Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)
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sábado, 14 de setembro de 2024

Polónia – Português André Soares vence a prova de corrida por pontos do mundial de ciclismo de estrada para surdos

O ciclista português André Soares sagrou-se esta sexta-feira campeão do Mundo da corrida por pontos, no Mundial de ciclismo de estrada para surdos, a decorrer na cidade polaca de Swietokrzyskie, depois do bronze na velocidade


Soares bateu dois alemães pelo ouro, acabando com 82 pontos, mais 21 do que Felix Wahala, segundo, e mais 22 do que Stefan Kneer, terceiro.

O ciclista luso foi o melhor nas 30 voltas a um circuito com um quilómetro, com um sprint pontuável de duas em duas voltas, tendo pontuado em todos os sprints, além de ganhar uma volta ao pelotão e conseguir mais 20 pontos.

Foi o segundo pódio para o português em Swietokrzyskie, depois do bronze na velocidade a abrir a participação no Mundial, que termina domingo com a corrida de fundo.

Nesta mesma prova, o luso João Marques acabou na 12.ª posição final, sem pontos somados.

Citado pela Federação Portuguesa de Ciclismo, o selecionador Válter Sousa elencou esta como “a corrida perfeita do André Soares”, perante uma equipa alemã “mais forte” que o luso fez por controlar.

“Ganhou aí [ao seguir com um dos rivais] os 20 pontos da volta. Mas, depois, esteve muito bem, andando sozinho na frente para evitar riscos de queda no pelotão. E, com isso, foi somando mais pontos, o que lhe deu a vitória. O João Marques resguardou-se e na segunda volta esteve ativo, mas com as fugas que havia não pontuou”, analisou. In “Bom dia Europa” - Luxemburgo

terça-feira, 11 de abril de 2023

França - Entre os ciclistas que terminaram a prova Paris – Roubaix estão 4 amadores portugueses


Pelo menos 7 ciclistas portugueses chegaram sábado ou domingo 8 e 9 de abril ao Vélodrome de Roubaix no quadro da prova mítica Paris-Roubaix de ciclismo, contudo nem todos participaram na mesma categoria, mesma distância.

Sábado realizou-se a prova feminina, entre Denain e Roubaix numa distância de 145 quilómetros. Cortou a meta desta terceira edição como vencedora, a canadiana Alison Jackson. A única representante de Portugal, Maria Martins, terminou a prova na 25ª posição a 1’42’’ da vencedora, entre as 104 classificadas.

Maria Martins, a primeira portuguesa a participar nesta competição, melhorou a sua posição, em relação ao ano transato, tendo terminado em 2022 no 37° lugar.

Domingo de Páscoa, dois ciclistas portugueses alinharam-se à partida dos 257 quilómetros entre Compiègne e Roubaix desta edição 120 do «Inferno do Norte» (1).

Os dois atletas concluíram a prova. Rui Oliveira da UAE Emirates terminou a clássica das clássicas na 52ª posição a 6’48’’ do vencedor, o holandês Mathieu Van Der Pool da equipa Alpecin-Deceuninck. André Carvalho da Cofidis, chegou na 94ª posição com 17’03’’ de atraso sob o vencedor.

Já há vários anos que não víamos um ciclista português concluir esta competição.

Os 4 amadores portugueses

Surpreendente foi o nosso encontro com outros quatro ciclistas amadores, uma ciclista e 3 ciclistas vindos da região de Lisboa, que, no sábado 8 de abril, participaram numa das provas amadoras, realizando uma distância de 145 quilómetros, passando por zonas com os famosos “paralelos”, nomeadamente pela “Tranchée d’Arenberg”.

Estes quatro amigos, que em Portugal fazem parte de clubes diferentes, encontram-se para pedalar juntos em Portugal, mas também por vezes, fora do país, tendo todos entrado no Velódromo de Roubaix pela primeira vez. Uma prova que dizem ser muito dura, contudo bonita, com recordações inesquecíveis.

Faziam parte da comitiva, Salvador Esteves, proprietário da Salva Biclas, oficina de venda, mas também e sobretudo de reparação e restauro de bicicletas, por vezes bem antigas, situada no Bairro do Benfica, não muito longe do estádio. Como cliente, passa, quando necessário, pela Oficina Salva Biclas, o Primeiro-ministro António Costa. Um cliente como os outros, como diz Salvador Esteves.

Artur Lourenço é fótografo e João é o reformado desta comitiva de quatro amigos.

O membro feminino do grupo, Roselina Figueiredo, é consultora imobiliária em Lisboa, Amadora, também ela amante da “Petite Reine” (2).

Bela coincidência. A 8 de abril de 1934, há exatamente 89 anos, três ciclistas do Benfica fizeram o percurso de Lisboa até Richebourg, onde está o Cemitério militar português, para virem assistir à cerimónia comemorativa da Batalha de La Lys. Tinham por nome Gil Moreira, Carlos Domingos, Leal e César Luiz, 4000 quilómetros foram realizados nessa altura (3). António Marrucho – França in “LusoJornal”

 

(1) O apelido que foi dado à prova Paris-Roubaix foi “Inferno do Norte”. O nome assim dado não está relacionado com a dificuldade da prova, mas sim devido ao facto dos ciclistas, ao fazerem as edições que se seguiram à I Guerra mundial, atravessarem regiões em estado caótico e em ruína.

(2) Em 1890, na sucessão de Guilherme III, a rainha, com apenas 10 anos, reinava o estado holandês. Alguns anos depois, a imprensa francesa, ao visitar o país, destacou o engraçado hábito da rainha, de andar de bicicleta pelo reino. É assim que a “Petite Reine” foi dada como outro nome à bicicleta.

(3) https://lusojornal.com/i-guerra-mundial-les-premieres-ceremonies-de-la-bataille-de-la-lys/


 

domingo, 5 de fevereiro de 2023

Portugal – Depois do ciclista Rúben Guerreiro ganhar a Volta à Arábia Saudita, Rui Costa vence a Volta à Comunidade Valenciana

Depois de na passada sexta-feira Rúben Guerreiro ter vencido a Volta à Arábia Saudita ao serviço da equipa Movistar, tendo para isso ganho a penúltima etapa, hoje foi a vez de Rui Costa ao serviço da equipa belga Intermarché-Circus-Wanty vencer a última etapa e ganhar a Volta à Comunidade Valenciana


O corredor português, de 36 anos, somou hoje o segundo triunfo da temporada, depois de ter vencido o Trofeo Calvià na estreia com as cores da equipa belga, impondo-se ao ‘sprint’ ao neerlandês Thymen Arensman (INEOS), no final dos 93,2 quilómetros entre Paterna e Valência.

O italiano Samuele Battistella (Astana) foi terceiro na tirada, já a sete segundos do português, com o pódio da geral do dia anterior já a mais de 20 segundos.

Graças às bonificações que amealhou na etapa, que completou em 2:07.16 horas, e à diferença para o anterior líder, o italiano Giulio Ciccone (Trek-Segafredo), e para os homens que o antecediam na geral, Rui Costa subiu cinco posições na classificação e arrebatou a vitória final na Volta à Comunidade Valenciana.

O campeão mundial de fundo de 2013 relegou Ciccone, que foi quinto na etapa, a 21 segundos, para o segundo lugar final. O italiano ficou a 16 segundos do português, com o espanhol Pello Bilbao (Bahrain-Victorious) em terceiro, a 23.

Uma corrida astuta do experiente ciclista luso valeu-lhe novo triunfo em ano de estreia na belga Intermarché-Circus-Wanty, tendo aberto a época com um primeiro lugar no Troféu Calvià, em Maiorca, seguindo-se nova vitória em solo espanhol, agora na 74.ª edição de uma corrida com história no país ‘vizinho’.

“Foi um dia muito complicado, com pendentes [em subida] muito complicadas para mim e as minhas características. Coloquei o meu ritmo, soube gerir bem, na descida entrei no grupo e quis entrar na luta pela etapa e pela geral”, descreveu o atleta, já no pódio para receber o prémio pela vitória.

Aos 36 anos, pode gabar-se de “muitas vitórias”, mas “ganhar esta corrida muito conhecida” do calendário dá uma motivação “muito grande”.

Esta conquista ‘dupla’ eleva para 30 as vitórias no circuito profissional do veterano, que ao título mundial junta três etapas da Volta a França, três Voltas à Suíça (de forma consecutiva), a Volta a Abu Dhabi de 2017, a última por etapas que tinha conquistado, e o Grande Prémio de Montréal, entre outros.

Os próximos objetivos do ciclista português são a Figueira Champions Classic, prova do calendário internacional em estreia em Portugal, seguido da Volta ao Algarve, seguindo para várias clássicas ao longo da primavera, a caminho da Volta a França. In “Bom dia Europa” - Luxemburgo


quarta-feira, 27 de outubro de 2021

França - Paris está a investir para tornar-se uma 'cidade 100% do ciclismo'


Paris quer tornar-se uma das cidades mais amigas do ciclismo na Europa, com planos de transformar-se numa “cidade do ciclismo” até 2026.

A capital francesa está a investir 250 milhões de euros em atualizações significativas da infraestrutura e manutenção de bicicletas nos próximos quatro anos. Milhares de novos suportes para bicicletas e um número maior de ciclovias protegidas serão introduzidos como parte do 'Plano Velo: Ato 2'.

A partir deste ano, Paris já tem mais de 1000 km de ciclovias seguras, incluindo cerca de 52 km de “coronapistes” que foram temporariamente introduzidos durante a pandemia. Agora, planeia torná-las permanentes e adicionar mais 130 km de caminhos seguros para incentivar as pessoas a pedalar na cidade.

As autoridades de Paris esperam tornar mais fácil atravessar a cidade de bicicleta, introduzindo rotas que cruzam a cidade e vão para os subúrbios ao redor. Locais onde os ciclistas são colocados em perigo ao atravessar estradas movimentadas e os principais pontos de entrada no centro da cidade também serão mais seguros.

O objetivo é possibilitar uma pedalada segura de uma ponta a outra de Paris.

A cidade também informou que, em 2020, os roubos de bicicletas aumentaram em sete por cento e cerca de 80 por cento das pessoas que não querem andar de bicicleta dizem que o medo da sua bicicleta ser roubada é o motivo número um.

Para encorajar mais pessoas a adotar a força do pedal, Paris está mais do que a triplicar o estacionamento seguro para bicicletas ao adicionar 100000 novas vagas, incluindo 1000 vagas para bicicletas de carga.


Iniciando uma 'revolução' de ciclismo

A autarca de Paris, Anne Hidalgo, foi eleita para um segundo mandato em junho do ano passado, depois de introduzir uma série de medidas pró-ciclismo e favoráveis ​​aos pedestres na cidade. Paris já gastou 150 milhões de euros num plano inicial de bicicletas que foi elogiado como o início de uma “revolução” para a cidade.

“Este plano de ciclismo é um dos pilares essenciais da transformação ecológica e social que lideramos em Paris”, afirmou David Belliard, vice-presidente encarregado da transformação urbana.

Todos os anos, desde 2015, a cidade realiza um “dia sem carros”, onde a maior parte do tráfego é removido do seu movimentado centro. As vias públicas, incluindo a avenida Champs-Élysées, estão cheias de peões e ciclistas. O evento anual tem como objetivo reduzir o uso de veículos e a poluição em Paris.

Hidalgo, membro do partido socialista francês, é atualmente candidata presidencial e essas políticas verdes são fundamentais para sua campanha. Rosie Frost – Inglaterra in “Euronews”




 

terça-feira, 17 de março de 2020

África do Sul - Cônsul na Cidade do Cabo cria equipa de ciclismo para elevar nome de Portugal




O cônsul-geral português na Cidade do Cabo, José Carlos Arsénio, criou uma equipa de ciclismo para elevar o nome de Portugal na África do Sul e angariar apoios solidários para a comunidade portuguesa residente no país.

A equipa Portugal Sempre, que se estreou recentemente no Cape Town Cycle Tour, importante prova internacional do calendário desportivo da modalidade na África do Sul, integra seis elementos com experiência de longa data de envolvimento e de prática na modalidade do ciclismo, entre os quais duas ciclistas de nacionalidade sul-africana.

“Além de nós procurarmos sempre elevar a nossa representatividade a todos os sectores e a todos os níveis e, neste caso, até a nível desportivo, achei que podia ser motivador para se criar esta equipa, pois gostaria de um dia deixar este posto e de ver que há uma equipa portuguesa que vai continuar sempre a representar o nosso Portugal e a nossa comunidade”, disse José Carlos Arsénio, em declarações à Lusa por telefone.

O diplomata avançou que o objectivo é também conseguir patrocinadores para angariar alguns fundos, “nomeadamente para apoiar no plano do associativismo os jovens estudantes portugueses e também as pessoas mais desfavorecidas” da comunidade que eventualmente necessitem de algum apoio.

“Portanto há aqui uma componente também institucional com vista a reunir as condições para ajudar a comunidade naquilo que precisar”, salientou o responsável à Lusa.

O cônsul-geral disse que na recente volta à pitoresca região da península da Cidade do Cabo, que este ano juntou cerca de 31 mil concorrentes, a equipa Portugal Sempre acabou por “ser surpreendida” pelo elevado número de pessoas portugueses a apoiar.

“Pudemos realizar que afinal de contas entre o público do dia-a-dia existem muitos portugueses porque mesmo depois da prova muitas pessoas vieram ter connosco dizendo eu também sou português”, sublinhou o diplomata.

Na volta ao Cabo, a equipa portuguesa fez um total de 109 quilómetros num percurso de estrada através de várias vilas piscatórias e etapas de montanha.

“No meu caso foi 3 horas e 29 minutos que levei a fazer a prova […] e chegámos todos ao final e todos em boa forma até porque os elementos desta equipa são elementos que já tem alguma experiência”, contou José Carlos Arsénio à Lusa.

Questionado sobre o nome “Portugal Sempre”, o diplomata explicou: “porque é sempre a nossa pátria, é sempre o nosso país, é sempre aquilo que nos dá a saudade e a África do Sul fica muito distante do nosso Portugal”, salientou.

“Portugal permanece sempre no nosso coração, na nossa memória e nas nossas intenções das nossas aspirações, por isso achei que é um título bem oportuno e bem representativo do que é o sentimento que nós temos em relação à nossa pátria Portugal. Portugal Sempre”, vincou.

No final da prova, houve um almoço de convívio com a comunidade num restaurante tipicamente português “em que mais uma vez nós, à nossa maneira, quisemos elevar o nosso Portugal”.

O cônsul português considerou ainda que os portugueses na África do Sul “estão bem”, sendo uma comunidade “muito válida, muito bem integrada, muito constituída pelas segundas e terceiras e até quartas gerações”, que são “bons portugueses como também bons sul-africanos, têm esta dualidade” que faz com que a comunidade seja “muito válida”. In “O Século de Joanesburgo” – África do Sul com “Lusa”

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Guiné-Bissau - Presidente da Federação de Ciclismo da Guiné-Bissau quer dar nova vida à modalidade

Bissau – O Presidente da Federação de Ciclismo da Guiné-Bissau (FCGB), prometeu trabalhar, no sentido de "tirar a modalidade no buraco em que se encontra há 11 anos".

Em declarações à ANG, depois de ter sido empossado no cargo, Sabino Nhasse disse que o seu projeto conta com o apoio do governo da Guiné-Bissau e do Comité Olímpico guineense.

Questionado sobre as suas prioridades, aquele responsável revelou que pretende implementar a modalidade nas regiões e sectores do país, porque antigamente nas competições realizadas, a região de Bafatá, Gabu e Canchungo foram as que mais participaram ativamente.

Ao nível internacional, segundo Sabino Nhasse, tudo dependerá do trabalho e desempenho da Federação, governo e atletas, para que a Guiné-Bissau possa recuperar o seu lugar nas competições mundiais.

Respondendo à questão sobre como fazer para estimular os jovens a aderirem a modalidade, o recém-empossado prometeu organizar muitas competições nacionais de forma a fazer com que os mais novos se apaixonem pelo ciclismo.

Por sua vez, o ex-ciclista internacional guineense, Carolino Carlos de Almeida vulgo “Cinco”, promete, na qualidade de veterano, pôr à disposição da atual direção tudo o que aprendeu ao longo dos anos.

No entanto, o atleta revelou que espera da nova Direção muito trabalho para que consiga relançar novamente a modalidade interna e internacionalmente.

A Federação de Ciclismo da Guiné-Bissau foi fundada em 1988, a sua última Assembleia Geral teve lugar em 27 de Agosto de 2016. In “Agência de Notícias da Guiné” – Guiné-Bissau

domingo, 26 de julho de 2015

Timor-Leste – Federação de ciclismo assina protocolo de cooperação em Portugal



A Federação Portuguesa de Ciclismo (FPC) e a Federação de Ciclismo de Timor-Leste assinaram esta quinta-feira, 23 de Julho de 2015, um protocolo de cooperação com o objetivo de desenvolverem a modalidade nos dois países, onde se espera também o intercâmbio de atletas.

No âmbito de um acordo de cooperação entre os estados de Portugal e Timor-Leste, as duas federações assinaram um acordo, no qual ambas farão a divulgação de eventos realizados nos dois países, promovendo também um intercâmbio de atletas e técnicos.

Na fase inicial do projeto, a FPC assumirá um papel mais ativo em Timor-Leste, tendo como principais responsabilidades a implementação de regras da modalidade, a criação de estruturas e a formação dos técnicos e atletas timorenses.

A cerimónia, que decorreu no Museu Nacional do Desporto, contou com a presença dos presidentes das duas federações e dos secretários de Estado do Desporto e Juventude de ambos os países, tendo o governante português, Emídio Guerreiro, se mostrado muito feliz com a celebração do protocolo, que demonstra como se pode "sair do papel para a prática".

"Este é um excelente testemunho de como as coisas podem sair do papel para a prática e espero que rapidamente tenhamos jovens timorenses a pedalar em Portugal e que uma equipa técnica possa estar em Timor para ajudar. Os nossos povos tem muito em comum e tem de ser capazes de recriar no futuro o que o passado nos deixou", afirmou.

Já Leovigildo Hornai, secretário de Estado timorense, destacou o esforço feito na "reabilitação de infraestruturas no país", não esquecendo o papel desportivo, mostrando-se expetante nos eventuais resultados da equipa nacional.

"O desporto é uma ferramenta ótima para desenvolver a sociedade. Timor - Leste faz um grande esforço para desenvolver o desporto a nível nacional através da reabilitação de infraestruturas no país. Esperamos também a consolidação da nossa equipa nacional, através de uma entidade nacional forte", explicou.

De Timor - Leste também marcou presença Ângelo Henriques, presidente da Federação de Ciclismo do país, que se mostrou satisfeito com o acordo, que pode "dar suporte ao máximo para que se possa evoluir", através do apoio de Portugal, país que considera "um irmão mais velho".

"Iremos trabalhar em conjunto para melhorar a Federação de Timor. Este acordo não foi fácil mas com muito esforço de todas as entidades conseguimos. Este será um acordo que nos pode ajudar, dar suporte ao máximo para que se possa evoluir. Pedimos apoio a Portugal porque é um irmão mais velho que não podemos deixar", assinalou.

O presidente da FPC, Delmino Pereira assumiu que existe "um longo trabalho pela frente", explicando que o protocolo assenta em "três eixos de desenvolvimento".

"[Hoje] é um dia bonito para a nossa história. Temos um longo trabalho pela frente. O protocolo assenta em três eixos de desenvolvimento que são o apoio da preparação das duas seleções, a promoção de eventos internacionais e a formação de técnicos, árbitros e treinadores, que serão bastantes úteis para o desenvolvimento de Timor", concluiu. In “Jornal Record” - Portugal

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Portugal - Campeão do Mundo defende título nacional

Rui Costa no Soito para defender título conquistado há um ano em Pataias, Alcobaça.



O ciclista Rui Costa, que no domingo entrou na história do ciclismo internacional ao vencer pela terceira vez consecutiva a Volta à Suíça, vai na sexta-feira, dia 27 de Junho de 2014, ao Soito defender o título de campeão português de contra-relógio.

Rui Costa, da Suíça para o Soito à procura de novo pódio


«Não podia faltar aos nacionais do meu país. É um orgulho e será com muito prazer que na próxima sexta-feira à tarde vou alinhar na prova de contra-relógio, em que tentarei defender o título obtido em 2013», disse Rui Costa, citado em comunicado da organização da competição, referindo-se à prova de 32,2 quilómetros, a disputar no Soito, concelho do Sabugal.

O corredor da Lampre-Merida é um dos quatro campeões nacionais de elite e sub-23 que se apresentarão no Soito para a competição.

Entre os participantes, merece também destaque Tiago Machado, da equipa NetApp-Endura, que este domingo venceu a Volta à Eslovénia. Ciclismo Desporto Soito - Portugal

domingo, 22 de junho de 2014

Ciclismo – Portugueses vencem em duas frentes

Rui Costa vencedor mais uma vez da Volta à Suíça

O dia 22 de Junho de 2014 vai ficar na história do desporto português pelas vitórias que os ciclistas portugueses Rui Costa e Tiago Machado obtiveram, o primeiro na Volta à Suíça que conquista pela terceira vez consecutiva e o segundo na Volta à Eslovénia, o seu primeiro grande êxito a nível internacional.

Rui Costa, actual campeão do mundo, a correr pela equipa italiana Lampre, conquistou pela terceira vez consecutiva a Volta à Suíça, vencendo a última etapa e conquistando a camisola amarela a Tony Martin que a vinha envergando desde o início da corrida.

As duas vitórias anteriores tinham sido ao serviço da equipa espanhola Movistar, mas em todos as três voltas à Suíça, Rui Costa pouco apoio teve dos seus colegas, obrigando a correr com muita inteligência.

Tiago Machado, um ciclista de grandes qualidades, até hoje não conseguira um resultado que mostrasse o seu real valor, mas ontem ao chegar no segundo posto a um segundo do vencedor, vestiu a camisola de líder da 21ª Volta à Eslovénia que conservou hoje no términus da última etapa. Recorde-se que Tiago Machado ingressou este ano na equipa alemã NetApp-Endura que está neste momento no quarto lugar da UCI Europe Tour a poucos dias do início da Volta à França em bicicleta.

Tiago Machado vencedor da 21ª Volta à Eslovénia

"A equipa me deixou muito orgulhoso hoje. Eles defenderam com confiança a camisa amarela e mostraram ter a corrida sob controlo em todos os momentos.” Afirmou o director desportivo da NetApp-Endura Christian Pomer.

Para ver o extraordinário êxito de Rui Costa na vitória da última etapa da Volta à Suíça e conquista da camisola amarela aceda aqui. Baía da Lusofonia

domingo, 11 de agosto de 2013

Tradutores

 
A primeira etapa da 75ª Volta a Portugal em ciclismo neste ano de 2013 foi ganha por um ciclista russo de seu nome Alexander Serov. Como é normal, o jovem ciclista foi entrevistado pelo repórter de serviço do canal televisivo que faz a cobertura do evento.
 
À pergunta efectuada, o ciclista russo começou a criticar, diga-se com muita razão, a parte final da corrida, pelo percurso ser muito perigoso, com afunilamentos mal assinalados, rotundas com curvas apertadas sem sinaleiros com a devida antecedência a sinalizarem com bandeiras amarelas, entre outras dificuldades.
 
Estupefacto e surpreendido com a clareza de Alexander Serov, que falou no seu inglês, mas perceptível para quem através da televisão acompanhou o desenrolar da etapa, o repórter televisivo, pouco andado nestes espaços desportivos, ignorou completamente as responsáveis e pertinentes afirmações do atleta da Rússia e traduziu apenas umas banalidades gerais.
 
Será que o jornalista (?) pensa que os espectadores de uma prova ciclista serão todos uns ignorantes e só ele saberá falar línguas?
 
É verdade que o canal televisivo aproveita todos os anos para descarregar uma bimbalhada antes de começar a transmitir aquilo que todos desejam, as imagens da volta, nem que seja para ver as belas imagens de Portugal, para muitos, principalmente para os seniores, a única possibilidade que têm, pois a idade e a difícil situação económica não lhes permitem ter a oportunidade de um dia as poderem percorrer. Baía da Lusofonia – Portugal
 
“Seria bom que os responsáveis pela programação desportiva dos canais televisivos portugueses tivessem reparado nas multidões que ontem e principalmente hoje foram para a beira das estradas ver e aplaudir os corredores. Talvez percebessem que o ciclismo é, a seguir ao futebol, o desporto que mais gente arrasta atrás de si e constatassem que a aposta no ciclismo seria sempre uma aposta ganha!” Popular - Portugal


sábado, 30 de junho de 2012

Ciclismo

Inicia-se hoje, dia 30 de Junho de 2012, a 99ª Volta a França em bicicleta, uma das provas desportivas mais duras, que se desenrola durante três semanas. Este ano o "Tour de France" tem a presença de dois ciclistas de língua portuguesa, que irão ser acompanhados por um mar de adeptos lusófonos, pelas famosas montanhas francesas.

O mais velho, Sérgio Miguel Moreira Paulinho, português de Oeiras, com 32 anos de idade, medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Atenas no ano de 2004, cedo prometeu um futuro de sucesso na modalidade, mas o servilismo e a falta de ambição, não lhe permitiram até hoje, obter resultados importantes, que poderão estar ao seu alcance. Este ano está a correr pela equipa dinamarquesa da Saxo Bank.

O mais novo, Rui Alberto Faria da Costa, português da Póvoa de Varzim, com 25 anos de idade, venceu há alguns dias a difícil prova que foi o "Tour da Suíça". Este jovem ciclista que tenta sempre ultrapassar os seus objectivos e por isso promete alcançar grandes êxitos na modalidade, está ao serviço da equipa espanhola Movistar e vai ser uma figura que a comunicação social internacional irá acompanhar.

O grande favorito para a Baía da Lusofonia neste "Tour de France" é precisamente o francês, que tem a mesma idade do português Rui Costa, que não está entre os nomes dados como candidatos à vitória final, que corre pela equipa francesa da Europcar, o ciclista Pierre Rolland. Baía da Lusofonia

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Relógio

Quem teve a oportunidade de acompanhar a última etapa do “Tour da Suíça” em bicicleta, ficou com a sensação que estava numa Confederação Helvética – Portuguesa, tantas eram as bandeiras de Portugal espalhadas pelas estradas, em apoio ao ciclista português Rui Alberto Faria da Costa, detentor da camisola amarela desde a segunda etapa em que foi o vencedor.
Este jovem ciclista que nasceu em Aguçadoura, Póvoa do Varzim no dia 5 de Outubro de 1986, começou a sua carreira profissional no S.L. e Benfica no ano de 2007, transferiu-se para Espanha em 2009 para a Caisse d’ Epargne e no ano passado ingressou na equipa espanhola Movistar, tendo ganho em 2011 uma etapa do Tour de França e foi o vencedor da Volta à Comunidade de Madrid e do Grande Prémio Ciclista de Montreal no Canadá.
Ontem, ao vencer o “Tour da Suíça” tornou-se o primeiro ciclista português a ganhar uma prova por etapas do World Tour, tendo deixado para trás os maiores nomes do ciclismo mundial como o luxemburguês Frank Schleck que ficou em segundo lugar a apenas 14 segundos e o americano Levi Leipheimer em terceiro a 21. 
Nos grandes momentos importa realçar aqueles que sendo pequenos trabalham para que no futuro apareçam os grandes talentos e, neste caso, recordamos a União Ciclista de Vila do Conde, ASC – Vila do Conde que desenvolve um excelente trabalho nas camadas de formação de ciclismo. Baía da Lusofonia