O
Centro Cultural Franco-Moçambicano (CCFM) acolhe, no próximo dia 12 de Agosto,
a partir das 15h, a 8ª edição do Festival Nacional de Hip-Hop “Punhos no Ar”
(FNHPA).
Criado
em 2016, através de uma parceria entre a Nexta Vida Entertainment, o Café Bar
Gil Vicente e o Centro Cultural Franco-Moçambicano, o Festival Nacional de
Hip-Hop “Punhos no Ar” é um evento anual centrado na valorização do Hip-Hop
Moçambicano, além de promover um encontro de várias províncias, permitindo
assim um importante intercâmbio entre os amantes e praticantes da área e o
aprofundamento dos laços que unem os fazedores da cultura Hip-Hop no nosso
país.
“Nesta
8ª edição teremos os cinco elementos da Cultura Hip-Hop, nomeadamente: MC, DJ,
Graffiti, Break-Dance e o ‘Conhecimento’, para além de que, vamos mais uma vez
exaltar a Unidade Nacional, reunindo no mesmo palco artistas do Sul (Maputo,
Matola e Xai-Xai), Centro (Beira, Chimoio, Tete e Quelimane) e Norte do País
(Nampula e Lichinga), com um programa ecléctico incluindo: Música, Dança,
Debate, Freestyle Battle, Feira de Hip-Hop e Graffiti, fazendo deste evento um
momento de convívio único e fazendo juz ao principal objectivo do festival:
exaltação do Hip-Hop Nacional”, lê-se na nota de imprensa do Franco.
O
ponto mais alto será no próprio dia do Festival, 12 de Agosto (sábado), no
Franco, onde estarão, entre vários, Duas Caras, Kloro, Trez Agah, Allan, Iveth,
Legacy, Kay Real, Gina Pepa, Bokly, La Vida Louca, Rei Bravo e Pier Dogg. In “O País”
- Moçambique
Depois
do lançamento dos singles Vamos
Fazer Barulho, Vais
Voltar, Teus
Lábios e Make Some Noise, este último com a participação
do ícone colombiano Reykon e do rapper americano Twista, De Britto apresentou o
seu álbum, intitulado “This Is Us”, que chegou a todas as plataformas digitais,
assim como às lojas em formato físico, encontrando-se disponível nas principais
lojas FNAC.
“This
Is Us” tornou-se, no ano do seu lançamento, um dos álbuns nacionais com maior
crescimento junto dos consumidores do Spotify e os seus temas rodaram em
diversas rádios nacionais e internacionais.
Com
um grande sucesso alcançado e após um período mais afastado da música, De
Britto regressa agora para nos apresentar o videoclipe do tema que deu nome ao
seu álbum, “This Is Us”. Assente num jogo de luzes e na dualidade luz e escuro,
este trabalho pretende realçar a importância do ser-se fiel a si próprio e de
sermos o que somos, sem filtros ou máscaras. Com vista a novos projetos, o
artista surge para brindar o seu público com este trabalho e que antecederá o
lançamento de outro projeto, no qual surge como convidado.
O regresso de De Britto promete! A não perder!
Leegend - Portugal
O estúdio de produção musical DiTerra Records vai disponibilizar
online nas plataformas de streaming nesta sexta-feira, 22, o primeiro álbum de
originais uma compilação denominada “Hip-Hop diTerra vol.
Em
entrevista ao Balai, um dos mentores do projeto, Nilton Andrade de nome
artístico Buddha, diz que o projeto DiTerra começou há oito anos. “Desde o
início tínhamos vontade de ter o nosso próprio estúdio”, explica e acrescenta
que este projeto é um sonho partilhado com o produtor Nelisson Araújo.
Para
Nilton Andrade, a maior dificuldade foi fazer com que as pessoas acreditassem
no projeto. “Tivemos algumas dificuldades na adesão das pessoas”, mas que,
segundo o entrevistado, melhorou com o tempo.
Ao
longo dos anos, o estúdio de produção musical acabou por se expandir para um
estúdio de audiovisual, de fotografia e gravação de programas e, atualmente,
apostaram no multimédia, com a produção de conteúdos para terceiros.
“O
projeto DiTerra tem diferentes seguimentos: o DiTerra Records focado na música,
Lenti DiTerra , que é o estúdio fotográfico, e HIP POP DiTerra que é uma
plataforma de produção de cultura urbana”.
O
objetivo do DiTerra Records é ser uma referência nacional a nível de produção
musical, audiovisual, visando expandir com o tempo, tentando sempre “ter um
diferencial dos outros produtores musicais para mais tarde alcançar uma
dimensão maior”.
O
estúdio que abriu aquando da pandemia “não está com todo o potencial que
deveria ter”. “Apesar dos obstáculos (…) decidimos focar-nos no nosso projeto
que resultou assim no lançamento do álbum”.
“A
ideia de fazer uma compilação surgiu da necessidade de promover o estúdio, ter
o nosso primeiro trabalho no nome do estúdio e promover a plataforma Hip Hop
DiTerra . O álbum é algo que está a ser feito pouco no mercado, apresentando-se
mais singles no mundo da música”, frisa Buddha.
O
trabalho é constituído por 18 faixas e traduz-se numa fusão de talentos entre
diversos artistas e produtores nacionais, resultando assim num projeto
diversificado em termos de ritmo”, lê-se em nota de imprensa.
Segundo
o mentor, o objetivo deste trabalho é “trazer diversidade num formato diferente
e que seja representativo da cultura do Hip-Hop no país e na nossa diáspora,
trazendo algo novo, algo que as pessoas ainda não ouviram, daí uma compilação
de artistas”.
“No
total, participaram 43 artistas no trabalho, entre rappers e cantores, e cinco
produtores, alguns residentes na Praia, outros nas ilhas e na Diáspora”,
explica Buddha.
Nilton
Andrade acrescenta ainda que em breve vão lançar uma edição para
colecionadores, algo especial, uma edição limitada e colecionável.
O
álbum que já foi apresentado no dia 15 de julho no canal do Youtube
do estúdio é disponibilizado ao público nas principais plataformas de streaming
nesta sexta-feira, 22.
“A
primeira apresentação do projeto foi feita na Quebra Kabana no dia 1 de julho,
com um total de 60 convidados”, diz mentor do projeto e acrescenta que uma
apresentação ao público ao vivo (concerto) deverá acontecer em meados de
setembro ou outubro. Cátia Gonçalves – Cabo Verde in “Balai
Cabo Verde”