Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)
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quinta-feira, 11 de março de 2021

Angola - Retoma ligações aéreas com Portugal, Brasil e África do Sul


Neste dia 11, Angola anunciou o levantamento da suspensão de voos diretos para Portugal, Brasil e África do Sul, que estavam interrompidos desde 16 de janeiro, devido à pandemia de covid-19.

O anúncio foi feito pelo ministro de Estado e da Casa Civil do Presidente da República, Adão de Almeida, durante a apresentação das novas regras da situação de calamidade pública que vão vigorar a partir de sábado.

No geral, as regras aplicáveis durante os próximos 30 dias são semelhantes às do anterior decreto sobre a situação de calamidade pública, mantendo-se a cerca sanitária de Luanda até 10 de abril.

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 2621295 mortos no mundo, resultantes de mais de 117,9 milhões de casos de infeção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Angola registrou até quarta-feira 21161 casos desde o início da pandemia, incluindo 516 óbitos, 19761 recuperações e 884 ativos.

Em Portugal, morreram 16635 pessoas dos 812575 casos de infecção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde. In “Mundo Lusíada” – Brasil com “Lusa”


 

segunda-feira, 24 de agosto de 2020

Moçambique – Linhas Aéreas de Moçambique retoma voos para Lisboa

As Linhas Aéreas de Moçambique, LAM, companhia de Bandeira, vai retomar os voos comerciais para a Europa, com a ligação Maputo-Lisboa, a partir de 25 de Agosto de corrente ano, anunciou a companhia.

Estes voos possibilitam a deslocação de pessoas entre Moçambique e Portugal, bem como Europa e resto do mundo. É importante ter atenção às políticas de fronteiras vigentes para a entrada em Moçambique e na União Europeia, devido à situação da pandemia, afirma o diretor-geral da LAM, João Carlos Pó Jorge, citado num comunicado enviado ao BANTU.

Segundo a LAM, os voos serão efetuados através de uma aeronave Airbus A330-300, com 278 lugares, e que, entre 25 de agosto e 30 de setembro, vai ligar as duas capitais duas vezes por semana: o trajeto Maputo-Lisboa às terças-feiras e Lisboa-Maputo às quartas-feiras.

O comunicado indica que o período de pouco mais de um mês definido para a realização dos voos poderá ser prologando.

O regresso da LAM ao espaço europeu, previsto inicialmente para 31 de março, foi adiada por três vezes devido às restrições impostas pelo novo coronavírus.

Em fevereiro deste ano, o diretor-geral da LAM disse que o regresso da companhia ao espaço europeu vai colocar a LAM num novo ‘network’, considerando que a rota será sustentável.

Olhamos a inteligência de tráfego e notamos que, de longe, esta é a rota que tem mais passageiros. Não só entre Lisboa e Maputo, como também de Maputo para Lisboa e depois para a Europa ocidental, afirmou, então, João Carlos Pó Jorge.

Na ocasião, a companhia indicou que o retorno da LAM ao espaço europeu seria feito em cooperação com a companhia aérea privada portuguesa Hi Fly, proprietária da aeronave, e com a qual foi acordado um período experimental de seis meses.

A última vez que a LAM voou para Portugal foi em 2011, ano em que Moçambique foi banido do espaço europeu. In “Zambeze Info” - Moçambique

sábado, 27 de junho de 2020

Guiné-Bissau - Escolas públicas devem reabrir em julho por dois meses


Bissau - Os intervenientes no setor do ensino acordaram a retoma das aulas nas escolas do país, para o dia 13 de julho.

As aulas estão suspensas desde março, devido à pandemia da Covid-19. 

A data foi indicada na quinta-feira na reunião semanal do Conselho de Ministros e faz parte de um plano de contingência para o setor educativo, que prevê que as aulas funcionem também aos sábados para recuperar os dias perdidos, durante os próximos dois meses.

Mas, conforme o que foi acordado na semana passada entre o Ministério da Educação e todos os intervenientes no setor, as aulas só serão retomadas nas escolas com condições para o efeito, mediante a aprovação de uma comissão técnica que fará a avaliação dos estabelecimentos do ensino que podem funcionar na época das chuvas.

Consta que há escolas sem condições, em que a água das chuvas penetra nas salas de aulas.

Por outro lado, persistem dúvidas sobre se, em apenas dois meses, os professores conseguirão lecionar toda a matéria programada, depois da interrupção da Covid-19 e de sucessivas greves dos professores.

Segundo a DW, o presidente da Confederação das Associações dos Alunos das Escolas Públicas e Privadas (CAAEPP), Alfa Umaro Só, disse estar satisfeito com a indicação do Governo.

"A intenção era anular o ano letivo totalmente, e nós levámos a proposta de validade parcial do ano letivo, para que o Governo se pronunciasse, para que as escolas que estão em condições retomassem as aulas", afirma.

No entanto, o porta-voz dos quatro sindicatos dos professores guineenses, António João Bico, levanta algumas preocupações sobre a retoma e conclusão do ano letivo.

"Temos dificuldades de infraestruturas escolares e estamos perante a pandemia da Covid-19, que exige, pelos menos, um número reduzido de alunos por turma". No entanto, é difícil encontrar o número suficiente de escolas para ter turmas reduzidas. Sendo assim, a exequibilidade vai exigir também ao Ministério da Educação a criação de condições para construir novas infraestruturas escolares”, disse.

Ouvido pela DW África, o perito no setor de ensino guineense Silvino Ialá reforça que dois meses é pouco para dar aos alunos os conteúdos que restam.

"O fator chuva poderá criar grandes dificuldades. Mesmo três ou quatro meses não serão suficientes”, considerou Ialá. In “Agência de Notícias da Guiné” – Guiné-Bissau