Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)

sexta-feira, 3 de maio de 2019

UCCLA - Lançamento da obra “Butá Kloson Ba Lônji - Cancioneiro da Música Popular São-tomense” de Luís Viegas


O surgimento dos grupos musicais de São Tomé e Príncipe, a sua mensagem política e a implicação que produziu no seio das relações sociais, são a base do livro “Butá Kloson Ba Lônji - Cancioneiro da Música Popular São-Tomense” da autoria do Embaixador de São Tomé em Portugal, Luís Viegas, que será apresentado no auditório da UCCLA, no dia 9 de maio, às 18h30.

Com a obra "Butá Kloson Ba Lônji" o autor debruça-se sobre o surgimento dos grupos musicais são-tomenses nos anos 60 do séc. XX, e traça as características das músicas tocadas nessa época, as quais são marcadamente de intervenção política como meio de sensibilizar o povo são-tomense para a luta de libertação do jugo colonial, por um lado, e, por outro, servindo de retrato das complexas teias de relacionamento social.

Tanto a mensagem política como o retrato da vivência social são musicados em língua nacional “Santomé” com recurso a metáforas de difícil interpretação, mesmo para muitos falantes nativos, e o autor procura traduzi-las com toda a fidelidade semântica para a Língua Portuguesa com vista a uma maior compreensão da sociedade são-tomense da época. A densidade metafórica utilizada nas mensagens de cariz político na época era um meio de escapar à censura.

Biografia do autor:

Luís Guilherme D'Oliveira Viegas nasceu em 1967, em São Tomé e Príncipe. Fez o ensino primário e liceal em São Tomé. Iniciou a sua atividade profissional como professor de francês, área em que se formou pela Universidade Balise Pascal de Clermont-Ferrand, França (Letras Modernas).

Obteve o diploma de tradutor e intérprete de Conferência pela INA - Instituto Nacional de Administração de Portugal - e graduou-se em Diplomacia pelo Instituto Rio Branco, em Brasília, Brasil. Diplomata de carreira, no Ministério dos Negócios Estrangeiros e Cooperação de São Tomé e Príncipe, onde ocupou vários cargos de direção.

É Embaixador Extraordinário e Plenipotenciário de São Tomé e Príncipe em Portugal e Marrocos. É Representante Permanente deste país junto da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).

Neste livro em que mostra parte do repertório musical das ilhas, responde à vontade de partilhar com o público a sua paixão pelas línguas nativas de São Tomé e Príncipe, em particular pelo crioulo "santomé".


Morada:
Avenida da Índia, n.º 110 (entre a Cordoaria Nacional e o Museu Nacional dos Coches), em Lisboa
Autocarros: 714, 727 e 751 - Altinho, e 728 e 729 - Belém
Comboio: Estação de Belém
Elétrico: 15E - Altinho
Coordenadas GPS: 38°41’46.9″N 9°11’52.4″W

quinta-feira, 2 de maio de 2019

Áustria – Abertas inscrições para lusodescendentes aprenderem português

Esta é uma forma do governo austríaco incentivar os lusodescendentes a aprenderem português





O governo austríaco está a proporcionar às crianças e adolescentes o ensino a língua de herança. As aulas são oferecidas gratuitamente e são destinadas a todos os que tenham vínculo com a língua portuguesa.


As inscrições encontram-se abertas até ao dia 24 de maio e os interessados deve contactar os professores responsáveis por cada uma das regiões:


VIENA

Volksschule – Prof. Tatiana Surer (tatiana.surer@gmx.at ou +43680445936)
AHS e BHS (Viena e arredores) – Prof. Daniella Ringhofer (daniella.ringhofer@gmail.com ou +436769610866)


NIEDEROSTERREICH

Bildungsregion 4 (turma em Stankt Polten) e 5 (turma em Modling): Volksschule e NMS – Prof. Karina Fohringer (karinafohringer@gmail.com ou +436767844973)


TIROL

Innsbruck: Volksschule, NMS, AHS, BHS – Prof. Julliane Rudisser ( jullianerudisser@gmail.com ou +436509151278)


In “Revista Port. Com” - Portugal

Apresentação do Relatório Mundial sobre Proteção Social 2017-2019





A Organização Internacional do Trabalho (OIT) e o Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social (MTSSS) estão a organizar a cerimónia de apresentação do Relatório Mundial sobre Proteção Social 2017-2019, que terá lugar no dia 6 de maio, às 14h30, no auditório da UCCLA. Esta iniciativa conta com o apoio da INATEL e da UCCLA.


Programa:


14h30 - Abertura

Secretário-Geral da UCCLA - Vitor Ramalho

Diretor Geral do Gabinete de Estratégia e Planeamento do MTSSS - José Luís Albuquerque

Diretora do Escritório de Lisboa da OIT - Mafalda Troncho


15h00 - Apresentação e debate do Relatório de Proteção Social Mundial 2017-2019

Moderação: Subdiretora-Geral do Gabinete de Estratégia e Planeamento do MTSSS - Rute Guerra

Apresentação:

- Responsável de Atividades, ACTION-Portugal, OIT - Nuno Castro

- Chefe de Unidade de Finanças Públicas, Actuariado e Estatísticas da OIT, Departamento de Proteção Social - Fábio Durán-Valverde


16h30 - Momentos musicais com:

Batucadeiras FinKa-Pé (Cabo Verde)

Mamadú Baio e amigos (Guiné-Bissau)

Mauro (Moçambique)

Piki Pereira (Timor-Leste)


No local haverá venda de artesanato e gastronomia.

  

Morada:
Avenida da Índia, n.º 110 (entre a Cordoaria Nacional e o Museu Nacional dos Coches), em Lisboa
Autocarros: 714, 727 e 751 - Altinho, e 728 e 729 - Belém
Comboio: Estação de Belém
Elétrico: 15E - Altinho
Coordenadas GPS: 38°41’46.9″N 9°11’52.4″W

quarta-feira, 1 de maio de 2019

Macau - “Arte Macau” com 31 eventos durante cinco meses


Um festival com contornos “sem precedentes” é o que se pretende alcançar com o “Arte Macau”, iniciativa que durante cinco meses apresentará 31 programas, incluindo 18 exposições e 10 espectáculos de “grande dimensão” mediante parcerias com várias instituições, entre as quais operadoras de jogo



O festival internacional de artes e cultura (“Arte Macau”) arranca a 6 de Junho e estende-se até Outubro abrangendo vários eventos artísticos, incluindo espectáculos, festivais internacionais juvenis e mostras de arte de instituições do ensino superior, detalhou o Instituto Cultural. Ao todo estão agendados 31 programas, incluindo 18 exposições e 10 espectáculos de “grande dimensão” a realizar em 33 locais do território. O principal local do festival é o Museu de Arte de Macau.

Em Abril, o festival teve como preâmbulo uma série de exposições de destaque, nomeadamente “Desenhos da Renascença Italiana do British Museum” com 52 obras de desenho da autoria de 42 mestres do Renascimento italiano dos séculos XV e XVI, a fim de dar a conhecer as transformações e inovações deste período.

Por sua vez, serão expostas 90 obras de mestres contemporâneos do espólio de colecção do Museu Nacional de Arte na China que, em conjunto, traçam o desenvolvimento da arte chinesa dos último século. Já a mostra “Reminiscências da Rota da Seda – Exposição de Relíquias Culturais da Dinastia Xia do Oeste” levantará o “véu de mistério que rodeia a história e cultura da civilização Xia Ocidental”. “Alguns dos objectos que integram esta mostra serão exibidos pela primeira vez fora de Ningxia, fazendo desta uma rara oportunidade para apreciar estes tesouros do património secular”, refere o organismo.

Uma das características do “Arte Macau” inclui a parceria com várias empresas com o objectivo de criar uma “nova marca de turismo cultural”, da qual se destaca a exposição internacional de arte, no Museu de Arte, que exibirá pintura, cerâmica, escultura, multimédia, entre outros elementos. De um modo geral, o Galaxy Entertainment Group fica a cargo da mostra “Grace Kelly”; a Melco Resorts & Entertainment da “Encontros Inesperados”, que incluirá o “invejável acervo da City of Dreams”; a MGM apresenta “Hua Yuan” e a Sands China aposta em “Tudo o que é ouro brilha” expondo mais de 90 obras de 27 ceramistas. Já a Sociedade de Jogos de Macau apresenta a mostra “Arte. Apreciação. Legado”, assente na união de esforços de vários artistas para criar sete exposições multidimensionais, e a Wynn Macau estreia “Jardim das delícias terrenas” com trabalhos de arte moderna de vários artistas de renome mundial.

Já os Consulados do Japão, Itália, Hungria e Bélgica inauguram em Julho várias exibições, nomeadamente a segunda mostra anual de artes entre a China e os Países de Língua Portuguesa. Além desta e outras mostras, estão previstas seis instalações artísticas ao ar livre reunindo “obras de arte antigas e contemporâneas de artistas chineses e estrangeiros, autênticas obras-primas do património mundial que irão certamente deleitar os olhos de todos os visitantes”.

Por fim, o evento promete levar a arte aos bairros comunitários mediante concertos da Orquestra de Macau e Orquestra Chinesa, Festival Juvenil de Teatro e uma série de espectáculos e exposições alusivas aos 20 anos da RAEM. À Doca dos Pescadores chegarão a “Rota do Amor” e o Festival de Arte Urbana “Outloud 2019”. Catarina Almeida – Macau in “Jornal Tribuna de Macau”

Guiné-Bissau - A Organização Mundial de Saúde declarou o país livre de poliomielite


Bissau - A Organização Mundial de Saúde declarou a Guiné-Bissau livre de poliomielite, uma infeção que pode provocar a paralisia infantil, refere-se num comunicado divulgado hoje à imprensa por aquela agência das Nações Unidas.



Segundo o comunicado, a decisão foi tomada durante a reunião realizada em Dacar, Senegal, entre 08 e 12 de abril, da Comissão Regional de Certificação e Erradicação da Poliomielite para África da Organização Mundial de Saúde (OMS).

Atualmente, segundo a OMS, em África apenas a Nigéria, África do Sul, Camarões, Guiné Equatorial, Sudão do Sul e República Centro-Africana não conseguiram alcançar aquele estatuto.

No comunicado, a OMS felicita o Ministério da Saúde pelo "feito histórico" e "alerta para a responsabilidade que o país assume para manter o estatuto".

"É necessário continuar a vigilância ativa das paralisias flácidas agudas, mantendo assim o sistema nacional de vigilância tão sensível ao ponto de não deixar escapar nenhum caso de pólio", adverte a OMS.

Para a OMS, o sistema nacional de saúde guineense deve criar condições e meios necessários para "continuar as atividades inerentes para evitar perder o estatuto no futuro". “Agência Lusa”

Lusofonia - Uma língua à portuguesa no Sri Lanka?

O ataque terrorista contra cristãos e turistas no Sri Lanka deixou-nos o amargo na boca que todo o terror deixa. Talvez poucas vezes pensemos naquela ilha — e, no entanto, há muito de português por lá…



A terra dos Fonsekas e Fernandos

Hoje, chamamos «Sri Lanka» àquele país. É dos poucos países sem um nome próprio em português (as formas aportuguesadas «Sri Lanca» ou «Seri Lanca» são praticamente desconhecidas). É um país estrangeiro como poucos.

E, no entanto, se aterramos nessa ilha em forma de lágrima e folhearmos uma lista telefónica, encontramos apelidos como: Silva, Fernando, Pereira, Almeida, Costa, Fonseka…

São nomes relativamente comuns. O actual governo do Sri Lanka tem um ministro de apelido Fernando e outro de apelido «Perera» (uma variante de «Pereira»).

Esta ilha distante tem por lá mais de português do que pensamos à primeira vista. Não nos esqueçamos: logo na primeira estrofe d’Os Lusíadas, há uma referência à Taprobana, que serve para apontar quão longe chegaram os Portugueses. A Taprobana, como aprendemos na escola, é a ilha onde está esse país a que hoje chamamos Sri Lanka. Também não convém esquecer que há um antigo nome para a ilha, de sonoridade bem mais portuguesa: Ceilão.

Portugueses na Taprobana

Portugal já lá esteve metido até aos cabelos. O nosso reino governou parte da ilha, andou metido em guerras internas, levou para lá muita gente e deixou por alguns vestígios — a começar pelos tais nomes. Mas não foram só os nomes. Saímos de Ceilão no século XVII e, no entanto, algumas famílias ainda usam, em casa, um crioulo português.

O crioulo português do Sri Lanka já quase desapareceu, sob o peso das duas línguas oficiais — cingalês e tâmil — e do inglês. Já ninguém o escreve, mas ainda há umas dezenas de pessoas que o falam. (Esta página descreve um pouco a língua e os esforços para a preservar.)

Reparemos na frase «Vosse quanto vez ja caza?» — significa «Quantas vezes já se casou?».

A sensação é de português malfalado, mas o que temos é, na verdade, um sistema gramatical completo e sistemático.

Por exemplo, o tempo e o modo do verbo, em vez de serem assinalados pela flexão verbal, são indicados por partículas próprias. O passado é apontado pela partícula «ja» (como na frase acima), o presente pela partícula «te» e o futuro pela partícula «lo». Assim, «ja olha» significa «olhei», «te folga» significa «folgam» e «lo leva» significa «levarei» (os exemplos que usei estão nesta página).

O que é um crioulo?

Este é um dos muitos crioulos de base portuguesa espalhados pelo mundo. Os crioulos são línguas interessantíssimas — registam em forma de gramática e léxico o contacto entre povos.

A palavra «contacto» talvez seja um pouco limpa de mais para designar tudo o que esconde. Falamos de comércio, guerras, tratados, escravos… No caso do crioulo português do Sri Lanka, a língua surgiu não só no seio das famílias mistas, como também das conversas entre as crianças e os escravos que para lá levámos.

Quando pessoas com línguas diferentes entram em contacto, o resultado raramente é a incompreensão mútua. Ou melhor, é habitual que haja essa barreira inicial, mas não dura muito: rapidamente, os dois lados aprendem pedaços da língua do outro lado, criando — se o contacto for continuado — aquilo que os linguistas chamam de pidgin, ou seja, uma língua de contacto. Não é a língua materna de ninguém: serve apenas para as situações de comunicação entre pessoas de línguas diferentes.

Pois, se em determinado território esse pidgin se torna tão importante que as famílias começam a falá-lo com os filhos, haverá uma geração que aprende esse falar como língua materna. É aí que surge uma nova língua — que chamamos, habitualmente, «crioulo». Ou seja, a palavra «crioulo» não designa uma língua em particular, mas antes um tipo de língua.

Quando o cérebro das crianças aprende o crioulo, aprende-o como qualquer outra língua humana — para um falante dum crioulo, a sua língua é tão completa e útil como qualquer outra língua para os seus falantes. É uma língua que permite dizer tudo o que quisermos, com gramática bem definida, léxico e tudo o mais de que se faz um idioma.

O crioulo mais falado e conhecido no mundo é o cabo-verdiano, que deverá, mais cedo do que tarde, tornar-se numa das línguas oficiais de Cabo Verde. Há, aliás, um crioulo de base portuguesa que já é oficial nalgumas ilhas das Caraíbas: o papiamento.

Não devemos cair no erro de achar que um crioulo é uma língua menor. Afinal, há quem diga que o inglês passou por fases de crioulização — muito do que é hoje a língua dos ingleses nasceu do contacto entre anglo-saxões e viquingues e, séculos depois, entre anglo-saxões e normandos.

A teoria da origem crioula do inglês é controversa. No entanto, pensemos na nossa língua. Antes do latim de onde veio o português, tivemos o itálico; antes do itálico, o indo-europeu; antes do indo-europeu, outras línguas, que não conhecemos, numa sucessão que vem do fundo dos muitos milénios desde a origem da linguagem humana. É bem provável que, num qualquer momento da história das línguas que vieram a dar ao português, tenha havido um crioulo metido ao barulho, um povo que entrou em contacto com outro povo, nascendo daí uma outra língua, diferente das duas línguas-mãe…

Palavras portuguesas além da Taprobana

Pois nós, que andámos pelo mundo inteiro, fomos grandes criadores de crioulos — o que não implica um talento especial, apenas a vontade de falar com quem encontramos, por boas e más razões. Seja como for, as palavras que designam os crioulos em muitas línguas europeias nasceram da nossa palavra «crioulo», com origem na palavra «cria» — o que talvez se ligue às crianças da casa que aprendiam a língua ou aos criados que a falavam… Crias, crianças, criados, crioulos…

Uma língua de crianças e criados, falada por portugueses e cingaleses, com séculos de História. Está, no entanto, e ao contrário de outros crioulos, a desaparecer.

Ora, mesmo a língua mais falada na ilha — o cingalês — tem mais de uma centena de palavras portuguesas. Quando olhamos para a língua escrita a sensação é, claro, de estranheza. As letras são muito diferentes das nossas. A palavra para escola é, por exemplo, «ඉස්කෝලය». E, no entanto, se ouvirmos a palavra, temos «iskōlaya», que teve origem no português. Há palavras de origem portuguesa muito comuns, como «sumānaya» («semana»), «avuelā» (avó paterna) e «baila» — que é o nome de um estilo musical típico do Sri Lanka, muito influenciado pela música portuguesa.

Na ilha, há de facto muitos outros vestígios portugueses: a música, os apelidos, algumas tradições e a religião de uma minoria, que se viu agora atacada. Marco Neves – Portugal in "Certas Palavras"

terça-feira, 30 de abril de 2019

Timor-Leste – Construção do novo porto de Beaço no sul do país



A empresa China Civil Engineering Construction Corporation anunciou sexta-feira a assinatura de um contrato com a petrolífera timorense Timor Gap para a construção de um porto numa unidade de processamento de gás natural em Beaço, no sul de Timor-Leste.

Em comunicado enviado ao mercado bolsista de Xangai, a China Civil Engineering Construction Corporation, uma subsidiária da construtora estatal chinesa China Railway Construction Corporation, indicou que vai receber cerca de 943 milhões de dólares norte-americanos pelo design e construção do porto.

Antes do arranque das obras, que deverão demorar cerca de quatro anos, a Timor Gap terá ainda de assegurar o financiamento do projecto, sublinhou a China Civil Engineering Construction.

Segundo a página da petrolífera timorense na Internet, o porto de Beaço vai “permitir o desembarque de materiais durante a construção” tanto do gasoduto, que que trará o gás natural dos campos petrolíferos de Greater Sunrise, como de uma unidade de processamento de Gás Natural Liquefeito (GNL).

Após a entrada em funcionamento da unidade, o porto vai ser usado para o embarque do GNL, acrescentou a Timor Gap.

Numa recente entrevista à Lusa, o presidente e director executivo da Timor Gap, Francisco Monteiro, disse que Timor-Leste quer evitar recorrer ao Fundo Petrolífero para financiar os custos de capital de até 12 mil milhões de dólares norte-americanos para o desenvolvimento do projecto.

Os campos de Greater Sunrise contêm reservas estimadas de 5,1 triliões de pés cúbicos de gás e estão localizados no mar de Timor, a aproximadamente 150 quilómetros a sudeste de Timor-Leste e a 450 quilómetros a noroeste de Darwin, na Austrália. In “Hoje Macau” - Macau