Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)
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segunda-feira, 7 de setembro de 2026

Portugal - A Feira do Livro em Língua Mirandesa está de volta à Faculdade de Letras da Universidade do Porto

A segunda edição do evento dedicado à literatura escrita na segunda língua oficial do país vai decorrer de 15 a 17 de setembro. A entrada é livre


É já este mês que o átrio da entrada principal da Faculdade de Letras da Universidade do Porto (FLUP) se vai preencher novamente com publicações numa mui çtinta lhéngua. Após a edição inaugural em 2025, a Feira do Livro em Língua Mirandesa regressa de 15 a 17 de setembro, no âmbito do protocolo da FLUP com a Câmara Municipal de Miranda do Douro (2025-2027) e dos cursos livres “Mirandês: Língua e Cultura I” e “Mirandês: Língua e Cultura II”.

Livros infantis de vocabulário básico, novelas gráficas e clássicos da literatura ou da banda desenhada traduzidos e ensaios científicos dedicados ao estudo e preservação do idioma, são exemplos das obras que vão estar disponíveis.

Os participantes poderão também encontrar publicações dedicadas à gramática do mirandês, registos da tradição oral, estudos sobre as características territoriais e populacionais de Miranda do Douro e da região transmontana.

O curso livre “Mirandês: Língua e Cultura I”, presente na oferta formativa da FLUP com regularidade desde 2019, tem candidaturas abertas até ao dia 14 de setembro de 2026. A inscrição é gratuita para as/os 15 estudantes selecionadas/os, com o apoio da Câmara Municipal de Miranda do Douro.

Ao ensino regular do idioma, onde se aborda gramática, sintaxe, semântica e conversação, a formadora, Ana Afonso, adiciona, ainda, o estudo do contexto histórico da formação e desenvolvimento da Língua Mirandesa, e de atividades culturais e tradições locais, proporcionando aos participantes “uma imersão abrangente neste património linguístico e cultural singular”.

Ambas as iniciativas provêm da estreita colaboração entre a FLUP e o Centro de Estudos Mirandeses e a Câmara Municipal de Miranda do Douro, desenvolvida no último ano, tendo em vista a promoção da língua e cultura mirandesas. A formação estruturada de novos falantes do mirandês, bem como a divulgação próxima ao público de literatura mirandesa visam a preservação e expansão do uso do idioma no panorama cultural do país a longo prazo. Universidade do Porto - Portugal


quarta-feira, 19 de novembro de 2025

Moçambique - 7.ª edição da feira do livro “Ler é uma Festa” destaca produção literária moçambicana

A Fundação Fernando Leite Couto prepara-se para acolher, de 25 de Novembro a 9 de Dezembro de 2025, a 7.ª edição da feira do livro “Ler é uma Festa”, um dos eventos literários mais marcantes do calendário cultural moçambicano. Este ano, a feira decorre sob o tema “O inventário do tempo”, integrando as celebrações dos 10 anos de existência da instituição.


A iniciativa, que tem como objectivo promover a leitura, aproximar leitores de autores e destacar a produção literária contemporânea, contará com a participação de cerca de 10 editoras e uma distribuidora. Entre as casas editoriais presentes estarão nomes de referência como Fundza, Ethale Publishing, Gala-Gala Edições, Catalogus, Alcance Editores, Massinhane, Escola Portuguesa de Moçambique, Trinta Zero Nove, Diário de uma Qawi, Kapim e a própria Fundação Fernando Leite Couto. A organização prevê uma grande diversidade de títulos, géneros e autores ao longo dos 15 dias de feira.

Além dos livros a “preços de festa”, a programação inclui encontros com autores, sessões de autógrafos, palestras e lançamentos. A abertura oficial decorre no dia 25 de Novembro, às 18 horas, com uma conversa entre quatro autores moçambicanos: Sónia Sultuane, Japone Arijuane, Otildo Justino Guido e Hélio Nguane, que irão debater o tema “De onde vêm as palavras que lemos e escrevemos”, com moderação de Anísia Sambo.

No dia 26 de Novembro, às 18 horas, será lançado o livro de poesia Miscelânea de Sonhos e Lágrimas, de Hipólito Patrício, apresentado por Hélder Muteia e António Barros. Já a 1 de Dezembro, o académico Francisco Noa irá conduzir uma reflexão essencial sobre o papel da educação e da cidadania em tempos de desinformação, na palestra “Educação e Cidadania em tempos de pós-verdade”.

A 3 de Dezembro, o destaque vai para a apresentação da obra Moçambique na Guerra e Paz, editada por Paula Ferreira, com apresentação de Mia Couto, seguida de uma conversa com Tomás Vieira Mário, Óscar Monteiro e Eduardo Quive, moderada por Ruben Morgado.

A feira inclui ainda atividades dedicadas à infância, espetáculos de teatro e música, reforçando o compromisso da Fundação em promover a diversidade cultural e incentivar novos públicos a mergulhar no universo da leitura.

“Ler é uma Festa” promete, mais uma vez, transformar a Fundação Fernando Leite Couto num espaço vibrante de celebração da literatura moçambicana. In “Moz Entretenimento” - Moçambique  


sexta-feira, 6 de dezembro de 2024

Reino Unido - Este fim de semana há feira do livro lusófono em Londres

Vinte escritores de língua portuguesa vão participar na primeira edição da feira do livro Letras Lusas em Londres, no dia 7 de dezembro, aproveitando a proximidade do Natal para incentivar a compra de presentes no evento



À venda vão estar livros de vários temas e estilos, desde literatura infantil a poesia, ficção e não ficção, de autores de Portugal, do Brasil e Angola, a maioria emigrantes no Reino Unido, unindo-os escreverem em língua portuguesa.  

O evento terá lugar no sábado no Centro Comunitário português, na capital britânica, das 10:00 às 20:00.  

O organizador, Alcino Francisco (na foto acima), ele próprio autor de livros como “No Quintal da Rainha”, “Cozido no Tempo” e “Livre de Ser Preso”, disse à agência Lusa que foi inspirado por uma outra feira de livro de escritores da diáspora lusófona em Londres em maio. 

“Juntou-se uma comunidade de escritores de língua portuguesa. Eu já tinha pensado antes em fazer algo semelhante e quando fiz os convites, as pessoas aderiram em massa”, contou. 

Teresa Dangerfield, Isabel Mateus, Angélica Massoca, Penina Lemes Baltrusch, Filipe Freitas, Sandra Guerreiro e Álvaro Miranda são alguns dos escritores que confirmaram presença. 

O evento, que “ganhou uma dinâmica impressionante nas redes sociais”, é também o primeiro organizado pela LUSO Community Services, uma organização sem fins lucrativos que pretende dinamizar o movimento associativo português no Reino Unido. 

Alcino Francisco, que também é jornalista e editor do jornal Palop News, pondera criar uma cooperativa de escritores para ajudar os autores na paginação, ilustração, publicação e promoção dos seus livros e realizar concursos literários. 

Outro projeto é a criação de uma plataforma eletrónica para a venda dos livros.  

O organizador salientou que, desde o ‘Brexit’, a saída do Reino Unido da União Europeia, tornou-se mais difícil vender livros devido aos encargos alfandegários e que existem soluções para contornar esta burocracia fiscal. 

“Estou muito empolgado e a feira é para repetir no próximo ano”, prometeu. In “Bom dia Europa” - Luxemburgo com “Lusa”


quinta-feira, 20 de outubro de 2022

Moçambique - 8ª edição da Feira do Livro de Maputo

A 8ª edição da Feira do Livro de Maputo, na comemoração dos 100 anos de José Craveirinha, celebra o autor do emblemático Nós Matámos o Cão-tinhoso como o Escritor Homenageado desta edição. Luís Bernardo Honwana lançou o seu livro de estreia há 58 anos


A Feira do Livro de Maputo arranca esta quinta e termina sábado.

A realizar-se na Praça da Independência e no Átrio Municipal, o evento irá homenagear o escritor Luís Bernardo Honwana, o autor do célebre Nós matamos o cão-tinhoso.

De acordo com uma nota de imprensa, a Feira do Livro de Maputo vai se materializar em diversas disciplinas artísticas. A música com o Coro Xiquitsi, teatro, oficinas de escrita e leitura, debates, concursos literários, palestras e outras atracções literárias

Citando na nota da feira, para Ungulani Ba Ka Khosa, homenagear Luís Bernardo Honwana, significa consolidar o papel fundacional do pai da modernidade da literatura moçambicana.

A Feira do Livro, graças a parceria com o Camões – Centro Cultural Português em Maputo e com Instituto Guimarães Rosa – Centro Cultural Brasil-Moçambique, traz a Maputo duas vozes da literatura portuguesa e brasileira respectivamente, nomeadamente, Lúcia Vicente, em residência literária, e Tatiana Pequeno, autora do livro Tocar o Terror que será lançado na Feira do Livro.

De Moçambique, pontificam nomes tais como: Ungulani Ba Ka Khosa, Paulina Chiziane, Marcelo Panguana, Sónia Sultuane, Aurélio Rocha, Jorge Ferrão, Licínio Azevedo, Jaime Munguambe, Hirondina Joshua e Matilde Chabana.

A Feira do Livro de Maputo, entre 20 e 22 de outubro, vai contar com a participação de vozes imprescindíveis da literatura lusófona e hispânica. A Feira vai contar este ano com a participação de escritores de 24 países, nomeadamente: Moçambique, Angola, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Guiné-Bissau, Brasil, Portugal, Bolívia, Argentina, Espanha, Itália, Cuba, República Dominicana, Guiné-Equatorial, Honduras, Rússia, Finlândia, Inglaterra, Colômbia, Venezuela, El Salvador, Chile, Mali, Uruguai.

O evento, que contará com 12 mesas de autores e debates, vai contar com um espaço dedicado aos escritores e editoras, na Praça da Independência, decorrendo em simultâneo com actividades lúdicas e criativas para o publico infanto-juvenil, lançamentos de livros, oficinas de leitura, sessões de autógrafos e conversas entre escritores e leitores. In “O País” - Moçambique


quinta-feira, 26 de agosto de 2021

Livro vencedor do Prémio Revelação Literária UCCLA - CM Lisboa 2021 será lançado na Feira do Livro de Lisboa


A UCCLA, a Câmara Municipal de Lisboa e a Guerra e Paz Editores vão apresentar “O Sonho de Amadeo” de Leonardo Costa de Oliveira, o livro vencedor da 6.ª edição do Prémio de Revelação Literária: Novos Talentos, Novas Obras em Língua Portuguesa, no dia 28 de agosto, às 17 horas, no Auditório Sul da 91.ª Feira do Livro de Lisboa.

Entrar na reunião Zoom - 17h00 (no fuso horário de Portugal):

https://zoom.us/j/96690963648?pwd=aXVyb0hwWnhuQXJhMXpHRE5kbHhpZz09

ID da reunião: 966 9096 3648

Senha de acesso: 481485

As candidaturas para a 7.ª edição do Prémio Revelação Literária UCCLA - CM Lisboa estarão abertas até ao dia 7 janeiro de 2022 e podem ser enviadas para o endereço premioliterario@uccla.pt.

De um universo alucinante, convulsivo, inquietante, chega-nos O Sonho de Amadeo, uma obra de Leonardo Costa de Oliveira. O romance, editado pela Guerra e Paz, será publicado em simultâneo em Portugal e no Brasil. Chegará às livrarias de todo o país no dia 24 de agosto, com o patrocínio da União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa (UCCLA) e da Câmara Municipal de Lisboa e o apoio do Movimento 2014 - 800 Anos da Língua Portuguesa.

Nas páginas d’O Sonho de Amadeo, mergulhamos numa história alucinante, em que a realidade e o sonho se confundem. O protagonista, Amadeo, acorda esbaforido após sonhar que foi assassinado, mas não se lembra do mais importante: o rosto do assassino. Tenta recordar-se dos pormenores do sonho, transportando-os para os quadros que pinta, ao mesmo tempo que inicia uma vertiginosa procura de respostas nas noites mal dormidas. E são tantas quanto as vozes que entoam neste fantasmagórico coro de Amadeo: «– A juventude é um sonho bom. – D. Vera continua a falar. – Quando menos se espera, desaparece e nem sabemos se de fato existiu. Agradeça por isso; um dia, você dorme, abre os olhos e tudo se resume a vultos na cabeça.» 

Mas quem é este autor que promete encantar e assombrar os leitores de língua portuguesa? Leonardo Costa de Oliveira, de 38 anos, natural de Paracambi, no interior do Rio de Janeiro, Brasil, conquistou a última edição do Prémio Revelação Literária UCCLA – CM Lisboa: Novos Talentos, Obras em Língua Portuguesa, anunciada em maio. Na época, o autor não escondeu a surpresa… uma vez que Leonardo Costa de Oliveira é doutorado em Geociências, é geofísico na petrolífera brasileira Petrobras e estreia-se agora como autor: «Será que eu também poderia escrever um livro? Criar uma história que pudesse interessar a outras pessoas? Machado de Assis e Carlos Drummond de Andrade trabalhavam como funcionários públicos... Talvez, a partir de hoje, eu possa ser geólogo e também escrever... Por que não?»

A verdade é que a qualidade literária deste seu livro de estreia parece incontestável perante a análise feita pelo júri do prémio da UCCLA e da Câmara Municipal de Lisboa. Sobre O Sonho de Amadeo, o escritor e poeta António Carlos Cortez escreveu: «Prosa trabalhada […] como se a narrativa viesse dum além-túmulo sobressaltar-nos.»

O Prémio Literário UCCLA, criado em 2015/2016, tem como objetivo estimular a produção de obras literárias, nos domínios da prosa de ficção (romance, novela, conto e crónica) e da Poesia, em língua portuguesa. Ao concurso só pode concorrer quem nunca editou uma obra literária e poderá enviar uma única obra a concurso.

Os vencedores das anteriores edições do Prémio Literário UCCLA foram:

2016 - Era uma vez um Homem de João Nuno Azambuja, Português;

2017 - Diário de Cão de Thiago Braga, Brasileiro, natural de Corumbá, Goiás;

2018 - Equilíbrio Distante, de Óscar Maldonado, de nacionalidade Paraguaia;

2019 - Praças, de António Pedro Correia, Luso-Angolano;

2020 - O Heterónimo de Pedra, de Henrique Castanheira, Português.  




 

quarta-feira, 21 de outubro de 2020

Timor-Leste – Feira do Livro da Fundação Oriente 2020

 


Foi um lindo primeiro dia na nossa Feira do Livro da Fundação Oriente 2020, hoje. Da abertura, com a presença de parceiros e autoridades, às atividades culturais e à visitação dos estandes, recebemos muitos amigos leitores.

Agradecemos a presença de todos, em especial do Presidente do Parlamento Nacional, Dr. Aniceto Guterres, dos Embaixadores de Portugal e do Brasil, Dr. José Pedro Machado Vieira e Dr. Aldemo Garcia, bem como do Chefe de Gabinete do Ministro da Educação, Juventude e Desporto – Dr. Raimundo José Neto.

Não podíamos deixar de dar os parabéns também aos alunos da escola CAFE de Manatuto, que nos apresentaram O Sonho do Crocodilo – Uma fábula coletiva, escrito e ilustrado por eles, sob a orientação do Prof. Mário Meireles.

Se ainda não esteve cá, não deixe de vir – a Feira do Livro 2020 segue até sábado, das 9h às 18h, na Fundação Oriente. Entrada gratuita. In “Facebook Fundação Oriente” – Timor-Leste

Aceda à programação completa aqui: https://fb.me/e/1ztFKmRAT. Abaixo, segue a programação de amanhã:

22 DE OUTUBRO, QUINTA-FEIRA

10:00 Declamação/encenação do poema Urgente, de Eugénio de Andrade (jardim) – com CAFE Díli

10:30 Programação Infantil (Recanto da Leitura): contação de histórias e brincadeiras, com Haktuir Ai-Knanoik

15:00-15:45 Programação Infantil: Oficina de atividades lúdicas com o livro Quando eu for grande, Abut (para crianças de 5-7 anos)

15:00 Conversa Literária (auditório) – Poesia: Reflexão da Vida, com Abé Barreto & MSB Study Club

15:30-17:00 Programação Infantil (Recanto da Leitura) – histórias, desenho, pintura, artesanato e pintura facial, Lem

15:00-17:00 Programação Infantil (Recanto da Leitura) – Atelier livre: contação de histórias, desenho, pintura, artesanato com reciclados e pintura facial, com Lem

15:00 Conversa Literária (auditório) – Poesia: Reflexão da Vida, com Abé Barreto & MSB Study Club

17:00 Música & Literatura (jardim) – Poesia Musicada, com Abé Barreto & MSB Study Club

sábado, 5 de setembro de 2020

UCCLA - Lançamento da obra vencedora do Prémio Literário UCCLA - Novos Talentos, Novas Obras em Língua Portuguesa



Vai decorrer no dia 11 de setembro, pelas 18 horas, no Auditório Sul da APEL da Feira do Livro de Lisboa (Parque Eduardo VII), o lançamento da obra vencedora da última edição do Prémio Literário UCCLA - Novos Talentos, Novas Obras em Língua Portuguesa atribuída ao livro “O Heterónimo de Pedra” da autoria de Henrique Reinaldo Castanheira.

A abertura da 6.ª edição do Prémio Literário UCCLA - Novos Talentos, Novas Obras em Língua Portuguesa será anunciada na ocasião.

Mais se informa que estão garantidas as condições de segurança sanitária, de acordo com as regras definidas para a realização de eventos (lotação do espaço) pela DGS. O uso de máscara é obrigatório.

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2020

Itália - Dois livros portugueses distinguidos em Bolonha



Os livros ilustrados portugueses “Plasticus Maritimus” e “Troca-Tintas” foram distinguidos pela Feira do Livro Infantil e Juvenil de Bolonha, marcada para março em Itália, anunciou esta terça-feira a organização.

Plasticus Maritimus, uma espécie invasora”, da bióloga Ana Pêgo e da escritora Isabel Minhós Martins, ilustrado por Bernardo P. Carvalho, recebeu uma menção na categoria de melhor livro de não ficção para a infância e juventude.

Troca-Tintas”, de Gonçalo Viana, obteve uma menção do júri na categoria de “Opera Prima”.

Anualmente, a Feira do Livro Infantil e Juvenil de Bolonha distingue os melhores livros editados em todo o mundo, em diferentes categorias, como ficção, não ficção e, pela primeira vez este ano, banda desenhada. Nesta edição o júri analisou mais de 1800 livros de 41 países.

Sobre “Plasticus Maritimus, uma espécie invasora”, o júri destaca a variedade de técnicas e “o formato único” deste guia de campo sobre ativismo e criatividade.

Editado pela Planeta Tangerina, “Plasticus Maritimus” é um livro informativo sobre meio ambiente e um guia de exploração, para os leitores que queiram também ser mais ativos na defesa da natureza.

Inspirada na nomenclatura científica que identifica as espécies da natureza, a bióloga Ana Pêgo criou em 2015 um bilhete de identidade para designar a presença de plástico nos oceanos – Plasticus Maritimus.

A partir daí, desenvolveu todo um trabalho de consciencialização para o problema, com a realização de oficinas para crianças, exposições com o plástico recolhido em praias e partilha de informações com outros ativistas.

Na obra explica-se, por exemplo, que um ‘beachcomber’ é alguém que recolhe lixo nas praias e se torna num “coleccionador que se interessa pela origem e pela história dos objetos que encontra”.

Há ainda dados estatísticos sobre a vida na Terra e sobre poluição – por exemplo, uma garrafa de plástico demora 450 anos a degradar-se -, é dado um enquadramento histórico sobre a produção de plástico e uma cronologia sobre “coisas importantes que já aconteceram entre pessoas e oceanos”.

As autoras deixam ainda conselhos práticos para uma ‘saída de campo’, para recolha de lixo, e enumeram tipos de ‘plasticus maritimus’ comuns e raros que se encontram nas praias, como beatas de cigarro, palhinhas, cotonetes, pequenos brinquedos, moedas e lancetas de diabéticos.

Para Isabel Minhós Martins e Bernardo P. Carvalho, este é um novo reconhecimento por parte da feira, uma vez que, em 2019, o livro “Atlas das viagens e dos exploradores”, assinado por ambos, foi eleito o melhor de não ficção.

Troca-Tintas”, distinguido no prémio para primeiras obras, é elogiado pelo júri pelo estilo “fresco, distinto e ousado, conseguido de forma impressiva para uma estreia”.

Com selo da Orfeu Negro, “Troca-Tintas” é um livro para a infância sobre a perceção da realidade, quando se mudam as cores habituais das paisagens e dos objetos.

A narrativa segue dois amigos num mundo às avessas, em que as árvores têm a copa branca e as nuvens são verdes, numa paisagem desarrumada que baralha as pessoas.

O livro assinala a estreia de Gonçalo Viana como autor em nome próprio – assinado a ilustração e o texto -, depois de ter ilustrado “Os livros do rei” e “Parece um pássaro”, ambos de David Machado, “O toiro azul”, de Manuela Costa Ribeiro, e “Esqueci-me como se chama”, de Daniil Harms.

Formado em Arquitetura, Gonçalo Viana dedica-se atualmente em exclusivo à ilustração, tanto para imprensa portuguesa e estrangeira como para álbum ilustrado. Em 2008, Gonçalo Viana recebeu o Grande Prémio Stuart de Desenho de Imprensa.

Troca-Tintas” já serviu de inspiração para o espectáculo “A Árvore Branca”, criado e interpretado por Raimundo Cosme para crianças pré-leitoras, e que está em cena até domingo no teatro LU.CA – Teatro Luís de Camões, em Lisboa, seguindo depois em itinerância por outras cidades.

A 57.ª Feira do Livro Infantil e Juvenil de Bolonha decorrerá de 30 de março a 02 de abril.

Em 2019, o livro “Atlas das viagens e dos exploradores”, de Isabel Minhós Martins e Bernardo P. Carvalho, foi eleito o melhor de não ficção pela feira. In “Bom dia Europa” - Luxemburgo

sábado, 27 de abril de 2019

Timor-Leste - Semana da língua portuguesa com atividades para todos os gostos

Díli - "Língua, Pessoas, Oceanos" é o lema da Semana da Língua Portuguesa e da CPLP que começa a 03 de maio em Timor-Leste e durante a qual estão previstas várias atividades, incluindo debates, exposições e mostras de cinema.

A semana arranca com a "Feira do Livro + Português", que decorre nos dias 03 e 04 de maio no Centro de Aprendizagem e Formação Escolar (CAFE) na vila de Suai, onde além da venda de livros haverá gastronomia tradicional, arte e artesanato.

A feira terá espetáculos de música e dança, oficinas de língua, jogos, cinema, exposições, concursos e poesia, segundo os organizadores.

No dia da Língua Portuguesa e da Cultura da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, a 05 de maio, o Centro Cultural Português acolhe a abertura da exposição de pintura "Alfabetização", do artista timorense Bosco Alves

O evento conta com música e poesia do Departamento de Língua Portuguesa da UNTL e do Instituto de Defesa Nacional e narração de histórias por elementos do Xanana Gusmão Reading Room e do Grupo Português no Bairro.

A 06 de maio a Escola Portuguesa de Díli acolhe a "Hora do Conto" e o Centro Cultural recebe a exposição "Uma imagem, mil palavras", durante a qual serão conhecidos os vencedores do concurso de escrita "20 anos da Consulta Popular de 30 de agosto de 1999" e o concurso de escrita "Liberdade".

No mesmo dia será apresentado o filme "Músicas da Resistência", a participação timorense na última edição do DOC TV CPLP.

A meio da semana o Centro Cultural Português acolhe o debate "Jornalismo em tempo de luta: relatos em português", com a participação dos jornalistas Adelino Gomes, Max Stahl, António Sampaio e Virgílio Guterres, este último presidente do Conselho de Imprensa timorense.

A Fundação Oriente acolhe a exibição do filme "Oceanos de Lixo", de Werner Boote.

Durante a semana decorre ainda a bertura oficial dos Cursos de Formação em Língua Portuguesa do Parceria para a melhoria da prestação de serviços através do reforço da Gestão e da Supervisão das Finanças Públicas em Timor-Leste (PFMO).

Está igualmente prevista a abertura do Ciclo de Cinema Europeu, com a exibição do filme Diamantino.

A 10 de maio decorre o Sarau de Encerramento, com música, dança e poesia, no Centro Cultural Português.

Promovido pela Embaixada de Portugal e pelo Camões IP, a semana envolver vários parceiros, incluindo a União Europeia, o Governo e o Parlamento de Timor-Leste, o Instituto de Defesa Nacional, a Secretaria de Estado da Cultural e o Governo Brasileiro.

A Universidade Nacional Timor Lorosa'e (UNTL), o Arquivo e Museu da Resistência Timorense /ARMT), a Escola Portuguesa de Díli, a Sala de Leitura Xanana Gusmão, o projeto dos Centros de Aprendizagem e Formação Escolar (CAFE), a organização FONGTIL, a Livros e Companhia e a Plural editores são parceiros do projeto.

As atividades são ainda apoiadas pela comissão CHEGA, pelo Hotel Timor, pela Fundação Oriente e pela Comissão Nacional do Instituto de Língua Portuguesa (ILP). In “Sapo Timor-Leste” com “Lusa”

quinta-feira, 28 de março de 2019

Macau - Han Lili traduziu contos de Eça de Queiroz para Chinês


A directora da Escola Superior de Línguas e Tradução do Instituto Politécnico de Macau considera que a tradução é uma ponte de ligação entre as diversas culturas, daí ter traduzido uma série de contos e ensaios de Eça de Queirós para chinês. “Contos Seleccionados de Eça de Queirós” é, para Han Lili, uma oportunidade para dar a conhecer a literatura portuguesa “ao mundo chinês”



“Contos Seleccionados de Eça de Queirós” é uma obra com edição em chinês traduzida pela directora da Escola Superior de Línguas e Tradução do Instituto Politécnico de Macau (IPM), Han Lili, que integra a “Colecção de Literatura Chinesa e Portuguesa”, uma iniciativa do Instituto Cultural (IC). “É uma oportunidade de introduzir a literatura portuguesa ao mundo chinês e a Macau e apresentar os contos de Eça de Queirós”, disse Han Lili à Tribuna de Macau.

A obra está dividida em duas partes, uma dedicada a diversos contos do escritor português e outra que se debruça sobre uma série de artigos publicados no jornal brasileiro Gazeta de Notícias, intitulada “Chineses e Japoneses”.

Entre os contos do autor português que Han Lili considerou mais “interessantes” estão “Um Poeta Lírico”, “No Moinho”, “A Aia”, “O Suave Milagre”, “Singularidades de uma Rapariga Loura” e “O Tesouro”.

Se inicialmente a ideia era fazer exercícios para as suas aulas de tradução e para um projecto dos finalistas da licenciatura de tradução chinês-português, rapidamente mudou de plano. “Depois de traduzir um conjunto de contos de Eça de Queirós achei interessante publicá-los e o IC contactou-me”, explicou a docente.

Quanto a “Chineses e Japoneses”, cujo estilo de escrita “é muito diferente dos contos porque se trata de um artigo argumentativo, de uma crítica e da sua observação às relações chinesa e japonesa”, foi uma tradução feita a pedido do IC há cerca de três ou quatro anos.

Depois de já ter lido romances como “Os Maias” ou “O Crime do Padre Amaro”, que foram traduzidos para chinês na década de 90, Han Lili quis apostar em algo diferente: “Quis procurar outras obras que ainda não tivessem sido traduzidas. A razão para o ter escolhido [Eça de Queirós] foi o facto de ter sido um dos grandes escritores que inspirou o realismo e este livro [de onde foram retirados os contos] é bastante crítico. É bastante interessante e um grande escritor”.

Além de considerar que esta é uma iniciativa importante porque há, por um lado, “possibilidade de introduzir a literatura portuguesa ao mundo chinês e, por outro a literatura chinesa ao mundo lusófono”, este processo permitiu-lhe uma aprendizagem porque “uma tradução é uma leitura profunda para conhecer melhor o escritor”.

Han Lili não descarta a hipótese de no futuro traduzir mais escritores portugueses, porque crê que é “através da tradução que a cultura da china [e vice-versa] consegue sair das portas e entrar no mundo lusófono”. “De momento ando a ler José Luís Peixoto e gostaria de um dia traduzir a sua obra porque gosto muito do estilo dele”, acrescentou.

O livro encontra-se à venda em vários locais e tem um custo de 100 patacas. A obra foi apresentada pela autora, no domingo, na Feira do Livro da Primavera. Catarina Pereira – Macau in “Jornal Tribuna de Macau”

sexta-feira, 22 de março de 2019

Cabo Verde - Sociedade Cabo-verdiana de Autores assinalou Dia Mundial da Poesia com arruada poética e musical

Cidade da Praia – A Sociedade Cabo-verdiana de Autores (SOCA) e a Câmara Municipal da Ribeira Grande de Santiago assinalaram ontem o Dia Mundial da Poesia com uma arruada poética e musical pelas ruas da Cidade Velha.

A semelhança dos anos anteriores, segundo o presidente da SOCA, Daniel Spínola, não quiseram deixar esta data passar em branco, por isso proporcionaram às pessoas um momento musical e poético nas ruas do berço da cabo-cabo-verdianidade.

“É um momento importante e a SOCA, como uma organização vocacionada e ligada aos autores e artistas, fazemos questão de todos os anos realizar esta celebração”, afirmou.

Conforme avançou, na SOCA estão inscritos muitos escritores de poesia e a cada dia tem aumentado, e ainda, referiu, quase todos os escritores inscritos na Academia Cabo-verdiana de letras (ACL) fazem parte do SOCA.

A actividade iniciou-se às 17:00 com plantação de árvores, seguida de arruada poética.

Ainda, em colaboração com Academia Cabo-verdiana de Letras e a Associação de Escritores Cabo-verdianos, apresentaram a Revista Novas Letras, da ACD, em homenagem ao escritor Teobaldo Virgínio, residente nos Estados Unidos.

As actividades culminaram com uma projecção de vídeo – do Por do Sol poético, realizado em 2013, na Presidência da República.

Para assinalar o Dia Mundial da Poesia, a Biblioteca Nacional, na Cidade da Praia, promoveu uma feira de livro com descontos de 20 por cento nas obras dos autores cabo-verdianos e estrangeiros.

O Dia Mundial da Poesia foi criado na 30ª Conferência Geral da Unesco em 16 de Novembro de 1999.

Todos os anos celebra-se no dia 21 de Março, para comemorar a diversidade do diálogo, a livre criação de ideias através das palavras, da criatividade e da inovação.

A data visa a importância da reflexão sobre o poder da linguagem e do desenvolvimento das habilidades criativas de cada pessoa, já que a poesia “contribui para a diversidade criativa”, inferindo “na percepção e compreensão” do mundo. In “Inforpress” – Cabo Verde

quinta-feira, 11 de outubro de 2018

Alemanha - Feira do Livro de Frankfurt começou ontem com presença portuguesa

A Feira do Livro de Frankfurt, que este ano celebra a 70.ª edição, teve início ontem com a presença de 7100 expositores, entre os quais 49 portugueses, e com Geórgia como país convidado



É considerada uma das maiores feiras do livro do mundo, “muito importante do ponto de vista editorial e com uma longa tradição”, refere Patrícia Severino, conselheira cultural da Embaixada de Portugal na Alemanha.

Nesta 70.ª edição, Portugal está representado com o seu stand nacional, coordenado pela Associação Portuguesa de Editores e Livreiros e pela Direção Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas. No total são 49 os expositores nacionais.

Mas há também uma aposta que começou em 2016 e que consiste “em trazer os autores de volta à Feira do Livro de Frankfurt, da qual estiveram afastados muitos anos”, refere a diretora do Camões Berlim.

“Há dois anos, a escritora Patrícia Portela esteve na Feira do Livro de Frankfurt e, na altura, concluiu-se que há cerca de 16 anos que não havia a presença de autores portugueses naquela feira. Por um lado, é muito virada para o mercado, com a compra e venda de direitos, por outro lado, sendo uma feira do livro, consideramos que é importante os autores estarem presentes porque sem eles não há livros”, realça Patrícia Severino.

“Nesta edição estarão presentes Isabela Figueiredo, que é a autora que estará em residência literária aqui na Alemanha, Kalaf Epalanga, que está sediado aqui em Berlim e se desloca connosco para uma conversa sobre a língua portuguesa, e o autor brasileiro João Paulo Cuenca, que também se junta a nós no dia 13 de outubro. Por outro lado, no dia 12, associamo-nos à livraria TFM, que é um espaço de literatura dedicado à língua portuguesa, onde fazemos uma apresentação dos livros destes dois autores”, refere a adida cultural da Embaixada de Portugal em Berlim.

Em 2021 Portugal será o país convidado da Feira do Livro de Leipzig. O objetivo, destaca Patrícia Severino, é levar a cabo “um trabalho continuado ao longo dos próximos três anos, que antecipem esse momento.”

Um dos exemplos desses trabalhos é uma edição especial do Jornal de Letras, que vai ser apresentado na Feira do Livro de Frankfurt, dedicado a José Saramago e aos 20 anos do Prémio Nobel da Literatura.

“Esta edição assinala, por um lado, este momento tão importante para a história da literatura portuguesa, por outro lado, é um protejo que se enquadra na iniciativa ‘Portugal – país convidado da Feira do Livro de Leipzig 2021’. Portanto, vão sair durante os próximos anos duas edições anuais, uma por ocasião da Feira do Livro de Leipzig, outra por ocasião da Feira do Livro de Frankfurt. A finalidade é termos um veículo de informação estruturada sobre a literatura de língua portuguesa que circulará na Alemanha”, explica a diretora do Camões Berlim.

Em 2017 a Feira do Livro de Frankfurt registou mais de 286 mil visitas e 400 eventos. Este ano comemora o 70.º aniversário. Começou ontem e termina no próximo domingo. In “Mundo Português” - Portugal

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Moçambique - Associação do Zimpeto promove feiras do livro em sete escolas secundárias de Maputo

Feira inaugural marcada para 1 de Março na Escola Secundária Quisse Mavota

A associação dos jovens do bairro do Zimpeto está organizar uma série de sete feiras do livro, as quais irão decorrer em Março, Abril, Maio, Agosto, Setembro e Outubro.

O evento que pretende promover a literatura deverá acontecer em várias escolas secundárias de Maputo, como Quisse Mavota, Zedequias Manganhela, Heróis Moçambicanos, Inhagoia, Zona Verde, Malhazine e Força do Povo.

Na feira inaugural, marcada para 1 de Março, na Escola Secundária Quisse Mavota, com início previsto para 8:30h, os organizadores do evento irão oferecer um conjunto de material didáctico para apetrechar a biblioteca da instituição.

Este evento conta com a parceria das livrarias Conhecimento, de acordo com a associação organizadora, a única que se dignou a aceitar o convite para o efeito.

O real motivo da parceira é massificar o livro, sobretudo nas comunidades da periferia de Maputo. Por isso, as obras estarão à venda a preço simbólico para estimular, incentivar e promover a leitura, incluindo acesso à informação e ao conhecimento.

Nesta fase piloto da feira foram escolhidas sete escolas, no entanto, mais tarde, o interesse é realizar feiras de livro em todas as escolas secundárias do Distrito Municipal Kamubukwana, devendo abranger alunos entre 12 e 18 anos de idade.

A Ahi-lhayisani é uma agremiação que congrega jovens, sem fins lucrativos, de Solidariedade Social e que desenvolve as suas actividades no âmbito da acção social, com a infância, jovens, terceira idade e com as comunidades. Actua mais nos campos da saúde e educação, habitação e emprego, desporto, arte e cultura e defesa e conservação do meio ambiente. In “O País” - Moçambique

sexta-feira, 10 de junho de 2016

UCCLA - Lançamento da obra vencedora do Prémio Literário

Terá lugar no dia 13 de junho de 2016, pelas 18 horas, no auditório da APEL, na Feira do Livro de Lisboa (Parque Eduardo VII), o lançamento da obra vencedora do Prémio Literário UCCLA - Novos Talentos, Novas Obras em Língua Portuguesa intitulada “Era uma vez um Homem” de João Nuno Azambuja, com a presença do próprio.

Na ocasião serão, ainda, apresentadas as menções honrosas do referido Prémio, a saber: “Ausência” de Ana Beatriz Leal Saraiva (Brasil) e “Memórias Fósseis” de Wesley d’ Almeida (Brasil).

Estará presente Vítor Ramalho, Secretário-geral da UCCLA, e os membros do júri António Carlos Cortez (poeta e critico literário), Fernando Pinto do Amaral (poeta e Professor da Faculdade de Letras), João Pinto Sousa (editor de “A Bela e Monstro”) e Rui Lourido (Coordenador Cultural da UCCLA).

Face à grande adesão ocorrida na primeira edição do Prémio Literário UCCLA vai ser lançado um novo concurso literário, que será apresentado no mesmo dia.

De salientar que este Prémio conta com a parceria da Editora A Bela e o Monstro e do Movimento 2014 e com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa.

Vai ser lançado, no mesmo dia, o livro "Literatura e Lusofonia" do IV Encontro de Escritores de Língua Portuguesa, evento promovido pela UCCLA anualmente. UCCLA