Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)
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domingo, 7 de março de 2021

Moçambique – Petrolífera Exxon volta a adiar decisão de investimento no projecto de exploração de gás natural


A Petrolífera norte-americana Exxon adiou, pelo terceiro ano consecutivo, a decisão final de investimento sobre o projecto de exploração de gás natural em Moçambique, colocando em dúvida um investimento de 30 mil milhões de dólares. Entretanto, as autoridades moçambicanas dizem não ter sido notificadas ainda sobre um adiamento do anúncio da decisão.

Em contacto sexta-feira (05) com o “Notícias”, o presidente do Instituto Nacional de Petróleo (INP), Carlos Zacarias, disse que “a última informação disponível é que a Exxon estava a trabalhar com vista à concretização da decisão final do investimento”.

Informações avançadas pela a agência de informação Bloomberg, citando o vice-presidente da empresa, Neil Chapman, durante uma conversa com analistas, indicam que não há previsão sobre quando será tomada a decisão final de investimento para a fábrica de gás natural na Bacia do Rovuma, já que a petrolífera precisa de garantir o fornecimento de energia por parte da fábrica vizinha, operada pela francesa Total.

“A Exxon também precisa de avaliar as condições gerais do mercado”, disse Chapman, sem explicar ao que se referia em concreto.

O Governo de Moçambique conta com o investimento da petrolífera norte-americana para começar a exportar gás natural liquefeito e assim equilibrar as finanças públicas e financiar o desenvolvimento económico.

A Exxon lidera o consórcio que inclui a Eni, a China National Petroleum, a Kogas, a portuguesa Galp e a Empresa Nacional de Hidrocarbonetos, e desde 2018 que tem os contratos de venda de gás assinados com os clientes estrangeiros, tendo recebido em 2019 “luz verde” do Governo moçambicano.

Para o analista da Bloomberg Intelligence citado no artigo, a aprovação do projecto Rovuma LNG está altamente dependente da descida dos custos, da situação de segurança, de um potencial acordo de partilha de recursos com a Total e do facto de estar, ou não, na lista de projectos com elevada prioridade” para a empresa.

Moçambique aprovou três projectos para a exploração de gás natural ao largo da costa de Cabo Delgado.

Há dois projectos de grande dimensão que vão canalizar o combustível do fundo do mar para a terra, exportando-o em estado líquido. Um é liderado pela Total (consórcio da Área 1) e está a avançar para arrancar em 2024, sendo o outro o projecto adiado da Exxon Mobil e Eni (consórcio da Área 4).

Um terceiro projecto mais avançado e de menor dimensão pertence também ao consórcio da Área 4 e consiste numa plataforma flutuante que vai captar e processar o gás para a exportação directamente no mar, com arranque marcado para o próximo ano.

A plataforma flutuante deverá produzir 3,4 mtpa (milhões de toneladas por ano) de gás natural liquefeito. A Área 1 aponta para 13,12 mtpa e o plano em terra da Área 4 prevê 15 mtpa.

Actualmente, o projecto da Área 1 é o maior investimento privado em curso em África, avaliado entre 20 e 25 mil milhões de euros, e o empreendimento com decisão de investimento pendente da Exxon Mobil e Eni tem dimensão semelhante. In “Jornal de Notícias” – Moçambique 


 

terça-feira, 5 de maio de 2020

Prémio Literário UCCLA - Adiamento do anúncio do vencedor para 28 de junho de 2020



Perante a atual situação de pandemia e face à mudança de editora do Prémio Literário UCCLA - Novos Talentos, Novas Obras em Língua Portuguesa, vimos comunicar o adiamento do anúncio do vencedor, previsto para hoje, dia 5 de maio - Dia Mundial da Língua Portuguesa - para o dia 28 de junho, data em que a UCCLA assinala 35 anos da sua fundação.

A todos agradecemos a melhor compreensão. UCCLA

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Adiamento

Jogos da Lusofonia em Goa adiados para 18 a 29 de Janeiro 2014



A Associação dos Comités Olímpicos de Língua Oficial Portuguesa (ACOLOP) numa reunião de Assembleia-Geral extraordinária realizada no Hotel Sheraton em Taipa, Macau, no passado dia 22 de Setembro de 2013, decidiu adiar para 18 a 29 de Janeiro de 2014 a terceira edição dos Jogos da Lusofonia, com realização anunciada para 2 a 10 de Novembro 2013.



Comunicado da Assembleia Geral da ACOLOP:

“A Assembleia Geral da ACOLOP reuniu hoje para decidir o adiamento das datas previstas para a realização da 3.a edição dos Jogos da Lusofonia. Goa veio apresentar aos membros da ACOLOP um relatório do progresso dos trabalhos para a realização dos Jogos.

De acordo com a exposição feita pela Comissão Organizadora dos Jogos da Lusofonia - Goa, pelo seu presidente, Keshava Chandra, os acabamentos das instalações estão, neste momento, em fase de conclusão. Espera-se que os trabalhos nas instalações estejam finalizados entre o final de Novembro e o princípio de Janeiro de 2014.

Os eventos teste irão decorrer a partir do início de Dezembro até ao final do mês. A maior parte dos delegados técnicos nomeados pelas Federações Internacionais já visitaram as instalações e deram a sua aprovação aos projectos em curso.

Os membros da ACOLOP discutiram demoradamente as data dos Jogos da Lusofonia, que ficaram marcadas para o período que decorre entre os dias 18 a 29 de Janeiro de 2014.

O que resultou desta reunião foi uma grande unidade entre os membros da ACOLOP. A força da ACOLOP reside na nossa solidariedade e cooperação. Todos sabemos que a ACOLOP tem membros muito diferentes, com capacidades de vários níveis, pelo que é preciso um entendimento em benefício da unidade da associação e da continuidade dos Jogos da Lusofonia.

Nesta Assembleia Geral foi ainda decidido que, face ao sucesso da participação da equipa de Macau na Volta de Cacau, em São Tomé e Príncipe, os atletas de todos os membros da ACOLOP terão oportunidade de participar na próxima edição. Do mesmo passo, vamos continuar a apostar em actividades intercalares, nos intervalos da realização dos Jogos da Lusofonia, como já acontece com a Maratona Internacional de Macau e a Corrida de São Silvestre, em Angola.”

Reunião da Assembleia Geral da ACOLOP


Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné Bissau, Guiné Equatorial, Índia (Goa), Macau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe, Sri Lanka e Timor Leste são os países membros da ACOLOP que participarão no evento. Baía da Lusofonia