Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)
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domingo, 4 de fevereiro de 2024

Namíbia - Presidente Hage Geingob morre aos 82 anos

O terceiro presidente da Namíbia, Hage Geingob, morreu


Hage Geingob morreu num hospital em Windhoek aos 82 anos.

O vice-presidente Nangolo Mbumba anunciou que Geingob morreu na manhã de sábado.

“Ao seu lado estavam a sua esposa e os seus queridos filhos”, disse Mbumba.

Geingob tornou-se presidente em 2015 e cumpria o seu segundo mandato.

Serviu como primeiro primeiro-ministro do país de 1990 a 2002 sob a administração do ex-presidente Sam Nujoma.

Geingob tem lutado contra problemas de saúde nos últimos meses.

Em 8 de janeiro de 2024 anunciou que foi diagnosticado com cancro.

Posteriormente, deslocou-se para um tratamento de cancro aos Estados Unidos da América em 25 de janeiro, regressando ao país a 30 de janeiro, após dois dias de tratamento. In “The Namibian” – Namíbia 

Presidente da República Portuguesa envia condolências pela morte do Presidente da República da Namíbia

Foi com consternação e sentido pesar que o Presidente da República tomou conhecimento do falecimento do Presidente Dr. Hage Geingob, figura incontornável da luta pela independência do país, o arquiteto da Constituição da República da Namíbia, e um amigo de Portugal e da Comunidade de Países de Língua Portuguesa, de que a Namíbia se tornou Observador Associado também por sua iniciativa.

Neste momento de luto e de dor, apresento em nome do Povo português e no meu próprio, à Primeira-Dama e a toda a família, bem como ao Povo da Namíbia, a expressão da nossa solidariedade e sentidas condolências. Presidência da República Portuguesa

 


segunda-feira, 17 de julho de 2023

Portugal - Docente da Universidade de Coimbra eleita presidente da Sociedade Portuguesa de Materiais

Sandra Carvalho, professora catedrática do Departamento de Engenharia Mecânica (DEM) da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC), foi eleita por unanimidade como presidente da Sociedade Portuguesa de Materiais (SPM) para o biénio 2023-2025.

«A liderança da SPM é um desafio completamente diferente dos assumidos até ao momento na minha carreira, apesar de que chegar a este cargo seria natural, uma vez que iniciei a atividade no Conselho Diretivo da associação como vogal durante 2 mandatos, sendo nos últimos 4 anos a vice-presidente», refere Sandra Carvalho.

Neste mandato os novos Corpos Sociais da SPM eleitos pretendem seguir três grandes linhas de ação que pretendem congregar a comunidade “dos materiais” e assim, tornar-se uma voz ativa junto de decisores políticos e económicos, tecido empresarial e sociedade civil, implementar estratégias para aumentar o dinamismo e a sustentabilidade económica da SMP, caminhando para a sua profissionalização a médio prazo, e ainda, promover a importância da ciência e engenharia dos materiais como pilar do desenvolvimento sustentável, aumentando a identificação dos sócios com a associação.

«Tendo tido um percurso científico de mais de duas décadas na área da Ciência e Engenharia dos Materiais, claramente que me identifico com a missão da SPM, e, nesse sentido, considero que poderei ser útil nessa missão», observa a catedrática, que aceitou este desafio por acreditar que lidera uma «equipa forte, dinâmica e de confiança» que a ajudará a implementar o programa de ação validado pelos sócios em eleição.

«Muitos serão os desafios a superar, mas destaco a sustentabilidade financeira da Sociedade, a crise na formação em Engenharia de materiais pela pouca procura por parte de novos estudantes e o desenvolvimento de novos materiais para responder às atuais preocupações ambientais e energéticas», salienta a docente, acrescentando que para atingir todos estes objetivos «irá alinhar a sua estratégia em cinco vetores fundamentais, designadamente interface com a indústria, financiamento e internacionalização, formação em materiais, comunicação e divulgação e divisões técnicas», conclui.

A SMP é uma associação de índole técnica e científica, sem fins lucrativos, que tem como objetivo promover, de forma independente, o conhecimento na área dos materiais e relevar a sua importância no desenvolvimento económico e social, congregando as partes interessadas. Universidade de Coimbra - Portugal



segunda-feira, 13 de dezembro de 2021

Portugal - Guilherme Macedo eleito presidente da Organização Mundial de Gastrenterologia


O presidente da Sociedade Portuguesa de Gastrenterologia (SPG), Guilherme Macedo, foi eleito presidente da Organização Mundial de Gastrenterologia (World Gastroenterology Organisation – WGO). Esta é a primeira vez que um português representa esta especialidade com o propósito de melhorar a saúde digestiva da população.

“É com muito orgulho que acolho esta missão depois de tantos anos de uma carreira/vida dedicada ao serviço da Saúde Digestiva”, revela Guilherme Macedo em comunicado enviado. Acrescenta, ainda, que “este cargo é um privilégio. Reforça o empenho que imprimo, todos os dias, em desenvolver, reforçar e promover a imagem e o papel do gastrenterologista, sobretudo pela importância que apresenta na comunidade, e dotar as pessoas de informação imprescindível no que diz respeito à prevenção, diagnóstico precoce e tratamento de doenças digestivas”.

Guilherme Macedo é diretor do Serviço de Gastrenterologia do Centro Hospitalar Universitário de São João e professor Catedrático convidado da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP). Foi presidente da Associação Portuguesa para o Estudo do Fígado e da Sociedade Portuguesa de Endoscopia Digestiva e do Clube Português do Pâncreas, secção especializada da SPG. Em 2015, foi distinguido com o Prémio Internacional de Liderança pelo Colégio Americano de Gastrenterologia. In “Jornal Médico” - Portugal



sábado, 25 de setembro de 2021

Nações Unidas - Presidente de Cabo Verde em entrevista: “sou ambicioso em relação à CPLP”

Jorge Carlos Fonseca encerra mandato após 10 anos na liderança cabo-verdiana, em conversa, ele menciona o legado deixado, que inclui o acordo de mobilidade aprovado pelos países lusófonos


Nesta entrevista à ONU News, o presidente cabo-verdiano, Jorge Carlos Fonseca, deixa seu adeus a dois mandatos cumpridos “com muita paixão e dedicação”. Ele esteve 10 anos na liderança do país lusófono e fez o último discurso na 76ª Assembleia Geral.

Segundo ele, pertencer à Comunidade de Países de Língua Portuguesa, CPLP, “só tem sentido podendo ver circular livremente os cidadãos” de nações como Angola, Brasil, Cabo-Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, São Tomé, Portugal, Timor-Leste.

Eleito em 2011, o chefe de Estado de Cabo Verde diz sair do cargo em novembro deste ano satisfeito por “contribuir para a defesa da liberdade” no país considerado um exemplo de democracia em África.   

Jorge Carlos Fonseca comenta o seu papel como impulsionador da criação e das negociações sobre o acordo de mobilidade na CPLP. O país assumiu a presidência rotativa do bloco entre 2018-21.

Para o presidente este “era um pressuposto indispensável, essencial e basilar” para caminhar para uma identidade comum num bloco “que seja mais de povos e cidadãos, do que uma comunidade que seja só dos Estados.” ONU News – Nações Unidas