Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)
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quarta-feira, 7 de agosto de 2024

Timor-Leste - Ajuda empresa de Singapura a recuperar milhões de dólares roubados

As autoridades de Timor-Leste, através do mecanismo de Intervenção Rápida Global de Pagamentos da Interpol, ajudaram uma empresa de Singapura a recupera mais de 42 milhões de dólares furtados através de um ‘email’ fraudulento, anunciou ontem aquela organização.

Em comunicado, divulgado à imprensa, a Organização Internacional de Polícia Criminal (Interpol) explicou que o mecanismo global foi accionado após uma empresa de Singapura ter denunciado ter sido vítima de um golpe através de um endereço electrónico empresarial.

“Em 15 de Julho, a empresa recebeu um ‘email’ de um fornecedor a solicitar que um pagamento pendente fosse enviado para uma nova conta bancária baseada em Timor-Leste. No entanto, o ‘email’ veio de uma conta fraudulenta com uma grafia ligeiramente diferente do endereço oficial do fornecedor”, refere a Interpol.

Segundo a Interpol, a empresa transferiu 42,3 milhões de dólares para o “falso fornecedor a 19 de Julho”. A empresa só descobriu o crime quatro dias depois, quando o fornecedor disse não ter recebido o pagamento.

Após a denúncia, a polícia de Singapura pediu a assistência das autoridades de Timor-Leste, que detectaram e retiveram a conta bancária do falso fornecedor com 39 milhões de dólares. “As autoridades de Timor-Leste detiveram um total de sete suspeitos e recuperaram mais de dois milhões de dólares”, acrescenta a Interpol.

A Polícia Científica e de Investigação Criminal (PCIC) de Timor-Leste precisou que foram detidas nove pessoas, nomeadamente quatro estrangeiros (dois nigerianos e dois indonésios) e cinco cidadãos timorenses. Os quatro estrangeiros e um timorense ficaram em prisão preventiva e os restantes detidos sujeitos a apresentações periódicas às autoridades, informou a PCIC. In “Ponto Final” - Macau


quinta-feira, 26 de novembro de 2020

Estados Unidos da América - Cidadãos de quatro países africanos de língua portuguesa terão de pagar uma garantia para poderem visitar o país

Cidadãos de Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau e São Tomé e Príncipe terão de pagar uma garantia que pode chegar a 15 mil dólares

Os cidadãos de Angola, Cabo Verde, Guiné Bissau e São Tomé e Principe terão que pagar uma garantia de entre cinco mil e 15 mil dólares americanos para poderem visitar os Estados Unidos, ao abrigo de uma ordem temporária emitida pelo Departamento de Estado.

A medida entra em vigor a 24 de dezembro e prolonga-se até junho do próximo ano e abrange diversos países a maior parte dos quais africanos, cujos cidadãos têm grandes níveis de violação de prazos de estada ao abrigo dos seus vistos de turismo e de negócios.

A Administração Trump disse que a medida de seis meses servirá para testar a capacidade de se recolher a garantia e funcionará de dissuasão diplomática àqueles que pretendem violar os prazos de estada no país.

A medida exige que funcionários consulares americanos requeiram aos viajantes desses países, em deslocações de turismo e negócios com um nível de violação de mais de 10 por cento em 2019, o pagamento de uma quantia reembolsável que pode ser de cinco mil, 10 mil ou 15000 dólares.

Entre os países abrangidos contam-se, além dos quatro de língua portuguesa, a República Democrática do Congo, Libéria, Sudão, Chade, Burundi, Djibouti, Eritreia, Gâmbia, Mauritânia, Burkina Faso, Líbia, Afeganistão, Butão, Irão, Síria, Laos e Iémen.

Moçambique é o único lusófono em África não abrangido pela medida. In “VOA” – Estados Unidos

sábado, 22 de agosto de 2020

Angola - Junta Nacional de Saúde já disponibilizou verbas para os doentes em Portugal

O director-geral da Junta Nacional de Saúde, Augusto Lourenço, garantiu, ontem, que parte do dinheiro disponibilizado pelo Governo, para o pagamento dos subsídios, tratamento e alojamento de 200 doentes angolanos em Portugal já se encontra em bancos naquele país e começa a ser pago dentro de dias

“Os subsídios ainda não foram pagos, porque houve um certo atraso na transferência dos valores, mas devo dizer que, há cerca de uma semana, esses valores já caíram em Portugal e o Sector de Saúde da Embaixada de Angola está a organizar as folhas, para proceder aos pagamentos”.

Em entrevista à RNA, Augusto Lourenço disse que os valores disponibilizados para os doentes em Portugal, não são suficientes para pagar um ano de subsídios, porque existem outras despesas com credores e despesas correntes do dia a dia da própria instituição.

“O que eu posso garantir, é que vamos amortizar parte da dívida que temos com os pacientes”, disse Augusto Lourenço para salientar que essa situação regista-se apenas em Portugal.

“Nós não temos doentes de Junta Médica em muitos países do mundo. Temos representações da Junta Nacional de Saúde, apenas em Portugal e na África do Sul”, esclareceu o médico para acrescentar que a situação naquele país europeu “é bem mais complicada, por causa do número de pacientes que tem, pela exígua verba que recebe para poder suprir as necessidades existentes actualmente.

Com relação à África do Sul, a Junta Nacional de Saúde deixou de encaminhar doentes para aquele país, por falta de disponibilidade financeira.

O director-geral da Junta Nacional de Saúde, Augusto Lourenço, apontou como causa da situação vivida pelos doentes angolanos em Portugal, a actual situação económica e financeira que o mundo vive, por força da queda do preço do barril de petróleo no mercado internacional e da pandemia da Covid-19.

“Nós temos um elevado número de pacientes em Portugal que exige, como é obvio,que haja disponibilidade financeira constante, para que nós possamos suprir as necessidades dos mesmos com relação aos tratamentos médicos, medicamentosos, alimentação e alojamento”.

Para Augusto Lourenço, o que acontece é que neste período bastante difícil da nossa economia, “nós não temos sabido cumprir com os compromissos junto de alguns credores em Portugal, o que faz com que o volume da dívida aumente, com repercussões graves, sobretudo para com os proprietários das pensões.

Segundo uma fonte do Jornal de Angola, hoje, está previsto um encontro a nível do Sector de Saúde da Embaixada, com a participação de representantes dos doentes, para se definirem algumas prioridades em relação aos pagamentos a efectuar com parte do dinheiro disponibilizado pelas autoridades angolanas, para atenuar a situação. In “Angola 24 Horas” - Angola