Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)
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terça-feira, 24 de outubro de 2023

Macau - Empresas portuguesas e chinesas continuam a apostar na importação do café

O café é um dos produtos de foco na “C-PLPEX”, a Exposição Económica e Comercial China-Países de Língua Portuguesa organizada pelo IPIM, com diversas bancas de países lusófonos e chineses a promoverem os seus produtos. Dos vários expositores, falámos com duas experiências opostas: a de uma empresa portuguesa importadora de café já há muitos anos estabelecida em Macau que pretende expandir-se para o mercado chinês, e a de outra iniciativa chinesa que também vende café, mas quer fazer o caminho no sentido inverso, trazendo grãos e máquinas de café a Macau.


A empresa portuguesa Café Angola, que já há 23 anos é fornecedora de café e outros produtos alimentares em Macau, quer desenvolver mais parcerias com províncias chinesas. Rui Moreira, terceira geração da família proprietária da marca Café Angola, originalmente fundada em Portugal em 1932, confessou que “o mercado chinês é muito diferente do mercado de Macau”. Diferenças no fuso horário, na cultura e na língua são barreiras que têm sido transpostas, mas este é “um mercado que tem de ser trabalhado com tempo, com bastante persistência”. Apesar de terem começado por Macau por uma “questão de familiaridade” e “de língua e cultura”, desde 2000 que estão a “apostar muito” no mercado da China. “Já começámos a trabalhar o mercado, principalmente as províncias mais pequenas. Acreditamos que é o futuro”. O maior desafio, explicou, é a marca Portugal, que ainda não tem o prestígio que outras marcas têm. “Temos de fazer um trabalho primeiro de apresentar o país, apresentar a nossa cultura, e só depois é que podemos apresentar os nossos produtos”.

A Taste GBA & Gemilai é uma cooperação de duas empresas da Grande Baía. A Taste GBA vende café cru em grão, e a Gemilai, empresa produtora de máquinas de café, foi criada há mais de 10 anos em Shunde, da província Guangdong. Kari Mak, representante da banca, disse ter “elevada expectativas” de que a C-PLPEX possa ajudar na entrada no mercado de Macau e até nos mercados lusófonos. “É a nossa primeira vez que participamos numa exposição comercial em Macau, temos muitas expectativas. Pretendemos promover as nossas marcas para mais pessoas as conhecerem, também queremos fazer algum negócio aqui para fazer crescer as empresas”, disse.

Ao Ponto Final, a responsável adiantou que, para a presente edição da C-PLPEX, a marca Gemilai lançou uma máquina de café cuja aparência tem revestimento de cores representantes da China, Brasil e Portugal, para acrescentar elementos de cultura sino-lusófona. In “Ponto Final” - Macau


sexta-feira, 30 de junho de 2023

Macau - Expo de turismo arranca com presença de produtos lusófonos

Começa hoje e prolonga-se até domingo a 11ª Expo Internacional de Turismo, contando com operadores do sector nacionais e estrangeiros. Duas dezenas de empresas do território vão expor produtos de Macau e dos países lusófonos na Cotai Expo do Venetia



A 11ª Expo Internacional de Turismo (Indústria) de Macau abre hoje, voltando a contar com a presença de operadores turísticos e sectores relacionados nacionais e estrangeiros. Durante três dias consecutivos e seis grandes destaques, a Expo sob o lema “MITE a ligar ao Mundo”, volta a organizar um sorteio de compras e várias empresas expositoras lançarão produtos de oferta especial com prazo limitado, aponta a Direcção dos Serviços de Turismo (DST).

A iniciativa decorrerá até domingo, na Cotai Expo do Venetian, onde, pelo quarto ano consecutivo, o Instituto de Promoção do Comércio e do Investimento de Macau (IPIM) instala a sua área de exposição. A propósito, 20 empresas do território irão expor e comercializar produtos característicos dos Países de Língua Portuguesa e de Macau.

As duas dezenas de empresas da RAEM vão estar destacadas para a secção “Exposição e Venda de Empresas de Produtos Característicos dos Países de Língua Portuguesa e de Macau”, pelo que irão expor e vender produtos fabricados em Macau, marcas de Macau, produtos concebidos em Macau e produtos de agenciamento dos países de língua portuguesa, abrangendo categorias como produtos alimentares, bebidas alcoólicas, artigos médicos, produtos de lazer, produtos culturais e criativos, entre outras. Paralelamente, os expositores participarão em transmissões ao vivo para expandir as suas vendas no mercado do Interior da China.

Este ano, a “Colectânea da Lusofonia” localiza-se na Zona B3 do recinto, com 180 metros quadrados, estando dividida em duas secções. Além da “Exposição e Venda de Empresas de Produtos Característicos dos Países de Língua Portuguesa e de Macau” há também uma zona intitulada “Apresentação de Imagens”. Nesta zona, serão demonstrados vários serviços do IPIM destinados à plataforma sino-lusófona.

Durante a Expo de Turismo serão realizados mais de 50 seminários de promoção de produtos, fóruns e outras actividades. Por outro lado, o evento reunirá chefes de cozinha de 23 Cidades Criativas de Gastronomia, incluindo Macau, que irão apresentar as suas demonstrações especiais, assim como o “Pavilhão da Gastronomia” e “A Adega”, ambos instalados pela primeira vez, com o objectivo de promover o intercâmbio cultural na área da gastronomia e mostrar o “sabor” do “turismo + gastronomia”.

Segundo a DST, a Air Macau e a EVA Air, em conjunto com agências de viagem de Hong Kong e Macau, irão lançar descontos especiais para a Expo de Turismo, enquanto vários expositores irão lançaram ofertas por tempo limitado durante o certame. In “Jornal Tribuna de Macau” - Macau


sexta-feira, 16 de junho de 2023

China - Produtos lusófonos e de Macau “muito bem recebidos” em Qingdao

Durante os cinco dias de promoção em Qingdao, os produtos de Macau e lusófonos foram “muito bem recebidos” pelos consumidores. Segundo o IPIM, metade das empresas venderam todos os produtos até ao quarto dia do evento


Na Semana de Macau em Qingdao, as 28 empresas do território que estiveram presentes “desfrutaram de um número elevado de vendas”. Segundo o Instituto de Promoção do Comércio e do Investimento de Macau (IPIM), as etiquetas “Fabricado em Macau”, “Marca de Macau” e os produtos dos países de língua portuguesa foram “muito bem recebidos” pelos consumidores de Qingdao. Tanto que, mais de metade das empresas “venderam todos os seus produtos disponíveis até ao quarto dia da exposição, sobrando apenas algumas prateleiras para exposição e apresentação”, enquanto “outras reabasteceram os seus produtos novamente”.

Durante cinco dias, companhias do território estiveram a promover os produtos naquela cidade da província de Shandong. “Alguns empresários de Qingdao consideraram os produtos de Macau e dos países de língua portuguesa como sendo de boa e elevada qualidade, e planeiam futuramente viajar a esses destinos para experimentar a sua gastronomia pessoalmente”, destaca.

O IPIM acrescenta que alguns expositores de negócios de padaria afirmaram que tinham abastecido os seus inventários antes da exposição, mas, ainda assim, os produtos “foram todos consumidos até ao segundo dia da exposição”. Segundo o organismo, estes negócios estabelecerão colaborações com potenciais agentes que conheceram durante os eventos, por forma a levarem os seus produtos para Shandong.

Além das exposições e vendas presenciais, foi adoptada pela primeira vez a transmissão ao vivo para comércio electrónico. Através deste meio, alguns clientes do Interior da China fizeram encomendas para produtos especiais de Macau e dos países lusófonos, como produtos de artesanato, bolos, molhos, vinhos e roupas.

Ao longo da Semana de Macau em Qingdao, o IPIM coorganizou, em conjunto com instituições da cidade chinesa, uma sessão de promoção de convenções, exposições, comércio e investimento. Nesta sessão, participaram 150 representantes de empresas de ambos os lados, abrangendo sectores como a venda a retalho e grossista, comércio de vinhos, restauração, comércio electrónico, turismo cultural e exposições. No total, foram organizados mais de 100 encontros.

“Os empresários de Qingdao e Macau mostraram-se satisfeitos com a organização e eficiência do evento, acreditando que não só serviu para aprofundar os seus conhecimentos sobre as vantagens de levar a cabo negócios e organizar exposições e conferências em Macau, mas também para permitir que se encontrassem com empresas nos seus respectivos sectores, estabelecendo interacções e contactos eficientes e promovendo a cooperação económica entre ambos os locais”, refere o IPIM. In “Jornal Tribuna de Macau” - Macau


sexta-feira, 18 de novembro de 2022

Macau - Mercado de produtos lusófonos junta 30 PME e associações

A segunda sessão do mercado de produtos lusófonos “Vamos Desfrutar” vai decorrer entre hoje e domingo na Zona de Aterros do Porto Exterior, em paralelo com a 14ª Semana Cultural da China e dos Países de Língua Portuguesa. O evento contará com a participação de 30 PME e associações locais


A segunda sessão do “Vamos Desfrutar – Mercado com Destaque para os Produtos do Mundo Lusófono e Macau” do corrente ano terá lugar na Zona de Aterros do Porto Exterior entre esta sexta-feira e domingo, conjuntamente com a 14ª Semana Cultural da China e dos Países de Língua Portuguesa, na Avenida Boulevard da Doca dos Pescadores.

Para esta edição do evento, o Instituto de Promoção do Comércio e do Investimento de Macau (IPIM) coordenou a participação de 30 pequenas e médias empresas e associações locais, que, de acordo com o organismo, irão “exibir e vender no local uma vasta gama de alimentos e produtos característicos dos Países de Língua Portuguesa e de Macau, incluindo comidas enlatadas, vinhos, cafés, condimentos, produtos de pastelaria, snacks, velas aromáticas, acessórios, produtos culturais e criativos, entre outros”. Além disso, também vão ser colocados à venda vários produtos com o preço promocional de uma pataca, com o intuito de incentivar o consumo.

Haverá ainda diversas actividades que visam a participação do público em sorteios depois de efectuar compras. Os consumidores que gastarem 50 patacas ou mais num expositor têm direito a receber uma mascote de lembrança do mercado. Já aqueles que gastarem 100 patacas ou mais na compra de qualquer artigo podem fazer parte de sorteios para ganhar mais “presentes especiais” e mercadorias dos expositores. O IPIM alerta que a quantidade de brindes é limitada à disponibilidade e à ordem de chegada.

A organização prometeu que o Mercado Lusófono irá “continuar a promover o desenvolvimento da economia comunitária e divulgar o encanto de Macau enquanto ponto de encontro das culturas da China e dos Países de Língua Portuguesa”. In “Jornal Tribuna de Macau” - Macau


terça-feira, 30 de agosto de 2022

Macau - Novo mercado quer ajudar produtos lusófonos a superar crise

Macau vai acolher no fim de semana a primeira edição do Mercado Lusófono, para promover 24 empresas que vendem produtos oriundos dos países de língua portuguesa, disse ontem à Lusa um dos organizadores. Heiman Sou disse que o evento irá contar com oito expositores de produtos alimentares, incluindo vinho, azeite e mel de Portugal, café de Timor-Leste, sal marinho de Angola e caju de Moçambique.

O mercado terá ainda 16 expositores de outros produtos, entre os quais cerâmica, artesanato, sabonetes, fragrâncias e decoração, acrescentou o director-geral da Sardinia Macau, empresa que também revende produtos portugueses em Hong Kong e na China continental.

Além da entrada ser livre para os visitantes, também a participação no evento, no Albergue da Santa Casa da Misericórdia, é gratuita para os expositores.

O objectivo é “apoiar” as empresas que vendem produtos dos países de língua portuguesa “a aumentar as suas vendas e ao mesmo tempo recuperar o otimismo dos consumidores”, sublinhou a organização do Mercado Lusófono. “O recente surto pandémico criou um desafio sem precedentes para todas as empresas em Macau, especialmente as pequenas e médias empresas”, acrescentou a organização, num comunicado.

Macau enfrentou a partir de 18 de Junho o pior surto de covid-19 desde o início da pandemia, levando a uma queda de 98,8% em termos anuais no número de visitantes em Julho, afectando fortemente a economia da região, dependente do turismo.

A situação financeira tornou-se “bastante má, ali na corda bamba”, disse Asai Cheung, sócio fundador da PRRC Portuguese Restaurants & Retail Concepts, que opera vários restaurantes e lojas portuguesas. Este ano, a política de zero casos imposta por Pequim tem levado à imposição de confinamentos em várias cidades, incluindo na capital financeira, Xangai, e “prejudicado” os importadores de produtos lusófonos, disse Heiman Sou. “Tivemos de apostar em promover os nossos produtos em diferentes cidades da China continental”, acrescentou o empresário.

O Mercado Lusófono conta com o apoio do Consulado-Geral de Portugal em Macau e Hong Kong, da Livraria Portuguesa em Macau e do Instituto de Promoção do Comércio e do Investimento de Macau.

A primeira edição tem como alvo prioritário os residentes, mas Heiman Sou espera que o evento se torne “um atrativo turístico no futuro”, com “diversos espetáculos culturais e mais expositores”. “Tudo depende mesmo da resposta dos expositores e dos visitantes. Esperamos organizar [o Mercado Lusófono] pelo menos duas vezes por ano ou mesmo uma vez por trimestre”, acrescentou o empresário.

Outro objectivo futuro é expandir o evento para além do Albergue da Santa Casa da Misericórdia, disse Asai Cheung. O empresário quer ainda lançar outros eventos ligados à cozinha, incluindo um festival de gastronomia lusófona. In “Ponto Final” - Macau

 

terça-feira, 9 de agosto de 2022

Macau - A 27.ª Feira Internacional de Macau vai decorrer entre 20 e 22 de Outubro

A 27.ª Feira Internacional de Macau (MIF) terá lugar entre os dias 20 e 22 de Outubro, no Venetian. Esta próxima edição vai contar com 160 ‘stands’ na Zona de Exposição das Pequenas e Médias Empresas de Macau, ou seja, o dobro da edição anterior.

De acordo com um comunicado divulgado pelo Instituto de Promoção do Comércio e do Investimento de Macau (IPIM), o preço de inscrição é de 500 patacas, ou seja, há uma redução de 26% em comparação com a edição anterior do evento. O objectivo, diz o IPIM, é “ajudar a sua exploração de oportunidades de negócio”.

Relativamente ao conteúdo de exposição, o plano passa por abranger produtos alimentares típicos para oferta, artigos e brinquedos de tendência, utensílios de casa de qualidade sofisticada, electrodomésticos e produtos de vida saudável. Haverá ainda uma feira de projectos culturais e criativos e uma zona de serviços comerciais (convenções e exposições, educação, logística, comércio, comércio electrónico, software e design de sistemas do comércio a retalho), entre outros. Para esta zona de exposição, incluir-se-ão os produtos “Fabricados em Macau”, de “Marcas de Macau” e dos fornecedores em agenciamentos de produtos dos Países de Língua Portuguesa.

As inscrições para a 27.ª MIF serão feitas totalmente online, pela primeira vez, pelo que as empresas interessadas em participar na exposição podem apresentar a sua candidatura com facilidade através do sistema online do IPIM, em macaomice.ipim.gov.mo, até 22 de Agosto.

Na última edição da MIF, da Exposição de Franquia de Macau 2021 (2021MFE) e da Exposição de Produtos e Serviços dos Países de Língua Portuguesa (Macau) 2021 (2021PLPEX), que se realizou no ano passado, contabilizaram-se 80 acordos de cooperação e quase 700 sessões de bolsas de contacto comerciais. In “Ponto Final” - Macau

 

terça-feira, 21 de setembro de 2021

Macau - Instituto de Promoção do Comércio e do Investimento de Macau lança “Invista Aqui”, um portal de informações sobre investimentos em vários locais


No sentido de introduzir novas forças motrizes na atracção de investimentos e de negócios, desempenhar as vantagens únicas de Macau enquanto Plataforma de Cooperação entre a China e os Países de Língua Portuguesa, bem como, atrair empresas nacionais e internacionais para Macau, o Instituto de Promoção do Comércio e do Investimento de Macau (IPIM) lançou a página electrónica e a aplicação “Invista Aqui”, um portal que fornece informações sobre investimentos em Macau, nas nove cidades da Grande Baía e nas principais cidades dos países de língua portuguesa. É uma ferramenta de apoio que proporciona aos investidores, de entre uma vasta informação disponível na internet, obterem informações de investimento sintetizadas de forma prática.

Informações diversificadas em três línguas, quatro idiomas

O portal disponibiliza informações sobre o ambiente de negócios, procedimentos comerciais, políticas fiscais, medidas de incentivo, desenvolvimento industrial, leis e regulamentos de Macau, das nove cidades da Grande Baía e das principais cidades dos países de língua portuguesa. Para facilitar a obtenção das informações dos investidores de todo o mundo, a interface está disponível em três línguas: chinês, português e inglês, sendo ainda possível a leitura do conteúdo do portal em cantonês, mandarim, português e inglês.

Multifuncionalidade de “Invista Aqui” ajuda os investidores

O portal dispõe de várias funcionalidades, como simulador de cálculo que ajuda os investidores a calcularem os diversos tipos de impostos e as despesas relacionadas com o estabelecimento de uma empresa. Paralelamente, o portal disponibiliza atendimentos online, o atendimento automático pode responder às questões colocadas por investidores, e o atendimento pelos trabalhadores, durante o horário de expediente do IPIM, reencaminha o utilizador para um trabalhador que irá fazer o acompanhamento do processo. Os formulários de candidatura relativos ao estabelecimento de empresas, a licenças e alvarás estão também disponíveis no portal, sendo que algumas das candidaturas podem ser submetidas online.

Múltiplas formas de recomendação da informação adequada

Os investidores podem também recorrer à função de pesquisa avançada para encontrar as informações de que necessitam de forma rápida e precisa, podem ainda ter acesso, na secção de vídeos, ao ambiente de investimento, às histórias de sucesso, aos eventos de convenções e exposições, entre outros.

A fase experimental, com a duração de um mês, do “Invista Aqui” foi concluída com sucesso. O IPIM recolheu sugestões de várias entidades e procedeu à optimização do portal com base nessas sugestões. O IPIM compromete-se a continuar a ouvir as opiniões da comunidade e a melhorar constantemente as configurações e informações disponibilizadas no portal. Caso necessite de obter mais informações sobre o portal ou tenha sugestões que nos pretenda fornecer, por favor contacte o pessoal do IPIM através do telefone (853) 2872 0300. Instituto de Promoção do Comércio e do Investimento de Macau - Macau


 

terça-feira, 17 de agosto de 2021

Macau - Actividades de promoção de produtos dos países lusófonos atraíram mais de 3100 pessoas


Terminou no passado dia 25 de Julho o evento “Actividades Promocionais alusivas aos Produtos Característicos dos Países de Língua Portuguesa e de Macau”, organizado pelo Instituto de Promoção do Comércio e do Investimento de Macau (IPIM). O organismo fez um balanço do evento e informou que, durante a iniciativa, foram organizadas e realizadas actividades de promoção e venda de produtos para 24 empresas, entre as quais se destacam os agentes em Macau de produtos dos países de língua portuguesa e as empresas de produtos característicos de Macau. O evento contou com a participação de mais de 3100 pessoas.

Segundo o IPIM, as empresas expositoras afirmaram que este evento lhes permitiu estabelecer contactos com empresas do interior da China permitindo assim a expansão dos seus negócios. Por outro lado, houve residentes que referiram que, através desse evento, passaram a conhecer melhor os países de língua portuguesa e as marcas de Macau.

As 24 empresas participantes, todas provenientes do Centro de Exposição dos Produtos Alimentares dos Países de Língua Portuguesa e de Macao Ideas, manifestaram o desejo de, através deste evento, poder promover os seus produtos, ajudando-as tanto na procura de parcerias como na exploração de mercados.

O IPIM diz ainda que as empresas que participaram na actividade realizaram negociações comerciais com empresas do interior da China tiveram interesse na compra de produtos de café para os seus restaurantes, sendo que, neste momento, as negociações estão em curso.

Assim, o IPIM considera que os resultados alcançados com a iniciativa foram “bastante satisfatórios”, já que houve empresas participantes que indicaram que este evento lhes permitiu estabelecer contactos com diferentes tipos de clientes e promover, junto do público, os produtos fabricados em Macau, as marcas de Macau e os produtos característicos de Macau.

Por outro lado, os residentes de Macau que estiveram presentes no evento destacaram os produtos alimentares tradicionais dos países de língua portuguesa, lembranças, bolos artesanais e artesanato de Macau, o que, para o IPIM, demonstra “uma grande variedade de produtos que nunca tinham sido expostos”, o que irá “contribuir para aprofundar o conhecimento sobre a cultura dos países de língua portuguesa”.

Por fim, o IPIM assinala que vai continuar a organizar este tipo de eventos, convidando agentes em Macau de produtos alimentares dos países de língua portuguesa e empresas de Macau para continuarem a promover produtos desses países e produtos característicos de Macau, criando, assim, mais oportunidades de negociação comercial através desses eventos. In “Ponto Final” - Macau


 

quinta-feira, 3 de junho de 2021

Macau - Produtos lusófonos atraem visitantes

As actividades promocionais alusivas aos produtos característicos dos países de Língua Portuguesa e de Macau atraíram 1003 visitantes nas primeiras quatro semanas. A iniciativa decorre até 25 de Julho no Centro de Exposições dos Produtos Alimentares dos Países de Língua Portuguesa, mais conhecido por Casa de Vidro, no Tap Seac.

De acordo com o Instituto de Promoção do Comércio e do Investimento de Macau (IPIM), o evento, que se realiza às sextas, sábados e domingos conta com mais de 20 agências de produtos alimentares lusófonos em Macau e empresas envolvidas em produtos característicos do território. As empresas expositoras apresentam e vendem produtos que vão desde café, bebidas alcoólicas e outras, a lembranças do ramo alimentar, produtos enlatados, temperos e molhos, produtos saudáveis, óleos essenciais, acessórios de moda, artigos de calçado, entre outros.

O objectivo da iniciativa é “promover os produtos característicos dos países de Língua Portuguesa e de Macau”, assim como “apoiar as empresas de Macau na procura de parcerias e na exploração de mais canais de marketing”.

Segundo o organismo, uma representante de uma das empresas expositoras salientou que “o volume das vendas ultrapassou a sua expectativa e atingiu o alvo para promoção dos produtos dos países lusófonos”, acrescentando que continuará a participar em eventos do género para “expandir o negócio de produtos dos países lusófonos para o Interior da China”.

Por outro lado, uma visitante disse que os preços são “acessíveis”, e que gastou mais de duas mil patacas, por diversas vezes. A mesma visitante considerou que estas actividades promocionais podem ajudar a impulsionar o fluxo de pessoas, permitindo que mais gente conheça os produtos destes países. In “Jornal Tribuna de Macau” - Macau

 

quinta-feira, 6 de maio de 2021

Macau - Instituto de Promoção do Comércio e do Investimento de Macau anuncia acções promocionais de produtos lusófonos


O Centro de Exposição dos Produtos Alimentares dos Países de Língua Portuguesa (conhecido por “Casa de Vidro”), na Praça do Tap Seac, será palco de actividades promocionais entre 7 de Maio e 25 de Julho, anunciou o Instituto de Promoção do Comércio e do Investimento de Macau (IPIM). Divididas em seis sessões, durante 12 semanas, as actividades contarão com a presença de mais de 20 agentes de produtos alimentares dos países lusófonos em Macau e empresas de produtos com características de Macau.

Com esta iniciativa, o IPIM espera “promover o papel e o posicionamento da Plataforma Sino-Lusófona, divulgar os produtos característicos de Macau, apoiar as empresas de Macau na procura de parcerias e na exploração de mais canais de marketing”.

Cada sessão contará com 8 a 13 empresas expositoras do Centro de Exposição dos Produtos Alimentares dos Países de Língua Portuguesa e de Macao Ideas, que irão apresentar e vender produtos com “características próprias”, incluindo café, bebidas alcoólicas e as outras bebidas, lembranças, alimentos enlatados, temperos e molhos, produtos alimentares saudáveis, óleos essenciais, acessórios de moda, artigos de calçado, entre outros. Além disso, durante o evento, será realizado um sorteio para os visitantes que consumam determinado montante.

Desde 2016, o Centro de Exposição tem-se empenhado na promoção e divulgação dos produtos alimentares dos países lusófonos, garante o IPIM, recordando ainda que, em Novembro de 2020, passou a integrar uma Zona de Exposição dos Produtos Característicos de Macau. In “Jornal Tribuna de Macau” - Macau


 

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2021

Macau - Instituto de Promoção do Comércio e do Investimento de Macau recebeu 240 planos de investimento em 2020

O IPIM tratou no ano transacto 240 novos planos de investimento e apoiou a criação de 160 empresas. O presidente do organismo revelou contactos com empresas ligadas ao reconhecimento facial bem como marcas conhecidas da restauração que tencionam estabelecer-se na RAEM


No ano passado, o Instituto de Promoção do Comércio e do Investimento de Macau (IPIM) tratou 240 novos planos de investimento e recebeu cerca de 1900 consultas de informações. Segundo o presidente do organismo, no mesmo intervalo de tempo, o IPIM ajudou à criação de mais de 160 empresas no território.

Citado pelo “Ou Mun Tin Toi”, Lau Wai Meng sublinhou que, nos últimos anos, muitos investidores demostraram vontade de criar sedes em Macau. Entre as empresas interessadas no mercado local, destacam-se as áreas da medicina tradicional chinesa, finanças modernas e altas tecnologias.

Segundo Lau Wai Meng, o IPIM tem contactado com algumas empresas competitivas na área do reconhecimento facial e de imagens, na esperança de que venham a explorar a inteligência artificial na RAEM. Além disso, marcas conhecidas da restauração têm vindo a negociar com as autoridades locais, algumas das quais já abriram estabelecimentos em Macau.

Neste aspecto, o mesmo responsável acrescentou que muitas empresas de grande dimensão têm alta sensibilidade em relação às políticas, pelo que procuram aproveitar as vantagens de Macau para abrir caminho no futuro desenvolvimento da Grande Baía.

Convicto de que diferentes tipos de empresas vão ser abertas em Macau no próximo ano, o presidente do IPIM referiu, por outro lado que, como Macau partilha laços estreitos com países do Sudeste Asiático, o organismo vai ponderar estratégias para destacar o papel de Macau enquanto plataforma. O IPIM espera conjugar da melhor forma investidores de qualidade da China Continental com outros de países de língua portuguesa e do Sudeste Asiático. Rima Cui – Macau in “Jornal Tribuna de Macau”


sexta-feira, 8 de maio de 2020

Macau - Instituto de Promoção do Comércio e do Investimento de Macau cria bolsa de contactos para facilitar comércio antiepidémico com lusófonos


O Instituto de Promoção do Comércio e do Investimento de Macau (IPIM) anunciou ontem o lançamento de uma bolsa de contactos ‘online’ para facilitar o comércio de produtos de prevenção e tratamento da Covid-19, com países lusófonos e restante mercado internacional. A plataforma está disponível nas línguas chinesa, portuguesa e inglesa, “facilitando o contacto com os comerciantes dos países de língua portuguesa e demais países estrangeiros”.

Esta nova área passa a “facilitar e garantir um adequado contacto entre fornecedores de produtos de prevenção de epidemias e aqueles que estão no mercado à procura”, sublinhou a entidade em comunicado. A nova área, titulada de “Correspondência de Negócios de Produtos de Prevenção Epidémica, fornece uma plataforma, disponível 24 horas por dia, para receber informações sobre oferta e pedidos de aquisição de produtos de prevenção de epidemias”.

O IPIM salientou que “a procura de equipamentos de prevenção de epidemias, tais como ventiladores, fatos de protecção individual, máscaras cirúrgicas, produtos de desinfecção, equipamentos médicos (…) tem vindo a aumentar significativamente, tanto a nível de procura interna como externa”, razão pela qual lançou esta nova área na plataforma.

“Após efectuar o seu registo, como utilizador, na Plataforma de Serviços de Bolsas de Contactos Online, pode procurar os produtos na secção Correspondência de Negócios de Produtos de Prevenção Epidémica e estabelecer contacto com os fornecedores desses produtos”, detalhou o IPIM. In “Ponto Final” - Macau

quinta-feira, 24 de outubro de 2019

Macau - Mercado destaca produtos lusófonos em Novembro

Decorrerá no início de Novembro mais um mercado com o objectivo de promover produtos típicos dos países de Língua Portuguesa. Desta vez, o evento chega à zona dos Três Candeeiros, contando com a presença de 29 empresas



Já são conhecidas as datas da próxima edição do “Vamos Desfrutar – Mercado com Destaque para os Produtos do Mundo Lusófono e Macau”. O evento organizado pelo Instituto de Promoção do Comércio e do Investimento de Macau (IPIM), pela “Macao Association for Promoting Community Economic Development” e Federação da Indústria e Comércio de Macau Centro e Sul Distritos e coorganizado pelo Secretariado Permanente do Fórum Macau acontecerá entre os dias 1 e 3 de Novembro.

O IPIM sublinha que esta iniciativa pretende promover os produtos típicos e a cultura dos países de Língua Portuguesa em diferentes bairros comunitários em Macau.

Depois de ter sido realizado na Praça do Tap Seac e no Largo do Pagode do Bazar, além do Largo do Templo de Pak Tai, o evento chega desta vez na Zona dos Três Candeeiros e na Rua da Restauração.

Os organizadores reuniram 29 empresas características dos países de Língua Portuguesa e de Macau para aquele que será o evento com maior número de expositores e maior proporção de elementos dos países lusófonos.

Além de vinhos, sardinhas enlatadas, presunto português e outros produtos característicos de Macau, incluindo culturais e criativos, haverá também mais “snacks” e cerveja artesanal de empresas de jovens empreendedores.

O evento conta ainda com actuações de dança e de música, demonstrações de culinária, além de espectáculos de magia. Em simultâneo haverá “workshops” para pais e filhos. In “Jornal Tribuna de Macau” - Macau

sexta-feira, 18 de outubro de 2019

Macau - BNU e IPIM assinam acordo para aumentar negócios entre China e países lusófonos




O BNU e o Instituto de Promoção do Comércio e do Investimento de Macau (IPIM) assinaram um acordo para aumentar o volume de negócios entre a China e os países lusófonos, disse à Lusa o presidente da instituição bancária.

Carlos Álvares explicou que “o grande objectivo é aumentar o volume de negócios e de investimento entre os países de expressão portuguesa e a China, utilizando Macau como uma plataforma”. O presidente do BNU falava à margem da Feira Internacional de Macau e da Exposição de Produtos e Serviços dos Países de Língua Portuguesa, que ontem começou. “Já celebrámos protocolos com outras entidades, com entidades bancárias e achamos que celebrar este entendimento com o IPIM pode ser uma mais-valia para as empresas portuguesas, para as empresas de expressão portuguesa e para as empresas, fundamentalmente, das nove cidades da Grande Baía que estão aqui mais próximas em termos de possibilidade de concretização e realização de negócios”, acrescentou.

O responsável frisou que “o BNU faz parte de um grupo, a Caixa Geral de Depósitos [CGD], o maior banco em Portugal, e que (…) está em primeiro em cinco dos países de expressão portuguesa”. “Congregando estes esforços entre a CGD em países de expressão portuguesa e em Portugal, BNU (…), IPIM aqui em Macau e outros bancos chineses (…) será possível com certeza aumentar o volume de negócios entre estes países”, bem como “o volume de investimento”, garantiu. “O que nós sentimos é que se trabalharmos em conjunto com outras entidades que têm objectivos semelhantes é possível fazer mais”, concluiu.

O BNU em Macau registou, no primeiro semestre deste ano, lucros de 366,8 milhões de patacas, indicam dados oficiais ontem divulgados. Em relação a igual período de 2018, os lucros do BNU subiram 18% nos primeiros seis meses de 2019. No primeiro semestre do ano passado, os lucros do banco foram de 311 milhões de patacas.

De acordo com o balancete de 30 de Junho passado, publicado em Boletim Oficial, o BNU registou proveitos de 865 milhões de patacas e custos de 498 milhões de patacas. O banco fechou 2018 com lucros de 585 milhões de patacas, proveitos de 1,7 mil milhões de patacas e custos de 1,1 mil milhões de patacas. O BNU é, juntamente com o Banco da China, banco emissor de moeda em Macau, e conta actualmente com 20 agências, incluindo uma em Zhuhai.

O presidente do BNU expressou à Lusa confiança na “resiliente” economia de Macau para superar a recessão prevista pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) para 2019 e 2020. “A economia de Macau é muito resiliente, (…) portanto, estou razoavelmente confiante” que a situação seja ultrapassada e não exista um impacto negativo no emprego e no crédito malparado da banca, defendeu Carlos Álvares.

“Não há dívida (…), Macau tem um fundo de reserva na casa dos 60 mil milhões de euros e, portanto, pode aumentar os gastos públicos para compensar um bocadinho os eventuais investimentos privados que possam não ocorrer”, afirmou. O líder do BNU lembrou que “há cinco anos, quando as receitas do jogo caíram para metade, os níveis do desemprego não aumentaram, o Governo continuou a registar superávites” e que “não houve acréscimo de rácios malparados no sector financeiro”.

Tal, reiterou, demonstra a resiliência da economia de Macau “a este tipo de oscilações”, ressalvando, contudo, o facto de estar “ainda muito baseada no jogo”, apesar dos “grandes esforços para [garantir] a sua diversificação”. Na terça-feira, o FMI reviu em baixa as previsões no relatório Perspectivas Económicas Globais para Macau este ano, antecipando agora uma recessão de 1,3% e nova contração da economia, de 1,1%, em 2020. In “Ponto Final” – Macau com “Lusa”

quarta-feira, 29 de maio de 2019

Macau - 10ª edição do Fórum Internacional sobre o Investimento e Construção de Infra-estruturas

O Venetian recebe, entre quinta e sexta-feira, a 10ª edição do Fórum Internacional sobre o Investimento e Construção de Infra-estruturas. O ministro das Obras Públicas de São Tomé e Príncipe e o governador do Banco de Moçambique são dois dos altos representantes dos países de língua portuguesa já confirmados



O ministro das Obras Públicas de São Tomé e Príncipe é um dos altos representantes dos países de língua portuguesa que já confirmou que irá estar presente no Fórum Internacional sobre o Investimento e Construção de Infra-estruturas (IIIC, na sigla inglesa). A 10ª edição do evento acontece entre quinta e sexta-feira, no Venetian, e irá também contar com a participação do vice-ministro das Obras Públicas de Timor-Leste e de dois secretários de Estado de Angola. O evento terá como tema “Promover a alta qualidade e o desenvolvimento sustentável da infra-estrutura internacional”, e engloba 36 fóruns temáticos.

Osvaldo Viegas D’Abreu, ministro das Obras Públicas, Infra-estruturas, Recursos Naturais e Meio Ambiente de São Tomé e Príncipe, é um dos altos representantes dos países de língua portuguesa que irá participar no Fórum das Infra-estruturas. De Timor-Leste virá José Ramos-Horta, membro do Conselho de Estado, e Nicolau Freitas Belo, vice-ministro das Obras Públicas, enquanto que Angola estará representada por Lucrécio da Costa e Guido Cristóvão, respectivamente, secretário de Estado das Águas e secretário de Estado para os Transportes Terrestres. Confirmada está também a participação de Rogério Zandamela, governador do Banco de Moçambique.

A organização do evento prevê a participação de mais de dois mil participantes da área política, empresarial e académica, provenientes de mais de 70 países e regiões, incluindo mais de 50 oficiais governamentais de nível ministerial de quase 40 países e regiões. Da Ásia foi confirmada a presença do vice-primeiro-ministro do Laos. O orçamento para a edição deste ano será de 39 milhões de patacas, adiantou ontem Sam Lei, vogal executivo do Instituto de Promoção do Comércio e do Investimento de Macau (IPIM), na conferência de imprensa de apresentação do IIIF.

A 10ª edição do Fórum das Infra-estruturas tem como tema “Promover a alta qualidade e o desenvolvimento sustentável da infra-estrutura internacional”. Do programa fazem parte 36 fóruns temáticos, exposições, seminários de promoção de projectos e bolsas de contacto. Serão lançados o índice de desenvolvimento das infra-estruturas dos países abrangidos pela iniciativa “Uma Faixa, Uma Rota”, bem como o respectivo relatório.

O evento tem início pelas 10 horas de quinta-feira, no Venetian, com a cerimónia de inauguração. No mesmo dia terá lugar a sessão “Alcançar infra-estruturas sustentáveis e de qualidade – dos objectivos à prática”, bem como a quinta edição do Fórum para a Cooperação em Infra-estruturas entre a China e a América Latina. Para o segundo dia estão agendados nove fóruns paralelos sobre temas relacionados com as novas energias, infra-estruturas sustentáveis e supervisão financeira. Catarina Vila Nova – Macau in “Ponto Final”

catarinavilanova.pontofinal@gmail.com