao maior evento comercial com dimensão internacional do país, a feira internacional de Moçambique – FACIM.

As empresas das seguintes fileiras: laticínios, vinhos, azeite, hortofruticultura, panificação, rações e maquinarias agrícolas são consideradas como prioritárias em participarem na missão organizada pela CAL, a qual terá o apoio das suas delegações locais: Federação Nacional das Associações Agrárias de Moçambique (FENAGRI) e a Associação dos Fruticultores de Moçambique (FRUTISUL).

Esta é a primeira missão empresarial que se insere no âmbito Projeto de Internacionalização Agronegócio CPLP 2017/2018, o qual é cofinanciado pela União Europeia através do Portugal 2020 e Compete 2020. Câmara Agrícola Lusófona

As inscrições são limitadas, podendo ser efetuadas aqui.

Para mais informações sobre o programa aceda aqui.

A CAL - Câmara Agrícola Lusófona é hoje a maior plataforma do agronegócio da CPLP. É uma associação empresarial sem fins lucrativos que está presente em todos os países da CPLP, promovendo a divulgação do agronegócio, em território nacional e internacional, com particular ênfase nos países de língua portuguesa.

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Câmara Agrícola Lusófona – Missão Empresarial a São Tomé e Príncipe















A Câmara Agrícola Lusófona (CAL) está a organizar uma Missão Empresarial, de 26 de Novembro a 3 de Dezembro de 2016, à República Democrática de São Tomé e Príncipe, no âmbito do seu Programa de Internacionalização do Sector do Agronegócio, iniciativa comparticipada parcialmente pela União Europeia – Portugal 2020 e Compete 2020.

São Tomé e Príncipe, apesar de ser uma das mais pequenas economias do mundo, é um exemplo do que é um sistema político democrático, multipartidário e semi-presidencialista. Um quarto de século de consolidação democrática, com alternâncias de poder pacíficas, fez dele um dos poucos países africanos bem classificados, nos Índices de Liberdade e de Governação Política, tendo sido o país da África Central com o melhor desempenho em termos de governança, em 2015.

A excepcionalidade das suas condições político-governativas permitiu que São Tomé e Príncipe, impulsionado pela melhoria da produção agrícola e dos resultados dos serviços, tivesse, em 2014 e 2015, um crescimento real do PIB acima dos 4,0%, tendência que deverá manter-se nos próximos anos.

A agricultura, as pescas e o turismo são os sectores tradicionalmente prioritários para o desenvolvimento do país. Entretanto, o governo resolveu tornar São Tomé numa base logística de transportes marítimos e aéreos para o Golfo da Guiné; algo de particularmente relevante para todas as empresas que estabeleçam negócios com aquele país, ou com outros naquela região.

“As empresas portuguesas do agro-negócio, que queiram exportar os seus produtos para São Tomé e Príncipe, ainda têm possibilidades de crescer naquele mercado, apesar de Portugal já ser o seu maior fornecedor. Maiores oportunidades existem para ter aquele país como fornecedor de produtos como o cacau e o café – ambos com qualidade de nível mundial –, mas também, a pimenta, a baunilha ou o óleo de palma, cuja produção começará em breve”, explica o presidente da CAL, Jorge Correia Santos.

Portugal só importa 192 mil euros de produtos alimentares de São Tomé e Príncipe; ou seja, apenas compra 2,5% do total das exportações santomenses daquele sector. “A presença nesta missão empresarial é uma excelente oportunidade para criar parcerias comerciais e governamentais, num país seguro para fazer negócios”, acrescenta aquele responsável. Carlos Caldeira – Portugal in “Agricultura e Mar Actual”

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Câmara Agrícola Lusófona – Missão em Cabo Verde

A Câmara Agrícola Lusófona (CAL) está a organizar uma Missão Empresarial a Cabo Verde, de 14 a 19 de Novembro de 2016, durante a qual visitará o maior certame comercial daquele país: a Feira Internacional de Cabo Verde (FIC 2016), cuja XXª edição decorrerá naqueles dias na capital de Cabo Verde, a Cidade da Praia – Ilha de Santiago. Esta iniciativa decorre no âmbito do Programa de Internacionalização do Setor do Agronegócio da CAL, a qual é comparticipada, parcialmente, pela União Europeia, através do Portugal 2020 e Compete 2020.

Cabo Verde apesar de ser um pequeno estado insular, situado na África Ocidental, está intrinsecamente ligado a Portugal e à Europa, com quem tem acordos de associação e de comércio excepcionais para um país não europeu. Por outro lado, aquele país também funciona, em termos sociais, económicos ou políticos como um território europeu, nomeadamente como Portugal, fonte do seu quadro legal e a sua principal base cultural. A sua estabilidade é uma referência em África.












A FIC é o maior evento empresarial / comercial realizado em Cabo Verde. É uma feira anual multi-sectorial, que congrega agentes de vários mercados e de diferentes sectores de actividade económica, num ambiente que facilita os contactos e a demonstração dos seus produtos e serviços, potencializando a realização de negócios. A sua dimensão internacional representa uma excelente plataforma de intercâmbio comercial para toda a Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental, com mais de 300 milhões de consumidores.

A presença portuguesa no mercado de Cabo Verde é muito relevante, mas ainda há espaço para crescer. Note-se que, em 2015, a parcela de Portugal, nas importações alimentares para consumo final, foi só de 38,5%, sendo os outros fornecedores principais a Holanda e Espanha. Ou seja, apesar da clara preferência pelos produtos portugueses, Portugal não possui 50% do mercado. Por outro lado, as importações alimentares cresceram 6,85% entre 2014 e 2015. Há, assim, oportunidades de crescimento para as empresas portuguesas.

A integração nesta missão empresarial é uma oportunidade única para potenciar a criação de parcerias comerciais e governamentais, com um país estável e propício ao desenvolvimento económico. Não perca esta excelente ocasião, proporcionada pela CAL – Câmara Agrícola Lusófona e a sua rede relacional no espaço da CPLP – Comunidade dos Países da Língua Portuguesa. Juntos vamos mais longe!

Aceda ao programa da Missão aqui. Câmara Agrícola Lusófona

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Câmara Agrícola Lusófona - 1º Agrofórum da CPLP

O 1º Agrofórum da CPLP visa estimular o debate sobre as oportunidades de desenvolvimento do agronegócio e sua contribuição para a erradicação da fome nos países lusófonos.


















A realidade do sector agroalimentar, dentro dos países da CPLP, necessita dum debate sério, pragmático e construtivo por parte dos seus principais actores: empresários, líderes associativos ou financeiros e responsáveis políticos; por forma a reforçar o seu papel e sua contribuição para o desenvolvimento económico da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa. É neste quadro que surge o «Agrofórum» da CPLP, o único fórum da área apoiado quer pela CPLP – Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, quer pela CE-CPLP – Confederação Empresarial da CPLP. Sob o lema “dinamizar o agronegócio na CPLP”, tem como objectivo destacar as oportunidades no agronegócio nos países do espaço lusófono, motivando os agentes do sector através da demonstração do «saber de experiências feito». E construir um Mecanismo para Facilitação da Participação do Setor Privado no Conselho de Segurança Alimentar e Nutricional da CPLP e na implementação da Estratégia de Segurança Alimentar e Nutricional da Comunidade.

Neste contexto, surge a parceria com a CAL - Câmara Agrícola Lusófona e os Altos Patrocínios da Presidência da República, do Ministério da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural de Portugal e do Secretariado Executivo da CPLP.

A presença de mais de 1200 empresários de todo espaço da CPLP, Ministros da Agricultura, Ministros do Comércio, Embaixadores, líderes e gestores de empresas, instituições nacionais e internacionais e grupos económicos farão deste fórum uma iniciativa única.

O agronegócio, num espaço geográfico tão vasto como da CPLP, tem necessariamente características muito variadas, nem que fosse só por causa da diversidade socio-agroclimática. De facto, coexistem realidades abrangendo todo o espectro possível de modelos de exploração, desde a agricultura familiar de subsistência, onde a prioridade é a segurança alimentar de cada família ou comunidade local, e a agricultura industrial de grande escala, visando abastecer o mercado mundial, passando por todas as cambiantes intermédias. Por outro lado, há também muito potencial de crescimento, ou através da elevação de empresas existentes a patamares superiores em termos tecnológicos, de comercialização ou de gestão, ou através da exploração sustentável de terras que, actualmente, não estão a ser aproveitadas para a agricultura.

A CPLP é, portanto, um espaço supranacional em que o agronegócio assume características muito diferentes, não só de país para país, mas de região para região. Esta diversidade mas também os pontos comuns, deve ser tidos em conta na formulação de estratégias para o desenvolvimento da nossa comunidade. Diante desta realidade, consideramos importante promover o debate sobre as possibilidades de dinamização do agronegócio dentro da CPLP. A realização deste fórum constitui, por um lado, um primeiro passo nesta perspectiva e, por outro, um estimulo quer às inter-relações dos países da CPLP, quer às interacções com outros, que olhem para Portugal como plataforma de entrada na CPLP.

O sector agroalimentar é estratégico e prioritário para a CPLP, existindo muitas oportunidades de investimento e de criação de valor, que, sendo ainda pouco exploradas, merecem ser discutidas e evidenciadas. Pretendemos, assim, proporcionar, a empresários, líderes e dirigentes associativos, uma plataforma de troca de experiências, de conhecimentos, de demonstração de resultados, para chegar a soluções concretas e exequíveis. Ao mesmo tempo e tendo presente a Estratégia de Segurança Alimentar e Nutricional da Comunidade e a existência de uma plataforma multi-actores para a sua implementação (CONSAN - CPLP), pretendemos também, dar passos sólidos na dinamização de um mecanismo de facilitação da participação do sector privado na implementação dessa Estratégia.

Para mais informações aceda aqui. Câmara Agrícola Lusófona

sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Câmara Agrícola Lusófona – Missão empresarial à Guiné-Bissau


A Câmara Agrícola Lusófona (CAL) inicia hoje, 30 de Setembro de 2016, uma Missão Empresarial à República da Guiné-Bissau, no âmbito do seu Programa de Internacionalização do Sector do Agronegócio, iniciativa comparticipada parcialmente pela União Europeia – Portugal 2020 e COMPETE 2020.

Nos últimos anos, a República da Guiné-Bissau tem dado importantes passos para a atracção de investimento estrangeiro, constatando-se uma grande dinâmica e entusiasmo por parte de empresários portugueses. É um país que possui um potencial económico interessante devido à riqueza dos seus recursos naturais e à existência de alguns sectores ainda inexplorados.

A agricultura, a agroindústria e as pescas constituem os principais eixos de desenvolvimento do país. A economia é dominada pela produção de arroz, a base da dieta alimentar do país, e pela produção da castanha de caju, da qual é um dos cinco maiores produtores mundiais, com 195 mil toneladas, em 2015. O caju, em 2014, representou 77% do total, em valor, de todas as exportações da Guiné-Bissau. A incipiente indústria transformadora é, essencialmente, do sector alimentar, em particular, a produção de óleos vegetais.

Na Conferência Internacional de Doadores para a Guiné-Bissau, que decorreu em 2015, em Bruxelas, definiu-se o Plano Estratégico e Operacional da Guiné-Bissau até 2020, que mobilizará 1,989 mil milhões de euros. Este financiamento é uma janela de oportunidade para o investimento de empresas portuguesas, em particular, em hotelaria, pescas, agricultura ou agroindústria.

Para a empresas que queiram exportar os seus produtos, a Guiné-Bissau é, ao contrário do que se poderia supor, um mercado com muito por explorar, apesar do seu pequeno tamanho. Note-se que, relativamente ao sector agroalimentar, aquele país importa cerca de 117 milhões de euros. No entanto, de Portugal, só exporta pouco mais de 16 milhões. Ou seja, Portugal representa, apenas, 13% do total das importações agroalimentares da Guiné-Bissau! Câmara Agrícola Lusófona

terça-feira, 10 de maio de 2016

Moçambique – Missão empresarial da Câmara Agrícola Lusófona em Cabo Delgado

Uma missão empresarial da Câmara Agrícola Lusófona (CAL) chegou ontem, 09 de Maio de 2016, a Cabo Delgado, para procurar oportunidades de investimento.

Para o efeito, terá lugar hoje em Pemba, um seminário, onde empresários da missão lusófona vão interagir com os seus homólogos de Cabo Delgado.

A delegada do Centro de Promoção de Investimentos, CPI, em Cabo Delgado, Vitória Paulo, disse que a província tem um enorme potencial que pode ser explorado por aqueles empresários agropecuários.

A missão da Câmara Agrícola Lusófona em Moçambique prolonga-se até ao próximo dia 16 de Maio com uma visita à província de Nampula no âmbito do seu Programa de Internacionalização do Sector do Agronegócio, iniciativa comparticipada parcialmente pela União Europeia – Portugal 2020 e Compete 2020. Baía da Lusofonia

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

CAL – Missão Empresarial à Guiné Equatorial













Missão empresarial organizada pela CAL Câmara Agrícola Lusófona, inserida no Programa de Internacionalização do Setor do Agronegócio para CPLP, no âmbito do Programa Portugal 2020 e Compete 2020. Câmara Agrícola Lusófona



sábado, 7 de fevereiro de 2015

CAL - Programa Internacionalização Agronegócio PME - Lusofonia


No âmbito de um projecto de internacionalização, a Câmara Agrícola Lusófona (CAL) está a preparar uma candidatura com o principal objectivo de apoiar iniciativas que auxiliem a internacionalização das empresas do Agroalimentar.

A CAL está a desenvolver uma candidatura conjunta a este concurso, contando para a apresentação da mesma com o apoio das diversas associações suas parceiras e com a participação dos seus associados nas atividades que delineou.

As iniciativas previstas incluem a realização de feiras e exposições, bem como ações de prospeção de clientes e de promoção dos produtos de toda a fileira agropecuária portuguesa, desde os alimentos compostos para animais, passando pela carne e produtos cárnicos transformados, incluindo enchidos e presuntos, lacticínios e derivados do leite, com particular incidência nos queijos, azeite e sector hortofrutícola, em diversos mercados externos.

Paralelamente, serão realizadas campanhas de marketing eletrónico nesses mercados e desenvolvidos serviços especializados de apoio às diferentes abordagens aos mercados selecionados, prevendo-se a realização de diversas ações no decorrer dos anos 2015 e 2016.



A candidatura será apresentada até dia 10 de fevereiro de 2015, pelo que entraremos em contacto brevemente para apresentar mais detalhes sobre a mesma e averiguar a Vossa decisão de participação na candidatura da CAL, para que se possam programar com todo o detalhe as iniciativas a realizar em cada um dos diversos mercados identificados. CAL