Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)
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segunda-feira, 21 de fevereiro de 2022

Macau - Cozinha macaense em destaque no Instituto de Formação Turística


Entre hoje e sexta-feira, o Restaurante Educacional do Instituto de Formação Turística de Macau (IFT) irá apresentar cerca de 20 “pratos clássicos macaenses”, numa iniciativa com a participação da chef Marina de Senna Fernandes e a colaboração da Associação dos Macaenses (ADM), visando promover essa gastronomia “singular” do território.

O menu especial inclui pratos como “camarão malaio”, “galinha di tempu di caça” (guisado de frango com azeitonas verdes) e “saránsurável” (pão de ló com cobertura de coco).

Em comunicado, o IFT recorda que, em 2021, foi nomeado como “unidade de protecção do património cultural imaterial nacional ligado à Gastronomia Macaense”. Nesse sentido, tem oferecido cursos e lançou uma versão online da “Base de Dados de Gastronomia Macaense”, em colaboração com os Serviços de Turismo, Instituto Cultural, Instituto Internacional de Macau e outras entidades.

Além disso, criou na sua biblioteca um espaço dedicado à gastronomia macaense, que alberga uma variedade de receitas clássicas, manuscritos, livros de culinária e publicações.

O IFT salienta ainda que Marina de Senna Fernandes já contribuiu para a publicação de vários livros de culinária, participou em workshops e numa série televisiva sobre a gastronomia macaense, cuja promoção continua a desenvolver actualmente no restaurante da ADM. In “Jornal Tribuna de Macau” - Macau


 

quarta-feira, 29 de setembro de 2021

Macau - Instituto de Formação Turística será unidade de protecção da gastronomia macaense

Depois da China ter incluído três itens da RAEM na Lista de Património Cultural Intangível Nacional, o Instituto de Formação Turística de Macau foi agora designado como unidade de protecção da Gastronomia Macaense


O Departamento da Cultura e do Turismo do Conselho de Estado da República Popular da China divulgou na sexta-feira a lista de unidades de protecção de manifestações culturais classificadas como Património Intangível Nacional. O Instituto de Formação Turística (IFT) de Macau foi designado como unidade de protecção do património da Gastronomia Macaense.

Sendo “um produto histórico importante da intersecção das culturas chinesa e ocidental em Macau ao longo de mais de quatrocentos anos”, a Gastronomia Macaense reflecte as mudanças económica, cultura e social do território, sublinhou a instituição de ensino superior. Para o IFT, a inclusão da Gastronomia Macaense na Lista Nacional de Manifestações Representativas do Património Cultural Intangível da China “enriqueceu” o estatuto de Macau como membro da Rede de Cidades Criativas da UNESCO na área da Gastronomia, grupo que integra desde Novembro de 2017, bem como contribuiu para alargou os recursos turísticos do território.

Nesse sentido, o IFT assegurou que irá implementar as orientações de trabalho, cujas prioridades assentam nos princípios de “proteger, salvaguardar e desenvolver”, em consonância com a “Lei do Património Cultural Intangível da República Popular da China” e os requisitos inscritos no documento de “Opiniões sobre o reforço da salvaguarda do Património Cultural Intangível”, divulgado pelo Conselho de Estado da China.

A instituição de ensino sediada em Mong-Há recordou ainda que tem desenvolvido várias iniciativas relacionadas com a promoção, educação e defesa da herança da cultura gastronómica de Macau. No ano passado, foi criada na biblioteca do IFT uma sala dedicada à Base de Dados da Cozinha Macaense, exibindo documentos relacionados, como receitas manuscritas.

Recorde-se que, em Junho do corrente ano, a China actualizou a Lista de Património Cultural Intangível Nacional com a inclusão de três categorias declaradas pela RAEM – a Gastronomia Macaense, o Teatro em Patuá e as Crenças e Costumes de Tou Tei – tendo o Instituto Cultural defendido que a decisão consolida o papel do território como “uma base de intercâmbio e cooperação para a promoção da coexistência multicultural”. Com a actualização da lista, o número de manifestações culturais intangíveis na China subiu para 1557. Catarina Chan – Macau in “Jornal Tribuna de Macau”