Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)

segunda-feira, 29 de março de 2021

Portugal – Apresentado o primeiro ferryboat elétrico que vai operar no país


Teve lugar nos Estaleiros da Navaltagus, no Seixal, a apresentação pública do novo projeto de construção do primeiro ferryboat elétrico 100% português. A embarcação, que integrará a operação Aveirobus, será construída pelo Grupo ETE para a CMA num investimento da autarquia de 7.326.490,13€.

A sessão de apresentação, que contou com a presença do Presidente da CMA, José Ribau Esteves, e do Acionista e Administrador do Grupo ETE, Luís Figueiredo, marca o início oficial desta parceria entre as duas entidades que terá um enorme impacto a nível ambiental e económico na região de Aveiro.

O novo ferryboat 100% elétrico é a primeira embarcação com esta característica a ser desenvolvido inteiramente em Portugal, por marcas nacionais, e para servir uma região portuguesa. A assegurar a travessia entre São Jacinto e o forte da Barra, o novo ferryboat com zero emissões de CO2 permitirá a redução da emissão das 300 toneladas de CO2 libertadas pelo atual modelo, reduzindo igualmente em cerca de 30 por cento o consumo energético. Aos baixos níveis de ruído e ao conforto para os passageiros introduzidos por esta embarcação alia-se ainda a capacidade reforçada para o transporte de viaturas (+ 30%) e de passageiros (+ 90%).

Este projeto pioneiro junta-se a outras iniciativas sustentáveis de mobilidade levadas a cabo pela Câmara de Aveiro - como a eletrificação dos moliceiros (que ainda em 2021 estarão a operar nos Canais Urbanos da Ria de Aveiro, permitindo uma redução de 400 toneladas de CO2), e como os três autocarros 100% elétricos atualmente em operação no município, através da Transdev/Aveirobus – reforçando o compromisso “We are green” da CMA.

Este será ainda o primeiro Ferryboat Elétrico a operar em Portugal e dos primeiros em toda a Europa, com exceção feita aos países nórdicos onde esta tipologia de transporte já é utilizada, constituindo-se também como um elemento relevante de marketing territorial, em especial dos valores ambientais do Município de Aveiro, de São Jacinto e da Ria de Aveiro.

Para o Grupo ETE este projeto vem reforçar a sua aposta em soluções ambientalmente sustentáveis, bem como destacar as suas fortes competências na Engenharia e Construção Naval, posicionando-o no mercado com uma capacidade de resposta maior a projetos semelhantes no futuro. Em simultâneo, fomenta a indústria naval portuguesa, elevando-a a exigentes padrões de qualidade e fiabilidade, no qual o Grupo se revê.

Com início de construção previsto para o início do 3.º trimestre de 2021, o novo ferryboat foi adjudicado ao agrupamento de empresas Navaltagus e Navalrocha (Grupo ETE) com um prazo de 18 meses para a sua conceção e construção.

O projeto é cofinanciado pelo POSEUR, Portugal 2020 e União Europeia através do Fundo de Coesão (FC). O investimento total é de 7.326.490,13€ com o apoio do Fundo de Coesão no valor de 2.168.321,53€. In “Câmara Municipal de Aveiro” - Portugal


 

Macau - Chefes de gastronomia macaense, participam em acções de promoção em Hangzhou


Antonieta Manhão e Rita Cabral, chefes de gastronomia macaense, participam em acções de promoção em Hangzhou, China, até ao dia 11 de Abril, no âmbito da iniciativa “Sabores de Macau – Promoção de Gastronomia”, promovida pela Direcção dos Serviços de Turismo (DST) em parceria com a Confraria da Gastronomia Macaense.

A acção de promoção decorre no Grand Café do Hotel Grand Hyatt Hangzhou, onde as duas chefes ensinam as características da gastronomia macaense a chefes de Hangzhou e a preparar, em conjunto, pratos macaenses para o jantar buffet da promoção. Segundo um comunicado da DST, Antonieta Manhão e Rita Cabral “têm não só transmitido aos chefes de Hangzhou as técnicas culinárias, que aprenderam de geração em geração, como também partilhado a forma como introduziram elementos inovadores nas técnicas culinárias tradicionais”.

Os pratos que têm sido confeccionados nesta iniciativa são tarte de sardinha, capa de caranguejo recheado, tostinha de queijo, salada de camarão, caldo verde, capela, galinha à Macau, arroz de pato, camarão com rabanete curry, serradura, gelatina agar-agar de xarope de figo e pastéis de nata.

Relatório à UNESCO este ano

Com esta acção de promoção, a DST “espera que os visitantes de Hangzhou e do Interior da China possam conhecer as tradições gastronómicas macaenses, as técnicas culinárias inovadoras e a cultura gastronómica de Macau, reflectindo os elementos de relevo desenvolvidos por Macau enquanto Cidade Criativa da Gastronomia – transmissão, inovação e intercâmbio”.

Sobre a distinção que Macau possui na qualidade de Cidade Criativa da Gastronomia da UNESCO, a DST adianta que vai apresentar “este ano o primeiro relatório de trabalho de quatro anos enquanto Cidade Criativa de Gastronomia”. “Tendo em conta que o Governo adoptou uma série de medidas eficazes de prevenção contra pandemia e a segurança alimentar destinadas ao sector da restauração, também será proposta a inclusão desta matéria no relatório”, lê-se no mesmo comunicado. Andreia Silva – Macau in “Hoje Macau”


 

Portugal - Estudo avalia a perceção dos residentes em cidades pequenas sobre a atividade turística

Para os residentes em cidades pequenas, os impactos socioculturais da atividade turística são mais importantes do que os impactos económicos, conclui um estudo conduzido por investigadores da Universidade de Coimbra (UC) e do Instituto Politécnico de Viseu (IPV).

Esta investigação, que teve por objetivo analisar a relação entre a ligação ao lugar e os impactos percecionados pelos residentes em cidades de pequena dimensão relativamente à atividade turística, envolveu 350 habitantes de várias cidades, entre as quais Aveiro, Covilhã, Figueira da Foz, Gouveia, Guarda, Leiria, Seia e Viseu.

«A investigação sobre a visão dos residentes relativamente à atividade turística é pouco explorada, mais ainda em cidades de pequena dimensão. Por isso, este estudo pretende precisamente colmatar essa lacuna na literatura e contribuir para um melhor planeamento destes destinos que, fruto da pandemia, vão ter uma maior procura», afirma Cláudia Seabra, investigadora e docente da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra (FLUC).

Uma explicação para os dados obtidos no estudo, financiando pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT), prende-se com o facto de «nas pequenas cidades o espírito de comunidade ainda ser forte. As pessoas estão mais conscientes dos efeitos sociais que o desenvolvimento do turismo tem nas suas vidas do que os efeitos económicos ou ambientais. Em geral, as pequenas cidades têm uma população pequena e envelhecida, com menos oportunidades de emprego, cuidados de saúde e grandes infraestruturas de comunicação», afirma Cláudia Seabra.

Nessas comunidades, fundamenta, «as pessoas geralmente estão ansiosas para conhecer novas pessoas e se conectar com outras culturas e gerações diferentes. Em geral, os impactos negativos dos grandes centros urbanos onde milhares de turistas se aglomeram não são sentidos. Os turistas são vistos como pessoas que trazem oportunidades de negócios, visitando bares, restaurantes, hotéis e atrações da região, ao mesmo tempo que compram produtos locais para levar. Por outro lado, os turistas são fontes de rejuvenescimento cultural».

A docente e investigadora do Centro de Estudos em Geografia e Ordenamento do Território (CEGOT) considera que os resultados deste estudo, além de contribuírem para uma «maior consciência dos efeitos que o desenvolvimento do turismo está a ter na comunidade dos destinos das pequenas cidades, porque o turismo pode ser um desafio para as pequenas localidades e cidades, sobretudo de forma sustentável», podem ajudar «os gestores a fornecer benefícios económicos, sociais e culturais de longo prazo para a comunidade local, melhorando a qualidade de vida e, assim, fortalecendo o lugar e o vínculo com a comunidade». Universidade de Coimbra - Portugal


domingo, 28 de março de 2021

CPLP - Ministros dos Estados membros analisam os impactos da covid-19 a nível da previdência social

Cidade da Praia – Os ministros do Trabalho e Segurança Social da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) reúnem-se esta terça-feira, 30, em videoconferência, para analisar os impactos da covid-19 a nível da previdência social e do trabalho infantil.

De acordo com uma nota de imprensa da CPLP, a que a Inforpress teve acesso, a XIV reunião dos ministros do Trabalho e Segurança Social da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) acontece para discutirem o tema “Covid-19 e o mundo do trabalho” e conta com a participação dos ministros ou os representantes dos nove Estados-membros.

O encontro é uma oportunidade para os responsáveis do sector laboral abordarem e concertarem posicionamentos no combate aos impactos devastadores da pandemia no mundo do trabalho, com especial ênfase na previdência social e no trabalho infantil.

A reunião ministerial será precedida da reunião dos pontos focais do combate ao trabalho infantil na CPLP, previsto para segunda-feira 26, e da reunião dos pontos focais do trabalho e assuntos sociais da CPLP, aprazada para 29, igualmente por videoconferência.

Recorde-se que Cabo Verde assumiu a presidência rotativa da CPLP em Julho de 2018, na XII Conferência de Chefes de Estado e de Governo que decorreu em Santa Maria, na ilha do Sal, sob o lema “As Pessoas, A Cultura, Os Oceanos”.

A cerimónia de abertura será presidida pela ministra da Justiça e Trabalho, de Cabo Verde, Janine Lélis. In “Inforpress” – Cabo Verde

 

Moçambique - Sector privado exige anulação efectiva da obrigatoriedade do uso do Terminal de Exportação de Nacala


O sector empresarial privado, representado pela Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA), diz que a anulação da obrigatoriedade do uso do Terminal Especial de Exportação de Nacala (TEEN) não está a acontecer efectivamente e, como consequência, o contínuo uso obrigatório está a afectar a competitividade das exportações moçambicanas e embaraça o ambiente de negócios.

“A despeito da eliminação da obrigatoriedade legal do uso do Terminal Especial de Exportação de Nacala – TEEN, através de uma Ordem de Serviço aprovada em 2017, nota-se que, na prática, o uso do terminal continua sendo obrigatório e continua afectando negativamente a competitividade das exportações realizadas por via do Porto de Nacala, distorcendo o ambiente de negócios”, refere a CTA em análise.

No documento, o sector privado aponta como principais factores para a não operacionalização da Ordem de Serviço que elimina a obrigatoriedade do uso do TEEN, a inexistência de uma alternativa ao TEEN, o que faz com que o TEEN continue sendo o único terminal disponível em Nacala e a exigência do carimbo do TEEN para que a mercadoria seja liberada pelo porto para o carregamento no navio.

Em termos de impacto, a CTA concluiu que a obrigatoriedade do uso do TEEN no ambiente de negócios traduz-se num aumento do custo de exportação em cerca de 435 USD, em média, significando uma variação de cerca de 109%, e no aumento do tempo de exportação em 360 horas, em média, correspondente a uma variação em cerca da 672%.

“Face ao ônus que a obrigatoriedade do uso deste terminal impõe ao sector empresarial, recomenda-se que o Governo adopte medidas necessárias para assegurar que a Ordem de Serviço, que elimina esta obrigatoriedade, seja efectivamente implementada”, adverte a Confederação.

O TEEN foi criado em 2010, através de um despacho do Ministro das Finanças e entrou em funcionamento a 19 de Abril de 2011, tendo sido concessionado a empresa NCL & Africa, Import and Export Lda, que, desde então, tem sido responsável pela gestão do mesmo. O objectivo que norteou a criação deste terminal, segundo a Direccão Geral das Alfândegas, derivou da necessidade de descongestionar o Porto de Nacala e facilitar o processo de manuseamento da carga e demais processos portuários.

Um ano após a entrada em vigor do funcionamento do TEEN, foi aprovada a Ordem de Serviço 4/GD/DGA/2012 de 18 de Janeiro de 2012, que estabelece a obrigatoriedade do uso deste terminal para todas as operações de exportação de mercadorias através do Porto de Nacala, com a excepção das mercadorias em trânsito.

Este terminal localiza-se a 14 km do Porto de Nacala e, segundo reporta a CTA, funciona como uma estrutura independente e desarticulada do Porto, o que, aliado às taxas elevadas e à morosidade do processo afecta negativamente a competitividade das exportações e o ambiente de negócios. Evaristo Chilingue - Moçambique In “Carta de Moçambique”

 


 

França - Portuguesa ilumina escadaria de Câmara de Paris

A artista plástica portuguesa Cátia Esteves criou um lustre monumental para adornar a escadaria de honra da Câmara do 11.º bairro de Paris, num cruzamento entre o estilo neoclássico do edifício e a arte contemporânea que agradou aos habitantes


“Sinceramente, não tive qualquer crítica. Para quem não conhecia antes o espaço, parece que a obra esteve sempre ali. Cátia conseguiu colocar uma obra contemporânea num local clássico e, ao mesmo tempo, criar algo que parece sempre ter ali estado”, afirmou o presidente da Câmara do 11.º bairro, François Vauglin, em declarações à agência Lusa.

Paris está dividida em 20 bairros e o 11.º vai desde a Praça da Bastilha até à Praça Republique, sendo um bairro boémio, com bastante vida noturna e onde vivem 150 mil pessoas. Todos os estes bairros são geridos localmente pelo equivalente de uma junta de freguesia, e estão depois reunidos administrativamente na Câmara Municipal de Paris.

O edifício da Câmara do 11.º bairro data de 1865, e foi palco de algumas das principais convulsões internas da capital, tendo mesmo servido de refúgio à Comuna de Paris em maio de 1871.

François Vauglin encontrou pela primeira vez uma obra de Cátia Esteves num festival de artistas locais, que decorre nos jardins do 11.º bairro, e sentiu que aquela seria a artista certa para adornar a escadaria monumental da Câmara.

“Vi a obra dela no jardim Truillot, um jardim que construímos há três anos, e era uma obra abstrata, relativamente pequena, em papel, eu disse-me que havia ali alguma coisa e que ela poderia fazer uma obra especial para a nossa escada de honra”, contou o responsável autárquico.

Cátia Esteves instalou-se há sete anos em Paris. Após os estudos de Arquitetura, em Lisboa, e um ano no Brasil, a portuguesa começou a trabalhar num ateliê de arquitetura em Bruxelas, mas, à parte, começou a fazer algumas esculturas por sentir necessidade de se expressar.

Uma das suas obras mais conhecidas, a “Gota”, surgiu em 2014, trazendo-a até à capital gaulesa. Nos seus trabalhos, a artista portuguesa utiliza matérias que à primeira vista não dariam origem a peças de arte.

“Gosto de transformar o que não tem valor para lhe dar uma segunda vida, especialmente recursos naturais como o papel, e que eu depois formalizo e volto a dar um corpo associado à natureza”, explicou a artista.

Papel, cartão, esferovite e latão são os principais materiais utilizados por Cátia Esteves, sempre associados à luz.

“A luz é algo importante para mim, talvez devido à minha formação de arquiteta, a luz permite-me intervir no espaço, ela consegue englobar a obra e todo um contexto”, relatou.

E luz era o que faltava na escadaria de honra desta Câmara onde os habitantes do bairro passam para falar com o seu autarca, mas também para se casarem ou para as cerimónias com mais pompa.

“Foi um desafio incrível. O desenho da obra foi inspirado no lugar, é uma arquitetura neoclássica, onde existe um espírito um pouco austero e que responde a uma ordem de proporções, e a minha peça foi desenhada em função do espaço”, explicou Cátia Esteves.


Foi assim que nasceu a peça “Transition”, um lustre que pesa quase 200 quilogramas, com 4,5 metros de altura e 2,78 metros de diâmetro. Uma estrutura onde vários tubos de latão acabam por se dobrar de forma anti-gravitacional, com as pontas cobertas de papel modelado.

Com um custo total de 20 mil euros, a peça foi instalada no início de dezembro e foi formalmente inaugurada há uma semana, com a presença do embaixador de Portugal em França, Jorge Torres Pereira.

No currículo, Cátia Esteves tem também uma presença na Noite Branca de 2020, uma iniciativa anual que decorre em outubro, nas ruas de Paris. “Sweet Dreams”, a instalação que nessa noite adornou uma das pontes junto a Notre Dame foi “uma semente que se planta” e que “os resultados chegam com o tempo”, segundo a artista.

Cátia Esteves está já a preparar a próxima exposição com a peça “Poesia”, patente na Galerie des Gobelins a partir de abril.

Devido às restrições sanitárias, num primeiro momento a exposição será virtual e, possivelmente, receberá visitas em maio, dependendo da evolução da pandemia.

Já para os autarcas parisienses, esta é a altura de dar visibilidade aos artistas, atingidos pela pandemia e oportunidades culturais aos habitantes impedidos de visitarem museus.

“Mesmo ao nosso nível modesto de Câmara de bairro, temos muito a fazer. Nós estamos em contacto com vários artistas para criar exposições ao ar livre, por exemplo, nas vedações dos nossos jardins. E também adquirimos obras regularmente para ajudar os artistas”, concluiu François Vauglin. In “Bom dia Europa” - Luxemburgo




Wave


 






Vamos aprender português, cantando

 

Wave

 

Quando vieres comigo baixa a guarda

deixa o teu corpo dançar com hennessy

fica à espera, pega na tua prancha

quando sentires essa energia

 

Deixa a wave

nos levar pra sítios onde não sabemos ir

deixa a wave

não fazer sentido só tem de fazer sentir

 

Não tens que mudar

se pra ti já não dá

é só nadares na wave

que ela leva-te pra outro lugar

 

Não penso em te afastar

se quiseres continuar

eu vou mergulhar nessa onda

até o teu corpo me levar

 

E esse lema não tem fim (não)

há sempre people contra ti

Solta-te do teu próprio enemy

 

Deixa essa wave no levar

deixa ela nos transportar

 

Yha

Eu pus mais um copo de hennessy

viagem que me leva pra cima

no sítio onde o corpo não decide

no sítio onde a dor não é nociva

 

Porque eu levo um copo pro meu ego

que me leva ao topo do ego

mas eu só aprendi sobre coragem

quando eu conheci o topo do meu medo

 

Baby eu chamei

vem face a face

pra te deixar bem

E deixa a wave levar

 

Baby eu chamei

vem face a face

pra te deixar bem

e deixa a wave

levar pra longe

 

Quando vieres comigo baixa a guarda

deixa o teu corpo dançar com hennessy

não fica à espera, pega na tua prancha

quando sentires essa energia

 

Deixa a wave

nos levar pra sítios onde não sabemos ir

deixa a wave

não fazer sentido só tem de fazer sentir

 

Deixa a wave

 

Ohohoh

 

Deixa a wave

nos levar pra sítios onde não sabemos ir

 

(Yeah) faz o teu e faz e pensa em ti

faço o meu, não é fácil deixar-te ir

fá-lo pra mudança ’tar aqui

e melhorar

 

Traz a tua cena e deixa-te ir

e sente essa tua vibe e deixa a vir

fá-lo pra mudança ‘tar aqui

e arriscar

 

Quando vieres comigo baixa a guarda

deixa o teu corpo dançar com hennessy

não fica à espera, pega na tua prancha

quando sentires essa energia

 

Deixa a wave

nos levar pra sítios

onde não sabemos ir

 

Nenny – Portugal

(Marlene Fernanda Cardoso Tavares)