Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)
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quinta-feira, 7 de março de 2019

Cabo Verde - Organização do museu do café do Fogo poderá ter apoio do Centro de Ciência do Café de Campo Maior



São Filipe – O Centro de Ciência do Café de Campo Maior (Portugal) poderá ajudar os Mosteiros na montagem e organização do museu do café do Fogo, disse à Inforpress o autarca mosteirense, Carlos Fernandinho Teixeira.

Carlos Fernandinho Teixeira, que durante a sua recente deslocação a Portugal visitou o Centro de Ciência do Café de Campo Maior e teve encontro com a sua directora, disse que na sequência do pedido de colaboração para a montagem o museu de café do Fogo houve abertura neste sentido.

Segundo o edil, o primeiro passo será dado no próximo mês de Abril, por ocasião do sexto festival do Café do Fogo, denominado de “Fogo Coffee Fest”, que acontece entre 12 a 14 de Abril.

Coincidindo o certame com o dia internacional do café (14 de Abril), o centro enviará aos Mosteiros dois técnicos espanhóis, que estão ao serviço do Centro de Ciência do Café de Campo Maior, para se inteirar do espaço, recolha dos dados e ajudar o município a fazer a montagem e organização do museu.

O museu de café é um projecto do município dos Mosteiros que vem arrastando há vários anos e na governação anterior esteve na lista de projectos do Ministério da Cultura, mas com a mudança do Governo deixou de constar na lista de projectos do actual Ministério da Cultura, segundo Carlos Fernandinho Teixeira.

Para o sexto festival do Café do Fogo, “Fogo Coffee Fest”, Carlos Fernandinho Teixeira disse que; à semelhança dos anos anteriores, foram convidadas as câmaras municipais com as quais Mosteiros tem acordo de geminação e de cooperação descentralizada.

No ano passado, esteve presente no festival uma delegação do município português de Ansião.

O programa do sexto festival do café foi aprovado segunda-feira na reunião ordinária da Câmara Municipal dos Mosteiros, que também aprovou o programa comemorativo do Dia Internacional das mulheres, 08 de Março, bem como um conjunto de actividades culturais para a efeméride, nomeadamente a amostra municipal de teatro, workshop sobre teatro que contará com a presença do grupo de Santo Antão Juventude em Marcha, prevendo inclusive a exibição da peça “Canjana”.

Em relação a 08 de Março, o programa prevê a entrega de duas habitações sociais a duas mulheres chefes de Família, em Atalaia e Queimada Guincho, e uma conversa com as mulheres, no auditório Pedro Pires.

Para os próximos dias, a edilidade definiu o programa comemorativo de São José, na zona norte, e o lançamento da obra da construção da estrada de acesso a Cutelo Figueirinha, em Atalaia, zona norte dos Mosteiros. In “Inforpress” – Cabo Verde

quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

Moçambique - BAD e UniLúrio implementam Programa de Habilidades para a Agricultura e Indústria

O representante residente do Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) em Moçambique fez questão de ir ao polo de Pemba da UniLúrio para anunciar que a sua instituição financeira irá investir uma fatia de 15 milhões de dólares naquela Universidade. A ideia é desenvolver um programa de habilidades ou competências no seio académico voltado para o tecido empresarial, mais concretamente para o desenvolvimento dos sectores agrícola e industrial.

O Banco Africano de Desenvolvimento (BAD), em parceria com a Universidade Lúrio (UniLúrio), lançaram, em Pemba, o Programa de Apoio ao Desenvolvimento de Habilidades para a Agricultura e Indústria.

O evento contou com a presença da comunidade académica, funcionários e estudantes da UniLúrio e teve como pano de fundo uma conferência internacional sobre Biodiversidade, Mudanças Climáticas e Desenvolvimento Sustentável como pano de fundo.

O programa em causa responde às prioridades do BAD de “Alimentar África” e “Industrializar África” e tem como objectivo fortalecer a capacidade da UniLúrio, gerando competências e habilidades face aos futuros profissionais nos sectores-chave da agricultura e indústria, mais concretamente através das disciplinas de Ciências Aplicadas e Engenharia. O custo total do projecto, a ser implementado num prazo de cinco anos (2018-2022), encontra-se estimado em 15,50 milhões de dólares norte-americanos.

Através da parceria com a UniLúrio, o BAD perspectiva investir na construção e equipamento de oficinas, bibliotecas e laboratórios; na melhoria da qualidade das actividades académicas e da capacidade da gestão de recursos da universidade bem como apoiar no desenvolvimento de uma estratégia para melhorar o acesso das raparigas aos serviços académicos da UniLúrio, incluído um programa de bolsas de estudo voltado para as estudantes.

Na cerimónia de lançamento, Pietro Toigo, representante residente do BAD em Moçambique, referiu que os recursos extractivos no norte do Moçambique vão seguramente acelerar o crescimento económico do país.

“Mas para assegurarmos que o crescimento seja inclusivo, é preciso dar aos jovens as ferramentas para competir com êxito no mercado do trabalho. Por isso, estamos orgulhosos da nossa parceria com a UniLúrio no sentido de criar um polo de ensino e pesquisa ao mais alto nível”, congratulou-se o representante do BAD.

Na mesma linha de pensamento, o reitor da UniLúrio, Prof. Doutor Francisco Noa, sublinhou que “a UniLúrio continuará a trabalhar no sentido de educar e formar uma nova geração de profissionais competentes, comprometidos com o desenvolvimento, a ciência e o bem-estar das comunidades locais”.

O desafio demográfico na base do investimento

A propóstio do Programa lançado, Pietro Toigo sublinhou que o país está a experienciar uma das transacções demográficas mais rápidas do mundo. Aliás, nos últimos 10 anos, a população de Moçambique cresceu a uma taxa de 40% - a terceira taxa de crescimento demográfico mais rápida de África. “Com 45% da população abaixo dos 14 anos, a prioridade tem que ser preparar os jovens para o mercado de trabalho, para que sejam o motor de crescimento do país. O futuro de Moçambique vai ser determinado nas escolas, nos centros de formação e nas universidades”, referiu Toigo em jeito de reflexão.

Grosso modo, a ideia é que o país precisa de uma força de trabalho dinâmica para desenvolver a sua base económica e, de modo particular, o sector dos hidrocarbonetos. Por outro lado, precisa de novos polos de pesquisa para analisar o impacto dos modelos alternativos de desenvolvimento nos seus recursos naturais e precisa de novas abordagens para reforçar a resiliência climática da sua economia e não permitir que as escolhas climáticas de outros países impactem negativamente na sua trajectória de desenvolvimento.

Nesse sentido, a parceria entre a UniLúrio e o BAD surge no âmbito de fortalecer as faculdades de engenharia, uma vez que o Programa irá investir nos conhecimentos técnicos e tecnológicos para que as empresas moçambicanas possam vir a entrar nas cadeias de valor e fornecimento às multinacionais mineiras e de gás e petróleo. Por outro lado, o BAD espera vir a apoiar inovações e pesquisas em prol de uma agricultura competitiva e eficiente (e mais industrializada) no sentido de alimentar a população de Cabo Delgado, a qual decerto irá registar um crescimento demográfico em função dos projectos que estão a ser implantados, em especial em Pemba e Palma.

“Esperamos também que este programa possa fortalecer a parceria entre a UniLúrio e o sector privado em três aspectos: uma colaboração mais estreita para assegurarmos que o ensino seja relevante para as necessidades prospectivas dos empregadores, para as oportunidades dos estudantes de aplicar os seus conhecimentos e posicionar a universidade como fornecedora de serviços para o sector privado. Por essa razão é que o Programa irá apoiar uma revisão do currículo de ensino e irá investir em laboratórios de análise de qualidade de sementes e produtos agrícolas”, garantiu o representante do BAD. In “Olá Moçambique” - Moçambique

segunda-feira, 20 de agosto de 2018

Cabo Verde - Ficase cria programa de apoio a estudantes diplomados e finalistas de licenciatura com dívidas de propinas

Cidade da Praia – A Fundação Cabo-verdiana de Acção Social Escolar (Ficase) vai atribuir, no presente ano académico, apoios para pagamento de dívidas a estudantes que já concluíram a licenciatura e têm os certificados cativos.

De acordo com o anúncio publicado na página do Facebook da Ficase, o programa irá considerar os pedidos que deram entrada na entidade nos últimos dois anos académicos (2016/2017, 2017/2018), bem como aqueles que derem entrada, até o dia 31 de Agosto deste ano.

“Os apoios pontuais que a Ficase pretende atribuir, têm a natureza de uma comparticipação para pagamento de propinas em atraso e serão concedidos aos estudantes que tenham concluído a respectiva licenciatura em anos lectivos anteriores a 2017/18 e, que tenham os certificados e diplomas retidos pela instituição de ensino superior, por dívidas acumuladas ao longo do período de frequência do curso”, explica a publicação.

Por outro lado, “havendo disponibilidade financeira”, posteriormente, poderão ser atendidos os casos dos estudantes que se encontram matriculados no último ano do curso de licenciatura, com exames ou trabalhos de fim de curso por realizar, devido a propinas em atraso.

Esta é uma medida que será feita, mediante acordo tripartido entre a Ficase, o estudante e a respectiva instituição de ensino superior. In “Inforpress” – Cabo Verde

quarta-feira, 25 de julho de 2018

Venezuela - Médicos lusodescendentes criam rede para portugueses em cinco regiões do país

A Associação de Médicos Luso-venezuelanos, Assomeluve, vai pôr em marcha uma rede médica portuguesa centrada em atender as necessidades prioritárias de saúde dos compatriotas. O projeto, que conta com o apoio do Governo português, da Embaixada de Portugal na Venezuela e dos consulados locais, pretende ainda encontrar soluções para a crise, num país onde faltam frequentemente medicamentos e bens alimentares de primeira necessidade.

“A nossa missão é estabelecer as necessidades prioritárias dos portugueses na Venezuela, e prestar atenção médica geral e especializada”, explicou à Agência Lusa a porta-voz da Assomeluve.

Clara Maria Dias de Oliveira, gastrenterologista, precisou que o projeto, que arrancou a 23 de julho, foi o resultado de um “estudo muito minucioso” e que vai começar em cinco regiões da Venezuela, no Distrito Capital (Caracas, Miranda e Vargas) e nos estados de Lara, Bolívar, Carabobo e Anzoátegui.

“Temos conhecimento de que há muitos casos de portugueses em necessidade extrema e que o projeto vai ter um impacto muito importante na saúde deles”, explicou, sublinhando que além dos consulados a própria comunidade lusa vai ser de ajuda no sentido de facilitar o acesso dos compatriotas à rede médica lusovenezuelana.

Por outro lado, o embaixador de Portugal em Caracas, Carlos de Sousa Amaro, explicou à Agência Lusa que está dado “o primeiro passo” para começar a atender, em breve, “a comunidade portuguesa mais carenciada em termos de apoio na área da saúde”.

Segundo o diplomata essa atenção “é muito importante porque há pessoas que pura e simplesmente não se podem dirigir aos hospitais; que precisam de ser ajudadas, que padecem de várias doenças e que precisam de acompanhamento”.

“Nesta fase inicial vamos ter cinco centros a que a embaixada está prestando todo o apoio possível a este projeto, mas devo dizer o grande mérito é de facto da Associação de Médicos Lusovenezuelanos, que aproveito para felicitar e para agradecer todo este grande trabalho”, disse.

Segundo Carlos de Sousa Amaro “é um projeto único junto das comunidades portuguesas, uma nova etapa no apoio às comunidades”.

“Mais uma vez a comunidade portuguesa na Venezuela continua a destacar-se pela solidariedade, apesar das grandes dificuldades que atravessam atualmente”, concluiu. In “Mundo Português” – Portugal com “Lusa”

quinta-feira, 6 de julho de 2017

Macau - Instituto Português do Oriente apoia alunos interessados em Portugal

Em parceria com o Gabinete de Apoio ao Ensino Superior (GAES), Consulado-Geral de Portugal e universidades portuguesas, o Instituto Português do Oriente (IPOR) criou o Balcão de Apoio ao Estudante Internacional, que passará, a partir de hoje, a prestar apoio aos estudantes que seguem para Portugal ao abrigo do Estatuto de Estudante Internacional. Segundo a instituição dirigida por João Laurentino Neves, esta medida vai ao encontro do “crescente movimento de estudantes que, através dos programas desenvolvidos pelos serviços da RAEM, escolhem instituições de ensino superior portuguesas para prosseguir os seus estudos”.

Direccionado para cidadãos que não sejam nacionais de Portugal ou de um país da União Europeia, o Estatuto de Estudante Internacional, que se enquadra no objectivo de internacionalização das instituições de ensino superior portuguesas, permite aos alunos que concluíram o ensino secundário, no caso específico na RAEM ou na República Popular da China, aceder directamente a um contingente especial de vagas criadas por aquelas instituições para diferentes cursos de licenciatura e mestrado, destaca o IPOR.

Nesse contexto, o novo Balcão, que está integrado nos serviços da Biblioteca Camilo Pessanha do IPOR, visa assim proporcionar aos estudantes informação detalhada sobre as instituições, os cursos e o modo de instrução dos processos, de modo a apoiar os processos de decisão dos estudantes e das suas famílias.

O coordenador do GAES, Sou Chio Fai, e o Cônsul-Geral de Portugal, Vítor Sereno, vão efectuar hoje uma visita ao Balcão de Apoio ao Estudante Internacional, para assinalar o arranque deste novo serviço prestado pelo IPOR.

Em parceria com o Gabinete de Apoio ao Ensino Superior (GAES), Consulado-Geral de Portugal e universidades portuguesas, o Instituto Português do Oriente (IPOR) criou o Balcão de Apoio ao Estudante Internacional, que passará, a partir de hoje, a prestar apoio aos estudantes que seguem para Portugal ao abrigo do Estatuto de Estudante Internacional. Segundo a instituição dirigida por João Laurentino Neves, esta medida vai ao encontro do “crescente movimento de estudantes que, através dos programas desenvolvidos pelos serviços da RAEM, escolhem instituições de ensino superior portuguesas para prosseguir os seus estudos”. Direccionado para cidadãos que não sejam nacionais de Portugal ou de um país da União Europeia, o Estatuto de Estudante Internacional, que se enquadra no objectivo de internacionalização das instituições de ensino superior portuguesas, permite aos alunos que concluíram o ensino secundário, no caso específico na RAEM ou na República Popular da China, aceder directamente a um contingente especial de vagas criadas por aquelas instituições para diferentes cursos de licenciatura e mestrado, destaca o IPOR. Nesse contexto, o novo Balcão, que está integrado nos serviços da Biblioteca Camilo Pessanha do IPOR, visa assim proporcionar aos estudantes informação detalhada sobre as instituições, os cursos e o modo de instrução dos processos, de modo a apoiar os processos de decisão dos estudantes e das suas famílias. O coordenador do GAES, Sou Chio Fai, e o Cônsul-Geral de Portugal, Vítor Sereno, vão efectuar hoje uma visita ao Balcão de Apoio ao Estudante Internacional, para assinalar o arranque deste novo serviço prestado pelo IPOR. In “Jornal Tribuna de Macau” - Macau

sábado, 25 de fevereiro de 2017

Moçambique – Instituto Nacional de Segurança Social apoiou vítimas do ciclone Dineo

O Instituto Nacional de Segurança Social (INSS) doou, recentemente, em Inhambane, um cheque no valor de 300 mil meticais, para mitigar os efeitos nefastos do Ciclone Tropical Dineo, que atingiu o litoral do sul de Moçambique, causando sete mortes e perto de 720 mil pessoas afectadas.

O INSS ficou sensibilizado com a situação que afectou entre as vítimas os beneficiários e pensionistas do Sistema de Segurança Social, tendo disponibilizado o referido donativo a ser aplicado, particularmente na aquisição de produtos alimentares e material de construção para as famílias desabrigadas.

O administrador em representação do Estado no Conselho de Administração do INSS, Eduardo Nhampossa, disse, no acto da entrega do montante, que a instituição decidiu dar o seu apoio para ajudar a minimizar os efeitos devastadores do temporal.

“É uma acção que se enquadra no Programa de Acção Sanitária e Social, daí que o INSS estendeu a mão, dando apoio à província de Inhambane”, explicou.

Por sua vez, Olívio Matsinhe, representante do INGC em Inhambane, referiu que o apoio do INSS vai ajudar a minimizar os danos causados pelo ciclone, numa altura em que o INGC está a prestar a assistência alimentar às populações ao mesmo tempo que procura dar abrigo às pessoas que ficaram sem tecto.

Importa salientar que o Governo precisa de 900 milhões de meticais para repor as infraestruturas destruídas pelo Ciclone Dineo que, além de causar a morte de pessoas e ferir outras, em Inhambane, destruiu 106 edifícios públicos, 70 unidades hospitalares, 998 salas de aula, três torres de comunicação e 48 postos de transporte de energia eléctrica. In “Olá Moçambique” - Moçambique

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Angola - Vírus Zika, solicitado apoio ao Brasil

Angola pediu apoio ao Brasil para o combate do Zika, vírus que infetou, até à presente data, três pessoas no país, informou o titular da pasta da Saúde.

Luís Gomes Sambo, que falava em conferência de imprensa sobre o estado do setor que dirige, disse que em 2016 foram registados dois casos, o primeiro num cidadão francês, que trabalhou durante 30 dias, na província angolana de Benguela, tendo-lhe sido diagnosticada a doença em França.

O segundo caso foi registado num cidadão angolano, no município de Viana, província de Luanda, tendo o terceiro caso, o mais recente, sido notificado na província do Bengo, em uma mulher que deu à luz um bebé com microcefalia.

O governante angolano referiu que estão a ser reforçadas as medidas de vigilância, para um conhecimento melhor da magnitude do problema em Angola, bem como a serem tomadas medidas preventivas.

O ministro avançou que abordou o assunto com o embaixador do Brasil em Angola, Paulino Neto, ao manifestou o interesse de ganhar a experiência daquele país lusófono com combate à epidemia do Zika.

"Também estabelecemos contactos com o Instituto Osvaldo Cruz do Brasil e em breve vamos ter, no âmbito da cooperação com o Brasil, alguns técnicos para connosco trabalharem no combate do vírus Zika", disse Luís Gomes Sambo.

Acrescentou que Angola possui a maior parte dos recursos que necessita para o combate da doença.

"Primeiro, é o conhecimento, é preciso que a população tome conhecimento das medidas ao seu alcance para prevenção e também que saibam como é que o vírus se transmite, também dissemos quais são as unidades sanitárias mais vocacionadas para detetar casos de Zika, também a nível das maternidades precisamos melhorar a nossa vigilância para a deteção de casos de microcefalia em recém-nascidos", referiu.

Segundo o ministro, os técnicos estão alertados para melhorarem a vigilância e a deteção precoce de casos.

"Por outro lado, precisamos de ter os recursos para atendermos aqueles que estão infetados a nível dos hospitais, mas a medida principal é a de prevenção. Também criamos comissões a nível central interministerial, das províncias e dos municípios, que vão trabalhar com as comissões de proteção civil para garantir uma participação da população nas medidas de prevenção, mas a luta contra o mosquito é a estratégia mais eficaz", indicou. In “Diário de Notícias” - Portugal

quinta-feira, 7 de julho de 2016

Portugal – Vamos ajudar à preservação da Igreja de São Cristóvão

“Então pensei em ir pedir a quem realmente tem dinheiro e essas pessoas são os pobres. Fiz um projeto de uma igreja pobre para gente pobre”, assinala o padre Edgar Clara, referindo que num ano e meio já foram reunidos 150 mil euros, através de ideias que se transformam em oportunidades.

Lisboa – A Câmara Municipal de Lisboa e a Paróquia de São Cristóvão e São Lourenço vão promover um ciclo de cinema dedicado ao tema da viagem (São Cristóvão é patrono dos viajantes) em associações e coletividades da Mouraria.

A iniciativa, que vai ser lançada esta quinta-feira, 07 de Julho de 2016, está ligada à exposição “Não te faltará a distância”, um projeto desenvolvido em parceria com várias entidades públicas e privadas, bem como grupos e projetos locais.

Uma aposta que tem com principal objetivo a preservação e valorização do espaço da Igreja de São Cristóvão, através da angariação de fundos para o seu restauro.

Depois de destacar trabalhos de artistas como Madalena Victorino, Martin Monchicourt, Francis Alÿs e Rui Chafes, a exposição idealizada “em quatro passos” fecha agora com o ciclo de cinema “Sair”, que vai estar aberto ao público até 22 de julho.

Em destaque vai estar o filme “Gabriel”, uma obra datada de 1976, inédita em Portugal, da artista Agnes Martin (1912-2004) que conta a história de um menino de 10 anos de uma zona rural do Novo México, onde a autora viveu e trabalhou.

Através das deambulações de Gabriel, o filme pretende ajudar a refletir sobre “o homem como viajante, peregrino na História, sem morada permanente ou sítio para reclinar a cabeça”, realça Paulo Pires do Vale, o comissário desta exposição.

O ciclo de cinema, que vai passar pela Igreja de São Cristóvão e por diversas coletividades do bairro da Mouraria, inclui ainda a visionação de cinco outros filmes.

‘A Lua de Papel’, de Peter Bogdanovich (08 de julho, às 21h30, no Largo de São Cristóvão); ‘Morangos Silvestres’, de Ingmar Bergman (09 de julho, às 21h30, na Casa da Achada); e ‘A Viagem em Itália’, de Roberto Rossellini (15 de julho, às 21h30, no Grupo Desportivo da Mouraria).

Também ‘O Herói’ de Satyajit Ray (21 de julho, às 21h30, na Associação Renovar a Mouraria); e ‘Peregrinação Exemplar’ de Robert Bresson, (22 de julho, às 19h00, no Centro de Inovação da Mouraria).

De acordo com o programa do ciclo, “a viagem surge aqui como acontecimento central, possibilidade de encontro com outros e de descoberta pessoal, pano de fundo de mudanças essenciais”.

A inauguração deste ciclo de exposição “Não te faltará a distância”, patente na Igreja de São Cristóvão, em Lisboa, está marcada para esta quinta-feira às 19h00.

A igreja de São Cristóvão, no bairro histórico da Mouraria, do Patriarcado de Lisboa, tem vindo a ser recuperada com a ajuda dos “pobres”, que nunca tiveram medo de assumir o projeto, explica o pároco local, padre Edgar Clara.

O sacerdote começa por contextualizar que a igreja “ainda continua para ser recuperada, quer no seu exterior, quer no seu interior” e recorda que, inicialmente, estava fechada, abrindo pontualmente para celebrações.

“É um edifício magnífico do século XVII, 1670, projetado por um padre, decano dos arquitetos, João Duarte, e que pediram a Bento Coelho da Silveira, pintor régio, que pintasse 35 telas. Todas as paredes, inclusive o teto, não é de Bento Coelho da Silveira, estão repletos de pinturas”, explica o padre Edgar Clara.

No programa ‘8.º Dia’ do passado domingo, na TVI, o sacerdote referiu que foi “pedido ajuda” a diferentes instituições, mas apesar do entusiasmo pelo projeto, todos ficaram assustados quando se falava em “1 milhão de euros”.

“Então pensei em ir pedir a quem realmente tem dinheiro e essas pessoas são os pobres. Fiz um projeto de uma igreja pobre para gente pobre”, assinala, referindo que num ano e meio já foram reunidos 150 mil euros, através de ideias que se transformam em oportunidades.

Segundo o padre Edgar Clara, recuperar a igreja de S. Cristóvão “é um projeto de multidões”: “Nós não pedimos um milhão de euros a uma pessoa mas um euro a um milhão de pessoas e têm vindo religiosamente entregar o seu euro, para a recuperação da Igreja”.

Um convite solidário que ultrapassa as fronteiras geográficas do bairro histórico lisboeta: um sítio na internet e as redes sociais são plataformas úteis para partilhar a causa.

O sacerdote assinala que se desenvolveram ideias “à medida das bolsas de cada um”, principalmente, projetos criativos com o qual as pessoas “ficassem atraídas e agradadas”, e destaca o facto de “poderem deixar o seu nome escrito numa telha”, com um valor de 20 euros, ou mealheiros espalhados quais caixas de esmolas que aceitam donativos.

Já na Cozinha Popular da Mouraria, um espaço para momentos de encontro e de partilha, nascem os biscoitos de São Cristóvão, num processo paciente, como explicou a boleira da Mouraria, Carina Amaro.

Uma Mouraria onde a presença cristã se faz notar em inúmeros lugares, mais ou menos escondidos, como a Capela do Senhor Jesus da Boa Sorte e da Santa Via Sacra, a Capela das Olarias; o Convento do Coleginho, a primeira casa que os Jesuítas no mundo, ou um Rol de Confessados, livros com data anterior ao terramoto de Lisboa. In “Ecclesia” - Portugal

sexta-feira, 15 de abril de 2016

África do Sul - Apoio à criança contribui para reduzir a pobreza

Na África do Sul, 11,7 milhões de crianças pobres beneficiam de prestações sociais que têm um impacto positivo nas suas vidas diárias


GENEBRA - Cerca de 69 por cento das 23 milhões de crianças sul-africanas vivem na pobreza. Prestar apoio às famílias mais pobres foi identificado como uma prioridade pelas autoridades.


O apoio de abono de família é um dos benefícios da protecção social para as crianças que disseminou-se significativamente ao longo das últimas décadas. Quando foi introduzido em 1998 o abono de família cobria 10% das crianças pobres, em 2015 atingiu os 85% (11,7 milhões). Este crescimento é o resultado de um aumento no número de crianças elegíveis para o subsídio através de campanhas de sensibilização eficazes.

O abono de família proporciona uma contribuição financeira de 330 rands mensais para as crianças pobres (US $27) até aos 18 anos de idade. Em suplemento, é acompanhado por outros serviços similares como o subsídio de assistência social, bem como a educação gratuita, alimentação escolar e serviços de saúde acessíveis.

Elizabeth Mkase cuida do seu neto numa favela na África do Sul. "Eu nem me lembro há quantos anos atrás, o meu neto vive comigo desde a morte dos seus pais. A vida era difícil porque eu não tinha trabalho. Estou grata pela ajuda que recebo através do subsídio, caso contrário, eu não sei como poderíamos sobreviver, "afirmou.

Na África do Sul, onde o desemprego é alto e a pobreza ainda é generalizada, o subsídio é usado principalmente para comprar comida. Isto tem um impacto positivo na saúde e na nutrição das crianças. Uma nota oficial publicada no início deste ano cita um estudo mostrando que as crianças que beneficiam do subsídio são em média 3,5 centímetros maiores do que as outras crianças.

Superando a linha de pobreza

"A concessão de apoio à criança tem ajudado as crianças a sair da pobreza," disse Frank Earl, Director Geral da Administração do Subsídio no Organismo da Segurança Social da África do Sul (SASSA), que também observou os progressos registados nos termos de cuidados médicos e educação básica gratuita.

Parte do sucesso deve-se à criação da SASSA, que fez a distribuição de subsídios sociais com transparência e independente das considerações políticas. Um programa de sensibilização específico ajuda as pessoas que vivem em áreas remotas a registarem-se para evitar ser excluídas dos benefícios da protecção social.

Utilizar as tecnologias modernas

O sofisticado sistema de registo electrónico requer que as crianças e as pessoas responsáveis ​​pelos seus cuidados enviem os seus dados biométricos, incluindo fotografias, impressões digitais e gravação de voz. Esta informação, juntamente com o número de identificação do beneficiário, é armazenada num chip electrónico, que é o único instrumento utilizado para os identificar.

Com um olhar para o futuro, a África do Sul está planeando expandir o acesso às prestações sociais, como o subsídio de apoio à criança.

"Actualmente, o subsídio é atribuído com base no rendimento. No entanto, pensamos alargá-lo a todas as crianças, mesmo aquelas com mais de 18 anos, porque consideramos ser útil continuar a apoiá-los para que possam completar a sua educação e formação, "declarou Brenton van Wrede, Director de Assistência Social do Departamento de Desenvolvimento Social. "Na verdade, uma força de trabalho bem formada contribuirá para reduzir o desemprego e construir uma sociedade mais produtiva, " acrescentou.

Uma forte vontade política

"O exemplo da África do Sul mostra que a extensão da protecção social às crianças é viável e acessível em países de rendimento médio, especialmente porque o país manifestou uma forte vontade política de aumentar a despesa pública com a protecção social, "explicou Valérie Schmitt, chefe de serviço de política social, governança e normas do Departamento da Protecção Social da OIT. "O apoio financeiro para as crianças, bem como serviços de educação gratuita e da alimentação escolar e da saúde a preços acessíveis contribuem para a redução da pobreza e da vulnerabilidade e, ao mesmo tempo, garantem às crianças acesso à nutrição, educação e cuidados de saúde," afirmou.

Hoje, a África do Sul redistribui cerca de 3,5% do seu PIB, através de programas de assistência social.

Construir pisos de segurança social

Os pisos de protecção social nacional (PPP) garantirão o acesso aos cuidados essenciais de saúde e a uma segurança de rendimento básico para as crianças, para as pessoas em idade activa e para os idosos.

Aprovada por 185 países, a Recomendação sobre os Pisos de Protecção Social, 2012 (n. 202)O Departamento de Protecção social da OIT publica uma série de notas por país apresentando experiências inovadoras de todas as regiões do mundo com vista à extensão da protecção social. Organização Internacional do Trabalho

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Portugal – Apoio à população da ilha do Fogo

A Embaixada da República de Cabo Verde, a União da Cidades Capitais de Língua Portuguesa (UCCLA) e a Câmara Municipal de Lisboa, comunicam aos particulares, empresas e instituições que queiram manifestar o seu apoio para com a população afetada pela erupção vulcânica na ilha do Fogo, em Cabo Verde, que poderão entregar os seus donativos em roupas, produtos alimentares não perecíveis, material escolar e outros na seguinte morada:

Regimento de Sapadores Bombeiros, Quartel de Marvila
Rua de Dr. Espírito Santo – Marvila
Responsável: Sub-chefe Principal António Sonim
Telemóvel: 916 418 678  
E-mail:
antonio.sonim@cm-lisboa.pt
Horário: das 09 às 17h. 

Informam que a TACV - Cabo Verde Airlines, a Transinsular-Transportes Marítimos Insulares, SA e a Arnaud-Logis, SA irão apoiar no transporte aéreo e marítimo e na consolidação em contentores dos bens doados a serem enviados para Cabo Verde.

Recorda-se, ainda, que a entrega de donativos pecuniários poderá ser feita através da conta criada pela UCCLA no:
Banco Millenium BCP
Conta nº 45459173482
NIB 0033 0000 4545 9173 4820 5

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Cabo Verde - Apoio às vítimas do vulcão da Ilha do Fogo



A União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa (UCCLA), a Embaixada de Cabo Verde e a Câmara Municipal de Lisboa (CML) reuniram-se ontem, dia 10 de dezembro de 2014, com a finalidade de fazer o ponto de situação da campanha de apoio às vítimas do vulcão na ilha do Fogo, Cabo Verde.

Assim, a UCCLA irá enviar a todas as suas cidades associadas e às cidades geminadas com Cabo Verde uma lista de necessidades prioritárias, no sentido de apoiarem as populações.

A CML disponibilizou um espaço para recolha e armazenamento dos bens rececionados e enviados por diversas entidades e particulares.

A Embaixada de Cabo Verde informou que as entidades TACV - Cabo Verde Airlines (transportes aéreos), a Transinsular (transportes marítimos) e a Arnaud (transportes e logística) irão apoiar no transporte e contentorização dos bens a serem enviados para Cabo Verde.

Apelamos a que todas as cidades e cidadãos em particular para apoiarem, dentro das suas possibilidades, os afetados pelo vulcão na Ilha cabo-verdiana do Fogo.

Mais se informa que a conta criada pela UCCLA, para entrega de donativos às vítimas, é do banco Millenium BCP, com o número 45459173482 e o NIB é 0033 0000 4545 9173 4820 5. UCCLA