Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)
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terça-feira, 19 de maio de 2026

UCCLA - Vai acolher abertura da CPLP Fashion Week

A UCCLA vai acolher, no dia 22 de maio, a partir das 17h30, a cerimónia de abertura da 4.ª edição da CPLP Fashion Week, um evento internacional que cruza moda, cultura e negócios, promovendo a ligação entre os países da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa. A edição deste ano decorre sob o tema “Raízes em Movimento”.

A sessão inaugural integra o CPLP Talks, um espaço de reflexão e partilha que valoriza a lusofonia através da moda, da cultura, da identidade e da representatividade. O encontro reunirá convidados de diversos países lusófonos para debater desafios, oportunidades e estratégias de afirmação no contexto internacional.

A moderação estará a cargo de Victor Hugo Mendes (Angola), comunicador, escritor e jornalista.

O programa organiza-se em dois painéis temáticos:

Painel I - Moda, Mercado e Internacionalização

•    Roselyn Silva (São Tomé e Príncipe), CEO e fashion designer

•    King Levi Dapper (Moçambique), CEO da Fancy Africa e da marca Xigubo

•    Elizângela Sousa (Brasil), empresária e especialista em imagem pessoal

•    Paulo Pascoal (Angola), ator, autor e curador

Painel II - Identidade, Inclusão e Representatividade

•    Embaixadora Paula Leal da Silva (Portugal), Secretária-Geral Adjunta da UCCLA

•    Henda Vieira Lopes (Angola), psicoterapeuta

•    Ângela Almeida (Cabo Verde), comunicadora e representante da Associação Mundu Nôbu

•    Solange Salvaterra Pinto (São Tomé e Príncipe), ativista social.

A iniciativa afirma-se como uma plataforma de diálogo e cooperação, reforçando o papel da moda enquanto veículo de expressão cultural e de aproximação entre os povos da CPLP.

A entrada é livre.

A CPLP Fashion Week contará com a seguinte programação:

22 de Maio - Brunch & Talk Show

UCCLA

Conversas inspiradoras, partilha de experiências e o início de uma grande celebração.

23 de Maio - Desfile Oficial + Exposição

Casino Estoril

O grande palco da moda lusófona, onde criatividade e sofisticação se encontram.

24 e 25 de Maio - Showroom | Workshop Profissional

Galeria Arte Livre

Formação, networking e liberdade criativa em movimento.

 

quinta-feira, 2 de maio de 2024

Macau - Ana Cardoso mostra pinturas com forte ligação à moda

Uma exposição de cerca de duas dezenas de pinturas e colagens de Ana Cardoso será inaugurada sábado na Creative. Nos trabalhos que vai apresentar em “Auto-Desenvolvimento”, a artista centra-se na ligação da arte com a moda. A designer foi igualmente modelo durante alguns anos, mas o seu foco é agora “a paixão pelas artes e pela moda”


Trabalhos de uma carreira de designer e modelo estão concentrados na exposição que Ana Cardoso vai lançar na Creative (Centro de Indústrias Criativas) no próximo sábado, 4 de Maio, pelas 17h00. A mostra estará patente ao público até ao dia 8 de Junho.

A exposição de cerca de 20 obras apresenta telas de técnica mista e utilização de pinturas e colagens, desenhos e roupas, reflectindo a ligação da artista à moda e à arte, depois de ter encerrado a sua carreira como modelo.

Ao Jornal Tribuna de Macau, a macaense revelou que a mostra seria inicialmente realizada em conjunto com outra artista, mas acabou por resultar numa exposição individual, a primeira do género que apresenta em Macau.

Ana Cardoso diz que se trata de uma exposição algo pessoal. “Mostra um pouco da minha vida, acontecimentos que inspiram o nosso dia-a-dia”. Essa inspiração “está por isso projectada nesta mostra”, menciona a artista, avançando que haverá uma instalação, apenas no dia da inauguração. “É uma surpresa”, vinca.

Na introdução do evento, num texto divulgado pela entidade organizadora, a autora refere que “enquanto artistas, nós procuramos inspiração no nosso quotidiano”, acrescentando que “a arte inspira-me e eu inspiro-a”. Como designer, diz, “procuramos sempre a última tendência, a nova moda, a criação que está em voga, mas a moda também é arte em si mesma”.

Ana Cardoso reconhece que, por vezes, está sempre concentrada no seu mundo. “Penso que as pessoas me compreendem, mas, na realidade, sou eu que estou dentro de mim, no meu mundo imaginário”.

Este conjunto de obras representa várias facetas da artista. “Quero sempre fazer muitas coisas ao mesmo tempo”, sublinha, acrescentando que a moda faz parte do seu desenvolvimento, da ligação que tem com a arte.


Por outro lado, reforça que “a moda está ligada aos tecidos, às roupas, às cordas, às tintas”. “Enfim é como uma visão dentro de mim, que tudo é inspirado e tudo reflecte a arte, a arte que está em mim e em desenvolvimento”.

Ana Cardoso começou a pintar aos 12 anos com a mãe, Mira Dias, e a professora de arte Fernanda Dias. Passado algum tempo, desenvolveu os seus conhecimentos de pintura sob a orientação dos mestres Mio Pang Fei e Un Chi Iam. Em 1998, começou também uma carreira de modelo, mas com a continuação dos estudos decidiu concentrar-se na sua paixão pelas artes e pela moda. A artista de Macau optou por seguir um curso relacionado com estas duas disciplinas.

Ao longo do seu percurso profissional, trabalhou em design e produção de moda para várias marcas e revistas, entre as quais Nuno Baltazar, Nomada Jeans, Lines lab, Venessa Cheah e Macau Closer. No final de 2010, regressou ao território, onde nasceu, para iniciar uma carreira como modelo e, dois anos depois, apresentou a colecção “Retrô 40’S” no Clube Militar. Este conjunto de peças foi seleccionado e premiado como uma das 12 melhores colecções no concurso “Jovens Criadores 2012” organizado pelo Clube Português de Artes e Ideias (CPAI). Apresentou também os seus trabalhos em Cascais, Portugal.

Ana Cardoso recebeu igualmente vários prémios de Excelência, incluindo o 3º lugar no Concurso de Ilustração de Moda de Macau organizado neste ano de 2024 pelo Centro de Produtividade e Transferência de Tecnologia de Macau (CPTTM).

Segundo a Creative, “a artista procura sempre usar Macau como ponto de partida para o seu trabalho, com o objetivo de desenvolver e internacionalizar a arte” e tem também contribuído para o “desenvolvimento da próxima geração” como professora de arte e design no CPTTM, na Universidade de São José, e, a partir de 2022, como professora de artes visuais na Escola Portuguesa de Macau. Vítor Rebelo – Macau in “Jornal Tribuna de Macau”




domingo, 24 de março de 2024

Eswatini - Artistas moçambicanos participam no Festival Makoti

Tchakaze e o Grupo Tufo da Mafala participam, em Abril próximo, no Festival Makoti, no reino de e-Swatini. Os artistas prometem dar o melhor de si para representar o país.


Pela segunda vez consecutiva, artistas moçambicanos irão desfilar no Festival Makoti, evento internacional que vai juntar, no mesmo espaço, músicos, estilistas e profissionais ligados à gastronomia

Tchakaze promete não fugir à regra nem ao tema. A artista leva a Eswatini o alcance da sua voz na luta pela defesa dos direitos da mulher, que afinal, condiz com o significado do Makoti.

“Participar do Festival Makoti vai ser um prazer. Vou carregar comigo ritmos tradicionais, para além das mensagens que já falam e são contra qualquer tipo de violência, então esperem muita energia” prometeu.

O experiente grupo de canto e dança Tufo da Mafalala, que já se exibiu em vários eventos internacionais na Argélia, Brasil e África do Sul entre outros, promete deixar de lado a idade quando o assunto – é enaltecer a cultura moçambicana. “Nós somos velhas, mas quando o assunto é dança, somos boas dançarinas” falou a representante do grupo.

Por sua vez, os anfitriões do Makoti elogiam a diversidade cultural moçambicana, que, segundo os mesmos, tem muito em comum com Eswatini. Ilka Penboy, organizador do Makoti trouxe consigo uma comitiva que inclui uma poetisa e uma estilista residentes do festival, em suas palavras, disse: “Nós definitivamente apreciamos a hospitalidade moçambicana e convidámo-los porque amamos a sua cultura. A distância entre fronteiras existe, mas nós queremos compartilhar culturas e abraçá-las”.

Makoti é um evento familiar e vai decorrer a 27 de Abril nas montanhosas zonas do reino do Eswatini onde Moçambique terá um “stand” para exposição de mais produtos. In “O País” - Moçambique


sexta-feira, 23 de junho de 2023

Portugal - O melhor design de Macau da última década em exposição no Porto

O design “Made in Macau” está de destaque em Portugal. Uma selecção das “melhores obras dos últimos 10 anos” de áreas como arquitectura, design de interiores, moda, ou design gráfico, está exposta na Universidade do Porto até 30 de Agosto. Entre as 37 obras, estão patentes na exposição trabalhos da Lines Lab, Macau Creations, Centro de Design de Macau, Associação de Arquitectos Marreiros, Worker Playground, MOD, Chill Design, Untitled Design, entre outros


Inaugurou ontem, dia 22 de Junho, uma exposição colectiva de designers de Macau na Faculdade de Economia da Universidade do Porto. Numa estreia em Portugal, a exposição “Reconnect – Macau – Portugal – Design” reúne uma selecção de 37 trabalhos de vários estúdios e projectos que primam pela sua surpreendente “variedade e versatilidade”, indica a Associação Cultural Portuguesa (ACPT), entidade organizadora na exposição. A marcar presença na cerimónia de inauguração estiveram Chao Sio Leong, presidente da Associação de Designers de Macau (ADM), James Chu e Emanuel Barbosa, ambos curadores da exposição, e Óscar Afonso, director da Faculdade de Economia da Universidade do Porto.

Co-organizada pela ACPT, a Faculdade de Economia da Universidade do Porto, e a Associação de Designers de Macau, a exposição conta com o patrocínio do Fundo de Desenvolvimento da Cultura do Governo de Macau.

São obras que cobrem um leque variado de áreas de design, da arquitectura, moda, interiores, a gráfico e digital, numa representação do trabalho de 42 designers e 35 marcas de renome de Macau, como Lines Lab, Macau Creations, Centro de Design de Macau, Associação de Arquitectos Marreiros, Worker Playground, Soda Panda, MOD, Chill Design, Untitled Design, entre muitos outros.

Destacando que os designers do território fizeram muito pela promoção a nível mundial, a ACPT recordou em nota de imprensa que nos últimos dez anos os designers de Macau “foram distinguidos em prestigiados concursos internacionais, permitindo que os seus estúdios expandissem os seus negócios e projectos a uma escala global”. A exposição na Universidade do Porto foi concebida numa “perspectiva internacional, destinada a promover o desenvolvimento das indústrias de design e arte de Macau”, em que se aguarda “a chegada de visitantes para explorar juntos a intersecção entre criatividade e cultura”, acrescentou a organização.

A associação portuguesa define Macau como uma “cidade onde as culturas chinesa e ocidental se misturam”, com “profundas influências culturais portuguesas na arquitectura, comida, língua, mas também no campo do design”, e que foi este “profundo intercâmbio e integração das culturas oriental e ocidental” que “moldou o estatuto único do design de Macau”.

Na mostra, que está patente na cidade do Porto até 30 de Agosto, é possível ficar a conhecer uma selecção representativa do design que se fez na última década na RAEM. Como esclareceu ao Ponto Final James Chu, que, para além de curador, também terá trabalhos seus expostos no local, vai ser possível ver as obras “dos melhores designers de Macau” e de todo o design que se fez nos últimos 10 anos. Este é “muito diferente daquele que se faz em Hong Kong e outras cidades na China”, e “existem, aliás, imensas cópias na China do estilo de design de Macau”, revela.

Para James Chu, o design feito em Macau é de uma excelente qualidade, como se comprova pela quantidade de prémios internacionais recebidos ao longo dos anos. O designer está grato ao ACPT pelo apoio, que permitiu que “em tão pouco tempo se ter conseguido organizar tudo com qualidade”, e também agradece “a ajuda preciosa de Emanuel Barbosa, o curador do Porto, sem o qual não teria conseguido organizar o evento sozinho”.

Chao Sio Leong, presidente da Associação de Designers de Macau, acredita que esta mostra vai conseguir “ir mais longe do que apenas expor obras”, ela é uma “oportunidade profunda de intercâmbio”, e tem confiança que a “relação com o design português vai ser ainda melhor depois desta exposição”.

Quando perguntámos a James Chu qual é o balanço que faz, de voltar a poder ir a Portugal depois do período de restrições da pandemia, este confessou que é algo que lhe “dá muita alegria”, de poder voltar a Portugal para “comer boa comida, e beber bom vinho”, e poder voltar a “falar cara-a-cara com designers aqui no Porto”, algo que na sua perspectiva é “muito diferente de sms, email ou reuniões através da internet”. Rita Gonçalves – Macau in “Ponto Final”


quinta-feira, 29 de novembro de 2018

Moçambique – A moda africana está a fervilhar

A moda é uma das áreas de maior destaque na África actual, a criatividade e a ambição não têm parado de crescer em todo o continente.

África está claramente gravada no futuro do sector, e também da indústria e do retalho. As belíssimas paisagens e a exótica vida selvagem são associadas por muitos ao continente, e os designers usam-nas como fonte de inspiração.

Relembrando a influência da cultura africana na moda, temos marcas premium como a Yves Saint Laurent, Dior e Alexander McQueen, entre outros, que já homenagearam a cultura Africana nas suas colecções. Yves Saint Laurent apresentou ao mundo uma colecção de alta-costura inspirada em África, em 1967, e a sua marca alcançou fama mundial e fez história na moda. No ano seguinte, apresentou o famoso casaco safari e espalhou o perfume do continente por várias gerações de estilistas.

Actualmente a importância de África no sector é cada vez maior. Os peritos da área dizem que o continente tem já um «nome próprio» na área da moda e que dita tendências.

Em 10 anos, a África subsaariana cresceu 51% – o dobro da economia mundial. A população do continente é maioritariamente jovem, e também mais jovem que a do resto do mundo.

O crescimento económico, a juventude e a sensação de que o mundo tem cada vez mais os olhos postos no continente contribuem para impulsionar a criatividade e o nascimento e crescimento de novas ideias. Em nenhum outro lugar o empreendedorismo é tão grande e tão forte. E, neste cenário, também a moda está a «fervilhar».

Os estilistas/designers de moda africanos são cada vez mais. As marcas de roupa também. Trabalham não só a tradicional capulana, como sedas, linhos, peles, entre outros materiais nobres. Criam novas texturas, novas formas e com design inovador. Crescem assim em número e em qualidade os nomes do setor, alcançando, a pouco e pouco, espaços de destaque noutros pontos do mundo, como já são exemplo algumas marcas de roupa que marcam presença em pontos de venda nas principais cidades da moda, peças de decoração com design único e exclusivo em exposição em Paris, não esquecendo a arte, a cultura e a música que já está presente na vida dos cidadãos do Mundo. Tudo aponta para que o setor continue a crescer dentro de portas e em breve se comece a espalhar definitivamente pelo mundo, porque…”O futuro está em África”. In “Olá Moçambique” - Moçambique

sábado, 2 de junho de 2018

Azerbaijão – Lenço histórico é ícone da moda



O lenço de seda “kelagayi”, peça de roupa tradicional das mulheres do Azerbaijão, é uma das marcas da identidade nacional, reconhecida pela UNESCO como Património Cultural Imaterial da Humanidade desde 2014.

“O ‘kelagayi’ é um trabalho artesanal único. Em primeiro lugar, porque se distingue pelos materiais da sua confecção, as diferentes variedades de seda fina”, explicou Eldar Mikailzade, pintor, vendedor de tapetes e especialista em arte do Azerbaijão, em declarações à agência EFE.

Segundo Eldar, o lenço produz uma beleza estética ao incluir no seu design elementos ornamentais do Azerbaijão, como a “buta” (lágrima curva), pássaros ou flores. “Todas as regiões do país têm variantes únicas do ‘kelagayi’”, acrescentou.

Além de ser um complemento fundamental no armário das azerbaijanas, este acessório também está a tornar-se cada vez mais popular entre as turistas que visitam o país de maioria muçulmana, banhado pelo mar Cáspio.

“Ao contrário de outros acessórios usados na cabeça, o ‘kelagayi’ cai bem em todas as mulheres, por isso, é muito procurado pelas turistas”, destacou o especialista.

À parte estética junta-se o valor prático dos lenços de seda do Azerbaijão, pois protegem do frio e do calor, dependendo da estação do ano, e têm longa durabilidade. “A seda é caracterizada por ser um material durável, e as donas deste acessório, que combina tradição com moda, podem gabar-se disso por muito tempo”, conclui.

As cores dos lenços também têm um significado: mulheres mais velhas usam o “kelagayi” preto como sinal de luto e, no dia-a-dia, costumam cobrir a cabeça com o branco. Nos casamentos tradicionais, a noiva é coberta com um modelo vermelho. Porém, entre as jovens, também são muito populares as cores azul, roxo e verde.

Antigamente, os lenços tinham forma quadrada e um tamanho padrão de 150 x 150 centímetros, mas hoje essas regras já não são aplicadas com tanto rigor no processo de fabrico.

Na montanhosa aldeia de Basgal, 150 quilómetros a noroeste da capital Baku, situa-se um dos centros de produção dos “kelagayi”, onde cada artesão pode confeccionar cerca de 15 lenços por dia, dependendo da procura.

O artesão Abbasali Talíbov herdou a técnica de fabrico do pai e avô, passando-a agora ao filho de 16 anos. Segundo explicou, para decorar um lenço, é usado um molde especial e o desenho é impresso com cera sobre a seda, sendo o resto do “kelagayi” tingido com a cor principal.

Alguns moldes de aço e madeira foram preservados desde tempos imemoriais e guardam uma mensagem especial. A grande “buta”, por exemplo, simboliza o Sol e a realização dos desejos, e a dupla “buta” amor e fidelidade.

Segundo os artesãos, o mestre expressa geralmente no lenço os desejos para a sua futura mulher, pelo que não há dois “kelagayi” iguais.

Em Basgal, os turistas podem também visitar o museu do lenço do Azerbaijão, para aprender sobre a sua história e até assistir ao processo de fabrico.

Segundo a chefe do Departamento de Género e Psicologia Aplicada da Universidade Estadual de Baku, o “kelagayi” simboliza “a honra das mulheres do Azerbaijão, a paz e o bem-estar”. Rena Ibraguimbekova lembra que estudos realizados no final dos anos 90 concluíram que a arte do “kelagayi” estava a perder-se, porém, com o apoio das autoridades, a antiga peça voltou a ganhar vida.

A inscrição na lista do Património Cultural Imaterial da UNESCO representou o estímulo definitivo que devolveu o lenço de seda ao quotidiano da sociedade azerbaijana. In “Jornal Tribuna de Macau” - Macau

sexta-feira, 23 de março de 2018

UCCLA - Homenagem à Mulher Caboverdiana



A UCCLA vai ser palco de uma homenagem à Mulher Caboverdiana - Viva Kriola - no próximo dia 24 de março, a partir das 16 horas, numa iniciativa organizada pelo Comité Miss CPLP e com o apoio da Embaixada de Cabo Verde em Portugal.

Programa:

- EXPOKRIOLA - Desfile de Moda
  2 estilistas - Timas & Andredina Cardoso
- Apontamento cultural com Batucadeiras "Ramedi Terra " - Dj Rock Silva "Ramedi Terra"
- Exposição e venda de CD com SONS D’ÁFRICA
- Cocktail Kriol

Entrada: 5€

No âmbito da homenagem irão decorrer, ainda, duas iniciativas, a saber:

- Dia 27 de março, às 16 horas, música e poesia na Associação Caboverdiana de Lisboa (Rua Duque de Palmela, n.º 2) – Entrada livre;
- Dia 31 de março, às 21 horas, espetáculo solidário com a atuação do grupo Batuqueiras “Ramedi Terra” e do grupo “Mudjeris di Rinkon” (As Ferro Gaita no feminino) + DJ Rock Silva, no Espaço B.Leza (Cais do Gás, n. 1) – Entrada: 10€.

Morada da UCCLA:

Avenida da Índia, n.º 110 (entre a Cordoaria Nacional e o Museu Nacional dos Coches), em Lisboa
Autocarros: 714, 727 e 751 - Altinho, e 728 e 729 - Belém
Comboio: Estação de Belém
Elétrico: 15E – Altinho
Coordenadas GPS: 38°41’46.9″N 9°11’52.4″W