Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Angola – Autoridades vão fornecer alimentos a mais de 700 mil afetados pela seca

As autoridades angolanas defendem o fornecimento imediato de assistência alimentar às 755678 pessoas afetadas pela seca na província do Cunene, cujas necessidades alimentares estão ainda a ser analisadas.

O assunto foi analisado durante uma reunião entre a Comissão de Proteção Civil no Cunene e a delegação multissetorial, chefiada pelo secretário de Estado para a Proteção Civil e Bombeiros do Ministério do Interior de Angola, Eugénio Laborinho, que desde segunda-feira trabalha naquela região do sul do país, noticiou o Jornal de Angola.

A Comissão de Proteção Civil no Cunene está a preparar um relatório sobre as necessidades alimentares neste momento, para ser apresentado ao Governo.

Na reunião ficou ainda decidido que depois da ajuda alimentar, a população deve receber igualmente assistência nos domínios da saúde, educação e agricultura.

Nos últimos dias, começou a chover na província do Cunene, por isso as autoridades preveem que a situação possa estar minimizada até ao final do primeiro semestre deste ano, altura da colheita dos produtos agrícolas.

Com a situação, segundo dados da Comissão de proteção Civil no Cunene, em algumas localidades a população abandonou as suas residências à procura de apoio, muitas delas deslocando-se à vizinha República da Namíbia.

As autoridades tradicionais, que consideram fraco o apoio prestado pelas autoridades, apesar de a direção provincial do Ministério da Agricultura ter fornecido no início da época chuvosa algumas sementes, solicitaram ao Governo mais sementes e tratores para o aumento da produção agrícola.

Na semana passada, o governador da província do Cunene, António Didalelwa, anunciou a existência de dez toneladas de milho para sementeira. In “Mundo Lusíada” - Brasil

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Panamá - Poderá assumir ampliação de eclusas do Canal

Anúncio foi feito por executivos da Autoridade do Canal do Panamá (ACP)

Panamá poderá assumir a construção do terceiro conjunto de eclusas do Canal, no caso de o consórcio responsável pela obra desistir por problemas financeiros. O anúncio foi feito por executivos da Autoridade do Canal do Panamá (ACP).

“Se o contratante não terminar o trabalho (que tem um avanço de 96%), esperemos que não, a ACP irá assumir o trabalho restante”, destacou o responsável pelo projeto de expansão do Canal do Panamá, Ilia Hawthorn Marotta.

O executivo acrescentou que o consórcio Grupo Unidos pelo Canal (Gupc), composto pelas empresas Sacyr Vallehermoso, da Espanha, Impregilio, da Itália, e Jan De Nul, da Bélgica, solicitou à ACP uma “ajuda financeira”. O pedido foi de US$ 40 milhões para selar vazamentos.

A aparição de fissuras em uma das paredes da nova eclusa de embarque do Pacífico, no meio do ano passado, obrigou o Gupc a fazer um reforço na estrutura, trabalho que deve terminar neste mês.

“É como uma espécie de empréstimo, mas o ACP é incapaz de fazer empréstimos. Sabemos que os reparos estão custando entre US$ 30 milhões e US$ 40 milhões para um consórcio, mas que é um problema a ser resolvido internamente”, destacou o executivo.

Hawthorn reiterou que o plano dos primeiros testes de navegação nos novos bloqueios deve ser concretizado em abril próximo. No entanto, ainda não há data de abertura definitiva do empreendimento. A estimativa é de que a via, por onde passam cerca de 6% das mercadorias transportadas pelo mundo, seja inaugurada no segundo trimestre.

O administrador da ACP, Jorge Luis Quijano, disse que até o final de janeiro ficará “mais claro” quando a obra, que tem mais de um ano de atraso, poderá ser inaugurada. O serviço foi marcado por disputas entre os países das empresas que realizam as obras e greves trabalhistas.

O consórcio, por sua vez, anunciou que o trabalho poderá atrasar mais seis meses. O motivo é o não pagamento de faturas no prazo. Quijano negou o grupo empresarial e destacou que as faturas são pagas 30 dias após a apresentação.

O consórcio começou, em janeiro, o processo de testes de portas eletromecânicos e, em agosto, foram verificadas fissuras por onde a água escoou.

Os trabalhos de reparação devem ser concluídos no próximo dia 15 e os testes deverão ser reiniciados, conforme o programa previsto. In “A Tribuna” - Brasil

Portugal – Porto de Leixões com quebra de 6,7% nos contentores em 2015

O movimento de contentores em Leixões fechou o ano na casa dos 615 mil TEU. A concessionária reconhece a quebra mas sublinha o impacte de Angola e o facto de continuar a operar próximo do limite da capacidade do terminal.

Pelo quarto consecutivo a TCL superou a fasquia dos 600 mil TEU, mas 2015 foi o pior dos últimos quatro anos no terminal de contentores de Leixões. Face a 2014, a quebra homóloga foi de 6,7%.

A primeira explicação para o resultado – que representa a primeira interrupção “real” da tendência de crescimento iniciada com a concessão, em 2000 – dá pelo nome de Angola. As exportações para aquele país – um dos principais destinos de Leixões – sofreram uma forte travagem e disso se ressentiu a movimentação de contentores, quer cheios quer vazios.

Ainda assim, destaca a concessionária, foi possível amortecer as perdas com a captação e fixação de novos tráfegos.

Leixões, sublinham da TCL, mantém-se como quinto porto ibérico na movimentação de contentores, sendo que os que o precedem no ranking têm uma forte exposição ao mercado de transhipment, praticamente inexistente no porto nortenho.

TCL continua no limite

Ainda assim, o terminal de contentores de Leixões continua a operar muito perto do seu limite de capacidade. Como o próprio presidente da APDL reconheceu recentemente, não fora esta quebra de actividade e viver-se-ia uma situação de congestionamento permanente.

Enquanto tarda a formalização do acordo para a ampliação do terminal de contentores Sul, a TCL continua a utilizar o terminal Multiusos e são cada vez mais frequentes os dias em que opera 24/24 horas a pedido dos armadores, com isso agilizando o fluxo das mercadorias.

Tal como o Transportes & Negócios avançou em primeira mão, o acordo para a expansão do terminal já está fechado entre a APDL e a TCL. A concessionária investirá cerca de 40 milhões de euros no terminal Sul e em troca receberá mais cinco anos de concessão. In “Transportes & Negócios” - Portugal

Brasil - Orquestra na Rua promove acesso à música erudita e integra jovens músicos


Um projeto cultural muito interessante vem ganhando destaque em São Paulo. O Orquestra na Rua, como é conhecido, promove, gratuitamente, apresentações públicas de música erudita em formato de orquestra. Tudo começou quando três jovens músicos tiveram a ideia de realizar uma maratona de concertos ao ar livre, buscando fomentar o acesso e o interesse da sociedade pela música clássica e, ao mesmo tempo, integrar jovens estudantes, musicistas, às apresentações. Matheus Bellini, Caio Forster e Leonardo Mallet, idealizadores e coordenadores do projeto, começaram a trabalhar o Orquestra na Rua em 2012.

O projeto é aberto para qualquer estudante instrumentista que queira participar, independentemente do nível técnico. A ideia é juntar violinistas, violistas, violoncelistas e contrabaixistas, de diversos municípios do estado de São Paulo, em uma espécie de orquestra de cordas espontânea. Assim é formada uma orquestra, com cerca de 50 músicos que, na maioria das vezes nunca tinham tocado juntos. O legal é que tudo isso acontece em um único dia. Há um ensaio aberto, e logo depois uma apresentação à população.

Além dos músicos convidados, a equipe é composta por 5 músicos fixos, que coordenam os naipes nos ensaios e organizam tudo para o concerto. Há também uma equipe que cuida da divulgação e da organização de cada edição, e até um Luthier fica disponível para realizar manutenções nos instrumentos dos músicos convidados, caso haja necessidade. Dessa forma, o músico que participa do projeto só precisa se preocupar em levar seu instrumento, pois todo o resto como, infraestrutura, alimentação, transporte, arranjos e partituras, fica por conta da equipe do Orquestra na Rua. Quem participa ainda ganha um Kit com alguns brindes como camiseta e adesivos do projeto.

O acesso à cultura

Muito se fala sobre acesso à cultura gratuita, mas inúmeras e complexas variáveis cercam este assunto. No caso da música clássica e, neste caso, da música de orquestra, fica claro que ainda há uma tendência conservadora que acaba delimitando à ideia de que esta é uma forma de arte para poucos, ou para a elite. Os preços para ingresso nas grandes apresentações do gênero são um exemplo disso e, segundo os organizadores do projeto Orquestra na Rua, a falha divulgação de ações deste tipo é outro problema recorrente. Mesmo quando há uma ação assim, de forma gratuita, a forma de ‘cativar’ o público e captar seu interesse é muito superficial. Este é outro ponto importante trabalhado pelo projeto, pois quando a orquestra vai para um município, há todo um trabalho de divulgação, captação e incentivo.

Com três anos de projeto, O Orquestra na Rua já tocou em 11 edições. O evento também esteve presente em duas conferências internacionais, a Conferência Internacional Multiorquestra de 2015, no Rio de Janeiro, e a Classical Next 2015, realizada em Rotterdam, Holanda.

Além de facilitar o acesso do jovem musicista à participação em uma orquestra, e viabilizar apresentações de grandes clássicos da música à população, de forma gratuita, o projeto resgata a importância de espaços públicos ao realizar nestes a promoção da cultura e da arte. A estimativa é que 1 mil espectadores sejam favorecidos por edição, e 50 novos músicos sejam integrados ao projeto por apresentação.

E se você se interessou por assistir ou quer participar do Orquestra de Rua, vale dar uma olhada na página do projeto no Facebook. Lá você também ficará por dentro das próximas apresentações da orquestra. Ah! Aceda aqui a um vídeo muito legal, que conta toda história do projeto. In “Vá de Cultura” - Brasil

Reino Unido – Porta-contentores Al Muraykh acostou em London Gataway

O navio porta-contentores Al Muraykh da United Arab Shipping Company (UASC) acostou no porto London Gataway sendo a sua primeira escala na Europa, transportando mercadoria com origem na Malásia.


Com capacidade para transportar até 18800 contentores, o Al Muraykh carregou 18601 TEU dos quais 3 800 foram desembarcados no porto londrino. A particularidade deste porta-contentores, de 400 metros de comprimento por 59 metros de largura e um calado máximo de 15,6 metros, é a sua reduzida libertação de CO2, inferior a 60% do que habitualmente os navios congéneres libertam, tornando-se num navio altamente ecológico, sendo o mais verde do mundo e um dos maiores em operação na actualidade, beneficiando de propostas de reduções tarifárias nos portos em virtude de ser um transporte ecológico sustentável. Baía da Lusofonia

Moçambique - Corredor de Nacala pronto para escoar o carvão de Moatize

Está tudo pronto para o início do transporte do carvão de Moatize através do Corredor de Nacala, garante o director provincial dos Transportes e Comunicações de Tete, Moçambique.

Romeu Sandoca disse à “AIM” que a linha férrea, mandada construir / modernizar pela Vale Moçambique, está operacional, “tendo sido inspeccionada e testada em Novembro passado, quando o primeiro carregamento de carvão seguiu para o porto de Nacala”.

O teste foi efectuado com uma composição com quatro locomotivas e 120 vagões, que percorreu sem incidentes os 902 quilómetros até Nacala.

A nova ligação, que atravessa o vizinho Malawi, funcionará como complemento e alternativa à Linha do Sena, que permite o escoamento do carvão de Moatize para o porto da Beira, numa distância de 570 quilómetros.

O director provincial dos Transportes e Comunicações de Tete acrescentou que a nova linha férrea será igualmente utilizada por outras empresas mineiras para escoarem a respectiva produção, sendo que a Portos e Caminhos-de-Ferro de Moçambique também a utilizará para o transporte de passageiros e cargas diversas.

Além da Vale Moçambique, extraem e exportam carvão a partir de Tete o consórcio indiano International Coal Ventures Private Limited (que adquiriu os activos carboníferos do grupo Rio Tinto) e a Jindal África, subsidiária do grupo indiano Jindal Steel and Power Limited (JSPL). As duas primeiras empresas têm concessões no distrito de Moatize, estando a terceira em actividade no novo distrito de Marara, antes pertencente ao distrito de Changara. In “Transportes & Negócios” - Moçambique

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Portugal – Empresa TREAT U na vanguarda da melhoria da saúde dos pacientes

A missão da TREAT U é melhorar a saúde dos pacientes, aumentando a eficácia terapêutica e reduzir a incidência de efeitos colaterais adversos, assim, reduzir os custos de tratamento para os sistemas de saúde

A TREAT U, uma empresa que se criou a partir da Universidade de Coimbra, em 2010, criou uma nanopartícula revolucionária que pode mudar a forma como se trata o cancro. Ainda em fase de testes, a ideia já conta com duas patentes nos Estados Unidos, refere o Notícias ao Minuto.

O melhor dos cenários, dizem os responsáveis da empresa no respetivo sítio, é que possa entrar no mercado dentro de três anos.

Recorde-se que a PEGASEMP, a nanopartícula (uma partícula tão pequena que, na escala métrica, está abaixo do micro e é menor do que uma célula), é ministrada na corrente sanguínea dos doentes de cancro, reconhecendo automaticamente os tumores e libertando um tratamento de quimioterapia localizado.

Segundo os responsáveis pela empresa, a ação da nanopartícula é como uma ‘bomba’ contra as células cancerígenas, que as identifica e ‘ataca’ com grande precisão. Essa exatidão, segundo os investigadores, previne também os ‘efeitos colaterais’ de um tratamento por quimioterapia, evitando as acumulações do fármaco em células que estão saudáveis. In “revistaport.com” – Portugal

Endereço
TREAT U, S.A.
Parque Industrial de Taveiro, Lote 44
3045-508 Coimbra
PORTUGAL
Phone: (+351) 239 800 360
Email: info@treatu.pt
______________________________________
TREAT U, S.A.
Biocant Park, Associação Beira Atlântico Parque
Parque Tecnológico de Cantanhede, Núcleo 04, Lote 2
3060-197 Cantanhede
PORTUGAL