Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)
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segunda-feira, 25 de maio de 2026

Voo directo Macau - Portugal acarreta “desafios significativos”

O Governo acredita que faz mais sentido “alavancar as redes internacionais” das operadoras aéreas que operam na RAEM, potenciando as rotas de curta distância para outros destinos da Ásia que ofereçam ligações de longa distância, no âmbito do lançamento de um voo directo entre Macau e Portugal. Para a Autoridade de Aviação Civil de Macau, as “rotas directas de longa distância apresentam desafios significativos”, segundo o último relatório anual de sugestões, queixas e objecções do organismo. O total de queixas submetidas à AACM caiu 19% face a 2024

No relatório anual sobre as sugestões, queixas e objecções que a Autoridade de Aviação Civil de Macau (AACM) recebeu ao longo de 2025, é indicado que duas submissões apontaram para a abertura de ligações directas entre a RAEM e Portugal. Em resposta às duas sugestões, o organismo refere que o “lançamento de rotas directas de longa distância apresenta desafios significativos”.

Segundo o documento consultado pelo Jornal Tribuna de Macau, a AACM comentou ser uma abordagem mais apropriada “alavancar as redes internacionais das operadoras actualmente em actividade em Macau para providenciar aos residentes e turistas serviços de transferência e de voos de ligação”.

O Governo defende que “de uma perspectiva comercial, as operadoras aéreas precisam de avaliar factores como a procura do mercado de passageiros e a relação custo-benefício”. Tendo em conta a escala actual da indústria de transporte aéreo de Macau, a AACM acredita que fará mais sentido oferecer voos com escala em locais como Banguecoque, Kuala Lumpur, Singapura, Taiwan e Interior da China, com serviços de despacho de bagagem de bilhete único incluídos.

Esta abordagem permite uma conexão entre as ligações de curta distância de Macau com rotas longas, no âmbito da qual a Sociedade do Aeroporto Internacional de Macau (CAM) se encontra “activamente a colaborar com as operadoras para promover serviços de transferência e ligação”, no sentido de expandir a rede de destinos da RAEM, refere o relatório.

Recorde-se que o primeiro voo directo entre Pequim e Lisboa operado pela Beijing Capital Airlines está agendado para o dia 22 de Junho, segundo adiantou no último mês Tiago Brito, director do Turismo de Portugal na China, durante a Exposição Internacional de Turismo. A duração será de cerca de três meses, sendo que o voo terá uma frequência semanal. O voo de ida partirá na segunda-feira do Aeroporto de Pequim Daxing às 10:55, chegando a Lisboa às 17:15 (hora local). Já o voo de regresso sairá às 18:55 de Lisboa, com chegada a Pequim Daxing às 14:00 (hora local) do dia seguinte.

Mais recentemente, no encontro que o Chefe do Executivo manteve em Portugal com o Presidente da República, António José Seguro propôs que ambas as partes “reforcem a cooperação no sector turístico e estudem activamente a viabilidade da abertura de uma rota aérea directa entre os dois lados”.

Queixas à AACM decresceram 19%

No cômputo geral do ano passado, a AACM recebeu quatro sugestões, o mesmo número que em 2024, e 160 queixas, que representam uma descida homóloga de 18,75%. De um total de 164 casos, 158 estavam relacionados com as operadoras aéreas e disseram respeito sobretudo a actividades comerciais e serviços ao cliente. Estes incluíram 157 queixas e apenas uma sugestão, todas relativas à categoria de “transportes e logísticas”, representando uma quebra anual de 20,89%.

A AACM garante que já reencaminhou a sugestão e as queixas para as respectivas empresas, sendo que em algumas situações poderá solicitar às operadoras para dar uma resposta imediata aos queixosos.

Por outro lado, os seis restantes casos foram dirigidos aos processos operacionais da própria AACM, incluindo três queixas e três sugestões, o que corresponde ao dobro do total do ano anterior.

Para além das duas sugestões relativas às ligações aéreas entre Macau e Portugal, três dos casos referiram-se às actividades de aeronaves não-tripuladas. No documento, a AACM frisa que as operadoras podem operar na área costeira por trás do Centro de Ciência de Macau, desde que respeitem as regras de segurança e tenham recebido a devida autorização das autoridades, à semelhança das actividades realizadas em áreas residenciais O organismo salienta que a maior parte das actividades que envolvem naves não-tripuladas decorrem à noite ou em eventos de larga escala.

Por fim, o último caso teve a ver com o serviço de teste de proficiência em inglês designado pela AACM, acerca do qual o organismo garante que irá cooperar com a entidade responsável pelo mesmo para rever e melhorar a metodologia do exame. Pedro Milheirão – Macau in “Jornal Tribuna de Macau”


segunda-feira, 20 de outubro de 2025

Angola - Voos internacionais da TAAG já começaram a operar no novo aeroporto

Todos os voos da TAAG com destino e origem em Lisboa, São Paulo, Joanesburgo, Cidade do Cabo, Lagos, Windhoek, São Tomé, Maputo, Nairobi, Porto e Havana passarão a ser operados a partir do novo aeroporto, juntando-se às rotas já transferidas de Brazzaville e Kinshasa

Todos os voos internacionais da TAAG - Linhas Aéreas de Angola, já estão a ser operados exclusivamente a partir do Aeroporto Internacional Dr. António Agostinho Neto (AIAAN), localizado na província do Icolo e Bengo, marcando assim o fim da fase de transição dos voos internacionais da operadora no 4 de Fevereiro.

O voo inaugural, realizado no domingo, 19, foi através da aeronave, um Boeing 777-300ER da frota da TAAG, completou com sucesso a ligação Lisboa - Bom Jesus, Icolo e Bengo.

"O sucesso desta primeira operação intercontinental, e chegadas bem-sucedidas que antecederam este voo, com origem em Joanesburgo (África do Sul), Kinshasa (RDC), Brazzaville (República do Congo) e Lagos (Nigéria) são já reflexo da transferência total dos voos internacionais da Companhia, validando o extenso planeamento técnico e logístico realizado com sucesso pelas nossas equipas", lê-se no comunicado publicado no domingo.

A mudança, de acordo com a companhia, representa um marco histórico, visando ganhos significativos em eficiência operacional, sinergias na gestão da frota e melhoria na experiência dos passageiros. A consolidação das operações no AIAAN integra a estratégia nacional de posicionar Luanda como um hub de referência na África Austral.

Assim, todos os voos da TAAG com destino e origem em Lisboa, São Paulo, Joanesburgo, Cidade do Cabo, Lagos, Windhoek, São Tomé, Maputo, Nairobi, Porto e Havana passarão a ser operados a partir do novo aeroporto, juntando-se às rotas já transferidas de Brazzaville e Kinshasa.

Importa recordar que outras companhias que operam no País ainda não transferiram as operações para o AIAAN. A mudança das restantes companhias que asseguram voos internacionais para Luanda será gradual e de acordo com a resolução das necessidades de cada uma delas.

Segundo apurou o Expansão, vai ser disponibilizado um serviço shuttle entre o Aeroporto 4 de Fevereiro e o novo aeroporto, isto para os passageiros em trânsito, cujo percurso de viagem seja feito em parte, por companhias aéreas estrangeiras, ainda não baseadas no AIAAN.

A Emirates, por exemplo, tem como data de referência para transferência das operações para o novo aeroporto o 1 de Novembro, uma vez que a companhia ainda não tem as garantias que considera fundamentais por parte do serviço de handling. Este tem sido o maior constrangimento que a Emirates tem tido neste processo.

Já a TAP, deverá mudar para o AIAAN na segunda semana de Novembro, de acordo com fonte da companhia portuguesa. O positivo desta decisão é que a mudança faseada das companhias aéreas permitirá ir ajustando os processos, evitando maiores problemas se todas mudassem ao mesmo tempo, o que, sabe-se, é fundamental para que o aeroporto possa funcionar em pleno.

O negativo tem a ver com a operacionalidade dos diversos voos, sendo necessário ter capacidade para transportar passageiros e mercadorias de um local para o outro de acordo com os horários pré-estabelecidos pelas diferentes companhias.

Assim, é fundamental que a ligação ferroviária garanta um serviço eficiente, e que o trânsito rodoviário seja devidamente controlado pelos agentes de segurança.

Entretanto, o Caminho de Ferro de Luanda (CFL) informou que a circulação dos comboios regulares de passageiros no troço entre a estação do Bungo e o Terminal Ferroviário do AIAAN continua parada e será retomada "logo que estejam reunidas todas as condições de segurança necessárias". Henrique Kaniaki – Angola in “Expansão”


domingo, 22 de dezembro de 2024

Portugal - Voos Lisboa-Maputo da TAP com escala obrigatória em Joanesburgo

A TAP mantém a operação programada para Maputo, de três voos por semana, mas as tripulações passam a dormir na África do Sul e os aviões serão reabastecidos neste país, mudanças por tempo indeterminado

Em resposta por escrito a questões colocadas pela Lusa, a TAP confirma que “os voos entre Lisboa e Maputo passam a fazer uma escala técnica em Joanesburgo, para reabastecimento e troca da tripulação”.

Assim, exemplificou a mesma fonte, as tripulações que fazem o voo de Lisboa para Maputo ficam em Joanesburgo, o avião reabastece naquela cidade da África do Sul e continua depois para Maputo, mas com uma nova tripulação, a do voo anterior, que já tinha feito o período de descanso naquela cidade e que fará o voo de regresso para Lisboa nesse dia, sem sair do aeroporto em Moçambique.

Questionada pela Lusa sobre se estas alterações seriam temporárias ou eram para continuar, face à possibilidade de novos protestos a partir de dia 23 quando se prevê que o Conselho Constitucional anuncie os resultados oficiais das eleições gerais de 09 de outubro, a mesma fonte limitou-se a afirmar que “a operação vai manter-se nestes moldes até novas informações”.

O jornal Observador citou na quinta-feira uma comunicação interna da TAP, assinada pelo diretor de operações dos voos da empresa, Mário Bento, em que se refere que a companhia aérea tem “acompanhado de perto a evolução da situação em Moçambique, com especial foco nos acontecimentos na cidade de Maputo, tendo por base informações confidenciais, fontes abertas, canais diplomáticos e contactos locais”.

O responsável recorda na mesma nota o que se passou após 27 de novembro, quando a empresa decidiu “repatriar para Lisboa todos os tripulantes presentes em Maputo e suspender temporariamente as operações para esse destino”. A transportadora aérea portuguesa “implementou então medidas para garantir a segurança dos tripulantes”, que muitas vezes não se conseguiam deslocar dos hotéis para o aeroporto face às barricadas erguidas pelos manifestantes.

Face à “aproximação da data de proclamação dos resultados eleitorais pelo Conselho Constitucional de Moçambique e a possibilidade de intensificação dos protestos, a TAP, correspondendo às preocupações expressas pelas associações e sindicatos do Pessoal Navegante, acordou, como medida provisória, alterar o alojamento das tripulações”, justifica o diretor de operações de voos.

O Conselho Constitucional de Moçambique deverá proclamar até segunda-feira, 23 de dezembro, os resultados das eleições gerais, que incluíram presidenciais, legislativas e provinciais.

Os resultados anunciados em 24 de outubro deste ano pela Comissão Nacional de Eleições (CNE) deram a vitória, com 70,67% dos votos, a Daniel Chapo, apoiado pela Frelimo, mas precisam ainda de ser validados pelo Conselho Constitucional, última instância de recurso em contenciosos eleitorais.

O candidato Venâncio Mondlane, um dos quatro que concorreu à eleição presidencial, segundo a CNE, ficou em segundo lugar, com pouco mais de 20% dos votos, e desde então tem convocado em todo o país paralisações e manifestações, que culminam em violência e confrontos com a polícia.

Pelo menos 130 pessoas morreram nas manifestações pós-eleitorais em Moçambique desde 21 de outubro, segundo balanço feito anteriormente pela Plataforma Eleitoral Decide, que monitoriza os processos eleitorais em Moçambique, que aponta ainda 385 pessoas baleadas.

De acordo com o balanço daquela Organização Não-Governamental, com dados até 15 de dezembro, há registo de 3636 detidos, cinco pessoas desaparecidas e mais de 2000 feridos nestas manifestações. In “Bom dia Europa” - Luxemburgo com “Lusa”


sexta-feira, 15 de novembro de 2024

Livro que relata o voo histórico de Portugal para Macau será lançado em Lisboa

As autoras Filipa Brito Pais e Leonor Almeida, em colaboração com as Edições Afrontamento, irão lançar o seu mais recente livro, “A Aventurosa Viagem do Pátria. De Portugal a Macau de Avião (1924)”, no próximo sábado, dia 23 de Novembro, às 15h. O evento terá lugar na Escola Superior de Educação de Lisboa, em Benfica, e promete envolver o público mais jovem com uma variedade de actividades, incluindo simuladores de voo, exposições de arte e exposições interactivas.


O livro conta com o prefácio do Presidente da República Marcelo Rebelo de Sousa e é apresentado sob o seu Alto Patrocínio, detendo também o apoio de diversos patrocinadores oficiais, entre os quais o Museu do Ar, a Câmara Municipal de Odemira, a Junta de Freguesia de Vila Nova de Milfontes, a Fundação Oriente e a Fundação Jorge Álvares – Macau.

Em comunicado sobre o livro, Filipa Brito Pais destacou a importância da narrativa, que relata as experiências do seu tio, Brito Pais, juntamente com Sarmento de Beires e Manuel Gouveia. O trio embarcou numa viagem pioneira em 1924, marcando um capítulo significativo na história da aviação. A expedição tinha como objectivo homenagear a sua terra natal e o legado do poeta português Luís de Camões, culminando com um voo para Macau, então território português. Brito Pais e Sarmento de Beires, movidos pela sua paixão pela aviação, empreenderam esta aventura sem apoio financeiro e num avião obsoleto e pesado. A sua viagem levou-os por territórios desconhecidos, onde enfrentaram diferentes desafios, que poderiam ter dissuadido indivíduos menos determinados. No entanto, perseveraram, demonstrando resiliência e empenho na sua missão.

Segundo as autoras, este livro não só lança luz sobre os feitos destes três indivíduos, que têm sido largamente esquecidos nos relatos históricos, como também serve de testemunho do espírito duradouro de perseguir os nossos sonhos. Brito Pais, nomeadamente, sublinhou a importância desta narrativa, afirmando que ela reflecte a força e o patriotismo dos protagonistas, encorajando os leitores a manterem-se firmes nas suas aspirações. In “Ponto Final” - Macau


sexta-feira, 15 de janeiro de 2021

Angola - Suspensos voos regulares para Portugal, Brasil e África do Sul com efeito a partir de 24 de Janeiro

O ministro de Estado e Chefe da Casa Civil do Presidente da República, Adão de Almeida, anunciou esta quinta-feira a suspensão dos voos regulares para Portugal, Brasil e África do Sul a partir de 24 de Janeiro como forma de minimizar as possibilidades de entrada no País da nova variante do Sars CoV-2



Esta medida vai ser acompanhada da introdução de uma nova fase de testagem, esta já a partir de Sábado, 16, denominado teste pós-desembarque, que consiste num teste ao novo coronavírus realizado depois de os passageiros, seja qual for a origem, deixarem a aeronave.

Para estes testes, Adão de Almeida informou que os casos positivos são encaminhados de imediato para um confinamento institucional até definir se se trata da nova estirpe do coronavírus ou do "normal".

Caso se revele negativo, o passageiro segue o seu percurso normal para a quarentena em sua casa, domiciliar. Sendo positivo, o cidadão terá de ficar sob a responsabilidade das autoridades sanitárias nacionais, informou o ministro.

A quarentena domiciliária tem duração de 10 dias, findos os quais será realizado novo teste, sendo exigida a condição de resultado negativo para que este possa iniciar a sua vida normal no país.

A testagem pré-embarque com 72 horas de antecedência não sofre alterações.

Quanto aos voos dos três países, o ministro deixou saber que vai ser salvaguardado "um período de pouco mais de uma semana para permitir que o máximo possível de cidadãos angolanos e estrangeiros, que residam ou trabalhem em Angola, e que estão nesses países possam regressar".

Nos três países estão, segundo o governante, cerca de 11 mil pessoas que se preparam para regressar a Angola e podem, agora, neste espaço de tempo, até dia 24 deste mês, procurar soluções de forma a poderem efectuar esse regresso com as condições existentes actualmente.

Os testes pós-desembarque que serão necessários para os passageiros oriundos do estrangeiro entrarem em Angola, a partir de sábado, vão ser gratuitos numa primeira fase, informou a ministra da Saúde.

"Estes testes pós desembarque, numa primeira fase, serão gratuitos. Vamos avaliando a situação e tomando as medidas, mas para esta situação emergencial de repatriamento serão gratuitos", afirmou Silvia Lutucuta. In “Novo Jornal” - Angola


quinta-feira, 24 de setembro de 2020

Timor-Leste – EuroAtlantic Airways analisa com o Governo possibilidade de voo mensal Lisboa-Díli

A companhia aérea portuguesa euroAtlantic Airways apresentou ao Governo timorense a proposta da realização de um voo 'charter' mensal entre Lisboa e Díli, pelo menos durante a pandemia da COVID-19, disse à Lusa o administrador da empresa



“Há uma possibilidade no mercado, devido à pandemia e não haver ligações de Timor-Leste com a Europa e Lisboa. A curto prazo podemos vir cá uma vez por mês, em sistema de 'charter', trazendo pessoas e carga de Lisboa para Dili”, disse o administrador e piloto-chefe da euroAtlântico, Mário Alvim.

“O Governo timorense mostrou abertura, foi apresentada uma proposta da euroAtlântico ao Governo que agora vai ser analisada pelo Ministério dos transportes para ver se há alguma possibilidade de isso ocorrer”, explicou.

Mário Alvim falava à Lusa no Aeroporto Nicolau Lobato, em Díli, de onde partiu hoje ao comando de um Boeing B767-300ER da companhia que no domingo viajou de Lisboa para a capital timorense com mais de 200 passageiros, maioritariamente portugueses e timorenses.

O avião, que regressa hoje a Lisboa com mais de 50 passageiros, também maioritariamente timorenses e portugueses, foi organizado para suprimir a falta de ligações aéreas para Timor-Leste devido à pandemia da COVID-19.

Aproveitando a presença em Díli, Mário Alvim reuniu-se com responsáveis do Governo timorense para apresentar a proposta da realização do voo mensal, que poderia fazer escala noutro país antes de chegar a Díli.

“Os dois Governos têm de se envolver porque o custo do voo é muito elevado. Para que não caia tudo nos passageiros, temos de arranjar maneira dos dois governos unirem esforços para conseguir rentabilizar este voo”, sublinhou.

“Um voo mensal seria excelente até a pandemia passar. Este avião pode trazer passageiros e carga e essa vantagem é grande. Pode trazer 32 toneladas de 'payload' [carga]com uma paragem ou duas máximo”, frisou.

Sublinhando a vontade da euroAtlântico, Alvim recordou que operar um voo de 20 horas entre os dois países é uma operação “cara” que se justifica apenas com suficientes passageiros ou com a vontade de apoio dos governos de Portugal e Timor-Leste.

“Já cá viemos várias vezes. Este é o avião indicado para operar este voo. Agora é preciso que haja vontade de todos”, recordou.

Timor-Leste está atualmente sem casos ativos da covid-19 e mantém-se no quinto período de 30 dias do estado de emergência, que termina no início de outubro, o que implica restrições à entrada no país.

Os passageiros que chegaram na segunda-feira tiveram de apresentar testes negativos da COVID-19 e terão de cumprir um período de 14 dias de quarentena em Timor-Leste.

O voo da euroAtlântico é esperado em Lisboa ao final da noite de hoje. In “Sapo Timor-Leste” com “Lusa”

sábado, 29 de agosto de 2020

Timor-Leste – Voo de Lisboa para Díli previsto para 06 de setembro

Lisboa - A companhia aérea portuguesa euroAtlantic deverá voar para Timor-Leste em 06 de setembro, num voo comercial que tem por objetivo levar professores e trazer cidadãos portugueses, confirmou à Lusa fonte da empresa transportadora.

Também segundo informações da embaixada de Portugal em Díli, a que a Lusa teve acesso, o voo partirá de Lisboa às 06:00 de 06 de setembro e chegará a Díli às 10:25 locais do dia 07.

A representação diplomática de Portugal naquele país já está a divulgar por 'e-mail', para conhecimento de todos os interessados, as condições e horários do voo, com base nas informações que recebeu da agência de viagens "Sonhando", operador turístico da euroAtlantic.

A partida de Díli está prevista para as 08:00 de 08 de setembro com chegada a Lisboa às 22:30 do mesmo dia.

Para viajarem neste voo os passageiros terão de apresentar o teste à covid-19 negativo, realizado até 48 horas antes do voo. Quem não apresentar o resultado do teste ser-lhe-á recusado o embarque, informou o operador turístico.

Porém o voo está condicionado a um número mínimo de passageiros, mas a companhia não refere quantos.

A embaixada de Portugal em Díli já tinha informado, na quarta-feira, da possibilidade da realização de um voo comercial que permitirá o regresso de professores portugueses a Timor-Leste e a saída deste país de vários cidadãos portugueses.

Numa curta mensagem na sua página na rede social Facebook a missão diplomática explicou que, a concretizar-se, o voo ocorreria no início de setembro e seria operado pela euroAtlantic Airways.

O custo total da viagem será suportado pelos passageiros, informou a embaixada, que solicitou a eventuais interessados na deslocação para Timor-Leste ou na saída do país que contactassem diretamente a secção consular.

O voo permitirá o regresso a Timor-Leste de professores da Escola Portuguesa de Díli e do projeto CAFE (Centros de Aprendizagem e Formação Escolar) que saíram no início de abril e estão ainda sem poder regressar.

O voo foi proposto pela própria EuroAtlantic em resposta à preocupação com a falta de ligações comerciais regulares de e para Timor-Leste, suspensas indefinidamente desde final de março.

A empresa já tinha operado no início de abril um voo entre Díli e Lisboa que permitiu a saída de Timor-Leste de cerca de 150 pessoas, a quase totalidade dos cidadãos portugueses.

As restrições continuam a condicionar bastante as ligações de e para a ilha, com as autoridades de aviação a manterem, por tempo indefinido, a proibição da realização de voos comerciais regulares ou 'charters'.

Atualmente apenas operam voos da Austrália, através de um acordo com a AirNorth -- praticamente limitados a cidadãos australianos -- e um voo quinzenal do Programa Alimentar Mundial (PAM) com acesso restrito a funcionários de embaixadas e missões internacionais, colaboradores e membros das agências das Nações Unidas.

Uma situação que torna impossível a outros cidadãos, tanto timorenses como estrangeiros, entrar ou sair do país, isolado desde março.

Residentes em Timor-Leste que não conseguem regressar, timorenses e outros que precisam de sair, inclusive para receberem tratamentos médicos, turistas que estão retidos no país há vários meses, entre outros, continuam sem solução.

Timor-Leste tem relaxado as medidas de controlo, mantendo fortes restrições à entrada aérea -- estão proibidos voos comerciais -- e limites nas entradas terrestres, continuando a conduzir para quarentena ou auto confinamento todos os que chegam ao país.

Timor-Leste tem atualmente um caso ativo de covid-19, mas a preocupação no país tem vindo a crescer devido ao aumento no número de infetados nos países vizinhos, quer na Indonésia, quer na Austrália.

Recentemente, o Governo timorense anunciou mais restrições nas entradas de pessoas na fronteira terrestre, permitindo a abertura apenas a cada 17 dias, como medida para responder às limitações atuais nos locais de quarentena, no âmbito da resposta à covid-19.

Desde 11 de agosto, as fronteiras terrestres com a Indonésia passaram a estar abertas apenas quatro horas a cada 17 dias, com um limite máximo de entrada de 200 pessoas e a prioridade a ser dada a cidadãos timorenses.

O Governo informou que todos os cidadãos nacionais e estrangeiros que queiram entrar no país, por terra ou ar, têm obrigatoriamente de cumprir um período de 14 dias de quarentena.

Antes de entrar no país, têm de solicitar autorização, apresentando testes negativos de covid-19.

A pandemia de covid-19 já provocou pelo menos 844 mil mortos e infetou mais de 25 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP. Agência Lusa

segunda-feira, 24 de agosto de 2020

Moçambique – Linhas Aéreas de Moçambique retoma voos para Lisboa

As Linhas Aéreas de Moçambique, LAM, companhia de Bandeira, vai retomar os voos comerciais para a Europa, com a ligação Maputo-Lisboa, a partir de 25 de Agosto de corrente ano, anunciou a companhia.

Estes voos possibilitam a deslocação de pessoas entre Moçambique e Portugal, bem como Europa e resto do mundo. É importante ter atenção às políticas de fronteiras vigentes para a entrada em Moçambique e na União Europeia, devido à situação da pandemia, afirma o diretor-geral da LAM, João Carlos Pó Jorge, citado num comunicado enviado ao BANTU.

Segundo a LAM, os voos serão efetuados através de uma aeronave Airbus A330-300, com 278 lugares, e que, entre 25 de agosto e 30 de setembro, vai ligar as duas capitais duas vezes por semana: o trajeto Maputo-Lisboa às terças-feiras e Lisboa-Maputo às quartas-feiras.

O comunicado indica que o período de pouco mais de um mês definido para a realização dos voos poderá ser prologando.

O regresso da LAM ao espaço europeu, previsto inicialmente para 31 de março, foi adiada por três vezes devido às restrições impostas pelo novo coronavírus.

Em fevereiro deste ano, o diretor-geral da LAM disse que o regresso da companhia ao espaço europeu vai colocar a LAM num novo ‘network’, considerando que a rota será sustentável.

Olhamos a inteligência de tráfego e notamos que, de longe, esta é a rota que tem mais passageiros. Não só entre Lisboa e Maputo, como também de Maputo para Lisboa e depois para a Europa ocidental, afirmou, então, João Carlos Pó Jorge.

Na ocasião, a companhia indicou que o retorno da LAM ao espaço europeu seria feito em cooperação com a companhia aérea privada portuguesa Hi Fly, proprietária da aeronave, e com a qual foi acordado um período experimental de seis meses.

A última vez que a LAM voou para Portugal foi em 2011, ano em que Moçambique foi banido do espaço europeu. In “Zambeze Info” - Moçambique

quinta-feira, 30 de julho de 2020

África do Sul – Repatriamento de cidadãos de e para Portugal irá realizar-se em Agosto

A XL-Novotours com escritórios em Lisboa e em Maputo e a XL-Novo Mundo Travel de Joanesburgo, estão a trabalhar no sentido de ter um voo de repatriamento de Joanesburgo para Lisboa e vice-versa, com possibilidades de extensão a outros destinos dentro da Europa e mesmo a outros continentes.

Este voo de repatriamento permitirá o regresso a Portugal e a outros países da Europa dos cidadãos portugueses e de outras comunidades europeias e até mesmo de outros continentes. Cidadãos sul-africanos e de outras nacionalidades que queiram retomar o seu trabalho ou os seus estudos, reunião de família, tratamentos médicos no estrangeiro ou assumir a residência permanente noutro país, podem participar neste voo.

O voo de Joanesburgo para Lisboa está previsto para o dia 15 de Agosto de 2020. No dia anterior o avião sai de Lisboa para o aeroporto  O.R. Tambo, em Joanesburgo, e está  igualmente disponível para sul-africanos, residentes permanentes e estudantes que venham reassumir os seus estudos no país.

Para mais informações, os interessados poderão contactar desde já com a XL-Novotours através do email:  info@novotours.com ou a XL-Novo Mundo Travel em Joanesburgo, email: sales@novomundotravel.com. In “O Século de Joanesburgo” – África do Sul

quarta-feira, 22 de julho de 2020

Angola – Vão ter início voos de repatriamento de Portugal

Os voos para trazer cerca de 7000 angolanos retidos em Portugal vão ter início na próxima sexta-feira, anunciou o consulado de Angola em Lisboa, numa nota a que o Novo Jornal teve acesso

A nota, assinada pelo cônsul Narciso do Espírito Santo Júnior, assinala que, "no âmbito da programação dos voos", a ser operados pela companhia aérea nacional TAAG, "constatou-se que inúmeros contactos telefónicos fornecidos aquando do registo não estão atribuídos e há bilhetes de passagem com números incorrectos".

Por último, o consulado apela aos interessados que contactem a representação da TAAG em Portugal para "eventuais correcções".

O Governo tinha anunciado, no dia 15, pela voz do ministro de Estado e chefe da Casa de Segurança do Presidente da República, Pedro Sebastião, que é também coordenador da comissão multissetorial de combate e prevenção da Covid-19, que Portugal seria o próximo destino de repatriamento para os angolanos que querem regressar ao país, cujas fronteiras foram encerradas a 20 de Março devido à pandemia de Covid-19 , sem, no entanto, avançar datas.

O próximo destino será Portugal. Como sabem temos uma comunidade à espera do regresso de cerca de 7000 cidadãos", o que vai representar um esforço elevado em termos financeiros e de meios de transportes, adiantou.

"Estão em condições bastante difíceis, reconhecemos isto. Não imagino estar três, quatro meses fora de casa e sem recursos para sobreviver", armou o general Pedro Sebastião. In “Novo Jornal” - Angola

sexta-feira, 10 de abril de 2020

Angola – Multiplicam-se voos charter para Portugal e já há mais oferta do que procura em Abril

Há milhares de portugueses em Angola e muitos deles a querer regressar ao seu país desde que, a 21 de Março, surgiram os primeiros casos de Covid-19 em território nacional, e, a 27, o Presidente João Lourenço decretou o estado de emergência, fechando fronteiras. Desde então, algumas agências de viagem anunciaram voos charter, aproveitando a autorização de voos especiais para cidadãos estrangeiros que desejam regressar aos seus países de origem. Uma delas foi a Alive, que viu aqui uma oportunidade para aligeirar as despesas de uma empresa que, em Angola, tem mais de 30 funcionários parados, à espera que a vida volte ao normal

A Alive tem dois voos agendados para este mês. Um deles, que estava marcado para esta quinta-feira, 9, a tempo de portugueses irem passar a Páscoa a Portugal, foi adiado para o dia 13. Um outro, inicialmente previsto para dia 17, foi antecipado também para 13 porque, segundo o director-geral, Orlando Pinto, já há mais oferta do que procura.

"Isso faz com que as agências corram o risco de não atingir o breakeven, ou seja, o ponto de equilíbrio, entre as receitas e as despesas totais", afirma. Nos últimos dias, foram agendados um total de seis voos charter para fazer a ligação entre Angola e Portugal, cinco dos quais entre Luanda e Lisboa e um com destino ao Porto.

Dois deles já saíram cheios de passageiros, os outros quatro estavam marcados para 9, 14, 16 e 17 de Abril. Duas dessas datas caíram e os passageiros juntam-se agora num único voo, a 13 de Abril. Esta quarta-feira, a esses voos acrescentaram-se dois outros para os dias 14 (operado pela Across), entre Luanda e Lisboa, e 16 de Abril (operado pela Travelgest), entre Luanda e Porto.

Cada avião fretado pela Alive transporta 260 passageiros a 1190 euros o bilhete, "mas o avião viaja de Lisboa para Luanda vazio, o que, para a empresa, representa custos de operação elevadíssimos", diz Orlando Pinto. E a situação no país e no mundo não permite à empresa ir buscar sustento a nenhuma outra actividade: "As agências de viagens, sobretudo em Angola, onde o turismo ainda não tem um peso significativo, vivem de vender passagens aéreas", lembra Orlando Pinto.

"Esta foi a forma que encontrámos para suprir um pouco a ausência de receitas, e que está muito longe de cobrir os custos da empresa". Mas a decisão não teve apenas a ver com dinheiro: "Foi também uma forma de encontrar soluções para os nossos clientes", afirma o director-geral da Alive em Angola.

"Aliás, chegámos a comprar passagens em voos operados por outras companhias para satisfazer as necessidades dos nossos clientes corporate, que precisavam de repatriar os seus trabalhadores".

Os motivos para viajar apresentados pelos portugueses, segundo Orlando Pinto, não se resumem à insegurança gerada pela precariedade nos sistemas de saúde que a pandemia de Covid-19 acentuou e que, segundo as projecções da Organização Mundial de Saúde (OMS), pode atingir os 10 mil casos em Junho: "Há pessoas que sofrem de doenças, como a diabetes, que dependem de uma medicação específica e que regressam porque está a acabar e não têm como fazer chegar a Angola os medicamentos, por exemplo".

Orlando Pinto afirma que o Governo tem mostrado disponibilidade para ouvir a Associação das Agências de Viagens e Operadores Turísticos de Angola, mas acha que "lamentavelmente, a boa vontade não vai chegar" para resolver o problema de empresas que, como a sua, não querem avançar para despedimentos.

Para aliviar os custos, a Alive tem trazido carga de Portugal: a bordo dos aviões que chegam a Luanda para resgatar portugueses, vêm medicamentos e alguns frescos, como iogurtes. Sandra Bernardo – Angola in “Novo Jornal”

sexta-feira, 20 de março de 2020

União Europeia - Cidadãos europeus retidos fora da UE vão ser repatriados

Cerca de 200 mil cidadãos da União Europeia (UE) foram repatriados desde o início do surto de Covid-19, estando agora perto de 100 mil a aguardar acções de repatriamento, incluindo em países africanos, informou a Comissão Europeia.

“Neste momento, mais 100 mil homens, mulheres e crianças expressaram já o seu desejo em regressar o mais cedo possível. Estamos aqui para os ajudar a voltar a casa”, afirma a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, num vídeo.

Na publicação, a responsável nota que “muitos cidadãos europeus estão retidos no estrangeiro devido à crise do novo coronavírus”, isto porque “os voos foram suspensos, as fronteiras foram encerradas e eles não sabem como é que a situação vai evoluir”.

Fazendo um balanço sobre as acções já realizadas, a responsável observa que, “desde o arranque da crise [no início deste ano], já foram repatriados cerca de 200 mil cidadãos da UE, por exemplo do Japão e dos Estados Unidos”.

Aqui inclui-se, mais recentemente, nos últimos dias, o repatriamento de cerca de 3000 cidadãos europeus que estavam em países como Egipto, Marrocos, Filipinas, Tunísia, Argentina, entre outros, que regressaram à UE em 13 voos.

“Além destes, estamos a trabalhar para trazer de volta cidadãos europeus no Peru, Maldivas, Mongólia e de muitos países africanos”, realçou a responsável.

E garantiu: “Estamos a trabalhar de forma próxima com as autoridades nacionais nesta questão e existem diplomatas europeus em todo o mundo a disponibilizar assistência”.

Na quarta-feira, o executivo comunitário tinha apontado um número de 80 mil cidadãos da UE que aguardavam repatriamento, mas admitiu que essa fosse uma estimativa por baixo.

Em causa estão dados transmitidos a Bruxelas pelos Estados-membros, que são os primeiros responsáveis pelos seus cidadãos e por garantir o seu regresso, nomeadamente alugando voos.

À Comissão cabe, por exemplo, financiar algumas operações e coordenar as acções.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da Covid-19, infectou mais de 240 mil pessoas em todo o mundo, das quais mais de 10 mil morreram.

Das pessoas infectadas, mais de 86 mil recuperaram da doença.

Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se já por 176 países e territórios, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.

O continente europeu é aquele onde está a surgir actualmente o maior número de casos, com a Itália, com 3405 mortes em 41 035 casos, a Espanha, com 833 mortes (18 077 casos) e a França com 372 mortes (11 010 casos).

A China anunciou não ter registado novas infecções locais nas últimas 24 horas, o que acontece pela primeira vez desde o início da pandemia. No entanto registou 34 novos casos importados. In “Bom dia Europa” - Luxemburgo

sábado, 14 de março de 2020

Açores - Azores Airlines mantém voos para os EUA



A SATA anunciou que a Azores Airlines “mantém a operação aérea planeada” para os Estados Unidos da América (EUA), depois do anúncio da suspensão para aquele país dos voos da União Europeia para prevenir a propagação do Covid-19.

“Importa esclarecer, a respeito das recentes restrições impostas pelos EUA às companhias aéreas, que a Azores Airlines mantém a operação aérea planeada (e até determinação em contrário), uma vez que a proclamação emitida pelos EUA, não resultou na proibição de realização de voos para o território americano, mas na restrição de entrada de passageiros provenientes de países com transmissão comunitária ativa do Covid-19”, lê-se num comunicado divulgado pela empresa.

A companhia aérea açoriana acrescenta, numa nota enviada às redações, que “as companhias aéreas do Grupo SATA mantêm, em todas as suas ligações aérea, as medidas de prevenção recomendadas pelas autoridades de saúde, por forma a cooperar ativamente no esforço de mitigação dos riscos de contágio”, face à pandemia de Covid-19.

O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou esta quarta-feira a suspensão de todos os voos oriundos de países da União Europeia para prevenir a propagação do novo coronavírus.

A medida irá durar pelo menos 30 dias. In “Bom dia Europa” - Luxemburgo