A Fundação Rui Cunha tem expostos, até Março, 26 trabalhos da sua colecção, assinados por artistas chineses e portugueses. A exposição “A Galope do Ano do Cavalo de Fogo” é de entrada livre e “propõe uma viagem visual e cultural através de diferentes expressões artísticas”
A mostra “A Galope do Ano do Cavalo de
Fogo” está patente na Fundação Rui Cunha (FRC) até ao dia 7 de Março, com
entrada livre. Segundo uma nota de imprensa, a exposição apresenta 26 obras
“ecléticas” da colecção da FRC e foi organizada em colaboração com a Associação
de Poesia dos Amigos do Jardim da Flora, “que dedicou a este evento versos
caligrafados de bons auspícios”.
Integrada nas celebrações do Ano Novo Lunar, a mostra
“propõe uma viagem visual e cultural através de diferentes expressões
artísticas, como a caligrafia, a pintura, a escultura e a cerâmica, explorando
temas como movimento, energia, espiritualidade e renovação, valores
intrinsecamente ligados a esta celebração milenar”, pode ler-se.
Os trabalhos exibidos representam “o diálogo entre
culturas, tradições, linguagens artísticas e materiais diversos, destacando a
fusão desta riqueza simbólica associada à quadra festiva do calendário lunar”.
O conjunto “diversificado de obras de influência
oriental, assinadas por artistas chineses e portugueses” inclui nomes como
Paulo Valentim, Arlinda Frota, Rui Calado, Vasco d’Orey Bobone, Lei Iat Po,
Natalie Lao, Lee Chau Ping, He Jianguo, Liu Shengli, Wilson Lam, Li Jinxiang e
Meng Li, entre outros artistas “que passaram pela Galeria ao longo de quase 14
anos”.
A iniciativa é uma demonstração do
compromisso da Fundação “com a divulgação da arte e com a promoção do encontro
entre artistas locais de diferentes culturas”, refere a nota. Pedro
Milheirão – Macau in “Jornal Tribuna de Macau”
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