Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)
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sábado, 24 de abril de 2021

Geórgia do Sul - Raro pinguim amarelo foi fotografado pela primeira vez


O fotógrafo belga da vida selvagem, Yves Adams, tirou a fotografia em dezembro de 2019 numa ilha na Geórgia do Sul durante uma expedição de dois meses. No entanto, só muito recentemente a fotografia foi publicada no Instagram do fotógrafo.

“Enquanto arrumávamos os nossos barcos de borracha, depois de chegar a uma praia remota na ilha da Geórgia do Sul, este pinguim-rei leucístico veio diretamente na nossa direção no meio de um caos cheio de elefantes marinhos, focas da Antártida e milhares de outros pinguins “, escreveu Adams no seu post. “Quanta sorte eu tive!”

O leucismo é uma mutação genética que causa o desaparecimento de parte, mas não toda a melanina de um animal, explica a Live Science. Os pinguins-reis geralmente têm penas pretas e brancas com uma faixa amarela em forma de gravata borboleta na gola. A melanina, ou pigmento escuro, é responsável pelas penas mais escuras. Embora as anomalias de pigmentação em pinguins sejam raras, elas podem ser melanísticas (todas pretas), albanísticas (todas brancas) ou leucíticas (uma mistura de ambas).

Dee Boersma, uma bióloga conservacionista da Universidade de Washington que não fez parte da expedição de Adams, disse ao Live Science que concordava com o fotógrafo em relação ao leucismo do pinguim.


No entanto, Kevin McGraw, um ecologista comportamental integrativo da Arizona State University que também não fez parte da expedição, está menos seguro, como disse ao Live Science: “Parece albino do ponto de vista de que carece de toda a melanina” na sua plumagem, pés e olhos, alertou McGraw. Ainda assim, “precisaríamos de amostras de penas para testes bioquímicos se pretendêssemos documentar inequivocamente” se a melanina está presente, afirmou.

McGraw acrescentou que a mutação pode colocar este pinguim em desvantagem, já que os pinguins usam a sua coloração para escolher parceiros e se proteger tanto de predadores quanto do sol.

Seja qual for o motivo, a coloração branca e amarela é tão rara que nunca foi vista antes, pelo que os especialistas sabem. Um pinguim barbudo branco foi visto na Antártica em 2012, relatou o The Independent.

A raridade fez com que Adams se sentisse especialmente sortudo por ter a oportunidade de a fotografar. O fotógrafo indicou que era um dos pelo menos 120.000 pinguins da colónia. In “Green Savers Sapo” - Portugal




 

domingo, 22 de novembro de 2020

Quénia - GPS protege a última girafa branca do mundo

 


O dispositivo foi colocado depois de outras duas girafas brancas – uma fêmea e a sua cria – terem sido abatidas por caçadores, em março, de acordo com a Comunidade de Conservação animal Ishaqbini Hirola, citada pela agência Associated Press.

A cor branca da girafa é o resultado de uma anomalia genética rara chamada de leucismo. Por ser uma condição tão rara, a girafa torna-se num alvo, particularmente apetecível, para os caçadores furtivos da savana queniana, perto da fronteira com a Somália.

Colocado num dos cifres da girafa, o dispositivo de GPS vai dar a localização do animal de hora a hora, de modo a alertar as os guardas florestais. As girafas brancas foram avistadas pela primeira vez na Tanzânia no início de 2016 e, dois meses depois, no Quénia. Em março de 2020 foram encontradas as carcaças de dois destes animais: a fémea e a cria circulavam no nordeste do condado de Garissa, no Quénia, onde a girafa macho vive agora sozinho. In “Green Savers Sapo” - Portugal