Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)
Mostrar mensagens com a etiqueta Centro Cultural. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Centro Cultural. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 21 de abril de 2025

Países Baixos - Aberta "Casa de Angola" no país

A “Casa de Angola” no Reino dos Países Baixos foi aberta, no último sábado, em Roterdão



O projecto levado a cabo pelo Consulado Geral de Angola em parceria com empresários nacionais residentes naquela país vai servir como um centro cultural e integração de cidadãos angolanos na diáspora.

De acordo com uma nota, enviada ao JA Online, a cerimónia de abertura contou com diplomatas, membros da comunidade angolana residente nos Países Baixos e arredores, representantes de comunidades estrangeiras, em especial a comunidade Cabo Verdiana e actuação do ícone da música angolana “Bonga Kwenda”, refere a mesma fonte. In “Jornal de Angola” - Angola


quarta-feira, 20 de dezembro de 2023

UCCLA - Proposta de atribuição do nome Manuel Rui a espaço cultural no Huambo

Foi apresentada uma proposta, ao Presidente da República de Angola, João Lourenço, com vista à atribuição do nome Manuel Rui (Monteiro), ao novo Centro Cultural na cidade do Huambo, que será inaugurado em breve, como reconhecimento e gratidão de toda uma vida ligada à cultura nacional.



A proposta - por iniciativa do conhecido advogado angolano Fernando Oliveira, e subscrita por outras personalidades, entre elas o Secretário-geral da UCCLA, Vítor Ramalho - destaca o papel do poeta, escritor, político, professor universitário e advogado Manuel Rui Monteiro. É autor do Hino Nacional e, conjuntamente com a música de Rui Mingas, concebeu a letra “Os Meninos do Huambo”.

Manuel Rui tem uma vasta obra cultural, e desempenhou ao longo da sua vida (agora com 82 anos) diversos cargos, motivo suficiente para que mais de 60 personalidades, naturais do distrito do Huambo, tenham manifestado e consensualizado esta consagração ao novo Centro Cultural na cidade do Huambo, ou em alternativa à Biblioteca ou Auditório do novo espaço.

A proposta termina destacando que Manuel Rui “ensinou e continuará a ensinar milhares de crianças angolanas “quanto custou uma bandeira” e “quanto custou a liberdade””.


sexta-feira, 29 de setembro de 2023

Moçambique – Inaugurado o Centro Cultural Moçambique-China

O Presidente moçambicano, Filipe Nyusi, inaugurou o Centro Cultural Moçambique-China, o segundo maior de África com 20 mil metros quadrados, três salas para teatro, espectáculos musicais e eventos corporativos, com uma capacidade para 500 pessoas, outras para 412, destacando-se a maior para 1500 pessoas.


O edifício, localizado junto ao campus principal da Universidade Eduardo Mondlane, é fruto da cooperação bilateral entre Moçambique e China, onde os dois países assinaram, em 2015, um acordo de financiamento, para a construção, de 50 milhões de dólares, provenientes da China.

Numa sala cheia, composta por membros do Governo, académicos e artistas, Filipe Nyusi disse, na ocasião, que o edifício cuja primeira pedra foi lançada em 2018 é de todos e, por isso, deve ser bem conservado.

“A equipa que vai trabalhar neste centro deve-se capacitar para que tenha uma percepção mais completa sobre a infra-estrutura, com olhos postos no desenvolvimento institucional”, recomendou Nyusi, para depois acrescentar “aos artistas, exige-se de vós o sentido de pertença, capitalizando e explorando todas as capacidades deste centro, assim contribuindo, não apenas para a sua manutenção, como também de maneira previsível para a renda das vossas famílias e geração atrás de geração”.

Já o embaixador da China em Moçambique, Wang Hejun, afirmou que este investimento não começou “hoje”, uma vez que a relação cultural entre Moçambique e China vem muito antes da independência de Moçambique.

O centro não só vai servir para enriquecer a vida cultural do povo moçambicano, como também vai fornecer uma nova plataforma para China e Moçambique fortalecerem os intercâmbios culturais.

“Este espaço servirá também para os dois povos partilharem novas ideias e novos conceitos e melhorarem juntos através da comunicação, compreensão, respeito e apreciação mútuos, construindo, assim, uma estrada de intercâmbio civilizacional entre a China e Moçambique”, disse Hejum.

Em representação da classe artística, o músico Moreira Chonguiça referiu que o centro é algo há muito esperado, pois fazia falta aos artistas. Chonguiça disse que, com a inauguração, estão criadas as condições para os artistas fazerem a exposição da sua criatividade.

“Este evento é um marco na história da indústria cultural e criativa em Moçambique, um sector em franco desenvolvimento e que está associado ao empreendedorismo que, de forma activa, protege e preserva a cultura moçambicana”, enalteceu Chonguica.

Nyusi homenageia e reconhece feitos de Samora Machel na cultura

Se estivesse vivo, Samora Machel, o primeiro Presidente de Moçambique, completaria hoje, 29 de Setembro, 90 anos. A inauguração do Centro Cultural Moçambique-China foi feita, ontem, propositadamente em homenagem a Samora Machel, como forma de reconhecer os seus feitos pela valorização da cultura.

Na ocasião, o Presidente da República falou da vida e obra de Samora Machel, destacando que a sua trajetória foi cheia de desafios e missões, que soube sempre ultrapassar.

Nyusi disse que Machel, mais do que proclamar a independência do país, lutou para recuperar, desenvolver e dignificar a vivência, as tradições e os comportamentos, bem como lutou para a valorização das línguas nacionais.

“Para Samora, era inconcebível que um moçambicano digno de nome, sem conhecer, praticar e ter orgulho da sua cultura”, disse Nyusi e prosseguiu “Machel lutou pela valorização das nossas músicas, dança; valorizava a indumentária, as artes, entre outras manifestações culturais do povo moçambicano”.

O Chefe de Estado disse ainda que o primeiro Presidente de Moçambique entendeu que a cultura é a maneira de ser e estar e relacionar-se desde o nascimento até à morte dos indivíduos.

A homenagem de Nyusi prosseguiu e Graça Machel, viúva de Samora Machel, reconheceu os feitos do seu esposo na cultura, ainda em vida.

Graça Machel disse que o papel de Machel e também da Frelimo na cultura começou antes da independência, ainda na luta de libertação nacional.

“A Frelimo, na altura, decidiu claramente que a luta de libertação nacional não era apenas uma luta militar; era também uma luta para aprendermos a produzir, para aprendermos a valorizar a educação, mas, sobretudo, fazer da cultura um elemento de ligação entre todos os moçambicanos que vinham de todas as províncias moçambicanas, mas que não falavam a mesma língua. A primeira forma de união foram as manifestações culturais”, recordou Graça Machel. Julieta Zucula – Moçambique in “O País”


sábado, 1 de agosto de 2020

Cabo Verde - Centro Cultural em Lisboa promove workshop sobre olaria tradicional do arquipélago

Cidade da Praia – O Centro Cultural de Cabo Verde em Lisboa promove de 1 a 15 de Agosto, o workshop sobre a olaria tradicional do arquipélago, visando desenvolver os conhecimentos e todo o processo operatório de técnicas.

De acordo com um comunicado dos promotores, o workshop propõe uma oficina prática, passando por todos os processos que constituem a cadeia operatória de uma peça cerâmica.

“A preparação das pastas, as diferentes técnicas de modelação tradicional cabo-verdiana, o processo de secagem, os acabamentos através de óxidos, técnica de brunir e finalmente a cozedura em forno tradicional, soenga, com material combustível orgânica”, pode-se ler no comunicado.

O workshop é dirigido a todas as pessoas de qualquer idade que pretendem conhecer a cultura material cabo-verdiana, aprofundando e desenvolvendo conhecimentos e aptidões sobre a olaria tradicional de Cabo Verde. In “Inforpress” – Cabo Verde