Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)
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quinta-feira, 18 de outubro de 2018

Espanha - MSC cria serviço ferroviário entre Sevilha e o mercado asiático

Um novo serviço ferroviário da MSC entre Sevilha e o Extremo Oriente pode ligar o porto de Sines ao mercado asiático por via da ligação ferroviária já existente entre o porto português e Sevilha

Foto: MSC


A MSC anunciou na última semana que lança este mês um novo serviço de transporte ferroviário de carga que fará a ligação dos exportadores espanhóis a mercados externos, designadamente, entre Sevilha e Córdoba, em Espanha, e destinos no Mediterrâneo, Médio Oriente e Extremo Oriente.

O serviço funcionará duas vezes por semana, a partir dos portos de Sevilha e Córdoba e do terminal ferroviário de Valência, que é uma importante plataforma portuária no Mediterrâneo. Diz a empresa que o serviço melhorará a conectividade e os tempos de trânsito dos exportadores em várias regiões do sul de Espanha, designadamente, dos produtores de azeite espanhóis.

Diz ainda a MSC que o serviço será complementar ao serviço ferroviário entre Sevilha e Sines, que foi lançado pela Medway em Abril deste ano e que já beneficiou carregadores ibéricos, permitindo-lhes acesso facilitado dos seus produtos aos mercados. Desta forma, produtos provenientes de Sines podem chegar por ferrovia ao mercado asiático, primeiro através da ligação a Sevilha e depois daí até ao Oriente (bem como a outros destinos). In “Jornal da Economia do Mar” - Portugal

quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

Internacional - MSC “estica” navios de 14000 até aos 17000 TEU



As operações serão realizadas nos estaleiros chineses da Beihai Shipbuilding Industry. O contrato assinado abrange nove navios, podendo a MSC alargá-lo a mais dois, em Janeiro do próximo ano.

Para aumentar a respectiva capacidade de transporte, os navios serão alongados, dos actuais 365,5 metros para 394,4 metros de comprimento, mediante a inserção de uma nova secção central com mais slots.

A MSC tem encomendados na Coreia do Sul 11 navios de 22 000 TEU, que, afinal, serão de 23 356 TEU, segundo a Alphaliner.

O aumento da capacidade dos navios mediante a inserção de novas secções não é novidade. A própria MSC já recorreu a tal expediente. Todavia, não há memória de um contrato do género envolvendo tantos navios. In “Transportes & Negócios” - Portugal

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Portugal – Armador MSC regista navios na Madeira

MSC Isabelle
O segundo maior armador mundial, a Mediterranean Shipping Company (MSC), optou recentemente por inscrever dois dos seus porta-contentores no Registo Internacional de Navios da Madeira (MAR). É mais um sinal da competitividade que este segmento do Centro Internacional de Negócios da Madeira (CINM) ganhou nos últimos meses.

“MSC Isabelle” e “MSC Jenny” são as duas unidades que passam a arvorar a bandeira portuguesa e o nome Madeira no casco. No entanto, prevê-se um reforço da aposta da MSC no registo de navios da Madeira, com a inscrição de mais quatro navios.

É uma opção que deixa a SDM satisfeita. “A decisão da MSC e a opção pelo Registo Internacional de Navios da Madeira é resultado do esforço e do trabalho da SDM e dos seus parceiros, bem como das recentes alterações legislativas adoptadas pelo Governo Regional e pelo Governo da República, que vieram reforçar a competitividade do MAR”, refere a empresa que detém a concessão do CINM, que recorda o crescimento que o registo da Madeira tem conquistado nos últimos anos.

O terceiro maior registo da UE

O MAR é hoje o quarto maior registo de navios da União Europeia no número de navios e o terceiro em termos de tonelagem de arqueação bruta. A SDM conta consolidar esta posição a médio prazo.

De acordo com os dados mais recentes, relativos ao final do primeiro semestre de 2015, há 377 embarcações registadas no MAR, mais 52 do que em Dezembro de 2014. Em relação ao semestre homólogo do ano passado, a arqueação bruta dos navios de comércio praticamente duplicou (de 3.488.005 toneladas para 6.487.866 toneladas), o que reflecte um aumento significativo da dimensão dos novos navios registados. Por outro lado, a idade média dos navios diminuiu de 13,82 para 11,96 anos. A SDM assinala que esta é “uma das médias mais positivas da União Europeia e que coloca o MAR ao nível dos registos marítimos internacionais de maior qualidade”.

MSC Jenny
A empresa concessionária considera que a evolução positiva do MAR nos últimos anos “confirma o acerto da estratégia seguida pela SDM no que respeita ao desenvolvimento e promoção do Registo Internacional de Navios da Madeira e consolida a sua posição internacionalmente”. Por outro lado, entende que “o aumento da competitividade do Registo assegura um contributo muito concreto para o desenvolvimento da ‘economia do mar’, tanto na Região como no país, traduzindo-se num conjunto de efeitos directos e indirectos importantes, nomeadamente na criação de postos de trabalho, tanto em terra como nos navios; na promoção do nome Madeira, no desenvolvimento dos mais variados serviços de apoio, na atracção de receitas e na defesa de um papel prestigiado de Portugal nos organismos internacionais relacionados com o sector.

Conforme já fizemos referência, a MSC é a segunda maior companhia de navegação mundial. Na sua frota conta com diversas classes de navios, mas aqueles que mais fazem escala na Madeira e que também lhe dão notoriedade são os paquetes.

É de assinalar que o maior armador mundial, a Maersk, também tem diversos navios inscritos no Registo Internacional de Navios da Madeira. In “Diário de Notícias da Madeira” - Portugal

sábado, 18 de abril de 2015

Portugal - MSC bate duplo recorde no Porto de Sines

A MSC Portugal regista pela primeira vez um duplo recorde ao movimentar 5.873 TEU, correspondentes a 3.687 contentores, com o navio “MSC LISBON”, na escala realizada no dia 11 de Abril de 2015, no Terminal XXI, em Sines. Com estes números, foi batido o anterior recorde que pertencia ao navio “MSC BERYL”, registado no passado dia 21 de Janeiro e que movimentou 4.846 TEU.

A MSC Portugal mantém a prossecução dos seus objetivos estratégicos, sempre com o propósito de reforçar de forma sustentada a sua posição de líder no ranking nacional.

Segundo Carlos Vasconcelos, administrador da MSC Portugal “pretendemos manter o nosso nível de empenho e eficácia. Não fazemos dos recordes o nosso grande objetivo, mas é altamente satisfatório para nós este permanente exceder de expetativas e objetivos”. In “Portos de Portugal” - Portugal

quinta-feira, 12 de março de 2015

Internacional - Quatro grupos controlam 79% dos porta-contêineres

No seminário PFI (Port Finance International) realizado no Rio, foram apresentados dados de 2014, de Lloyd’s de Londres, destacando que os grandes armadores não só estão cada vez maiores, como, através de operações conjuntas, controlam boa parte do comércio internacional. O líder APM Maersk tem frota de 2,9 milhões de contêineres, representando 15,7% do universo. Em segundo lugar está a suíça MSC, com 2,5 milhões de contêineres e 13,4% do total. Com medalha de bronze aparece a francesa CMA CGM, com 1,6 milhão de contêineres, 8,8% do potencial global; e em quarto a alemã Hapag Lloyd, com 960 mil contêineres e 5,1% do total.

Em apenas quatro consórcios, 17 armadores controlam 79,2% da frota mundial. São eles: 2M, Ocean Three, G6 e CKYH. O 2M é formado pela líder APM Maersk e pela vice-líder MSC, um verdadeiro pool de gigantes. No Ocean Three se encontram CMA CGM, CSGC e Uasc. NO G6 estão: NYK, APL, Hapag Lloyd, OOCL, MOL e HMM. E o consórcio CKYH é integrado por Yang Ming, Cosco, K Line, Evergreen e Hanjin. Como fica o Brasil nesse contexto, sem sequer um navio porta-contêineres operando no comércio exterior? O Brasil tem dez porta-contêineres da Aliança, oito da Log-In e três da Mercosul Line, todos restritos à costa nacional (cabotagem).

Nesse seminário, um ponto praticamente unânime foi a crítica à dragagem – por lei, a cargo do Governo Federal. O maior navio que já passou pelo país foi o CMA CGM Tigris, de 10.622 Teus, que aportou no principal porto, Santos, e alguns outros, mas sempre sem estar com carga plena. Foram apontados casos extremos, como o do Porto de Itapoá, onde no terminal a profundidade é de confortáveis 17 metros, mas como no canal de acesso a profundidade é de apenas 14 metros, o porto, e também o país, são prejudicados. Nos principais portos, obras de dragagem estão atrasadas ou deixaram de ser feitas, embora constassem do orçamento federal como prioritárias. A troca constante de titulares da Secretaria Especial de Portos (SEP) contribuiu para esse fracasso, após êxito apenas com o primeiro titular da pasta, Pedro Brito.

Michel Donner, de Drewry Consultants, e Marcelo Procópio, diretor comercial do terminal de contêineres Sepetiba Tecon, lembraram, quase que em uníssono, que, como a cada dia há maiores porta-contêineres encomendados para o tráfego Europa–Ásia, os navios médios vão, inevitavelmente, ser usados em tráfegos como o da América do Sul. Com a ampliação do Canal do Panamá, cada vez maiores navios chegarão ao Brasil, o que demandará mais dragagem, adaptação dos terminais de contêineres e medidas no acesso de terra, para permitir eficiente distribuição das cargas trazidas pelas embarcações de maior porte.

Procópio lembrou que isso vai ter efeitos no Brasil, como investimentos nos terminais e necessidade de melhor acesso rodoviário. Procópio comentou que, com a operação conjunta dos armadores, o número de clientes para os terminais se reduz. O Brasil tem um comércio exterior de cerca de US$ 500 bilhões por ano e, como não dispõe sequer de um navio porta-contêineres, fica na mão de estrangeiros, sendo que tais estrangeiros estão operando cada vez mais em conjunto.

Elias Gedeon, da consultora Notre Dame, admitiu que os armadores estão se fortalecendo, mas disse que o contrário pode ocorrer. Citou que exportadores de frango brasileiros se unem, para negociar com armadores fretes mais baixos e que, assim, em vez de serem pressionados, pressionam os fortes armadores internacionais. Sérgio Motta – Brasil in “Monitor Digital”

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Internacional – Maersk estuda porta-contentores com 20000 TEU

A Maersk está em conversações com construtores navais asiáticos para a construção de porta-contentores com capacidade de 20 mil TEU com um custo estimado em 1,5 mil milhões de dólares.

A Maersk que tem recusado comentar as notícias, junta-se a outras transportadoras que já anunciaram o aumento das suas frotas com porta-contentores com capacidade semelhante.

A Mediterranean Shipping Company (MSC) parceira da Maersk na aliança 2M apresentou no passado dia 25 de Janeiro de 2015, o MSC Oscar, o primeiro de três porta-contentores com capacidade para 19 244 TEU. O segundo, o MSC Olivier estará ao serviço no próximo mês de Abril. Outra transportadora a Mitsui Osk Lines (MOL) também anunciou através do seu presidente Koichi Muto que irá avançar para porta-contentores com 20 mil TEU.

Entretanto a empresa japonesa Imabari Shipbulding Company com a cooperação da Marubeni Corporation anunciou que tem uma encomenda assegurada para a construção de onze porta-contentores da classe Triple-E, com capacidade para 20 mil TEU, estando a entrega do primeiro navio prevista para o início de 2018, não revelando o nome da empresa transportadora que solicitou a encomenda.

Enquanto sucedem notícias sobre as capacidades dos novos porta-contentores da classe Triple-E, com comprimentos entre os 396 e os 400 metros e apelidados de ultra large container vassel (ULCV) devido à sua envergadura e com calados de 16 metros, a presidente do Porto de Lisboa Dra Marina Ferreira, continua a insistir no terminal de contentores no Barreiro, como porto principal para Lisboa, não acompanhando a realidade do setor a nível internacional, com a construção de portos de águas profundas em zonas off-shore ou flúvio-marítimas, para poderem responder às solicitações das empresas transportadoras que para economizar o transporte estão a aumentar a capacidade dos porta-contentores além de serem mais eficientes energeticamente. Baía da Lusofonia