Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)
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sábado, 19 de janeiro de 2019

Macau - MUST acolhe fórum de medicina sino-luso focado na educação médica

Na mesma semana em que foi revelada a criação da primeira licenciatura de Medicina em Macau, na Universidade de Ciência e Tecnologia de Macau (MUST), a instituição anunciou a 47ª edição do Fórum Médico Internacional Sino-Luso. O tema deste ano será, coincidentemente, educação médica



O desenvolvimento da educação médica estará em destaque na próxima edição do Fórum Médico Internacional Sino-Luso, a realizar-se no próximo fim-de-semana na Universidade de Ciência e Tecnologia de Macau (MUST). O evento foi divulgado na mesma semana em que foi oficializada a criação da primeira licenciatura de Medicina em Macau, a ser lançada ainda este ano pela MUST. O programa estende-se por três dias, contando com uma visita aos hospitais de Macau, um workshop para médicos e um simpósio aberto ao público em geral. Ao Ponto Final, Billy Chan, vice-presidente do fórum, disse já estarem confirmadas 150 pessoas, entre as quais se contam clínicos e académicos vindos da Austrália, Filipinas, China e Hong Kong.

Será no domingo, dia 27, que o Hotel Landmark vai acolher o simpósio, dividido em duas sessões. Na primeira, Niv Patel, da Universidade de Hong Kong, irá falar sobre educação médica baseada em competências; Gilberto Leung, vice-presidente da Academia de Medicina de Hong Kong, vai abordar o tema do papel da academia na educação médica de pós-graduação, e Ming Kuang, vice-presidente do hospital da Universidade de Sun Yat-Sen, irá debruçar-se sobre a educação de cirurgia básica. A segunda sessão será dedicada a currículos inovadores, cujo orador será Erwin Hontiveros, vice-director da Faculdade de Medicina de Davao, enquanto Fides Ababon, docente da Faculdade de Medicina de Davao, irá discorrer sobre exames médicos sem recurso a papel.

Para este simpósio, disse Billy Chan, já se inscreveram cerca de 150 pessoas, um número que o também director do Centro de Excelência da Faculdade de Ciência de Saúde da MUST atribui à recente notícia da criação da licenciatura em Medicina e Cirurgia. “Desta vez recebemos um esmagador número de pedidos de pessoas que querem participar neste simpósio. Já temos cerca de 150 pessoas entre público geral, médicos, enfermeiros, pessoas interessadas em educação médica, mas principalmente são profissionais de saúde”, disse o académico.

O Fórum Médico Internacional Sino-Luso tem vindo a ser realizado há já oito anos, referiu Billy Chan, sempre com um tema diferente. “Às vezes é sobre cardiologia, outras vezes sobre medicina de emergência. Desta vez, por acaso o tema é educação médica e coincide com o anúncio da Faculdade de Medicina”, afirmou o professor, referindo-se à faculdade que será criada na MUST, a partir da já existente Faculdade de Ciência de Saúde, para acolher o curso de Medicina.

O evento arranca na sexta-feira, com uma visita aos principais hospitais de Macau. No dia seguinte será realizado um workshop sobre controlo das vias respiratórias, apenas destinado a médicos e que já atingiu o limite de inscrições. Catarina Vila Nova – Macau in “Ponto Final”

catarinavilanova.pontofinal@gmail.com

segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

Cabo Verde - Fundação Donana participa no fórum da sociedade civil da CPLP

Cidade da Praia – A Fundação Donana vai estar presente no fórum da sociedade civil da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) que acontece nos dias 10 e 11 de Dezembro em Lisboa (Portugal).

A informação foi avançada à Inforpress pela presidente da instituição, Ana Hopffer Almada, tendo adiantando que o encontro vai servir para as instituições se conhecerem umas às outras, inteirarem-se dos projectos desenvolvidos em cada país, partilhar a experiência, know-how e, eventualmente, estabelecer relações de cooperação.

Segundo explicou a presidente da Fundação Donana, o fórum vai reunir todas as organizações da sociedade civil filiadas na comunidade para discutirem também questões ligadas às respectivas organizações no sentido de definirem estratégias que lhes permita dar respostas aos objectivos, projectos e demandas das organizações.

“Este fórum tem essa grande valência de pôr-nos em contacto um com os outros para nos conhecermos partilharmos as nossas experiências sendo que isso potencie o nosso trabalho desenvolvido nas diversas áreas”, reconheceu.

Para Ana Hopffer Almada, a sociedade civil tem um papel “muito importante”, mas é preciso que estejam consciente deste papel e que a desempenhem “com responsabilidade, sentido de solidariedade e humanidade”.

O evento, que conta com a participação de organizações de diversos sectores como da infância e juventude, igualdade de direitos da mulher, trabalho, educação, meio ambiente, agricultura e segurança alimentar, entre outros, pretende ser um espaço de “integração efectiva” das iniciativas existentes e das organizações da sociedade civil da CPLP.

As temáticas abordadas estão relacionadas com os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), sendo o “enfoque maior” nas questões dos direitos humanos, no acesso à água, saneamento, e à saúde, “ODS 3 – Assegurar uma vida saudável e promover o bem-estar para todos, em todas as idades” e ainda a abordagem ao “ODS 5 -Igualdade de género e empoderamento das mulheres e raparigas”. In “Inforpress” – Cabo Verde

sábado, 1 de setembro de 2018

China - Fórum de Cooperação China-África

Dezoito anos depois da primeira conferência, o Fórum de Cooperação China-África procura um novo impulso sob o signo da Iniciativa Faixa e Rota. Países africanos lusófonos levam planos ambiciosos para Pequim



As ruas de Pequim estão vestidas a rigor, com cartazes e banners alusivos à Cimeira China-África que tem lugar no início da próxima semana, nos dias 3 e 4 de Setembro. Sob o lema “China e África: rumo a uma comunidade ainda mais forte e com um futuro partilhado através da cooperação geradora de benefícios mútuos”, a cimeira deverá centra-se no desenvolvimento de infraestruturas, processo de industrialização e modernização agrícola no continente africano, tendo como pano de fundo a Iniciativa Faixa e Rota. Além do discurso do presidente Xi Jinping, os olhos do mundo estarão também centrados nas palavras do Secretário-Geral das Nações Unidas António Guterres. Pequim tem promovido o papel da Iniciativa Faixa e Rota na implementação dos objectivos da União Africana de transformação socioecónomica do continente (Agenda 2063) e na Agenda 2030 da ONU para o Desenvolvimento Sustentável.

A Pequim começaram a chegar os chefes de estado e de governo dos 53 países africanos que fazem parte do Fórum de Cooperação China-África (FOCAC), criado em 2000. Na fotografia de família faltará apenas a Swazilândia, o único estado africano que mantém relações diplomáticas com Taiwan. Para alguns estados – os que abandonaram os laços com Taipé nos últimos três anos – esta vai ser a primeira vez que se sentam à mesa de uma cimeira do FOCAC. É o caso de São Tomé e Príncipe. O primeiro-ministro santomense Patrice Trovoada afirmou aos jornalistas esta semana que, à margem da cimeira, irão ser assinados acordos com a China, sendo que o país lusófono insular procura mobilização para apoios financeiros a projetos.

A agenda dos PALOP em Pequim

A Guiné-Bissau também olha com otimismo para o encontro de Pequim. O presidente guineense José Mário Vaz afirmou que iria apresentar planos para projetos relacionados com agricultura, turismo, pescas, infraestruturas e setor mineiro, manifestando convicção que serão “motores para o crescimento económico da Guiné-Bissau”, e que por esse motivo irão beneficiar do apoio financeiro do governo chinês, disse antes de embarcar para Pequim.

Cabo Verde leva para a capital chinesa na agenda planos para “melhor aprofundar novos modelos de cooperação futura” com a China, como salientou há dias o vice-primeiro-ministro e ministro das Finanças Olavo Correia. Espera-se uma atenção especial da China ao projeto de criação da Zona Económica Especial Marítima em São Vicente.

Moçambique também aposta forte na reunião da próxima semana. Segundo a agência Macauhub, vai ser organizado em Pequim um Fórum de negócios entre empresários chineses e Moçambicanos, a ser inaugurado no domingo, dia 2 de setembro, pelo presidente Filipe Nyusi.

A atenção especial a Angola

Angola é claramente grande parceiro da China entre os PALOP, ocupando o segundo lugar ao nível das trocas comerciais com todo o continente. As autoridades chinesas promoveram a cimeira China-África em Luanda na semana passada, através de uma conferência de imprensa em que o embaixador da China em Luanda, Cui Aimin, sublinhou que Angola é um elemento fundamental no encontro de Pequim.

Uma das preocupações nas relacões bilaterais diz respeito à dívida de Angola à China. Cui garantiu que esta é controlável, rondando os eixos normais, sem no entanto revelar o valor em causa. As declarações do diplomata chinês surgiram numa altura em que foram anunciados novos projetos conjuntos como a parceria na área da indústria militar com vista ao reequipamento e requalificação das infraestruturas das Forças Armadas Angolanas (FAA). J Carlos Matias – Macau in “Plataforma”

sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

MSP-CONSAN - Reunião de Alto Nível sobre Agricultura Familiar (RANAF)

Participe neste compromisso coletivo pelo desenvolvimento da Agricultura Familiar nos Estados-Membros da CPLP



De 5 a 7 de fevereiro de 2018 terá lugar em Lisboa uma iniciativa que irá juntar diversas entidades representantes do setor agroalimentar para a celebração da Carta de Lisboa pela Valorização da Agricultura Familiar nos Estados-Membros da CPLP.

É importante reconhecer o contributo da agricultura familiar e das comunidades rurais como produtoras de alimentos saudáveis, promotoras de expressões culturais, sociais e de bens públicos que devem ser protegidos e promovidos mediante políticas públicas específicas, diferenciadas e apropriadas.

Este evento acompanha assim um movimento de escala mundial de valorização da agricultura familiar, com o objectivo de estabelecer os princípios orientadores para o seu apoio, promoção e implementação nos Estados-Membros da CPLP, em sintonia com os vários acordos já alcançados, a nível global, no seio do Comité Mundial de Segurança Alimentar. Nesta Reunião de Alto Nível da CPLP sobre Agricultura Familiar, governos, organizações internacionais e atores sociais, que desempenham um papel fundamental na implementação das dinâmicas inerentes à concretização de uma agricultura familiar sustentável, tais como, os Ministros responsáveis pela área da Segurança Alimentar e Nutricional dos Estados-Membros da CPLP, acompanhados pelo Diretor-Geral da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO), pelo Presidente do Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA) e por representantes de 17 milhões de agricultores familiares, de 500 organizações da Sociedade Civil, de dezenas de representantes dos setores agrícola, agroindustrial e das universidades ou instituições de investigação agrícola da CPLP.

O Mecanismo do Setor Privado do Conselho de Segurança Alimentar e Nutricional (MSP-CONSAN) convida-o a integrar este fórum de discussão, assumindo uma participação ativa na elaboração de propostas para os quadros institucionais que regulam as políticas de apoio à agricultura familiar e às comunidades rurais, de forma a promover o seu fortalecimento económico e a sua capacidade para tornar mais sustentáveis os sistemas de produção, comercialização e consumo de alimentos. A iniciativa terá lugar já nos dias 5, 6 e 7 de fevereiro, na Fundação da Calouste Gulbenkian.

O Programa completo pode ser consultado e descarregado aqui.

Faça a sua reserva e garanta a sua importante contribuição para este compromisso coletivo pelo desenvolvimento sustentável da Agricultura Familiar nos Estados-Membros da CPLP. (Reserva) MSP-CONSAN-CPLP

terça-feira, 6 de junho de 2017

China – Sucesso do 8º Fórum Internacional sobre o Investimento Construção de Infraestruturas

A edição deste ano do Fórum Internacional sobre o Investimento e Construção de Infra-estruturas resultou em 24 contratos de negócios, avaliados em quase 13 mil milhões de dólares americanos, o montante mais elevado na história do evento



O 8º Fórum Internacional sobre o Investimento Construção de Infraestruturas (IIICF, na sigla inglesa) registou um volume recorde de negócios, através de 24 contratos entre a China e diversos países e regiões envolvendo um valor total de 12,8 mil milhões de dólares norte-americanos. Segundo Fang Qiuchen, presidente da Associação dos Construtores Civis Internacionais da China, o valor em causa foi “o mais alto” de sempre neste Fórum.

O mesmo responsável destacou “três projectos essenciais” entre a lista. “O primeiro projecto é uma estrada no Gana, o segundo é na Baía do Mondego, na Jamaica, com uma estrada que circunda toda a ilha. O terceiro que gostaria de frisar é um projecto muito grande em Angola, com um parque turístico em Cabo Ledo. É um pacote muito alargado que incluiu as infra-estruturas, um parque industrial e todos os aspectos de recreação e hotéis”, adiantou.

Durante os dois dias do evento, que decorreu no Venetian, realizaram-se 14 fóruns temáticos e paralelos e foram organizadas 220 reuniões de negócios, para além da assinatura dos 24 protocolos, incluindo contratos de negócios, acordos-quadro e memorandos de entendimento. “Sete foram assinados com os países de língua portuguesa: cinco com Angola, um com Moçambique e o outro com o Brasil. Todos eles estão relacionados com parques industriais com instalações de agricultura, desenvolvimento de pontes e também reformulação de centros históricos de várias cidades”, explicou Jackson Chang, presidente do Instituto de Promoção do Comércio e do Investimento de Macau (IPIM), na conferência de imprensa no final do evento.

Em jeito de balanço, o presidente do IPIM salientou “três aspectos” da edição deste ano do fórum, com a construção de uma plataforma “para comunicação e cooperação entre os operadores do sector de construção de infraestruturas”, a promoção da participação de Macau na construção da iniciativa “Uma Faixa, uma Rota”, que representa uma “plataforma para a diversificação da economia” do território. O fórum contribuiu também para “destacar ainda mais a função de Macau como plataforma de serviços para a cooperação comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa”, considerou.

Por sua vez, o presidente da Associação dos Construtores Civis Internacionais da China defendeu que o certame concretizou “quatro avanços”, incluindo a “característica profissional”, com progressos na escala e no nível da organização, com “crescente aumento da sua influência internacional”. Além disso, verificaram-se “melhorias tanto na liderança do desenvolvimento do sector inerente como em termos de promoção da cooperação empresarial”.

Fang Qiuche apontou realçou ainda o “papel de liderança industrial” do Fórum, bem como a apresentação de novas vias para promover a “participação activa” de Macau na iniciativa “Uma Faixa, uma Rota”, “elevando a qualidade da plataforma de serviços para a cooperação comercial entre a China e os países de língua portuguesa”.

Esta edição do fórum atraiu mais de 1700 participantes provenientes de 63 países e regiões, incluindo 57 governantes a nível ministerial, revelam dados da organização. Entre os participantes estiverem ainda operadores da cadeia industrial relacionada com a cooperação internacional em infra-estruturas, incluindo quadros superiores e representantes de 65 empresas de construção civil e de 73 empresas.

A 9ª edição do Fórum Internacional sobre o Investimento Construção de Infraestruturas irá decorrer em Macau a 7 e 8 de Junho de 2018. Pedro Santos – Macau in “Jornal Tribuna de Macau”

domingo, 28 de maio de 2017

Macau - Fórum Internacional sobre o Investimento e Construção de Infraestruturas

Oito países lusófonos no Fórum sobre Investimento



O “sucesso” do fórum internacional “marcou o início de uma nova fase para a iniciativa, no que se refere à sua plena implementação”, afirmou, em conferência de imprensa, o presidente do Instituto de Promoção do Comércio e do Investimento de Macau (IPIM), entidade organizadora. Jackson Chang destacou que o Fórum Internacional sobre o Investimento e Construção de Infraestruturas (IIICF, sigla em inglês) “terá um significado mais prático”.

O fórum contará com 55 quadros de nível ministerial de 43 países e regiões, incluindo 12 de Estados abrangidos pela iniciativa “Uma Faixa, Uma Rota”, e oito dos países lusófonos, indicou a organização.

No fórum, que visa “proporcionar uma plataforma diversificada e inovadora de cooperação”, Portugal vai fazer-se representar pelos secretários de Estado da Indústria e da Internacionalização, João Vasconcelos e Jorge Oliveira, respectivamente. Jorge Oliveira será um dos oradores de um seminário sobre a capacidade industrial e a cooperação financeira entre a China e os países de língua portuguesa, ao lado designadamente do ministro da Energia e Indústria da Guiné-Bissau, Florentino Mendes Pereira, e do chefe da divisão de investimentos do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Brasil, Carlos Ribeiro Santana.

Na parte da área financeira, participam ainda a secretária de Estado do Tesouro da Guiné-Bissau, Felicidade Abelha, o director do Património do Estado de São Tomé e Príncipe, António Aguiar, e o subdirector do Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação e Relações Internacionais de Portugal, Luís Saramago.

O destaque vai a iniciativa “Uma Faixa, Uma Rota” – versão simplificada de “Faixa Económica da Rota da Seda e da Rota Marítima da Seda para o Século XXI” – sobretudo devido ao recente impulso do projecto de investimento em infra-estruturas liderado pela China. Este mês, durante o fórum internacional sobre as novas rotas da seda – que juntou líderes de três dezenas de países, em Pequim -, o Presidente da China, Xi Jinping, anunciou milhares de milhões de dólares para projectos que integrem o projecto, que o líder chinês apresentou, em 2013, durante uma visita à Ásia Central.

A vice-presidente da Associação dos Construtores Civis Internacionais da China, que também organiza o evento, anunciou que um dos principais destaques desta edição do fórum vai ser o lançamento do “Índice de Desenvolvimento de Infraestruturas na Estratégia ‘Uma Faixa, Uma Rota” e de um relatório.

Esse relatório, baseado “principalmente em estudos aprofundados e avaliação sistemática” da “actual situação, tendências de desenvolvimento, oportunidades e riscos”, vai incluir “análises e interpretações” relativas ao “desenvolvimento de infra-estruturas nos oito países de língua portuguesa”, afirmou Yu Xiaohong, em conferência de imprensa.

O fórum espera a participação de “mais de 1400 quadros superiores de governos e elites do mundo empresarial e da área académica provenientes de mais de 60 países e regiões”. In “Jornal Tribuna de Macau” – Macau com “Lusa”

quarta-feira, 10 de maio de 2017

Lusofonia - 25º Fórum da Associação Internacional de Comunicações de Expressão Portuguesa

A Assembleia-Geral Anual 2017 da AICEP realizar-se-á no próximo dia 11 de maio, pelas 09:30 horas, no Hotel Windsor Plaza Brasília, em Brasília (Brasil).


Igualmente, nos próximos dias 11 e 12 de maio, conforme respetivo programa que pode consultar abaixo, realizar-se-á também, no Hotel Windsor Plaza Brasília, em Brasília (Brasil), o XXV Fórum AICEP das Comunicações Lusófonas 2017, este ano sob o tema "O digital: dimensões, benefícios, oportunidades e riscos".

Este evento vai reunir Presidentes, CEO’s, Administradores, Altos Diretores e outros Dirigentes das empresas operadoras de Comunicações (Correios e Encomendas, Telecomunicações e Conteúdos de Televisão) e dos Órgãos Reguladores do Sector Membros da AICEP, dos 9 Países e Territórios de Língua Oficial Portuguesa (Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Macau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste) que constituem o universo desta importante Associação Internacional.

O mundo está a mudar a um ritmo acelerado. Todos os dias surgem novas tecnologias que mudam a forma como comunicamos, como fazemos negócios ou interagimos com o que nos rodeia. Vivemos num mundo muito mais interligado e, atualmente, computadores, smartphones, tablets, redes sociais, ligações wireless, mobilidade, navegação na nuvem e mensagens instantâneas são parte intrínseca das nossas rotinas diárias e, nos próximos anos, o número de “coisas” ligadas à internet e entre si vai crescer exponencialmente. Já está, de resto, a crescer.

As gerações mais jovens cresceram sob a influência do digital e estão intimamente familiarizadas com a tecnologia, o que vai conduzir o mundo para uma nova era digital que abre possibilidades sem precedentes para as pessoas e para as organizações. Existem vários benefícios significativos na adoção do digital, o que representa atualmente um maior leque de oportunidades para todos os que procuram a transformação digital. Por outro lado, para os que não adotarem o digital, o futuro será incerto e estarão expostos a grandes riscos de negócio.

Neste contexto, é muito importante compreender porque é que as empresas se devem manter na era digital (aquelas que já estão) e devem entrar na era digital (aquelas que ainda não o fizeram) e quais são as suas dimensões, os seus benefícios, as suas oportunidades, mas também os seus riscos, em suma, os pontos fortes e fracos relevantes que têm que ser abordados rapidamente de modo a evitar colocar em perigo o seu futuro no mundo digital e, pelo contrário, que permitam prosperar num futuro digital.

A transformação digital é um processo complexo que cria algumas incertezas que é indispensável combater; é preciso haver disponibilidade para correr riscos; aprender-se com os erros e tomar medidas reiteradas de forma a implementar-se uma nova cultura, novos processos e novas e melhores tecnologias que permitam às empresas competir nos mercados modernos em que atuam. A falta de ação hoje terá um impacto significativo no futuro. Assim, é imperioso agir e coordenar esforços entre as organizações para garantir que aderem ao digital e que estão preparadas para os muito competitivos e exigentes anos futuros, em que, numa nova realidade, a forma como interagimos socialmente e como nos comportamos é diferente, pois, o digital, de certo modo, não é uma continuação ou desenvolvimento “do como se tem feito”, mas uma nova forma de fazer.

E tudo isto afeta também naturalmente as atividades dos operadores de correios e encomendas, de telecomunicações, de comunicações eletrónicas e de conteúdos e dos respetivos Reguladores sectoriais em todo o mundo e, portanto, também no Mundo Lusófono.

Quais são, por isso, as tendências que se desenham para o futuro; como vai o digital continuar a modificar as vidas das organizações e das pessoas; quais as principais recomendações para as organizações e qual a melhor forma de enfrentar os desafios, as oportunidades e os riscos, são temas de grande importância e atualidade para reflexão e análise no âmbito dos 3 painéis temáticos – (i) “Os correios e encomendas na era digital: desafios e oportunidades de transformação. Novos serviços e otimização da rede postal”; (ii) Desafios e oportunidades da transformação digital nos setores de telecomunicações, conteúdos e media; (iii) “Estado e Tendências das Comunicações Lusófonas” – que, para além de uma prévia intervenção enquadradora, sobre “O digital: dimensões, benefícios, oportunidades e riscos” – integram este XXV Fórum AICEP das Comunicações Lusófonas.

Com a presença dos líderes dos Operadores e Reguladores membros da Associação Internacional das Comunicações de Expressão Portuguesa (AICEP), de inúmeros outros participantes e convidados, e de entre estes, de membros do Governo da República Federativa do Brasil e de representantes diplomáticos dos diversos Países de Expressão Portuguesa representados nesta Associação, vão ouvir-se vários especialistas e proceder-se a um intenso trabalho de reflexão e debate sobre o mencionado tema que não poderia ser mais oportuno para o setor das comunicações, constituindo o debate que se irá fazer um contributo essencial para analisar o rumo que deve ser seguido para acompanhar a revolução digital que estamos a assistir e a viver.

Este contributo para a Sociedade das Comunicações e do Digital é uma missão em que a Associação Internacional das Comunicações de Expressão Portuguesa se revê e em que se empenha permanentemente, fazendo da mesma, cada vez mais, agora e no futuro, a parceira natural das Comunicações do Mundo da Lusofonia. In “Associação Internacional de Comunicações de Expressão Portuguesa”

Moçambique – Presente no 25º Fórum da Associação Internacional de Comunicações de Expressão Portuguesa

A TDM- Telecomunicações de Moçambique, SA participa de 10 a 14 de Maio corrente, através do seu presidente do Conselho de Administração, Virgílio Ferrão, no 25º Fórum da Associação Internacional de Comunicações de Expressão Portuguesa.

O Fórum vai debater o Desenvolvimento Digital, Correios e Encomendas, bem como o Estado e Tendências das Comunicações.

Participam no encontro, a ter lugar em Brasília, para além do país anfitrião, Angola, Cabo-Verde, Guiné Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste.

São membros da AICEP, por parte de Moçambique para além da TDM, Correios de Moçambique, mCel, Vodacom, INCM, Soico e TV Cabo. In “Olá Moçambique” - Moçambique

sexta-feira, 14 de abril de 2017

Moçambique – Fórum Nacional dos Magistrados e a violência doméstica

A Associação Moçambicana de Juízes - (AMJ) procedeu ao lançamento, esta quarta-feira, 12 de Abri de 2017, em Maputo, do Fórum Nacional dos Magistrados que actuam em casos de violência doméstica.

A AMJ pretende, com este fórum, criar uma plataforma permanente de debate e interacção dos magistrados com a sociedade civil, bem como com outros actores públicos sobre a problemática da violência doméstica.

Com este fórum, os juízes querem ainda partilhar experiências para a uniformização de procedimentos em matéria de prevenção e combate à violência doméstica, para além do aperfeiçoamento dos magistrados, oficiais de justiça e equipas multidisciplinares que actuam no combate a esta prática, na protecção e apoio às vítimas.

Conforme contextualizou o presidente da AMJ, Carlos Mondlane, que falava no evento, foi com o propósito de não se distanciar desta problemática que o organismo que dirige decidiu criar o Fórum Nacional de Magistrados que actuam em casos de violência doméstica.

“A AMJ criou uma equipa que vai trabalhar no seguimento dos casos de violência doméstica, indicando formas de agir e práticas que sejam comuns a serem usadas por todos os magistrados”, referiu.

Carlos Mondlane falou também do papel dos membros da sociedade civil neste fórum, indicando que “servirão de olheiros do fórum para aquilo que são os problemas locais identificados, os mesmos que serão devidamente encaminhados e a partir daí seguidos pelas próprias magistraturas”.

“Outro objectivo deste fórum é de, em certo modo, padronizar a actuação dos magistrados sobre matérias de violência doméstica um pouco por todo o País”, explicou.

Ainda de acordo com o presidente da AMJ, “há magistrados que têm percepções diferentes no que diz respeito ao fundamento da lei que vai basear as suas actuações, bem como em relação a todo o processualismo ligado à tramitação de crimes de violência doméstica”.

Por isso, acrescentou Carlos Mondlane, “através deste fórum teremos um momento de reflexão, de como os magistrados darão seguimento e a devida monitoria dos casos de violência doméstica”.

A juíza Osvalda Joana, que preside o novo fórum, referiu, por sua vez, que o grande desafio desta entidade recém-criada é de sensibilizar os magistrados judiciais no atendimento das questões relativas à violência doméstica.

“Queremos que os magistrados tenham cada vez mais sensibilidade pela desigualdade do género e pelas questões relativas à violência no seio da família”, disse, acrescentando que, como juízes, “queremos contribuir para uma sociedade livre de violência doméstica”.

De referir que os dados estatísticos a respeito da violência doméstica, em Moçambique, estimam que cerca de 70 por cento das mulheres moçambicanas já viveram situações de violência ao longo da sua vida, decorrente da desigualdade nas relações de poder entre homens e mulheres, assim como da discriminação baseada em relações do género ainda presente tanto na sociedade, no geral, como na família, em particular. In “Olá Moçambique” - Moçambique

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

UE-CPLP - V Fórum da União de Exportadores da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa










O V Fórum da União de Exportadores da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (UE-CPLP) vai decorrer nos próximos dias 16 e 17 de Dezembro de 2016 em Santa Maria da Feira, no Europarque – Centro de Congressos.
O Fórum pretende reunir 2500 participantes e será constituído por cinco grandes eixos: seminários temáticos por país; espaços para reuniões bilaterais de negócio; grande conferência CPLP; espaço mostra de produtos e serviços; grande gala CPLP.
O evento tem como público-alvo entidades oficiais, instituições, associações empresariais, empresários, gestores, líderes de opinião, media e opinião pública. As áreas prioritárias do Fórum passam pela económico-financeira, indústrias extractivas, energias e energias renováveis, transportes, construção civil e obras públicas, tecnologias da comunicação, telecomunicações, agro-alimentar e agro-indústria, saúde, saneamento, educação e formação, turismo e mobiliário, entre outras.
A entrada no Fórum é livre, mas sujeita a inscrição prévia. Pode registar-se aqui.
O Fórum da União de Exportadores pretende apresentar o País “como atractivo para o investimento e parcerias, contribuir para o desenvolvimento sustentável das economias envolventes e estabelecer parcerias empresariais”, diz a organização.
Poderá consultar mais informações e o programa no dossier de apresentação do V Fórum da União de Exportadores da CPLP, disponível aqui.

Para mais informações, contactar a UE-CPLP através dos seguintes contactos:
M. R. Av. Almirante Reis nº113, 9.º Andar – 901, 1150-014 Lisboa – Portugal
T:+351 211 388 006
E: mail@uecplp.org

A UE-CPLP conta já com mais de 400 organizações associadas (empresas, associações, entre outras) de vários países da CPLP, oferecendo-lhes acesso a diversas actividades como conferências, encontros de “networking” e feiras, bem como a uma plataforma electrónica inovadora que aproxima exportadores dos países lusófonos – o Portal “Connect CPLP”.
A Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) detém hoje um Produto Interno Bruto (PIB) agregado superior a 2,5 mil milhões de dólares e mais de um milhão de empresas. Para além do mercado interno de cada país, juntam-se os mercados das diferentes regiões económicas associadas aos países da CPLP, passando dos 260 milhões consumidores para um mercado potencial de cerca de 1,8 mil milhões de consumidores. Carlos Caldeira – Portugal in “Agricultura e Mar Actual”

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Angola – Uma oportunidade para a aceleração da diversificação da economia

O investimento chinês no sector pesqueiro angolano pode melhorar nos próximos tempos com base nas propostas que forem apresentadas no Fórum de Investimento Angola-China, afirmou hoje, em Luanda, a ministra das Pescas, Victoria de Barros Neto


Ao falar à imprensa, após a abertura do Fórum de Investimento Angola- China, a ministra disse que, com a realização do fórum, se pode atrair mais investimento chinês, para desenvolver as infra-estruturas necessárias e melhorar o ambiente de negócio no sector das pescas.

Victoria de Barros Neto que do encontro saiam acordos de parcerias mutuamente vantagiosas para aumento da produção interna no domínio das pescas e da aquicultura e maximizar a geração de emprego e produzir resultados positivos para os empresários dos dois países.

O encontro entre empresários angolanos e chineses, que resulta da cooperação económica bilateral existente entre os dois países, visa criar um ambiente propício para a cooperação económica e combinar factores de estratégias empresariais, visando captar investimentos para os projectos que precisam de financiamento.

Com realização do Fórum de Investimento Angola/China, sob o lema "Uma oportunidade para a aceleração da diversificação da economia", Angola torna-se o primeiro país da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) que está a materializar o espírito das parcerias privadas que o governo chinês propôs ao continente africano, fazendo com que os angolanos e chineses intensifiquem a cooperação em matérias de investimento privado e consolidem a concretização dos projectos existentes.

Trata-se de um dos maiores eventos que a os investidores chineses participam em Angola, numa iniciativa da Unidade Técnica para o Investimento Privado (UTIP) da Casa Civil do Presidente da República de Angola. In “Angop” - Angola

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Moçambique - Sector Privado debate agricultura e pesca

Agricultura e pesca são sectores que estarão em debate no Fórum Internacional, o primeiro do género em Moçambique, a realizar-se nos dias 11 e 12 de Setembro corrente, em Gondola, na província de Manica. O evento é co - organizado pelo Ministério da Agricultura e Segurança Alimentar e CTA


Subordinado ao lema “Moçambique criando riqueza - parcerias e sinergias nos sectores agrário e pesqueiro”, o Fórum Internacional dos Empresários dos Sectores Agrário e Pesqueiro contará com cerca de 200 participantes, entre nacionais e estrangeiros, em representação de diversas áreas empresariais.

Constitui objectivo central do evento, o aprofundamento das parcerias e reforço das sinergias entre os empresários nacionais e estrangeiros, nos sectores agrário e pesqueiro, bem como a valorização dos recursos de que o País dispõe, e será dirigido por Sua Excelência Filipe Jacinto Nyusi, Presidente da República.

Espera-se que o evento consolide e promova novas parcerias entre empresários do sector; e incentive as instituições públicas e privadas a colocarem nas suas agendas de trabalho, o estabelecimento de parcerias e reunir sinergias para o aumento da produção e produtividade.

Durante o fórum, as empresas vão transmitir experiências das parcerias já existentes em Moçambique e serão apresentadas as oportunidades de negócios nas áreas de agricultura e de pesca.

Estão previstas visitas a alguns empreendimentos agrários e pesqueiros já identificados na província de Manica e cada província terá a oportunidade de fazer a divulgação das oportunidades de investimento dos sectores agrário e pesqueiro. In “Confederação das Associações Económicas de Moçambique” - Moçambique

terça-feira, 12 de abril de 2016

Guiné-Bissau – Memorando de entendimento para a construção de infra-estruturas

O Governo da Guiné-Bissau e a empresa China Machinery Engineering Corporation (CMEC) assinaram um memorando de entendimento para a construção de uma série de infra-estruturas no país africano, incluindo um novo aeroporto internacional, de acordo com a agência portuguesa de notícias Lusa.

Citado pela agência noticiosa, o Director-Geral da Promoção do Investimento Privado da Guiné-Bissau, Bruno Januad, adiantou que o acordo abrange também a expansão do actual aeroporto.

De acordo com a Lusa, a CMEC planeia também construir uma linha de transmissão de energia eléctrica na região guineense do Saltinho, bem como um novo porto de pesca em Pikil. O memorando prevê também a construção, pela empresa chinesa, de um porto de águas profundas em Buba, no sul do país, bem como a construção de estradas, pontes e habitação social na capital guineense, Bissau.

A agência de notícias refere que não foram divulgados valores relativos aos projectos abrangidos pelo novo acordo.

A Lusa noticiou ainda a assinatura de um protocolo entre a Câmara de Comércio da Guiné-Bissau e a Câmara de Comércio e Indústria Luso-Chinesa. O acordo visa reforçar a cooperação entre as duas entidades nas áreas da formação de recursos humanos e da introdução de melhorias ao nível do ambiente de negócios, equipamento e novas tecnologias.

A Guiné-Bissau acolheu cerca de 150 representantes oficiais e empresários da China e dos Países de Língua Portuguesa, a propósito do “Encontro Empresarial entre a China e os Países de Língua Portuguesa 2016”. O encontro, que visa discutir questões relacionadas com a cooperação económica e comercial, teve início no sábado e terminou esta segunda-feira, dia 11. In “Fórum Macau” - Macau

Guiné-Bissau - Participantes satisfeitos com assinatura de 11 acordos de parcerias

Bissau – Os participantes do 11º Encontro de Empresários da China e dos países de língua portuguesa (Fórum Macau) congratularam-se com o sucesso do evento realizado este fim de semana, em Bissau.

Num comunicado lido pelo Coordenador do Secretariado Técnico para realização do Fórum Macau no país, Bruno Jauad, os promotores do evento manifestaram-se satisfeitos pelo notável esforço das instituições envolvidas na organização e concretização desta edição e pelo alto nível de participação nela registada.

Ao longo do evento foram assinados 11 protocolos de acordos, nomeadamente o memorando de entendimento entre o governo guineense e a China Machinery

Engeneering Corporation (CMEC), o protocolo de colaboração entre Federação Sino-PLPE e a Câmara de Comércio da Guiné-Bissau, e um outro de cooperação entre a Federação Sino-PLPE e a Associação Nacional dos importadores e Exportadores da Guiné-Bissau, entre outros.

O encontro de Bissau contou com cerca de 280 participantes vindos da China, da região Administrativa Especial de Macau, Portugal e dos países africanos de Língua Oficial Portuguesa, com exceção de São Tomé e Príncipe.

Os participantes concordaram com a proposta da Agencia cabo-verdiana de Investimentos da realização da próxima edição do Fórum Macau 2017, em Cabo Verde.

No acto de encerramento o ministro da Presidência do Conselho de Ministros manifestou a satisfação do governo face aos resultados saídos do Fórum de Bissau e que, segundo disse, vão ao encontro das expectativas do executivo.

“O Governo compromete-se em tudo fazer para a implementação dos objetivos que nortearam a criação do Fórum Macau e dos resultados saídos do encontro de Bissau”, assegurou.
O governante afirmou que o executivo está a contar com todos os seus parceiros presentes no fórum, para a prossecução do grande desígnio nacional que é o desenvolvimento do país.

Por sua vez, o embaixador da República Popular da China no país, Huang Wa elogiou o sucesso do encontro e disse que ficou satisfeito por ter presenciado a assinatura dos protocolos de acordo.

"Isso demonstra a vontade das partes nomeadamente a Guiné-Bissau e a China e outros países da língua portuguesa de promover o desenvolvimento”, afirmou. In “Agência de Notícias da Guiné” – Guiné-Bissau

domingo, 10 de abril de 2016

Moçambique - Comissão de Honra do MOZEFO já traça estratégias para o 2º Grande Fórum


A realização do 1º Grande Fórum MOZEFO (2015) foi um sucesso. O evento que teve lugar no átrio do Campus da Universidade Eduardo Mondlane, em Maputo, e que juntou personalidades de diferentes sectores e cantos do mundo, discutiu, de forma lúcida e ponderada, as questões que mais abalam o país e o continente em que se insere.

Com o mesmo fervor e vontade de voltar a promover um evento que funcione como o reflexo de um mundo moderno, os membros da Comissão de Honra do MOZEFO reuniram-se, quarta-feira, 06 de Abril de 2016, para traçarem estratégias e apresentarem o plano de trabalho da 2ª edição, prevista para o próximo ano. E, à partida, já se sabe que a edição de 2017 terá a particularidade de ser antecedida de conferências na África do Sul e Portugal, dois países com laços históricos e com grande investimento directo em Moçambique, ainda este ano.

A realização das conferências tem em vista projectar a imagem de Moçambique além-fronteiras, bem como potenciar e atrair investimentos em várias áreas para o país, num contexto em que a moeda nacional está abalada pela desvalorização em relação ao dólar norte-americano.

Para os membros da Comissão de Honra do MOZEFO que falou ao jornal “O País”, Eneas Comiche, Salimo Abdula, Tomás Timbana, o encontro realizado na passada quarta-feira foi positivo na medida em que se lançaram ideias inovadoras que irão ajudar a criar debates que continuem visando o desenvolvimento do país.

Durante o encontro rumo à 2ª edição, foi apresentado um vídeo que ilustrou o sucesso do Primeiro Grande Fórum MOZEFO. In “O País” - Moçambique

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Moçambique – Mozefo, o sonho

Moçambique é uma democracia jovem, um país que fez triunfar a paz e a estabilidade no seu território através de políticas de sucesso privilegiando a expressão livre e o respeito pelo ser humano. Desde então, foram realizados diversos projectos em áreas fundamentais para o desenvolvimento do bem-estar e integridade da população, tais como a saúde, a educação, a energia e criação de infra-estruturas.

Neste novo período da nossa História, é fulcral consolidar as nossas conquistas e criar bases sólidas para a implementação de reformas estruturais. Passo a passo, com firmeza e convicção, trilhamos os caminhos rumo ao futuro contando com a participação de todos os moçambicanos. A juventude, em particular, apresenta-se como o eixo vital da construção de Moçambique, uma força activa que utiliza o conhecimento como veículo principal na elaboração de soluções inovadoras e criativas para o país.

Para formarmos uma sociedade esclarecida, capaz de concretizar os desígnios de Moçambique, é necessário promover a eficácia operacional e a criação de emprego e serviços, fixando práticas empresariais adequadas que transformem o conhecimento em energia pulsante, fonte inesgotável de acção. A aposta na solidariedade e na valorização do homem atinge o seu pleno significado com a participação de todas as franjas da sociedade, realizando-se, assim, o verdadeiro e imprescindível intercâmbio de saberes.

O primado da inclusão e inovação deverá, com a mesma força e perseverança, aplicar-se na potenciação das riquezas tradicionais de Moçambique: a agricultura, sector chave da economia e base de subsistência de 75% da população; e a indústria, cuja dinamização é essencial ao desenvolvimento do ciclo económico do país.

A descoberta de novas fontes de riqueza coloca Moçambique perante um momento de grandes oportunidades e desafios exigindo reflexão e um enquadramento estratégico. Carecemos de traduzir a esperança proveniente dos recursos naturais, em políticas sustentáveis e redistributivas no plano da economia formal, de modo a anular as disparidades existentes e promover o equilíbrio entre robustez económica e desenvolvimento do nosso capital humano.

O projecto MOZEFO, iniciativa do Grupo SOICO, surge neste contexto de transição nacional como um programa transformador, uma plataforma que pretende discutir aberta e efectivamente os desafios que habitam no horizonte moçambicano, partilhando uma visão de futuro e gerando uma oportunidade para que as opiniões, as ideias e as aspirações de todos, se manifestem.

O futuro é hoje. Realçamos, por isso, o optimismo de um povo que está cada vez mais capacitado para definir, com autonomia, a agenda do seu desenvolvimento. Neste sentido, o Fórum MOZEFO pretende oferecer a cada cidadão um lugar dianteiro nas decisões de Moçambique, fomentando movimentos de cooperação e sinergia.

Mais do que uma referência teórica, queremos assumir um papel catalisador dos processos que implicam a passagem da teoria à prática, e ser um instrumento que observa e actua no terreno. Em conjunto, queremos projectar Moçambique no mundo como país empreendedor e parceiro internacional de relevo.

O desafio de Moçambique é agora. Um desafio ao futuro. Um legado para a próxima geração. Aceda a mais informação aqui. Daniel David – Moçambique “Grupo Soico”

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Timor-Leste - Fórum da Juventude da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa

A capital timorense acolhe, entre 9 e 12 de Novembro de 2015, o Fórum da Juventude da CPLP. A iniciativa vai discutir os desafios que a globalização coloca aos jovens dos países que têm o português como língua oficial.

Um dos países mais jovens do continente asiático – Timor-Leste – vai servir de palco a uma iniciativa que vai debater o papel dos jovens como “novo paradigma para a transformação global”. O enunciado dá o mote ao Fórum da Juventude da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), agendado para a capital timorense, Díli.

O encontro, que reúne representantes de associações juvenis e estudantis dos nove países membros decorre entre 9 e 12 de Novembro, terminando no dia em que se assinala o 24.o aniversário do massacre de Santa Cruz.

A iniciativa pauta a estreia de Timor-Leste na organização de uma reunião da juventude da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa. A organização do certame está a cargo do Conselho Nacional da Juventude de Timor-Leste, que tem previsto várias actividades durante os quatro dias pelos quais se prolonga o encontro.

Trata-se, explica a presidente do Conselho Nacional da Juventude timorense, Maria Soares Magno de ajudar a “manter e aprofundar os laços de amizade, cooperação, solidariedade e diálogo intercultural entre os jovens lusófonos”.

Ao mesmo tempo, a iniciativa procura responder “ao desafio da defesa e promoção dos direitos humanos, do desenvolvimento e da interdependência no espaço da CPLP”.

O Fórum da Juventude da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa arranca na segunda-feira, dia 8, com o primeiro-ministro timorense, Rui Maria de Araújo, e o secretário de Estado da Juventude e do Desporto, Leovigildo da Costa Hornai, a darem as boas vindas às delegações oriundas dos nove estados membros da CPLP.

Para 8 de Novembro está previsto um seminário em que será discutida os desafios inerentes à globalização, em termos de educação, de identidade cultural e do papel da mulher. No dia 10, decorre a Assembleia Geral do Fórum da Juventude e a Assembleia Geral Ordinária, onde se deverá discutir a chamada Declaração de Díli. O dia 11 está reservado para várias visitas à Presidência, ao Palácio do Governo, ao Parlamento, à Escola Portuguesa Ruy Cinatti e ao Arquivo e Museu da Resistência Timorense.

A 12, aniversário do massacre de Santa Cruz, está prevista uma marcha entre a Igreja de Motael e o cemitério onde as forças indonésias dispararam sobre dezenas de jovens timorenses. Para o mesmo dia está ainda agendada a leitura e assinatura da Declaração de Díli e as comemorações culturais do Dia Nacional da Juventude. In “Ponto Final” - Macau