Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)

terça-feira, 25 de fevereiro de 2020

Cabo Verde – Peça de teatro “Chiquinho” do grupo Fladu Fla estreia no dia 13 de Março em Portugal



Cidade da Praia – A companhia de teatro Fladu Fla vai estrear a peça adaptada da obra de Baltasar Lopes, “Chiquinho”, no próximo dia 13 de Março no Festival Periferias, em Sintra, Portugal.

A peça, cuja apresentação em Cabo Verde está agendada para 26 de Março, é uma co-produção com o grupo de teatro Chão de Oliva, de Sintra, estabelecida em 2017 no Festival do Atlântico realizado em Cabo Verde.

Em declarações à Inforpress, depois de mais um dia em ensaio no Palácio da Cultura Ildo Lobo, na cidade da Praia, o presidente do grupo Sabino Baessa disse estão a “limar arestas” e que os actores já começaram a incorporar as personagens.

“O público que irá assistir essa peça em Portugal vai ficar satisfeito com esse trabalho porque trata-se de uma grande responsabilidade e desafio dos actores e dos produtores trabalhar a obra de Baltasar Lopes”, apontou.



Para Sabino Baessa, sendo um dos clássicos da literatura cabo-verdiana, tiveram que assumir o padrão da qualidade da obra Baltasar Lopes “que é um dos pioneiros da literatura cabo-verdiana”.

O responsável explicou que trabalhar um dos clássicos da literatura cabo-verdiana, insere-se dentro da dinâmica de sensibilizar a nova geração para a prática da leitura e promover a identidade cabo-verdiana.

A encenadora de Chão de Olíva, Suzana Gaspar informou que essa parceria tem incidido principalmente na troca de espectáculos e que a co-produção de Chiquinho pode ser o início de outros projectos.

Suzana Gaspar disse ainda que Portugal entra nessa parceria para homenagear esta obra literária que se identifica muito com o povo cabo-verdiano e também apresentar Baltasar Lopes com um autor que criou um novo registo na literatura cabo-verdiana.



“Chiquinho” é um romance de Baltasar Lopes da Silva, publicado em 1947 e está dividido em três partes: “Infância”, “São Vicente” e “As águas”.

O livro é dedicado à memória do filólogo Leite de Vasconcelos, professor do autor. In “Inforpress” – Cabo Verde

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