Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)
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sábado, 21 de fevereiro de 2026

Cabo Verde - Júlio Correia lança “Cabo Verde: Percursos, Ruturas e Paradoxos” na cidade da Praia

A editora Rosa de Porcelana promove, no próximo dia 27 de fevereiro, sexta-feira, pelas 18 horas, o lançamento do livro “Cabo Verde: Percursos, Ruturas e Paradoxos”, da autoria de Júlio Correia. A apresentação acontece no Auditório do Banco Interatlântico, na cidade da Praia


O livro traz uma análise crítica do percurso político cabo-verdiano, entre 1975 e 2025, abordando acontecimentos marcantes organizados por períodos de cinco anos.

Igualmente, a obra procura construir uma leitura interpretativa sobre a evolução política do país e os desafios ligados à soberania e à consolidação democrática.

Perfil do autor

Júlio Correia é sociólogo e mestre em Administração Pública, com mais de 30 anos de experiência no serviço público, visto que, longo da sua carreira, foi deputado, primeiro presidente da Câmara Municipal dos Mosteiros, ministro em diferentes pastas governamentais e vice-presidente da Assembleia Nacional. Destacou-se ainda, como dirigente partidário, tendo sido Vice-Presidente e Secretário-Geral do PAICV. In “A Nação” – Cabo Verde


quarta-feira, 14 de dezembro de 2022

Portugal - Apresentadora propõe título “Doutor Honoris Causa” à escritora e gastrónoma cabo-verdiana Maria de Lourdes Chantre


Lisboa – A apresentadora da obra “História, Tradição e Novos Sabores da Cozinha de Cabo Verde” de Maria de Lourdes Chantre, propôs em Lisboa, a atribuição do título de “Doutor Honoris Causa” à escritora e gastrónoma cabo-verdiana.

A proposta foi feita por Otília Leitão, que apresentou a obra com a chancela de Rosa de Porcelana Editora, juntamente com Alice Matos, numa sala do Grémio Literário de Lisboa completamente cheia.

“A Universidade de Cabo Verde pode propor o título de Doutor Honoris Causa à gastrónoma Maria de Lourdes Chantre”, disse, considerando também a possibilidade da criação de um prémio com o nome da escritora, assim como a criação de um mestrado específico que possibilita o estudo da gastronomia cabo-verdiana.

Otília Leitão ainda parabenizou a autora por ter introduzido um capítulo no livro sobre as mulheres, tema que também mereceu congratulação da apresentadora Alice Matos.

“A obra é um acervo rico de saber e prática da cozinha cabo-verdiana”, considerou, acrescentando que o livro de 1100 páginas sobre a gastronomia cabo-verdiana a partir de uma perspectiva antropológica e cultural, constitui um momento “ímpar” da arte culinária.

Já para a prefaciador da obra, a escritora Dina Salústio, “ultrapassa a dimensão de um grande e belo livro de cozinha para ser um livro que, em subtítulo, poder-se-ia chamar: Cabo Verde uma viagem gastronómica pela história dos alimentos”.

“É um livro de culinária produzido por uma intelectual que nas suas paixões literárias inscreve um António Aurélio Gonçalves, um Jorge Barbosa, dois grandes escritores, amigos e gourmets, de quem usa particulares preferências para nos seduzir”, considerou Dina Salústio.

Maria de Lourdes Chantre é natural de Mindelo, São Vicente, onde nasceu a 11 de Outubro de 1939. Filha de Manuel Ribeiro de Almeida e de Estella de Castro Soromenho Silva Ribeiro de Almeida, foi casada com o professor Guilherme Chantre.

Formada em Secretariado, foi correspondente em Línguas Estrangeiras (Inglês e Francês) e Técnicas de Interacção Pessoal para Assistente de Direcção (ISLA), e é membro da Sociedade Portuguesa de Autores, sócia efectiva da Sociedade de Geografia de Lisboa e membro da Associação de Escritores Cabo-verdianos (AEC) e da Sociedade Cabo-verdiana de Autores (SOCA).

Maria de Lourdes Chantre é autora de “Cozinha de Cabo Verde” (1979), reeditado em 2001, “111 Receitas da Cozinha Africana” (1981), “Comida Saudável para o Coração” (1990), “Plantas Medicinais – Recolha da Sabedoria Popular e Na Cozinha Cabo-verdiana com CERIS”.

Além de participar em diversas confrarias, ministrou conferências, palestras e workshops sobre gastronomia e diversidade cultural.

A obra vai estar disponível nas livrarias em Cabo Verde a partir de Janeiro e a perspectiva da apresentação no arquipélago já existe e será numa data a indicar, conforme Márcia Souto da Rosa de Porcelana Editora. In “Inforpress” – Cabo Verde



 

sábado, 21 de maio de 2022

Cabo Verde – Antropólogo Manuel Brito-Semedo lança “Falucho”

O professor, antropólogo e escritor Manuel Brito-Semedo lança, no próximo dia 27 de maio, o seu mais recente livro intitulado “Falucho”, no Espaço Orla, em Kebra Kanela, na cidade da Praia

A obra, sob a chancela da Rosa de Porcelana Editora, documenta, com textos e fotografias, os navios que acolheram a odisseia cabo-verdiana no oceano atlântico, ora inter-ilhas, ora em transatlânticas viagens, conforme nota de imprensa.

Entre memórias infantis e recordações contadas por outrem, Manuel Brito-Semedo traz-nos de volta, ao tempo presente, algumas das histórias mais emblemáticas da aventura marítima.

Entre elas, algumas bem trágicas “das muitas faluas e de alguns navios que circularam inter-ilhas, no passado”.

A apresentação do “Falucho” no próximo dia 17 de maio, às 17h30, estará a cargo da Carla Lima e da Margarida Fortes.

Sobre o Autor

Manuel Brito-Semedo, nascido em São Vicente em 1952, é Doutor em Antropologia pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.

Professor universitário, é membro fundador da Academia das Ciências e de Humanidades de Cabo Verde, da Cátedra Eugénio Tavares de Língua Portuguesa e da Associação de Escritores Cabo-verdianos.

Como escritor tem publicado dez livros, sendo os mais recentes “A Advocacia em Cabo Verde – Breve Historial” (2020), “Morna: Música Rainha de nôs terra” -, uma coleção de 5 livros + CD (2019) e “Representação Social do Médico em Cabo Verde” (2018).

Foi também organizador de várias obras, em destaque, “Diário”, de António Pedro; Jaime, Dramaturgo, Pintor e Ensaísta; “Sôdad em 80 Poema”, entre outras.

Por ocasião do 35º Aniversário da Independência Nacional Brito Semedo foi condecorado com a Medalha do Vulcão, 1ª Classe, em reconhecimento pela sua importante contribuição para a promoção e o desenvolvimento da cultura nacional. Romice Monteiro – Cabo Verde in “A Nação”


domingo, 25 de julho de 2021

França - Embaixada de Cabo Verde apresentou biografia de Cesária Évora em Paris


A biografia de Cesária Évora, da autoria de Elzbieta Sieradzinska, foi apresentada ontem na Embaixada de Cabo Verde em Paris, com a diva da morna a ser lembrada como a maior embaixadora do país no mundo.

“Cesária Évora foi embaixadora, não só da morna, mas de Cabo Verde no mundo”, afirmou Hércules Cruz, Embaixador de Cabo Verde em França, perante uma sala repleta de figuras de destaque da Comunidade cabo-verdiana em terras gaulesas.

Após o lançamento em Cabo Verde e Portugal, a editora Rosa de Porcelana rumou a França, para um lançamento simbólico na cidade que projetou a cantora cabo-verdiana para o mundo.

“A Cesária pensava que seria Portugal que a lançaria no mundo, já que há esta cumplicidade da língua, mas não funcionou. E foi sempre algo que a deixou um pouco triste. Em França foi logo diferente, houve a felicidade de estar aqui o José da Silva que a redescobriu. Paris tornou-se o centro da sua vida artística”, explicou Elzbieta Sieradzinska, autora da biografia “Cesária Évora”, em declarações à Lusa.

Elzbieta Sieradzinska acompanhou Cesária Évora nos 10 últimos anos da vida da artista, viajando um pouco por todo o globo com a cantora cabo-verdiana e partilhando o seu quotidiano. A autora polaca lembrou que Paris se tornou casa da diva cabo-verdiana que se admirava pelo interesse dos franceses na sua música.

“É importante continuarmos a falar dela e da sua música aqui em França, especialmente para que ela seja descoberta pelos mais jovens. Esta é uma das cidades de Cesária”, sublinhou a autora polaca.

Esta é a crença também da editora Rosa de Porcelana. “Paris é que lança a Cesária Évora no mundo e não pode ficar fora das homenagens que lhe estamos a fazer”, explicou a editora Márcia Souto, fundadora da Rosa de Porcelana.

A editora luso-cabo-verdiana procura agora apoios para traduzir a obra de Elzbieta Sieradzinska em francês, de forma a vir de encontro à curiosidade que a diva da morna desperta ainda no mundo francófono. “É um livro originalmente em polaco e primeiro fizemos a tradução em português, mas há um grande interesse que este livro tenha o maior número de leitores possível, logo o francês faz sentido. Estamos à procura de apoios”, declarou Márcia Souto.

Nesta noite de homenagem, difundida em direto no Youtube para a Comunidade cabo-verdiana em França e no mundo, não faltou também a música, com vários músicos cabo-verdianos instalados em França a tocarem mornas, propositadamente sem voz, já que Cesária Évora é, segundo o embaixador Hércules Cruz, “insubstituível”. Catarina Falcão – França in “LusoJornal”