O Palácio de Ferro, localizado no município da Ingombota,
em Luanda, vai acolher, a partir da próxima quarta-feira, 22, a
exposição “Angola 75 – A Expressão Gráfica da Independência”, que por mais de
um mês proporcionará ao público uma leitura aprofundada das camadas visuais,
políticas e afectivas que marcaram o período entre 1960 e 1979, um dos mais
decisivos da história contemporânea de Angola.
A exposição, que estará aberta ao público de 23 de Abril
a 29 de Maio, surge de uma iniciativa desenvolvida a partir do acervo de
impressos de José Julião e Jeredh Santos, contando com uma parceria
institucional da Fundação BAI.
Desenvolvido
a partir de um recorte de acervo privado, “Angola 75” propõe uma leitura
documental sobre o contributo de artistas, escritores, designers gráficos e
editores nos debates políticos e culturais do seu tempo, destacando a cultura
como espaço de reflexão e intervenção.
De
acordo com uma nota de imprensa a que tivemos acesso, a Fundação BAI, enquanto
parceira institucional da exposição, reafirma com este projecto o seu
compromisso com a valorização da cultura, da memória e da educação como pilares
do desenvolvimento social.
Sendo
assim, sublinha o documento, a exposição contará com um plano de visitas
educativas, especialmente concebido para escolas, universidades e projectos
socioculturais que trabalhem com jovens.
O
programa, avança o informe, inclui visitas guiadas e momentos de mediação que
procuram estimular o diálogo entre passado e presente, incentivando a leitura
crítica das linguagens visuais e o debate sobre identidade, cidadania e memória
colectiva.
A
exposição contará com a direção artística, design expositivo e produção da
Letras & Expressões, e consultoria de Íris Chocolate e Paula Nascimento.
As
portas da exposição resultante da pesquisa de acervo conduzida por Tila
Likunzi e João António Mérito estarão abertas das 09 horas às 16 horas, de
segunda a sexta-feira. In “O País” - Angola
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