Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)
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terça-feira, 7 de junho de 2022

Macau - “Lusografia” é a proposta da Galeria Amagao para a iniciativa “Junho, mês de Portugal”

Mais de 70 peças de 24 artistas é o que poderemos ver, de 10 de Junho a 4 de Setembro. Trabalhos de artistas como Artur Bual, Cruzeiro Seixas, Júlio Pomar, Júlio Resende, Manuel Cargaleiro, Paula Rego, Vieira da Silva ou Vhils, entre muitos outros, estarão patentes no ‘lobby’ do hotel Artyzen Grand Lapa Macau


No âmbito das comemorações do “Junho, mês de Portugal na RAEM”, a Galeria Amagao apresenta “Lusografia – Exposição de obras de serigrafia, gravura e artes gráficas de artistas portugueses”, de 10 de Junho a 4 de Setembro, no ‘lobby’ do hotel Artyzen Grand Lapa Macau, um conjunto de mais de 70 obras de mais de 24 artistas. A inauguração terá lugar no dia 9 de Junho, pelas 18h30. “Portugal tem uma longa tradição na gravura, serigrafia e artes gráficas afins. A produção de múltiplos de alta qualidade de uma obra de arte torna-a acessível a um público mais amplo”, pode ler-se no programa das comemorações.

Alexandre Baptista, Alexandre Marreiros, Alfredo Luz, Artur Bual, Carlos Dugos, Clotilde Fava, Cruzeiro Seixas, Espiga Pinto, Francisco Geraldo, Graça Morais, Isabel Rasquinho, João Paulo, Jorge Martins, José Luís Tinoco, Júlio Pomar, Júlio Resende, Manuel Cargaleiro, Maria João Franco, Miguel Pamplona, Paula Rego, Raquel Oliveira, Velhô, Vieira da Silva e Vhils são os autores lusos representados com várias obras nesta mostra. “Uma parte das obras é acervo da galeria e outra parte pertence a coleccionadores privados. É uma exposição que vínhamos a criar nos últimos anos e que faz todo o sentido ser inaugurada no âmbito das comemorações do 10 de Junho”, referiu ao Ponto Final José I. Duarte, da parte da organização.

Cruzeiro Seixas e Júlio Pomar terão 12 obras expostas cada um. “Aliás, era minha intenção fazer uma exposição individual do Cruzeiro Seixas em Macau. Era mais do que merecido, mas não foi possível e, entretanto, em 2020, ele faleceu”, revelou o também economista. Cruzeiro Seixas, decano da arte portuguesa e um dos grandes nomes do surrealismo português e europeu, no seu longo percurso artístico, conta com uma fase expressionista, outra neo-realista e outra, com início no final dos anos 40, mais prolongada, em que integra o movimento Surrealista Português, ao lado de Mário Cesariny, seu companheiro, entre muitos outros artistas.

Já Júlio Pomar dispensa apresentações. O seu trabalho tem sido reconhecido através de homenagens, prémios e exposições retrospectivas em todo o mundo. Nascido em 1926, acabou por ser um dos mais notáveis artistas plásticos portugueses da segunda metade do séc. XX. Faleceu em 2018.

Artur Bual, por exemplo, terá duas obras na mostra. Uma delas, avançou José I. Duarte, ser-lhe-á concedida honras de destaque. “Trata-se de uma obra feita, de propósito, para as comemorações do 10 de Junho em Macau em 1992. Precisamente há 30 anos. Por isso, decidimos dar-lhe um maior destaque”. Nascido em Lisboa, Bual foi um dos maiores pintores portugueses da segunda metade do século XX, pioneiro da pintura gestual, igualmente escultor e ceramista. Morreu na Amadora, cidade onde se radicou, em 1999.

Vieira da Silva, Manuel Cargaleiro e Júlio Resende são ainda outros nomes consagrados que marcam presença no ‘lobby’ do hotel Artyzen Grand Lapa Macau. A luso-francesa, também conhecida pelo seu activismo anti-fascista, é um dos grandes nomes da arte portuguesa do século XX. Nascida em 1908, navegou pelos movimentos artísticos do surrealismo, expressionismo e abstraccionismo, entre outros. Morreu em Paris em 1992. O beirão raiano Cargaleiro, com 95 anos, também se notabilizou como pintor e ceramista. Tem obra espalhada por todo mundo, com especial destaque em França, país que o agraciou em 1984. Parte da sua obra encontra-se em exposição permanente no Museu Cargaleiro, em Castelo Branco. Júlio Resende é conhecido, entre outras coisas, pelos seus murais em azulejo espalhados, maioritariamente, no Porto, cidade onde nasceu em 1917. Também ele passou por França, onde bebeu da obra de Duco de la Haix e de Otto Friez. Do geometrismo ao não figurativismo, do gestualismo ao neofigurativo, a sua arte desenvolveu-se numa encruzilhada de pesquisas, cuja dominante foi sempre expressionista e lírica. Morreu em 2011, aos 93 anos.

Também “presente” estará Paula Rego. A artista, considerada por muitos como o expoente máximo das artes plásticas portuguesas contemporâneas, nasceu em 1935. Fixou-se em Londres desde muito cedo e essa vivência em Terras de Sua Majestade pode ter-lhe conferido outra visibilidade à sua obra. Tem diversos títulos honoríficos, tanto em Portugal como no Reino Unido, e ainda noutros países. Paula Rego foi madrinha da Bienal Internacional de Mulheres Artistas de Macau.

Além do seu valor estético individual, estas obras tornam-se objectos de colecção. Muitos artistas portugueses famosos produziram abundantemente utilizando variadas técnicas de impressão. E, “sem qualquer tipo de reserva, todas as obras estão disponíveis para venda”. “Esperemos que as pessoas venham visitar a exposição. Há obras notáveis que merecem ser vistas e, quiçá, compradas. É arte que faz bem aos olhos e à alma”, referiu José I. Duarte.

A Galeria Amagao foi criada com uma vocação lusófona, mas desta vez, e devido ao tema da exposição, todos os artistas são portugueses, dos mais consagrados aos mais novos. “Para além dessa vocação, temos ainda essa outra vocação de mesclar artistas, procurando dar um panorama o mais diversificado possível. Por isso, decidimos juntar a Paula Rego ou o Pomar, com o Vhils ou o Alexandre Marreiros”, notou ainda José I. Duarte, acrescentando que Portugal é um mais “muito prolífico” na produção de serigrafia, gravura e artes gráficas. Gonçalo Pinheiro – Macau in “Ponto Final”



terça-feira, 12 de outubro de 2021

Reino Unido - Cruzeiro Seixas em destaque na feira de arte internacional Frieze

O percurso e obra do mestre do surrealismo português, falecido há cerca de um ano, voltam a ser objecto de homenagem numa prestigiada feira de arte internacional


A obra de Cruzeiro Seixas vai estar em destaque na feira de arte internacional Frieze, em Londres, entre 13 e 17 de Outubro, enquanto trabalhos dos portugueses Hugo Lami e Pedro Sousa Louro vão ser expostos em eventos paralelos.

Documentos, cartas, desenhos, poesia e desaforismos, alguns dos quais inéditos, do surrealista português, que morreu no ano passado aos 99 anos, vão estar entre trabalhos raramente vistos de figuras pouco conhecidas mas consideradas pioneiras da arte de vanguarda do século XX.

A exposição chega pela mão da Perve Galeria, que fez a selecção de trabalhos produzidos ao longo de cinco décadas, com especial ênfase no trabalho desenvolvido pelo artista enquanto viveu em Angola, ao longo de 12 anos, entre 1952 e 1964.

O período em Angola destaca-se não só pelo uso de materiais nativos que na altura causaram fricções com o regime e a polícia política de Salazar, mas também por ter sido quando “descobriu a poesia”, influenciando a sua produção artística posterior, disse à agência Lusa o diretor artístico da Perve Galeria, Carlos Cabral Nunes.

A mostra é a segunda exposição internacional do Ciclo de Celebração do Centenário de Cruzeiro Seixas, que a Perve tem vindo a promover desde 2020.

“Cruzeiro Seixas não é só um artista português, é um extraordinário artista internacional. A sua obra transcende a nossa própria condição de país periférico. Ele é o artista português na história que mais obra realizou, com uma linguagem própria, muito multifacetada e surpreendente”, defende.

A Secção Spotlight tem curadoria da norte-americana Laura Hoptman, actual diretora do museu Drawing Center em Nova Iorque, e que durante anos dirigiu o Museu de Arte Moderna da mesma cidade (MoMA), e é dedicada a artistas vanguardistas do século XX.

Este ano vai incluir obras de artistas como Woody Vasulka, Franca Sonnino, Obiora Udechukwu, Feliciano Centurión, Santi Alleruzzo, entre muitos outros.

A galeria de Lisboa é a única portuguesa entre 130 galerias internacionais na Frieze Masters, a parte da feira internacional dedicada a artistas anteriores ao século XXI.

Ouras presenças

O evento “irmão”, Frieze London, dedica-se à arte contemporânea e artistas ainda vivos, com obra posterior ao ano 2000.

Juntas, atraem anualmente cerca de 60 mil visitantes, como programadores, artistas, coleccionadores, galeristas e críticos, bem como o público em geral, mas em 2020 realizou-se num formato digital devido à pandemia covid-19.

Aproveitando a presença de especialistas internacionais em Londres, muitas galerias realizam exposições paralelas para coincidir com a Frieze, como é o caso da Neon Art Gallery, que vai promover uma exposição individual do português Hugo Lami.

Intitulada “Life Found on the Moon” (“Encontrada Vida na Lua”, em tradução do inglês), a exposição decorre entre 11 e 17 de Outubro.

Lami vive entre Lisboa, onde estudou Pintura na Escola Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa, e Londres, onde concluiu um mestrado em Escultura no Royal College of Art.

Também residente e formado em Londres, no Chelsea College of Arts, o português Pedro Sousa Louro participa numa exposição colectiva de mais de 70 artistas de 25 países na Saatchi Gallery.

A StART Fair pretende marcar o lançamento da StART.art, uma plataforma de comércio electrónico para artistas.

Já no âmbito da Frieze Sculpture, uma das maiores exposições de escultura ao ar livre de Londres, que decorre até 31 de Outubro, expõe o português José Pedro Croft.

A exposição tem curadoria, pelo nono ano consecutivo, de Clare Lilley, directora do programa no Parque de Esculturas de Yorkshire, e apresentará também trabalhos das artistas brasileiras Solange Pessoa e Vanessa da Silva. In “Hoje Macau” - Macau com “Lusa”


segunda-feira, 11 de outubro de 2021

Estados Unidos da América - Exposição sobre surrealismo com cinco artistas lusófonos inaugurada em Nova Iorque


Nova Iorque – A exposição “Surrealism Beyond Borders” vai abrir ao público, no Museu Metropolitano de Arte, em Nova Iorque, para apresentar obras de artistas de 45 países, incluindo cinco nomes lusófonos, numa releitura do movimento artístico que correu o globo.

Patente no museu norte-americano até 30 de janeiro de 2022, a exposição “Surrealism Beyond Borders” (“Surrealismo para além das fronteiras”, em tradução livre do inglês) abre depois em 24 de fevereiro do próximo ano na Tate Modern, em Londres, que a terá exposta até 29 de Agosto.

Questionada pela Lusa, em julho, fonte da Tate confirmou à Lusa que a exposição inclui obras de Artur do Cruzeiro Seixas (1920-2020), Malangatana (1936-2011), Fernando Lemos (1926-2019), António Pedro (1909-1966) e António de Azevedo (1889-1968).

O surrealismo parte de uma “ideia revolucionária acesa em Paris, cerca de 1924, que afirmava o inconsciente e os sonhos sobre o familiar e o quotidiano”, explica o texto disponível na página do Museu Metropolitano de Arte.

“Enquanto o surrealismo podia gerar trabalhos muitas vezes poéticos e até humorísticos, foi também usado como uma arma mais séria no combate pela liberdade política, social e pessoal, por muitos artistas a nível internacional”, acrescenta o museu, enquanto a Tate ambiciona “reescrever a história” do movimento através desta mostra.

O objectivo da exposição é ir além do enfoque dado ao surrealismo através de uma perspetiva da Europa Ocidental: “Esta mostra reconsidera o verdadeiro ‘movimento’ de surrealismo através das fronteiras de geografia e cronologia – e dentro de redes que vão da Europa de Leste até às Caraíbas, da Ásia ao Norte de África, e da Austrália à América Latina”.

“Incluindo quase oito décadas de trabalho produzido em 45 países, ‘Surrealismo para além das fronteiras’ oferece uma nova abordagem das preocupações e trocas coletivas que reposicionam a apreciação deste movimento revolucionário e global”, pode ler-se na página do Museu Metropolitano.

Num comunicado do ‘Met’, a curadora da exposição pelo museu, Stephanie D’Alessandro, lembra que o “surrealismo é inerentemente dinâmico e viajou e evoluiu de sítio para sítio e de tempo para tempo”.

“O seu âmbito é (e sempre foi) internacional e, mais especificamente, transnacional – estendendo-se para lá de fronteiras nacionais para unir ideias e pessoas, enquanto permanecia específico e local na sua força liberatória”, acrescentou D’Alessandro.

A exposição vai estar repartida em oito salas revisitando temas familiares do surrealismo como a sua “exploração do inconsciente”, mas fazendo-o de uma “perspetiva nova e ampla, quer em termos geográficos quer temporais”.

Assim, o “icónico” quadro “Crianças Ameaçadas por um Rouxinol”, de Max Ernst, vai estar junto de um trabalho menos conhecido como “Landru no Hotel, Paris”, de Antonio Berni. In “Inforpress” – Cabo Verde com “Lusa”


 

quarta-feira, 11 de novembro de 2020

França - Isabel Meyrelles é a última representante dos surrealistas portugueses

 


A escultora e poetisa surrealista Isabel Meyrelles lamentou a morte do artista plástico Cruzeiro Seixas, no domingo, aos 99 anos, em Lisboa, recordando que “ninguém desenhava à pena tão bem como ele”.

“Nunca encontrei ninguém com a habilidade dele para desenhar com uma pena. Os outros desenhos dele também são bastantes bons, mas mais normais. Esses à pena são uma maravilha”, comentou a criadora, em declarações à Lusa, a partir de Paris, para onde partiu em 1950, região onde continua a residir.

Cruzeiro Seixas, natural da Amadora onde nasceu a 03 de Dezembro de 1920,  morreu no Hospital Santa Maria, no domingo, anunciou a Fundação Cupertino de Miranda, de Vila Nova de Famalicão.

A esta fundação doou o artista a coleção pessoal em 1999, um legado de um dos nomes fundamentais do Surrealismo em Portugal, autor de um vasto trabalho no campo do desenho e pintura, mas também na poesia, escultura e objetos/escultura.

Nascida em Matosinhos, em 1929, Isabel Meyrelles viveu em Lisboa e, antes de partir para Paris, fugindo à ditadura do Estado Novo, fez amizade com os elementos do Grupo Surrealista Português e com os seus dissidentes, reunidos no Grupo Surrealista de Lisboa/Os Surrealistas, que incluíam Mário Cesariny, António Pedro, Cruzeiro Seixas e Alexandre O’Neill.

“Na verdade, sou eu a última representante dos surrealistas portugueses, mas, na altura, não fiz parte do grupo deles. Os portugueses sempre tiveram essa tendência de pôr de lado as mulheres”, comentou à Lusa a autora de “Palavras Noturnas” e “O Rosto Deserto”, entre outras obras.

Recordou que manteve o contacto com Cruzeiro Seixas e Mário Cesariny ao longo dos anos, e a última vez que estiveram juntos foi em novembro do ano passado, quando a Fundação Cupertino de Miranda homenageou a artista com a exposição “Como a sombra a vida foge”, reunindo cerca de 80 obras. “Ele foi lá, a Vila Nova de Famalicão, já estava com 99 anos e fragilizado, mas fez um esforço para estar presente. Fiquei muito comovida”, disse a artista à Lusa.

Escultora, poetisa e tradutora, Isabel Meyrelles continua a fazer traduções em casa, de onde não sai, devido à pandemia. “Continuo a fazer traduções de português para francês”, disse a tradutora de escritores como Jorge Amado. “Mas em França já se publica muito pouca poesia. Quase ninguém lê poesia. As edições têm tiragens de apenas uma centena de exemplares”, lamentou a autora portuguesa.

O surrealismo está presente nas várias fases da obra plástica da artista, que se inspirou em peças de outros criadores do mesmo movimento, especialmente de Cruzeiro Seixas, e também de artistas como René Magritte e André Breton, por quem tinha grande admiração.

Isabel Meyrelles é a organizadora da “Obra Poética”, de Cruzeiro Seixas, que começou a ser publicada este ano, em junho, pela Porto Editora, no âmbito da coleção “Elogio da Sombra”, coordenada por Valter Hugo Mãe.

Os três primeiros volumes da obra poética de Cruzeiro Seixas reúnem poemas já publicados, nomeadamente pelas Edições Quási, mas que se encontravam esgotados no mercado, e o quarto, que encerrará o projeto, vai coligir inéditos e dispersos. O primeiro volume foi publicado em junho, o segundo deve chegar às livrarias no final do ano e, o terceiro, “nos inícios de 2021”, segundo fonte editorial.

Em outubro deste ano, Cruzeiro Seixas tinha sido distinguido com a Medalha de Mérito Cultural, pelo “contributo incontestável para a cultura portuguesa”, ombreando, com Mário Cesariny, Carlos Calvet e António Maria Lisboa, como um dos nomes mais relevantes e importantes do Surrealismo em Portugal, desde finais dos anos 1940.

Cruzeiro Seixas, cuja obra está representada em coleções como as do Museu Nacional de Arte Contemporânea – Museu do Chiado, Fundação Calouste Gulbenkian e Fundação Cupertino de Miranda, faria 100 anos a 03 de dezembro.

Atualmente, estão em curso várias iniciativas que assinalariam os 100 anos de aniversário do artista plástico, nomeadamente exposições na Biblioteca Nacional de Portugal e da Perve Galeria, em Lisboa, ambas patentes até dezembro, e a edição da obra poética de Cruzeiro Seixas, iniciada em junho e que se estenderá até 2021. In “LusoJornal” - França

domingo, 9 de novembro de 2014

Portugal – Mostra colectiva de Arte em Sintra


A LM - Galeria de Arte Contemporânea em colaboração com a Galeria Sacramento inaugurou ontem, dia 08 de Novembro de 2014, a mostra coletiva de Arte, pintura e escultura, “Outono 14” que estará patente ao público até ao final do corrente ano.

A LM - Galeria de Arte Contemporânea está situada em Chão de Meninos, Sintra, mais precisamente na Rua Álvaro dos Reis, Nº 47 e apresenta nesta exposição obras dos seguintes autores: André Capote, Branislav Mihajlovic, Carlos Ramos, Cruzeiro Seixas, Duarte Vitória, Jean-Frédéric Bourdier, Joana Arez, João Noutel, José Narciso, Luís de Melo, Mabel Poblet, Manuel Patinha, Marcos Marinheiro, Mário Rodrigues, Mário Vitória, Mariola Landowska, Michael Barrett, Nélio Saltão, Rafael Canogar, René Peña, Ricardo Paula, Roberto Diago, Sobral Centeno e Sofia Simões.


Poderá aceder a mais informação aqui. Baía da Lusofonia