Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)
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quarta-feira, 10 de maio de 2023

Macau - Fundação Rui Cunha apresentou colectiva de Caligrafia e Pintura

A Fundação Rui Cunha inaugurou, dia 10 de Maio pelas 17h, a exposição colectiva de Caligrafia e Pintura “Eventful Years”, uma mostra conjunta dos membros da Associação de Amizade das Artes, Pintura e Caligrafia de Macau, com curadoria do mestre Lee Chau Ping.

Lee Chau Ping reuniu 43 obras de 28 artistas, entre mestres e aprendizes desta arte tradicional chinesa. Os trabalhos, a maioria dos quais expostos pela primeira vez, são principalmente pinturas a tinta-da-china, todas de alto padrão. Os temas incluem flores e pássaros, peixes e insectos, paisagens e elementos caligráficos.

Desde a sua criação, em 2000, a Associação de Amizade das Artes, Pintura e Caligrafia de Macau tem-se empenhado em promover actividades artísticas em Macau. As exposições anuais colectivas dos membros “são a oportunidade perfeita para unir a força centrípeta dos artistas envolvidos, permitindo a partilha de diferentes estilos de pintura e caligrafia, a aprendizagem, a observação e a consolidação da qualidade cultural. A nossa Associação, que tem membros em todo o mundo, pretende desenvolver um trabalho que estimule os associados para que cultivem o sentimento artístico, enriqueçam a vida espiritual e levem adiante a cultura tradicional chinesa”, pode ler-se no manifesto do curador.

Lee Chau Ping, calígrafo e pintor local, é conhecido como discípulo do estilo artístico da Escola de Pintura de Lingnan. Nascido em 1959, o artista começou a sua carreira como designer de interiores, formado pelo Instituto de Design e Indústria de Hong Kong. A paixão pelas artes vem da infância, tendo aprendido pintura e caligrafia chinesas por influência do pai, quando tinha seis anos de idade. O percurso académico levou-o depois para o mundo do design e da gestão de negócios. Seguiu para a Canadian Public Royal University, onde fez um Master of Business Administration, passou pela Princeton University, onde obteve um PhD em Gestão, e ainda pela Renmin University of China, para uma graduação em Administração de Empresas. Aos 64 anos, o espírito incansável do artista é admirável, sendo igualmente licenciado e praticante de Medicina Tradicional Chinesa desde 1999. In “Ponto Final” - Macau

 

terça-feira, 30 de agosto de 2022

UCCLA - Apresentação dos vencedores do Prémio Revelação Literário UCCLA–CMLisboa


Vai ter lugar, no dia 2 de setembro, pelas 18 horas, a apresentação dos vencedores da última edição do “Prémio de Revelação Literária UCCLA-CML - Novos Talentos, Novas Obras em Língua Portuguesa”, no pavilhão da APEL da Feira do Livro de Lisboa.

Na ocasião serão lançados os dois livros premiados: “Caligrafia”, texto de poesia da autoria de Alexandre Siloto Assine (brasileiro, de 34 anos) e “Três Dias em fevereiro”, um romance de Ricardo Manuel Ferreira de Almeida (português, de 49 anos).

No final será anunciada a abertura da próxima edição do Prémio de Revelação Literária UCCLA-CML - Novos Talentos, Novas Obras em Língua Portuguesa.

Pode aceder aqui às informações sobre a última edição do Prémio.


 

segunda-feira, 8 de agosto de 2022

Macau - Exposição de caligrafia e pintura “Lee Chau Ping e Alunos” até 13 de Agosto na Fundação Rui Cunha

De regresso à programação cultural, a Galeria da Fundação Rui Cunha alargou o período em que estará patente a exposição de Caligrafia e Pintura “Lee Chau Ping e Alunos” até ao final desta semana, dia 13 de Agosto. A entrada é livre

Passados apenas quatro dias de exibição, a mostra de pintura e caligrafia “Lee Chau Ping e Alunos” foi interrompida pelo surto de covid-19 que paralisou completamente Macau. Como tal, e face à reabertura da Galeria da Fundação Rui Cunha, foi anunciado que o período de exibição da mostra será alargado até ao final desta semana, 13 de Agosto.

A mostra conjunta reúne trabalhos do metre Lee Chau Ping e de 43 aprendizes que colaboram nas suas aulas, oficinas e actividades artísticas, regularmente organizadas pela Associação de Amizade das Artes, Pintura e Caligrafia de Macau, presidida por Lee Chau Ping.

A mostra dá a conhecer 44 peças de pintura e caligrafia, uma por cada participante, que reflectem a preocupação de Lee Chau Ping em “promover a cultura da caligrafia e pintura chinesa, bem como a arte, com o objectivo de reunir entusiastas para estudar a sua essência, para que os membros possam pesquisar, aprender e observar os outros durante estas actividades”, de acordo com o manifesto da iniciativa.

O propósito da exposição é também “fornecer uma plataforma para exibir as obras de pintura e caligrafia dos alunos. E é uma boa oportunidade para criar e praticar esta arte, permitindo que os alunos comuniquem com outros, cultivando a alfabetização cultural, incentivando sentimentos, enriquecendo a sua vida espiritual e levando adiante a cultura e as tradições chinesas para serem transmitidas de geração em geração”, refere o mestre, citado por um comunicado da organização da mostra.

Lee Chau Ping (李秋平), calígrafo e pintor local, é conhecido como discípulo do estilo artístico da Escola de Pintura de Lingnan. Nascido em 1959, o artista começou a sua carreira como designer de interiores, formado pelo Instituto de Design e Indústria de Hong Kong. A paixão pelas artes vem da infância, tendo aprendido pintura e caligrafia chinesas por influência do pai, quando tinha cerca de seis anos de idade.

O percurso académico levou-o depois para o mundo do design e da gestão de negócios. Seguiu para a Canadian Public Royal University, onde fez um Master of Business Administration, passou pela Princeton University, onde obteve um PhD em Gestão, e ainda pela Renmin University of China, para uma graduação em Administração de Empresas. “Aos 63 anos, o espírito incansável do artista é admirável, sendo igualmente licenciado e praticante de Medicina Chinesa desde 1999”, indica a Fundação Rui Cunha.

A galeria reabriu portas na quarta-feira, em horário integral das 10h às 19h, incluindo o período do almoço de segunda a sexta-feira, e aos sábados das 15h às 19h. A entrada é livre. João Luz – Macau in “Hoje Macau”


sexta-feira, 6 de maio de 2022

Brasileiro Alexandre Siloto Assine vence 7.ª edição do Prémio de Revelação Literária UCCLA - CM LISBOA

No âmbito da abertura do 5L-Festival Internacional de Literatura e Língua Portuguesa, no dia 4 de maio, a UCCLA anunciou que o livro de poesia “Caligrafia”, de Alexandre Siloto Assine, é o vencedor da 7.ª edição do Prémio de Revelação Literária UCCLA - CM LISBOA - Novos Talentos, Novas Obras em Língua Portuguesa. O anúncio foi feito pelo vereador da Cultura da Câmara Municipal de Lisboa, Diogo Moura, e pelo Secretário-geral da UCCLA, Vitor Ramalho.

Reveja aqui o anúncio do vencedor da 7.ª edição, que contou com a participação online de Alexandre Siloto Assine.

De salientar que o vencedor receberá um valor pecuniário, no valor de 3 mil euros, atribuído pela Câmara Municipal de Lisboa.

A 7.ª edição do Prémio de Revelação Literária UCCLA-CMLISBOA - Novos Talentos, Novas Obras em Língua Portuguesa - lançada em 28 de agosto de 2021 e encerrada em fevereiro de 2022 - reuniu 281 candidaturas, de 15 países, incluindo os países lusófonos, assim como obras vindas da Ásia (Japão), África (PLP), América (Canadá, EUA) e Europa (Suécia, Suíça, Eslovénia).

Obra vencedora atribuída a Alexandre Siloto Assine, brasileiro, de 34 anos, residente em Campinas, São Paulo, Brasil. Cresceu em Curitiba e no interior do estado de São Paulo. Formado em Letras pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). Atua, desde 2014, como Analista Legislativo - Revisor na Câmara Municipal de Campinas. Em 2021, foi finalista do concurso de contos da União Brasileira de Escritores (UBE), com o conto “Uma Lição”.

Nesta edição, o júri decidiu atribuir duas menções honrosas:

- “Três Dias em Fevereiro” romance de Ricardo Manuel Ferreira de Almeida, português, de 49 anos, residente em Vila Real, Portugal;

- “A Invasão” prosa de Luís Henrique Aguiar, brasileiro, de 55 anos, residente no Rio de Janeiro, Brasil.

O júri decidiu, também, recomendar a publicação da obra “O DIÁRIO” prosa de Amílcar Campos Bernardi, brasileiro, de 55 anos, residente em Santa Maria, Rio Grande do Sul, Brasil.

Informação do júri

Vencedores do Prémio Literário UCCLA:

- 2021: “O Sonho de Amadeu”, de Leonardo Costa Oliveira, Brasileiro, ed. Guerra e Paz;

- 2020: “O Heterónimo de Pedra”, de Henrique Reinaldo Castanheira, Português, ed. Guerra e Paz;

- 2019: “Praças”, de António Pedro Serrano de Sousa Correia, Português e natural de Angola, ed. A Bela e o Monstro;

- 2018: “Equilíbrio Distante”, de Óscar Maldonado, de nacionalidade Paraguaia, a residir em São Paulo, no Brasil, ed. A Bela e o Monstro;

- 2017: “Diário de Cão” de Thiago Rodrigues Braga, de nacionalidade Brasileira, natural de Corumbá, Goiás, Brasil, ed. A Bela e o Monstro;

- 2016: “Era uma vez um Homem” de João Nuno Azambuja, de nacionalidade Portuguesa, ed. A Bela e o Monstro.