Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)
Mostrar mensagens com a etiqueta Mobilidade. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Mobilidade. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 12 de novembro de 2018

Cabo Verde - CCISS vai assumir a presidência da Confederação Empresarial da CPLP

Cidade da Praia – A Câmara Comércio, Indústria e Serviços de Sotavento (CCISS) assume esta semana, a presidência da Confederação Empresarial da CPLP (CE-CPLP) e espera conseguir resultados a nível da mobilidade, de forma a dinamizar as relações empresariais dentro da comunidade.

A presidência é assumida durante a Assembleia-geral, que terá lugar na Cidade da Praia, no dia 13, terça-feira, no quadro da XXII edição da Feira Internacional de Cabo Verde (FIC9, que este ano tem como lema “CPLP, uma plataforma intercontinental de negócios”.

Segundo o secretário-geral da CCISS, José Luís Neves, já como vice-presidente no mandato ora findo, a entidade cabo-verdiana já vinha tratando desse assunto nos fóruns próprios.

“As nossas preocupações fundamentais em relação à CPLP têm a ver com a questão da mobilidade, sobretudo, para os empresários. Esta tem sido a nossa grande luta e já na cimeira que foi realizada na ilha do Sal levamos essa preocupação”, disse, em conferência de imprensa para divulgação do programa da FIC 2018.

José Luís Neves considera que há boas perspectivas de se conseguir avançar nesta questão. Se não for possível avançar com a mobilidade plena, que seja pela via dos acordos bilaterais entre os países, afirmou.

“Mesmo que não consigamos avançar nesta questão da mobilidade plena por parte dos empresários, esperamos conseguir com determinados países acordos bilaterais, conseguir a supressão de visto para que os empresários possam movimentar-se livremente neste espaço da comunidade e possam fazer os seus negócios”, augurou.

Outra actuação da presidência cabo-verdiana, segundo o responsável da CCISS, será a discussão, no quadro da CPLP, de adopção de políticas de convergência no sentido melhorar o ambiente de negócios nos países.

“Por exemplo, os países que estão menos industrializados e outros menos avançados em relação a outras economias trabalharem no sentido de se desenvolverem políticas que têm a ver com a reforma do ambiente de negócios para que todos os países da CPLP e todos os empresários da CPLP possam ganhar nessas parcerias e nessas trocas comerciais que pretendemos desenvolver a nível da CPLP”, explicou

Criada em 2010, através da transformação do Conselho Empresarial, a CE-CPLP é uma organização sem fins lucrativos que tem por intuito o desenvolvimento da cooperação entre estruturas de representação associativa dos países-membros da CPLP, de forma a criar as condições para o desenvolvimento de negócios, no quadro dos espaços económicos onde estão inseridos os países daquela comunidade.

Desenvolve a sua actividade em quatro sectores de actividade, designadamente agricultura, indústria, comércio e serviços, sendo a génese da CE-CPLP a criação de novas oportunidades de negócios e desenvolvimento do empresariado dentro do espaço da CPLP. In “Inforpress” – Cabo Verde

quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Lusofonia - Com a mobilidade é mais fácil fazer negócio na CPLP

A revista Capital foi tentar saber junto de Salimo Abdula, presidente da Confederação Empresarial da CPLP (CE-CPLP), qual é o maior desafio da organização que representa face ao objectivo de atingir um bom ambiente de negócios na CPLP, e aquele dirigente referiu que a maior luta, até ao momento, tem sido criar condições de livre circulação de pessoas, bens e mercadorias na CPLP e a redução da corrupção, da burocracia e das barreiras administrativas e legais que têm atrasado o desenvolvimento

A mobilidade e a circulação de pessoas e bens é um dos pontos focais para a recém presidência da CPLP. No seu entender, em que medida essa nova forma de administração da CPLP poderá melhorar o actual panorama económico entre os estados-membros em particular e a da comunidade no geral?

Para a CE-CPLP, o caminho do desenvolvimento económico da CPLP para além da superação das barreiras legais e administrativas, são sinergias. Os PALOP, por exemplo, têm recursos (água, e terra, minérios, etc.), têm mão de obra abundante e países como o Brasil e Portugal têm ‘know how’ e maior capacidade para investir. Então, há que unir o útil ao agradável. E para que seja possível aprimorar as sinergias, precisamos de rapidez, flexibilidade e dinamismo e isso será possível através da mobilidade de pessoas e bens.

Acha que a mobilidade de pessoas e bens irá dinamizar as relações entre as associações económicas e empresariais da CPLP bem como entre as empresas?

Sem dúvida. A mobilidade permite acelerar a integração de processos, maior rapidez e dinamismo nas transacções entre os estados membros, bem como incrementar o ‘know-how’ e aproveitamento de recursos humanos. Com a mobilidade será mais fácil fazer negócio entre os países membros.

A nova presidência da CPLP dará ênfase à economia azul, a resolução da problemática dos oceanos, ou seja, as políticas de desenvolvimento sustentável estarão em alta. Que ganhos poderão advir destas políticas?

O desenvolvimento sustentável é condição basilar para o crescimento e a sustentabilidade de qualquer recurso, seja do mar, da terra, ou outro. Desenvolvimento sustentável é garantir o futuro, na medida em que permite que as gerações vindouras usufruam dos recursos hoje existentes. Portanto, esta postura de ênfase na economia azul e desenvolvimento sustentável trará benefícios a nível económico e social. O papel dos Estados será garantir as infraestruturas e a fiscalização adequada, os empresários deverão investir, e naturalmente, daqui teremos mais ganhos a nível da renda, emprego e qualidade de vida das pessoas.

Qual é a avaliação que faz do ambiente de negócios que poderá surgir com a presidência cabo-verdiana?

Avaliação Positiva. Contudo, penso que não é uma questão de uma ou outra presidência, mas sim de um trabalho continuado e integrado das várias presidências da CPLP. Estou seguro que assim como Timor-Leste, e recentemente o Brasil o fez, Cabo-Verde vai dar excelente continuidade à ideia que os estados têm de tornar a CPLP cada vez mais económica. Ao pretender se focar na mobilidade e no desenvolvimento sustentável, esta presidência vai naturalmente assumir particular protagonismo se os resultados forem os que esperamos. Mas, repito, este trabalho não poderá parar por aqui, será necessário a continuidade nas próximas presidências. Só assim teremos um ambiente de negócios saudável.

O sector privado da CPLP desempenha um papel inestimável no crescimento económico e empresarial do espaço lusófono. Actualmente, quais são os maiores desafios deste sector?

O nosso maior desafio, e que tem sido a nossa luta até aqui, é criar condições de livre circulação de pessoas, bens e mercadorias na CPLP, a redução da corrupção, da burocracia e das barreiras administrativas e legais que têm atrasado o nosso desenvolvimento. Um bom ambiente de negócios na CPLP só poderá ser criado e fortalecido desta forma, uma vez que nos permitirá fazer o casamento entre oportunidades, ‘know-how’, e demais capacidades que cada um dos nossos países possui, promovendo gradualmente a integração económica da comunidade.

O Direito Fiscal é uma das questões mais importantes na economia dos estados-membros da CPLP. A dupla tributação em matéria de Impostos Sobre o Rendimento é um ponto muito delicado. A Convenção Multilateral entre os estados-membros veio para resolvê-lo. Quais são as vantagens deste Acordo?

Este acordo permitirá evitar a dupla tributação em matéria de Impostos sobre o Rendimento e, ao mesmo tempo, atenuar as oportunidades para a criação de fenómenos de dupla não-tributação e evasão fiscal.

Na última conferência das Confederações Económicas da CPLP, que se realizou em Maputo, foi abordada a pertinência de se criar um Banco da CPLP. De que modo tal será possível e em que estágio se encontra esse projecto? Quais serão as vantagens associadas a uma instituição financeira dessa natureza?

Este projecto só será possível reunindo o consenso dos países membros e quando todos assumirem a necessidade da sua existência. Um banco desta natureza deverá ter um modelo de gestão de participativo por parte dos países membros com igual proporção de votos na assembleia geral e um conselho de administração e direção executiva que paute pela equidade. Neste momento, o projecto precisa de ser consolidado junto dos estados, para poder avançar. Há muitas vantagens associadas, entre as quais podemos destacar o contributo para o estabelecimento de parcerias de negócio, investimento e financiamento numa lógica inclusiva, de equidade e reciprocidade, envolvendo agentes económicos de cada um dos Estados. Podemos ainda referir enquanto vantagens:favorecer a dinâmica de investimento em áreas críticas de desenvolvimento;conferir escala e melhor percepção de risco no acesso aos mercados financeiros; reforçar o escrutínio, independência e credibilização das propostas de financiamentoe promover a valorização e intercâmbio entre instituições dos diferentes Estados. Helga Nunes e Mateus Fotine – Moçambique in “Revista Capital” com “Olá Moçambique”

quinta-feira, 14 de junho de 2018

CPLP - Secretária executiva confiante quanto ao sucesso da cimeira da organização em Julho na ilha do Sal

Cidade da Praia – A secretária executiva da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) mostrou-se hoje “confiante” de que a cimeira agendada para Julho na ilha do Sal vai ser marcante e um ponto de viragem para a organização.

Maria do Carmo Silveira, que se encontra em Cabo Verde no âmbito dos preparativos da Cimeira da CPLP, marcada para os dias 17 e 18 de Julho, manifestou esta confiança em declarações à imprensa na cidade da Praia no final de um encontro com o ministro do Negócios Estrangeiros, Luís Filipe Tavares.

“Acredito que vai ser marcante e um ponto de viragem para a comunidade, porque para além da cimeira em si, estão programadas várias actividades e vários encontros paralelos que darão uma dimensão particular ao evento”, considerou, lembrando que o Governo de Cabo Verde já convidou várias personalidades e responsáveis de organismos internacionais.

Neste sentido, a secretária executiva entendeu que será “bom” para Cabo Verde e para a CPLP e “um sinal de reforço das relações de cooperação” entre a CPLP e as organizações convidadas, assim como um sinal da visibilidade e da credibilidade que a comunidade tem vindo a ter no cenário internacional.

Para Maria do Carmo Silveira, a CPLP tem sido criticada pelo facto de ser uma organização distante dos cidadãos, ou seja, uma organização dos dirigentes dos governos, por isso, é de opinião que será “importante” uma aproximação com os cidadãos, nomeadamente através do dossiê da mobilidade, procurando dar resposta ao anseio das populações.

Por sua vez, Luís Filipe Tavares reiterou que Cabo Verde tenciona trabalhar a questão da mobilidade na comunidade durante a sua presidência da CPLP, que acontece a 17 de Julho, esclarecendo que no evento do Sal o país não vai levar nenhuma decisão concreta em relação a esta matéria.

“O que vai haver é abordarmos este assunto que é importante, ouvindo a opinião de todos e trabalhar durante a nossa presidência para fazermos avançar os três aspectos: as pessoas, onde entra a questão da mobilidade, os oceanos e cultura”, frisou.

O encontro entre Maria do Carmo Silveira e Luís Filipe Tavares serviu para fazer o ponto de situação dos preparativos da Cimeira do Sal, tendo os dois responsáveis manifestado a sua satisfação, já que há muito tempo que todos os chefes de Estado e do Governo dos países da comunidade (Cabo Verde, Angola, São Tomé e Príncipe, Moçambique, Guiné-Bissau, Portugal, Brasil, Timor-Leste e Guiné- Equatorial) não se reuniam. In “Inforpress” – Cabo Verde

segunda-feira, 2 de abril de 2018

Internacional - Barco produz combustível a partir da água do mar

O Energy Observer é equipado também com placas solares



Zarpou nesta quarta-feira (28) do porto de Marselha, na França, o Energy Observer, que se diz o primeiro barco ecologicamente autossustentável do mundo.

Ele partiu em uma viagem de seis anos, período em que passará por 50 países, fazendo escala em 101 portos, com o objetivo de sensibilizar as pessoas para temas como energias renováveis e mobilidade.

A embarcação é capaz de produzir seu próprio hidrogênio de combustível a bordo, a partir da água do mar, sem emitir gases de efeito estufa ou partículas finas. O Energy Observer é equipado também com painéis solares.

O antigo barco de corrida — um catamarã construído em 1983 no Canadá— foi totalmente transformado em uma embarcação do futuro, impulsionado por propulsão elétrica graças à mistura de energias renováveis e ao sistema de produção de hidrogênio sem carbono.

A tripulação é composta por 30 pessoas, comandadas pelo capitão Victorien Erussard e pelo líder da expedição Jérôme Delafosse.

A rota do Energy Observer pode ser acompanhada em tempo real por esta ligação.

O projeto, que é desenvolvido desde 2013, foi patrocinado pela Accor Hotels, Thélem, Delanchy e Engie. In “Folha de São Paulo” - Brasil

sábado, 31 de março de 2018

Portugal – Apresentado autocarro de passageiros 100% elétrico


Mobilidade sustentável

A CaetanoBus desenvolveu o primeiro autocarro 100% elétrico associado ao transporte de passageiros e o operador Arriva, através da sua empresa Transportes Urbanos de Guimarães, inseriu o veículo na Linha Cidade.

Com 35 lugares sentados (12 metros),piso rebaixado para pessoas com mobilidade reduzida e ar condicionado, o autocarro tem autonomia para 150 km. O veículo pesado de passageiros caracteriza-se pela unidade motriz elétrica, sem recurso a qualquer motor auxiliar a combustão, e conjunto de baterias de apoio que permitem a autonomia dos 150 km.

O autocarro representa um investimento de 508 mil euros, comparticipado por fundos comunitários em 200 mil euros.

No dia de apresentação do veículo e da entrada em circulação do mesmo, a 29 de março, Manuel Oliveira, presidente da Arriva Portugal – Norte, comentou que o veículo vai fazer a Linha da Cidade, «a única linha verdadeiramente urbana, porque as outras estendem-se para zonas mais periféricas. Será um percurso com 208 km por dia, um carregamento durante a noite e uma paragem de 45 minutos na hora do almoço, na qual se fará uma recarga que permitirá o resto do dia do serviço».

Manuel Oliveira comentou ainda que «a Arriva tem capacidade e disponibilidade para comprar tantos autocarros quantos sejam possíveis». No entanto, relembrou que «a tecnologia ainda não está num ponto em que uma operação seja flexível o suficiente para não criar constrangimentos e, por outro lado, ainda não está num preço que torne isto inviável do ponto de vista económico».

Quanto a tecnologia, falámos com Jorge Pinto. O CEO da CaetanoBus comentou que já há «muito conhecimento» em torno da construção de um veículo elétrico. Mas este processo levanta alguns desafios ao longo do processo produtivo «porque, por exemplo, os elétricos não se podem pôr a trabalhar ao longo da linha toda, não podem estar ligados. Toda esta parte específica e relacionada com a segurança do carro é que obriga a mudar algumas coisas na nossa linha de montagem». Pequenos constrangimentos que não travam o caminho neste sentido da eletrificação e, por isso, a linha de montagem está em plena laboração. «Até ao final deste ano, esperamos produzir entre 50 a 70 unidades», avançou Jorge Pinto. Unidades que serão entregues a outras cidades.

Super carregador

A operação com este autocarro 100% elétrico é também possível graças ao posto de carregamento rápido desenvolvido pela Efacec. O QBUS é, atualmente, o único equipamento instalado em Portugal com estas características, ou seja, uma potência instalada de 150 kW. O posto de carregamento rápido está instalado na Estação Central de Camionagem e representa um investimento de 37 mil euros, não comparticipados.

Um investimento que a Câmara Municipal de Guimarães não se coíbe de assumir porque o mesmo faz parte do caminho a percorrer para se tornar uma cidade verde. «A mobilidade elétrica é objetivo estratégico da Câmara de Guimarães, sendo o posto de carregamento rápido uma valência e um incentivo a que outros operadores de transporte público disponibilizem no futuro veículos de transporte público de passageiros elétricos e híbridos plug-in, associados a carreiras regulares», estacou Domingos Bragança, presidente da Câmara Municipal de Guimarães. O autarca está também a trabalhar para desenvolver uma rede de carregamento rápido no concelho que poderia ser utilizada pelo transporte público de passageiros, mas também os veículos particulares. Sara Pelicano – Portugal in “Transportes em Revista”

Características do veículo
Chassis: Tipologia low-floor ou low-entry em aço com tratamento superficial e pintura anti-corrosão
Carroçaria: Estrutura leve em alumínio
Peso bruto: 19 toneladas
Comprimento: 11,995 metros
Largura: 2,500 metros
Altura: 3,508 metros
Lotação: 35 lugares sentados
Velocidade máxima: 70 km/h



segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

Cabo Verde - Vai apostar durante a sua presidência no reforço institucional da CPLP e na credibilidade da organização

Cidade da Praia – Cabo Verde vai apostar no reforço institucional e na credibilidade da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), durante a sua presidência nesta organização, em 2018, disse ma passada sexta-feira, na Praia, o Presidente da República, Jorge Carlos Fonseca.

“Tudo deveremos fazer para que no período (2018-2020) haja um reforço institucional e da credibilidade da organização, transformando-a progressiva e decisivamente numa comunidade de povos, num ampla casa da cidadania de língua portuguesa”, sublinhou Jorge Carlos Fonseca, no acto de posse do novo Governo.

Segundo Jorge Carlos Fonseca, Cabo Verde deve privilegiar as pessoas, a cultura e os oceanos durante a sua presidência na CPLP.

O arquipélago assume como prioritária a temática da mobilidade no espaço territorial da CPLP.



















Durante a sua presidência Cabo Verde vai defender a necessidade de se fazer da CPLP uma organização que deverá estar cada vez mais próxima dos cidadãos, uma verdadeira comunidade de povos, que deverá apostar progressivamente na meta da livre circulação de pessoas e bens.

A questão da livre circulação, que há anos tem encontrado entraves para o seu avanço, constará no plano de acção da presidência cabo-verdiana, entre 2018 e 2020, revelou recentemente o ministro dos Negócios Estrangeiros e das Comunidades, Luís Filipe Tavares.

Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste são os países que integram a CPLP. In “Inforpress” – Cabo Verde

Holanda - Bicicleta para terceira idade tem mais estabilidade e ajuste automático

Bicicleta com maior estabilidade

Uma engenheira holandesa conseguiu aumentar a estabilidade de uma bicicleta, além de adicionar recursos que tornam as magrelas mais seguras para pessoas na terceira idade.

Antes de aprimorar o projeto da bicicleta, Vera Bulsink, da Universidade de Twente, precisou aprimorar as simulações computadorizadas usadas para se projetar veículos de duas rodas.



Ela descobriu que os modelos de software atuais para o desenvolvimento de bicicletas consideram o ciclista como uma massa única. Mas as propriedades pessoais do ciclista determinam sua probabilidade de cair. Vera então acrescentou ao programa um modelo realista de contato pneu-estrada e adicionou os movimentos do ciclista de forma independente - o movimento dos braços no guidão, o movimento do tronco superior do corpo e os movimentos do joelho para baixo.

Isso permite projetar bicicletas para públicos diferentes, e o primeiro foco foram os idosos mais velhos, que têm maior probabilidade de perder o equilíbrio e são menos seguros nas manobras.

Tripé e selim automáticos

O novo modelo de simulação resultou em várias sugestões de design para tornar a estrutura da bicicleta mais estável. A combinação de um ângulo mais inclinado para o garfo dianteiro, rodas menores e uma distância entre eixos mais curta tornaram a bicicleta mais estável em baixas velocidades.

Vera idealizou também melhorias com base nas estatísticas, que mostram que a maior parte dos acidentes com bicicletas conduzidas por pessoas mais velhas envolve quedas laterais em baixa velocidade, ou mesmo quando os ciclistas já estão parados, em um sinal de trânsito, por exemplo.

Para resolver esse problema, ela acrescentou um tripé acionado eletricamente, que baixa automaticamente assim que bicicleta começa a parar, e um selim de altura ajustável, que baixa também automaticamente conforme a velocidade diminui, facilitando a colocação dos pés no chão.

O novo projeto da bicicleta ainda não foi licenciado, não havendo prazo definido para sua colocação no mercado. In “Inovação Tecnológica” - Brasil

sábado, 18 de novembro de 2017

Internacional – Carro voador nos céus em 2019

Daqui a dois anos, além de aviões e helicópteros, será possível voar em carros! Não se trata de mera suposição!



A empresa chinesa Geely, proprietária da Volvo, também adquiriu a companhia de automóveis voadores Terrafugia, informa o “The Daily Mail”.

A Terrafugia foi fundada em 2006 por cinco graduados do Instituto Tecnológico de Massachusetts (MIT), EUA. E já em 2012 lançou seu primeiro carro voador chamado de Transition (Transição), que depois foi aprovado em 2016 como "avião de rua legal". Além disso, a empresa estadunidense também possui projetos que poderão se tornar realidade no futuro.

O novo conceito TF-X está em desenvolvimento; possui asas dobráveis equipadas com motores elétricos idênticos em cada extremo. Estes motores permitem que o TF-X se mova de uma posição vertical a uma horizontal. Além disso, será impulsado por motor de 300 cavalos.
                                                                                                                                                  


O TF-X transportará quatro pessoas e será controlado por um ordenador, ou seja, os passageiros precisarão apenas selecionar destino e se deliciar com a viagem. Com velocidade de cruzeiro de 322 km/h, o veículo poderá recargar suas baterias usando motor ou conectando-se a estações de carregamento de carros eléctricos.

O fundador e presidente da Geely, Li Shufu, sublinhou que "se trata de um setor tremendamente emocionante, com a Terrafugia na posição ideal para mudar a mobilidade como a entendemos atualmente e anunciar o desenvolvimento de uma nova indústria ao fazê-lo". In “Sputnik Brasil” - Brasil

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

CPLP – Mobilidade no espaço lusófono adiado por mais dois anos


XI CONFERÊNCIA DE CHEFES DE ESTADO E DE GOVERNO DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA

XXI REUNIÃO ORDINÁRIA DO CONSELHO DE MINISTROS DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA

Brasília, 31 de outubro de 2016

Resolução sobre Mobilidade na CPLP

O Conselho de Ministros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), reunido em Brasília, na sua XXI Reunião Ordinária, no dia 31 de outubro de 2016;

Relembrando que a Declaração Constitutiva consagra como objetivo da CPLP contribuir para o reforço dos laços humanos, a solidariedade e a fraternidade entre todos os Povos que têm a Língua Portuguesa como um dos fundamentos da sua identidade específica, e, nesse sentido, promover medidas que facilitem a circulação dos cidadãos dos Países Membros no espaço da CPLP;

Recordando a Resolução sobre Cidadania e Circulação de Pessoas no Espaço da CPLP, aprovada pela IV Conferência de Chefes de Estado e de Governo da CPLP, em Brasília, a 1 de agosto de 2002;

Considerando que a mobilidade, cada vez mais presente na agenda internacional, coloca novos e mais exigentes desafios, que exigem o reforço da cooperação e da solidariedade internacionais;

Constatando que decisões anteriores sobre o tema, como a Resolução sobre o Acordo de Concessão de Visto de Múltiplas Entradas, aprovado pela IX Conferência de Chefes de Estado e de Governo da CPLP, em Maputo, a 20 de julho de 2012, seguem por cumprir;

Reconhecendo os esforços da Ministerial do Interior e da Administração Interna da CPLP e o mérito da sua decisão de promover uma Reunião Técnica entre funcionários dos Ministérios do Interior e da Administração Interna e dos Ministérios dos Negócios Estrangeiros e Cooperação dos Estados Membros da CPLP (…) com os objetivos de avaliar o estado de implementação dos Acordos sobre mobilidade na CPLP e identificar formas tendentes à sua plena aplicação (…);

 DECIDE:

1.    Instar os setores nacionais competentes ao aumento dos esforços de implementação dos compromissos assumidos nos acordos sobre a mobilidade na CPLP;

2.  Reforçar o mandato atribuído ao Secretariado Executivo para convocar a Reunião Técnica conjunta sobre Mobilidade, com participação de responsáveis pelas questões da Mobilidade nos setores da Administração Interna/Interior, Justiça e Negócios Estrangeiros/ Relações Exteriores dos Estados-Membros. CPLP

Entretanto, António Costa, primeiro-ministro português, afirmou estar convicto que a proposta portuguesa de mobilidade no espaço lusófono irá ser uma realidade quando Portugal assumir o secretariado executivo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, em 2019.

"Tenho a certeza de que daqui a dois anos essa questão estará ultrapassada. Se não estiver, bom, essa será necessariamente a primeira missão do nosso secretário executivo. Mas não creio que essa questão ainda esteja na agenda daqui a dois anos, pelo contrário, já deve estar simplesmente na prática do dia-a-dia dos nossos povos", asseverou António Costa.

A afirmação do primeiro-ministro português aconteceu no final da XI Cimeira da CPLP, em Brasília.

Recorde-se que a proposta portuguesa apresentada na XI Cimeira, consiste na mobilidade no espaço da CPLP através da criação de um modelo de autorizações de residência, associado ao reconhecimento de títulos académicos e qualificações profissionais e à manutenção de direitos sociais como os descontos para os sistemas de pensões. Baía da Lusofonia

terça-feira, 1 de março de 2016

Macau – Instituto Politécnico assinou acordo com Cabo Verde

O Instituto Politécnico de Macau assinou um acordo com a Universidade de Cabo Verde que vai permitir a mobilidade de estudantes. Por outro lado, Lei Heong Iok confirmou o lançamento de uma licenciatura de mandarim como língua estrangeira e revelou que vai defender em Pequim a uniformização do ensino do Português no Continente

Um protocolo científico e pedagógico assinado, na sexta-feira, 26 de Fevereiro de 2016, entre o Instituto Politécnico de Macau (IPM) e a Universidade de Cabo Verde vai permitir a mobilidade de alunos. Assim, o IPM vai disponibilizar para alunos cabo-verdianos cinco vagas na licenciatura em língua chinesa para estrangeiros e mais 15 no curso de gestão do jogo.

Por outro lado, na qualidade de delegado da Conferência Consultiva Política do Povo Chinês, Lei Heong Iok revelou que vai pedir ao Ministério da Educação da China para promover a padronização do ensino da língua portuguesa em todas as universidades do Continente Chinês. O presidente do IPM alertou que a falta de experiência dos docentes contribui para que a aprendizagem seja pouco satisfatória.

Para contrariar esse cenário, Lei Heong Iok pretende que seja criada uma subcomissão para planificar, dirigir e avaliar a educação da língua portuguesa no Continente chinês.

Confirmado novo curso para bilingues

Durante mais um “Dia Aberto”, o IPM recebeu no sábado estudantes de escolas secundárias locais que ficaram a conhecer a oferta curricular. Na ocasião, Lei Heong Iok confirmou que a licenciatura de mandarim como língua estrangeira vai estar pronta a funcionar em Setembro, e poderá ter 20 alunos. “É um curso ‘tailor made’ para os estudantes de língua materna portuguesa”, garantiu Lei Heong Iok ao Canal Macau.

O programa curricular do curso será publicado em Boletim Oficial no prazo de uma a duas semanas, disse o mesmo responsável, acrescentando que, com as novas instalações na Taipa, o IPM planeia aumentar o número de vagas nas cinco escolas.

Durante o discurso, Lei Heong Iok frisou que a instituição vai continuar a “enfrentar o mundo e a procurar a excelência”, para formar talentos qualificados. Além disso, o IPM vai continuar a atribuir igual importância ao ensino e à investigação, promovendo a permuta e cooperação com outras instituições académicas, garantiu Lei Heong Iok. In “Jornal Tribuna de Macau” - Macau

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Mobilidade V

Moto elétrica alia agilidade do veículo individual com conforto do carro.

Os amantes das motocicletas costumam optar por elas, entre outros motivos, por causa da agilidade que elas proporcionam no trânsito. Por outro lado, muitos não dispensam a comodidade dos carros de passeio. Para tentar agradar a todos os lados, a startup norte-americana Lit Motors vai colocar no mercado a C1, uma moto 100% elétrica que pode ser utilizada como um automóvel.

O modelo, que atinge velocidade máxima de 200km/h, tem mobilidade suficiente para ganhar terreno no trânsito agitado das grandes cidades, além de fazer o ocupante se sentir confortável e mais protegido (contra acidentes e chuvas, por exemplo).

Dotada de um par de giroscópios controlados eletronicamente sob o piso, que uma vez ligados mantêm a moto em pé mesmo quando ela está parada, a Lit C-1 ainda é capaz de andar em marcha à ré. Ela também possui cintos de segurança, airbags múltiplos e um chassis de aço reforçado, além de controle de temperatura e sistema de som.

A bateria de 8 kWh da moto elétrica lhe confere uma autonomia de mais de 350 km, segundo a marca.

Situada em São Francisco, na Califórnia, a empresa vai colocar as primeiras mil unidades no mercado norte-americano ainda em 2014. O modelo custará US$ 24 mil.

Para saber mais sobre estas motocicletas, aceda aqui ao sítio do Eco Desenvolvimento. Eco Desenvolvimento - Brasil

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Mobilidade IV

Prático

Ele não parece nenhum primor de design e, se tem propostas técnicas revolucionárias, elas não estão evidentes.

Mas esta nova motoneta elétrica é o culminar de esforços de uma equipe multidisciplinar do poderoso Instituto Fraunhofer, da Alemanha.

O projeto foi apresentado como uma solução para a mobilidade urbana, ele se chama Electromobile City Scooter, algo como motoneta elétrica urbana.

[Imagem: Fraunhofer]

 Daniel Borrmann, responsável pela equipe, afirmou que o grande diferencial da proposta é o fato de ser um triciclo, destacando que a grande preocupação é produzir um veículo que seja prático e pronto para uma adoção em larga escala.

"Apesar de os scooters elétricos oferecerem muitas vantagens, muitos motoristas não podem ou não querem fazer a troca [de um carro por uma moto] para ir à cidade. Eles simplesmente não têm a experiência de viajar em duas rodas," disse ele.

Molas de ar

Para manter a agilidade das motos, mas sem o risco de cair, o que é típico dos triciclos, os engenheiros projetaram um chassi especial, com uma suspensão que eleva as rodas traseiras de forma independente.

Molas de ar garantem uma inclinação das rodas que não tira a agilidade mesmo em curvas repentinas.

O trabalho ainda não está pronto, e o visual poderá mudar bastante sobre o mesmo chassi.

[Imagem: Fraunhofer]

"Nós demonstramos que a nossa ideia funciona em uma motoneta real. No próximo passo, nós queremos tornar o veículo ainda mais confortável. Por exemplo, por meio de sistemas para andar sem capacete, para proteger o piloto do clima e para o armazenamento de bagagem," disse Borrmann. In “Inovação Tecnológica” - Brasil

sábado, 24 de agosto de 2013

Mobilidade III

 
Coreia do Sul
 
Carro elétrico dobrável é inspirado no tatu-bola


 

Um controle remoto acionado por celular permite manobrar o Tatu à distância, incluindo fazê-lo girar 360 graus. [Imagem: KAIST]

 
 
Carro dobrável
 
Conforme as cidades crescem, o espaço à disposição dos cidadãos parece diminuir na mesma proporção.
 
Grande parte do problema é causada pelos carros, que exigem grandes espaços para trafegar e, mais ainda, para ficarem parados.
 
Uma solução para esses momentos de estacionamento acaba de ser proposta por engenheiros do Instituto de Ciências e Tecnologias Avançadas da Coreia do Sul.
 
O Armadillo-T é um minicarro elétrico dobrável.
 
O nome e a inspiração vieram do tatu, mais especificamente do tatu-bola, que tem a característica de se enrolar para se proteger de predadores - a mascote da Copa do Mundo de 2014 é um tatu-bola-da-caatinga.
 
O carro não consegue exatamente se enrolar - na verdade, ele encolhe agindo exatamente ao contrário do que faz o tatu-bola, erguendo sua parte traseira, que avança sobre a dianteira.
 
Fica estranho, mas o tamanho original do minicarro, que tem 2,8 metros de comprimento, reduz-se para 1,65 metro.
 
Carro com controlo remoto
 
Não se preocupe em ficar preso dentro do carro dobrado. Um controle remoto acionado por celular permite manobrar o Tatu à distância, incluindo fazê-lo girar 360 graus.
 
Assim, o usuário não precisa ser bom de manobras: é só descer do carro, dobrá-lo e ver se ele cabe no espaço disponível, tudo manipulando a tela do celular.
 
Quando desdobrado e em movimento, o Armadillo-T é um carro elétrico verdadeiramente 4x4, com quatro motores, um dentro de cada roda, acionados por um conjunto de baterias de íons de lítio de 13,6 kWh.


 

Dobrado, o carro-tatu-bola passa de seus 2,8 metros originais para 1,65, cabendo em qualquer canto. [Imagem: KAIST]
 


 
A colocação dos motores nas rodas é uma opção tecnicamente muito eficiente, além de facilitar a "dobradura" do carro-tatu.
 
Com 450 kg vazio, o Armadillo-T pode levar duas pessoas e atingir uma velocidade máxima de 60 km/h. Uma carga completa das baterias dá uma autonomia de 100 km. in “Inovação Tecnológica” – Brasil


sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Mobilidade II

Brasil

Triciclo elétrico portátil é solução para mobilidade urbana

Mobilidade urbana

O triciclo foi projetado para atingir a velocidade máxima de 20 quilômetros por hora (km/h) e transportar até 100 quilogramas (kg), incluindo usuário e bagagem. [Imagem: Poli/USP]
Alunos da Escola Politécnica da USP (Poli) e de mais três universidades estrangeiras ganharam quatro prêmios internacionais ao desenvolverem um triciclo elétrico para mobilidade urbana.

O grande diferencial do triciclo, batizado de Cubo, é que ele deverá ser portátil.

O objetivo é otimizar o tempo dos usuários de transporte público de grandes cidades: a pessoa utiliza o triciclo para percorrer o trajeto de casa até o ponto/estação de ônibus, metrô ou trem, dobra o dispositivo e o carrega consigo, e volta a utilizá-lo do ponto/estação até o trabalho.

O projeto faz parte do Global Vehicle Development Project 2013, competição mundial promovida pela General Motors.

Os requisitos do projeto foram definidos a partir da realidade da cidade de São Paulo.

"Estudamos o relevo da cidade, a inclinação que o dispositivo tem de subir, a legislação que limita a velocidade em calçadas, entre outros aspectos. Na pesquisa de mercado, levantamos que boa parte dos paulistanos gasta cerca de 15 minutos caminhando para chegar à estação de transporte público mais próxima", diz Lucas Ludovico, um dos membros da equipe.

Triciclo elétrico portátil

O triciclo foi projetado para atingir a velocidade máxima de 20 quilômetros por hora (km/h) e transportar até 100 quilogramas (kg), incluindo usuário e bagagem.

Ele pesará em torno de 17 kg, incluindo a bateria - a bateria tem uma autonomia prevista de 20 km, podendo ser recarregada enquanto o usuário está no trabalho, ou durante a noite.

Para ser portátil, as medidas tiveram que ser modestas: 49,78 centímetros (cm) de comprimento por 56,77 cm de largura e 92,18 cm de altura. Quando dobrado ele é ainda menor: 49,78 cm x 20,83 cm x 62,48 cm.

Dobrado, o Cubo parece uma mala de viagem, com alça e rodas para facilitar seu transporte.

Mão na graxa

O projeto foi apresentado no Fórum PACE - Partners for the Advancement of Collaborative Engineering Education, em Pasadena, Califórnia, EUA.

O Cubo se destacou em várias categorias: 1º lugar na categoria Pesquisa de Mercado, 1º lugar em Design, 2º lugar em Engenharia do Produto e 2º lugar em Manufatura.

A competição tem duas fases: a primeira terminou agora, em julho, quando os times apresentaram o protótipo não funcional (maquete em tamanho real), destacando o conceito de design.

O grande diferencial do triciclo Cubo é que será portátil. [Imagem: Poli/USP
Nos próximos 12 meses, eles terão de trabalhar no projeto de engenharia e construir o protótipo funcional (o veículo pronto para ser usado), que deverá ser apresentado no Fórum Pace de 2014, em Turim, na Itália.

Os alunos da Poli desenvolveram o triciclo Cubo em parceria com estudantes de engenharia da Universidade do Estado do Novo México (EUA), Universidade Jilin (China), Instituto Politécnico Nacional (México), além da Escola Superior de Projetos e Arte (EUA).

A Poli foi escolhida a sede da equipe, ou seja, além de sede do grupo, será o local onde será construído e testado o protótipo funcional do Cubo, com a colaboração das demais universidades da equipe. In “Inovação Tecnológica” - Brasil

Mobilidade I

Moçambique

Parabéns CDN

O CDN - Corredor de Desenvolvimento de Norte brindou aos utentes esta terça-feira com as locomotivas e carruagens recondicionadas no percurso Nampula/Nacala, que se esperava passa muito tempo.

Ao avaliar pelo estado de comodidade das carruagens é motivo para dizer que a firma está a dignificar aos seus utentes. Falado de outra maneira e a português moçambicano o CDN já fez a sua parte, falta agora o passageiro também fazer a parte dele.

No interior das carruagens está bonito e tudo quase novinho a cheirar ainda a tinta da fábrica, mas falta saber como o utente vai encarar isso? Será que as galinhas, mandioca, feijão, cebola, cabritos também vão viajar na mesma carruagem com pessoas? Esta e outras perguntas pairam no ar, quanto ao desfrutar desta comodidade “oferecida” pela companhia transportadora.

Escusado é dizer ao utente para colaborar e saber valorizar o investimento realizado para tornar realidade o que hoje está a ser usufruído.

Os utentes têm a obrigação também de conservarem bem os meios à sua disposição como forma de capitalizar o investimento feito, por um lado, e durar muito tempo, por outro.

O CDN não nos delegou competências, mas arriscamo-nos a apelar ao bom censo para que todos, mas todos mesmo sejam vigilantes para que não permitam que se estraguem as carruagens ora inauguradas esta terça-feira.

Quanto ao CDN para além de parabeniza-lo achamos ser oportuno educar aos utentes, que são de diferentes estratos sociais a saberem usar o “novo luxo”. É verdade que a mudança comportamental de um indivíduo leva um processo, mas nunca é de mais tentar fazer isso, também para o vosso bem.

Esperemos ainda ver mais meios circulantes até ao final do ano, segundo a promessa feita esta terça-feira na inauguração da modernização da frota do CDN proporcionando melhorias do serviço de transporte de passageiros. In “O Nacalense” - Moçambique