Vamos aprender português, cantando
De olhos azuis transparentes
brava e firme como a terra
vinda de longe, de trás da serra
mãe das mães da minha gente
Fugiu em noite violenta
prisão aberta sem grades
para longe de estranhas verdades
fugiu de maior tormenta
Sangue do meu corpo
da minha história a raiz
e por cada cicatriz
um rumo pra outro porto
São olhos azuis de dor
que de mim andam cientes
esses olhos transparentes
são estrelas brilhantes d’amor
tem rugas que contam vidas
a sua a de outros também
mãe da minha mãe
mulher sem medo das feridas
Sangue do meu corpo
da minha história a raiz
e por cada cicatriz
um rumo pra outro porto
Sangue do meu corpo
da minha história a raiz
e por cada cicatriz
um rumo pra outro porto
Sangue do meu corpo
da minha história a raiz
e por cada cicatriz
um rumo pra outro porto
Diana Vilarinho - Portugal
Composição:
(Letra) Diana Vilarinho – Portugal
(Música) André Santos - Portugal

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