Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)

quinta-feira, 4 de julho de 2019

CPLP - Pretende parcerias "cada vez mais intensas" com os seus 19 observadores associados



O secretário-executivo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) disse ontem que na reunião da manhã de terça-feira com os 19 observadores associados da organização foram discutidas possibilidades de "parcerias cada vez mais intensas"

Os Estados-membros da organização e o secretário-executivo reuniram-se ontem com os 18 países e a Organização dos Estados Ibero-Americanos (OEI) que têm a categoria de observadores associados, numa reunião que o embaixador Francisco Ribeiro Telles classificou de "muito positiva".

Esta reunião teve a ver com o "estabelecimento de parcerias que nós [CPLP] queremos cada vez mais intensas" com os observadores associados, disse Ribeiro Telles.

"Alinhavámos projetos que podem vir a ser importantes para o futuro e a contribuição que cada país associado e a organização internacional associada, a OEI, podem dar para o trabalho da CPLP", afirmou o responsável, no final do encontro que decorreu na sede daquela comunidade, em Lisboa.

Segundo o secretário-executivo da CPLP, foi feito também um ponto de situação do andamento dos trabalhos e da cooperação entre os nove Estados-membros da organização e os seus 19 observadores associados, e o que se pode constatar "é que há um interesse crescente da comunidade internacional sobre os trabalhos da CPLP".

Os observadores associados também apresentaram um relatório das suas atividades, a 05 de maio, Dia da Língua e da Cultura Portuguesa, referiu o diplomata português.

"E o que podemos verificar foi que também houve um conjunto de atividades nesse dia nos quatro continentes, o que é digno de registo", acrescentou. In “Sapo Timor-Leste” com “Lusa”

Internacional - Madonna declara-se de novo a Lisboa com vista para a “tribo” lusófona

Produzido por um português, documentário tem 22 minutos e pode ser visto legendado em português (do Brasil). A cantora norte-americana explica como a música que ecoa em Lisboa a salvou da solidão


Já não é a primeira declaração que Madonna faz à capital portuguesa. Pode não ter sido a música que a levou até Lisboa, mas foi a cidade que a inspirou a regressar ao mercado discográfico. Num novo documentário, disponível no Youtube, a rainha da Pop revela como encontrou em Portugal a inspiração para o seu novo álbum, "Madame X", depois de um período de solidão e depressão. "Desembarquei num mundo mágico", disse.

O documentário tem apenas 22 minutos e foi produzido pelo português Nuno Xico. No vídeo, que pode ser visto legendado em português (do Brasil), a cantora norte-americana fala abertamente sobre o processo criativo que resultou no novo disco. Explica como chegou entusiasmada "por estar fora da América" e poder "olhar o mundo de outro ponto de vista". "Mas comecei a sentir-me frustrada como artista... e um pouco solitária", acrescentou Madonna, que numa entrevista ao canal MTV já tinha admitido ter passado por uma depressão quando chegou a Lisboa. Compara o processo de solidão ao mesmo pelo qual teve de passar quando chegou a Nova Iorque, com apenas 19 anos. "Sabia que tinha de encontrar a minha tribo."

Segundo confessa, a artista terá mesmo encontrado a sua tribo. E foi através do fado e do funaná que se sentiu inspirada a compor novamente, que estimularam nela a paixão pela cidade. "Pensei: estou feliz pela carreira futebolística do David [o filho e razão pela qual decidiu vir morar para Portugal], mas esta é a razão de eu estar aqui."

O disco "Madame X" estreou em junho e alcançou o primeiro lugar de vendas em mais de 60 países. Catarina Reis – Portugal in "Diário de Notícias"



quarta-feira, 3 de julho de 2019

Malásia - Universidade de Malaya vai abrir um curso de língua portuguesa

O protocolo vai ser assinado entre o Instituto Camões e a Faculdade de Línguas e Linguística da Universidade de Malaya. O curso vai começar com 200 alunos



A Universidade de Malaya, na Malásia, vai abrir um curso de língua portuguesa. O anúncio foi feito pelo secretário de Estado das Comunidades Portuguesas no passado dia 28 de junho, no decorrer de uma visita à Malásia.

“Nas próximas semanas estará concluído o protocolo entre o Camões e a Faculdade de Línguas e Linguística da Universidade de Malaya”, afirmou à Lusa José Luís Carneiro, acrescentando que o curso vai começar a ser ensinado a 200 alunos.

O responsável português disse ainda que a faculdade malaia mostrou abertura para estabelecer cooperação com universidades portuguesas como a Universidade do Porto, “abrindo as portas para a mobilidade de alunos, professores e investigadores”.

Segundo José Luís Carneiro, os responsáveis da universidade malaia deram ainda “importância à possibilidade de desenvolver instrumentos de tradução” de obras portuguesas para a língua malaia e vice-versa.

Em relação aos contactos que estabeleceu com o secretário-geral do Ministério dos Negócios Estrangeiros da Malásia, Muhammad Shahrul Ikram Yaakob, no Ministério dos Negócios Estrangeiros em Kuala Lumpur, o secretário de Estado assumiu que as autoridades malaias deram revelo à presença de um governante de Portugal na Malásia, o que já não acontecia “desde que há memória”.

Em junho de 1965 os dois países cortaram relações diplomáticas que só foram restabelecidas em dezembro de 1975 e aprofundadas em 1989 com o acordo sobre Cooperação Cultural assinado entre Portugal e Malásia. “A Malásia mostrou vontade de poder promover visitas também a nível político ao nosso país”, anunciou o secretário de Estado das Comunidades Portuguesas.

A deslocação de José Luís Carneiro incluiu uma visita a Malaca para interagir com representantes das comunidades asiáticas descendentes de portugueses.

A relação de Portugal com Malaca remonta a 1509 quando Diogo Lopes Sequeira, enviado do Rei D. Manuel, aportou em Malaca para estabelecer relações e dois anos mais tarde Afonso de Albuquerque desembarcou em Malaca, demoliu a Grande Mesquita, e levantou no local uma fortaleza que seria um importante entreposto comercial.

A visita do governante português à Ásia incluiu uma passagem por Macau, onde se encontrou com a secretária para a Administração e Justiça de Macau, Sónia Chan, com a direção da Escola Portuguesa de Macau e ainda participou nos ‘Diálogos com as Comunidades’, no auditório do Consulado-Geral de Portugal em Macau. In “Mundo Português” - Portugal

Portugal - Ocupação Científica dos Jovens nas Férias no CEI-IUL

Entre os dias 8 e 12 de julho, o CEI-IUL irá receber alunos do 10º, 11º e 12º ano para um estágio no âmbito do programa Ciência Viva no Laboratório – Ocupação Científica dos Jovens nas Férias, intitulado “Quais os desafios e oportunidades do século XXI?”.

Esta atividade será dividida em 5 módulos dedicados às temáticas de migrações, género, cibersegurança, alterações climáticas e a Europa. Pretende-se que os estudantes desenvolvam um pequeno projeto de investigação sobre uma destas temáticas, sempre com apoio dos investigadores especialistas do tema que irão dinamizar atividades e conversas ao longo da semana.

Ainda é possível submeter a candidatura ao estágio ao longo desta semana. Centro de Estudos Internacionais ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa - Portugal





União Europeia - Atribui 3,5 milhões de euros a projeto que procura soluções inovadoras para reduzir os impactos do uso de pesticidas



Cientistas, empresários, produtores e associações de agricultores de seis países - Espanha, França, Grécia Holanda, Itália e Portugal – juntaram-se em consórcio, com o objetivo de desenvolver soluções inovadoras que permitam reduzir os impactos negativos do uso de pesticidas no cultivo de fruta e vegetais.

O projeto europeu OPTIMA: Optimised Pest Integrated Management to precisely detect and control plant diseases in perennial crops and open-field vegetables, que envolve uma dezena de investigadores das faculdades de Ciências e Tecnologia (FCTUC) e de Economia (FEUC) da Universidade de Coimbra, obteve 3,5 milhões de euros de financiamento do programa comunitário Horizonte 2020. Os cientistas da equipa de Coimbra integram três grupos de investigação: o Centro para a Ecologia Industrial (coordenados por Fausto Freire) e o Centro de Ecologia Funcional da FCTUC (coordenados por José Paulo Sousa), bem como o CeBER - Centro de Investigação em Economia e Gestão da FEUC (coordenados por Luís Dias).

Com esta verba, o consórcio liderado pela Universidade de Agricultura de Atenas, Grécia, está a desenvolver uma abordagem integrada e holística para a gestão do problema dos pesticidas, avaliando todos os aspetos críticos relacionados com a sua utilização no cultivo de fruta e vegetais, assente em quatro pilares: previsão, deteção, seleção e aplicação.

Ou seja, pretende-se «melhorar o tipo de pesticidas disponíveis no mercado e a forma como eles são aplicados na agricultura, introduzindo novos biopesticidas (bio-PPPs, substâncias produzidas a partir de micro-organismos ou de produtos naturais para o controle de pragas) e técnicas inteligentes de pulverização, para aumentar a segurança alimentar e reduzir os impactos para a saúde humana e ambiente», explica Fausto Freire, coordenador da equipa portuguesa e docente do Departamento de Engenharia Mecânica da FCTUC.

A primeira fase do estudo, com duração de três anos, tem como enfoque a investigação e avaliação de pesticidas biológicos e sintéticos (químicos), bem como o seu uso combinado para maximizar o sucesso no controle de doenças e pragas, o desenvolvimento de modelos capazes de prever o surgimento de pragas nas culturas e ainda o desenvolvimento de novas tecnologias inteligentes de pulverização.

As soluções conseguidas pelas várias equipas do consórcio serão agregadas e posteriormente testadas em três culturas selecionadas - cenouras (em França), pomares de maçã (em Espanha) e vinha (em Itália) - em diferentes campos, com a colaboração de cooperativas de agricultores.

De seguida, a equipa de Coimbra avaliará os riscos para a saúde humana e ecossistemas, assim como os impactos ambientais e socioeconómicos do sistema OPTIMA, em comparação com os sistemas tradicionais, através de uma abordagem que inclui a Avaliação de Ciclo de Vida (impactos diretos e indiretos desde a produção até ao consumo), a Análise de Risco e a Análise de Decisão Multicritério.

Os resultados do projeto irão contribuir claramente para «diminuir a dependência da agricultura europeia em relação aos PPPs químicos (pesticidas convencionais). O OPTIMA irá fornecer um sistema integrado mais eficiente e sustentável para controlar doenças e pragas, o que contribuirá para diminuir consideravelmente as concentrações de resíduos de PPPs na fruta e legumes, reduzindo os riscos e impactos na saúde humana e no ambiente», acredita Fausto Freire.

Mais informação sobre o projeto OPTIMA está disponível: aqui. Universidade de Coimbra “Faculdade de Ciências e Tecnologia” - Portugal

Internacional – Uma raposa fez uma viagem pelo gelo da Noruega ao Canadá

Uma raposa ártica fez uma jornada de perto de 3500 quilómetros que começou no arquipélago norueguês de Svalbard e terminou no Canadá. A viagem, feita em apenas 76 dias, impressionou os investigadores que estavam a acompanhar o animal à distância, acreditando que foi uma das mais longas e rápidas viagens de sempre jamais registadas



Segundo o Instituto Norueguês de Investigação Polar, a raposa ártica percorreu perto de 3506 quilómetros, tendo partido da ilha de Spitsbergen, localizada no arquipélago de Svalbard, pertencente à Noruega, a 28 de março de 2018.

Ao fim de 21 dias a atravessar os bancos de gelo do oceano Ártico, a raposa chegou à Gronelândia, 1512 quilómetros depois. A jornada foi medida através de um dispositivo de rastreamento presente numa coleira que foi colocada neste espécime por uma equipa de investigadores do instituto. A iniciativa, porém, não ficou por aqui. Como escreve o “The Guardian”, a raposa prosseguiu o seu rumo para oeste, atravessando este território dinamarquês, chegando à ilha Ellesmere, pertencente ao Canadá, a 1 de julho, finalizando esta viagem ao fim de 76 dias.

“Não queríamos acreditar no que vimos”, disse Eva Fuglei, uma das responsáveis por rastrear o animal, ao medir os dados. A equipa chegou a considerar que a razão para tão longas distâncias em tão curto espaço de tempo seria porque a raposa tinha morrido e o seu dispositivo tinha sido levado para um barco. Contudo, segundo Fuglei, “não há barcos que vão tão a norte por entre o gelo”, pelo que concluíram que esta continuava viva. Neste momento, não se sabe do paradeiro do animal, pois a coleira deixou de transmitir informação em fevereiro deste ano.



Os resultados desta observação foram publicados no jornal académico Polar Research e o instituto acredita que, não só esta é uma das mais longas viagens jamais registadas, como das mais rápidas também.

O dispositivo de rastreamento foi transmitindo informação durante três horas por dia, demonstrando que a raposa se deslocou a uma média de 46,3 quilómetros por dia, sendo que o máximo percorrido em 24 horas foi quando fez 155 quilómetros ao atravessar uma camada de gelo no norte da Gronelândia. Será também necessário ter em conta que esta viagem se fez com paragens, entre 7 e 8 e entre 10 e 11 de abril, presumindo-se que a razão que possa ter sido para caçar ou para resguardar-se de tempestades.

Com base nestes dados, Fuglei defende que “este é, segundo se sabe, o mais rápido rácio de movimento jamais registado para esta espécie”, tendo sido também a primeira vez que se captou em tal detalhe o fluxo migracional de um destes animais, passando por diferentes continentes.

Nem os ursos polares, afamados pelas suas longas jornadas, fazem viagens assim tão compridas. A capacidade que as raposas têm para percorrer estas distâncias deve-se ao seu condicionamento para aguentar temperaturas até -50ºC e à sua versatilidade enquanto predadores, algo que também ficou demonstrado neste percurso. Este espécime terá sobrevivido à base de uma alimentação predominantemente marítima durante a viagem — comendo pescado e aves marítimas —, mas quando chegou à ilha Ellesmere, passou a comer lemingues.

Para conseguir atravessar estas distâncias com tamanha velocidade, os investigadores acreditam que os bancos de gelo tenham desempenhado um papel importante. Segundo Fuglei, é assim que as raposas “migram entre áreas, para conhecer outras populações e encontrar comida”.

Contudo, por essa mesma razão, as alterações climáticas são um motivo de grande preocupação, já que o degelo das massas polares poderá impedir as migrações das raposas. O aquecimento global já provocou estragos, pois antes as viagens destes animais passavam junto à Islândia, mas a ausência de gelo já não o permite, deixando as comunidades desta ilha isoladas. Agora teme-se que o mesmo possa acontecer aos espécimes de Svalbard. In “Sapo24” - Portugal

Cabo Verde – Assina compacto lusófono com Portugal e o Banco Africano de Desenvolvimento

Bissau - Cabo Verde tornou-se hoje no segundo País Africano de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) a assinar o compacto lusófono específico com Portugal e o Banco Africano de Desenvolvimento (BAD), no valor de 470 milhões de dólares.

A assinatura aconteceu durante o primeiro Fórum de Investimentos Privados, na ilha do Sal, e foi feita pelo vice-primeiro-ministro e ministro das Finanças de Cabo Verde, Olavo Correia, pela directora de integração regional do BAD, Moono Mupotola, e por Helena Paiva, embaixadora de Portugal em Cabo Verde.

Assistiram à cerimónia o primeiro-ministro cabo-verdiano, Ulisses Correia e Silva, empresários, diplomatas e muitos outros presentes no fórum de investimentos na ilha do Sal, que se prolonga até hoje.

O valor do compacto específico para Cabo Verde é de 470 milhões de dólares para financiar projectos em áreas como energias renováveis, agronegócios, turismo, pescas.

Além dos projectos que poderão beneficiar de funcionamento, o instrumento contém sugestões de políticas de reforma, preparação de projectos e outras formas de assistência técnica no que diz respeito ao sector privado e a parcerias público-privadas.

A directora de integração regional do BAD, Moono Mupotola, disse que a assinatura do compacto comprova os esforços do Governo cabo-verdiano para desenvolvimento do sector privado.

"O BAD e seus parceiros têm planos ambiciosos para Cabo Verde e temos de garantir uma maior concentração de recursos para atacar os obstáculos das infra-estruturas, que têm impacto no desenvolvimento das empresas", disse Mupotola.

A representante avançou que, em coordenação com Portugal, o BAD está a concluir os detalhes para a utilização das garantias financeiras e os critérios para eleger os projectos do compacto, salientando que vão "alinhar com as prioridades do país".

Moono Mupotola disse ainda que o compacto irá ter em conta o contexto do país e os desafios nacionais que o sector privado enfrenta e irá considerar o financiamento de projectos com valores inferiores a 30 milhões de dólares, que é o limite para o crédito do banco.

Por sua vez, a embaixadora Helena Paiva disse que Portugal atribuiu "enorme importância" ao compacto lusófono, considerando que se trata de um "instrumento inovador", que é assinado pelo segundo PALOP, depois de Moçambique.

"Este é o primeiro passo para a operacionalização desta importante iniciativa de fomento ao desenvolvimento do sector privado no país, instrumental enquanto motor de crescimento económico sustentável e inclusivo, e por consequência, contribuir para a melhoria das condições de vida da população cabo-verdiana", salientou a diplomata.

Considerando que o fórum de investimento é o "evento oportuno" para assinar compacto lusófono, Helena Paiva disse que agora é hora de "pôr mãos a obra".

A embaixadora apelou ainda os investidores e empresários a apresentarem projectos, para que, em breve, o compacto possa ter "resultados visíveis" e contribua para o desenvolvimento sustentável de Cabo Verde.

O ministro das Finanças cabo-verdiano classificou o momento de histórico, notando que é mais um ato de criação de oportunidades para o sector privado.

Segundo Olavo Correia, a partir de agora cabe ao sector privado apresentar projectos que criem valor para todos.

"Temos hoje todos os instrumentos de apoio às empresas no que diz respeito ao financiamento. Agora é preciso que o sector privado tenha condições para apresentar projectos bancáveis, bem montados […] projectos financiáveis, para que possamos criar emprego", referiu.

Sobre o total de financiamento de 470 milhões de dólares, Olavo Correia disse que se trata de um montante "nunca visto” para a criação de investimentos no país.

O Compacto para o Desenvolvimento dos países lusófonos é uma iniciativa lançada no final de 2017 pelo BAD e pelo Governo português para financiar projectos lançados em países lusófonos com o apoio financeiro do banco africano e com garantias do Estado português, que assim asseguram que o custo de financiamento seja mais baixo e com menos risco.

O BAD, Moçambique e Portugal assinaram a 12 de Março, em Maputo, um acordo designado Compacto Lusófono Moçambique, para apoiar projectos de investimento, o primeiro específico de um país. In “Agência de Notícias da Guiné” – Guiné-Bissau