Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)
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segunda-feira, 22 de março de 2021

CPLP - Promove debate sobre “Conversas Comandar no Mar” em parceira com as Edições Revista de Marinha

Cidade da Praia – A Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), em parceira com as Edições Revista de Marinha, promove terça-feira, 23, e uma videoconferência sobre a temática “Conversas Comandar no Mar”.

O evento, segundo documento divulgado pela CPLP, é promovido pelo Centro de Análise Estratégica da CPLP (CAE/CPLP), no âmbito dos objectivos da Estratégia da CPLP para o Oceano, nomeadamente da partilha de informação e conhecimento sobre o «Mar da CPLP», tendo em conta a diversidade de realidades existentes entre os diferentes estados-membros e os seus espaços oceânicos.

A videoconferência inspira-se na obra “Comandar no Mar”, publicada em 2017, pelas Edições Revista de Marinha, que reúne testemunhos de antigos comandantes de navios de guerra e de navios da marinha mercante, homens e mulheres, militares e civis, unidos pela experiência única de “Comandar no Mar”.

Aprazado para as 11:00 de Lisboa, menos uma hora em Cabo Verde, a cerimónia de abertura será presidida pelo secretário executivo da CPLP, Francisco Ribeiro Teles, e pelo director do CAE/CPLP, Evandro Camelo. In “Inforpress” – Cabo Verde

 

sábado, 13 de fevereiro de 2021

CPLP e parceiros promovem debate sobre o Estado de Direito através da educação


Cidade da Praia – A Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) coorganiza, em parceria com a Unesco e o UNODC, no dia 18, um debate online sobre o tema “Fortalecer o Estado de Direito através da Educação: Da teoria à prática”.

O evento, segundo o documento divulgado pela CPLP, celebra o lançamento das publicações da Unesco e UNODC em língua portuguesa, com os títulos “Fortalecimento do Estado de Direito por Meio da Educação: Um Guia para os Formuladores de Políticas” e “Capacitar Estudantes para Sociedades Justas: Um Guia para Professores da Educação Secundária”.

O encontro que reúne autoridades governamentais, decisores políticos dos sectores da educação e da justiça, e entidades de diferentes países da CPLP, vai permitir uma reflexão sobre os desafios, as tendências e as oportunidades de promover os princípios do Estado de direito através da educação.

A abertura do evento a decorrer em videoconferência será feita pelo secretário Executivo da CPLP, o coordenador Global do Programa Global para a Implementação da Declaração de Doha do UNODC, a representação da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) no Brasil e da Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC), também residente no Brasil.

O encontro terá interpretação em Língua Gestual Libras e transmissão em directo no canal de Youtube da CPLP. In “Inforpress” – Cabo Verde


 

quinta-feira, 5 de março de 2020

Macau - Alunos da Escola Portuguesa de Macau com aulas por videoconferência


Os estudantes da Escola Portuguesa de Macau que frequentam entre o 5º e o 12º anos de escolaridade vão ter aulas por videoconferência a todas as disciplinas



A partir de segunda-feira da próxima semana, os alunos do 5º ao 12º ano na Escola Portuguesa de Macau (EPM) vão passar a ter aulas por videoconferência a todas as disciplinas que fazem parte do currículo. A notícia foi avançada pela Rádio Macau que refere que a decisão comunicada pela direcção foi tomada depois de ouvido o Conselho de Coordenadores.

Apesar da suspensão das actividades lectivas, mantém-se a avaliação final do segundo período, isto é, serão dadas notas tanto aos alunos do ensino básico como aos do ensino secundário, de acordo com o critério utilizado também na avaliação contínua. Além disso, manter-se-á o calendário definido para a interrupção lectiva da páscoa.

A direcção da EPM anunciou ainda os planos definidos para depois de ser autorizada a reabertura das escolas e, mais concretamente, para os estudantes que estão em ano de prestar provas.

Os alunos que frequentam o 9º, 11º e 12º anos de escolaridade vão ver as aulas das disciplinas a que tenham de prestar provas finais e exames nacionais prolongados até 12 de Junho. Além disso, estão também previstas aulas suplementares a essas disciplinas ao Sábado de manhã.

Ao mesmo tempo, os apoios de Português e Matemática do 9º ano vão passar a funcionar como aulas curriculares de frequência obrigatória por todos os estudantes.

Já as actividades previstas no plano anual para o 3º período vão ser canceladas. No primeiro ciclo mantém-se a actual forma de procedimento. In “Jornal Tribuna de Macau” - Macau

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2020

Macau – Instituto Português do Oriente aposta no ensino à distância como resposta à epidemia

O Instituto Português do Oriente está a apostar no ensino por videoconferência devido às medidas implementadas pelo Governo por causa do novo coronavírus. São 800 os alunos afectados, mas Joaquim Coelho Ramos diz que o maior problema se prende com o ensino do português para fins específicos

As medidas para reduzir o risco de transmissão do novo coronavírus estão a afectar 800 formandos do Instituto Português do Oriente (IPOR). O acompanhamento está a ser feito à distância, com os professores a trabalharem a partir de casa, adiantou Joaquim Coelho Ramos à Lusa.

“O que estamos a fazer é criar estratégias de contingência que passam pela organização de grupos-tarefa compostos pela direcção, em permanência, por um elemento administrativo (…) e por um ou dois professores, embora o corpo docente continue a trabalhar a partir do domicílio”, explicou.

“O que está a ser preparado tem naturalmente a ver com respostas directas à evolução que a situação vai sofrendo, mas para já compreende um plano de formação através de videoconferência”, acrescentou Joaquim Coelho Ramos.

O responsável da instituição sublinhou que se mantém o acompanhamento “de carácter pedagógico e científico dos alunos porque, sobretudo no ensino das línguas, é fundamental manter uma prática constante”.

O maior problema reside na resposta às formações que são ministradas para fins específicos, como é o caso daquelas dirigidas a membros da administração pública de Macau, português jurídico, para a área económica e para o sector da saúde, exemplificou.

“Todos estes programas tiveram de ser ou adiados ‘sine die’ ou sofrer de facto estas medidas de acompanhamento permanente, através, por exemplo, e para já, de videoconferência e trabalho, não de forma directa, mas diferida”, frisou Joaquim Coelho Ramos.

“Só na área dos formandos do curso geral e de formações que integram profissionais da função pública estamos a falar de 800 aprendentes directamente afectados, o que implica um esforço, uma alteração de logística bastante significativa no IPOR”, concluiu. In “Jornal Tribuna de Macau” - Macau com “Lusa”