Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)
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domingo, 9 de dezembro de 2018

Timor-Leste - Novo aeroporto de Oecusse concluído

A Região Administrativa Especial de Oecusse-Ambeno (RAEOA) recebeu na passada quinta-feira a obra do novo aeroporto internacional do enclave timorense, o mais avançado de Timor-Leste, com um custo total de quase 120 milhões de dólares.

O aeroporto tem uma pista de 2 200 metros de comprimento e de 45 metros de largura, com um 'stopway' pavimentado de 60 metros a cada extremidade e uma zona de segurança adicional (RESA) de 90 metros, além de uma faixa de 300 metros de largura de área de proteção, segundo informou à Lusa a RAEOA.

A infraestrutura tem capacidade para acolher aeronaves da categoria 4C - B737-800 ou A320-200 equivalente - inclui um terminal com capacidade para 250 mil passageiros anuais e 500 passageiros a chegar e a partir em simultâneo.

O terminal tem 12 balcões de check-in e salas de embarque separadas para voos domésticos e internacionais, mas que podem ser reconfiguradas dinamicamente para acomodar diferentes necessidades.

A unidade conta com sistemas modernos de comunicações, de salvamento e de informação meteorológica automatizada.

Há ainda um terminal de carga e um edifício para os Serviços de Quarentena e um edifício para albergar e manter todos os equipamentos de apoio de placa que fazem parte do pacote de construção e que permitem a assistência às aeronaves.

O aeroporto dispõe ainda de um parque de combustíveis de aviação que pode ser expandido ao longo do tempo e onde se podem armazenar 80 000 litros de Jet Fuel e 3000 litros de AVGAS 100LL para aeronaves ligeiras de pistões.

A obra arrancou em março de 2015 e foi adjudicada à empresa indonésia PT Wijaya Karya com um valor inicial de 79,8 milhões de dólares, revisto em junho de 2016 para 119,9 milhões, o seu valor final.

Esse aumento de preço surgiu depois de uma revisão ao projeto inicial realizado pela empresa ISQ que obrigou a "alterações profundas" no projeto que se não tivessem sido feitas, como foi anunciado na altura pelos responsáveis timorenses, teria inflacionado a obra para um custo de entre 140 e 160 milhões.

Durante os próximos meses ainda continuarão a decorrer trabalhos de finalização e correção de equipamentos, mas a infraestrutura já pode começar a ser usada por passageiros que, para já, continuam a ser limitados a voos domésticos.

O ato contratual, de 'entrega' da infraestrutura, permite que parte do aeroporto possa já ser usado enquanto decorrem as obras finais, explicaram responsáveis do projeto.

Com um custo total de quase 120 milhões de dólares o novo aeroporto amplia significativamente as condições do acesso ao enclave que até 2015 era praticamente apenas por estrada e mar e que, desde aí, tem permitido viagens áreas, ainda que com uma pista provisória.

Antes das mudanças implementadas pela RAEOA, aterrar em Oecusse obrigava, muitas vezes, a afastar vacas e porcos que pastavam nas ervas altas próximo de uma curta pista de terra batida. Uma ligação com risco e cara: o único avião tinha que ser fretado.

Numa primeira fase do projeto, e segundo documentação enviada pela RAEOA à Lusa, foi construída uma pista temporária 750 por 23 metros, uma zona para estacionar duas pequenas aeronaves e uma torre provisória. “Agência Lusa”

Há três anos publicámos: Timor-Leste - Novo aeroporto de Oecusse

quinta-feira, 29 de novembro de 2018

China - Aeroporto de Xian terá plataforma entre Lisboa e Macau

Cidade de Xian


O Aeroporto Internacional de Macau (MIA) anunciou ter inaugurado uma rota para Xian, cidade no noroeste da China, que poderá ter ainda este Dezembro um voo directo para Lisboa. “Actualmente, existem 47 destinos operados através do MIA, dos quais 23 estão nas rotas da China continental”, sublinhou o aeroporto em comunicado.

Em Outubro, a companhia aérea chinesa Capital Airlines pediu autorização às autoridades chinesas para iniciar um voo directo entre Xian e Lisboa, depois de ter suspendido, naquele mês, a ligação a partir de Pequim. Segundo um comunicado da Administração da Aviação Civil da China, a que a agência Lusa teve acesso, a empresa quer arrancar com o novo voo em Dezembro deste ano. A informação detalha que o voo terá duas frequências por semana e ficará a cargo dos aviões Airbus A330, com capacidade máxima para 440 passageiros.

O pedido da Capital Airlines surge no mesmo mês em que suspendeu o voo directo, entre Hangzhou, na costa leste da China, e Lisboa, com paragem em Pequim, lançado a 26 de Julho de 2017, com três frequências por semana. In “Ponto Final” - Macau

terça-feira, 28 de agosto de 2018

Moçambique – Novo aeroporto a construir na capital da província de Gaza com apoio da China

A construção de um novo aeroporto internacional no sul de Moçambique vai arrancar em outubro, anunciou o ministro dos Transportes e Comunicação, Carlos Mesquita.

A infraestrutura vai ser construída em Xai-Xai, capital da província de Gaza, com um financiamento chinês avaliado em 60 milhões de dólares (52 milhões de euros), anunciado em junho no âmbito de um pacote global para vários setores. A obra vai avançar depois de serem lançados dois concursos públicos na China e Moçambique, referiu Mesquita aos jornalistas.

O governante explicou que os concursos visam identificar uma empresa na China capaz de construir a pista de aterragem e equipamentos relacionados, enquanto em Moçambique será escolhido o empreiteiro responsável pelos acessos e serviços de apoio às atividades portuárias.

O Presidente moçambicano, Filipe Nyusi, anunciou a 19 de abril do último ano ser urgente a construção de um aeroporto na província de Gaza, sul do país, para servir de alternativa ao Aeroporto Internacional de Maputo.

«[Ter um aeroporto em Gaza] é viável, não é luxo, é uma necessidade urgente», afirmou. Por outro lado, o chefe de Estado referiu que um aeroporto na província de Gaza será um fator dinamizador da economia local. In “Revista Port. Com” - Portugal

segunda-feira, 18 de junho de 2018

Cabo Verde – Estudos técnicos do novo aeroporto de Santo Antão estão a avançar

Porto Novo – O vice-primeiro-ministro, Olavo Correio, afirmou no passado sábado, no Porto Novo, que o Governo está “a trabalhar com entusiasmo” no projecto do futuro aeroporto de Santo Antão, infra-estrutura “que vai, certamente, marcar esta ilha”.

“Vamos trabalhar para ligar Santo Antão ao mundo através do aeroporto. Os estudos técnicos estão sendo ultimados, depois vamos ter de montar o estudo económico e financeiro e encontrar o modelo de financiamento do projecto que seja compatível com o contexto macro-económico do país”, avançou Olavo Correia.

O Governo poderá envolver o sector privado na construção do aeroporto para evitar que esse investimento, que deverá rondar entre 18 milhões a 20 milhões de euros, possa endividar ainda mais o país, explicou o governante.

O vice-primeiro-ministro, que está de visita a Santo Antão, disse que esta ilha apresenta “várias oportunidades”, tem “um porto que pode ser melhorado, mas que está a servir e bem” esta região, mas que “há que ter em atenção a conectividade desta ilha, ou seja, a ligação marítima e área, mas também da necessidade de uma aposta numa “educação de excelência” e na formação profissional.

Olavo Correia antevê, nos próximos dois anos, a ilha de Santo Antão requalificada, dotada de infraestruturas de saneamento e de abastecimento de água, intervenções que visam, a seu ver, potenciar o turismo e o próprio desenvolvimento económico da ilha.

O vice-primeiro-ministro terminou uma visita de dois dias a Santo Antão, onde encontrou-se com operadores, além de ter participado na abertura, na sexta-feira, da feira agropecuária desta ilha e lançado obras de requalificação urbana. In “Inforpress” – Cabo Verde

sexta-feira, 11 de maio de 2018

Angola – Incrementa relações com a Namíbia internacionalizando espaço aéreo

Os aeroportos de Benguela (Catumbela), Lubango, Moçâmedes e Ondjiva poderão ainda este ano começar a receber vôos internacionais operados pela Air Namíbia, aumentando a abrangência destas infra-estruturas aeroportuárias, actualmente limitadas aos vôos internos



A companhia aérea namibiana tem em curso negociações com as autoridades angolanas para iniciar quatro rotas adicionais para Angola, o que somará cinco, incluindo a actual que liga Luanda e Windhoek, embora ainda não exista um calendário oficial para o efeito, sendo o mês de Outubro uma forte possibilidade se isso depender da Air Namíbia.

Esta possibilidade foi trabalhada entre as delegações angolana e namibiana durante a recente visita do Presidente João Lourenço à Namíbia por ocasião do 40ª aniversário do massacre de Cassinga, onde as tropas do regime do apartheid sul-africano mataram centenas de pessoas num campo de refugiados namibianos em solo angolano.

Segundo o Presidente namibiano, Hage Geingob, citado pela imprensa local, o aumento das rotas operadas pela Air Namibia para Angola será um "catalisador para o incremento da actividade comercial, negócios e turismo entre Angola e a Namíbia", que decaiu fortemente nos últimos anos devido à crise económica que assolou os dois países.

Geingog sublinhou que as negociações que podem internacionalizar os aeroportos das províncias de Benguela, Namibe, Huíla e Cunene estão avançadas e a recente visita do seu homólogo angolano deu um forte impulso a esta possibilidade.

De acordo com o porta-voz da transportadora aérea namibiana, Paul Nakawa, a Air Namibia requereu ao Governo de Windhoek para interceder junto do Governo de Luanda de forma a acelerar o processo de garantia dos direitos de trafego aéreo para os referidos destinos em solo angolano.

A mesma fonte enfatizou, no entanto, que a Air Namibia "continua a aguardar uma resposta oficial de ambos os Governos sobre esta matéria".

Paul Nakawa admite mesmo que se os direitos de trafego aéreo para os quatro destinos forem assegurados em tempo útil, os vôos internacionais com origem e destino na Namíbia poderão fazer o "take off" já em Outubro.

Isto, porque a companhia vai precisar de alguns meses para criar as estruturas de apoio nos respectivos aeroportos, tanto no que diz respeito aos equipamentos como aos recursos humanos especializados necessário para dar corpo a uma rota erguida a partir do zero.

Assim que as rotas estiverem em condições de arrancar, a Air Namibia avança que poderá voar para cada um deles entre três e quatro vezes por semana, com aviões da Embraer Jets, modelo ERJ135, com 37 lugares.

Com este passo, a Air Namibia adquire o estatuto histórico de ser a primeira companhia aérea a oferecer vôos internacionais para os quatro aeroportos angolanos, todos eles com obras de vulto realizadas nos últimos anos mas sem que, até hoje, tenha sido possível obter certificação internacional.

Para que os aeroportos em questão, como é disso exemplo o da Catumbela, em Benguela, possam apresentar-se como internacionais e alternativos para aterragens em vôos com destinos distintos, falta a emissão de certificado de aeroporto internacional que é da responsabilidade da Organização Internacional da Aviação Civil (ICAO, sigla em inglês).

Recorde-se que, actualmente, os aeroportos alternativos em caso de impedimento do de Luanda, são os da RDC.

Ao aeroporto da Catumbela falta, para ser internacional, segundo divulgou a Empresa Nacional de Aeroportos e Navegação Aérea (ENANA), entre outros requisitos menos complexos, equipamentos de controlo de navegação aérea e segurança.

Este é, a par do 4 de Fevereiro, o único aeroporto com possibilidade de certificação internacional, embora os restantes tenham condições para operar no âmbito regional com algumas restrições, nomeadamente no tipo de aviões, e horários. Ricardo Bordalo – Angola in “Novo Jornal”

terça-feira, 16 de maio de 2017

Brasil - Suíços vão administrar o aeroporto de Florianópolis

O aeroporto de Zurique ganhou a concessão para administra o aeroporto internacional Hercílio Luz até 2047. O contrato será assinado em julho


Com 3,6 milhões de passageiros e faturamento de 26 milhões de francos suíços em 2006, o aeroporto de Florianópolis teve um crescimento do número de passageiros de 9,7% ao ano, durante os seis anos que antecederam a recessão. Os dados são de um comunicado à imprensa que o Flughafen Zürich AG divulgou para anunciar que venceu a concorrência para explorar o aeroporto de Florianópolis até 2047.

O aeroporto de Zurique detém 25% do capital de exploração do aeroporto de Belo Horizonte há quatro anos.

Com o Hercílio Luz terá 100% do capital. O comunicado divulgado na Suíça não cita custos, mas a Folha de São Paulo, citando o diretor-executivo da Flughafen Zürich AG, diz que empresa suíça pagará R$ 241 milhões ao governo brasileiro.

A empresa suíça pretende expandir as instalações do Hercílio Luz para atingir seu potencial máximo, “utilizando as melhores práticas utilizadas na Suíça, preservando os valores locais brasileiros”, afirma o comunicado.

O aeroporto de Florianópolis serve uma população local de 1,1 milhão de habitantes, além de turistas nacionais e estrangeiros. A Flughafen Zürich AG vê um grande potencial de crescimento do tráfego aéreo em Florianópolis.

Além de Belo Horizonte e futuramente em Florianópolis, a empresa suíça administra os aeroportos de Bogotá, Curaçao e dois aeroportos no Chile. Claudinê Gonçalves – Suíça in “Swissinfo.ch”

terça-feira, 12 de abril de 2016

Guiné-Bissau – Memorando de entendimento para a construção de infra-estruturas

O Governo da Guiné-Bissau e a empresa China Machinery Engineering Corporation (CMEC) assinaram um memorando de entendimento para a construção de uma série de infra-estruturas no país africano, incluindo um novo aeroporto internacional, de acordo com a agência portuguesa de notícias Lusa.

Citado pela agência noticiosa, o Director-Geral da Promoção do Investimento Privado da Guiné-Bissau, Bruno Januad, adiantou que o acordo abrange também a expansão do actual aeroporto.

De acordo com a Lusa, a CMEC planeia também construir uma linha de transmissão de energia eléctrica na região guineense do Saltinho, bem como um novo porto de pesca em Pikil. O memorando prevê também a construção, pela empresa chinesa, de um porto de águas profundas em Buba, no sul do país, bem como a construção de estradas, pontes e habitação social na capital guineense, Bissau.

A agência de notícias refere que não foram divulgados valores relativos aos projectos abrangidos pelo novo acordo.

A Lusa noticiou ainda a assinatura de um protocolo entre a Câmara de Comércio da Guiné-Bissau e a Câmara de Comércio e Indústria Luso-Chinesa. O acordo visa reforçar a cooperação entre as duas entidades nas áreas da formação de recursos humanos e da introdução de melhorias ao nível do ambiente de negócios, equipamento e novas tecnologias.

A Guiné-Bissau acolheu cerca de 150 representantes oficiais e empresários da China e dos Países de Língua Portuguesa, a propósito do “Encontro Empresarial entre a China e os Países de Língua Portuguesa 2016”. O encontro, que visa discutir questões relacionadas com a cooperação económica e comercial, teve início no sábado e terminou esta segunda-feira, dia 11. In “Fórum Macau” - Macau

quinta-feira, 3 de março de 2016

Brasil - Terminal de carga do Aeroporto de Recife registra recorde nas cargas de importação

O terminal de logística de carga (Teca) do Aeroporto Internacional do Recife registrou no ano passado um crescimento histórico na movimentação de cargas de importação. Ao todo, o complexo processou 8435 toneladas no setor de importação, um crescimento de 103,79% em relação às 4139 toneladas de 2014.


Da movimentação total do Teca em 2015, o resultado significa cerca de 27% da movimentação total, que foi de 31042 toneladas. O terminal também apresentou resultados positivos no processamento de cargas de exportação, com 8435 toneladas, movimentação 25,8% superior às 3801 toneladas processadas em 2014.

No setor de cargas de importação do complexo logístico pernambucano, os principais produtos movimentados são peças do setor automobilístico, medicamentos e insumos, reagentes químicos, instrumentos e equipamentos médico-hospitalares, instrumentos e equipamentos de informática, sendo os setores automotivo e fármaco-químico os carros-chefes do crescimento registrado no ano passado.

TECA DO RECIFE - O terminal de logística de carga do Aeroporto do Recife é o segundo mais movimentado da Rede Teca da Infraero, respondendo por 10,8% da movimentação de cargas na malha logística da estatal em 2015. Com uma área total de 6951,95 m², o terminal conta com 1562 m² de área total para cargas de importação e 625 m² para volumes de exportação. In “NE 10” - Brasil

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Reino Unido - Heathrow aumenta volume de cargas

Enquanto alguns aeroportos europeus registraram queda, os dois principais portos de entrada da Inglaterra tiveram aumento no volume registrado em janeiro.

Os volumes de carga aérea nos aeroportos de Bruxelas e Frankfurt registraram quedas na comparação anual verificada nos relatórios publicados em janeiro. Londres, por sua vez, teve aumento na movimentação de cargas tanto em Heathrow quanto no Stansted Airport, na comparação com os números alcançados em 2015.

Bruxelas movimentou 36 394 toneladas de cargas no mês, um volume 2,4 vezes menor do que no ano anterior. De acordo com a administração aeroportuária, a queda aconteceu por conta do declínio geral do segmento de carga cheia do aeroporto, que ainda está se recuperando da saída da Ethiopian Cargo, que não conseguiu os obter direitos de tráfego aéreo necessários para permanecer na atividade no aeroporto.

O aeroporto de Frankfurt, por sua vez, movimentou 159 650 toneladas de carga em janeiro, praticamente o mesmo volume registrado no ano passado, com 0,1% de declínio, de acordo com a administradora do Fraport.

Já os volumes registrados em Londres aumentaram em dois de seus principais aeroportos: London Stansted Airport cresceu 10% em relação a 2015, chegando a 20 260 toneladas. Heathrow também teve aumento da ordem de 2,9%, com 119 214 toneladas movimentadas no mês. O aeroporto credita os resultados à intensificação do comércio do país com o México e a China. O México foi o principal destino de envio de cargas a partir de Heathrow, registrando, em março de 2015, um aumento de 53%. Para a China, o mês de maior movimento foi agosto, com aumento de 8,6% nos volumes embarcados. A administração diz que novas rotas, como as da Vietnam Airlines para Hanoi e Ho Chi Minh, bem como os novos voos da British Airways para Kuala Lumpur, chegaram a aumentar o fluxo de cargas para o leste asiático em até 26% na comparação com janeiro de 2015.

Expansão

De acordo com o presidente da administração aeroportuária, John Holland-Kaye, “com o recorde de passageiros e mais o aumento expressivo do volume de cargas, o ano de 2016 começou bem para Heathrow, o maior porto de entrada do país”. O executivo espera expandir as instalações com 40 novas conexões para viagens de longa distância, de olho na transferência da Garuda Indonésia, prestes a passar suas operações de Gatwick para Heathrow no próximo mês de março, quando o primeiro serviço non-stop para Jacarta vai permitir que pequenas e médias empresas britânicas tenham acesso direto à maior economia do sudeste asiático.

“Com a expansão, abriremos 40 novos elos de ligação para o país, viabilizando às empresas britânicas as operações de exportação para os mercados que mais crescem no mundo. Assim, poderemos ajudar o governo a reequilibrar nossa economia. Se o Primeiro-ministro nos acenar positivamente, vamos corresponder”, completou Holland-Kaye. Cleci Leão – Brasil in “Guia Marítimo”

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Macau – Expansão do Aeroporto Internacional de Macau

O presidente da Autoridade de Aviação Civil espera que a expansão do terminal do Aeroporto Internacional de Macau possa ficar concluída nos primeiros três meses de 2016. Simon Chan acredita ainda que o aeroporto poderá beneficiar com a construção da ponte Hong Kong-MacauZhuhai já que, assim, podem atrair-se mais passageiros


Prestes a completar 20 anos, o Aeroporto Internacional de Macau (AIM) está a ser alvo de uma expansão para Norte que o presidente da Autoridade de Aviação Civil espera que fique concluída no prazo de pouco mais de três meses. “Esperamos conseguir concluir a expansão no primeiro trimestre do próximo ano. Fizemos um plano de desenvolvimento para o aeroporto para os próximos 20 anos e agora estamos a tratar de alguma burocracia, mas esperamos concluir a expansão em breve”, frisou Simon Chan à margem da cerimónia de comemoração das duas décadas da infra-estrutura.

Actualmente, o aeroporto tem capacidade para cerca de seis milhões de passageiros. Com a expansão, a Autoridade de Aviação Civil espera que o número suba para 7,4 ou 7,5 milhões, o que “não vai acontecer de um dia para o outro”, frisou o mesmo responsável, ressalvando, porém, que o número de passageiros também não aumenta repentinamente.

Simon Chan comentou ainda os potenciais efeitos para o aeroporto da construção da ponte que irá ligar as duas Regiões Administrativas Especiais a Zhuhai.

“Falando de um modo geral, para os transportes, um maior número de infra-estruturas é melhor para o mercado. A ponte será, por isso, positiva porque temos mais faixas horárias para novos voos e podemos atrair mais passageiros para outras regiões, maioritariamente turistas, mas talvez também mercadorias”, sublinhou Simon Chan.

Como exemplo dos benefícios que a nova infra-estrutura poderá representar o responsável apontou o facto de potenciar a deslocação de visitantes que depois podem utilizar o aeroporto de Macau para chegar a outros destinos. “Temos nove voos para a Tailândia, para Banguecoque, mas nem a população de Macau ou da Tailândia seria suficiente para manter todos em funcionamento. De onde vêm, então, os passageiros? Das zonas que estão à volta, por isso, qualquer facilitação às deslocações ajuda”.

Presente no evento comemorativo esteve também Jorge Ferreira Guimarães, actualmente assessor do Conselho de Administração da Aeroportos de Portugal e que à data da construção da infra-estrutura ocupava o cargo do director do gabinete do AIM.

O responsável recordou os “anos de grande desafio” passados a perceber “a situação de Macau” na altura e as oportunidades que havia, sobretudo após a assinatura da Declaração Conjunta entre Portugal e a China. “A partir daí foi possível, tecnicamente, começar a olhar para um dos projectos estruturantes de Macau e, em colaboração com as autoridades chinesas, deu-se um trabalho para criar um sistema de aviação em Macau”.

Esse sistema ainda “está presente e continuará, com os melhoramentos que vão sendo necessários. Estamos perante uma infra-estrutura que cumpre a sua função”, afirmou.

Jorge Ferreira Guimarães recordou ainda os obstáculos ultrapassados na concretização deste projecto, em particular o facto do espaço aéreo do território ser chinês. “Tínhamos que criar uma organização que, por um lado, acomodasse as exigências que Hong Kong e a China faziam. A outra questão eram os direitos de tráfego aéreo porque, na altura, Macau era um território chinês sob administração portuguesa. Isto tudo mostra a delicadeza de encontrar um sistema” que até agora se manteve. Inês Almeida – Macau in “Jornal Tribuna de Macau”

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Timor Leste – Novo aeroporto de Oecusse

O aeroporto do enclave timorense de Oecusse deverá custar, no mínimo, cerca de 170 milhões de dólares, mais do dobro do inicialmente previsto, devido a erros, falta de informação e imprecisões no projeto inicial, segundo responsáveis da obra.

Os cerca de 80 milhões do desenho inicial do projeto não correspondiam ao seu custo real, segundo o construtor, a empresa indonésia Wika, e os fiscalizadores da obra, a empresa portuguesa ISQ.

O desenho para a construção do aeroporto foi revisto depois da equipe da ISQ, contratada pela autoridade da região autônoma para fiscalizar a obra, ter concluído que o projeto inicial era irrealizável.

Nos últimos meses, a ISQ trabalhou com a construtora indonésia Wika, a quem foi adjudicada a obra, e com os responsáveis da Zona Especial de Economia Social de Mercado (ZEESM) para analisar o projeto inicial, tendo entretanto construído uma pista provisória, que já funcionou esta semana.

Responsáveis da Wika deram a conhecer o novo desenho do aeroporto durante uma reunião da Comissão de Coordenação e Acompanhamento da Região Administrativa Especial de Oecusse Ambeno, numa apresentação aberta à imprensa.

O encontro contou com a presença do primeiro-ministro de Timor-Leste, Rui Maria de Araújo, do responsável da ZEESM, Mari Alkatiri, e de vários ministros timorenses, incluindo o do Planeamento e Investimento Estratégico, Xanana Gusmão.

Os responsáveis da Wika explicaram que o custo inicial orçamentado não era real, já que seriam necessárias obras adicionais que empurrariam o valor do projeto para entre 140 e 160 milhões de dólares.

Isso sem garantir que o aeroporto cumpria as exigências necessárias, podendo transformar-se num ‘elefante branco’, o que levou à revisão de todo o projeto.

Assim, foram propostos dois novos orçamentos, que variam, dependendo da área que será reclamada ao mar, entre 126 e 171 milhões de dólares.

O valor, em qualquer projeto, pode ser afetado por custos relacionados com o solo, que tem de ser reforçado. No pior cenário, o aeroporto poderá custar quase 200 milhões de dólares, com o valor mínimo a rondar os 171 milhões.

Desenhado durante o anterior Governo e entregue à ZEESM, o projeto estava inacabado, sem informação suficiente essencial para a execução da obra – incluindo os estudos de densidade do solo – e com apenas parte dos requisitos em termos de infraestruturas e outros componentes.

A avançar tal como estava desenhado, explicaram à Lusa elementos da equipe da ISQ, o projeto poderia nunca ser acabado, veria o seu custo real necessariamente inflacionado por custos adicionais e continuaria a ter limitações.

O projeto anterior implicava, por exemplo, que o aeroporto só poderia ser utilizado durante o dia e nunca com mau tempo, e veria, quase obrigatoriamente, a necessidade de alocações orçamentais adicionais.

Uma situação idêntica à que se vive na construção do aeroporto de Suai, que já teve cinco orçamentos adicionais e ainda não está concluído.

Por isso, e como detalharam responsáveis da Wika, foi necessário rever o desenho para incluir os elementos que faltavam, calcular a elevação, concluir a topografia, analisar os solos e otimizar a engenharia.

É necessário um aterro médio de 1,9 metros de altura – ou cerca de 513 mil metros cúbicos – e reclamar ao mar uma área de mais de 21 mil metros quadrados.

A equipe da Wika, com o apoio dos consultores da ISQ, antecipa que a obra só estará concluída em 2018, o que permite dividir o custo ao longo dos próximos três anos, sendo que a pista e o terminal estarão em condições de funcionar a partir de 2017.

O novo aeroporto, de categoria C, permitirá movimentos de aviões com entre 150 e 180 passageiros, da dimensão dos Airbus A320-200 e Boeing 737-800, com uma pista de 2,5 quilômetros de comprimento. O aeroporto terá capacidade para um movimento de 250 mil passageiros por ano (700 em hora de ponta).

Oecusse terá assim possibilidade de ter voos diretos para destinos num raio de 4.000 quilômetros (ou voos de cerca de cinco horas de duração), permitindo ligações com Jakarta, Surabaya, Singapura, Banguecoque e várias cidades australianas, por exemplo.

Oecusse é um dos 13 distritos administrativos de Timor-Leste, localizado na costa norte da metade ocidental da ilha de Timor, constituindo um enclave de Timor-Leste, já que está separado do resto do país pela província indonésia de Timor Oeste. In “Mundo Lusíada” - Brasil

sábado, 7 de novembro de 2015

Angola – Comboio liga novo aeroporto a Luanda

O futuro aeroporto internacional de Luanda ficará ligado ao centro da cidade por um segundo ramal ferroviário, cuja construção terá início em 2016, anunciou o ministro angolano dos Transportes.

Este segundo ramal, com seis estações multifuncionais e quatro passagens aéreas para peões, deverá entrar em funcionamento no primeiro trimestre de 2017, anunciou ainda Augusto Tomás, na cerimónia de lançamento do livro dos 127 anos do Caminho-de-Ferro de Luanda.

Citado pelo “Jornal de Angola”, o ministro informou também que serão adquiridas novas locomotivas fabricadas nos EUA, Europa e China.

O projecto de modernização do CFL, segundo Augusto Tomás, prevê a construção de oficinas e de um centro de formação para os quadros da empresa, indo permitir o aparecimento de uma rede ferroviária integrada entre o centro e o norte da capital.

O novo aeroporto internacional de Luanda deverá entrar em funcionamento no primeiro semestre de 2017.

A infra-estrutura está a ser construída pela China International Fund Limited no município de Icolo e Bengo, a 30 quilómetros da capital. Custará 3,8 mil milhões de dólares e terá capacidade para movimentar 15 milhões de passageiros por ano. In “Transportes & Negócios” - Portugal

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

São Tomé e Príncipe – Inaugurada nova pista do aeroporto da ilha do Príncipe

São Tomé - O presidente de São Tomé e Príncipe, Manuel Pinto da Costa inaugurou na passada segunda-feira, 26 de Outubro de 2015, a nova pista do aeroporto da ilha do Príncipe, empreendimento habilitado para aterragem e descolagem de aviões de médio porte.

Na sua intervenção o Chefe de Estado são-tomense considera que a nova infra-estrutura abre excelentes perspectivas para incrementação de um turismo ambiental e responsável na ilha da biosfera da Unesco, e que custou ao investidor financeiro sul-africano Mark Shuttworth mais de 16 milhões de Euros.

As obras que tiveram início há sensivelmente dois anos ao cargo da portuguesa Mota Engil, comportam ainda a iluminação da pista de aterragem, a modernização de aerogare bem como a melhoria da torre de controlo e serviços de meteorologia aeronáutica da ilha localizada a 150 quilómetros de São Tomé.


A nova infra-estrutura tem cerca de 1800 metros de comprimento, tamanho compatível para voos de principais aviões que têm escalado o aeroporto da ilha de São Tomé, dos quais se destacam voos da TAAG, TAP e STP/Airwais com aviões air-bus 310 e 320.

O presidente do governo regional sublinhou que, em conexão com o projecto da nova pista aeroportuária, o grupo HBD do milionário sul-africano Mark Shuttwordth iniciou há duas semanas, a construção de um hotel turístico-ecológico de cinco estrelas na Praia de Sundy, na ilha do Príncipe num investimento de cerca de 12 milhões de dólares.

 Além de investimento no único aeroporto da ilha do Príncipe construído pelo então governo colonial português em 1968, o grupo sul-africano de Shuttwordth tem financiado vários projectos agrícolas bem como formação de quadros. In “Agência Noticiosa de São Tomé e Príncipe – São Tomé e Príncipe

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Moçambique – Modernização do aeroporto internacional de Maputo

Depois de modernizadas, as pistas do aeroporto internacional de Maputo, ficarão capazes de receber a aterragem do Airbus A380, o maior avião de passageiros do mundo, afirmou o ministro dos Transportes e Comunicações moçambicano.

Carlos Mesquita visitou o aeroporto a fim de se inteirar do andamento das obras, adjudicadas em Fevereiro passado à empresa francesa Razel-Bec, e que envolvem a modernização das pistas, caminhos de circulação, plataforma de estacionamento e sinalização luminosa.

O custo das obras está estimado em 65 milhões de dólares.

A deslocação do ministro moçambicano ao aeroporto ficou marcada pela cerimónia de baptismo do novo Embraer 145 da Moçambique Expresso (Mex), subsidiária da LAM (Linhas Aéreas de Moçambique).

O Embraer 145 foi adquirido em regime de locação financeira, à semelhança do ocorrido com os outros dois aparelhos do mesmo fabricante que já integram a frota a Mex, ascendendo o custo dos três aparelhos a 18 milhões de dólares.

A LAM detém 100% do capital da Moçambique Expresso, que já conta 20 anos de actividade ininterrupta (assinalados no passado dia 1) a operar nas rotas domésticas. In “Transportes & Negócios” - Portugal

quinta-feira, 5 de março de 2015

Angola – Novo aeroporto de Luanda com ligação ferroviária à capital

O novo aeroporto internacional de Luanda começa a funcionar em Março de 2017 e contará com uma ligação ferroviária própria, foi quarta-feira anunciado, durante a visita do Presidente angolano ao local.

A construção do aeroporto, no município de Ícolo e Bengo, a 30 quilómetros do centro da cidade de Luanda, está a cargo da empresa China International Fund Limited (CIF), com um custo estimado em 3,8 mil milhões de dólares.

Duas das pistas já estão praticamente concluídas, assim como a torre de controlo do aeroporto, estando a decorrer a construção dos terminais, que de acordo com o governo angolano deverão receber 15 milhões de passageiros por ano.

Informação divulgada pelo Ministério dos Transportes durante a visita às obras do Presidente José Eduardo dos Santos, indica que além de um novo acesso rodoviário, o aeroporto contará com uma ligação ferroviária directa – pela empresa de Caminhos de Ferro de Luanda – e seis estações, a última das quais já no terminal aéreo.

A construção do novo aeroporto de Luanda iniciou-se em 2004 e a sua conclusão está prevista para Março de 2017, sendo o projecto financiado pelas linhas de crédito abertas pela China para permitir a reconstrução de Angola, após três décadas de guerra civil.

O novo aeroporto internacional está implantado numa área de 1324 hectares e terá duas pistas duplas com capacidade de aterragem do maior avião comercial do mundo, o Airbus A380.

A pista norte do aeroporto terá 4200 metros de comprimento, enquanto a sul, 3800 metros de comprimento, cada uma delas com 60 metros de largura. In “Macauhub” - Angola

sábado, 4 de janeiro de 2014

Ilha do Príncipe

Numa altura em que as obras de ampliação da pista do aeroporto da ilha do Príncipe estão em fase avançada apesar de alguns percalços, o Presidente do Governo Regional, José Cassandra anunciou para este ano, a abertura do concurso público para a construção do primeiro porto da ilha do Príncipe.

José Cassandra numa entrevista dada ao jornalista Teobaldo Cabral, colaborador do Téla Nón na cidade de Santo António do Príncipe, avançou dois projectos estruturantes para a ilha.

As obras de ampliação da pista do aeroporto regional, avançaram mas conheceram alguns percalços. Segundo José Cassandra, para além das chuvas torrenciais que irrigaram a ilha do Príncipe, e que comprometeram o andamento das obras, surgiu o inesperado. «Um outro elemento é uma gruta que apareceu na cabeça norte da pista, que está 5 metros abaixo do piso. Pode comprometer o projecto», afirmou José Cassandra.

Uma equipa de peritos deverá chegar a ilha do Príncipe, nos próximos dias para analisar a situação. «Se não se encontrar uma alternativa para eliminação desta gruta a ideia será a redução da pista em menos 100 metros em relação ao que está projectado.  Nós não queremos essa solução. Queremos até subir a pista em mais 100 metros do que está projectado», defendeu o Presidente do Governo Regional do Príncipe.

As obras em curso visam estender a pista do aeroporto regional até 1850 metros, igual ao comprimento da pista do aeroporto internacional de São Tomé.

Um projecto que está a ser executado pela empresa HBD – Boa Vida, com a qual foi assinado um acordo de investimento no valor superior a 70 milhões de euros, para desenvolvimento do turismo ecológico na ilha. «Queremos um aeroporto que possa ser alternativo ao aeroporto de São Tomé. Queremos um aeroporto internacional», precisou José Cassandra..

A determinação das autoridades da ilha do Príncipe, em ter pela primeira vez um aeroporto com capacidade de receber aviões de médio porte, se enquadra na política de desencravar a ilha, tornando-a numa placa de prestação de serviços no centro do Golfo da Guiné. A Ilha do Príncipe está localizada mais próxima do continente africano do que a ilha de São Tomé.

Para completar o projecto de acessibilidade e de desencravamento da ilha, José Cassandra anunciou ara este ano o lançamento do concurso público, para construção do primeiro porto acostável da história da ilha do Príncipe. Até agora a ilha recebe mercadorias através de um pontão, construído na era colonial. «O projecto do porto está concluído, está avaliado em 6 a 8 milhões de euros», frisou.

Segundo o Presidente do Governo Regional, o futuro porto de Santo António terá capacidade para receber embarcações de médio porte. Não será um porto em +aguas profundas, acrescentou, para depois anunciar que a ilha «vai ficar com um porto de referência aqui na região do Golfo da Guiné».

O dirigente máximo da Região Autónoma do Príncipe, indicou as vantagens da infraestrutura que vai transformar a ilha numa placa de prestação de serviços no golfo da guiné. «Estamos próximos do continente, passam milhares de barcos aqui a cruzar o norte e o sul e não entram porque não temos um porto. Com um porto aqui, teríamos oportunidade de fornecer víveres, combustíveis, enfim vários serviços poderíamos fornecer com vantagens para a ilha do Príncipe», concluiu.

Príncipe avança com dois projectos estruturantes. Abel Veiga – São Tomé e Príncipe in “Téla Nón”