Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)
Mostrar mensagens com a etiqueta Português Mais Perto. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Português Mais Perto. Mostrar todas as mensagens

sábado, 3 de outubro de 2020

África do Sul - Instituto Camões ofereceu computadores portáteis e máscaras a alunos de português em Joanesburgo

 


A entrega de 25 computadores portáteis com licenças da plataforma de ensino digital ‘Português mais Perto’ decorreu a 25 de setembro na Protea Glen Secondary School no Soweto, em Joanesburgo.

Os computadores portáteis foram oferecidos pelo Camões – Instituto da Cooperação e da Língua aos melhores alunos de Português daquela escola da África do Sul e entregues numa cerimónia com a participação da Ministra do Ensino Básico e Secundário sul-africana, Angie Motshekga, e do Embaixador de Portugal em Pretória, Manuel Carvalho.

Foram ainda entregues 1000 máscaras com a bandeira portuguesa ao Departamento do Ensino Básico e Secundário, informou o Camões, numa nota, onde refere ainda que outras 1000 máscaras idênticas serão entregues em breve ao Departamento do Ensino da Província do Gauteng.

“O gesto foi condignamente apreciado pela Ministra, pela Direção da Escola e pelos alunos, tratando-se de um momento particularmente significativo devido ao reconhecimento pelas Autoridades sul-africanas da importância estratégica da língua portuguesa, especialmente na sub-região da África austral”, refere o Instituto Camões na mesma nota.

No decorrer da entrega dos computadores portáteis, a Ministra Angie Motshekga “recomendou aos alunos que perseverassem na aprendizagem do Português, para além das línguas oficiais sul-africanas, por ser um importante idioma adicional para os sul-africanos”, sublinha a nota do Camões.

A governante valorizou ainda a existência de importantes comunidades luso-falantes na África do Sul. Ana Pinto – Portugal in “Mundo Português”

sexta-feira, 29 de março de 2019

Lusofonia - 'Português Mais Perto' já tem 600 utilizadores em todo o mundo

A plataforma online desenvolvida pelo Instituto Camões e pela Porto Editora para o ensino de português online chegou aos 600 utilizadores no segundo ano de funcionamento



O universo de utilizadores da plataforma "Português Mais Perto", que foi lançada no ano letivo 2017/2018, «é positivo e tem crescido», considerou o presidente do Instituto, Luís Faro Ramos, explicando que há pessoas a aprender português de forma remota nos cinco continentes.

«É uma plataforma online que pode ser usada com ou sem tutor», descreveu o responsável, acrescentando que esta permite aceder ao currículo que é dado em Portugal até ao 12.º ano.

O objetivo é dar a possibilidade de estudar «em sítios onde não há escolas que ensinem a nossa língua», havendo a possibilidade de escolher Português como língua estrangeira e Português como língua de herança.

O Camões pretende agora intensificar a divulgação da plataforma, cujo lançamento inicial foi feito através de projetos pilotos em escolas dos Estados Unidos e do Canadá, que receberam as licenças de forma gratuita.

No corrente ano letivo, o Instituto alargou as experiências a escolas na África do Sul, Austrália e Venezuela, e registou um crescimento dos utilizadores individuais ou grupos, que pagam licenças entre 40 e 90 euros conforme solicitem ou não um tutor.

«É importante que as pessoas saibam que existe a plataforma Português Mais Perto», frisou Luís Faro Ramos, considerando que a licença anual «não é cara».

Esse trabalho vai passar pelo novo coordenador adjunto de ensino de português na Califórnia, Duarte Pinheiro, que acaba de entrar em funções e irá coordenar a divulgação com as associações, professores e escolas.

O início da representação institucional direta do Camões na Califórnia deverá dar um impulso às atividades de promoção da língua, num Estado onde há «um potencial de crescimento».

Os protocolos estabelecidos entre o Instituto e universidades na Califórnia registam neste momento 370 alunos de português no ensino superior. In “Mundo Português” - Portugal

sábado, 16 de fevereiro de 2019

Lusofonia - Plataforma “Português Mais Perto” chega a 31 países e aos cinco continentes



A plataforma "Português Mais Perto", ferramenta digital de ensino à distância, estendeu-se a 31 países no ano letivo de 2017/2018, repartidos pelos cinco continentes, com a frequência de 575 alunos portugueses ou lusodescendentes, segundo dados do instituto Camões.

O número de países do Português Mais Perto, plataforma desenvolvida pelo Camões – Instituto de Cooperação e da Língua e pela Porto Editora apresentada há dois anos, aumentou de 26 no ano letivo de 2017/18, também em todos os continentes, para mais de três dezenas em 2018/19.

Segundo o presidente do instituto Camões, “o projeto será aplicado em mais três países – a África do Sul, a Austrália e a Venezuela – num âmbito de estratégia de diversificação que está a ser colocada em prática, permitindo o acesso dos alunos a conteúdos de qualidade em áreas não abrangidas pela rede” de ensino de português.

No caso da Austrália, Luís Faro Ramos esclareceu que, “perante um número relativamente baixo de estudantes de português, o esforço é direcionado para estimular essa aprendizagem de forma gratuita, em estabelecimentos selecionados pela coordenação do ensino do português”.

A gratuitidade do ensino Português Mais Perto aplica-se igualmente na África do Sul e Venezuela neste ano letivo, ao contrário do Canadá (Otava, Montreal e Toronto) e dos Estados Unidos (Califórnia, Massachusetts, Connecticut, Nova Iorque e Nova Jérsia), onde “o nível de vida médio permite, em geral, que os utentes utilizem a plataforma pagando”.

O alargamento da rede do Instituto Camões na plataforma Português Mais Perto sucede-se ao projeto-piloto de utilização da ferramenta multimédia no Canadá e nos Estados Unidos, com 11 escolas, 33 professores e 486 alunos no ano letivo de 2017/18 com “o intuito de se familiarizar os possíveis utilizadores com a plataforma”.

“Um dos principais resultados deste projeto-piloto é a intenção já manifestada pelo Conselho Consultivo Consular do consulado-geral de Portugal em São Francisco de alargamento de utilização da plataforma a todas as escolas comunitárias e do ensino oficial onde se aprende português”, explicou Luís Faro Ramos.

Há 535 inscrições, individuais e institucionais

No ano letivo de 2017/18, com um universo de 33 professores, 575 alunos inscreveram-se na ferramenta Português Mais Perto, “de particular relevância nos países onde não há rede oficial do instituto Camões, uma vez que surge como recurso complementar de utilização em sala de aula, com tutores/professores locais”.

Em África, os alunos inscritos estavam radicados em Moçambique, Reunião (departamento ultramarino francês no Oceano Índico) e África do Sul.

Alemanha, Bélgica, Dinamarca, Espanha, França, Itália, Jérsia, Luxemburgo, Noruega, Holanda, Polónia, Reino Unido, Roménia, Rússia, Sérvia e Suíça, além de Portugal, foram os países europeus com inscritos na plataforma virtual, com oferta no 1.º ciclo (1.º ao 4.º ano), no 2.º ciclo (5.º e 6.º), no 3.º ciclo (7.º ao 9.º) e secundário (10.º ao 12.º).

O recurso multimédia teve em 2017/18 inscritos no Brunei, China, Emirados Árabes Unidos, Macau, Turquia e Vietname. No continente americano, além de alunos do Canadá e Estados Unidos, registaram-se também inscrições no Uruguai e Bermudas.

Neste ano letivo de 2018/19, “existem atualmente 535 inscrições, individuais e institucionais”, com “a maioria dos utilizadores a frequentar cursos de português língua de herança (523)”, destinado para alunos que sempre frequentaram a escola no estrangeiro, com um registo residual a pertencer ao português língua materna, para os que estiveram em escolas em Portugal e têm no horizonte voltar ao sistema de ensino português.

Venezuela (150 alunos), África do Sul e Estados Unidos (125) são os países que, até ao presente, têm mais alunos inscritos na plataforma virtual. Austrália (Camberra, Melbourne e Nova Gales do Sul) e Canadá (Edmonton e Montreal) apresentam 50 inscritos cada. Do total de inscrições neste ano letivo – 535 -, 35 referem-se a registos individuais de setembro a dezembro do ano passado, dos quais 30 sem tutor. In “Mundo Português” - Portugal