O mestre em Negócios Internacionais Celso Leiro Furtado “Kiseka” vai brindar os leitores com a obra “Sussurros da Madrugada“, na sexta-feira, 27, no Memorial António Agostinho Neto, a partir das 17h00
A sua obra, segundo nota de imprensa
enviada a O País apresenta-se como um livro de poesia intimista e
confessional, onde a palavra surge como necessidade vital e espaço de
sobrevivência emocional. Esta obra convida o leitor a uma leitura
emocionalmente intensa, onde cada poema funciona como um fragmento de vida, um
sussurro que ecoa no silêncio de quem lê.
Ao longo dos poemas, lê-se, o autor percorre temas
universais sempre atravessados por uma carga afectiva intensa, cruzando-se com
experiências pessoais, reflexões sociais, dando voz não apenas ao amor íntimo,
mas também à pertença africana, à memória colectiva e ao desejo de liberdade. Sussurros
da Madrugada suporta uma colectânea de poemas que retém a diversidade e a
divergência dos sentimentos humanos, com uma voz poética livre e
despretensiosa, mas profundamente sensível. Para Celso Furtado “um povo que não
lê é um povo que não pensa, e um povo que não pensa é um povo que não evolui”.
Celso Leiro Furtado (Kiseka) nasceu em Luanda, Angola, em
1984. É Mestre em Negócios Internacionais pela London School of Economics e
actualmente divide o seu tempo entre Luanda e Lisboa, onde presta serviços de
consultoria na sua área de formação.
A sua relação com a escrita nasce ainda na juventude,
profundamente marcada pelas aulas de Língua Portuguesa e pelas leituras de
Fernando Pessoa e Florbela Espanca, autores que o inspiraram a olhar para a
poesia como uma forma de introspecção e de expressão emocional.
Poeta por natureza e relativista convicto, Celso Furtado
vê a poesia como um espaço de liberdade onde o pensamento e o sentimento se
encontram. A sua escrita é intimista, filosófica e espontânea, explorando as
nuances do amor, da solidão, do tempo e da essência humana.
Em Todos os Meus Poemas São de Amor, o autor
apresenta uma colectânea de poemas que reflectem a diversidade e a divergência
dos sentimentos humanos, com uma voz poética livre e despretensiosa, mas
profundamente sensível.
Para Celso Furtado, e citamos, a poesia é a minha casa, o
lugar onde me visto da minha própria pele. Com esta primeira obra, o autor
assume o desejo de reaproximar o público angolano e lusófono da literatura,
acreditando que um povo que não lê é um povo que não pensa, e um povo que não
pensa é um povo que não evolui. In “O País” - Angola
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