Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)
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sábado, 12 de julho de 2025

São Tomé e Príncipe - Inauguradas novas pinturas na Praça da Independência em alusão aos 50 anos

São Tomé – O Primeiro-ministro, Américo Ramos inaugurou na passada terça-feira novas pinturas nos murais do “Prédio do Branco”, na capital são-tomense em alusão aos 50 anos da Independência nacional a assinalar-se hoje, dia 12 de Julho.


Os seis novos murais pintados pelos artistas são-tomenses René Tavares e Kwame Sousa, retratam as principais manifestações culturais são-tomenses de relevo, designadamente, oTchiloli, Quiná, Danço Congo, Auto de Floripes entre outras.

O primeiro-ministro, Américo Ramos disse que “iniciou-se com seis painéis que retratam o cotidiano são-tomense, desde os pescadores, palaiês, Quiná, o nosso emblemático Tchiloli”, sublinhando que “queremos criar aqui um ambiente, uma galeria pública onde participarão mais artistas”.

Américo Ramos disse que “eu amo a cultura, tenho boa relação com esses artistas há muito tempo, […] eu sei que há escasso recurso ao nível do governo, arranjamos patrocínios que nos ajudaram a ter aquilo que temos hoje… A ministra da Cultura não está fora deste projeto”.

Para o artista plástico René Tavares “os murais representam aquilo que é a cultura de São Tomé e Príncipe”, sublinhando tratar-se de “um projeto que nós propusemos ao Governo e foi aceite no primeiro instante”,

Localizada na Praça da Independência, “Prédio do Branco” é uma das maiores infraestruturas residencial pública do País (seis andares), erguida neste histórico local, onde deu-se a transferência do poder colonial português para as mãos do Estado são-tomense. In “STP Press” – São Tomé e Príncipe 

sábado, 8 de junho de 2024

Itália - Escavações revelam sala azul nas ruínas de Pompeia

Arqueólogos descobriram sala azul relacionada com rituais pagãos na antiga cidade de Pompeia, Itália, protegida pela camada de cinzas e gases venenosos pela erupção do Monte Vesúvio em 79 d.C.


Arqueólogos que escavam as cinzas que cobrem a antiga cidade de Pompeia, na Itália, descobriram uma sala pintada de azul brilhante, uma cor recentemente vista entre as ruínas da cidade romana.

A descoberta, publicada na revista Pompeii Scavi e-Journal, foi feita durante um projeto de escavação que já revelou 13 mil divisões em 1070 casas da cidade.

Chamada de Sala 32, foi encontrada no segundo andar de uma casa e apresenta afrescos de figuras femininas que representam as quatro estações do ano, além de imagens relacionadas à agricultura e ao pastoreio.

Acredita-se que o espaço era utilizado para rituais pagãos e armazenamento de objetos sagrados, já que a cor azul era associada à destruição e à realeza na Roma Antiga.

A sala foi encontrada em bom estado de conservação, graças à camada de cinzas vulcânicas que cobriu Pompeia. 

Em 79 d.C., a cidade foi tragicamente soterrada pelas cinzas e gases venenosos pela erupção do Monte Vesúvio. O fenómeno, que durou cerca de 24 horas, apanhou os habitantes de surpresa, causando a morte de milhares de pessoas e a destruição completa da metrópole.

As pinturas nas paredes ainda estão vivas e preservadas, o que permite aos investigadores estudá-las com mais detalhes. Ingrid Oliveira – Brasil in “Terra”