Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)
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segunda-feira, 24 de maio de 2021

Japão – A dois meses dos Jogos Olímpicos intensifica-se a vacinação em Tóquio e Osaka


O Japão abriu hoje em Tóquio e Osaka os primeiros centros de vacinação em massa contra a covid-19, para acelerar a campanha no país, quando faltam dois meses para o arranque dos Jogos Olímpicos.

Os centros, geridos pelo exército, vão estar abertos 12 horas por dia, durante três meses, e vão administrar a vacina desenvolvida pela farmacêutica norte-americana Moderna, cujo uso de emergência foi aprovado pelo Governo japonês na sexta-feira.

O executivo espera vacinar até dez mil pessoas por dia no centro de vacinação de Tóquio e cinco mil no de Osaka, e tentar cumprir a meta de inocular a população com mais de 65 anos (cerca de 36 milhões de pessoas) até finais de Julho.

Durante a primeira semana, os novos centros só vão administrar a vacina a residentes naquelas localidades, mas, mais tarde, também os residentes das prefeituras vizinhas poderão vacinar-se naqueles locais, mediante reserva prévia, incluindo os habitantes de Saitama, Chiba e Kanagawa, no caso de Tóquio, e os de Kyoto e Hyogo, no caso de Osaka.

As 49 mil vagas disponíveis em Tóquio para esta semana e as 24500 no centro de Osaka esgotaram-se rapidamente desde que se iniciou a inscrição, unicamente pela internet, em 17 de Maio. Espera-se a abertura de outros centros deste tipo, mas com gestão municipal, nas próximas semanas.

A campanha de vacinação no Japão só arrancou em fevereiro e está muito atrasada em relação a outros países, o que gera preocupação dentro e fora do país, quando faltam dois meses para o início dos Jogos Olímpicos Tóquio2020, previsto para 23 de Julho.

Segundo os dados mais recentes, até sexta-feira só 5% da população tinha recebido pelo menos uma dose da vacina contra a covid-19.

Em 13 de Maio, o Sindicato Nacional de Médicos Japoneses apresentou uma petição ao Governo a pedir o cancelamento dos Jogos Olímpicos, alegando o risco elevado de propagação de novas variantes do novo coronavírus SARS-CoV-2.

A organização sindical lembrou que os médicos estão a trabalhar acima das suas capacidades para dar resposta à pandemia da covid-19, e acusou o Governo de querer reduzir o número de profissionais de saúde disponíveis, ao serem destacados para a competição. In “Hoje Macau” - Macau


 

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2021

Japão – Dois fotógrafos portugueses distinguidos


Dois fotógrafos portugueses residentes de Macau foram distinguidos no Prémio Internacional de Fotografia de Tóquio. João Miguel Barros recebeu dois prémios (prata), foi ontem divulgado. O português garantiu, além de duas menções honrosas com o projecto “Jamestown”, dois prémios ‘silver’ (prata) com o trabalho “Akuapem”, em outras tantas categorias: Editorial/Desporto e Editorial/Ensaio Fotográfico.

“O meu trabalho voltou a ser distinguido este ano”, salientou João Miguel Barros, cujo trabalho “Akuapem” retrata “o Festival tradicional de Odwira (…) celebrado em Akuapem, Gana, integrando múltiplas atividades culturais, religiosas e tradicionais (…) entre elas, o boxe”, com o trabalho a incluir “dois conjuntos de imagens de vários combates que decorrem nessa ocasião numa praça pública cheia de gente”. Outro português, Gonçalo Lobo Pinheiro, obteve também duas menções honrosas pela reportagem fotográfica sobre lares de idosos em Macau durante a pandemia de covid-19. In “Hoje Macau” - Macau


 

domingo, 1 de setembro de 2019

Portugal – Judoca Jorge Fonseca celebra título mundial dançando



O português Jorge Fonseca conquistou o título mundial de judo na categoria de -100 kg, ao vencer o russo Niyaz Ilyasov na final da competição, disputada em Tóquio.

Jorge Fonseca, de 26 anos, tornou-se no primeiro português a conquistar uma medalha de ouro em Mundiais ao derrotar Ilyasov, terceiro classificado nos Mundiais de 2018.

O judoca do Sporting, que nasceu em São Tomé e Príncipe, chegou ao combate decisivo ao derrotar o azeri Elmar Gasimov, vice-campeão olímpico no Rio 2016 e europeu em 2014, nas meias-finais, por waza-ari, depois de ter superado, nos quartos de final, o georgiano Varlam Liparteliani, por ippon, em 3.15 minutos.

Antes, Jorge Fonseca já tinha derrotado o chileno Thomas Briceno, o indiano Avtar Singh e o irlandês Benjamin Fletcher, assegurando a segunda medalha de Portugal nos Mundiais de 2019, que estão a ser disputados em Tóquio, depois da prata conquistada por Bárbara Timo em -70 kg, na quinta-feira. In “Lux24” - Luxemburgo


sábado, 20 de abril de 2019

Lusofonia – Países de língua portuguesa vão ter Casa da Lusofonia nos Jogos Paralímpicos de 2020

Nos próximos Jogos Paralímpicos a realizar em Tóquio no próximo ano vai haver uma Casa da Lusofonia que será um local privilegiado de encontro e celebração das culturas da lusofonia




Os Jogos Paralímpicos de Tóquio 2020 são ocasião para a criação de um espaço inovador promovido pelos Comités Paralímpicos Nacionais de Língua Portuguesa. A Casa da Lusofonia estará em funcionamento em plena capital japonesa durante a maior competição mundial de desporto paralímpico e será um local privilegiado de encontro e celebração das culturas da lusofonia, com o desenvolvimento de diversos eventos ligados ao desporto, gastronomia, turismo, conferências, exposições permanentes, conferências de imprensa e transmissão de provas em direto.

Projeto inovador no panorama desportivo internacional tornado público na data em que se assinalam os 500 dias para o início dos Jogos Paralímpicos de Tóquio 2020, a Casa da Lusofonia está pensada para incluir todos os Comités Paralímpicos Nacionais de Língua Portuguesa. A materialização do projeto terá lugar na Shibaura House, um edifício de design arrojado e caracterizado pelas amplas paredes de vidro, que estará aberto durante o período da competição às diversas Missões Paralímpicas, a parceiros institucionais, aos media e a todo o grande público que tenha interesse em conhecer um pouco mais das várias culturas da lusofonia.


Declarações de José Manuel Lourenço, Presidente do Comité Paralímpico de Portugal:


 “A Casa da Lusofonia virá fortalecer os laços históricos entre os países de língua portuguesa através do desporto paralímpico. Queremos que cada um Comités Paralímpicos Nacionais de Língua Portuguesa leve a este espaço um pouco da cultura do seu país, convictos que será seguramente um momento de afirmação da lusofonia no movimento paralímpico internacional.”


Declarações de Mizael Conrado, Presidente do Comité Paralímpico do Brasil:


A Casa da Lusofonia será um marco emblemático do espírito colaborativo que compartilhamos com os Comités Paralímpicos Nacionais da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa. Será um espaço interessante, com as mais diversas atividades para seus visitantes. A iniciativa mostra o espírito de unidade que há entre as nossas nações, em especial quando se trata do desporto paralímpico. É uma oportunidade única de inspirar uma geração e difundir nossos valores na sede dos próximos Jogos". “Comité Paralímpico de Portugal”