Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)
Mostrar mensagens com a etiqueta Marionetas. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Marionetas. Mostrar todas as mensagens

domingo, 6 de março de 2022

Portugal - Abertas as candidaturas ao Prémio Nacional de Artes do Espectáculo Maria João Fontainhas


As inscrições para o Prémio Nacional de Artes Cênicas Maria João Fontainhas, criado pela Câmara Municipal de Sintra em parceria com o Chão de Oliva, estão abertas até 30 de junho.

Este prémio destina-se a premiar um projeto de artes performativas, no âmbito do teatro, dança, marionetas, música ou transversal a estas áreas.

Os projetos a serem submetidos devem ser inéditos, redigidos em português, podendo ser individuais ou em coautoria. Os textos podem ser dramáticos ou guiões e, neste último caso, devem conter todos os elementos que os candidatos considerem necessários para a sua edição, tendo em conta a viabilidade de produção do espetáculo.

Os originais a concurso devem ter em conta a duração do espetáculo, que não pode ser inferior a uma hora nem superior a uma hora e meia. O número de intérpretes necessários para a sua implementação não deve exceder três.

O prémio tem um valor monetário de 5000€ e consiste na divulgação e montagem da peça vencedora. A montagem da obra premiada será realizada pela Chão de Oliva, no prazo de dois anos, a contar da data decidida pelo júri do concurso.

O Prémio Nacional de Artes Cênicas Maria João Fontainhas é uma bienal e visa homenagear a atriz Maria João Fontainhas, natural de Sintra, pelo seu empenho na área da cultura e expressão dramática e como líder destacada desta companhia de teatro.

A sua realização visa promover e prestigiar as artes performativas em Portugal, contribuir para a renovação e emergência de novos criadores, e ainda promover Sintra como local de cultura.

Para qualquer pedido de esclarecimento adicional, pode contactar o Departamento de Turismo e Cultura do concelho de Sintra, através do telefone 21 923 61 07/02 ou email.

Consulte o regulamento aqui. In “Inews” - Portugal


 

sexta-feira, 12 de novembro de 2021

Macau - O 7.º Encontro das Marionetas de Elisa Vilaça: A celebração de uma década de pedagogia a brincar

No domingo celebra-se a aprendizagem através dos bonecos na exposição e nos espectáculos do 7.º Encontro das Marionetas da Casa de Portugal. A magia e pedagogia do mundo das marionetas, desenvolvidas em Macau pela professora Elisa Vilaça, vão estar expostas através de uma cenografia de seis diferentes histórias


A Casa de Portugal realiza, no domingo, a inauguração o 7.º Encontro de Marionetas e vai apresentar, de domingo até ao dia 28 deste mês, diversas actividades e espectáculos, tais como uma exposição onde 50 marionetas artesanais estarão expostas em diferentes cenários. No último dia, realizam-se dois espectáculos diferentes de encerramento.

Elisa Vilaça, formada em Ciências da Educação e professora primária, está no epicentro do mundo das marionetas em Macau e, ao Ponto Final, explicou que este ano o evento vai ser constituído por três momentos. Na inauguração da exposição estarão patentes 50 marionetas de variados géneros, todas elas construídas por Elisa Vilaça durante os dez anos em que trabalhou na Casa de Portugal.

“Há 10 anos que estou aqui a trabalhar e durante este período foram realizadas algumas paradas e teatros de marionetas, e todos os bonecos que foram feitos por mim estão agora aqui expostos”, refere, acrescentando: “Como o evento pretende ter também uma vertente bastante pedagógica, é na Residência Consular que a exposição vai estar patente, e é constituída por diferentes tipos de bonecos, com várias técnicas de manipulação, de fios, de varas, de manipulação directa, etc.”.

A vertente pedagógica, explica a professora, reflecte-se nas histórias contadas através das marionetas, que servem, em grande parte, de veículo para a transmissão de mensagens e de formação. “Na exposição, podemos encontrar, por exemplo, uma história que é contada só com sapatos, ou outra que é feita apenas com materiais reciclados, aliás, toda a cenografia é feita com caixas de madeira aproveitadas”, assinala.

O conteúdo da exposição, que gira em torno da cenografia de seis diferentes histórias, são um recordar das marionetas e histórias que já foram apresentadas nos encontros dos outros anos e também, no Instituto Cultural, dentro do Festival de Artes. A primeira história é a do “Capuchinho Vermelho”, há também o cenário de “Encantos”, a do “Circo”, a do “Sonho”, a do “Gato Que Ensinou a Gaivota a Voar”, a o “Arraial” e depois “há também umas outras figuras já mais num contexto literário”, refere.

As histórias representadas umas são criadas pela própria professora e outras são histórias infantis populares. “O ‘Encanto’, o ‘Sonho’ e o ‘Arraial’ são as histórias criadas por mim, mas o ‘Arraial’ é muito baseado nos nossos reflexos portugueses, feito dentro de uma barraca, à imagem das nossas”, reflecte.

Todas as marionetas representadas na exposição foram feitas por Elisa Vilaça. “Este ano representa os dez anos que eu estou a trabalhar na Casa de Portugal, o que eu produzi a nível de espectáculos esta aqui tudo concentrado”, explica.

Elisa Vilaça confessa que mais que fazer o espectáculo, o importante é criar bonecos que a própria possa explorar nas várias vertentes com as crianças nas escolas. “É fundamental”, assinala, completando: “Eu digo sempre que a marioneta é um objecto utilizado numa leitura transversal. Seja a criança que for, do país em que vive, da religião que tem, do seu contexto sociocultural, socioeconómico, a reacção das crianças perante os bonecos e os espectáculos é toda a mesma”, nota.

Os dois espectáculos de marionetas, serão ambos no dia 28, nomeadamente, “Era Uma Vez”, de Elisa Vilaça, com a manipulação da própria e também de José Nyogeri e Sérgio Feiteira, que conta uma história sem linguagem além da musical. “É uma história baseada principalmente na forma como as pessoas comunicam nas diferentes culturas, seja o país que for, todo ele tem o contexto cultural muito próprio, com as suas tradições, e essas tradições vão passando graves de uma história que é contada dentro de uma barraca”, explica. Este espectáculo de duração de meia hora, será seguido de “O Jardineiro”, de Sérgio Rolo, manipulado pelo próprio, que conta a história de um jardineiro e do seu jardim ambulante. Joana Chantre – Macau in “Ponto Final”


segunda-feira, 1 de junho de 2020

Macau - Dia da criança com música no Consulado-Geral de Portugal

Um concerto de música infantil foi a forma que a Casa de Portugal encontrou para assinalar o Dia Mundial da Criança. O jardim do Consulado-Geral de Portugal foi o palco do evento que superou as expectativas da organização e que, apesar do controlo de temperatura à entrada, não reflectia a actual situação pandémica

A Casa de Portugal assinalou o Dia Mundial da Criança no jardim do Consulado-Geral de Portugal. O evento incluiu um concerto da banda da associação, após um espectáculo de marionetas e animadores infantis.

Diana Soeiro, coordenadora da Casa de Portugal, salientou à Tribuna de Macau que a adesão “foi muito para lá das expectativas” da organização.

“Achámos que era uma data importante a assinalar porque a Casa de Portugal tem muitas actividades para as crianças. Portanto, fez todo o sentido, foi o momento certo” para recomeçar as actividades, canceladas e adiadas desde Janeiro, disse.

As escadas do Consulado serviram de bancada para crianças e cuidadores assistirem ao concerto que contou com convidados especiais.

“Apostámos na música porque é uma área forte da Casa de Portugal. Seria a actividade indicada para as crianças porque temos muitos discos de crianças, e este concerto representa um bocadinho cada um deles. Depois, a ideia também foi convidar os nossos alunos a participarem neste concerto”, explicou Diana Soeiro, apontando ainda o espectáculo de marionetas como uma das grandes apostas da associação.

Apesar da pandemia ter levado ao cancelamento de vários eventos no território, poucos participantes, entre crianças e adultos, usavam máscara cirúrgica. No 53º dia consecutivo sem novos casos em Macau, e também na véspera da reabertura das aulas para os alunos do 1º ao 3º ano, as famílias mostraram-se descontraídas durante o convívio.

Segundo Diana Soeiro, a organização optou “por um evento ao ar livre” por achar que “não havia condições de fazer num auditório”. Tentaram “colocar as almofadas de forma a respeitar a distância de segurança que é recomendada”, porém a mesma responsável admite ser “difícil” num evento deste tipo, assegurando apenas a medição de febre à entrada.

“É a primeira vez que estamos a fazer um concerto no jardim do Consulado, exactamente por ser um espaço amplo em que as pessoas pudessem estar dispersas, e também isto é um bocadinho a celebração do regresso à normalidade”, acrescentou.

Além do apoio institucional do Consulado, o concerto contou com o patrocínio da Fundação Macau.

Pela primeira vez a apresentação do evento foi bilingue (Português-Chinês), em resposta à crescente adesão dos falantes de Chinês às actividades infantis dinamizadas pela associação.

Prendas e concurso de fotografia

A fim de garantir a saúde e segurança das crianças dada a situação pandémica actual, a Comissão Organizadora do Dia Mundial da Criança – composta pelo Instituto de Acção Social (IAS), Direcção dos Serviços de Educação e Juventude, Direcção dos Serviços de Assuntos de Justiça, Instituto para os Assuntos Municipais e Instituto do Desporto – não realizará as actividades comemorativas habituais. O IAS apontou que, ainda assim, organizará, em colaboração com a Associação Fotográfica de Macau, um concurso fotográfico respeitante à Convenção sobre os Direitos das Crianças cujas obras podem ser entregues a partir de hoje. Além disso, o pessoal médico e de enfermagem do Centro Hospitalar Conde de São Januário e do Hospital Kiang Wu distribuirá prendas às crianças internadas. Sofia Rebelo – Macau in “Jornal Tribuna de Macau”

terça-feira, 5 de novembro de 2019

Portugal - Companhia de Alcobaça leva teatro de marionetas a São Tomé e Príncipe e Angola

A companhia S.A. Marionetas de Alcobaça vai levar a São Tomé e Príncipe duas das suas produções mais premiadas internacionalmente, numa viagem que inclui ainda passagem por Angola, onde vai apresentar um espetáculo.

Na deslocação promovida pelo Camões – Centro Cultural Português de São Tomé e Príncipe e pelo Arte Institute, este mês, a S.A. Marionetas apresenta o espetáculo “etc…”, que será encenado no Príncipe e na cidade de São Tomé.

Em Angola, na cidade de Luanda, será apresentado no dia 17 de novembro, na Escola Portuguesa o espetáculo “Teatro Dom Roberto”.

Entre as apresentações daquelas que são “as produções mais premiadas internacionalmente”, a companhia divulgou hoje que irá coordenar uma formação em construção e manipulação de marionetas, que terá lugar no Centro Cultural Português de São Tomé e Príncipe.

“etc…”, um espetáculo sem palavras, é, de acordo com a companhia, “feito de pequenas histórias de um lugar onde os seus habitantes vivem as mais variadas peripécias”.

A inocência das ações “resulta em momentos hilariantes de humor vividos pelas personagens esculpidas em esponja” num espetáculo em que “os sons e os movimentos substituem as palavras” e as marionetas cativam o público “com a sua simplicidade”, pode ler-se numa nota à imprensa.

A peça é um original com encenação de José Gil, Natacha Costa Pereira e Sofia Vinagre, já premiada em países como Polónia, China, Tailândia, Cazaquistão e Roménia.

Na tentativa de “não deixar desaparecer o Teatro de Robertos enquanto herança cultural portuguesa”, a companhia de Alcobaça tem marcado presença em vários países, trazendo para Alcobaça diversos prémios.

A S. A. Marionetas – Teatro e Bonecos é uma companhia profissional radicada em Alcobaça, que desde 1979 produz originais em português, promovendo e divulgando o Teatro de Marionetas. In “Mundo Português” - Portugal